FANFIC CORAÇÃO INDOMÁVEL - CAPÍTULO 43

Olá Amantes do Bad Boy.

Capítulo grande hoje.

Coração Indomável

Coração Indomável
Ju Beija Flor.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência




Capítulo 43
Edward
Três meses.
Era o tempo, que pelas contas de Urubu, eu ainda teria que permanecer na gangue.
Eu não queria, mais uma esperança começou a entrar no meu coração.
Talvez eu conseguisse me livrar da gangue, e então eu teria uma chance. Uma possibilidade real de ser alguém. Alguém digno de Isabella.
Eu a esperava na esquina da sua casa. Iríamos sair. Ela queria ver um filme que estava passando. Já eu tinha outras ideias do que fazer com nosso tempo juntos.
Eu estava escorado no meu carro. Escutei seus passos e me viro vendo-a se aproximando. Ela esta linda usando um vestido verde de mangas. Ela sabe que eu adoro quando ela usa vestido.
– Oi. - diz sorridente.
Ela parece feliz.
– Oi boneca. - digo e a puxo para meu corpo. A beijo lentamente saboreando seu gosto único.
Ela bate os cílios quando paro de beijá-la.
– Você... você me deixa fraca... - diz tímida.
Eu sorrio convencido.
– Só com um beijo? - pergunto.
Ela assente.
– Quero deixa-la fraca de outras maneiras boneca. - digo safado.
Ela me dá um olhar atravessado. Eu sorrio.
– Vamos. Entre no carro. Vamos ao cinema como você queria.
Ela me dá um lindo sorriso. E penso no que posso fazer para vê-la sorrir sempre assim.
Minha mente estava totalmente na sarjeta agora. O cinema até foi divertido, pois Isabella me agarrou todo tempo com medo do filme. Mas minha mente estava na sarjeta devido ao fato que Isabella decidiu tomar um sorvete. E agora eu assistia ela lamber aquela casquinha com minha mente projetando outras coisas que ela poderia lamber e chupar.
– Está tudo bem Edward? - ela perguntou.
– Er... sim. Está bom o sorvete? - perguntei.
– Hum... uma delicia. - ela gemeu ao dar mais uma lambida.
Meu jeans estava totalmente apertado neste momento. Nossa relação era muito boa, mas ela ainda não havia feito o que todo homem ama. E eu não me sentia no direito de pressioná-la a fazer isso.
– Você não quer chupar outra coisa? - quando vi as palavras já tinham saído da minha boca.
– Hã?- ela perguntou sem entender.
– Er... quer dizer... outra casquinha?
Ela sorriu não percebendo minha gafe.
– Não. Eu estou satisfeita.
Eu não.
– Vamos? - falei.
Ela se levantou andando ao meu lado. Nessa hora tive vontade de pegar sua mão como tantos casais faziam.
Quando chegamos ao carro, eu a agarrei a pressionando contra o metal frio.
Beijamo-nos esquecendo de que estávamos em plena rua. Quando recuperávamos o fôlego Isabella me olhou com um ar de menina travessa.
– Edward... eu... tem uma coisa. Uma fantasia... que eu gostaria de realizar.
Em meu estado de excitação eu toparia qualquer coisa.
– Pode falar boneca. Eu amaria realizar sua fantasia... - falei enquanto acariciava seu pescoço.
Ela pareceu tímida de repente.
– Eu... eu nunca... nunca fiz sexo em um carro.
Surpreendi-me. Ela era tão inocentemente sexy.
– Isso é bobo não é? - disse constrangida - Você já deve ter riscado isso da sua lista na adolescência...
Coloquei minhas mãos em seu rosto.
– Não é bobo. - falei.
Ela mordeu os lábios.
– Então é isso que quer minha boneca?
Ela assentiu.
– Só que... tenho medo... - fez uma pausa - ...não quero ser presa por atentado ao pudor.
Eu joguei minha cabeça pra traz gargalhando.
– Não deixaria que isso acontecesse boneca. - peguei sua mão. - Venha.
Dirigi ate o subúrbio e abri a grande porta que dava acesso ao deposito. Lá estaríamos seguros. Levei o carro pra dentro e desliguei. No grande deposito estávamos quase no escuro, a não ser pela luz da lua que entrava pelas altas janelas do prédio.
Isabella me olhou com um brilho no olhar.
– Boa ideia.
– E estamos seguros...
Ficamos em silencio. A respiração dela era alta. A olhei.
– Vem aqui.
Ela subiu no meu colo. Começamos dar inicio a sua fantasia. Quando a toquei por baixo do vestido tive uma surpresa. Ela não usava calcinha. Como um adolescente, arregalei os olhos.
– Você... você estava o tempo todo sem calcinha? - perguntei.
Ela mordeu os lábios e sorriu safada.
– Ninguém mandou você se comportar como um santo no cinema...
– Vem aqui sua safadinha. Vou te ensinar a não me provocar.
***
– As informações conferem chefe. James está apenas com pequena quantidade de drogas hoje. Nada exagerado. - disse David.
Olhei pra onde James, e sua gangue se encontravam. Eles estavam mais afastados e pareciam apenas concentrados em beber e conversar. Um grupo normal.
Hoje somente o playboyzinho estava com ele. Não vi a irmã de Isabella.
Esperava que ela tivesse tomado juízo.
– Certo. Fiquem de olho de qualquer forma. Aro pediu isso. -falei.
Pouco depois, quando me encontrava sozinho uma loira me abordou. Era a irmã de Isabella. Ela sorriu.
– Então?... você e a minha irmãzinha hein?
Fiquei tenso. Se ela sabia então... James poderia saber.
– Não sei do que você está falando. - respondi evasivo.
– Ah pare com isso... eu vi vocês... na faculdade um dia desses. Pareciam bem... íntimos.
Porra! Eu não sabia o que dizer.
– Quem diria... minha irmã toda certinha. Nunca imaginei... ela com um cara de gangue.
Fixei meus olhos nos dela.
– Olha aqui garota. Você pode ser desmiolada e fazer o que quiser com a sua vida... - disse com raiva -, mas deixe sua irmã fora disso. Ouviu. E não conte nada do meu envolvimento com a sua irmã ao seu grupinho. - apontei na direção de James e sua gangue - Não quer que nada aconteça com ela não é?
Ela arregalou os olhos e negou de cabeça.
– Ótimo. Se associarem sua irmã a mim, ela pode correr perigo. Pelo jeito você não seguiu meu conselho, mas pelo menos deixe Isabella fora disso.
Saí de perto de Kate com a cabeça fervendo. Mesmo tendo certeza de que ela não queria que nada de mal acontecesse a Isabella, eu não confiava nela. E isso me atormentava. Isabella poderia estar em perigo por minha causa?
Com a cabeça fervendo por conta desses pensamentos, fiz minha primeira merda com relação a Isabella, quando na noite seguinte eu e Isabella iríamos nos encontrar, e ela me ligou explicando o motivo de não poder vir.
 Meus pais estão arrasados por que ela foi presa.
Respirei fundo. Até que demorou, pensei. Ela estava envolvida com pessoas perigosas e a corda sempre arrebenta para o lado mais fraco, no caso ela e o namorado, que não sabiam onde estavam metidos.
– Sua irmã foi presa, mas logo será solta. Isso não é o fim do mundo.
– Pode não ser para nós, mas para eles que são pais amorosos e dedicados é sim.– ela disse.
Se os pais dela ficavam chateados com isso, imagina se soubessem que ela estava envolvida comigo, e que por isso ela poderia estar em perigo.
– Imagino o que eles diriam se soubesse que você está trepando um cara que está envolvido em uma gangue. - falei quase debochando. Eu estava com raiva, não dela, mas de mim mesmo.
 Não estou entendendo por que está dizendo isso.– perguntou parecendo chateada.
– O que você quer que eu diga Isabella? - perguntei. - Ah que eu sinto muito e essas baboseiras? Bom eu não sinto. - não pela sua irmã com certeza. - E isso nem é nada se for pensar no que eu já fiz. O que eu estou querendo dizer Isabella é que eu não sou o homem certo pra você estar envolvida. Sua família vai te internar se souber sobre mim.
Ela ficou calada por um tempo.
– Desculpe te incomodar com meus problemas Edward. Nosso relacionamento baseado em sexo não permite este tipo de intimidade não é? Pode deixar que quando eu estiver disponível para trepar eu ligo te avisando. Boa noite. - ela desligou sem que eu tivesse como protestar.
Esforcei-me pra não jogar o telefone na parede. Que idiota! Eu tinha que falar daquele jeito com ela?!
Desculpe boneca. Eu sinto muito sim por você e pela sua família. Não leve em consideração as merdas que eu faço. Boa noite linda. Eu sinto sua falta. Beijos.
Enviei a mensagem. Parecia meloso demais, mas era o que eu queria dizer a ela. Eu esperava que isto fosse suficiente para ela me perdoar.
***
Eu esperei até cair na caixa postal. Que droga! Por que ela não atendia? Estava ainda brava? Mas que droga! Iria me fazer correr atrás que nem um cachorrinho? Edward Cullen não corre atrás de ninguém. De mulher principalmente. Mas era o que estava acontecendo agora.
Resolvi partir para o ataque e ir até a faculdade falar com ela. Estacionei próximo de onde vi o carro dela. Fiquei esperando encostado no meu carro. Estava muito quente para esperar dentro dele, e foi quando uma loira se aproximou.
– Oi. - disse melosa.
Eu não estava com paciência. Nem me dei ao trabalho de responder. Eu analisava o estacionamento atrás de Isabella.
– Eu sou Irina. - ela disse. - Você é o Edward Cullen não é?
Ela conseguiu minha atenção.
– Como sabe meu nome? - perguntei frio.
Ela de um sorriso que por certo achava ver sexy.
– Ah eu sou boa em descobrir nome de pessoas, e quando vi você aqui outro dia eu sabia que precisava descobrir seu nome...
Eu já nem escutava mais o que ela dizia, pois Isabella vinha andando pelo estacionamento, acompanhada do loiro, o tal Jasper. O ciúme percorreu meu corpo.
Ela parou quando me viu.
Tentando controlar minha raiva fui ao encontro dela. Ela fez o mesmo. Quando nos aproximamos nenhum de nós disse nada. Até ela falar:
– Oi. O que fazia com aquela garota?
– O que você fazia com o loiro? - perguntei ríspido.
Ela piscou meio sem entender.
– Jasper? Ele é meu amigo. - respondeu.
– Não estavam brigados?
Pelo que eu sabia ela não estava falando com ele.
– Sim... mas fizemos as pazes... sempre fomo amigos. Edward... por que aquela garota...
– Então agora tudo está bem entre vocês, e você vai ficar pra cima e pra baixo com seu amiguinho?
Eu não a deixei falar. Eu estava tomando pelo ciúme.
– Olha aqui você não manda em quem é meu amigo ou não. -disse empinando aquele narizinho e me desafiando.
– Agora entendo o porquê não atendia minhas ligações. -falei.
– Como é que é? - perguntou - E Irina ali se atirando pra você? Pode me explicar?
Quem? Do que ela estava falando?
– Quem? Irina?
– Não se faça de desentendido Edward. A garota loira que estava ao seu lado agora a pouco.
Um sorriso quis se formar em meu rosto.
– Você está com ciúmes da garota?
– Não! Nem em sonho. - bufou - E você? Está com ciúmes do Jasper? - perguntou brava.
– Não. Nem em sonho. - respondi. Respirei fundo. - Eu não faço ideia quem seja aquela garota, e nem lembro o que ela estava falando comigo. - falei sincero eu não lembrava mesmo.
Eu só pensava que ela poderia estar querendo dar uma chance aquele loiro que, visivelmente gostava dela, e era alguém bem melhor que eu.
Ela me olhou por um tempo. Eu me aproximei e coloque minha mão em sua cintura a trazendo para mim.
– Eu vim aqui por que queria me desculpar mais uma vez pelo... pelas minhas palavras rudes com você. - falei.
– Tudo bem. - ela disse, mas não me convenceu.
– Não está não. Só vai estar bem depois disto.
Tomei seus lábios com os meus. Alguns dias sem beijá-la, e eu parecia um viciado sem sua droga preferida.
***
Estávamos deitados nus. Nossos corpos colados um de frente para o outro após uma maratona de sexo incrível.
– Adoro seu corpo. - falei.
Senti-a estremecer de prazer com meu elogio. Minha mão corria pela lateral de seu corpo.
– Adoro que você esteja sempre tão pronta pra mim. - sussurrei em seu ouvido.
Ela escondeu seu rosto em meu ombro. Ainda tão tímida.
– Envergonhada boneca? Depois de tudo o que fizemos? - perguntei divertido.
– Um pouco... eu sou assim. - ela disse.
– Eu amo que seja assim. - assumi.
– Eu achei que preferisse mulheres mais cheias de si.
Eu prefiro você, eu queria dizer.
– Você não precisa mudar quem é pra agradar quem quer que seja. É por isso que você é tão... única.
Meu telefone tocou e atendi sem olhar.
– Cullen. - falei.
 Chefe?– era a voz de David. -Você precisa vir rápido aqui na rua 15 do subúrbio. É urgente... -disse ofegante– al...alguém pegou a Deryn.–disse.
Engoli em seco. Já sabia o que havia acontecido. Já havia visto casos como este, ele não precisava se expressar melhor. Eu só esperava que ela... não... não gostava nem de pensar.
– Entendi. - falei- Em 15 minutos estou aí.
Desliguei e me levantei vestido à roupa apressado. Meu Deus! San! Eu espero que ele não esteja lá.
– Edward... O que houve?- Isabella perguntou.
Droga! Isabella por aqui não era bom.
– Problemas... Isabella não saia daqui ok. - falei tenso.
– Por quê? Eu posso ir pra casa...
– Não tenho ninguém para leva-la ate a saída. Por favor, fique aqui.
Por favor, não seja teimosa agora.
– Está bem. -disse emburrada.
– Eu volto o mais rápido que conseguir para levá-la em casa.
Eu precisava tirá-la daqui independendo do que iria encontrar.
Meu carro derrapou na estrada de chão batido. A rua era escura e reconheci o carro de David.
Desci rápido e encontro dele que estava branco.
– Chefe ainda bem que veio rápido. San está vindo pra cá.
– Porra! Você o avisou?!- perguntei bravo.
– Não. Claro que não. Não sei como ele soube, não sei nem se sabe o que aconteceu. Só sei que ele está vindo pra cá. - explicou.
Respirei fundo.
– Tente avisar Urubu para que ele segure San. -falei. -Onde ela está? -perguntei.
David engasgou.
– Mais ali... no barranco.
Senti uma sensação ruim. Eu fui à direção que ele mostrou. Meu coração batendo forte. Então a vi. A menina que cresceu na minha rua. Que eu e Emmett brincávamos quando éramos crianças.
Deryn estava deitada de lado, os olhos abertos pareciam em transe. Havia machucados em seu rosto, onde deveriam ter batido nela. Apertei as mãos em punho com ódio. A roupa dela estava rasgada, porém David havia coberto seu quadril e pernas com sua jaqueta.
Ela respirava fraco.
– Deryn... - falei quase em um sussurro. - Sou eu... Edward...
Levei minha mão para tocá-la, e ela quase saltou longe de mim estremecendo e chorando. Recuei de imediato.
– Calma... calma eu não vou tocá-la. - falei tentando acalma-la. - Deryn... você está com dor? - ela finalmente me olhou. Seus olhos preenchidos por lágrimas.
Levemente, ela assentiu.
Eu precisava levá-la para um hospital. Estava machucada e sabe lá Deus o que mais. Porém não poderíamos levá-la a um hospital comum. Tudo o que envolvia gangue tinha que permanecer na obscuridade.
David estava ao meu lado, e apesar de eu querer gritar eu falei baixo para não assustá-la.
– Conseguiu falar com Urubu?-perguntei.
– Sim. Ele vai tentar impedir... ele de vir.
– Ok. Agora ligue para Dra. Sara e Dra. Viviam. Diga que estamos levando uma pessoa que precisa de cuidados médicos. - falei ainda mais baixo - explique o que aconteceu.
– Certo. - David disse.
Ele se afastou. E eu voltei a concentrar minha atenção naquela jovem machucada.
– Deryn... querida... nós vamos cuidar de você. - falei tentando soar seguro e suave. Eu percebia o medo em seus olhos. - Me diga... quem fez isso com você?
Pela primeira vez ela cravou seu olhar no meu. Lágrimas ainda corriam de seus olhos.
Senti que ela queria falar.
– Confie em mim. A pessoa que fez isso terá o que merece. Diga-me Deryn...
Ela puxou uma respiração.
– De... Demetri... - sussurrou.
Meu sangue ferveu. Desgraçado. Ele iria pagar caro por ter feito isso. Eu iria matá-lo.
Barulhos de carros chamaram minha atenção. Ao olhar vejo San correndo em minha direção, no entanto sou mais rápido que ele, e o impeço de ver sua noiva do modo que está. Ele para quando me vê.
– O que está acontecendo chefe? - ele pergunta.
– San é melhor se afastar. - falei.
David segurava San o impedindo de avançar.
– Chefe... disseram que era algo com a Deryn... - diz parecendo transtornado.
Eu vejo o desespero dele. Sinto em meu peito a angustia dele.
– San...
Sem se envergonhar ele começa a chorar.
– É ela não é?
Eu apenas faço que sim com a cabeça. Ele se adianta para ir até ela.
– Tem certeza? - pergunto. Se fosse comigo. Se fosse alguém que eu amasse eu... não sei como reagiria.
Ele foi até ela. Eu, David, Urubu e Shane, que haviam chegado junto com San, o seguimos.
Ele se aproximou dela.
– Deryn...baby sou eu... San. - ele disse.
Então ele a tocou. E ela começou a gritar. Um grito de desespero que eu nunca mais iria esquecer.
Ele foi conversando com ela, e ela foi se acalmando até que San conseguiu segurá-la em seus braços.
– Acho que eu nunca vou esquecer os gritos dela. - David falou baixo.
San embalava Deryn em seu colo confortando-a.
– É por isso que eu digo. Quando se é um cara de gangue não se deve envolver com a mulher que ama. Sua família e seu amor sempre irão pagar pelos seus erros. - Shane falou e saiu indo para o carro.
Eu fiquei pensando no que ele disse.
San e Shane levaram Deryn para o local que tínhamos para eventuais emergências. Dois médicos da confiança de Aro que prestavam serviços para a gangue iriam cuidar dela.
O restante de nós foi à busca de Demetri. Reuni todos que eu podia para sair Nos separamos, e em minha busca não tive muita sorte até encontrar James em um bar jogando sinuca. Ele estava sozinho, sem os membros de sua gangue, assim como eu.
Quando parei ao seu lado ele me encarou.
– Edward Cullen. Deseja algo? - perguntou irônico como era seu habito.
A raiva borbulhou dentro de mim.
– Você sabe muito bem. Eu estou atrás de Demetri.
– Eu? Por que eu saberia o que você quer com ele?
– Não se faça de burro James. Sabe o que ele fez com a Deryn a noiva do San.
Lembra-se dela? Aquela menina da nossa rua, que brincávamos quando éramos crianças? Ela foi brutalmente espancada e estuprada.
Percebi que ele sabia do que eu falava.
– Não sei do que você está falando. - disse.
Eu não aguentei e parti pra cima dele o segurando pelo pescoço.
– Sabe sim! E agora nós queremos o Demetri.
– Vai ver ela se ofereceu a ele...
Não deixei terminar de falar e lhe dei um soco. Quando se recuperou veio pra cima de mim e nos engalfinhamos no chão.
– Eu sempre quis socar este seu rostinho bonito Edward.
– Ah é? Tente então. - o desafiei.
Brigamos até que os presentes no bar nos separassem.
Eu sentia um corte no olho e no lábio. James batia forte, eu tinha que admitir, porém ele estava bem pior que eu.
– Você sabe que é contra as regras não entregá-lo depois do que ele fez James?- falei.
– Primeiro eu não sei se foi ele, e eu não sei onde está. - disse.
É claro que não acreditei nele.
– Se tiver escondendo Demetri, Aro ficará sabendo, e ai esqueça o acordo que ele fez com você.
Vi que havia tocado em um ponto importante. Aro podia exterminar a gangue de James se assim quisesse. Eu não entendia por que ele não fazia isso. Aro permitia que James tivesse sua gangue. Mas se ele não mantivesse sua palavra em relação às regras, com certeza Aro não iria mais permitir que as coisas permanecessem como estava.
James disse onde eu poderia encontrar Demetri. Quando eu me dirigia pra ir ate lá, antes de chegar ao meu carro, meu telefone tocou.
– Chefe... Encontramos Demetri.– a voz de David parecia afobada.
– Ótimo. Levem-no aquele lugar de sempre e me esperem lá. Vou até meu quarto, no deposito, buscar algo que esqueci.
– Sim. Chefe só que... tem outra coisa. Demetri... estava armado quando o achamos e... Urubu se adiantou, e ele foi atingido.
Congelei no lugar. Esperando por suas próximas palavras.
– Ele... como ele está?- perguntei aflito.
– Já o levamos para os cuidados do médico, chefe. Eu... eu acho que ele vai ficar bem.
– Certo. Logo estarei ai.
Voltei como louco para o meu quarto e quando entro vejo Isabella. Droga! Com toda esta loucura, eu havia esquecido que ela estava aqui. Eu precisava tirá-la daqui. Não podia deixa-la em perigo e ainda lidar com tudo.
– Edward... O que houve? Você está machucado? - perguntou nervosa.
Não era para ela estar aqui. Este não era seu mundo. Passei direto por ela indo para meu armário onde estava minha arma.
– Nada. Eu estou bem Isabella.
– Mas... mas você está todo machucado. - disse e senti-a preocupada.
– Não é nada eu já disse! - falei duro.
Encontrei a arma.
– Edward... Você não vai sair, vai?
– Vou sim. O meu pessoal precisa de mim.
Preciso de um jeito de tirá-la daqui. Ela conseguiu se colocar a minha frente e me tocar.
– Mas você está machucado. Não pode sair assim. Eu estava tão preocupada. - falou acariciando meu rosto.
– Quem você pensa que é pra dizer o que eu devo ou não fazer?- falei ríspido. - Você não é minha namorada. Não devo satisfação a você e nem a ninguém. - ela recuou e vi a mágoa em seus olhos.
– Logo Elisa vem aqui para te levar em casa. - falei e saí antes que eu voltasse e pedisse perdão a ela.
Eu não podia lidar com ela, meus sentimentos e mais tudo o que eu havia acontecido.
***
Urubu resmungava enquanto Elisa arrumava seu travesseiro.
– Está doendo? - ela perguntou.
Ele fez uma careta de dor, que eu sabia ser exagerado, só pra deixá-la com pena dele.
– Sim. Mas se você me der um beijinho a dor passa rapidinho.
Eu tive que me segurar pra não rir.
– Muito engraçado Frank. - Elisa disse se fingindo de brava. - Vou buscar seus remédios. - ela saiu.
Ele riu. Eu balancei a cabeça. Ele não tinha jeito, mas eu estava feliz por meu amigo estar se recuperando. Ele era forte.
– A policia não apareceu?- Urubu perguntou.
Eu neguei.
– Ainda bem. Quem iria se importar com aquele ser desprezível como o Demetri. Por certo James não disse nada. E se eu não me engano ele não tinha família. - Urubu refletiu. - Que fique onde está, no inferno que é o lugar dele.
Permaneci quieto.
– Você estava lá... foi você que... o executou? - perguntou receoso.
– Fui eu quem deu a ordem, mas não foi eu que puxei o gatilho, porém isso não faz diferença. - respondi.
– E quanto a Deryn e San?
– Eles foram para a cidade que mora a irmã dela. Ela... parece bem. Mas acho que isso deixa marcas pra sempre em uma mulher.
Urubu respirou fundo.
– Nem me diga. Acho que nunca vou esquecer os gritos dela quando San chegou. Isso me assombra - ele disse.
A mim também.
– Não gosto nem de pensar se fosse com a Elisa... acho que eu surtaria.
Eu também pensava assim. Se fosse com Isabella...
Elisa entrou trazendo os remédios de Urubu.
– Acabei de mandar uma mensagem a Bella avisando que você está bem. Ela estava preocupada. - Elisa disse a Urubu.
Eu fiquei quieto. Depois do que tinha feito a ela, eu me sentia envergonhado. Já havia passado alguns dias, e não havíamos nos falado.
– Precisa trazer ela aqui pra me ver Edward. - ele disse.
Desviei os olhos dos dele.
– Eu... e... eu e Isabella não estamos nos falando. - falei por fim.
Urubu me encarou.
– O que você aprontou desta vez?
– Eu fui... grosso com ela. Rude. - confessei.
– Que novidade, na maioria das vezes você é. - Urubu disse.
Elisa que escutava tudo cruzou os braços me encarando.
– O que? - perguntei.
– Você tem que se desculpar. - ela disse.
– Ela não vai me ouvir. - respondo.
– Você não vai saber senão tentar.
– Escuta ela Edward. - Urubu disse - As mulheres sabem dessas coisas.
E eu escutei. Dois dias depois eu tentei ligar para Bella. Ela não atendeu. Então fui à faculdade para conversar com ela e me desculpar. Ela estava muito brava. Não deu a mínima e nem me deu oportunidade para me desculpar.
Quando ela saiu em seu carro com sua amiga Alice, a loira que no outro dia tinha me abordado, se aproximou novamente. Mais uma vez mostrei meu desinteresse por ela, mas ela colocou um papel no bolso do meu jeans. Só mais tarde, em casa, percebi ser o número do telefone dela.
Era uma atitude extrema. Eu sabia disso, mas eu precisava arriscar. Eu não iria desistir de me desculpar com ela.
Saí do carro, que estacionei em frente à bela casa. Era noite e eu via as luzes acesas. Deveria ser quase hora do jantar. Mas agora que vim até aqui eu não iria recuar.
Aproximo-me da porta. Minhas mãos estão suando. Acho que nunca fiquei tão nervoso na vida. Toco a campainha e aguardo. É quando Isabella vestida de calça de moleton e regata abre a porta. Ela estava linda o que não é surpresa, ela sempre está.
Ela me olha surpresa. Seus belos olhos surpresos.
– Edward...
– Oi. Será que poderíamos conversar?- pergunto inseguro.
– Você está maluco? O que está fazendo aqui? E eu já não deixei bem claro não quero conversar com você? - ela sussurra.
– Quem é filha? - homem se aproxima. Deve ser o pai dela. É alto com cabelos escuros e usa um bigode. Parece até um xerife.
Ele me observa curioso.
– É... é Edward. - Isabella diz nervosa. - Filho da Esme Cullen.
Por que ela citou minha mãe ao responder a pergunta do pai?
– Ah você é filho da Esme. Prazer rapaz. Eu sou Charlie Swan. - o pai de Isabella diz estendendo a mão.
– Prazer senhor Swan eu sou Edward Cullen.
– Entre rapaz. Estávamos a pouco falando sobre sua mãe. - ele diz.
Eu entro na casa e reparo que é uma casa de bom gosto, mas sem grandes luxos. Mas o que me preocupa é: O que minha mãe tem a ver com o pai de Isabella?
Charlie Swan oferece que eu sente no sofá. Eu faço. Isabella e o pai estão no sofá do outro lado da sala.
– Me desculpe não entendo. Por que o senhor e Isabella estariam falando sobre minha mãe? - pergunto.
– Sua mãe trabalha no hotel em que eu administro, e eu estava analisando as fichas dos funcionários. E Bella reconheceu sua mãe. - ele responde.
Nossa! Isso que é coincidência.
– Há algum problema com a minha mãe no trabalho? - perguntei receoso.
– Não meu rapaz, nada disso. - o pai de Isabella ri. - É até antiético falar isso, mas como é amigo da minha filha eu não vejo problema. Eu estava verificando as fichas dos empregados para lhes dar uma promoção, então Bella reconheceu sua mãe entre elas, e me disse o quanto sua mãe é dedicada e batalhadora. Bom, em primeira mão quero que saiba que sua mãe será promovida. Ela é uma ótima funcionaria e nada mais justo que isso. Eu só precisei da ajuda da minha filha para enxergar melhor os fatos.
Eu olhei para Isabella encantado. Ela ajudou minha mãe. Qualquer outra pessoa não se daria o trabalho de fazer isso. Não sei como era possível, mas essa garota que entrou em meu coração só fazia cada vez mais eu me apaixonar por ela.
Quando volto meu olhar para o pai de Isabella, ele está me analisando atentamente.
– Obrigado por isso Sr. Swan - digo quando consigo falar. - Minha mãe é realmente é uma mulher admirável.
– Que isso? Eu não fiz nada demais. Bom... vou deixar vocês conversarem. - ele disse e saiu.
– Eu... eu não sei nem o que dizer...
Eu tinha vindo para me desculpar, mas já nem sabia mais o que fazer após essa descoberta. O que eu realmente queria era ser alguém digno de Isabella. Que pudesse orgulhá-la assim como ela fazia comigo. Alguém que o pai dela pudesse admirar por ser o homem escolhido de sua filha. Mas só que eu não era esta pessoa.
– Não tem que dizer nada. Provavelmente ela seria promovida mesmo sem eu falar nada. - ela disse.
– Não importa Bella. O que você fez foi... incrível. - admiti.
– O que você quer aqui Edward? - perguntou.
Voltei ao meu propósito com sua pergunta.
– Nós temos que conversar.
– Não quero falar com você. Acho melhor ir embora. - falou.
– Isabella...
– Eu quero que vá embora Edward. - disse firme.
Eu vi o quanto ela estava chateada.
Eu assenti e fomos até a porta.
– Quando você quiser falar comigo... Pode ser quando você quiser. Eu vou esperar. - falei.
Ela não respondeu, e eu saí de lá me sentindo pior do que quando cheguei.
Fico parado em meu carro por um tempo observando a casa de longe. Não sei por que ainda não fui embora. Mas uma sensação de que eu precisava falar com Isabella hoje não me deixava.
Saí do carro e fui até a casa me esgueirando para que não fosse visto. Escalei a casa e consegui ir para o segundo andar. Entrei numa espécie de sala. Estava tudo quieto e no corredor ouvi vozes. Isabella e os pais conversavam. Fui à procura do meu destino e por sorte a primeira porta que encontrei era o quarto de Isabella. Eu sabia disso antes mesmo de ver as fotos dela que emolduravam os porta-retratos, pois seu perfume estava presente no ambiente.
Analisei seu quarto que ainda era cheio de bonecas. Era até engraçado já que eu a chamava de boneca. Fui até sua cama e fiquei esperando por ela.
Ela entrou uns 30 minutos depois, e estacou quando me viu. Eu dei meu melhor sorriso a ela.
– Edward... o que faz aqui? Como entrou no meu quarto?- perguntei.
– Belo quarto. Ainda é a menininha do papai. - brinquei com ela.
Ela corou. Sorri.
– Como entrou aqui? - repetiu a pergunta.
Mostrei a janela.
– Como?- perguntou surpresa.
– Ora não é difícil para um cara como eu abrir uma simples janela boneca.
– Edward...
Antes que ela falasse eu peguei suas mãos e a fiz sentar próximo a mim.
– Me deixa falar com você boneca. Todos têm o direito de defesa não é?- perguntei - Eu sei que não devia ter sido tão rude com você, mas Isabella... eu sou assim. Não sei ser de outro jeito... fora isso que as coisas ficaram complicadas naquele dia. Outra gangue... eu não gosto de falar disso com você. Você não precisa saber sobre isso. Sobre como a minha vida é na verdade. - suspirei.
Eu não a queria no meio da loucura que era minha vida. E contar-lhe era colocar ela em maior contato com tudo. Ela permaneceu quieta.
– Você vai me fazer falar não é?- falei - Temos um trato entre as gangues no subúrbio que se um membro de uma gangue fizer algo com um parente de um membro de uma gangue rival, a gangue prejudicada pode se vingar desta pessoa. E naquele dia... soubemos que um membro da gangue do James sequestrou e estuprou a noiva do San. Você deve lembrar-se dele. Ele estava na mesa comigo na festa aquele dia em que você veio.
Ela assentiu. Contei a ela tudo da forma mais editada possível.
– Eu sei que isso pode mudar muito as coisas entre nós..., mas você precisa entender que nós apenas tiramos do mundo um ser nojento que foi capaz de fazer algo tão sórdido com uma moça inocente. Não estou dizendo que somos santos... bom, então quando voltei ao quarto você estava lá e eu não consegui administrar tudo o que estava acontecendo e descontei em você.
Olhei em seus olhos.
– Me desculpe Isabella. É só o que posso dizer no momento. Sobre o resto não posso modificar nada. - falei sincero.
Ficamos em silencio.
– Você deve estar assustada. - perguntei.
– Eu estaria mentindo se dissesse que não me assustou...
– Se quiser eu posso ir embora, eu já fiz o que tinha que fazer, que era te explicar tudo.
– Não!... não quero que saia.
Ela ficou quieta com o pensamento longe. Então toquei seu rosto, e ela me olhou.
– Eu já te falei que não sou o cara certo pra você se envolver, e agora conhecendo seu pai... vejo que eu estou certo.
Era a mais pura verdade. Eu não a merecia. Ela merecia mais.
Sem esperar ela se inclinou e me beijou. A saudade que sentia dela estava querendo me dominar.
– Mas como você disse uma vez Edward você não consegue se afastar de mim, assim como eu não consigo me afastar de você.
Com essas palavras meu controle foi para o espaço e a beijei com ânsia. Seu gosto misturando-se ao meu. Deitei por cima de seu corpo na cama.
– Já transou na sua cama boneca? -perguntei e esperava que a resposta fosse negativa.
Respondeu a minha pergunta negando com a cabeça.
– Acho que vou ter que te dar esta experiência então. - a pressionei mais contra a cama.
Ela sorriu.
– Vamos aproveitar que seus pais não estão em casa. Ai você pode gemer alto boneca. - falei.
Ela me ajudou a tirar minha camiseta.
– Vamos tirar esta roupa minha linda?
Suas roupas foram sumindo enquanto eu a beijava em todos os lugares que eu sabia que a deixavam maluca.
– Hum... - ela gemeu.
– Vou te tratar bem boneca. Vou fazer você se sentir muito bem.
Quando ela estava nua, e eu de cara com seu sexo falei:
– Vou te chupar gostoso minha linda até você ficar bem molhada para eu me enterrar em você.
Senti ela estremecer com minha palavras, e depois quando passei a língua em seu clitóris.
– Porra Edward! - gemi.
Dediquei-me ao máximo em agradá-la, porém eu estava louco de desejo e não poderia esperar mais para estar dentro dela.
– Eu queira deixar você terminar boneca, mas não vai ser possível. - Coloquei o preservativo e entrei nela. - Nossa boneca... Ah você está muito molhada e gostosa como sempre.
Ela se remexeu para que eu fosse mais dentro dela.
– Mais... Mais forte Edward. Me fode forte. - suas palavras me enviaram a borda.
– Vou te foder forte. Boneca... linda. Delicia. - gemi.
Após o sexo maravilhoso eu fiquei vigiando seu sono. Ela dormia em meus braços e fiquei pensando em como uma coisa tão errada podia parecer tão certa.
***
Dois dias depois eu voltava do centro da cidade, indo para o subúrbio, quando vi um carro no acostamento. Parecia estragado, e nem por um momento pensei em parar até ver quem era o motorista. Era o pai de Isabella.
Bella
Dez anos antes...
– Você vai levar essas roupas? Alice perguntou.
– Tudo o que está em cima da cama Alice. - falei.
– Você não precisa dessas roupas, em Paris poderá comprar roupas novas e lindas. -ela disse.
Eu ri.
– Você é que curte compras Alice, não eu. - respondi.
– Se você não fosse pra Paris não precisaria comprar nada. - Ângela, que estava sentada na minha cama, disse triste. Ela não queria que eu fosse.
Após minha conversa com Bryan, eu decidira sair do escritório dele. Precisava pensar no que fazer da minha vida. Então a sugestão de Alice surgiu como a melhor coisa que eu pudesse fazer.
Eu precisava me afastar de tudo. Da família Cullen, pois eu não queria que soubessem sobre minha gravidez. Não era o correto? Acho que não, mas se o pai da minha filha não quis saber quando tentei de todas as formas contar, eu não precisava ter pudor em não contar a sua família. Apenas Rose sabia. Ela era minha amiga, e eu confiava nela. Minha mãe e irmã também sabiam e ficaram surpresas.
– Ângela nós já conversamos sobre isso. - falei.
Eu sabia que ela estava triste, mas eu precisava ir.
– Tudo bem. Não vou mais choramingar. Vou ajudar a arrumar as suas coisas.
Passamos a tarde ajeitando as coisas que eu levaria para a França. No inicio eu moraria com Alice e Jasper, mas logo eu arrumaria um local para mim. Quanto a este apartamento, eu ainda não sabia o que faria. Havia muitas lembranças aqui.
À noite, fiquei sozinha em casa. Fiz um jantar e comi muito. Meus enjoos já haviam passado. Afinal já estava quase no quarto mês de gestação.
Voltei para meu quarto organizando as últimas coisas que levaria. Minha viagem já era no outro dia. Olhando umas caixas, achei aquela que ficava escondida no fundo do meu armário, e eu sabia bem o que havia dentro dela.
Abri lentamente. Vi o cd e a pequena correntinha. Meu coração se apertou. Quando peguei a pequena joia. Fiquei olhando pra ela me lembrando de quando Edward a dera a mim. E então senti um estremecimento em meu ventre. Algo que eu nunca havia sentido. Quando a realidade do que se passava me assaltou, comecei a chorar.
Minha filha, meu pequeno bebê se mexeu pela primeira vez, justo quando eu segurava um presente do seu pai.
Continua...


E aí? Perceberam como as coisas estão indo na direção do nosso bad boy fazer as burradas que fez? Hum...

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