CORAÇÃO INDOMAVEL - CAPITULO 11

Meninas do meu coração.
Vamos tentar domar este coração indomável?
Capítulo quente kkkk e algumas pistas sobre nosso bad boy, e no próximo muitas emoções.
Um spoiler importante a irmã da Bella, que não é má só meio desmiolada, tem um papel bem importante nesta fic hiiii falei demais. Beijos.

Coração Indomável

Coração Indomável
Ju Beija Flor.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência


Capítulo 11
Eu não respondi nada só fiquei olhando para ele.
– Edward... – urubu tentou falar, mas foi cortado por Edward.
– Não perguntei a você. – disse ríspido. – Saia do carro Isabella!
Porra! Eu estava brava. Estava magoada por estar sendo chamada de vadia do Cullen, e mesmo assim consegui ficar excitada com ele falando daquela forma comigo. Eu era uma depravada só podia.
– Não. – eu respondi. Minha voz vindo não sei de onde.
Pude ver que já chamávamos a atenção de algumas pessoas que estavam olhando a cena, curiosos.
– Edward... – urubu tentou de novo. – A Bella não está legal. Lauren fez questão de dizer umas coisas a ela no banheiro. Deixa-me leva-la embora.
– Eu não vou repetir. Saia do carro Isabella! – Edward disse não dando ouvidos ao que Frank havia dito.
– Acho que você está surdo Edward eu não vou...
Eu não terminei de falar por que Edward abriu a porta do carro com fúria e me arrancou de lá.
– Me solta! – falei. Ele apertou ainda mais meu braço eu uma serie de palavrões saíram de minha boca. – Ai! Seu bruto! Escroto! Nojento! Me solta que você não manda em mim.
Puxando-me pelo braço ele me arrastou até uma porta ao lado da porta principal, em que estava rolando a festa. Quando entrei estava tudo meio escuro, mas dava pra ver que era um deposito.
– Fica de guarda na porta. Ninguém entra. – disse a urubu, que eu vi com um olhar preocupado.
Ele fechou a porta e me encarou, e eu fui andando para longe dele cada vez mais para dentro do deposito. Mais ao fundo tinha uma mesa com um computador e um sofá.
– Agora Isabella. Nós vamos conversar. – ele disse calmo, mas eu percebia que ele estava com raiva. Há! Ele estava com raiva! Vamos ver quem mais estava com raiva. Por que eu estava bufando.
– O que você quer conversar Edward? Ah! Talvez seja sobre eu fazer parte do seu harén. Garotas do Cullen? Não é este o nome? Que criativo. - eu dizia bufando de brava. - Pois saiba que eu estou fora. Isso não é pra mim. Nossa relação pode ser só sexo, mas eu não vou me sujeitar a isso.
– Terminou? – ele perguntou em tom de deboche.
– Terminei e agora eu quero ir pra minha casa. – falei.
Ele veio se aproximando com aquele olhar de raiva, de luxuria que me desarmava totalmente.
– Por que você gosta de me provocar hein Isabella? – disse cada vez mais próximo.
Eu tentei recuar mais, mas ele me pegou pelos braços me colando a ele.
– Não vai fugir boneca. – disse como os olhos verdes grudados aos meus - Eu vou castigá-la por ter me desafiado tanto hoje. – ele me virou bruscamente ficando com seu corpo colado ao meu por trás. Sua mão me segurava pelo pescoço, não apertado, mas firme e sua outra mão apertava minha cintura. Ele me levou até a mesa e me pressionou contra ela. Então senti sua ereção cutucando em minha bunda. Porra! Ele estava excitado e eu... eu também estava.
– Primeiro você chega toda linda a minha mesa e deixa urubu abraçar você. – ele falava bem perto do meu ouvido.
– Ele é meu amigo...
– Não importa. Ninguém pode tocá-la a não ser eu. – respondeu mordendo meu pescoço. – Depois você o convida para dançar. Então resolve ir embora sem ao menos avisar, e para finalizar me xingou do que mesmo? Ah sim escroto e nojento não foi isso? - ele falava mansamente.
– Eu... Eu estava com raiva. – disse de olhos fechados.
– Você também me irritou Isabella e sabe o que eu faço com quem me irrita? Eu as castigo Isabella. E vou castigar você também. – então suas mãos foram para minha blusa e ele a rasgou em um único puxão.
Arfei de susto e porra isto foi quente. Eu não queria nem imaginar como eu iria pra casa agora já que minha blusa eram restos de panos no chão.
As mãos dele foram para meus seios ainda cobertos pelo sutiã.
– Sorte sua que o seu castigo é de uma forma bem prazerosa, os outros não tem tanta sorte.
Sua mão viajou por meu abdômen e chegou ao cós da minha calça jeans e sem cerimônia ele abriu o botão e o zíper descendo rapidamente minha calça até meus joelhos.
– Você merece uns bons tapas nesta bunda linda pra aprender a não me provocar.
– Não se atreva! – eu disse mais gemendo do que reclamando.
Ele riu descarado.
– Garanto que está toda melada justamente esperando pela palmadas boneca. - quase gemi com suas palavras.
Ele se esfregou em mim. Seu membro muito duro me fazendo perder o raciocínio.
Começou a morder de leve meu pescoço. Eu já não sabia mais de nada a não ser as sensações que este bad boy me fazia sentir.
– Por que Isabella? Por que estava indo embora sem falar comigo?- perguntou com seus lábios no meu pescoço.
Ele queria que eu respondesse com ele fazendo isso? Eu não conseguia dizer nem quanto era 1 mais 1.
– Vamos Isabella... diga. – ele colocou as mãos por dentro da minha calçinha me tocando intimamente. – Se não responder vou ter que parar.
Apertei os olhos com força tentando recuperar minha sanidade e então lembrei o porquê eu queria ir embora. Meu corpo ficou tenso e tentei me afastar de Edward. Ele pressentindo meu ato me prendeu mais ainda contra a mesa.
– Me solta. – falei.
– Não. Pare de fugir e diga o que houve?
– A tal Lauren disse que elas são as garotas do Cullen, ou seja, suas garotas e que agora eu era a vadia da vez, e eu não vou aceitar isso...
Não terminei de falar, pois Edward me virou bruscamente para ele. Seus olhos verdes intensos me fitando. Eu queria entender o que podia estar em seus olhos, mas ele sempre conseguia me deixar muito confusa.
– Você não é como elas. – disse sincero, pelo menos julguei ser sincero. – Nunca se compare a elas.
– Eu não me comparo. - respondi – Quero saber se você faz isto.
– Não. Isabella eu não faço. – ele disse e respirou. – Você não entende.
Talvez se você se abrisse eu entenderia, pensei.
– Eu nuca tive nada como o que tenho com você... essa atração... – disse me olhando. – Eu fico louco se alguém te tocar eu... eu sou louco por você boneca.
Senti minhas pernas tremerem. Essa a primeira vez que ele falava sobre o que sentia por mim.
– Eu também Edward. Adoro ficar com você. Eu... sei que é só sexo, mas mesmo assim eu espero um pouco de respeito. – disse parte da verdade.
– Você não devia se envolver com alguém como eu Isabella. Eu não sou o certo pra você. Eu deveria deixa-la, mas sou egoísta demais para me afastar. - ele disse não me dando tempo para pensar em suas palavras me beijando intensamente.
Foi o inferno de um beijo. Eu já estava quase nua mesmo e nossas peles se encostaram e um choque passou por nossos corpos.
Eu puxei a camisa dele tirando-a de seu corpo e ousada me deliciei em lamber seu peito musculoso. Ele era lindo e tinha o físico na medida certa. Ele gemeu.
– Você é tão lindo. –falei tomada pelo tesão e um pouco de coragem.
Ele sorriu. Eu desabotoei sua calça o fazendo ficar semelhante a mim, com as caças arriadas nos tornozelos. Eu o toquei por cima de sua boxer, ele estava tão duro e quente.
Então ele assumiu o controle novamente me beijando bruscamente e me virando deixando-me de costas para ele. Inclinou-me sobre a mesa e esperei pelo que viria seguir. Senti sua boca na minha bunda e sem esperar ele me deu uma mordida.
– Ai! – reclamei gemendo.
Ele riu.
–Minha gatinha selvagem. – falou em meu ouvido. Colocou suas mãos em meus seios os libertando do sutiã. E apertou meus mamilos com seus dedos. Eu estava muito molhada.
Ouvi o barulho do preservativo e logo ele afastou minha calcinha para o lado me penetrando lentamente.
Meus seios estavam presos sobre a mesa, as mãos de Edward em minha cintura enquanto ele movia seus quadris e me estocava de forma lenta e arrebatadora.
– Eu preciso de mais Edward. - falei gemendo e querendo que ele me tomasse de forma dura.
Ouvi seu riso.
– Não. Este é o seu castigo minha linda. – disse rouco.
Eu queria mais forte, mas da forma como ele estava fazendo, estava sim uma delicia. Ele era sempre bom em tudo o que fazia. Ele me deixava maluca de desejo e... paixão.
– Eu queria castiga-la muito boneca, mas você tem um efeito louco sobre mim e... não vou conseguir. – disse e começou a se lançar sobre mim do jeito que eu necessitava.
– Ah... Edward... eu vou... – avisei sobre meu orgasmo eminente.
– Sim... eu também linda. – ele disse gemendo enquanto mordia minhas costas e minha nuca, me deixando ainda mais alucinada.
Gritamos juntos quando o clímax nos tomou. Ele me abraçou. Seu corpo todo colado ao meu.
Então sussurrou em meu ouvido.
– Desde que comecei a ficar com você... nunca mais tive nada com elas. – eu sorri por suas palavras ainda tremula por conta do orgasmo maravilhoso que tivera. – Elas não vão mais incomodar você.
****
Uma musica gostosa dos anos 60 tocavam no antigo toca discos do quarto do meu bad boy. Eu estava deitada na sua cama nua coberta pelo fino lençol, e ele estava ao meu lado concentrado em massagear meu pé. Era erótico e muito gostoso.
– Porque resolveu dançar com o urubu e não comigo? – perguntou parecendo circunspecto.
Eu não queria estragar o clima, mas queria ser verdadeira com ele.
– Eu... eu vi que você estava armado e fiquei... Desconcertada.
Ele me olhou surpreso.
– Ficou com medo de mim? Eu jamais a machucaria. – revelou sincero.
– Não foi medo Edward... – e realmente não tinha sido. – Não sei dizer o que foi eu... eu somente precisava me afastar. – falei a verdade novamente.
– Isabella... Você sabe o que eu sou. – ele disse.
– Eu sei? Nós nunca conversamos sobre isso. – falei o olhando. Ele largou meu pé e me olhou intensamente.
– Eu sou de uma gangue. Um marginal, bandido, criminoso não sei bem qual a definição. – disse.
Não falei nada só tentei absorver o que ele dizia.
– Como se sente com isso? – ele perguntou.
– Eu não sei. – respondi - Sinceramente não sei. Posso te fazer uma pergunta?
Ele assentiu.
– Você gosta de ser isso? De fazer isso? – perguntei ansiosa por sua resposta.
– Não tenho que gostar ou não. Eu não tenho escolha.
Ele já tinha respondido minha pergunta. Ele não gostava. Mas por que não tinha escolha?
– Por que não tem escolha? – questionei.
– Você disse uma pergunta. – ele desviou claramente não querendo responder.
– Eu preciso saber de uma coisa Edward. Você já matou alguém? – perguntei. Eu sabia que ele devia ter feito muitas coisas erradas, mas para mim isto era o que de mais grave havia, e eu não queria que ele tivesse feito isso.
Ele respirou fundo.
– Eu fiz muitas coisas erradas, mas isso ainda não. – quase respirei em alivio. – Eu falei ainda não Bella, mas acredito que isso possa ocorrer a qualquer momento. – disse parecendo ler meus pensamentos.
Aproveitando que ele estava conversando comigo resolvi mudar de assunto e tentar outro que eu queria saber a respeito.
– Emmett me disse uma vez que você é muito inteligente e que seria aceito facilmente na faculdade. Você não tentou estudar por causa da gangue? Foi por isso?
Ele se levantou pegando uma cerveja no frigobar.
– Quer uma? – ele ofereceu e eu neguei. – Meu pai morreu quando eu tinha 17 para 18 anos. Alguém precisava assumir as responsabilidades da família. – ele disse voltando a se sentar ao meu lado. – Mas mesmo que ele não morresse acho que eu não teria ido a faculdade. Ele não queria isso pra mim. Se ele estivesse vivo acredito que nem o Emmett pudesse estudar. Antony Cullen era um imbecil. – falou duro.
Percebi que o assunto o incomodava.
– Sua mãe é muito doce e gentil. E seus irmãos são adoráveis. – falei.
Ele deu um meio sorriso.
– Minha mãe é uma mulher única. Só teve a infelicidade de se apaixonar pelo meu pai. Quanto aos meus irmãos... sim eles são incríveis. São tudo o que eu tenho e eu quero que eles sejam homens de bem. – disse pensativo. – O que eu nunca serei. – completou.
Senti o peso de suas palavras. Ele não era feliz fazendo o que fazia. Isto estava claro para mim. Mas o que o prendia a esta vida? Eu não sabia e duvidava que alguém mais além dele mesmo soubesse.
Eu senti a necessidade de ajuda-lo a sair desta vida, mas será que eu poderia fazer algo? Ou será que ele queria minha ajuda?
Edward Cullen era ainda mais misterioso do que um dia eu sequer imaginei.
Continua...

Hum... o bad boy se abriu um pouquinho e agora?

Spoiler

Eu olhei para Esme e a vi olhando carinhosa para onde Emmett e Rose estavam. Eles estavam alheios ao olhar amoroso dela. Era nítido que se amavam e que a mãe de Emmett estava feliz pelo filho. Senti certa inveja. Eu queria muito estar no lugar de Rose só que com o outro filho de Esme. Espantei este pensamento rápido. 
O que era isso?
O que eu estava pensamento?
Isso era loucura.
Eu não podia me apaixonar.
- Está tudo uma delicia Esme. Rose disse elogiando.
- Obrigada querida. Eu queria agradar, mas não sabia se iriam gostar. ela disse com seu jeito delicado.
- Tia Esme só sendo maluco pra não gostar das coisas que a senhora faz. urubu disse se servindo de mais bolo.
Esme riu deliciada pelos elogios.
- Está tudo maravilhoso mãe. Emmett disse sorrindo de forma amorosa para a mãe.
- Eu só consegui caprichar por que o Edward levou os meninos pra passear por que senão eles não me deixariam fazer nada. ela disse rindo.
Mal ela terminou de falar e o homem que mexe com meu coração entrou carregando os dois irmãos sobre os ombros. Era uma cena linda de se ver. Os meninos tinham os olhos brilhantes em alegria.
- E ai pessoal. Edward cumprimentou a todos e direcionou um sorriso a mim.
Ele desceu os irmãos que partiram para a mesa para pegarem bolos e outras coisas.
- Parado os dois! Edward disse e os dois meninos pararam como estatuas. Eu não estou vendo os dois, indo para a mesa sem lavar as mãos não é? ele perguntou escondendo seu sorriso.
- Nós já estamos indo Du. Seth disse e os dois saíram correndo indo fazer o que o irmão disse.
Quando eles saíram todos rimos.
- Isso que eu chamo de comando. urubu disse rindo. 
- Acho que deve seguir o exemplo dos meninos Edward. Esme disse de forma carinhosa.
- Já estou indo mãe. ele saiu e logo ele e os meninos voltaram.
Edward sentou no lugar vago ao meu lado. Eu tive que a muito custo esconder um sorriso que queria se pronunciar em meu rosto.
Todos estavam com a atenção voltada aos meninos e não perceberam minha conversa quase silenciosa com Edward.
- Oi boneca. ele disse.
- Oi. - Falei baixinho. Ainda continua com aquele problema de mais cedo? perguntei provocando.
Tomei meu suco para disfarçar meu sorriso com a cara que Edward fez.
- Eu estava bem. Até entrar aqui e ver você. Então sim estou com aquele problema ainda. ele disse de forma maliciosa e eu senti que meu rosto deve ter ficado vermelho. Espero que sua oferta ainda esteja de pé. ele disse.
Percebi Alice nos olhando. Disfarcei, não queria minha amiga ainda mais preocupada com minha situação com Edward.

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