FANFIC CORAÇÃO INDOMAVEL - CAPITULO 40

Olá Amantes do Bad Boy.

Mais um capítulo de nosso amado Indomável cada vez mais domável kkkkk

Capítulo quenteeeeee!

Coração Indomável

Coração Indomável
Ju Beija Flor.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência


Capítulo 40
Edward
– Podemos conversar? – Emmett perguntou.
Eu abaixei o livro que estava lendo. Incrível que após estar perto de Isabella minha vontade de ler havia voltado com força total.
– Claro. O que foi?- perguntei.
– Bom é sobre ontem... você salvou a Bella. Ela podia ter se ferido serio. – disse ele.
– Sim. Podia.
– Eu queria te agradecer. – disse.
Olhei-o desconfiado. Essa seria uma chance para eu tirar minhas duvidas.
– Você parece gostar dela... - falei.
Ele sorriu.
– Gosto muito. Quase como uma irmã. –disse.
– Por isso esta proteção que você tem em relação a ela. -comentei.
– Bella é uma pessoa especial. Não é a toa que todos se apaixonam por ela.
– Hum... você disse que ela não tem namorado eu... pensei que um dos seus amigos fosse o namorado dela.
– Não. Ela namorou o tal Mike Newton por três anos, nesse tempo eles terminaram algumas vezes, e ela ficou uma vez com o Jasper. Ele se apaixonou por ela. Já com Jake foi só curtição, e eles ainda são bons amigos.
Então ela não era nada daquilo que eu pensava. Ela estava solteira quando ficou com os mauricinhos. Não que eu gostasse que ela tivesse ficado com eles de qualquer maneira, mas ela era solteira. Não era a vadia que pensei que fosse. Na verdade eu nunca acreditei realmente que ela fosse isso. Algo me dizia ao olhar para ela, em seu jeito quase inocente que ela não era aquilo.
– Diga pra sua amiga não vir sozinha para o subúrbio. – falei desviando do assunto antes que ele desconfiasse.
– Eu já falei pra ela. Na verdade prefiro que ela não venha mais.
Assenti.
– E você? Eu vi você e a loira...
– Rose.
– Isso, Rose. Estão juntos? – perguntei. Era hora de ser honesto com meu irmão.
Ele ficou triste.
– Não.
– Talvez seja melhor assim. – digo.
Ele me olha. Resolvo continuar.
– Acho que ela pode não ser a mulher certa pra você... eu a vi na primeira noite que vieram aqui, e ela estava... estava se drogando... não sou juiz de valor de ninguém Emmett, só acho que esta mulher pode colocá-lo em problemas. Você é inteligente e esforçado e precisa de foco...
– Edward. – ele me interrompe. – Rose não é assim... ela até pode ter feito isso algumas vezes por que ela sofre muito com a pressão dos pais. Eu e ela conversamos outro dia, e ela gosta de mim... agora eu sei... ela só tem medo de me prejudicar, assim mesmo como você está falando.
Ultimamente parece que eu andava julgando as pessoas erroneamente.
– Você sabe o que faz Emmett. Confio em você.
***
O dia que Isabella viria ao meu encontro chegara, e eu estava nervoso. Eu precisava me distrair até que ela chegasse e resolvi pintar a parede do meu quarto no deposito. Isso sempre me distraia.
Contei com a ajuda do meu amigo para todas horas, Urubu, para que ele buscasse Isabella na entrada do subúrbio e contava com sua discrição.
Escutando a musica de uma cantora que eu gostava, eu pintava a parede num tom de verde. E dera certo, eu me distrai. Meu plano era levar Isabella ao local onde praticávamos tiro. Queria ensiná-la a atirar, e defesa pessoal. Eu a queria segura, mesmo quando eu não estivesse perto.
Uma batida a porta, é que fiquei ciente de que minha boneca acabara de chegar.
– Entre. – falei após a batida na porta.
Continuei pintando sentindo seus passos inseguros pelo piso. Sorri. Quando me viro a vejo ali no meio do meu quarto, tão insegura, inocente parecendo quase um anjo. Todos os planos que eu tinha feito foram por água abaixo. Meu corpo reagiu apenas a visão dela.
Defesa pessoal, tiros ao alvo, tudo teria que esperar. Eu precisava estar dentro dela o quanto antes possível, e o que mais me excitava era saber que ela não sabia o que eu pensava. O que eu planejava fazer com ela... tão inocente.
– Oi. – disse tímida.
– Oi. – respondi.
Voltei a pintar sabendo que precisava me controlar.
– Gostou? – perguntei sem me virar.
– Do que?- perguntou confusa.
– Do meu lugar. Não era isso que você estava olhando?
Ela suspirou.
– Sim, é um lugar legal.
– Eu também gosto. Apesar de às vezes sentir falta da minha mãe, e dos meus irmãos. - falei.
Virei-me para vê-la parada no mesmo lugar segurando sua bolsa de forma que parecia seu bote salva-vidas.
– Tire a jaqueta. – falei.
Seu rosto foi impagável. Eu teria rido se eu não estivesse tão consciente dela ali, como uma presa. A espera do predador. No caso, eu.
– Como disse?
Eu ri desta vez.
– Tire a jaqueta e venha até aqui, vou te ensinar a pintar uma parede.
Ela tirou devagar a jaqueta sempre com os olhos presos aos meus. Usava um vestido floral, quase virginal, mas as botas estilo cowgirl na cor marrom a deixavam sexy como o inferno.
– Pensei que iria me ensinar defesa pessoal.
– Pintar faz parte do ensinamento. – minto.
Ela se aproximou.
– Hum... temos que cuidar pra não manchar este lindo vestido, boneca.
Ela ficou de frente para a parede, e eu me coloco as suas costas. Olhei seu corpo de cima abaixo.
– Essa tinta não tem cheiro. – ela disse com a voz vacilante.
Peguei o rolo.
– É uma tinta especial. – falei – Agora pegue aqui. – mostrei a ela. Coloquei minha mão por cima da sua e me aproveitei da situação chegando bem próximo a ela. – Agora você faz assim. Vai pra cima depois desce assim... – já não era mais pintando que eu pensava nela fazendo.
– Agora faça sozinha. – falei em seu ouvido.
Minhas mãos foram para sua cintura. Apertei-a levando-a de encontro ao meu quadril, minha ereção de encontro a sua bunda deliciosa. Ela gemeu.
Coloquei seu cabelo para o lado e comecei a beijar seu pescoço.
– Se vamos fazer isso... – falei contra o seu pescoço- Você tem que estar ciente que é somente sobre sexo. – mordi de leve sua orelha.
Eu também preciso estar ciente que era somente sexo.
– Você estendeu Isabella? –perguntei pressionando meu quadril contra sua bunda.
– S-sim. – ela respondeu.
– E concorda? – perguntei.
Diga que sim. Por favor, diga sim.
– Sim... – sussurrou.
– Coloque as mãos na parede. – minha voz saiu rouca. Eu já não tinha controle sobre mim.
Eu queria beijá-la, mas não podia me esquecer de que isto era sexo. Sexo, sexo, sexo. Era somente sexo. E íamos ter um bom sexo. Não significava que eu não iria beijá-la novamente, é claro que sim, mas não agora.
Minhas mãos se infiltraram sobre seu vestido e arranquei sua calcinha. No bolso do meu jeans peguei o preservativo. Tirei meu membro que estava duro e com fome dela, e me preparei para ter esta delicia.
– Dessa vez vou te comer rápido boneca, depois faremos com calma. Preciso estar dentro de você logo. Agora...
Acariciei seu sexo com meus dedos. Ela estava tão molhada que quase gemi com o contato.
– Empina essa bundinha linda pra mim boneca. – pedi, e ela o fez.
Então entrei nela. De forma lenta, pois eu não queria machucá-la, e ela não era uma puta qualquer.
Paraíso? Céu? Estar dentro dela era quente como o inferno, mas também era algo mais perto do céu que eu já estive.
– Que gostosa Isabella... – falei com respiração descompassada devido aos impulsos que eu dava com meu quadril ao estocar duro. – É muito... gostoso estar dentro de você.
Eu queria ser lento, mas não dava. Era mais forte que eu. Ela era muito gostosa. Apertava-me e eu mal consegui me conter. Iria gozar a qualquer minuto.
– Ah... – ela deu um gemido gostoso quase me lavando a borda. Meus dedos tocavam, furiosos, seu músculo de prazer.
– Vem delicia. Goza no meu pau.
Ela gozou forte, e logo eu vim também. Não me lembro de ter gozado tão forte assim.
Isso foi intenso, mas foi apenas sexo.
– Acho que você precisa de um banho suas mãos estão cheias de tinta. – falei.
Saí de dentro dela e já senti falta. Não era possível. Eu a queria de novo?
Isabella ficou parada de costas para mim parecendo estar longe em seus pensamentos. Mulher era diferente de homem. Eu sabia disso. Mesmo que nossa relação fosse baseada somente em sexo, eu não seria um bastardo insensível.
– Isabella?- a chamei.
Ela se virou. O vestido cobrindo sua nudez. Fui até ela e a beijei de leve. Apenas um roçar de lábios, porém parecia que era isso que ela precisava.
– Temos que limpar suas mãos boneca. Vem. – puxei sua mão. – Aqui é o banheiro. Tem toalha limpa.
Ela estava no banho agora, e eu pensava em todas as coisas que eu ainda queria fazer com ela. Eram coisas sujas. Muito sujas.
Só em pensar eu já me ponho duro. Vi o vestido dela jogado sobre o sofá e pensei na forma como a tomei. Eu precisava mostrar a ele que aquilo foi somente uma amostra de tudo o que poderíamos fazer.
A porta do banheiro se abriu e uma Isabella molhada e ainda mais sexy enrolada na toalha, surgiu a minha frente. Eu a devorava com os olhos.
– Eu... Eu não encontrei meu vestido. – disse.
– Não era pra encontrar mesmo. – falei indo até ela.
Coloco minha mão sobre a dela e retiro a toalha. Ela está nua a minha frente.
– Ainda quero você boneca. – digo e a beijo.
Logo estávamos na minha cama. Ela nua. Era a coisa mais linda que vi na vida.
– Esta é uma bela visão. Você nua na minha cama... tão linda...- falei.
Percebi que ela me deseja da mesma forma.
–Vem. – se ofereceu o cordeiro.
– Agora vou te dar prazer da forma correta Isabella.
Eu iria adorar seu corpo. De forma lenta e prazerosa. Não iria esquecer nada. Eu queria gravar em minha mente seu cheiro, seu gosto, toda ela. As lembranças seriam minha companhia nas noites solitárias.
– Lindos. – me referi aos seus seios quando os beijei, chupei, mordi arrancando gemidos longos dela.
Esses gemidos estavam me enlouquecendo.
– Edward...
Ouvir, ela gemer meu nome, era algo indescritível.
– Isso minha linda geme... geme meu nome. – mordi o bico de seu mamilo.
Desci com beijos por seu corpo até chegar a seu sexo.
– Coloque sua perna em meu ombro Isabella e desfrute. – tomei seu sexo com meus lábios.
– Porra! – ela xingou.
Eu ri.
– Sua boca suja.
Senti sua mão no meu cabelo me forçando a voltar a chupá-la. Gostei disso.
– Hum... selvagem...gosto disso.
Após isso não mais falamos muito. Os sons eram apenas gemidos e sussurros.
Nunca estive tão pronto pra transar repetidas vezes como agora. Era ela que fazia isso comigo.
***
Ela adormeceu por alguns minutos. Estava sobre meu corpo, agarrada a mim. A situação podia ser desconfortável, mas não era assim que eu me sentia.
O que eu iria fazer se este desejo não passasse logo? Era isso que se passava na minha cabeça. A olhei dormindo. Tão linda e inocente. Ela não pertencia a este mundo, ao meu mundo. Isso o que tínhamos não poderia durar muito.
Ela se remexeu abrindo aqueles belos olhos. Pareceu meio desnorteada olhando para os lados dando-se conta então, que estava comigo.
– Eu dormi?
Assenti.
– Desculpe... – disse.
Sorri.
– Não tem problema. Acho que eu cansei você demais. – falei.
Suas bochechas ficaram num tom vermelho.
Eu levantei da cama me vestindo.
– Quer algo pra beber? Devo ter um refrigerante. –falei.
– Não. Obrigada.
Deitada em minha cama, o lençol cobrindo sua nudez, seus cabelos castanhos bagunçados, e ela estava muito linda.
Desviei o olhar para não parecer um maricas apaixonado. Não que eu estivesse apaixonado, é claro. Peguei uma cerveja para eu tomar e verifiquei meu celular, havia uma mensagem de Aro solicitando que eu fosse ao seu encontro em uma hora. Deixei o celular e voltei novamente a cama.
– Então?... – falei meio sem jeito. – Você estuda com o Emmett... ele disse que você veio de outra cidade. – comentei.
– Sim. Era uma pequena cidade, próxima daqui. Mas meu pai trabalha aqui e com eu e minha irmã na faculdade aqui também, não tinha cabimento morarmos lá. – disse.
– Então sua família se mudou. - falei.
Ela assentiu. Eu bebi minha cerveja. Não sabia muito conversar nessa hora. No pós sexo. Lauren e Nath se mandavam mal acabávamos de transar.
– Você tem uma irmã? – perguntei.
– Sim. Kate. Ela é mais nova e... vive dando trabalho para os meus pais.
– E você é a filhinha certinha do papai? – perguntei rindo.
Ela riu também.
– Mais ou menos isso. – brincou.
Ficamos em silencio por um tempo.
– Gosta de Beatles? – ela perguntou
Eu sorri antes de responder. A musica que tocava seria um meio de conversarmos.
– Sim eu gosto.
– Eu pergunto por que quando cheguei tocava a musica da Rihanna. – ela disse tímida.
– Eu não tenho um gosto musical definido. Escuto uma musica e se eu gosto tanto faz quem canta. – respondi sincero.
– É um ponto de vista. – disse olhando o relógio. - Eu tenho que ir.
Ela esperou que eu dissesse algo. Nada veio a minha mente aquele momento.
Iríamos nos ver novamente? Repetir o que fizemos? Se sim, quando?
– Não vou poder levá-la até a saída do subúrbio, eu tenho um compromisso, mas urubu vai te acompanhar. - falei a ela quando já estava vestida e pronta pra sair.
Ela assentiu.
– Então eu já vou. Tchau. – falou e foi saindo.
Eu não sabia se a veria de novo. Mas uma coisa eu sabia, ela não podia sair assim.
– Isabella... – ela parou.
Fui até ela e a beijei com loucura.
– Adorei nossa tarde. – assumi.
– Eu também.
Beijamo-nos mais. Beijos castos, beijos ardentes.
– Você vai vir aqui na festa no sábado?
– Não... meus amigos e eu vamos a uma festa de aniversario de uma amiga. – respondeu.
Fiquei decepcionado.
– Por quê? – perguntou. Seus grandes e expressivos olhos me avaliando com curiosidade.
– Por nada. - disfarcei- Até mais boneca.
– Até Edward.
***
Eu passo minhas mãos por seus quadris, seu abdômen e coloco beijos em seus seios empinados. Meu corpo vibra de tesão por ela. Seus olhos chocolates se fecham quando a penetro...
– Chefe? Hei chefe? Está ouvindo? – a voz de San me alerta.
Estou numa reunião com os homens da gangue, e estou sonhando acordado com Isabella.
– Desculpa gente. Eu estava distraído. – falo.
Vejo um sorrisinho no rosto de Urubu.
– Todo mundo sabe dessa distração chefe. Ela tem nome e sobrenome. - ele diz.
– Acho bom você ficar com essa boca fechada Urubu. – digo e saio indo para meu quarto.
É claro que ele não me deixa em paz, e vem atrás.
– Edward... olha só, já faz quase uma semana que ela esteve aqui. Eu achei que você fosse ter algo a mais com ela.
Mais como?
Sento em frente a TV procurando me distrair.
– Eu não sei... talvez role mais alguma vez. Não fiz nenhum plano. – falei a verdade.
– Está esperando o quê? Que ela venha atrás de você? – pergunta.
– Talvez. – respondo.
– Olha só, ela não parece o tipo de garota que corre atrás de homem.
Eu já havia percebido isso. E por isso eu fui atrás dela, mas não foi como o esperado.
Fui falar com Emmett na faculdade, como desculpa para vê-la ou até mesmo falar com ela, mas ela estava com todos os amigos e eu não quis que soubesse que inventei um motivo bobo para ir até lá só para vê-la.
Emmett não poderia saber e minha reação para disfarçar foi ignorá-la totalmente, e percebi que ela ficou chateada, mas o que eu podia fazer?
Eu queria dizer a ela que não a ignorei de propósito, e minha esperança era que ela e seus amigos viessem a festa hoje. Ela foi por água abaixo quando vi Emmett sozinho sentado a mesa em que eu ficava com meu pessoal.
Sentei-me ao seu lado e pedi uma cerveja tentando agir normal. Escondendo meu lado ansioso.
– E ai? Seus amigos resolveram não vir hoje? – perguntei como quem não quer nada.
– É não vieram. – respondeu cabisbaixo.
Às vezes eu tinha raiva por meu irmão ser tão quieto. Custava me dar um pouco mais de informação. Ele podia ser um pouco da matraca que era o Urubu.
– Rose me mandou uma mensagem dizendo que estão numa festa de gente rica. – ele falou.
Será que ela estava com eles?
– Hum... resolveram ficar no lugar deles. – falei mal humorado.
– É..., mas Rose disse que eles estavam odiando estar lá.
Uma ideia se formou em minha mente.
– Por que não os chama para virem para cá? – falei.
Emmett me olhou como se houvesse outra cabeça em meus ombros.
– Por mim eles ficam onde estão... – pigarreei – mas você está aí todo cabisbaixo... pode... convidá-los se quiser. Além disso, amanhã é seu aniversario, e é legal passá-lo com os amigos.
Ele ficou pensando por um tempo, e eu quase enlouquecendo por sua resposta.
– Vou mandar uma mensagem pra Rose. – disse animado e sem desconfiar de minhas reais intenções.
Vi que me celular vibrou e reconheci o número da casa da minha mãe. Saí para a rua para poder atender devido ao barulho.
– Oi mãe. Tudo bem?
– Oi lindo. Sim meu filho tudo bem. Eu queria saber se Emmett e os amigos dele da faculdade estão na festa? – estranhei sua pergunta.
– O Emmett está sim, mas os amigos dele não vieram. Por quê? – fiquei curioso.
– Ah é que amanhã é aniversário dele como você já sabe e se bem conheço seu irmão ele não vai falar nada, e quero convidar aquela amiga dele a Isabella para vir aqui. Eu gostei dela. E ela é amiga dele então...
– Entendi.
– Eu espiei no celular dele o número dela. Acho que vou ligar pra ela amanhã e convidá-la para comer um pedaço de bolo com a gente.
Eu sorri.
– Faça isso mãe.
– Certo não vou te ocupar mais meu lindo. Um beijo.
– Um beijo mãe.
Desliguei e voltei para a festa.
Fiquei a espreita, a espera da chegada dos amigos de Emmett. Pela chegada dela.
Fiquei observando quando eles chegaram. Isabella foi dançar como sempre com um de seus amigos. É claro que fiquei enciumado como sempre, mas agora era diferente, pois eu a conhecia de verdade, e sabia que da parte dela pelo menos era apenas amizade.
Coloquei-me a sua vista para que somente ela me visse. Quando seus olhos me viram percebi que ela parecia quase feliz por me ver. A olhei tentando não mostrar meus reais sentimentos, de prazer em revê-la.
Novamente fiquei a espreita a espera de uma oportunidade de falar com ela sem que seus amigos desconfiassem. A oportunidade apareceu quando ela ficou a mesa sozinha. Pedi a Urubu então, que dissesse a ela aonde eu a esperava.
Ela foi até ao meu encontro. Parecia constrangida e tímida, talvez motivada por minha reação quando fui à faculdade.
– Oi. - disse timidamente.
Ela parecia tão sem saber como agir. Parecia tão constrangida.
Peguei sua mão e a puxei para meus braços. Foi algo impensado, mas muito bom. Ela me abraçou também. Sentir seu perfume depois de dias era como um bálsamo.
– Achei que não fosse vir. – falei.
Ela me olhou como se buscasse alguma explicação.
– Por que não me cumprimentou quando foi na faculdade? Você nem se quer olhou pra mim. – me acusou.
– Quis ser discreto. Não quis te expor na frente dos seus amigos. - disse serio.
– Desculpe. – ela disse.
Não tinha por que se desculpar boneca. Eu é que devia me desculpar, mas só tinha uma forma que eu pensava em fazer isso.
– Eu quero que fique comigo esta noite boneca.
Ela ficou surpresa.
– Esta N-noite?- perguntou.
Sorri do seu jeito.
– Sim. Eu a levo para sua casa antes de amanhecer. – esperei sua resposta. Ela parecia pensar. – Você quer?
Espero que ela não perceba o desespero em minha voz.
– Eu quero... – ela disse e para mim era o que bastava.
***
Como tantas vezes imaginei, Isabella estava nua deitada em minha cama. Eu passava minhas mãos por suas costas indo até aquela deliciosa bunda que me deixava com um tesão alucinado. Ela fechou os olhos e percebi que apreciava minhas caricias.
Tínhamos matado nosso desejo diversas vezes, mas sempre queríamos mais, pelo menos eu queria.
Eu não pensaria no que teria que enfrentar quando amanhecesse. Emmett. Eu havia quebrado a promessa que fiz a ele, e teria que me explicar, mas não pude deixar Isabella enfrentar seus amigos para passar a noite comigo e ficar parado. E no fundo eu queria que aqueles dois amigos dela soubessem que ela estava comigo. Quer dizer não estar de estar junto, tipo namorando, mas era estar junto no sentindo de que ela era minha, minha boneca.
Olhei para seu corpo. Ela era tão linda. Valia a pena qualquer sacrifício.
Ela girou o rosto e me olhou.
– Cansada? – perguntei sorrindo malicioso.
– Nem um pouco. – respondeu.
Sorri. Então me lembrei do que houvera na festa.
– Seus amigos parecem que não gostaram de vê-la comigo. – comentei.
Era óbvio que não gostaram. E quem gostaria que uma amiga doce e inocente se envolvesse com um cara de gangue?
– Eu não entendo você. – falou – Você não me cumprimentou na faculdade para não expor nosso relacion... o que temos aos meus amigos e aí hoje na frente de todos você revelou tudo. Por quê?
Respirei fundo.
– Isabella... eu sou um pouco complicado. Vai ser difícil você me entender. Em relação aos seus amigos hoje, eu percebi que você não estava conseguindo se justificar sobre ficar e fui ajudar só isso.
Ela não acreditou no que eu disse, mas era o melhor que eu podia fazer no momento.
– Você tem algo com aquele seu amigo loiro? – perguntei querendo saber de uma vez por todas o que ela tinha, ou teve com ele.
Quando ele veio pra cima de mim tive que me segurar muito, e não sei se conseguiria me controlar uma próxima vez.
– Não. Somo apenas amigos. – respondeu.
A olhei desconfiado.
– Ele age como um namorado ciumento.
– É só proteção... Eu acho. – falou.
– Eu acho que há mais. – instiguei.
Queria que ela me contasse tudo.
– Está bem... nós ficamos juntos a um tempo atrás. Mas foi algo sem importância.
– Pensei que você tivesse namorado há algum tempo atrás. – falei.
Ela me olhou surpresa.
– Eu tinha... Não é o que está pensando. – disse rapidamente - Eu e meu namorado... meu ex-namorado terminamos algumas vezes e aí em uma dessas vezes eu e Jasper ficamos.
– E não rola mais nada? – eu queria ter certeza. Ela era minha. Por algum tempo apenas, mas era minha.
Negou de cabeça.
– Não, é só amizade mesmo. - disse.
– Da sua parte pode ser, já da dele. Mas eu o entendo. Você é linda demais, sedutora demais e qualquer um ficaria enfeitiçado.
A olhei intenso e quis me chutar por falar essas coisas. Era somente sexo. Eu não precisava falar essas palavras bonitas. Eu não estava cortejando-a.
Ela corou lindamente, e só por isso tudo o que falei já valeu a pena.
– Posso te fazer uma pergunta? – ela falou e eu a olhei desconfiado porém resolvi arriscar.
– Depende. – falei.
Ela corou de novo.
– Desculpa... não era nada demais... deixa pra lá. – disse envergonhada.
– Faça a pergunta Isabella. – falei e não pude conter de revirar os olhos.
– Eu... eu queria saber quantos anos você tem?- perguntou incerta.
Era isso? Só essa pergunta.
Sorri.
– 23 anos.
– Ahh eu tenho 20, faço 21 em três meses. – disse – E por que não entrou pra faculdade? Emmett disse que você gostava de estudar. Que seria aceito fácil em uma faculdade. Por que não Edward?
Desviei os olhos dos dela. Não queria mentir, mas nunca poderia dizer a verdade.
– Não era pra ser. – falei.
Ela ficou me olhando a espera de algo mais.
– Eu precisava cuidar da minha família. Meu pai morreu... eu não poderia simplesmente ir pra faculdade. Eu tinha responsabilidades a assumir.
– Eu entendo. – ela disse.
Era confuso. Ao mesmo tempo em que, eu queria que ela soubesse sobre o que havia entre nós era somente sexo. Que eu era o bad boy. Líder de uma gangue, eu também queria que ela soubesse que havia outro lado de mim, escondido a sete chaves, que se preocupava com a família. Com os que eu amava.
– Ainda bem que o Emmett conseguiu estudar não é? – ela falou.
– Sim. – não escondo meu sorriso. – Emmett é o meu orgulho, e o de minha mãe também.
– Ele é muito inteligente. Será um excelente advogado. Divergimos apenas em um ponto. – Isabella disse – Ele quer ser advogado da área civil e tributaria, e eu da área penal. – explicou. – Não sei como ele pode gostar daquela chatice de direito tributário.
Eu sorri de sua carinha desafiadora.
– Eu vi seus livros no seu quarto. Temos o mesmo hábito. Eu gosto muito de ler. – ela disse.
– Eu lia mais. Parei logo que fui para a gan... que meu pai morreu. – um riso sarcástico toma conta de mim. – Ele odiava este meu hábito de ler.
Fico pensativo.
– Seu pai não era bom pra vocês? – pergunta receosa.
Percebo que estou falando demais. Não quero falar sobre isso e muito menos, envolve-la a fundo na minha vida.
– Vem aqui. – digo a ela.
Sinto a respiração dela se alterar.
Ela se inclina para mim, expondo seus seios aos meus olhos. Meus lábios encontram os dela e dou por encerrada a sessão conversa. Temos algo muito melhor para fazer.
Ela vem para meu colo. Estamos nus. E eu beijo seus seios.
– Sua pele é tão macia Isabella. Não me canso de beijá-la. – digo. – Quero foder você novamente boneca. – falo.
Ouço um suspiro de prazer dela.
– Você quer boneca?
– Sim... sim Edward. Eu quero... quero... –ela não diz.
– Diz pra mim boneca. Diz pra eu foder você. – digo enquanto beijo seu pescoço e minhas mãos estão em seus seios, em seu sexo.
– Sim... me fode. Me fode forte Edward.
Não precisou repetir. Eu coloquei o preservativo e a invadi de forma intensa.
– Porra boneca! Tão apertada e... molhada.
Isabella colocou suas pernas em meus ombros, o que deixou a penetração mais profunda. Eu conseguia ir bem fundo dentro dela. E isso era maravilhoso.
Essa mulher seria meu fim. Gozamos quase juntos. E quando amanhecia eu a levei para sua casa.
Surpreso, fiquei ao ver que ela não era assim rica como imaginei. Era de uma família de classe media. Mais uma vez a julguei mal. Mas mesmo assim ela vivia em mundo completamente diferente do meu. Não tínhamos nada a ver. Apenas por umas noites de sexo. Era isso que eu tinha que enfiar dentro desta minha cabeça.
Foi engraçado vê-la curiosa quando disse que nos veríamos ainda hoje. Ela não sabia o que minha mãe pretendia, e resolvi deixá-la no escuro.
Ao voltar para meu quarto no deposito, Emmett me esperava com uma cara nada agradável.
Mal entrei ele falou.
– Você é um desgraçado. Prometeu-me que não iria mais fazer isso Edward!
– Emmett... – tentei falar.
– Não! Escute-me. Se eu perder a amizade da Bella por sua culpa eu nunca vou te perdoar.
– Isso não vai acontecer Emmett... olha...
– Não vai mesmo. – ele disse furioso. – Sabe por quê? Por que você vai se afastar dela. Não estou pedindo Edward. Estou mandando você ficar longe da Bella.
Bella
Isabella...
A vida é mesmo uma caixa de surpresas... hoje escrevo para lhe contar que fiz não apenas um, mas dois amigos na prisão. Um já seria uma coisa imprevisível quem dirá dois.
Derek é um preso assim como eu. Ele está aqui há quase 15 anos, e ainda a um bom tempo de pena a cumprir. Fez muitas coisas erradas, mas quer mudar. Não somente por ele, mas também por conta de sua família. Ele é casado e tem 5 filhos.
Adam é ainda mais inacreditável por ter se tornado meu amigo. Um guarda de prisão amigo de um preso? Tentamos manter nossa amizade o mais discreta possível. Ele não é como os outros guardas. Não acha que é melhor que nós, ele apenas faz seu trabalho. Tem uma filha adolescente que está prestes a entrar na universidade, e isso, me lembra da época em que Emmett entrou em Princeton. É através da ajuda de Adam que vou poder escrever o que desejo dizer a você. Ele convenceu o diretor do presídio que não era nada de mau eu escrever minhas coisas.
Amanhã, quando completa oito anos que estou preso, começo a escrever tudo o que tenho que lhe dizer Isabella. Todas as coisas guardadas dentro de mim. O porquê das coisas nunca ditas entre nós, e se você ler, após isso a decisão do que será sobre nós estará em suas mãos. E eu vou aceitar ela qual seja sua escolha.
Continua...


E ai minhas Bad Boyzetes? Gostando? Calor hoje não?

SPOILER

Urubu entrou no quarto.
- Credo! Eu encontrei o Emmett a pouco, e ele quase passou por cima de mim como um trator. Que bicho o mordeu?- perguntou indo até a pequena geladeira que havia no meu quarto.
- Ele veio me intimar para que eu me afaste de Isabella. respondi.
Meu amigo sentou-se a minha frente abrindo sua cerveja.
- E você? Vai fazer o que ele disse? perguntou.
- Não sei. 
- Você não tem que fazer o que o Emmett pediu. Você e a Bella são maiores e podem fazer o que quiser. E, além disso, você não vai machucar ela.
Olhei para ele após suas palavras.
- Por que diz isso? perguntei.
- Ora... você gosta dela e não fará nenhuma bobagem. disse tranquilo.
- Pare com isso! digo tentando esconder o efeito de suas palavras em mim.
- Edward você não percebe ou não quer perceber? perguntou Você até desenhou-a antes de conhecê-la.
- Isso foi apenas uma coincidência. respondo.
- Edward...
- Pode parar ok. Tudo bem, não tenho intenção de machucá-la, mas isso o que... o que eu e ela temos é apenas sexo. E isto está muito claro entre nós. falo firme.
Urubu me olha por um longo tempo.
- É uma pena que pense assim. diz colocando sua cerveja sobre a mesinha. 
Quando ele já estava quase a porta fala:
- Talvez Emmett tenha razão... é melhor que você se afaste dela mesmo.

No comments :

Post a Comment