FANFIC CASTELO DE AREIA - SEGUNDA FASE, CAPITULO 12

Oi meninas!
Espero que amem este médico sedutor e sua princesa.
Hoje tem momentos família do nosso médico, ainda um momento triste, vocês vão poder ver onde será o reencontro de nosso casal que promete e mais no final uau! Kkkk não vou falar. Tem que ler.


Castelo De Areia

CASTELO DE AREIA 
JU BAUER (JU BEIJA FLOR)

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo



Segunda Fase - Capítulo 12
Há três dias que Isabella estava em Seattle. Só o que ela sabia fazer era chorar. Quando estava sozinha, e quando Grace ou outra pessoa estava por perto ela tentava disfarçar sua dor.
Sua filha estava também triste. A animação se fora dos olhos de sua menina, e por isso Isabella organizara uma tarde de meninas. Mandara chamar todas as amiguinhas de Grace para que ela pelo menos tentasse se animar um pouco. Surtira o efeito desejado. A menina estava rodeada pelas amigas, mas só o que ela falava com as amigas era do tempo que passara em Monterey, e de como ela gostara de lá.
Bella ouvia tudo aqui e seu coração se apertava.
A relação com Jacob era como ela esperava que fosse fria e distante. O mesmo tratamento ela atribuiu ao sogro que com certeza sabia de tudo desde o começo.
Antony Masen tentava se aproximar, mas Bella não dava espaço a ele. O que conseguiu animar um pouco a jovem era a presença de Ângela Webber. Ela temera por ela quando a mesma lhe ajudara a fugir, mas pelo jeito ninguém descobrira.
Deitada em sua cama Bella suspirava de saudade de Edward. Olhando para o teto de gesso da mansão ela pensava se podia haver alguma maneira de sair desta situação. Agora mais calma e com Jacob achando que ela faria tudo o que ele queria ela podia pensar melhor. Haveria uma saída? De repente ela saltou na cama. É claro que havia. Mas como faria isso? Como encontraria esta pessoa? Ela estava sendo vigiada o tempo todo. Bom, não quando estava dentro de casa.
Levantou e correu ao escritório de Antony Masen. Ela sabia que ele não estava em casa assim como Jacob, somente quem estava lá era sua amiga Ângela. Perfeito.
Ao entrar na sala decorada no estilo vitoriano encontrou Ângela concentrada em algo no computador. Ângela levantou o olhar e viu Bella. Ela sabia mais ou menos o que havia acontecido com a amiga, mas não a pressionara em contar.
– Oi Bella.
– Oi Ângela. Preciso de sua ajuda. - Com medo de que houvesse câmeras Bella tentou disfarçar. – Sabe que na semana que vem é aquele baile anual aqui na mansão e não posso sair pra comprar algo apropriado para a festa e... quero estar bonita. – Ângela conhecendo a amiga sabia que ela queria dizer outra coisa.
– Claro Bella. Eu posso ver algo para você. Com certeza os grandes costureiros do mundo da moda gostariam de vestir a senhora Masen para esta festa. – Ângela a olhou de uma forma que Isabella entendeu que ela havia entendido que não era sobre vestidos o assunto.
– Então... eu vou escrever aqui uma lista dos costureiros que eu quero que você veja para que venha aqui para eu escolher um vestido ok. – Bella pegou um papel e escrevia duas coisas ao mesmo tempo. Em um, era uma lista de famosos estilistas. E em outro, um breve bilhete.
“Preciso que encontre esta pessoa. Não use nada aqui da mansão. Se preciso use Lan houses”.
Abaixo seguia o nome da pessoa e as informações que tinha a respeito da mesma.
– Só isso? – Ângela perguntou. Ela se referia à escassez de informações que Bella tinha a respeito da pessoa que ela precisava encontrar.
– Sim. Só isso. - respondeu pedindo com os olhos que Ângela fizesse o possível.
– Tudo bem. – Ângela sorriu. -Vou conseguir os mais lindos vestidos Bella. Pode ter certeza.
– Confio em você em Ângela. Tenho certeza que fará um ótimo trabalho. – Bella disse.
***
Edward segurava um dos sobrinhos nos braços e se lembrava de quando segurou Grace assim pela primeira vez. Balançou a cabeça tentando não pensar, não lembrar.
– Vocês precisam decidir o nome deles de uma vez. – Alice disse com o outro gêmeo nos braços. – Já está ficando ridículo. Os meninos nasceram ontem e vocês ainda continuam nesta briguinha pelos nomes.
A família Cullen estava reunida no quarto privativo em que Rosálie estava internada após dar a luz aos gêmeos no dia anterior.
– Eles estão em um impasse amor. – Jasper disse quase babando olhando o lindo menino dormindo nos braços da esposa.
Rosálie bufou.
– Eu não quero colocar nomes de cozinheiros franceses nos meus filhos. – ela disse.
– Não são cozinheiros. – Emmett replicou. – São nomes famosos dos maiores chefes da gastronomia francesa e mundial.
– Grande bosta. – Rose disse.
A família se divertia vendo os dois discutirem.
– Mas quanto eu cozinhava as refeições que os grandes bostas criaram você não falava isso. Rose... meus filhos não vão ter nome de vampiros. – Emmett disse bravo.
– Que historia de vampiro é esta? – Edward perguntou sem entender.
– Sua irmã quer que os meninos tenham os nome de dois vampiros de uma serie de TV. – Esme explicou.
– Sim. – Rose disse animada. - Veja se não é lindo Edward. Damon e Stefan. São lindos.
– Nem pensar. – Emmett disse.
– E os nomes que Emmett quer são?- Edward perguntou.
– Alain e Roger. Dois famosos chefes franceses. Alain Ducasse e Roger Vergé. – Alice respondeu.
– Bom não importa. O que importa é que meus netos precisam de nomes. – Carlisle disse.
Rose fechou a cara e Emmett estava irredutível. A cena era até engraçada, mas os gêmeos não podiam ficar sem nomes para sempre.
– Posso dar minha opinião? – Edward se manifestou.
– É claro meu irmão. – Rose disse, e Emmett assentiu.
– Apesar de eu achar que a escolha dos nomes dos filhos de vocês deveria ser feita em conjunto por vocês. Vocês dois unidos... Por que cada um de vocês não escolhe um. Emmett escolhe um dos chefes e Rose um dos vampiros. E pronto. Problema resolvido.
– É uma boa ideia. – Jasper disse.
Eles pareceram pensar e então a face de Rose se abrandou.
– Eu gosto mais do Stefan mesmo. Escolho este.
– E eu sempre gostei de Roger. – Emmett completou.
Edward sorriu. Os dois pareciam duas crianças escolhendo nomes de bonecos e não dos próprios filhos.
– Então está feito – Edward disse - Stefan e Roger. E este garotão aqui... – disse olhando para o sobrinho mais clarinho. - Tem cara de Stefan. – Edward brincou para descontração geral da família.
****
Sol volte a brilhar
Você falou que não ia fugir
Que não ia desistir
E agora
Simplesmente sumiu
Você deixou de crer no nosso amor
Pensa que não tem valor
E foge
Nublando meu dia de sol
Sol volte a brilhar
Só mais um pouco
Pra eu não chorar
Sozinho no canto
Volte a brilhar
– Isso não pode ser um sonho. – ele comentou enquanto a olhava.
Os olhos tão cheios de amor que um nó se formou na garganta de Bella.
– Não é Edward. E eu quero que faça amor comigo. – ela disse e Edward fechou os olhos ao escutar as palavras que tanto quis ouvir em sua vida.
– Bella... Minha Bella. – ele sorriu e ela lhe devolveu o sorriso.
– Sua Edward. Eu sou sua. Nestes anos acho que no fundo sempre fui.
– Eu... Eu amo você Bella, sempre amei. - Edward confessou seu amor.
Bella tentou responder, mas Edward a impediu colocando seus dedos nos lábios da morena.
– Não precisa dizer o mesmo. Eu sei que não sente o mesmo. – disse convicto.
– Edward me deixe falar. Eu sou apaixonada por você. Eu só demorei um pouco pra descobrir. – ela disse sincera.
– Dez anos.
– Sim demorei dez anos para ver isso, e se o que sinto ainda não for amor então eu não sei o significado desta palavra. Se o que eu sinto por você não for amor então isto que sinto é mais perto que um dia chegarei de amar alguém, pois sinto todo meu corpo querendo e desejando você. Sonhando com você, amando você... – ela não terminou, pois foi silenciada pelos lábios do médico.
– Me ame Edward – disse entre beijos.
– Vou amá-la meu amor. Pra sempre.
Por que as lembranças o atormentavam? Era o que Edward se perguntava. Por que ele simplesmente não entendia de uma vez por todas que tinha acabado? Se é que tinha começado.
Já fazia quase uma semana. Ele tinha que esquecer.
Distante com seus pensamentos, sentando na varanda fumando um cigarro e olhando para o horizonte sem nada ver, o médico não percebeu que sua irmã Alice e sua mãe o observavam.
– Ele está tão triste. – a mãe preocupada comentou.
– Ele está com o coração partido. – Alice explicou.
– Sinto uma dor em ver meu filho assim. - Esme disse. - Ele está sofrendo. – disse angustiada.
Alice abraçou a mãe.
– Ele vai se recuperar mãe. Ele é forte. Só o que precisa é se sentir amado e isso nós podemos fazer.
– Ele te contou o que houve? – Esme perguntou a Alice.
– Não. Só o que disse quando chegou. Que Bella havia ido embora. – Alice sabia que algo estava errado nesta historia. – Acredito que ele irá se abrir com Rose, mas como ela deu a luz a pouco ele deve estar esperando ela se recuperar.
Elas continuaram a olhar Edward com olhares compreensivos e amorosos.
****
Edward entrou no quarto destinado aos gêmeos e viu sua irmã gêmea andando de um lado para o outro com um dos filhos nos braços.
– Oi. – ela sussurrou para ele com um sorriso. Fez sinal para que ele não fizesse barulho, pois Stefan dormia e Roger estava quase dormindo.
O menino já dormia e Rose ainda insegura não sabia como colocar o menino no berço sem acorda-lo. Edward vendo o apuro da irmã foi até ela pegando Roger de seus braços, deu um beijo na testa do sobrinho e colocou com experiência no berço. O menino sequer se mexeu.
– Nossa! Você tem jeito. – Rose disse baixinho.
Edward sorriu.
– Cuidei de muitas crianças na África. – ele respondeu também baixo.
Os irmãos ficaram lado a lado perto dos berços olhando aqueles anjinhos dormindo.
– Eles são lindos, Rose. – Edward disse.
– São não é? – disse toda orgulhosa.
Rose então olhou seu irmão com mais atenção. Edward exibia olheiras profundas sob os belos olhos verdes que denunciavam que ele não estava dormindo adequadamente. Outra coisa que não passara despercebido a loira, mas que devido ao nascimento do gêmeos não pode dar a devida atenção, a ausência de Bella e Grace. Algo estava errado.
Rose puxou Edward pela mão e foram para uma sala anexa ao quarto dos pequenos.
Ela olhou o irmão nos olhos.
– Me diga Edward. O que está acontecendo?- perguntou preocupada.
– Rose você deu a luz a pouco eu não quero falar...
– Não me enrola Edward Cullen. Eu sei que tem algo muito errado acontecendo. É sobre a Bella não é? Por isso ela não esta aqui. – falou.
– É. Bella voltou para o Jacob. – ele falou tentando ignorar a dor ao dizer estas palavras.
– Ela o que?! – quase gritou, e olhou rapidamente e viu um dos filhos estremecerem, mas não acordaram.
– Não posso acreditar Edward. – voltou a sussurrar.
– Imagine eu. – ele disse a magoa soando em sua voz.
– Mas por quê? O que aconteceu? – perguntou confusa.
– Não sei Rose. Estava tudo bem então quando eu voltei da África ela disse que Jacob esteve lá, e que eles conversaram e que se entenderam e resolveram tentar mais uma vez por Grace essa baboseira toda. – ele cuspiu as palavras.
– Não. Edward tem algo errado ai. – Rose não acreditava que sua amiga faria isso. Bella não se envolveria com Edward se não tivesse certeza de seus sentimentos.
– Não tem nada Rose. Ela nunca me amou foi isso. Pela segunda vez ela preferiu o Jacob. - disse tentando controlar a dor em seu coração.
– Edward você está magoado e não está enxergando direito eu conheço a Bella ela não faria isso.
– Mas fez Rose. – ele disse serio. – E agora ela é passado na minha vida. – disse firme.
– Edward não fale assim vocês se amam. – Rose disse triste.
Edward deu um sorriso amargo.
– Não Rose. Eu a amava, mas ela não. Ela nunca disse que me amava. Bom acusa-la de ser uma mentirosa eu não posso. - disse ácido.
– Meu irmão querido. – Rose o abraçou- Não fique assim. Tudo se ajeita. – ela disse para acalma-lo, mas em sua mente já imaginava uma forma de tentar falar com Bella.
****
Edward descia as escadas quando ouviu Alice resmungando.
– Que homem sem noção. Por que ele manda este convite todos os anos se ninguém de nossa família vai a esta festa? Deve ser só pra irritar.
Edward riu.
– Por que está resmungando Alice?- Edward perguntou vendo que ela segurava um grande envelope azul.
– Seu querido “pai” que todos os anos manda o convite da festa na mansão. Por que ele faz isso? Nenhum de nós vai. – Alice respondeu, mas Edward já não mais escutava.
Ele foi até Alice pegando o envelope de suas mãos. No convite Antony Masen convidava para a festa anual Masen a realizar-se dali a uma semana. Edward nunca fora as festas anteriores, mas a esta ele tinha um motivo especial para comparecer.
Em seu quarto Edward falava ao telefone decidido a seguir seu plano desde o momento que vira o convite.
– O que acha? Gostaria de ir comigo a este baile Tânia?
****
Ângela parara o carro próximo a casa simples escondida por belos arbustos numa área simples de Seattle. Desceu do carro e como um dejavu foi até o porta malas abrindo para que Bella pudesse sair.
– Isto esta virando rotina hein. – falou para a amiga.
Bella sorriu.
– Nunca sei como te agradecer Ângela. – disse verdadeiramente emocionada.
– Que isso. Mas ande logo não temos muito tempo. Jerry não vai conseguir entreter seu segurança por muito tempo. – Ângela disse olhando as horas.
Nervosa, Bella olhou a casa.
– Tem certeza que ela está lá?
– Sim. Como eu disse ela fica com os filhos menores à tarde enquanto o marido trabalha. – respondeu Ângela. – Jerry vai nos avisar caso algo saia errado. Vou estar todo tempo aqui Bella caso precise.
Olhou agradecida para a amiga, mas não. Isso era algo que teria que fazer sozinha.
– Jerry fez um bom trabalho com seu cabelo e maquiagem. Está muito linda e assim quando voltarmos à mansão ninguém vai desconfiar de nada. – Ângela disse.
Bella cada vez mais se surpreendia com a eficiência de Ângela. Quando na semana passada havia pedido que a amiga encontrasse uma pessoa para ela, não imaginava que uma semana depois estaria a porta da mesma. E, além disso, todo o plano que Ângela criou para que Bella pudesse sair de casa foi incrível.
Como hoje era o grande baile na mansão, a casa estava um caos. Eram criados por todos os lados, pessoas organizando a festa e quase todos os seguranças estavam ocupados com a segurança do local com tanta gente desconhecida frequentando a casa. Então somente um segurança seria designado para vigiar Bella, e eis que o segurança Guilhermo, o escolhido era adepto de praticas homossexuais. Não foi difícil então para Bella e Ângela bolarem o plano. Guiada pelo segurança e Ângela, Bella iria ao famoso salão de Jerry, um grande amigo, ele a aprontaria para festa e depois daria um jeito de distrair seu segurança de uma forma muito prazerosa para ambos. Enquanto isso, pela porta dos fundos Bella entrava no porta malas do carro de Ângela e seguiria para o local em que Bella tentaria resolver um pouco de sua vida.
Ângela não sabia ao certo o que Bella queria com aquela pessoa, mas mesmo desejou boa sorte a ela.
– Boa sorte.
Bella assentiu e seguiu pela estrada de terra. Logo estava na varanda da casa. Respirou fundo e bateu na porta. Alguns segundos se passaram e a mulher de cabelos negros abriu a porta não escondendo sua surpresa por vê-la ali.
Bella a olhou. Ela não mudara muito desde a faculdade quando se viram pela ultima vez.
– Senhora... Masen... – ela disse quase gaguejando.
– Bella. Prefiro que me chame de Bella. – ela disse firme estranhando sua própria calma.
A mulher assentiu.
– Será que posso entrar. Preciso falar com você. – Bella percebeu que ela estava assustada. Ela olhou para os lados como se procurasse com os olhos se alguém estaria vigiando.
– Claro. Entre. - deu o lado para que Bella passasse.
A casa era simples bem como Bella julgara, mas era tudo organizado. Na sala dois meninos que deveriam ter 3 e 5 anos respectivamente brincavam entretidos.
Eles eram muito parecidos com a mulher, que obviamente era sua mãe.
– Por aqui Bella.
Ela lhe seguiu.
Chegaram à cozinha onde um cheiro de café fresco tomava o ambiente.
Olhando em seus olhos a mulher falou.
– Desculpe, mas não posso imaginar o que possa querer falar comigo. – ela disse com a voz tremula.
– Sabe sim. – Bella respondeu firme. – Vou ser direta com você Leah. Eu já sei de tudo. Já sei que você é a mãe biológica da Grace.
Continua...


Algumas leitoras já sabiam disso, mas e quem não. Surpreendeu-se? Esse Jacob não presta não é mesmo? No próximo temos essas conversa Leah/Bella e a festa na mansão Masen que promete.
Ah e eu sou como a Rose eu prefiro Stefan também, pra mim Damon é o Jacob um pouco melhorado  gosto é gosto né.
Beijos
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Spoiler

Então Bella perdeu a calma que conseguia manter e o desespero em perder sua filha tomou conta dela.
- Por quê? falou já chorando. Por que quer tira-la de mim Leah? Bella soluçou não tendo vergonha de sua dor.
A jovem mulher morena sem nada entender, mas com pena de ver Bella daquela forma foi a sua direção.
- Se acalme Bella. Sente-se aqui. Quer um chá? Você precisa se acalmar. Vai estragar toda a sua maquiagem. Leah disse de uma forma doce o que pegou Bella de surpresa.
- Leah... eu...
- Calma Bella. Você toma o chá e depois nós conversamos. Eu prometo falar tudo pra você.
E assim foi. Leah fez um chá que Bella tomou e se sentiu mais calma.
- Por que disse que eu queria tirar Grace de você? Leah perguntou.
- Por que foi o que Jacob me disse. Eu estava separada dele. Vivendo com o grande amor da minha vida e ele me achou e me chantageou e disse que se eu não voltasse para ele você e ele... iria tirar Grace de mim. Claro ele fez isso após me contar que a minha menina não era minha filha biológica.
- Desgraçado! Leah falou.
- Então não é verdade? Você não quer tira-la de mim? Bella perguntou.
- Claro que não. Leah respondeu. Bella eu vou te contar tudo e peço que me perdoe por todo mal que eu te fiz

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