FANFIC CORAÇÃO INDOMAVEL - CAPITULO 03

Meninas do meu coração.
Vamos tentar domar este coração indomável?
Estou amando os comentários. Eu não vou ser modesta. Eu imaginava que vocês fossem gostar 
Neste capítulo vamos conhecer um pouco da família do bad boy.
RESPONDENDO A PERGUNTAS.
A Bella não ficou com Jasper e o Jake junto. Ela ficou quando estava separada do namorado com um e depois com outro como acontece às vezes na vida real.

Coração Indomável

Coração Indomável
Ju Beija Flor.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência

Capítulo 3
O grandão com uma cicatriz no queixo me olhou como seu eu fosse um ET. Após um minuto esperando sua resposta ele sorriu.
– É claro. – ele levantou-se e fomos à pista de dança.
Eu não via Edward, mas sentia seu olhar em mim. Vibrei internamente.
Começamos a dançar, e apesar de muito grande ele tinha ginga.
– Como se chama? – perguntei após uns momentos de silencio.
– Frank, mas ninguém me conhece por este nome, somente pelo meu apelido. Urubu. – ele disse.
Nossa! Que apelido estranho.
– Por que o chamam assim? - minha curiosidade estava aguçada.
Ele respirou fundo fazendo uma cara estranha.
– Bom é que eu, quando era criança, eu não tinha o que comer, então ia aos lixões daqui para procurar o que comer... era eu e os urubus então...
Meu coração se apertou ante a revelação dele.
– Sinto muito... – falei sem saber o que dizer.
Então ele começou a rir.
– Jura que acreditou nisso? – ele perguntou ainda rindo.
Fechei a cara.
– Muito engraçado.
– Me desculpe não resisti. Chamam-me de urubu por que eu sempre fico com as sobras das namoradas dos meus parceiros. – ele falou divertido.
Não sei por que, mas gostei dele. Tinha esta cara de mal, no entanto parecia ser legal.
Acabei rindo também, então me ocorreu algo.
– Me desculpe te chamei pra dançar e nem perguntei se você não tinha namorada. Não quero coloca-lo em maus lençóis. – falei sincera.
Ele olhou para o lado, onde havia uma mesa em que uma garota com cabelos ruivos estava sentada junto a um casal. Ele olhou para mim novamente.
– Não tenho namorada, não. – falou.
– Bom, mas me parece que quer ter. É aquela moça? – perguntei indiscreta. – Desculpa...
– Não tudo bem. Dá pra ver que sou de quatro nela? – perguntou nervoso.
Assenti.
– O nome dela é Elisa. – ele suspirou.
– Ela não gosta de você?
– Boa pergunta... Não sei às vezes eu acho que sim outras eu acho que não. Ela disse que não fica comigo por que os pais não querem, mas não sei. – ele disse.
Olhei novamente para a garota que não tirava os olhos de nós com uma carranca. Ela claramente estava com ciúmes.
– Eu acho que ela gosta de você e acho que ela está com ciúmes por estar dançando comigo. – falei
Ele se animou.
– Serio? – perguntou rindo.
Assenti.
– Por que os pais dela não iriam querer que você a namorasse?
– Bom por causa da... da gangue.
– Ah... a gangue... E você não pode obriga-los? Essas coisas? Sabe? Achei que esse negocio de gangue, os caras obrigavam as pessoas a fazerem o que eles quisessem. – comentei.
Ele gargalhou.
– Que isso? Não é assim que funciona...
– Mas vocês não são os foras da lei? – indaguei.
Falei usando este termo, não quis dizer criminosos ou marginais.
– Sim, mas para tudo há limites.
Urubu olhou para a mesa onde Edward estava.
– Hiii acho que o chefe não gostou que eu estou dançando com você. – ele comentou.
– Ele é o chefe? – perguntei.
– Mais ou menos. Há viários chefes e Edward está um patamar acima de nós. Os simples integrantes da gangue. – ele explicou.
– Hum... E o que tem você dançar comigo? É proibido por acaso? Esse Edward se acha muito. – falei brava.
Ele riu.
– Ele parece ruim, mas é legal. – piscou sorrindo - Somos amigos desde crianças.
– Legal, aham... sei. – bufei.
Ele riu.
– Urubu?! Vamos! – ouvimos a voz de Edward.
Ele olhava serio para nós.
– Você tem que ir?- perguntei quando olhei novamente para Urubu.
Ele assentiu.
– Faz tudo o que ele quer como um cachorrinho? - perguntei irônica.
Ele riu.
– Nem tudo, mas é melhor não irritar a fera. Tchau Bella foi um prazer conhecê-la. – ele disse pegando minha mão e beijando.
Eu ri.
– Certo. Valeu Frank.
Ele saiu atrás do todo poderoso bad boy.
Voltei para a mesa dos meus amigos e logo fomos embora.
Quinze dias se passaram desde a última vez em que vi o bad boy. O que foi bom. Eu quase não pensava nele. Mentira. Às vezes eu pensava, mas deixava isto de lado.
Meus amigos ainda bem que não falaram em voltar ao subúrbio, na verdade estávamos muito atarefados com a faculdade. Então o professor em que eu e Emmet fazíamos a aula juntos, passou um trabalho dificílimo e extenso e nós dois, que éramos dupla, tínhamos que nos dedicar ao trabalho.
Começamos a fazer no tempo livre que tínhamos entre uma aula e outra, mas não era suficiente. Emmett foi a minha casa algumas vezes, mas ele não poderia ir sempre, pois como a mãe dele trabalhava fora ele precisava cuidar dos irmãos mais novos.
O jeito seria eu ri lá. Depois de saber que seu irmão mais velho não morava todo o tempo com ele, decidi ir. Com sorte eu não o encontraria e se por acaso o encontrasse eu iria agir como ele agiu comigo, iria ignora-lo.
Eu estava em meu carro indo em direção ao subúrbio. O combinado era que Emmett iria me encontrar no lugar onde ele costumava nos encontrar quando íamos para as festas, mas quase chegando lá recebo uma ligação de Emmett.
– Bella desculpe, mas minha mãe teve que ir mais cedo para o trabalho e não posso deixar os meninos sozinhos. Então Edward vai te esperar no local que combinamos ok?
Minha boca ficou seca.
– Edward?! -guinchei.
– É. Algum problema? – ele perguntou preocupado.
– Não. Não sem problemas. – falei e quase chegando ao local do encontro já pude ver Edward parado ao lado de um carro.
Desliguei e estacionei o meu carro ao lado do dele. Suspirei antes de ir falar com ele. Porra! Ele estava ainda mais lindo desde a última vez que o vi.
Ele não se mexeu de onde estava. Não me restou alternativa se não ir até ele.
Desci do carro.
– Oi. – disse meio sem saber o que dizer.
Ele não me cumprimentou só me olhou. Vi outra pessoa descer do carro dele e reconheci Urubu. Ele veio sorrindo.
– Oi Bella.
– Oi Frank. – falei feliz em revê-lo. Ele era um cara legal.
– Urubu? – Edward interrompeu minha interação. - Nos siga com o carro, eu vou no carro dela.
– Certo chefe. – Urubu disse.
Como é que é?!
Olhei pra ele procurando por uma explicação, mas o bad boy simplesmente entrou no meu carro e ainda por cima na direção.
– Você não vai dirigir o meu carro. – falei ao lado da janela.
Ele sorriu. Um sorriso... lindo, mas irônico.
– Isso é o que nós vamos ver. – ele disse – Eu não estou com pressa podemos ficar aqui a tarde toda.
Bufei. Atirei a chave no colo dele e dei a volta entrando no carro. Bati com força a porta.
Ele sorriu e arrancou com o carro.
– Posso saber por que você quer ficar aqui comigo no meu carro se claramente você não vai com a minha cara? – perguntei sem olhar pra ele que dirigia calmamente pelas ruas do subúrbio.
– Sabe que fica linda bravinha, boneca? – ele disse como se comentasse sobre o tempo.
Esse cara era bipolar ou o quê?
Não levei em consideração o seu “elogio” e me concentrei em não olhar pra ele.
– Vai me responder ou não?
– Eu não entendo o que uma riquinha como você gosta de fazer por aqui? – ele me fez outra pergunta.
– Deve saber que estou aqui por que eu e Emmett temos que fazer um trabalho pra faculdade. – falei bufando.
– Hum... ou você está a fim do meu irmão... – ele disse serio.
– Não seja ridículo. Eu e Emmett somos amigos. Não que eu não o ache um gato, por que ele é, mas somos somente amigos.
Por que eu estava me explicando a ele? Ele não tinha nada a ver com a minha vida.
– Pelo que sei, gente como vocês, fazem rodízios com amigos essas coisas.
Era segunda vez que ele insinuava que eu era uma vadia.
– Por que você gosta de me ofender? - perguntei me sentindo um pouco magoada. – Não sou santa, mas não sou a vadia que você sempre sugere que eu sou.
Ele pareceu mudar a expressão.
– Não tive a intenção de te ofender. – ele disse.
Olhei pra ele com a expressão de quem diz “jura”? Seus atos eram muito estranhos. Nunca conheci alguém que me deixava tão confusa.
Ele parou em frente a uma casa simples.
– Chegamos. – ele disse.
Antes que eu pudesse me mexer para sair ele segurou meu braço. Todo meu corpo se arrepiou com seu toque.
– Sempre que precisar vir aqui, peça para Emmett ir encontrá-la na entrada. Nunca venha sozinha entendeu?- falou me olhando intensamente.
Havia algo em seus olhos.
– Por quê? – perguntei meio aturdida pela intensidade de seu olhar.
– É perigoso. – ele disse dando de ombros.
– Obrigado pelo aviso, mas eu sei me cuidar.
Sua expressão carrancuda voltou.
– Se acontecer algo, depois não diz que eu não avisei. – falou e saiu do carro.
Quando eu saí do meu carro ele já tinha partido no carro com Urubu.
Fui até a varanda e antes que eu batesse, a porta se abriu e Emmett abriu sorrindo.
– Eu ouvi o carro do Edward e imaginei que você já tivesse chegado. – ele disse me dando um abraço. – Entre e não repare, é casa de pobre.
– Eu sei Emmett. Não esquenta.
Quando entrei eu vi dois meninos sentados à mesa fazendo a lição de casa.
– Bella estes são meus irmãos menores, Thomas e Seth. Meninos esta é a Bella.
– Oi Bella. – eles disseram juntos.
Eu sorri. Os meninos eram a cópia de Emmett e Edward. Os dois eram mais parecidos com Edward principalmente Thomas que era o menor e devia ter 5 ou 6 anos no máximo. Já Seth era maior, uns 8 anos talvez.
– Oi meninos como estão? – falei simpática.
– Emmett ela é sua namorada? – Seth perguntou e Thomas riu.
Eu ri também.
– Não Seth. Bella é minha amiga. – ele disse.
– Em? Era o Du que estava ali fora? – Thomas perguntou.
– Sim, era.
– Por que ele não veio ver a gente? – perguntou fazendo um bico.
– Por que ele estava trabalhando e não podia vir agora, mas eu vou ligar pra ele vir hoje noite ok. Agora continuem a lição que eu e a Bella vamos fazer a nossa lição também ali na sala.
– Vocês também tem lição de casa? – Seth perguntou espantado.
– Nossa um monte. - falei.
– Que saco! Eu que não vou fazer faculdade se tem lição. – Seth disse e eu ri.
Eu e Emmet fomos para a sala e começamos a pegar nossos livros para o trabalho.
– Você tem jeito com eles Emmett. E seus irmãos são adoráveis. – falei me sentando no chão em frente à mesinha em que íamos trabalhar.
– Eles estão quietinhos agora, por que são umas pestes quando querem, e se acha que eu tenho jeito precisa ver o Edward. – ele disse rindo
Pronto era a deixa que eu precisava para saber mais sobre este homem enigmático.
– Seu irmão Edward? Nossa! Não me parece que ele tenha jeito com as crianças. – comentei.
– Os meninos o adoram e o respeitam. Eu sou o irmão que de vez em quando eles respeitam, mas o Edward é quase como um pai pra eles. – Emmett disse - Nosso pai morreu quando Seth tinha dois anos e Thomas ainda não tinha nascido. Desde lá é Edward que toma conta da nossa família. Não seriamos ainda uma família sem Edward.
Ele disse num jorro de palavras.
– Nossa! Que barra perder o pai tão cedo.
– É foi. Minha mãe trabalha fora. Trabalha muito, mas não é o suficiente. Se não fosse Edward não sei o que seria de nós.
– É verdade que ele ajudou você a conseguir a bolsa para a faculdade? – perguntei não escondendo minha curiosidade.
– Sim, ele é meu maior incentivador para estudar. – ele falou com verdadeiro orgulho do irmão.
– E ele não estuda por causa da... gangue?
– Bella eu não...
– Desculpe. Desculpe Emmett não tenho que me meter. – falei constrangida.
– Não. Tudo bem. Eu só não gosto de falar nisso... é complicado por que ao mesmo tempo que essa maldita gangue as vezes torna meu irmão irreconhecível, também é através dela que Edward pode nos ajudar e me ajudar a estudar. – ele suspirou – vamos fazer o trabalho? – ele mudou de assunto.
– Claro. – sorri.
Após quase três horas terminamos uma boa parte do trabalho, mas ainda não estávamos nem na metade.
Fizemos uma pausa e Emnett me mostrou a casa. Era pequena. Havia três quartos, o de sua mãe, o dos meninos e o dele e de Edward.
Havia uma estante com diversos livros.
– Lê bastante Emmett.- Comentei olhando os títulos.
– Sim eu leio, mas estes livros ai não são meus são do Edward. – ele disse e arregalei os olhos.
– Serio?
Emmett riu.
– É claro Bella. Ele adora ler. Edward é muito inteligente teria conseguido ser aceito na faculdade fácil, se não fosse... bom. – ele parou o que ia dizer e preferi não continuar o assunto.
– Eu tinha entendido que seu irmão não morava aqui com vocês. – falei.
– Bom ele não mora direto. Lá onde acontecem as festas. La há um lugar dele. Onde ele fica a maior parte do tempo, mas quando ele está com saudade da comida da mamãe ou dos meninos ele vem ficar aqui. – Emmett respondeu.
Voltamos ao trabalho mais um tempo e depois estava na hora de eu voltar. Não queria ficar ali depois de escurecer.
Emmett fez uma ligação pedindo para alguém ir me acompanhar e imaginei ser Edward. A mãe deles ainda não havia chego.
Quando ouvimos o barulho do carro a frente da casa, decepcionada vi somente Urubu a minha espera.
Continua... novo capitulo no sabado as 18 horas. ;)



Ai eu adoro o Urubu!
Surtem com o spoiler.
Spoiler.
Tomei coragem de falar com ele. Tomara que eu não tomasse outra patada dele.
- Edward... eu... eu queria pedir desculpas por ter sido idiota... da outra vez você me avisou que era pra eu não entrar aqui no subúrbio sozinha, e eu fui estúpida. Desculpe-me mesmo e eu queria agradecer por ter me salvado daqueles caras... desatei a falar como uma matraca, mas parei quando ele se virou para mim.
Seu olhar não era nada do que eu esperava. Não vi raiva ou desprezo que muitas vezes o vi direcionar a mim. Eu vi seus olhos faiscantes em... desejo e luxuria.
Ele veio até mim. Eu dei um passo atrás, mas parei contra a máquina de lavar. Eu estava presa entre ele e máquina. Ele estava muito próximo.
Minha respiração era pesada.
- Você é uma idiota mesmo. ele disse mansamente. Por que insiste em vir aqui? ele perguntou.
Eu abri a boca para responder que era sobre o trabalho da faculdade, o que não era toda a verdade. Mas ele colocou seus dedos em minha boca e eu quase gemi com o contato.
Seus olhos olhavam de minha boca para meus olhos constantemente.
- Tão linda... ele disse acariciando meus lábios com seus dedos.
Eu já tinha perdido a capacidade de raciocinar.
Ele se inclinou e me beijou e então uma explosão de cores se fez. Eu o agarrei pelo pescoço ele colocou suas mãos em minha cintura e nos abandonamos ao beijo de forma intensa e selvagem.
Era um beijo que eu jamais havia provado em minha vida, mesmo o outro beijo que havíamos trocado não era igual a este. Tinha gosto de desejo e de saudade. Eu estava com saudade do gosto dele e parece que ele também estava com saudade de mim. Eu sentia isso pela forma que ele me apertava e me agarrava.
Ele passava suas mãos nas minhas costas, cintura e uma delas foram para minha coxa, que estava nua devido ao vestido que eu estava usando. Sem cerimônias ele colocou sua mão sob meu vestido chegando muito próximo de minha calcinha.
Eu abri os olhos vendo seu olhar intenso. Sua boca ainda contra a minha. Ele me olhava com luxuria e então me tocou por cima da calcinha que já devia mostrar sinais de minha excitação. 
Ele não tinha pudor, e eu tentei encontrar o meu, mas nada. Só o que havia era fogo que eu sentia começando por onde sua mão me tocava.
- Você está molhada, boneca? ele perguntou intensificando o movimento em meu sexo ainda coberto.

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