ATADA A ELE - CAPITULO 15

Atada a Ele

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo - Bellard 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Amizade, Comédia, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Estupro, Sexo

Capitulo 15 - Discussão Indefinida. 


Edward: nome horrível – Edward me disse quando entramos no apartamento, e paramos na porta da sala de estar conversando.

Bella: perfeito! – resmunguei, insistindo – porque você menospreza o nome do bebê? – fiz birra, cruzando os braços.

Edward: porque esse nome dá azar! – falou com um ar brincalhão, me pegando pelos braços levemente, e me apertando – eu quero que o nosso bebê tenha um nome bonito, e que seja de bons álibis. Não que ele se torne um idiota! Sabe... O nome influencia na pessoa...

Bella: É? – eu ri, tentando soltar os meus braços – e se eu disser que o filho é MEU e que ponho o nome que eu quiser? – ele sorriu de canto, e me largou pra em seguida puxar-me pela cintura. Comecei a desviar o rosto do dele que me perseguia.

Edward: vou dizer que está enganada, porque ele é meu também... – disse perto do meu ouvido, enquanto eu ria baixinho – eu vi crescer, eu estou acompanhando a gravidez, eu me preocupo com ele... Eu sou como o pai, e sabe de uma coisa? – fiquei séria e o olhei. Ele estava mesmo falando a verdade? Meu filho significava tanto pra ele? – a mãe dele significa muito pra mim... Muito. – e beijou minha bochecha que estava virada pra ele.

Bella: mentira! – mostrei a língua – você não é o pai dele... – fiz birra, e o empurrei um pouco, brincando.

Edward: e se eu quiser ser? – desafiou me virando de frente, e me abraçando pela cintura – ou por acaso pra ser pai precisa ter o mesmo sangue e o DNA idêntico? Eu adoro o seu filho... Como se eu o tivesse colocado ai dentro. Adoro como meu.

Fiquei estática. Parada. Olhos nos olhos de Edward. Respirando de vagar... Ele tinha dito que... Adorava o meu filho, com a voz cheia de adoração verdadeira? Meu Deus!

Bella: mas é melhor não se apegar tanto – agora me soltei de vez dos braços dele, ficando longe. Ele deu um passo na minha direção, e eu dei mais um pra trás – eu não quero que se sinta na obrigação de me dizer isso. Um dia eu e ele vamos embora, e vamos te deixar em paz.

Edward: se você for embora, eu não vou ficar em paz! – disse suplicante – para de ser bobinha, Bella... Você sabe que é verdade.

Bella: isso, eu sei! – confirmei, meio tremula – mas não é certo. Ele não é seu filho de verdade... Por mais que eu concorde com você sobre isso de “filho não precisa ter o mesmo sangue que pai” um dia eu vou embora com ele, e você vai se cansar. Se pais de verdade já não ligam às vezes, o que vou dizer de um adotivo?

Edward: eu não vou fazer isso e... – ele parou por um instante, me olhou estreitando os olhos – acha mesmo que vou deixar você ir embora com ele? Acha mesmo que vou te ceder assim pro Charlie? – e riu um pouco – tá enganada, então!

Bella: Edward... – comecei mais ele me interrompeu.

Edward: Edward nada! - e riu – temos ainda quatro meses todinhos pra pensarmos nisso e você aceitar que eu seja o pai do bebê... Mas de uma coisa eu tenho certeza: ele não vai se chamar Edward.

Bella: Ok. – suspirei, abaixando o a cabeça – estou meio tonta... Acho que vou tomar um banho e me deitar.

Edward: isso... Eu preciso... – ele pensou por um momento, indo em direção ao escritório – resolver umas coisinhas.

Edward saiu, e eu subi em direção ao quarto. Separei um pijama, e peguei uma toalha indo em direção ao meu banheiro. Tomei um banho extremamente quente, depois voltei pro meu quarto quieto, toda pensativa. Eu estava diferente, com os seios imensos e uma barriga hiper mega GG.

Eu tenho uma criança dentro de mim. Um menininho que por dezoito anos vai precisar de mim pra tudo! Ok, eu tenho que ter força, mais não posso ser hipócrita em acreditar que vou conseguir sozinha.

Sentei-me na cama depois de fechar a janela de vidro, e fiquei observando o sol se por entre as nuvens lá fora... Olhei para a barriga, e fiquei a acariciá-la.

Meu filho.

Ele merecia um pai... E Edward estava disposto a sê-lo. Suspirei. Devo acreditar? Devo aceitar ele como pai da minha criança? Pai que o meu filho nunca teria, nunca? Pelo menos uma vez na vida, eu tinha que pensar nele e não em mim...

Eu tinha feito o que Alice me sugerira sem intenção real: eu tinha conseguido o que queria. Que Edward se apaixonasse por mim, e pelo meu filho.


Edward POV


 Edward: Alô? Brenda? É o Edward.

Brenda: Oi Edward... – eu pude ouvir nitidamente sua voz do outro lado da linha do telefone – a que devo a honra do teu telefonema?

Edward: Bem Brenda, eu queria te fazer algumas perguntas, sabe? – eu estava meio nervoso enquanto falava. – tomara que você possa me respondê-las. São sobre a Bella.

Brenda: Ah Edward, eu já imaginava que cedo ou tarde você iria me procurar pra tratar desse assunto. Bom, eu já imagino o motivo da curiosidade... Acho que talvez a essa altura do campeonato, eu possa quebrar o meu juramento e estender a outro o problema da minha paciente.

Edward: Não seja dramática Brenda! – ironizei – eu só quero ajudar! Eu... Mas do que ninguém... Preocupo-me com ela e com o nosso bebê. Será que não pode me ajudar a ajudá-la? – insisti.

Brenda: eu já disse que sim! – e riu – mais só porque tenho certeza de que você gosta mesmo dela... Eu vi como vocês estavam íntimos na ultima consulta! – fez voz fofa – finalmente, Edward arrumou um rabo de saia decente! Tomara que se fixe. E espera... Que história é essa de “nosso bebê”?

Edward: Bom é que eu quero assumir o garoto, mais ela deixa? Não! – suspirei – acho que se você confirmar uma suspeitas pra mim eu posso ter a certeza de algumas coisas como, por exemplo... Que o pai nunca vai aparecer, e vou ficar mais decidido em relação ao que quero fazer.

Brenda: isso é ótimo... Mas tem que ser pessoalmente. É bem complicado.

Edward: eu imagino. – pigarreei – pode ser amanhã no trabalho?

Brenda: perfeito, venha a minha sala assim que chegar, combinado?

Edward: combinado! – e depois de despedidas, desligamos.

De vagar fui até o quarto de Bella. O chuveiro estava desligado pelo que eu podia ouvir, e tudo muito quieto. Ok, entrei sem bater.

Bella: Oi? – disse nervosa – Ah, é você! – me jogou uma almofada de cima da cama. Estava tudo escuro quando ela acendeu o abajur. Eu sorri e peguei a almofada. Caminhei até a beira da cama e me sentei perto dela que estava metida nas cobertas – que foi?

Ela via que eu não falava nada, e meio que se assustou.

Edward: ué, nada... – dei de ombros – não esqueceu que amanhã começa a escola, né?

Bella: O QUE? – seus olhos se abriram muito – não to sabendo de nada, Edward – disse nervosinha. Eu sorri, e lhe dei uma cutucada com o indicador no braço, meio nervoso pra tocá-la. – me explica isso! – deu um tapa no meu dedo, e depois agarrou minha mão e me puxou pra mais perto.

Edward: eu te matriculei num colégio. Foi burrice minha não te avisar, mais hoje eu estava com a cabeça cheia... – e sorri – e então?

Bella: ué, se eu não for você vai me bater ou me por de castigo? – desafiou irônica.

Edward: Hum... Eu não posso dar palmada por causa do bebê – me aproximei até senti-la encostar a cabeça no eu ombro. Toquei a barriga de leve e fiquei acariciando por cima do edredom que a cobria – não quero machucar o meu moleque, nem a minha menininha... – e lhe beijei o rosto - mais por de castigo é tentador. Já pensou? Um dia todinho presa dentro do meu quarto... Ouvindo-me falar, e falar... E falar! Até você explodir com a minha voz irritante.

Bella: Ah, deixa de ser bobinho... – ela tirou a minha mão da barriga – não acaricia não, dói.

Edward: dói uma ova... – voltei a acariciar – porque você não quer dividir ele comigo, sua egoísta? – falei fazendo biquinho.

Bella: eu já te disse... – mesmo se negando no começo, ela colocou a mão sobre a minha na barriga dela cheia de ternura – ele está se mexendo ai dentro...

Edward: deixa de ser bobinha você... – beijei sua testa – o filho é meu. E não vou falar de novo...

Bella: você não está pronto. – murmurou sem me olhar – não mesmo!

Edward: e você está? – questionei, sentindo seu olhar queimar meu rosto que estava fixo no movimento de nossas mãos acariciando o bebê.

Bella: não... – depois de longos segundos respondeu.

Edward: Quais são seus planos pra depois que ele vier?

Bella: Vou cuidar dele. Apenas isso, cuidar dele. Não tenho planos. Vou viver com o meu pai depois que sair daqui, e continuar cuidando dele. É pra isso que eu vivo. Cuidar dele. Não tenho outro motivo... – agora ela remexia nos pelinhos do meu braço.

Edward: e quando seu pai morrer? – perguntei tentando entender – quem vai cuidar de você? Você não pretender ter uma carreira?

Bella: não faça perguntas difíceis. Eu vou dar um jeito, não sei... – olhou dos lados – eu vou... Vou colocá-lo na escola do governo e vou trabalhar em qualquer coisa. Espero que quando acontecer ele seja mais velho. – olhou pra mim – que carreira eu vou ter Edward? Eu não vou poder fazer faculdade com ele pra cuidar. Ou cuido dele, ou estudo. Tenho que escolher, mais já escolhi. Cuidar dele. Mal vou poder terminar o colégio depois que ele nascer... Eu não tenho minha mãe pra me ajudar, não tenho ninguém! Quando meu pai sair de lá, vai voltar a trabalha e não vai ter tempo.

Edward: pode ser... Diferente – pigarreei – você pode ficar comigo, cuidar dele e estudar, e eu cuido de vocês dois.

Bella: Edward, você não sabe o que esta falando.

Edward: e você não sabe o que está perdendo – retruquei agora meio nervoso – Olha Bella, eu já disse que eu quero você e o bebê! Não sei por que não acredita em mim... Eu não falho com você há muito tempo pra duvidar assim. 

Bella: é que eu não sei...

Edward: está bem, você é quem sabe... – pulei da cama nervoso, ela ficou me olhando meio triste – amanhã você sai as seis e meia. Eu vou te levar. O uniforme está no closet junto com o material. Boa noite. – bati a porta, e fui em direção ao quarto cego de raiva.

Talvez fosse meio injusto tudo o que eu estava fazendo. Mais não conseguia me controlar quando queria dar o mundo a ela, e ela não aceitava tudo que eu estava disposto a ceder-lhe.

Fui dormir irado de raiva, pulsando pelo nervosismo do dia seguinte. Se as minhas suspeitas fossem concretizadas, e tenha ocorrido mesmo o que eu pensava que tinha ocorrido com ela... Tudo ia mudar.

Eu seria capaz de jurar que o filho era meu. Ela não ia poder me negar isso. Ou talvez eu pudesse registrar sem ela saber, e depois contar a ela... Era uma boa idéia.


Bella POV


Eu sou idiota, e eu chorei a noite toda! Não preguei os olhos até as três da manha, e tive que acordar às cinco e meia pra ir à aula. Tomei um banho demorado, escovei os dentes, sequei o cabelo...

Vesti-me rápido com o uniforme, que se baseava numa saia prensada azul marinho até acima do joelho, uma blusa social de mangas cumpridas na cor branca com o símbolo do colégio em azul, meias longas brancas, bota preta, e uma jaqueta de botões meio colégio militar. Ah, sem contar a boininha azul marinho que eu usava de lado. Estava muuuuuuuito ridículo!

Eu ri quando me olhei o espelho. Uma colegial perfeita... Só que com um barrigão nada adaptável. No colégio eles iam pensar o mesmo sobre mim. Que eu era uma puta por estar grávida. Eu só tinha um pensamento sobre tudo isso e sobre o que iam dizer:

FODAM-SE!

Desci as escadas meio que cambaleando pelo peso da minha mochila nas costas, competindo com os quinhentos quilos da minha barriga na frente. O meu cabelo solto embaixo da boininha que colava no rosto.

Quando estava no ultimo degrau, Edward me agarrou pela cintura. Eu não o vi, mais sabia que era ele.

Edward: nossa, que gatinha... – disse com a voz maliciosa, me pegando pelos ombros e me rodando meia volta no ar até me por no chão pleno. Ouvi um estalo alto quando o salto da bota bateu no assoalho de madeira – Bom dia.

Bella: Bom dia... – eu ri, e cambaleei de novo. Ele agarrou minha mochila e colocou nas costas – vamos?

Edward: vamos nada... Vai tomar café. – me indicou a mesa. Fiz cara feia, mais corri e engoli um pedaço de mamão cortado em cubos e um copo enorme de suco de laranja natural. Assim que terminei, finalmente fomos. Enquanto elevador descia, Edward me enquadrou. – desculpa, tá? – falou pondo a mão no meu rosto. – fui muito rude com você ontem à noite... Acho que... Não, tenho certeza que você merece tratamento melhor. Desculpa.

Bella: eu também fui idiota... – murmurei – tudo bem, eu também peço perdão. Devo entender o seu lado... Como... É... Pai. – olhei dos lados.

Edward: então vai me aceitar? – o rosto dele se iluminou.

Bella: ainda não. – olhei nos seus olhos – por enquanto, ainda é uma discussão indefinida.


Amanhã Edward vai descobrir a verdade sobre Bella, não percam!!!!!
Encontro vocês amanhã!!! ;)

1 comment :

  1. AAHHHHHHHH! Eu to ficando louca de ansiedade!!!!!!!!!!

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