PARADISE - CAPITULO 7



PARADISE - MARIANA CARDOSO
Dois estranhos. Um encontro no paraíso. Uma vida inteira entrelaçada.


Classificação: +16
Categorias: Saga Crepúsculo - Bellard - Romance/Drama
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Romance/Drama






Capítulo 7 – O Paraíso


Rio de Janeiro, RJ – Brasil.


Isabella.


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Edward era muito maravilhoso. Não conseguia descrever nada além de fogos de artifícios, borboletas rodopiando, corações brilhando, cérebro apagado e ventre pulsante. Dedos de pianista eram minha nova paixão. Dedos desse pianista me deixavam maluca. Pelada no jacuzzi com um homem que tinha conhecido a três dias e meio, segui o conselho da Alice me entregar um pouco, curtir minha viagem e realmente não planejar nada. A conversa foi pela manhã quando levantei já me sentindo descansada da alucinada noite em uma escola de samba. Acho que nunca, em momento nenhum da minha vida, me diverti tanto quanto a noite passada. Parecia que eu era outra pessoa.


"Alice, pode conversar no Skype agora? O que está fazendo?"


"Estou em Londres. Vou conectar a webcam".


Alice apareceu na tela e meu irmão estava ao fundo deitado na cama. Estava de tarde por lá e me senti meio mal. Parecia que tinha atrapalhado um pós reencontro bem quente.


- O que houve? Por que está em Londres? – perguntei extremamente curiosa. Era para a mocinha estar organizando meu apartamento em NY.


- Um pequeno probleminha na loja, mas não se preocupe. Sua mãe está lá em NY resolvendo as pendências do apartamento e como Aro está na cidade, disse que iria cuidar de tudo envolvendo sua transferência. – disse penteando os longos cabelos com os dedos.


- Oi mano! Tudo bem? – falei mais alto e Jasper acenou sorrindo e piscando – Então... Alice preciso algo. Eu conheci alguém...


- E?


- Não sei muito que fazer, sabe... Sou uma mulher adulta que só viu um homem nu na vida e beijou um cara, o mesmo que casei e acabei de me divorciar. – sussurrei como se Edward pudesse me ouvir do quarto ao lado.


- E?


- Edward e eu nos beijamos... Ficamos. E o que eu faço? – perguntei atordoada – Ele é tão lindo, tentador, sexy e gostoso. O que eu faço? Se ele quiser sexo? – sussurrei olhando para tela um pouco desesperada.


- Faça sexo! Use camisinha! Ou não use! Vai que o bebê vem?


- Não quero pegar nenhuma doença!


- Ele não deve ter doença, criatura! Não é porque você só fez sexo com James na vida não significa que não possa fazer com outro!


- Você fez sexo com outro cara sem ser meu irmão? – perguntei rindo e Jasper saltou da cama.


- Fez? – Jasper perguntou rindo e ela, Alice, revirou os olhos rindo.


- Não! Mas eu e ele não nos divorciamos e se isso vier a acontecer – disse batendo na madeira rindo – Eu não vou pensar duas vezes!


- Obrigado, Alice! – Jasper resmungou voltando a deitar-se na cama – Não quero mais ouvir vocês.


- De qualquer forma... Não é muito rápido?


- Bella, minha cunhada amada! Pára de pensar um pouquinho? Sério, você está no Brasil, um país lindo, com um inglês gatíssimo aos seus pés. Curte um pouquinho a vida, por favor? – pediu com as mãos juntas – Você precisa viver, ter histórias para contar, cometer loucuras e parar de programar cada instante da vida!


Alice tinha razão, porém, não parei de me torturar aí. Rodando sozinha pelo hotel, tomei café da manhã sufocando minha mente de lamentações. Estar solteira definitivamente era uma coisa que me deixava confusa. Se tivesse casada não estaria aqui porque James não era de tirar férias. Ele não curtia perder matérias importantes que poderiam resultar sua promoção e não viajaria sem meu marido. Não fazia nada sem James para evitar problema. E agora tinha a sensação que perdi muito tempo ficando sozinha com meus planos, projetos e listas.


E então, tinha Edward. Nós nos beijamos o que era um caminho comum devido a imensa atração que sentimos um pelo outro. A amizade não pareceu se abalar com isso. Pelo contrário, me sentia muito mais à vontade em tocá-lo, beijá-lo ou simplesmente ficar junto. Chorei no banheiro do hotel me sentindo suja por estar dando confiança a um homem, mas meu casamento tinha acabado porque meu marido não podia dar o que eu queria. E algo que não abriria mão. Alice tinha praticamente me implorado esquecer tudo e ser feliz.


Depois de procurar companhia ainda relutando na minha ideia de ir atrás dele e ser feliz, percebi que não tinha jeito, pedi um almoço para nós dois e fui ao seu quarto com uma confiança diferente. E resumindo, estou eu, nua como vim ao mundo, no colo dele, trocando beijos depois de dois orgasmos lindos dentro da jacuzzi do seu quarto. Saímos para nos secar e tirar aquela água pegajosa do corpo. Eu estava me sentindo tão bem e tão sexy. Ele me fazia sentir tão poderosa e tão linda. Vê-lo gozar pela arte das minhas mãos renovou minha autoestima.


- Ainda falta um tempinho. – disse e ele deitou o rosto entre meus seios. Deitamos em uma espécie de espreguiçadeira, mas era acolchoada e dentro do quarto.


- Que bom... Porque encontrei meus novos melhores amigos e não quero deixa-los. – respondeu rindo e beijando meu seio. Ambos estavam sensíveis porque ele se empolgou muito nas brincadeiras, porém, nada a reclamar. Tudo que ele fez com a boca e dedos no meu corpo foi absolutamente maravilhoso. Digno de palmas.


Mal podia imaginar seu desempenho real na cama.


Mal via a hora. Mal podia esperar.


- Você já embalou sua roupa?


- Quieta mulher. – brincou beijando-me calidamente e sorriu – Ainda não terminei com você.


- Você vai me deixar sem forças...


- Eu nem comecei... Como pode estar sem forças? – perguntou com um sorriso safado estampado no rosto – Só te toquei...


Tocou magicamente, cá entre nós.


- E agora?


- Você quer? – perguntou puxando algo na mesinha acima da minha cabeça e era uma camisinha. Como ele tinha colocado ali estava além da minha imaginação. – Ou não? – brincou balançando a camisinha na frente como uma garrafa de bebida diante de um alcoólatra.


- Uhn... – cantarolei puxando o pacotinho da sua mão e colocando acima do meu seio esquerdo, levando minha mão até sua singela ereção e provocando-o com meu toque – Será que você já merece?


- Vai me dar um tempo difícil depois que lutei para tirar seu biquíni?


- Tempo difícil? Facilitei tudo para você até agora... – provoquei jogando a camisinha longe


- Eu posso levantar e pegar, você sabe. – disse rindo da minha brincadeira.


- Nós vamos nos atrasar e eu quero poder ficar a noite inteira ao seu lado depois. – falei sinceramente e ele sorriu, cheio de merda, com um olhar malicioso – Sua cabeça está aprontando algo.


- Espere e verá, linda. – retrucou voltando ao seu lugar com o rosto entre meus seios.


Edward me chamava de linda, dizia que era gostosa, falando tão sujo no meu ouvido com outras coisas que eu coraria só de pensar, mas com ele era tão excitante. Me vi louca, perdida e gemendo com suas palavras como uma garotinha descobrindo o sexo. Foi tudo tão novo. Era tão diferente. Eu estava me sentindo tão viva e quente.


- Poderia ficar assim a vida inteira. – disse voltando a beijar meu corpo, em diversas partes na região dos meus seios.


- Não se anime, preciso me arrumar. – bati na sua cabeça e a puxei através dos cabelos.


- Ainda falta muito! – disse consternado.


- Sou uma mulher, caso não tenha percebido. Tenho um tempo específico para me arrumar.


- Não quero que você vá. – resmungou com um beicinho.


- Então vem comigo. – sorri levantando-me e pegando um roupão no banheiro. – Pega suas coisas e vem comigo. Se arrume lá.


Edward sorriu e concordou, andando nu pelo quarto com uma atmosfera diferente. Mais cedo eu estava com vergonha de ver sua bunda nua e outra parte quando maldosamente trocou de roupa na minha frente. Agora, vê-lo nu era algo de sentar e apreciar. Sem chance de piscar. Como dois fugitivos, saímos de roupão no corredor e corremos para meu quarto, onde ele se jogou na cama e ligou a televisão e me ocupei em preparar a bolsa do dia seguinte e escolher a roupa que usaria de noite.


Suas roupas eram casuais, frescas e escuras. Decidi ir pelo mesmo caminho, optando por uma bermuda de pano rosa bebê, sapatilhas e uma blusa preta justinha que deixava meus seios bem bonitos. Essa blusa era de Alice, como era um pouco menor que eu, meus peitos sempre pulavam nas suas roupas. James odiava quando usava qualquer coisa da Alice, ele e minha cunhada não se bicavam muito desde sempre. Jasper implicou no começo e depois parou, no caso dele era puro ciúme da sua irmã caçula.


Era tão estranho pensar no James quando eu tinha um homem brincando com meu controle remoto e cantando Michael Jackson, sacodindo a cabeça e o pé. Comecei a rir da sua bobeira e fui para o chuveiro me lavar de toda atividade anterior. Deixei a porta encostada porque não me sentia a vontade em fazer tudo na frente dele, era desnecessário e constrangedor. Em compensação coloquei um esforço na maquiagem e no cabelo ouvindo cantar junto com Coldplay no quarto e bater em alguma coisa no ritmo certo. Como ele não conseguia dançar era um mistério. Seu jeito desengonçado e torto merecia filmagem e ir para algum programa que recebesse esses vídeos de micos.


Quando estava pronta, ele pediu uma voltinha, assobiou e bateu palmas. Deixei o banheiro livre para que se arrumasse em um tempo bem menor que o meu. Nós descemos junto com Stefan – que encontramos no elevador com um brilho no olhar e um sorriso enorme. Não quis pensar onde aquela língua enorme que ele tinha havia passado. Só de imaginar, acabei tremendo e me encolhendo no canto. Stefan não era bonito, mas também não era feio. Sua aparência era comum de cabelos pretos e olhos castanhos, mas algo sobre ele não me atraia nenhum pouco. Em nada.


Edward percebeu meu olhar e riu, parecendo saber o que eu estava pensando. Nós saímos de mãos dadas, pela primeira vez desde o beijo no mar e isso me pareceu certo. Mesmo estando ficando com ele, ainda era uma mulher que precisava de segurança e firmeza. Estranhamente sabia que Edward não ficaria com ninguém além da minha pessoa mesmo com o nosso acordo de não relacionamento complicado. Seu jeito de abrir a porta, me deixar passar primeiro, puxar a cadeira e sempre estar me acariciando era como se fosse única. E não um casinho a beira mar afrodisíaco.


A Lapa era um bairro estranho. Ficamos em uma rua fechada, cheia de gente, com vários bares e mesinhas nas ruas. Havia música em cada um deles, pessoas falando, conversando, sambando ou dançando outro ritmo. Era interessante e curioso. Edward chamou atenção logo de cara. Ele e Garrett estavam andando distraídos e conversando quando foram cercados por um grupo de mulheres falando coisas em português, deixando ambos com o ego na lua e um sorriso todo bobo. Irina espantou todas por mim, mas achei engraçado a reação dele. Como se não soubesse que era bonito demais para o próprio bem.


Sentamos em um barzinho do canto, com uma música amena e tranquila que um cara cantava ao vivo. Nahuel explicou ser a música popular deles e eu gostei do som. Aparentemente Edward também. Como um casal antipático, aproveitei para sentar no seu colo e trocar beijos e pequenas conversas, aquecendo o clima já ardente entre nós dois para mais tarde.


Eu nunca tinha feito sexo casual com nenhum homem. Com ele parecia tão certo que não conseguia encontrar motivos para manter minhas pernas fechadas perto dele. Todos os seus toques e movimentos me deixavam louca de excitação. Apenas uma brincadeira com a sua língua na minha boca me fez imaginar o estrago que ela poderia fazer em outro lugar.


- Você está arrepiada. O que está pensando? – perguntou beijando meu pescoço e meio alegrinha pela bebida decidi dizer a verdade.


- No que a sua língua pode fazer comigo. – sussurrei no seu ouvido, com as bochechas pegando fogo pela minha ousadia. Edward abriu o maior sorriso safado que já tinha visto na vida. Seus olhos chegaram a brilhar.


- Ah minha doce Isabella... Você faz com que todos os ensinamentos que minha mãe tanto lutou para colocar na minha cabeça sobre como tratar uma mulher sejam jogados no lixo. Minha vontade é jogar você nessa mesa e ter meu caminho até estar satisfeito. Sem nenhuma parada. – retrucou e minha respiração parou na garganta. Sério... Na frente de todo mundo? Nessa mesa de bar suja? Por que eu estava tão maravilhada e excitada com a hipótese?


- Pelo amor de Deus, eu quero ir embora agora! – resmunguei escondendo meu rosto no seu pescoço.


- Você quer ir embora para que eu te pegue de jeito?


- Para de falar essas coisas... Eu vou enlouquecer. – grunhi mordendo seu ombro.


- Que coisas? Que eu vou te pegar de jeito, sem parar, no momento que pisarmos no meu ou no seu quarto? Que pretendo te fazer gritar tanto ao ponto do hotel inteiro ouvir? Que coisas você quer que eu pare de dizer, linda? – provocou falando baixinho. Ninguém na mesa estava nos ouvindo ou prestando atenção. O que era bom porque eu estava pensando maneiras de transar com ele ali mesmo. O que estava acontecendo comigo?


- Você está me deixando perdida. – murmurei brincando com meu nariz no seu rosto – Muito excitada.


- Muito?


- Muito.


- Hum... – cantarolou enrolando a língua do seu jeito britânico, me deixando muito mais mole e maluca – Bom saber. Muito bom.


- Muito bom será quando você resolver esse problema. – resmunguei e mordi a língua – O que está acontecendo comigo? Você me deixa sem filtro verbal.


- Você sabe que pode falar tudo comigo... Sem filtros. Sempre honesta e sincera.


- Eu quero tanto fazer sexo com você que isso está me deixando fora de mim. – disse honestamente, olhando nos seus olhos, tendo a estranha confiança e certeza de que ele não me recriminaria ou acharia estranho. Era uma declaração simples e sincera. De todo meu coração.


- Sabe qual a melhor parte? É que nós estamos indo embora agora. – disse apontando para Nahuel levantando, dando a entender a hora de ir – E nós vamos fazer sexo a noite inteira.


- Graças a Deus. – murmurei pra mim mesma e Irina ouviu e riu, me deixando quente de vergonha – Viu só. – sussurrei para Edward – Agora pareço maluca.


- Só está excitada. Maluca não. Excitada.


Essa palavrinha me fazia tremer. Alias, as minhas pernas estavam bambas. Meu interior se contorcia de nervoso e antecipação.


- O que você está sentindo? – perguntou-me baixinho na van, segurando a minha mão e entrelaçando nossos dedos. Sentamos na última fileira, estava bem escuro.


- Antecipação. – sussurrei olhando-o.


- Antecipação... – cantarolou soltando minha mão, descendo até o cós do meu short e dedilhou meu zíper – Por que vou tocar aqui?


- Especificamente aí. – resmunguei deitando minha cabeça no seu ombro e ele riu.


- Especificamente... Sorte a sua que acabamos de chegar. – disse apontando para a entrada da garagem do hotel.


Tentamos ser sociáveis como duas pessoas normais ao se despedirem do nosso grupo no saguão do hotel e combinar a hora do dia seguinte. Sete horas da manhã para tomarmos café e pegarmos a estrada em direção a Búzios. Minha respiração estava mais pesada e o elevador pareceu demorar tanto que não contive a necessidade de bater meus pés. De mãos dadas seguimos em direção ao seu quarto, com um nervosismo me corroendo por dentro. Chegava tremer de tanta ansiedade...


Assim que o clique da porta soou, comprovando que estávamos sozinhos, outro clique na minha cabeça me fez empurrá-lo contra parede e levantar sua blusa. Mesmo com as mãos trêmulas consegui abrir sua bermuda. Edward sorriu me empurrando levemente e sentou-se na cama. Com uma coragem estranha e ousadia fora do comum, brinquei de me despir, dançando um pouquinho e fazendo mistério com cada peça retirada. O melhor de tudo era que ele estava se divertindo tanto que não dava para ficar com vergonha.


Abri a primeira gaveta para tirar a camisinha da fileira, vendo-o nu e continuando extremamente afetada quanto antes. Percebi que ele era lindo demais para não me afetar. Sentei sobre o seu colo e juntos deslizamos a proteção, unindo nossos lábios enquanto sentia-o me preencher por completo. Uma sensação de plenitude, sensualidade e beleza me fez continuar, movimentar meus quadris, deixa-lo saber como estava me sentindo e tudo que estava sentindo por ele como um homem maravilhosamente lindo.


Suas doces palavras misturadas com as mais sujas me embalaram num ritmo alucinante direto para lua. A gravidade tinha se perdido, estava quente, suada e flutuante. As sensações eram tão fortes que era impossível conter o grito de paixão e desejo na minha garganta. Minha unha encontrou sua pele, meus dentes seus lábios, seus dentes na minha pele, seus lábios chupando meu pescoço, suas mãos segurando minha bunda, me incentivando e ajudando a sempre mais, sempre muito mais. Eu gritei de puro prazer, chegando ao meu ápice, explodindo mil luzes como fogos de artifícios através dos meus olhos, me deparando com seus quentes olhos verdes, fitando-me com intensidade, gratidão e paixão.


Beijo e sorriso. Só ele conseguia essa combinação depois de um sexo alucinante. Mesmo que estivesse um pouco dolorida. Edward era um pouquinho além do que estava acostumada. Ele realmente tinha me pegado de jeito porque minhas pernas tremiam.


- Maravilhosa.


- Lindo.


- Perfeita.


- Perfeito.


- Foi perfeito. – sussurrou me abraçando apertado e me senti tão segura, tão bem e tão feliz.


O que mais me preocupou depois do sexo foi como seria a seguir e surpreendentemente, depois de um banho cheio de risada e conversas, deitamos na cama com pouca roupa, rindo, conversando, trocando afagos e pequenos beijos. Ele ainda era o Edward, meu melhor amigo, falando das suas manias ou da sua vida em Londres, me fazendo perguntas estranhas, tendo um sotaque mordível e um sorriso de suspirar. Não teve vergonha, silêncio ou constrangimento. Teve companheirismo e amizade. Isso me deixou muito mais feliz que o sexo maravilhoso que conseguimos compartilhar. E põe maravilhoso nisso.


Edward seria impossível de esquecer e eu não tinha ideia do que faria com a minha mente e meu coração quando tudo isso acabasse. Talvez ele fosse o paraíso.


Meu paraíso.



CALOR AÍ???
Cadê os comentários de vocês????

2 comments :

  1. UAU!! Podiam postar mais de uma cap por dia!!
    Tá muuuito perfeito!
    Beijúsculos ^-^

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  2. ai... meu... Deus!!! que cap muuuuito HOT!!

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