FANFIC PARADISE - CAPITULO 10




PARADISE - MARIANA CARDOSO
Dois estranhos. Um encontro no paraíso. Uma vida inteira entrelaçada.


Classificação: +16
Categorias: Saga Crepúsculo - Bellard - Romance/Drama
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen

Gêneros: Romance/Drama

Capítulo 10 – A Paixão.
Rio de Janeiro, RJ – Brasil.
Edward.
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.
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Apaixonado, loucamente perdido e completamente saciado era como me encontrava, mesmo 
que nu, suado, ofegante e terrivelmente excitado ao lado dela, também nua, suada e ofegante.
 A cama era uma bagunça ao nosso redor. Sexo com ela era algo completamente delicioso, 
viciante e vital. Me sentia sempre tão bem, tão feliz e homem quando ela gemia. Seu desejo,
 seus movimentos, seus sussurros, seus olhares... Bella sabia o que queria na cama. E ia atrás 
disso. Nós acabamos com uma caixa de camisinha! Todo meu pensamento era estar dentro 
dela, todo maldito tempo, se a via nua, eu queria sexo, se estava de biquíni, queria sexo, se 
estava de roupa, queria despi-la para fazer sexo. A sensação de tê-la ao meu redor, quente, 
apertada, gemendo... Seus seios raspando no meu peito e a boca na minha.
Isso eu queria todo maldito tempo. Sexo com ela era a porra mais incrível do mundo. Ficava 
duro só de imaginar tudo que já vivemos. Eu também estava apaixonado pela garota de bom 
coração, planejadora, sorridente, animada e curiosa. Pela primeira vez em muitos anos, 
ganhei uma amiga que não era minha mãe, minha irmã ou a esposa do meu melhor (único) 
amigo da vida inteira. Nós partilhávamos tantas coisas em comum e tantos pensamentos que
 simplesmente não consigo imaginar minha vida sem sua presença e por isso fui mais que feliz
 em ligar o maldito foda-se e reconhecer que estava irrevogavelmente apaixonado por uma 
mulher que morava na porra de um continente diferente do meu. Ótimo!
Nós já estávamos no final da nossa viagem, faltavam três dias e meio para írmos embora. Ela
 em direção a Itália, depois Espanha e por fim França. Aparentemente teria que apresentar 
um trabalho de última hora em uma agência filial a sua em Nova Iorque. Ontem à noite, lendo
 seus e-mails que pode se dar conta da sua negligência com a vida profissional. Seu chefe
 estava desesperado por ajuda e ela quase entrou em colapso nervoso. Foi preciso amarra-la 
na cama com as faixas do roupão e ter meu caminho de um jeito bem pervertido para ter sua
 mente focada em mim. Nós não saímos do quarto e burlamos as atividades em grupo desde 
que retornamos da outra viagem. Estive deixando-a nua e sorridente a maior parte do tempo
 porque eu malditamente amava isso.
Eram quatro horas da manhã, ela estava adormecida e enrolada no meu corpo como um gato.
 Puxei a colcha sobre nós dois e enterrei meu nariz nos seus cabelos, deixando o cansaço me 
pegar e embalar para manhã. O sol estava bem nos meus olhos no momento que acordei, 
estava sozinho na cama e vi minha linda garota no sofá com o notebook no colo e fones de 
ouvido. A mesa do café já estava no quarto e antes de sequer ir dar-lhe um beijo, fui tomar
 banho, não deixando de sorrir para seu olhar apreciativo e piscadela descarada porque 
estava do jeito que vim ao mundo, perambulando pelo quarto.
Tomei meu banho e no momento que estava fazendo a minha barba, ela entrou no banheiro e
 sentou no balcão do meu lado e me ajudou a deixar o rosto limpo, mesmo contra sua vontade.
 Ela confessou que gostava da minha barba roçando na sua coxa quando estava prestes a
 chupá-la exatamente lá. Se soubesse disso antes, não tinha nem começado. A esperta sabia 
exatamente o que fazia comigo e como fazia. Tomamos café da manhã conversando sobre seu
 projeto. Publicidade sempre me interessou, mas gostava muito mais de Direito. Era
 fascinante ver como sua mente funcionava 24 horas ao dia com sagacidade criativa. Tudo ela
 pensava na propaganda envolvida e no trabalho que aquilo pode ter dado pra quem criou.
No youtube, me mostrou todas as propagandas que tinha criado, inclusive a do "poney 
maldito" que o Harry simplesmente amou e ficou cantando a musiquinha irritante na minha 
cabeça por semanas. Fiquei surpreso e maravilhado pela incrível mulher que ela era e estava
 comigo. Ficamos horas deitados na cama conversando e namorando, sem nos importarmos 
com o sol quente e as novidades do Rio de Janeiro. Lindo mesmo era estar ao seu redor.
Falei com Harry no Skype por quase uma hora. Meu filho contou nos mínimos detalhes todas 
as suas atividades na escola. Também detalhou tudo que fez com sua Tia Rosalie e Tio
 Emmett. Eu estava tão perdido de saudades. Queria tanto abraçar meu filho e dormir com
 ele, mas ao mesmo tempo, não queria ficar longe dela e simplesmente perdê-la do alcance
 dos meus braços. Um sentimento agridoce que me deixava com um nó na garganta. No fim
 da tarde, tive uma brilhante ideia. Sai do quarto de fininho durante seu cochilo e fui atrás de
 Nahuel. Eu estava querendo leva-la a um restaurante japonês, ter uma noite romântica e 
depois os encontraria na boate. Se isso fosse possível.
Zafrina separou um motorista que falava inglês e seria nosso segurança também. Disse que o
 restaurante era perto da boate e que faríamos o trajeto direto pra lá. Fiquei satisfeito com as
 respostas positivas e voltei para o quarto, precisando acordá-la para se arrumar – visto que
 demorava meio século se olhando no espelho ou apenas escolhendo a roupa. Toquei seu nariz,
 beijei sua testa, a bochecha, os olhos e por fim sua boca sabendo que pelo riso manhoso e 
sonolento ela estava acordada. A prova real veio da sua mão passeando diretamente para
 minha bermuda e me puxando para cama. Cobri seu corpo com o meu e aprofundei o beijo,
 segurando seu seio como um adolescente, querendo entender a lógica da sua blusa para 
puxá-la sem ter que quebrar o beijo.
- Não baby, preciso que você se arrume. – sussurrei sem fôlego e ela franziu o cenho
 confusa – Nós temos um jantar antes de sairmos para a boate.
- Jantar? Tipo um encontro?
- Tipo um encontro, em restaurante japonês, como seu desejo. – respondi e ela riu, dando um
 gritinho animado – Fique mais linda ainda pra mim.
- Só se for agora!
Bella andou de um lado ao outro, até se trancar no banheiro e só sair de lá uma hora e vinte 
minutos depois do momento que ouvi O secador ser ligado. Adicione mais vinte minutos do
 banho e eu literalmente levei um chá de cadeira até poder me arrumar. O motorista nos
 levou a um restaurante opulento, no qual Zafrina já tinha feito reserva em uma sala vip, 
junto a um jardim de inverno lindo. Ela, com sua calça de couro e blusa amarela decotada, 
desceu dos saltos altíssimos e sentou ao meu lado, ao invés de sentar-se de frente como
 indicava os acessórios.
Fazendo guerra com os pauzinhos, dividimos um barco e pedimos rodízio, comemos até
 realmente não aguentarmos mais. Fomos confundidos com famosos na entrada da boate
 porque simplesmente tinha um monte de fotógrafos nos cercando e falando coisas estranhas.
 Bella fez a noite deles com o seu decote, foi a primeira vez que realmente me senti ciumento
 e protetor. Quis arrancar a cabeça de todos eles de tamanho ódio que fiquei dos seus olhares 
indiscretos. Seguindo para pista vip, encontramos com o nosso grupo já bastante animado. 
Novamente, eu não era um cara de boate, não tinha jeito, mas o que ela não me pediu fazendo
 beicinho que não faria?
Nós bebemos e nos agarramos no meio da pista de dança como adolescentes cheios de tesão.
 Eu queria dar-lhe um presente, algo que significasse nós dois e esse momento. Não tinha 
nenhuma ideia no momento, mas iria atrás disso antes que fossemos embora. Esse
 pensamento me deixou de mal humor e ela percebeu isso.
- Baby, o que foi? – perguntou acariciando minha nuca.
- Não quero ir embora... Não quero deixar de ver você. – sussurrei no seu ouvido e ela gemeu 
em lamento – Quero muito ver você e ficar com você.
- Eu também... Eu quero tanto você. Quero de uma forma que nunca quis ninguém. – disse
 baixinho, olhando nos meus olhos – Não me arrependo de ter vindo porque ganhei você.
- Meu doce anjo. Nós daremos um jeito. O "não" já temos, as dificuldades também, 
precisamos querer tentar. Sempre.
- Sempre. Vamos sentar um pouquinho? Meus pés estão me matando.
Só saímos da boate quando estava quase amanhecendo. A noite incrível entrou para história
 da minha vida que iria contar aos meus netos. Chegamos no quarto mortos para tomar um
 banho e cair na cama. Eu dormi meio segundo depois que ouvi seu resmungo sonolento sobre
 não secar o cabelo e acordar parecendo um leão.
- Edward... Acorda! – Bella sussurrou apertando meu nariz – Nós dormimos a maior parte do
 dia. Perdemos o sol quente.
- Isso é mais um motivo para continuar dormindo. – disse resmungando e ela riu, foi como
 sinos dourados em um campo de margaridas. Eu podia lembrar a minha infância na fazenda 
dos meus avós no interior.
- Sua risada é o som mais lindo do mundo. – murmurei sem abrir os olhos, mas sorrindo, o 
que a fez rir de novo.
- Você é um bobo romântico. Me sinto tão boba.
- Não se sinta boba, não quero que se sinta nada menos que maravilhosa. – disse puxando-a 
pra mim, pegando sua mão e beijando os nós dos seus dedos.
- O que nós vamos fazer hoje? Comprei lembrancinhas para todas as pessoas que conheço e
 estavam na lista. E você?
- Também comprei. Não tenho ideia do que podemos fazer... Tem algo em mente?
- Agora que você acordou... Talvez devêssemos encontrar com o pessoal. Zafrina mencionou
 algo de um luau na praia. Está afim?
- Se você estiver lá, sempre estarei. – respondi apenas para deixa-la suspirando e não 
enganando a mim mesmo com essa verdade. Eu queria estar onde ela estivesse.
Bella ligou para recepção, pediu nosso almoço e confirmou com Zafrina o luau na praia. 
Comemos deitados na cama no qual não me dei o trabalho de colocar uma roupa além da 
cueca. A sobremesa foi ela coberta de creme e morangos, porque eu era um maldito 
perturbado e cheio de necessidades dela. Não podia ficar sem enterrar profundamente nela
 por muito tempo. Meu desejo pelo seu corpo ondulando contra o meu era quase que respirar.
 Se ficasse sem, poderia morrer. Pelada do meu lado estava brincando com os poucos pelos do
 meu peitoral, suspirando e salpicando pequenos beijos.
- Boa tarde? – perguntou rindo, com os cabelos fazendo uma cortina ao nosso lado.
- Excelente tarde. Não posso imaginar nenhuma melhor. – murmurei enterrando meus dedos
 nos seus cabelos e a puxei para um beijo, tentando transmitir todo meu carinho e paixão.
- Precisamos nos arrumar...
- Não quero sair da cama... Quero continuar com você nua e fazer muitas coisas sujas. – 
resmunguei petulante, não querendo me mover.
- Nós confirmamos a presença e irão nos chamar caso passe do horário. – retrucou rindo do
 meu beicinho e lambeu, apenas para me provocar. – Tomarei banho. Levante dessa cama.
- Tá bom. – bufei fechando os olhos para tirar um cochilo porque sabia que ela iria demorar
 meio ano lá dentro.
- Edward... Acorda. Já estou pronta. Vai se arrumar... – disse baixinho, mostrando que
 estava com um vestido branco justo, curto, destacando as lindas pernas e o bronzeado. 
– Apreciando a vista?
- Uhn, ainda não... Sobe mais um pouquinho. – pedi tentando levantar a barra do seu vestido
 e ela bateu na minha mão. Fazendo beicinho, levantei da cama e fui me arrumar resignado a
 um luau na praia, querendo tirar a roupa dela sem mal saímos do quarto.
Dei mais uma olhada pidona e ela negou, mordendo os lábios para não rir.
O luau não foi tão ruim. Eu estava emburrado porque iria embora. Queria poder unir Bella e
 Harry na mesma equação, mas isso era praticamente impossível e eu estava sofrendo por 
isso. Também percebi que iria sentir falta do meu grupo. Garrett e Peter iriam se dar bem, 
podia imaginar ambos disputando quem era mais aventureiro e qual deles conseguiria 
enlouquecer suas esposas mais rapidamente. Stefan estava querendo que todos nós
 marcássemos um encontro anual. Não foi uma má ideia e por isso concordamos. 
Vi cédulas verdes brilhar nos olhos de Nahuel calculando o quanto iria ganhar conosco como 
um grupo fixo.
- O que nós vamos fazer? – Bella sussurrou sentando-se no meu colo e imediatamente soube
 o que era.
- Queria que você voltasse comigo. Pra minha casa.
- Calma aí... É muito rápido. E eu estou com viagens marcadas. – sussurrou deitando a 
cabeça no meu ombro – Meu pai acha que vou te levar para casa.
- Minha irmã também.
- Edward... Será que a gente vai conseguir? Nós vamos conseguir nos encontrar novamente?
 – perguntou angustiada.
- Eu farei o impossível ser possível por você. – murmurei beijando seu nariz – Não vai se
 livrar de mim tão facilmente.
- Nós seremos... Únicos?
- Sou monogâmico e definitivamente não compartilho.
- Que bom. Eu também não. E acho que sou ciumenta... Isso não é um sentimento que estou 
acostumada a lidar... – murmurou sem esconder o suspiro de alívio.
- Ciúmes?
- Todas as garotas solteiras ou acompanhadas desta festa estão sorrindo descaradamente 
para você, inclusive as garçonetes, todas estão sendo excessivamente simpáticas e cordiais.
 E eu quero tatuar meu nome na sua testa.
- Álcool te faz falar muito não é?
- Eu dei uma crise de ciúme e você está preocupado com a bebida?
- Bom, eu não vou me preocupar com as mulheres que nem sequer reparei. – encolhi os
 ombros confuso. Realmente não tinha olhado para cara de quem me serviu ou estava ao
 meu lado.
- Resposta inteligente. Você é um bom advogado.
- Preciso alimentar meu filho. – disse rindo, com meu sorriso torto irresistível.
Nós demos uma volta na beira da água, espirrando o gelo que o mar estava um no outro como
 adolescente e recolhemos pequenas conchas bonitas e pedras de beira mar para levarmos. 
Fomos para o hotel, diretamente para o meu quarto, tomamos banho e deitamos para dormir 
com as pernas emboladas um no outro. Ela ficou me contando boas histórias da sua infância, 
acariciando meus cabelos. Seu carinho e devoção por mim eram tão grandes que nenhum
 relacionamento meu conseguiu me preencher com tanta plenitude como ela em tão pouco
 tempo.
Nós éramos sinceros um com o outro. Isso me dava uma estranha segurança. Ela não 
mentiria sobre seus sentimentos e ao mesmo tempo, não me sentia inseguro ou afrontado 
quando ela falava do seu ex-marido. Existia uma parte de mim que morria de medo que ela o
 reencontrasse e ambos decidissem ser pais e dar continuidade ao casamento. Era uma 
possibilidade muito remota devido a intensidade das coisas e a forma como aconteceram. 
Ela tinha sido sincera e aberto seu coração não sabendo como sentir ou agir sendo um 
recém-divorciada com um envolvimento.
Do fundo da minha alma não via problema nenhum, na verdade, meu único dever era 
deixá-la segura conforme o meu comprometimento e minha real opinião. Do meu coração, ela
 era uma amiga. Alguém que tinha como um bem precioso que mesmo que as coisas não
 dessem certo como um relacionamento, queria muito tê-la pra sempre como uma amiga.
- Eu quero conhecer o Harry. – sussurrou no escuro do quarto.
- Talvez eu vá até Paris... Te ver. – murmurei encontrando seu olhar ao meu lado.
- Não faça promessas... Eu não sei se poderia suportar isso. Meu coração está tão apertado. 
– disse com a voz rachando e percebi que estava chorando – Eu não vou suportar isso tudo...
- Calma meu doce anjo. – disse puxando-a para meu abraço – Nós estamos apenas
 começando, por favor, vamos tentar. Eu preciso tentar.
- Eu também. Vou sentir sua falta.
- Não vamos pensar nisso até amanhã à noite. Temos mais um dia e o que vamos fazer?
- Não quero sair do quarto... Eu quero fazer amor com você pelo dia inteiro. – respondeu me 
abraçando apertado – Fica abraçado comigo. Não me deixa.
...
"Oi mano. Como estão as coisas? Preparado para vir? Desculpe, mas estou curiosa. O que
 vai acontecer com seu relacionamento com a Bella? Vocês estão bem? Você está bem? 
Estou preocupada".
...
O e-mail da minha irmã refletia exatamente o que estava sentindo.
"Rosalie... Em algum lugar, em algum outro paraíso, alguma outra vida... Eu a
 encontrarei. Temos planos de pelo menos tentar, mas é impossível ignorar o aperto no
 coração de talvez nunca mais vê-la na minha vida. Estou completamente apaixonado!
 Conhecê-la foi a melhor experiência da minha vida. Estou voltando para casa... Sozinho".

...
Bella estava dormindo enrolada no meu travesseiro quando sai do quarto de fininho e fui até
 a loja de jóias na mesma calçada do hotel. Procurei por uma pulseira, mas não encontrei
 nenhum pingente que representasse o que queria. Pulei para todos os cordões e encontrei 
um com uma imagem do pôr do sol, era pequeno, apenas a corrente e esse pequeno 
quadrado. Era perfeito como o nosso primeiro beijo. Voltei para o hotel pedindo nosso café da
 manhã e corri para o quarto na esperança que ela ainda estivesse dormindo.
Embolada no edredom e ainda dormindo pesado, tive tempo de preparar toda a mesa e
 fiquei feliz que o serviço do quarto tivesse conseguido as flores que pedi, mesmo que em 
cima da hora. Arrumei a mesa do meu jeito, deixando o cordão ao lado do seu prato e
 fui acordá-la aos beijos. Sorrindo e um pouco sonolenta, foi ao banheiro fazer sua higiene 
matinal e tapei sua visão até a mesa, liberando apenas quando estava sentada diante ao meu
 presente. Ela ofegou e sorriu brilhantemente para as flores e pegou o cartão, lendo o trecho
 de "Yellow" Coldplay e só depois se deu conta do cordão.
- Isso é para você não tirar... Não me esquecer. – disse ansioso por sua reação. Ela tinha 
parado congelada segurando o colar. Ainda bem que não era um anel. Já tinha morrido na 
espera. Subitamente jogou seu corpo em cima de mim e quase tombamos com a cadeira.
- Isso é lindo! – gritou segurando meu rosto e antes que pudesse retrucar algo, seus lábios 
estavam nos meus me beijando com força e paixão. – Eu nunca me esquecerei de você. 
Droga! Eu não tenho um presente! – resmungou parecendo uma garotinha e eu ri, beijando
 seu nariz.
- Tenho em mente um excelente presente, baby... – sussurrei segurando seu quadril para
 fazê-la mover-se contra mim.
- Este presente sempre estarei disposta a dar... – ronronou sensualmente, rebolando de leve
 contra meu colo.
- Vou lembrar-me disso, pode ter certeza. – resmunguei puxando sua blusa, sabendo que 
estava nua por debaixo da peça.
- Desligue o modo advogado, por favor. – bufou puxando meus cabelos e eu ri, tomando seus
 lábios nos meus para um beijo cálido. – Eu adoraria transar com você aqui, mas eu prefiro a
 cama.
Com as pernas entrelaçadas na minha cintura, joguei-a no centro da cama e ri do seu jeito
 descabelado, ofegante e cheio de tesão. Mal me dando tempo de continuar meus planos, mas,
 sentando-se na cama e abrindo minha bermuda. Libertando-me da cueca, sua pequena mão
 quente acariciou minha dolorosa ereção antes de levar até a boca. Porra. Ela era boa 
exatamente em tudo. Brincando com sua língua e chupando-me duro, enterrei meus dedos
 nos seus cabelos, deixando-a controlar o ritmo, sem deixar parar. Isso era mais que bom, 
era perfeito.
- Você precisa parar antes que eu... Merda! – olhá-la me chupando quase que me fez gozar. 
Eu não podia aguentar com isso. A visão dos seus lábios carnudos ao redor do meu pau e seus
 olhos queimando de luxúria poderia me fazer voar. Bella liberou-me com uma sugada leve,
 fazendo um maldito estalo, enviando uma onda de prazer por todo meu corpo.
Agarrando seus ombros, empurrei seu corpo parcialmente na cama e a cobri de beijos dos 
pés até o pescoço, tomando meu tempo com os lábios e a língua em cada pedacinho, 
deixando-a nervosa e se consumindo de antecipação. Podia saber pela sua curta respiração
 que poderia gastar meu tempo provocando seus seios e ela gozaria sem que tocasse seu doce
 local. Inquieta, remexendo-se embaixo de mim, sorri para a temperatura da sua pele e as reclamações, puxões do meu cabelo e os pequenos beliscou para atrair minha atenção.
- Edward... Por favor. – sussurrou com a voz consumida de necessidade – Por tudo que é 
mais sagrado, preciso que você me foda agora e bem forte! – grunhiu ondulando o quadril de
 forma que meu pênis estivesse roçando contra seus lábios. – Por favor.
Puxei o pacote da camisinha na gaveta ao lado, abri rapidamente, protegendo-me sem 
ocultar o gemido dela apoiada pelos cotovelos, com os cabelos caindo sobre os ombros e um
 sorriso sexy de morrer. Ela movimentou os lábios, sussurrando que eu era muito gostoso. 
Sua boca suja sempre conseguiria o melhor de mim. Empurrei minha língua na sua boca,
 provocando-a com um beijo ao mesmo tempo em que ela flexionava os joelhos e me permitia 
empurrar outra parte do meu corpo para dentro dela. Meu fodido paraíso. Não existia nada 
melhor no mundo. Não cabia em mim tanto prazer que só ela podia me passar.
Um maldito viciado por sexo com ela.
Um maldito viciado por conversar com ela.
Um maldito viciado no sorriso dela.
Um maldito apaixonado.
Eu não estou pronto para dizer adeus.


É tão lindo ver essa paixão ardente não é mesmo?
E aí pessoal, vocês acham que o relacionamento dos dois viverá mesmo
 com a distância?

2 comments :

  1. eles só podem ser vampiros! meu Deus esse dois não se cansam?
    a fanfic está ótima!

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  2. haha vou ficar ansiosa até o próximo capítulo. muito boa a fanfic beijucolus.

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