CORAÇÃO INDOMAVEL - CAPITULO 04

Meninas do meu coração.
Vamos tentar domar este coração indomável?
Estou amando os comentários. Neste capítulo as coisas começam a esquentar entre os dois. E vocês vão ver que a Bella já está totalmente caidinha pelo bad boy.

Coração Indomável

Coração Indomável
Ju Beija Flor.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência


Capítulo 4
Quem era Edward Cullen?
Por que ele parecia me odiar, e em outra hora não?
Eu não podia mais negar que este jeito dele me aborrecia, mas ao mesmo tempo me atraia, e muito.
Eu nunca fui a garota problema da família e estar interessada em Edward era algo que jamais imaginei acontecer comigo. Isso seria o tipo de coisa que minha irmã faria, não eu.
Peguei-me convidando meus amigos para ir à festa no subúrbio só para vê-lo. Eles negaram, pois estavam ocupados com outras coisas.
O trabalho que eu e Emmett tínhamos que fazer juntos, ainda não estava completo e foi essa desculpa que usei para voltar ao subúrbio naquela tarde de terça-feira.
Já havia comentado com Emmett sobre fazermos este trabalho, mas Emmett parecia em outro planeta nos últimos dias, tudo por que Rose estava fingindo que nada havia acontecido entre eles na ultima vez que viemos à festa no subúrbio. Eu havia conversado com ela sobre isso dizendo ser sua atitude muito infantil, mas a loira desconversou. Bom eu não poderia me meter afinal era amiga dos dois, mas eu ia dar uns toques para Emmett. Para que ele parasse de babar cada vez que Rose aparecesse. Ela precisava sentir que podia perder um homem maravilhoso como Emmett.
Combinei com meu amigo de que às 15hs ele iria me esperar, mas fiquei pronta muito antes, e antes das 14hs e eu já estava entrando no subúrbio. Ignorei o aviso de Edward e segui sozinha, pelas ruas do subúrbio. Estava tudo tranquilo. Edward com certeza havia exagerado.
Mal formulei este pensamento e um carro preto me fechou, eu freei bruscamente. Assustada, vi quatro homens enormes saírem do carro. Um deles veio em direção a minha janela.
Meu coração começou a saltar forte no meu peito. Merda! Será que eu seria assaltada ou... coisa pior.
– Olha só James que coisinha linda está perdida por aqui. Desce do carro lindinha. – o moreno que falou comigo disse. – Queremos ver você por completo.
Eu sabia que devia fazer o que ele estava dizendo, mas quem disse que meu corpo obedeceu. Eu estava congelada com as mãos presas ao volante.
– Você está a assustando Demetri. – um loiro disse chegando também próximo. – Oi princesa. Olha só... Queremos apenas conversar. Por que não sai do carro, vai ser melhor. – falou com a voz macia tentando me convencer. – Eu quero te conhecer. Eu sou o James e você?
Eu tentei falar algo, mas nada saiu.
– Eu... Eu sou...
– Não interessa quem ela é. – ouvi a voz grave e forte de Edward.
Olhei para o outro lado e ele estava, juntamente com outros caras, encarando os homens que estavam próximos de mim. O alivio tomou conta de mim.
O loiro se endireitou e encarou Edward.
– Cullen? – ele disse com visível desprezo.
– Dê o fora James, aqui não é a área de vocês e sabe muito bem disso. – Edward disse rude, olhando diretamente para o loiro chamado James. Ele sequer olhou para mim.
– Você se acha demais não é Cullen? Mas uma hora dessas a sua banca vai acabar.
Edward sorriu.
– Você fala demais e age de menos James. Se manda. Antes que eu mude de ideia.
Pude perceber, apesar do meu pavor, que Edward era temido e respeitado por todos. Os quatro homens entraram no carro preto e foram embora. Minha respiração voltou ao normal.
Edward veio direto até minha porta a abrindo. Olhei pra ele que não disse nada, mas mesmo assim entendi. Eu pulei para o banco do carona. Ele entrou e logo dirigia.
Ele não me olhava. Estava serio e de cara fechada.
Eu não sabia o que dizer só que precisava agradecer a ele por ter me salvado daqueles caras. E quem eram aqueles caras?
Tomando coragem abri a boca para falar.
– Edward... eu...
– Fica quieta! – ele me cortou de forma rude. – Não quero falar com você.
Eu me senti amuada e fiz o que ele disse. Droga! Não era assim que eu esperava encontrar ele.
Ele parou a frente da casa de sua mãe e diferente da outra vez, ele saltou comigo.
Ele seguiu para a varanda e entrou na casa, antes que eu pudesse entrar voltou com Emmett atrás dele.
– Bella... – Emmett falou, mas foi cortado pelas palavras ríspidas de Edward.
– Avisa pra essa sua amiga de miolo mole que não entre no subúrbio sem que alguém a espere na entrada. Eu não sou babá de ninguém e na próxima vez vou deixar o James e sua gangue levar a princesinha. – disse a Emmett, mas seus olhos não me deixavam.
Abaixei meus olhos, envergonhada, ele tinha me avisado.
Ele falou furioso e saiu pela rua sumindo da minha vista.
– Mas o que foi que aconteceu? Por que Edward está tão bravo assim? E porque você está aqui neste horário? Era só daqui a uma hora que iríamos nos encontrar. – Emmett perguntou confuso.
– Desculpe Emmett. Eu me precipitei e vim mais cedo. Seu irmão tinha me alertado em não entrar aqui sozinha, mas não obedeci e entrei assim mesmo e quando estava há algumas quadras daqui um carro preto me interceptou... – suspirei - Não sei o que seria de mim se não fosse por Edward ter me encontrado. – falei.
– Nossa Bella! Você está bem? Quer algo pra beber? Deve ter ficado nervosa. Entra. Minha mãe ainda está e fará um chá pra você. – eu queria dizer que não era preciso, mas acho que precisava sim de um chá.
Entrei na casa e vi uma bela mulher na faixa dos quarenta anos. Seu cabelo era da mesma cor que a de Edward. Ela era muito bonita.
– Mãe. – ela se virou nos olhando - Esta é a minha amiga que lhe falei, Bella.
Ela sorriu simpática.
– Oi Bella. Prazer em conhecê-la querida.
Sorri pra ela também.
– Muito prazer senhora Cullen. Desculpe vir assim... – falei meio sem graça depois dos acontecimentos de hoje.
– Imagina querida. Sem problemas. Emmett me contou que você é uma grande amiga dele. Sinta-se em casa. – ela disse.
Sorri. Ela era muito doce, como Emmett havia me dito. Recusei o chá que Emmett me ofereceu e pedi somente uma água.
– Vocês têm que estudar não é mesmo? Vão fazer as coisas de vocês eu prometo não atrapalhar. - ela disse.
– A senhora não vai trabalhar? – Emmett perguntou surpreso.
– Não querido. Thomas está um pouco febril. Eu avisei que não iria hoje. Mas podem ir lá pra sala. Eu não vou atrapalhar e os meninos também não.
– Se a senhora preferir podemos fazer outro dia... - comecei a dizer.
– Imagina querida. Fique a vontade.
Eu e Emmett seguimos para o local onde fizemos nosso trabalho da última vez. Estava arrumando minhas coisas quando senti o olhar de Emmett sobre mim.
– O que foi? – perguntei já sabendo do que se tratava.
– O que aconteceu? Por que o Edward estava daquele jeito? – ele perguntou não escondendo sua curiosidade.
Fiquei desconfortável em falar sobre o cara que mexia tanto comigo.
– Bom... é que da outra vez seu irmão me avisou que era perigoso vir pra cá sem avisar ou que alguém me esperasse na entrada. Eu dei pouca importância e ai quando eu vinha hoje esses... caras me interceptaram... Quem são eles Emmett? – perguntei.
– Aqui no subúrbio Bella há várias gangues definidas por área. Cada uma tem sua área. Estes caras pertencem a outra gangue. E Edward está certo. Você foi imprudente.
– Eu sei. – suspirei – Mas se as gangues têm suas áreas por que eles estavam por aqui? Se esta é a área da gangue do seu irmão. – falei sussurrando para que nem a mãe dele nem seus irmãos ouvissem nossa conversa.
– Tem uma das gangues que vive dando problemas. A gangue do James. Ele não vale nada. Não respeita nada. – Emmett disse bravo.
– É. Foi este o nome que eu ouvi. – disse a ele.
– Bella, por favor, não sabe o perigo que correu este cara é muito barra pesada. Se o Edward falar para você fazer algo, é por que ele sabe que é o melhor. Ok.
– Certo. Eu entendi. Eu sei que errei. Tentei pedir desculpas, mas ele não deixou.
– Ele é assim mesmo. Não dá bola. Se algo acontecesse a você aqui, a coisa ia ficar feia pra ele e para a gangue daqui. Por favor, tenha mais cuidado. Na verdade acho melhor você não vir mais aqui.
Meu interior se agitou. Se eu não fosse ali como poderia ver Edward?
– Não. Eu vou me cuidar. Eu prometo. – falei quase desesperada.
Emmett pareceu desconfiar de minha reação então usei a tática da distração para que ele não me perguntasse nada.
– E você e a Rose, Emmett? Como estão? – depois que falei me arrependi. Meu amigo era apaixonado e eu sabia que a situação deles não era nada boa. Os olhos dele ficaram tristes.
– Não estamos Bella. Ela me ignora. - falou.
– Emmett vou te falar uma coisa. De certeza. Rosálie gosta de você, mas ela não se deu conta ainda. E não sei por que ela tenta ignorar isso, mas você precisa não facilitar as coisas pra ela. Só assim ela vai ver que você é importante pra ela.
– Você acha mesmo? – ele perguntou esperançoso.
– Eu tenho certeza. Eu conheço a amiga que tenho. – rimos e começamos a fazer o nosso famoso trabalho.
Uma hora mais tarde à senhora Cullen nos chamou para tomar um delicioso lanche.
Estávamos à mesa desfrutando da refeição. Apenas o pequeno Seth é que estava a mesa. O Thomas como estava febril estava de repouso.
A senhora Cullen foi muito simpática. Acredito que ela imaginava que eu e Emmett éramos mais que amigos, pelos olhares que ela nos lançava. A conversa estava agradável até que a porta da cozinha se abriu e o filho, bad boy, dela entrou.
Prendi a respiração ao vê-lo. Ele mexe comigo de uma forma inimaginável. Seus olhos passaram por mim. Ele me ignorou.
– Oi meu amor. – Esme disse e Edward se abaixou para beijá-la.
– Oi mãe. Como está o Thomas? – ele foi direto a pergunta.
Ele evitava me olhar, e eu, tola, não consegui parar de olhá-lo.
– Ele está bem, meu filho. Está dormindo agora. Eu dei um antitérmico a ele. Logo vai acordar melhor. – ela respondeu.
Ele parecia preocupado com o irmão menor.
– Não é melhor levá-lo ao médico?- perguntou com o cenho franzido.
– Não exagera Edward é só uma febre de criança. – Emmett respondeu.
– Vem comer bolo com a gente Du. – Seth disse – Sabia que a Bella é a namorada do Emmett? – Seth disse e os olhos de Edward vieram para os meus.
Ele não disse nada somente desviou os olhos dos meus.
– Eu já falei que a Bella é minha amiga, pirralho. – Emmett disse.
– Você não vai cumprimentar a Bella, Edward? – a senhora Cullen falou parecendo estar repreendendo o filho.
– Eu já a vi hoje mãe. – ele disse dando de ombros.
– Não importa. A boa educação que eu te dei foi parar onde? Vamos. Seja educado. – ela disse imperativa.
Ele voltou a me olhar.
– Oi Isabella. – ele disse quase obrigado.
– Oi. – eu disse morrendo de vergonha por ele ter sido obrigado a me cumprimentar.
– Ótimo agora vamos lanchar. – a senhora Cullen disse.
Edward sentou-se ao lado da mãe bem a minha frente, mas não voltou a me olhar. Ela o serviu de bolo e suco que nós já comíamos.
Emmett começou então uma conversa com a mãe que eu não sabia dizer o que era, pois estava tentando a todo tempo não olhar para aquele bad boy lindo que me odiava.
Edward também estava quieto. Eu não entendia o porquê ele não gostava de mim.
Bom eu não entendia muita coisa a respeito dele mesmo.
O telefone da casa tocou e Emmett foi atender. Voltou logo.
– Mãe é pra você. Do seu trabalho. – ele disse.
– Certo. Vou atender. Filho você poderia dar uma olhada no Thomas para mim? Eu já vou lá. – Esme pediu a Emmett.
– Claro. Eu já volto Bella. – ele disse a mim.
Seth o acompanhou e na mesa ficamos somente eu e Edward. Eu tive coragem e levantei meu olhar para ele que me olhava intensamente.
Ficamos nos encarando não sei por quanto tempo, então ele desviou os olhos e entrou em uma peça anexa a cozinha me deixando sozinha.
Eu não sei que diabo deu em mim e eu o segui. Eu só sabia que precisava agrade-lo, pelo que ele fez hoje, e pedir desculpas por ter sido tão estúpida.
Segui na direção que ele foi, era uma espécie de lavanderia. Ele estava de costas para mim de frente a uma janela.
Tomei coragem de falar com ele. Tomara que eu não tomasse outra patada dele.
– Edward... eu... eu queria pedir desculpas por ter sido idiota... da outra vez você me avisou que era pra eu não entrar aqui no subúrbio sozinha, e eu fui estúpida. Desculpe-me mesmo e eu queria agradecer por ter me salvado daqueles caras... – desatei a falar como uma matraca, mas parei quando ele se virou para mim.
Seu olhar não era nada do que eu esperava. Não vi raiva ou desprezo que muitas vezes o vi direcionar a mim. Eu vi seus olhos faiscantes em... desejo e luxuria.
Ele veio até mim. Eu dei um passo atrás, mas parei contra a máquina de lavar. Eu estava presa entre ele e máquina. Ele estava muito próximo.
Minha respiração era pesada.
– Você é uma idiota mesmo. – ele disse mansamente. – Por que insiste em vir aqui? – ele perguntou.
Eu abri a boca para responder que era sobre o trabalho da faculdade, o que não era toda a verdade. Mas ele colocou seus dedos em minha boca e eu quase gemi com o contato.
Seus olhos olhavam de minha boca para meus olhos constantemente.
– Tão linda... – ele disse acariciando meus lábios com seus dedos.
Eu já tinha perdido a capacidade de raciocinar.
Ele se inclinou e me beijou e então uma explosão de cores se fez. Eu o agarrei pelo pescoço ele colocou suas mãos em minha cintura e nos abandonamos ao beijo de forma intensa e selvagem.
Era um beijo que eu jamais havia provado em minha vida, mesmo o outro beijo que havíamos trocado não era igual a este. Tinha gosto de desejo e de saudade. Eu estava com saudade do gosto dele e parece que ele também estava com saudade de mim. Eu sentia isso pela forma que ele me apertava e me agarrava.
Ele passava suas mãos nas minhas costas, cintura e uma delas foram para minha coxa, que estava nua devido ao vestido que eu estava usando. Sem cerimônias ele colocou sua mão sob meu vestido chegando muito próximo de minha calcinha.
Eu abri os olhos vendo seu olhar intenso. Sua boca ainda contra a minha. Ele me olhava com luxuria e então me tocou por cima da calcinha que já devia mostrar sinais de minha excitação.
Ele não tinha pudor, e eu tentei encontrar o meu, mas nada. Só o que havia era fogo que eu sentia começando por onde sua mão me tocava.
– Você está molhada, boneca? – ele perguntou intensificando o movimento em meu sexo ainda coberto.
Fechei os olhos tentando conter um gemido. Droga! Sua mãe e irmãos estavam a metros de nós.
Ele me beijou novamente e eu tremi quando seus dedos tocaram meu clitóris sem a barreira da minha peça intima.
– Nossa boneca! Não está molhada. Você está melada. – meu sexo se contraiu ante suas palavras.
Edward retirou seus dedos de mim e me fez abrir as pernas para acomoda-lo entre elas. Eu senti sua dureza contra meu sexo. Ele começou a se mover como se estivéssemos transando só que de roupas.
– Estou tão duro boneca. – falou sussurrando em meu ouvido e eu gemi quando ele me mostrou com seu corpo confirmando suas palavras.
Ouvimos um barulho de alguém e congelamos. Pelo menos eu congelei.
Olhei para ele que sorriu.
– Se acalme. É Seth no quarto dele. Eu queria muito me enterrar dentro de você linda, mas aqui não é um bom lugar.
Ainda bem que ele percebeu, pensei.
– Você vai vir para o subúrbio amanhã? – perguntou beijando meu pescoço com pequenos selinhos.
Ele estava tão diferente. Tão carinhoso. Claro só pra me deixar ainda mais confusa ele não agia nunca da forma que eu esperava.
– Não. – respondi. – Amanhã tenho aula o dia inteiro.
Ele assentiu.
– E na quinta você pode? – perguntou.
Fiz que sim com a cabeça.
– Ótimo. Venha quinta a tarde. Se eu mesmo não a estiver esperando, terá alguém fazendo sua segurança na entrada do subúrbio. Siga até onde acontecem as festas. É lá que eu moro. – ele disse, e meu deu mais delicioso beijo.
Minhas mãos em seus cabelos. Em seus braços torneados. Perdendo-me naquele corpo másculo que tanto me atraia. Ele parou de me beijar.
– Na quinta eu vou ensina-la a se defender em casos de necessidade. – me deu mais um beijo. - Até mais boneca.
Fomos para a cozinha novamente e logo Emmett chegou. Eu tentei agir normal, mas não sei se dava pra notar na minha cara que eu estava me pegando com o irmão dele a pouco encostada em uma máquina de lavar.
Edward se despediu e saiu, não sem antes dar uma piscadinha para mim e me deixar de boca aberta, é claro.
Continua...


Bipolar é pouco pra este nosso bad boy né meninas? Afff delicia... kkkk
Ministerio das fics adverte surto em massa em 3...2...1

Spoiler

Subi lentamente escutando que uma musica tocava. A porta estava semiaberta, eu bati de leve e ouvi um entre.
Quando a abri eu o vi. Ele estava de costas para mim. Uma calça jeans que caia muito bem em seus quadris sem camisa o que já fez meu corpo se acender, mas não foi por isso que fiquei boquiaberta.
A cena sexy era vê-lo pintando uma parece. De costas ele passava o rolo pra cima e pra baixo. Os músculos de suas costas e braços se movimentavam em sincronia. O suor escorrendo por seu corpo deixava a cena ainda mais sensual. Eu queria lambê-lo.Eu estava hipnotizada. Ele se virou e me viu.
- Oi. falei timidamente.
- Oi. ele disse com um olhar de malicia. Não sorriu, mas seus olhos demonstraram que ele gostou de me ver.
Ele voltou a pintar e eu aproveitei para olhar seu ambiente. Era uma peça grande. Havia uma cama no centro. Uma janela grande do lado esquerdo. A parede ao fundo onde ele pintava num tom de verde escuro e do outro lado duas portas, uma delas que deveriam ser o banheiro. Próximo a esta porta havia um som potente onde tocava a musica da Rihanna e um antigo toca-disco.
- Gostou? ele perguntou ainda pintando.
- Do que? - perguntei.
- Do meu lugar. Não era isso que você estava olhando? ele disse.
Eu estava olhando pra você também, pensei.
- Sim, é um lugar legal.
- Eu também gosto. Apesar de às vezes sentir falta da minha mãe e dos meus irmãos. ele disse.
Acho que este era o maior dialogo que tínhamos. Fiquei feliz.
- Tire a jaqueta. ele disse de repente.
Pisquei aturdida. Já era pra começar a tirar a roupa?
- Como disse? perguntei.
Ele riu.
- Tire a jaqueta e venha até aqui, vou te ensinar a pintar uma parede. falou sorrindo.
Comecei a tirar minha jaqueta sob seu olhar. Ele me olhou de cima a baixo.
- Pensei que iria me ensinar defesa pessoal? perguntei.
- Pintar faz parte do ensinamento. ele respondeu.
Segui a até ele.
- Hum... temos que cuidar pra não manchar este lindo vestido, boneca. 
Eu fiquei de frente para a parede e ele se colocou atrás de mim. 
- Essa tinta não tem cheiro. comentei para me distrair, pois seu corpo estava muito colado ao meu. Atrás de mim.
- É uma tinta especial. ele falou. Agora pegue aqui. ele me mostrou. Eu peguei o rolo de sua mão. Ele colocou sua mão por cima da minha. Agora você faz assim. Vai pra cima... - levou sua mão junto com a minha até o alto da parede. Até onde eu alcançava. Depois desce assim... seguiu com nossas mãos até embaixo.
Eu estava tentando me concentrar em pintar a parede, mas ele estava tão colado a mim que não dava nem pra pensar.
- Agora faça sozinha. ele falou no meu ouvido.
As mãos deles foram para minha cintura. Apertou me lavando de encontro ao seu quadril, e eu senti sua ereção. Gemi.
Senti sua respiração em meu pescoço. Ele colocou meu cabelo para o lado e começou a beijar meu pescoço. Quase deixei cair o rolo no chão. Meu corpo estava em ebulição.
- Se vamos fazer isso... ele disse contra o meu pescoço - Você tem que estar ciente que é somente sobre sexo. falou mordendo de leve a minha orelha.
Fechei os olhos, rendida.
- Você estendeu Isabella? perguntou moendo seu quadril sobre minha bunda.
- S-sim. falei.
- E concorda? perguntou.
- Sim... respondi quase inaudível.
Mal terminei de falar e ouvi sua voz rouca:
- Coloque as mãos na parede. seu tom mandão deu perda total em minha calcinha.


Vejo vocês para o capitulo 5 amanhã neste twisite no mesmo twihorário! Beijusculos!!! ;) 

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