CORAÇÃO INDOMÁVEL - CAPITULO 30


Meninas do meu coração.
Vamos tentar domar este coração indomável?
Amantes do Bad Boy.
Muito feliz por tê-las em minha vida. Beijos

PS: já temos capítulos programados até o domingo! Aproveitem!

Coração Indomável

Coração Indomável
Ju Beija Flor.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência


Capítulo 30

Acordamos juntos praticamente. Fomos para o banheiro e juntos tomamos um banho regado a caricias e um sexo matinal delicioso.




Acabamos tomando café numa pequena padaria que havia próximo ao meu apartamento.






– Esta semana eu ligo pra você para combinarmos nossa viagem. Pretendo sair daqui, na sexta a tardinha e voltaríamos no domingo também a tardinha. Fica bom pra você assim? – perguntou tomando seu café.




– Eu não disse que iria com você. – brinquei.

– Não. Não disse, mas é certo que você vai. E nem é por minha causa. Eu sei que você quer revê-los.
Ele tinha razão.
– Está certo. Eu vou. – falei e ganhei um lindo sorriso.
Tínhamos outras coisas serias para resolver.
– Edward nós vamos precisar conversar serio sobre seu julgamento...
Ele não deixou que eu terminasse.
– Agora não Bella. Depois que voltarmos da Pensilvânia ok?
– Não podemos adiar isso...
– Eu sei. Pode ter certeza que eu sei. – disse mais serio.
Eu não queria estragar o clima que estava tão bom entre a gente.
– Tudo bem.
– A minha semana vai ser meio corrida, mas eu dou noticias. Agora tenho que ir, pois tenho que passar no meu apartamento para trocar de roupa antes de ir para a empresa. – disse se levantando.
– Certo. - falei
Eu não esperava, mas ele veio até mim e me beijou demoradamente e depois saiu. E eu fiquei ali, suspirando.
Percebi uma senhora me olhando dando um sorrisinho. Eu corei por ser tão boba demonstrando meus sentimentos assim para que todos pudessem ver.
Outra coisa me deixou nervosa, e se algum conhecido me visse daquela forma com Edward? Droga! Eu era conhecida. E se algum amigo ou conhecido de Bryam tivesse visto.
Eu precisava resolver isto. Eu precisava terminar meu noivado com Bryan. Mas como? Com ele lá do outro lado do mundo? Não era justo. Não era justo com ele e com o que nós tivemos.
Deixei esse pensamento de lado e fui para o trabalho. Os dias se passaram rápidos. Eu estava bastante ocupada e por isso os dias pareceram voar.
A noite eu recebia sempre duas ligações. Uma de Bryan e outra de Edward.
Seria cômico se não fosse trágico.
Eu me acovardava em abordar o assunto sobre o noivado toda vez que Bryan ligava. Ele estava sempre tão cansado, mas não menos animado, gentil e carinhoso. Meu coração se apertava somente em pensar em magoá-lo. Por outro lado Edward não falava em Bryan e nunca me pedira para deixá-lo, ou para escolher entre os dois. O que me parecia estranho.
Estaria ele somente aproveitando um tempo comigo e não pretendia levar muito adiante o que tínhamos? Seja o que é que fosse.
Na quinta-feira à tardinha Ângela me passou a ligação de Edward.
– Oi... – falei tentando me controlar para não parecer idiota. Deslumbrada somente por ele me ligar.
– Oi boneca. – disse. – Senti saudades de ouvir sua voz.
Sorri internamente.
– Eu vou ter que adiar nossos planos. – falou serio de repente.
Tentei não admitir minha decepção.
– Ah... bem... é... tudo bem Edward. – falei tentando soar normal.
Com certeza não viajaríamos, mas nos veríamos.
– Eu tenho que fazer uma viagem que não estava programada. – disse para minha surpresa. –Sinto muito... eu te ligo quando voltar. – disse aparentemente já me dispensando.
O pânico me tomou.
– Edward... – falei antes que ele desligasse. – Está tudo bem? – perguntei hesitante.
– Sim. Está sim. Tenho que ir. Tchau Isabella. – disse frio.
Mas que porra foi essa?!
Por que ele estava tão estranho? Diferente do Edward que eu estava começando a me acostumar.
Este jeito dele parecia com o Edward do passado. O que me deixava louca, pois eu nunca sabia como reagir a ele.

Fui pra Forks no final de semana. Não queria ficar trancada no meu apartamento me sentindo miserável ou pensando no por que da diferença que senti em Edward.




Eu gostava de ficar com minha família. Queria paparicar meu sobrinho.






Ao chegar à frente da casa, ele correu para os meus braços assim que me viu.




– Tia Beia! – gritou.

O peguei no colo o enchendo de beijos.
– Oh meu amorzinho. Como você está? – perguntei o amassando em meus braços.
– To bom. – disse lindinho. – Tem pesente?
– Andrew! – Kate disse chegando perto de nós.
– Deixe-o Kate. Eu trouxe presente sim amor. – o coloquei no chão e fui para a porta de trás do meu carro entregando o embrulho a ele.
– Eba! – pegou e saiu correndo. – Mamãe! Mamãe! Tia Beia deu pra eu. - disse sorridente.
Kate o ajudou a abrir e logo ele corria com seu aviãozinho de plástico.
– Oi Kate. – nos abraçamos.
– Oi Bella. Vamos entrar. – me convidou.

Entrei na casa em que ela, o marido e o filho dividiam com minha mãe e Phil, o novo marido dela.




– Onde está a mamãe? – perguntei quando entravamos na cozinha.






Kate foi mexer em algo no fogão que tinha um cheiro ótimo.




– Está ajudando Phil na floricultura. Sabe como ela ama plantas e flores. – ela disse rindo.

– É verdade. – comentei me sentando a mesa.
– Daqui a pouco todos devem estar chegando para o almoço. – ela disse.
– Você é a responsável pela cozinha hoje? – perguntei rindo.
– Eu cozinho muito bem para o seu governo. – ela disse fingindo-se de ofendida.
Kate também havia se formado em Princeton. Ela era professora. E por isso também não trabalhava no sábado.
Comecei a olhar pela janela. Estava um dia bonito. Onde será que Edward andava? Merda! Não tenho que pensar nisso. Quando olho novamente para Kate ela está me analisando.
– Alguma coisa errada? – pergunta.
Eu balanço a cabeça negando.
– Não. – suspiro. – Nada demais.
– A mamãe falou... sobre o Edward... que ele retornou. – disse me olhando de soslaio.
Não havia segredos entre mim e elas. Pelo menos não agora.
– É... voltou... – falei não querendo ir por este assunto.
– E você... É a advogada dele? – disse.
– Sim. Eu sou. Esse mundo é doido não é? – falei tentando não soar nervosa.
– Hum... é... muito doido. E como ele está? Está bem?- perguntou não escondendo a curiosidade.
O ciúme tomou conta de mim. Eu não tinha engolido no passado, quando ela ficou muito faceirinha ao agradecê-lo por tê-la resgatado.
– Por que você quer saber? –perguntei dura – Qual é Kate você é casada!
E você noiva sua hipócrita, minha mente disse.
Kate riu.
– Não precisa ficar com ciúmes Bella. – disse ainda rindo.
Bufei.
– Eu só queria saber como ele estava. Nada demais. – disse – Nunca fiquei a fim dele no passado, apesar dele ser um gato... e ele jamais olharia para mim. Ele era louco por você. – disse e pareceu se arrepender quando a olhei firme.
– O que você disse? – perguntei, mas antes que eu pudesse obter uma resposta Danny, o marido de Kate, chegou.
Ele beijou a esposa e depois veio me cumprimentar. Em seguida minha mãe e Phill também chegaram.

Passei aquele final de semana com eles e foi agradável. Consegui me desligar um pouco da confusão que estava minha vida.




A semana começou sem noticias de Edward. Eu não queria admitir, mas na quarta pela manhã eu estava irritada e agoniada por noticias dele. Pensei mil vezes em ligar pra ele, mas perdia coragem assim que começava a discar o numero.






Ângela entrou na minha sala me olhando atravessado.




– Qual é o problema? – ela disse me entregando um enorme café que eu havia pedido a ela para comprar. – Está com uma cara.

Depois de tomar um bom gole falei:
– Não tenho nada. – falei tentando ler um processo que estava na minha mesa, mas eu não conseguia.
– O seduzente sumiu né? É por isso essa cara. – ela disse.
A olhei seria.
– Primeiro eu não faço ideia de quem seja o seduzente. – é claro que eu sabia quem era.
Ângela vinha desenvolvendo sua criatividade quanto a apelidar homens bonitos e sexy. E Edward era ultimamente seu alvo principal. Eu não sabia onde ela arrumava tantas ideias. Talvez ela faça parte de algum grupo no facebook onde as mulheres chamem os homens por estes apelidos. O certo era que Ângela me fazia sorrir muito, mesmo quedo eu não estava com vontade.
– Sabe sim. – ela disse. - Não viu mais o Edward?- perguntou, mas ela já sabia a resposta.
– Não. – respondo simplesmente.
– Por que será que ele não te procurou mais. O que você fez a ele?
– Eu? Eu não fiz nada. – a não ser foder como uma louca com ele na última vez que nos vimos. Isso contava como fazer um cara se afastar?
Ela ficou pensativa.
– Não deve ter feito algo... você o agradeceu pelas flores? – perguntou.
Ops!
– Hum... não... eu esqueci. – respondi em duvida.
– Está ai! Como você pode fazer isso Bella? – perguntou brava – O cara te manda lindas flores, só falta beijar o chão que você pisa, e você nem pra agradecer a porra das flores! – terminou seu discurso.
– Hei! Eu esqueci ta legal e... talvez eu tenha agradecido de outra forma. – falei estremecendo me lembrando da última vez que estivemos juntos. Na varanda do meu apartamento.
Ângela abriu um sorrido.
– Aff sua safada! – disse rindo. – Ok isso é ótimo e tal, mas acho que você não ter falado nas flores pode ter deixado ele chateado.
Ela podia ter razão? Será que Edward era assim tão sensível? Não, provavelmente não. Então me lembrei do poema no cartão.
– No cartão... que ele mandou junto com as flores tinha um poema. – falei.
– Além de tesudo e gostoso é poeta. Por favor, Bella me diz que ele tem um irmão gêmeo... um clone quem sabe? – perguntou e dessa vez não aguentei, cai gargalhada.
– Ok. Já saquei. Ele não tem. Vou ter ficar chupando o dedo e me contentar com o Severino. – falou.
– Severino?
– É como eu chamo meu vibrador. Sabe como é Severino é um faz tudo então...
Imagens de Ângela com um vibrador que ela chamava de Severino vieram a minha mente sem permissão.
– Já sei! – ela disse alto, e eu saltei da cadeira. – Você vai lá na empresa dele agradecer pelas flores.
– Ângela...
– Sem desculpa Bella. Você vai lá como quem não quer nada e garanto que quando ele colocar os olhos em você aff haja camisinha! – disse ela em tom afetado.
Não era uma má ideia. Eu poderia saber o porquê dele ter sumido sem motivo aparente.
Eu me levantei decidida. Ângela me olhou sem entender.
– Vou sair. Agradecer por umas flores. Desmarque meus compromissos da manhã. Não sei que horas eu volto. – falei sorridente.
– Pelo amor de Deus Bella não vai vir toda descondensada, e me deixar morta de inveja. – disse e riu.
Não liguei para o que ela disse e fui para a garagem do edifício. Em meu carro não levei mais que 15 minutos para chegar a sede da empresa Cullen’s.
Lembrando-me da outra vez em que estive ali. Fui diretamente para a sala de Edward. A secretaria novamente me atendeu com um sorriso.
– Ola Srta. Swan. – disse sorridente.
Fiquei espantada que ela me reconhecesse assim de cara.
– Olá... desculpe não sei seu nome. – reconheci.
– É Mercy.
– Ok Mercy. Eu preciso falar com o Edward. – falei.
– Ah ele não se encontra senhorita. Ele e a sua assessora foram para uma pequena viagem... no entanto devem estar de volta hoje ainda.
A assessora dele era aquela loira oferecida.
– Hum... ele foi... nesta viagem com a... Tânia não é? – perguntei sem tentar soar como uma ciumenta.
Mas era exatamente isso que eu estava sentindo. Ele tinha sumido por dias e agora descubro que ele estava com aquela loira linda que obviamente o queria. Eu era muito burra mesmo.
– Eu posso dizer ao senhor Cullen que a senhorita esteve aqui e ele entrará em contato. – Mercy disse.
– Obrigada Mercy, mas pode deixar que eu mesma falo com ele. Não precisa dizer que vim aqui. – falei desanimada. Acho que até a menina se tocou.
Saí de lá me sentindo a criatura mais patética da face da terra. Mas o pior ainda estava por vir.
Ao chegar à frente do prédio o vejo. Ele estava escorado no carro rindo, e ao lado dele estava Tânia.
Eu estava bem próxima deles, mas os dois entretidos na conversa não me notaram.
– Você viu a cara dele? – a loira disse rindo. – Foi muito engraçado não foi.
– Foi sim. – Edward disse sorrindo também.
– Sabe podemos repetir isso mais vezes... – ela disse sedutora.
– Tânia... – ele começou a dizer, mas então me viu. Seu olhar se prendeu ao meu.
Ele me olhou surpreso. Não sei se gostou ou não de me ver.
Eu não fingi que não estava ouvindo. O encarei firme. Mesmo que meu coração tivesse tremendo.
– Bella... – ele sussurrou meu nome.
A loira então me olhou, e não disfarçou que não gostou de me ver ali.
– Olá senhor Cullen. – falei dura e fria. – Não quero atrapalhar seu encontro... – cuspi as palavras. – Eu só vim aqui por que precisamos marcar uma reunião sobre o assunto do processo, e como o senhor não deu as caras achei que era meu dever lhe lembrar disso. Espero sua ligação para a minha secretaria. Era isso... passar bem. – falei tudo e comecei a caminhar para meu carro.

Senti um pequeno prazer com a cara que os dois me olharam quando fiz meu pequeno discurso, mas durou pouco esta sensação. Vê-lo com outra tirava qualquer prazer que eu tivesse.




– Bella... – ouvi ele me chamar e acelerei o passo.






Logo senti sua mão em meu braço.




– Me solta. – falei brava.

Ele não o fez.
– Pare e me escute! – disse firme.
Olhei atrás dele e a loira nos encarava.
– Escutar o que? Que você me dispensou pelo final de semana pela loira ali, e ficou tão ocupado que não conseguiu nem aparecer no meu escritório. – falei não me importando em soar patética, mais uma vez.
Ele riu.
– Não ria de mim! – falei furiosa.
– Não estou rindo de você. – disse mais serio – Acha que eu estou a fim de Tânia? – perguntou como se fosse a coisa mais louca da face da terra.
– Acho sim. Agora você é rico pode ter a mulher que quiser e... Ah deixa pra lá. – tentei soltar meu braço. – Me deixe ir Edward. – pedi.
– Nem em sonho. – ele começou a me puxar de volta para perto da loira.
Eu tentava me soltar.
– O que está fazendo?- perguntei.
– Você veio até aqui é por que precisava falar comigo então vamos conversar. – disse enquanto quase me arrastava.
– Não quero mais falar com você. Tudo o que eu tinha pra dizer eu já disse.
Ele fez uma pausa em me arrastar quando paramos perto de Tânia.
– Eu preciso conversar com a senhorita Swan. – explicou a ela. O que me deu ainda mais raiva. Ele devia satisfação a ela? – Peça os relatórios que combinamos. – disse e voltou a me puxar.
– Mas Edward... nós... – ela começou a dizer.
Não me passou despercebido que ela o chamou de Edward A raiva ferveu dentro de mim.
– Senhorita Denalli tudo o que já tínhamos pra fazer foi feito. Isso foi apenas uma viagem de negócios. Estou errado? – falou duro.
A loira ficou mais branca do que era.
– E-Está certo Edward. –disse gaguejando.
– Prefiro que se dirija a mim como todos os outros funcionários da empresa Srta. Denalli.
Ela engoliu em seco.
– É claro... me desculpe Senhor Cullen. – disse visivelmente constrangida.
Entrarmos na empresa e em minutos estávamos na sua sala. Ele trancou a porta assim que passou por ela.
– Agora nós vamos conversar Isabella. - disse me olhando firme.
Depois do que ele fizera, eu já não sabia mais direcionar minha raiva. Nem sabia se estava mais com raiva.
Mordi meus lábios, incerta do que dizer.
– Desculpe por ter sumido. – ele disse em tom brando. Pegando-me desprevenida. – Eu tive que resolver uns problemas e logo que cheguei a Seattle era minha intenção ir vê-la, mas... mal cheguei e tinha esta viagem a negócios. Só cheguei a pouco. – explicou.
Comecei a me sentir tola por ter agido da forma que agi. Mas Edward fazia com que eu agisse intempestivamente. Foi assim no passado, e parece que se repetia agora.
– O que foi aquilo? Por que falou aquilo pra sua assessora? – foram minhas primeiras palavras.
Ele se aproximou ficando bem próximo a mim. Seus olhos perfuravam os meus.
– Para que você tivesse certeza que não há nada acontecendo entre eu e ela. Nem nunca vai acontecer. – disse calmo - Sabe por que Bella? Por que não há espaço pra outra mulher a não ser você. – ele colocou sua mão no meu rosto fazendo um carinho leve. Minha vontade era de fechar meus olhos e apreciar seu toque, mas a intensidade que ele me olhava não me permitia isso. - Nunca existiu outra desde que coloquei meus olhos em você... tão linda e tão jovem saindo da faculdade ao lado de Emmett...
Eu queria perguntar sobre o que ele estava falando, mas sua boca tomou a minha e nada mais importava.
Eu o agarrei como se minha vida dependesse disso o beijando loucamente. Cada vez que sua língua tocava a minha meu corpo vibrava de prazer.
Sem fôlego parei o beijo. Ficamos de testa colada, tentando recuperar o ar.
– Eu vim aqui pra te agradecer pelas flores... desculpe não ter feito antes. – falei.
Ele afastou seu rosto do meu e exibia um sorriso lindo.
– Antes tarde do que nunca boneca. – disse com o sorriso torto que eu amava.
Suas mãos estavam em meus quadris, e ele começou a me empurrar até me encostar em sua mesa.
Olhou-me safado.
– Agora vou matar as saudades de você boneca. Deite na mesa e se abra pra mim. – disse com a voz sedutora.
Eu fiquei meio em choque e não me mexi.
– Isabella...
– Edward... não podemos fazer isso aqui... – falei entre pânico e muito excitada.
– Ao inferno que não podemos. É a minha sala faço o que eu quiser aqui. Agora faça o que eu disse.
Sua voz de comando enviou umidade em peça intima. Dei um impulso e sentei na beirada da mesa.
Edward me encarava. Abri minhas pernas lentamente sob o olhar de luxuria dele. Minha saia subiu um pouco mostrando a ele, a meia sexy que hoje, eu usava. Minha vontade era de ficar olhando pra ele pra sempre, mas ele tinha mandado eu me deitar e eu faria o que ele dissesse. Inclinei-me para trás saindo de seu olhar, e me deitando em sua mesa que era bem grande e me acomodava bem.
– Linda... – o ouvi dizer.
Ele se aproximou e novamente pude ver seu rosto. Ele passou suas mãos por minhas pernas. Chegando até a barra de renda da meia de seda.
– Você quer me enlouquecer usando essas meias, não é? – perguntou.
Não respondi somente gemi quando sua mão tocou minha virilha. Logo ele já tocava meu ponto pulsante ainda coberto pela calcinha.
– Já molhada boneca? – perguntou safado – Eu mal toquei em você.
– Então me toque. – falei.
– Seu pedido é uma ordem amor. – falou, e em seguida senti sua respiração entre minhas pernas.
Ele me beijou por cima da calcinha e o que eu mais queria era que ele a arrancasse e me tocasse direito.
– Tira a porra desta calinha Edward. – falei de olhos fechados tentando acalmar minha excitação. Eu tinha certeza que no momento que ele me tocasse eu não ia durar muito.
Ele riu e fez o que eu disse. Quem falou que era só ele que estava no comando?
Então ele me tocou com a língua e porra, eu estava no céu. Era bom demais. Permiti-me gemer alto sem me importar com quem quer que seja que estivesse fora desta sala.
Edward foi impiedoso em chupar meu clitóris e me penetrar com dois dedos. Gozei chamando seu nome.
Eu fiquei ali estirada em cima da sua mesa com as pernas bambas. Ele se levantou e parecia mais sexy que nunca de terno e com os lábios vermelhos e brilhantes por conta de que estava me agradando com sua boca.
– Sabe... – falei – Eu devia te deixar na mão por conta de você ter sumido.
– Devia, mas... não vai fazer isso vai? – perguntou sorrindo de lado.
Mordi o lábio, pensativa.
– Não. – sorri – Tira a roupa e vem aqui. – ordenei.
Ele foi rápido em se desfazer delas, e eu fiquei apreciando ele se despir. Aproveitei também e tirei minha camisa deixando meus seios nus. Ele veio pra cima de mim me beijando. Desceu seus beijos por meu pescoço e seios. Lambeu meu mamilo me deixando desesperada. Nem parecia que eu tinha acabado de gozar.
Senti seu membro próximo a minha entrada. Coloquei a mão entre nós o tocando da forma que eu sabia que ele gostava. Direcionei seu pau a minha entrada.
– Espera... – ele disse. – Droga! Eu não tenho preservativo aqui. – disse.
Bom... era muito bom saber que ele não tinha preservativos aqui. Ou seja, ele não pretendia transar com ninguém aqui. Somente eu.
– Bella... eu quero muito... eu estou limpo. – ele falou.
– Certo. – continuei masturbando-o – Eu nunca fiz sem preservativo. Não precisa se preocupar e quanto ao outro assunto eu tomo pílula. – falei.
Ele sorriu. Então deu um impulso e estava dentro de mim.
– Ahh... – gemi.
– Delicia minha Bella. É sempre tão bom. – ele disse estocando em um ritmo leve, mas firme. – Coloque suas pernas ao redor da minha cintura. – disse.
A penetração ficou mais profunda levando calafrios de prazer ao meu corpo.
– Mais forte Edward... – falei.
– Baby se eu for mais duro a brincadeira vai acabar rápido demais. – disse com a respiração pesada.
– Eu estou quase lá... – declarei.
– Ah que ótimo... eu não estou aguentando mais.
Então ele me deu. Mais duro e mais forte. Eu gozei primeiro sendo seguida por ele e sentindo seu líquido pela primeira vez dentro de mim.
Ele ficou abraçado a mim, recuperando a respiração. Eu passava meus dedos suavemente por seus cabelos.
Ele começou a rir.
– O que foi? – perguntei encantada com o som de sua risada.
– Se o Carlisle sonha o que rolou aqui vou levar uma bronca. – disse parecendo ainda um garotinho.
Eu ri também.
– Então é melhor que ele não saiba não é? – falei.
– Sim. Mas ele não está na cidade então acho difícil que ele saiba. - ele se afastou saindo de dentro de mim. Provocando ainda sensações boas em mim.
Deu um sorriso safado de quem sabia o que se passava na minha mente.
– Vá se ajeitar. Tem um banheiro ali naquela porta.
Ele me ajudou a levantar da mesa e me deu um beijo suave.
– Nunca mais vou conseguir trabalhar nesta mesa sem imaginá-la deitada em cima dela, nua. - disse.
Sorri com orgulho e fui me refrescar no banheiro.
Quando saí, ele estava em pé alinhado como se não tivéssemos feito nada além de conversar. Ele pegou minha mão me levando até um pequeno sofá. Sentou-se e me colocou em seu colo.
Beijou meu pescoço diversas vezes. Seus braços ao meu redor. Parecíamos um casal apaixonado. Senti algo em meu coração ao pensar isso.
– Eu sei que dei pra trás na última vez, mas... eu queria que fosse comigo na Filadélfia neste final de semana. – disse - É importante. – acrescentou antes que eu dissesse algo.
Olhei em seus olhos.
– Eu vou. – eu disse.
Ele sorriu e me beijou novamente doce, quente e até poderia dizer apaixonado.

Continua...

O próximo capítulo terá o encontro com a família do Bad Boy.
Beijos Ju

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