PARADISE - CAPITULO 6



PARADISE - MARIANA CARDOSO
Dois estranhos. Um encontro no paraíso. Uma vida inteira entrelaçada.


Classificação: +16
Categorias: Saga Crepúsculo - Bellard - Romance/Drama
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Romance/Drama

Capítulo 6 – O Samba
Rio de Janeiro, RJ – Brasil.
Edward.
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"Edward, o Brasil é um lugar lindo. Estou feliz que Charlotte e eu escolhemos um lugar tão belo. Você está bem bronzeado, com as bochechas vermelhas e Harry está te chamando de tomatinho. Agora... Tenho reparado que sempre há uma belíssima morena ao seu lado em algumas fotos. Sua irmã linda e loira tem o direito de saber quem é? Eu te amo. Com amor, Rosalie".
...
"É um lugar maravilhoso sim. Estou muito feliz e obrigado. Estou morrendo de saudades do meu filho, preciso falar com ele, por favor... Vamos combinar um horário? E não, você não vai saber nada sobre ela porque é apenas uma amiga. Também amo você. E eu quero falar com meu filho."
A resposta veio quase que imediatamente.
"Ligue agora, seu bobão".
...
Peguei meu celular e a instrução de como ligar para outro país e chamei o número da minha residência.
- Oi papai! – Harry gritou cheio de alegria, me enchendo de felicidade.
- Meu meninão! Como você está? – perguntei me deleitando de saudades.
- Estou bem. Tio Emmett me levou no parque e nós pescamos! – gritou animado – Ele só me deixou colocar a minhoca no anzol.
- Pegaram algum peixe?
- Pegamos um monte, mas a Tia Rose disse que tínhamos que devolver. Papai podemos ter um aquário?
Lembrei-me do que Isabella havia me dito sobre comprar um peixe para nos divertir juntos.
- Quando voltar nós iremos comprar todos os peixes que quiser. Escolha com a Tia Rose um lugar para colocar, tudo bem?
- Eba! Tia Rose papai vai comprar um aquário! – gritou falando com Rosalie e ela riu respondendo algo que não consegui ouvir – Papai, a Vovó chegou. Nós vamos ao shopping comprar mais acessórios para o menino Batman. Amo você!
- Eu também amo você, filho. Estou morrendo de saudades.
- Eu também.
Harry estava eufórico para sair e por isso sua atenção que era minha foi rapidamente desviada. Sorri satisfeito e com mais saudades ainda, olhando para sua foto na tela do meu celular e seu lindo sorriso igual ao meu. Também observei a hora e vi que estava no momento de descer e encontrar com o pessoal para saírmos. E ver minha doce Isabella novamente e ter seus maravilhosos lábios contra os meus... Deliciosa, gostosa, com seu corpo pequeno, cheio de curvas agarrado ao meu. Foi meu ápice. Impossível de resistir ou dizer não.
Primeiro eu estava irritando sua vida porque seu corpo estava quente. Quente por ser lindo e quente por estar muito tempo no sol. Seu biquíni vermelho era uma tentação que nublava a minha mente e me vi mais de uma vez mergulhando na piscina gelada para acalmar meus ânimos e dispersar minha mente mergulhando em lugares profanos. Eu quase tive um pequeno infarto quando ela chupou e mordeu o morango que estava na sua bebida. Depois que Irina e Garrett chegaram, não tinha mais espreguiçadeira na piscina, o rapaz do hotel ficou de arrumar, mas Isabella sugeriu que eles dividissem a que ela estava quando pulou para a minha sem nem pedir. O contato muito próximo me deixou excitado.
Mais tarde foi a minha vez de atacar e provoca-la. Sabendo da sua fraqueza, decidi que queria companhia para dar um mergulho e pedi. Ela disse que sim, mas pelo olhar dava para ver sua relutância. Pendurada nas minhas costas, seguimos o rebento das ondas até a parte mais calma e mais funda. O horizonte estava lindo, um show de cores e luzes que deixava qualquer um hipnotizado. Foi aí que finalmente nos beijamos. Não sei se pensei e se pensei, não lembro nada além de me sentir flutuando em um paraíso.
Seu pequeno corpo colado ao meu, movimentando-se com o suave enrolar das ondas, beijando-me com desejo e muita vontade. Não sei quanto tempo ficamos nos agarrando até que ela percebeu exatamente como estava ficando e foi um pouco constrangedor, então, decidimos sair da água e ir nos arrumar para podermos sair com o grupo. Não estava tão ansioso para ir a uma escola de Samba. Zafrina garantia a cada cinco segundos que iríamos nos divertir de verdade e achei melhor confiar.
Isabella e eu nos despedimos com um beijo e combinamos em não falar nada, apenas curtir o que estava acontecendo e aproveitar. Escolhi uma blusa azul marinho, bermuda jeans escura e tênis. Ela estava saindo do quarto com um short jeans curto, tênis all star vermelho e blusa vermelha com decote bem bonito. Suas bochechas já coradas do sol coraram mais ainda quando me viu e analisou, dessa vez sem se esconder ou desviar os olhos com a minha encarada.
- Oi você. – disse baixo quando me aproximei e ela colocou os dedos no meu bolso e me puxou para perto.
- Oi você linda. – retruquei com meu melhor sorriso charmoso.
- Galanteador. – debochou ficando na ponta dos pés para poder alcançar meus lábios e mais que feliz, segurei seu quadril para erguê-la parcialmente do chão. – Agora sim estou pronta.
Nós descemos para o grupo e entramos na van em direção a Escola de Samba Beija-Flor. Não iríamos mais a Lapa hoje porque nos atrasamos muito e não daria para fazer os dois. Parece que ficar aos beijos com Isabella no mar fez com que ocorresse uma mudanças de planos. No carro Nahuel contou a história da escola-de-samba, como era a bateria e o que o carnaval do Rio de Janeiro representava para todo país. Isabella estava fazendo perguntas como uma aluna aplicada, mordendo os lábios e prestando atenção. Mais de uma vez Garrett me deu um olhar conhecedor, cheio de merda e ela e Irina cochicharam e soltaram risinhos como adolescentes. Stefan me deu uma cotovelada rindo. Será que nenhum deles sabia ser discreto?
Dava para ouvir o barulho de longe. Subimos uma rua estreita com a van e ela foi estacionada dentro de um imenso galpão que deixaria qualquer um surdo, mas a energia positiva irradiava de todos os lados. Isabella desceu do carro com a câmera na mão, tirando fotos disparadamente de todos os enormes bonecos coloridos que estavam ao nosso redor. Harry iria amar ver um boneco daquele tamanho e por isso segui o exemplo e registrei alguns momentos, mas não resisti e passei a tirar fotos dela, parecendo encantada com tudo que Nahuel explicava.
Ela virou-se pra mim e sorriu para a lente, antes de esticar a mão me puxar para perto, virar sua câmera e registrar nós dois juntos. Roubei um beijo antes de seguir todo mundo até o meio de uma quadra de jogo, lotada de gente dançando ou sambando, bebendo e comendo. As mulheres do centro da quadra estavam seminuas, usavam roupas brilhantes e todas elas tinham uma bunda enorme. Garrett e Stefan quase deram de cabeça. As mulheres eram lindas e exuberantes. Dava pra ficar a noite inteira assistindo-as dançar.
Isabella me deu uma cotovelada brincalhona apontando para as mulheres dançando e subimos em direção a um camarote com Nahuel. Algumas pessoas vieram tentar nos ensinar a sambar. Eu mal dançava valsa, dirá samba. Com dois pés esquerdos, fiquei balançando os dedos e rindo. A única que se deu bem no meio disso tudo foi Isabella, que ao lado do grupo com saltos enormes, era uma nanica quicando, completamente vermelha e suada, porém, o gingado se deu bem com seus quadris e ela estava linda dançando.
- Vai olhar mais um pouco ou vai deixar para mais tarde? – Garrett provocou me entregando outro copo de cerveja.
- Vou aproveitar e olhar enquanto der. – respondi fitando-a novamente.
- Desde o primeiro dia Irina me disse que isso iria acontecer, seja lá o que for entre os dois, e eu não dei ouvidos.
- Inglês come quieto do inferno. Eu tinha visto primeiro. – Stefan resmungou como meu filho Harry e eu ri bem alto.
- Deixa o cara. Não é culpa dele que ela tenha gostado. – Garrett disse batendo no ombro de Stefan e Isabella veio ofegante, pegando meu copo de cerveja e virando tudo de uma vez só. Garrett estendeu seu copo a Irina antes que ela derrubasse. As duas estavam ofegantes e sorridentes.
- Sambando muito? – perguntei rindo do seu embaraço com o cabelo na testa.
- Vou enrolar minha blusa... Esse lugar é muito quente. – disse ofegante, com os cabelos embolados no alto – Viu aquela mulher? As coxas dela são duas da minha! – gritou através da música, pendurando-se no meu ombro.
- É impossível não ver... São todas muito bonitas. – disse no seu ouvido e beijei seu rosto suado, com ela me abraçando e segurando meu copo de cerveja em direção a Garrett para ser renovado. - Você está de top por baixo da blusa? – perguntei e ela assentiu – Tira. Ainda vai estar mais vestida que a maioria.
- Ai não... Vou ficar com vergonha. – disse se encolhendo e só se animou quando Irina arrancou a blusa também. – Então... Assim tudo bem.
Bonitinha e parecendo uma pipoca, pulou, dançou e cantou em português de tanto que a letra se repetia. Não havia outra música só aquela e Nahuel explicou que era a música que eles iriam concorrer no sambódromo em Fevereiro e por isso toda população tinha que aprender para não errarem a letra no momento do coro, principalmente os que iriam desfilar. Fiquei um pouco mais na minha com Garrett, apesar de estar realmente me divertindo como não fazia há anos. Só conseguia pensar que Peter iria amar essa bagunça e Charlotte odiar, mas viria apenas para sanar a curiosidade do marido que eu iria implantar assim que chegasse lá.
- Estou nojenta! Não encoste-se a mim. – disse me empurrando e eu ri, puxando-a porque estávamos no mesmo estado – Vem dançar comigo!
- Não sei dançar isso... Alias, não sei dançar!
Ela passou as próximas duas repetições tentando me ensinar os passos, o que foi algo completamente perdido. Eu era um desastre com gingado, mesmo tocando alguns instrumentos, meu corpo não tinha o menor senso de ritmo que ela tinha. Eram quatro horas da manhã quando sentamos na Van de volta para o hotel com todos extremamente moídos, acabados e um pouco bêbados.
- Eu gosto que me chamem de Bella. – disse baixinho no meu ouvido e beijou meu rosto – Bom dia. Até daqui a pouco.
- Bom dia, Bella. Até daqui a pouco.
- Sem beijos no mar até tarde. Iremos para a Lapa amanhã no final da tarde e chegaremos cedo porque no dia seguinte vamos sair de manhã bem cedo, embalem algumas coisas e iremos conhecer a Região dos Lagos. Três dias e voltamos. – Nahuel passou por nós anunciando a programação e rindo. Nós dois assentimos envergonhados e entramos no elevador segurando a risada.
Cada um foi para o seu quarto e depois de tomar banho e cair na cama só de cueca mesmo, não lembro mais nada. Acordei com alguém batendo na minha porta insistentemente. Era cerca de uma da tarde quando abri sem me dar conta que estava seminu na frente de uma Bella bastante atordoada e envergonhada.
- Eu estou vagando sozinha pelo hotel... Resolvi te acordar. Irina e Garrett estão se comendo na sala de massagens, Stefan encontrou uma loira que caiu no seu charme italiano e está com toda língua dentro da boca dela. A imagem é assustadora. – disse rápido, gesticulando as mãos, sem tirar os olhos do meu peitoral nu – Aí, eu pensei que você estava dormindo demais, me deixando sozinha. – murmurou como uma garotinha perdida, mordendo os lábios, descendo um pouco mais os olhos até minha cueca.
- Tudo bem... Não tem problema. – disse rindo do seu estado e ela parecia atordoada e corada – Entra. Vou vestir uma roupa... – murmurei pensando em coloca-la em um estado crítico de vergonha. Bella entrou e fechou a porta, caminhei até a minha mala, tirei a minha cueca ouvindo seu ofegar e puxei uma sunga vermelha. Pelo meu campo de visão podia vê-la corar e virar de costas. Foi impossível segurar a gargalhada. Fui ao banheiro escovar os dentes e lavar meu rosto, ainda não contendo o riso do seu estado. Uma cena impagável que nunca iria esquecer. Não parei de rir até abraça-lo por trás e beijar seu pescoço.
- Seu inglês maldito! – sussurrou e percebi que ela estava envergonhada – Você fez de propósito. – miou escondendo os rostos entre as mãos.
- Fiz. E você está muito engraçada envergonhada. – disse beijando seu ombro e ela virou-se de frente pra mim, ainda com o olhar e as bochechas brilhando.
- Bobo. Boa tarde. – resmungou ficando na ponta dos pés para me beijar e isso foi o suficiente para acender um fogo dentro de mim e empurrá-la contra parede.
Nós dois gememos quando nossa altura fez diferença e a ergui no meu colo, pressionando toda minha ereção contra seu centro aquecido, coberto com o pano fino do biquíni. Seu vestido de praia estava embolado na cintura, completamente fora do meu caminho. Ela gemeu meu nome baixinho, instigando-me a continuar com os leves movimentos do quadril.
- Edward... Cama. – disse entre os beijos, apertando suas pernas ao redor da minha cintura, pressionando-me ainda mais contra ela o que fez nós dois silvarmos ao mesmo tempo. – Não vamos avançar mais que beijos e amassos, mas você vai terminar o que começou. – disse sorrindo quando joguei-a no centro da cama e quicou, com as pernas abertas me esperando.
- Com todo prazer.
Me senti um adolescente dando um amasso com a namorada, sem poder avançar muito porque o pai dela poderia chegar a qualquer momento. Houve um momento que tive que parar porque minha ereção já estava doendo de forma insuportável. Se ela continuasse se esfregando em mim e gemendo iria gozar sem nenhuma ajuda. Deitamos de costas na cama, ofegantes, assustados com a batida na porta.
- Deve ser o almoço que pedi. – Bella disse com a respiração pesada.
- Você pediu almoço?
- Avisei que se não atendesse no meu quarto, era para baterem no quarto ao lado. – respondeu rindo e jogando a perna em cima de mim sentando no meu colo com um sorriso sexy – Eu sabia que você iria ficar comigo... De algum modo.
- Então já tinha um plano infalível de me seduzir? – provoquei massageando suas coxas, subindo minhas mãos bobas cada vez mais até as tiras finas laterais do seu biquíni.
- Deu certo, pelo menos. – disse pulando fora da cama para abrir a porta e tive que colocar um travesseiro no colo para tapar a ereção indecente que estava ostentando.
A camareira entrou com o carrinho e arrumou a mesa rapidamente, parecendo extremamente envergonhada. Foi quando reparei o estado bagunçado que Bella estava e eu com um travesseiro no colo. Tão óbvio que puxei outro travesseiro, dessa vez para tapar meu rosto e abafar a risada. Ouvi a porta ser fechada e a cama afundar.
- O que foi? Se escondendo?
- A camareira não precisava ver o estado que você me deixou nessa cama. – resmunguei mal humorado e ela riu, empurrando os travesseiros de cima do meu corpo.
- Está com fome? Pedi salmão grelhado, arroz e salada.
Eu estava com fome de outra coisa, mas, precisava tirar minha mente da sarjeta. Eu estava a alguns meses sem ter nenhum tipo de sexo ou interação com o sexo feminino. Bella estava virando minha cabeça pra baixo e me deixando louco.
- Vamos almoçar antes que eu almoce você. – murmurei levantando da cama e ela puxou minha sunga para o elástico estalar na minha pele. – Você está achando engraçado? Fica dando mole perto de mim.
- Estou com medo... Morrendo de medo. – debochou levantando da cama, passando por mim em direção a mesa e a peguei de surpresa, jogando-a sobre meus ombros. – Me põe no chão! – gritou beliscando minhas costas. Doeu com sua unha me cutucando e a coloquei sentada na sua cadeira. Roubei um beijo antes de sentar no meu lugar a gente começar a comer em paz. – Delicioso. Salmão é sempre muito bom.
- Excelente escolha. – elogiei a comida e segurei sua mão – O que vamos fazer depois?
- Não sei. Você pode pensar... Eu já pensei em muita coisa. E nós não podemos nos atrasar ou o grupo não vai nos perdoar. – disse sorridente, roubando todas as cenouras do meu prato. Peguei as beterrabas que ela tinha ignorado no canto.
- Então... Tem uma jacuzzi bem ali. – apontei em direção a porta lateral do banheiro – Penso em algo com eu, você e ela, unidos, numa tarde bem relaxante. – completei com meu melhor sorriso, com a mente cheia de malícia. Ela corou e coçou a garganta, se mexendo na cadeira tentando mastigar o que estava na boca.
- Não existe nada que possamos fazer sem que envolva-nos dois com pouca roupa e muita tentação?
- Eu estava pensando roupa nenhuma, mas se insiste, pode usar seu biquíni. – provoquei fazendo-a engasgar – Ou podemos jogar cartas. Na gaveta tem um baralho do hotel.
- E deixe-me adivinhar: cada jogada tira uma peça de roupa?
- Você lê mentes ou algo assim? – provoquei ganhando um chute na canela. – Tá, você pode ficar de roupa aproveitando a vantagem de que estou só de sunga.
- Meu Deus! Você não para?
- Jacuzzi ou cartas? Você disse que eu podia pensar, mas pode escolher. – respondi rindo das suas bochechas vermelhas e ela tirou o vestido de praia, ficando só o biquíni. – Pelo menos não é de roupa.
- Espertinho. Vem logo ou eu mudo de ideia.
- Sempre tem a piscina ou o mar para usarmos roupas de banho. – joguei minha última provocação. Se ela caísse, tudo bem, se não, pelo menos ficaria corada, o que era uma gracinha.
- Edward... – disse em tom de alerta, sentando-se no meu colo. Bella não facilitava nada – Nós podemos seguir em frente nisso, mas é aqui. Sem planos futuros.
- Sem planos futuros, aproveitando o paraíso. – concordei beijando seu rosto.
- Então fica aqui o nosso paraíso e quando acabar, cada um de nós vai seguir em frente.
- Tudo bem... Fico feliz com seu e-mail, telefone, endereço... – disse beijando seu rosto até os lábios.
- Trato feito. Contato e nada de relacionamento complicado.
- Feito. – disse beijando-a nos lábios repetidamente – Agora podemos tomar banho naquela deliciosa jacuzzi na qual eu vou tirar seu biquíni?
- Você vai tentar tirar meu biquíni e sim, podemos entrar lá antes que a criança que vive em você comece a fazer uma birra. – respondeu rindo e saindo do meu colo com sua linda bunda rebolando, me atraindo feito um cachorro babão.
- Eu não faço birra.
- Se você não faz birra você não vai tirar o meu biquíni.
- Ah então eu faço birra. – brinquei ligando a jacuzzi e os jatos de água começaram a trabalhar para encher o espaço vazio. Enquanto não dava para entrar, empurrei levemente seu corpo contra o balcão e derrubamos o pote de sabonete líquido, que caiu aberto dentro da água – Merda, agora teremos espuma para todo lado.
- A perfeição inglesa não planejou isso? É só a gente não deixar encher até a marca porque a espuma vai chegar antes.
Quando a jacuzzi estava pronta, ajudei-a entrar e sentar porque estava bem escorregadio. Ficamos cinco minutos relaxando, sentindo a água bater nas minhas costas e massagear. Abusadamente colocou seu pé na minha perna e com meus polegares, brinquei de massageá-la, mas só ria sentindo cosquinha. Mudei para seu tornozelo, passei para panturrilha e segurei a outra perna e puxei para o meu colo com sua gargalhada ecoando por todo quarto.
- É agora que eu começo e você tem que me dizer quando parar... Se eu parar. – sussurrei escovando meus lábios nos seus – Seu biquíni fica transparente na água. Estou olhando para seus seios esse tempo todo. – disse abaixando meus beijos pelo seu queixo, pescoço, clavícula, colo e até seu seio coberto, molhado e cheio de espuma. – Então vou ser bonzinho e começar com a parte de cima. – brinquei mordendo levemente o pano e ela resmungou algo incoerente, impulsionando seus seios para frente. Soltei o laço atrás e em cima, expondo-os tão lindos, redondos e durinhos pela primeira vez. Acariciei ambos observando seu rosto sereno e sorridente.
- Você é um safado. – disse tomando minha boca com um beijo ardente – E eu gosto tanto disso. Principalmente por causa disso – sussurrou movimentando o quadril pra cima e para baixo, o atrito foi o suficiente para me perder e gemer alto. Ela aproveitou o momento para atacar meu pescoço e distribuir mordidinhas. Desci minhas mãos para sua cintura, quadril, massageando as bochechas da sua bunda até os laços laterais e soltei.
- Eu vou tirar tudo agora... – avisei apertando sua cintura.
- E você também. – disse dando espaço para puxar o biquíni e eu tirar a minha sunga. Ambas as peças estavam boiando ao nosso redor.
- Precisamos de camisinha. – resmunguei olhando ao redor, tentando lembrar qual gaveta que tinha mexido e encontrado alguns pacotes.
- Iremos mais além na cama. – disse segurando meu rosto – Até lá, você pode me distrair com outras coisas.
- Cadê a menina envergonhada da mesa do almoço? – provoquei puxando seu lábio inferior entre meus dentes.
- Você a deixou muito excitada. Estou com muito tesão para ter vergonha. – respondeu decidida e aproveitei a deixa para tocar o lugar que eu teria a minha comprovação – Oh Deus...
- Deus não... Edward. – disse no seu ouvido e ela riu, perdendo o riso para um gemido.
- Oh Edward...
Bem melhor agora.
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