FANFIC CASTELO DE AREIA - SEGUNDA FASE, PENULTIMO CAPITULO

Oi amores.

Penúltimo capítulo da fic

Animadas?

Castelo De Areia

CASTELO DE AREIA 
JU BAUER (JU BEIJA FLOR)

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo



Segunda Fase - Penúltimo capítulo.
A vida tinha voltado ao normal, praticamente. Quando tudo parecia se encaixar Jacob pedira a Edward que fosse a Seattle encontra-lo. Queria pedir desculpas a ele. Por tudo.
Bella não acreditava nesta boa vontade repentina de seu ex-marido. Temia por Edward, mas no fim eles eram irmãos. Jacob não podia querer ferir Edward? Ela não tinha tanta certeza.
– Tem certeza que isso é uma boa ideia? – Bella perguntou observando Edward arrumar sua mochila.
Ele era tão simples e tão lindo. Não precisava de muitas frescuras na vida. Uma mochila, um jeans, uma camiseta branca e um sorriso perfeito, e este era Edward Cullen.
– Não se preocupe Bella. Esta conversa entre eu e Jacob já devia ter acontecido há muitos anos. Agora é a hora propicia para deixarmos tudo em pratos limpos e cada um seguir com a sua vida.
– Eu não sei. – ela murmurou.
– O que? Acha que Jacob vai fazer algo contra mim? Isso é absurdo. Ele pode me odiar, mas corre o mesmo sangue em nossas veias. Nunca vamos ser amigos, mas temos que encerrar este ciclo.
Ela o abraçou.
– Tome cuidado amor. – disse agarrada a ele.
Edward tomou o rosto de Bella entre as mãos.
– Fique tranquila. – a beijou. – Quando eu voltar quero fazer muitas coisas com a senhorita. – disse malicioso e teve o prazer de vê-la corar. Riu. - Seu tio mandou mais alguma noticia? – perguntou pegando as últimas peças de roupas e colocando na mochila.
– Sim. – Bella estendeu a mão e alcançou o postal sem nada escrito ou remetente que havia chego. – Chegou hoje de manhã. – alcançou o cartão para Edward.
Ele olhou e sorriu. No cartão havia uma paisagem e o carimbo do serviço postal.
– Áustria? Seu tio é muito espero Bella. Nunca vão pega-lo.
– Será? Preocupo-me com ele. Ele fica brincando... mandando estes postais... a máfia pode acha-lo...- murmurou.
– Bella... quando este cartão chega aqui, Eleazer já está longe... muito longe. Ele faz isso para nos dar noticias. Dar-nos segurança de que tudo está bem.
Bella abraçou Edward.
– Ele podia voltar... ficar com a gente, já que o chefão da máfia disse a você que lhe deve e que não faria nada. – ela diz esperançosa.
– Minha doce Bella... nunca se pode confiar na máfia. Muito menos nas palavras de um mafioso. E mesmo que acreditássemos, eles querem a cabeça de Eleazer por outras coisas também. O que seu tio fez por você, por nós, é incrível e estaremos sempre seguros graças a ele.
Edward se despediu aquela manhã, e partiu para Seattle na esperança de encerrar uma parte de sua vida. Na esperança de que ele e Jacob pudessem ter uma conversa franca e definitiva.
Jacob estava nervoso. Tinha decidido dar um fim ao irmão. Seu ódio e inveja obtiveram o cume quando o chefão da organização Russa desdenhara de sua capacidade de ficar no lugar de seu pai.
Edward era quem a máfia queria e como ele declinara do “convite” estava encerrado o ciclo de parceria entre a família Masen e a organização. Jacob até pensara em ameaçar contar a policia tudo o que sabia, porém coragem nunca fora seu forte, e sabia que seria executado antes que tivesse chance de abrir a boca.
Então a única coisa que lhe restara foi o ódio que nutria por Edward. Ele tinha tudo e Jacob não tinha nada. Não era questão de dinheiro, pois Antony deixara uma boa quantia em dinheiro para cada um dos filhos. Tratava-se de que Edward estava sempre no caminho de Jacob. Fora mais amado pelo pai. Por Bella e até mesmo preferido pela máfia que tanto Edward odiava.
Jacob já não tinha muito a perder. Se ele não podia ter as coisas que queria, então ele não deixaria Edward viver a felicidade. A felicidade de seu irmão era um afronta a ele.
Jacob sabia que não podia contar com os seguranças e funcionários para seus planos, pois todos, apesar da distancia de Edward, o amavam. E principalmente amavam seu pai e não fariam mal a Edward sabendo que ele idolatrava o filho mais velho.
Ele precisava agir sozinho. E já tinha tudo armado.
Alguns minutos foi informado de que seu irmão estava a sua espera. Nervoso Jacob assentiu.
Edward viu Jacob se aproximando com um sorriso.
– Edward que bom que veio. – disse indo ao encontro de Edward e o abraçando de surpresa.
Edward ficou tenso. Não esperava esse afeto repentino do irmão.
– Oi Jacob. – disse.
Eles ficaram se encarando. Edward não sabia o que dizer.
– O que você queria falar comigo? – perguntou. – Não posso imaginar o que deseja falar comigo.
– Temos muitas coisas para conversar Edward. – Jacob disse indo em direção a porta da frente. – Vamos?
Edward ficou sem entender.
– Aonde vamos?
– Caminhar um pouco. Gosto de conversar enquanto caminho. A propriedade é tão grande, e quase não é usada.
Edward estava estranhando o jeito de Jacob. Mas concordou.
– Certo. Vamos.
Os dois homens começaram a caminhar pela propriedade, e Edward percebeu que Jacob orientara a segurança para que não os seguisse.
Edward resolveu falar o que havia pensando durante a viagem.
– Jacob quero que saiba que eu não tenho interesse nenhum na herança. – disse – Não preciso do dinheiro de Anto... de nosso pai. Você pode ficar com tudo. Conversei com Rose, e ela também não quer nada. É só você fazer um documento que nós assinamos. – explicou.
Jacob não disse nada. Parecia pensativo.
– Estranho que eu dediquei minha vida, meus estudos, tudo para impressionar e agradar nosso pai e você que nunca quis nada, sempre foi o preferido dele. Pergunto-me por quê?
Edward nada disse. Talvez ele precisasse desabafar. Percebeu que eles estavam cada vez mais afastados da casa. Agora estavam quase na parte deserta da propriedade.
– Ele o amava também. – Edward disse.
– Não. Ele só envergava você. Tanto que toda minha dedicação não valeu de nada. Ele deixou claro que eu não seria o chefe da organização após sua morte.
– Veja por um lado bom Jacob. Você poderá se ver livre dessa sujerada toda. Tem dinheiro. Pode fazer o que quiser.
Jacob o olhou.
– Você é mesmo tão inocente?
Edward franziu o cenho.
– Eu quero isso. Quero ter poder além de dinheiro. E por sua culpa não poderei ter isso. - disse com ódio.
– Minha culpa? Eu não quero porra nenhuma. Se você quer se foder nessa merda que vá. Só não coloque a culpa em mim. Se você foi incompetente o suficiente para não ser escolhido... eu não tenho culpa...
A raiva ferveu dentro de Jacob.
– Eu não vou ter o que quero, mas você também não.
– Eu já tenho o quero. Tenho a profissão que amo. Tenho uma família maravilhosa e uma mulher incrível.
– Mas não terá mais. – Jacob disse, e enfiou mão no palito do terno e tirou uma arma apontando para o irmão.
Edward recuou instintivamente.
– Parado! – Jacob disse. – Fique onde está Edward.
– Jacob... o que está fazendo? – o médico perguntou assustado.
Jacob sorriu.
– Fazendo aquilo que eu deveria ter feito há tempo. Me livrado de você.
O sangue zunia pelos ouvidos de Edward.
– Jacob... não faça uma bobagem... nós somos irmãos...
O moreno gargalhou.
– Irmãos? Acredita mesmo nisso? Nunca tivemos uma relação de irmãos. Sempre nos odiamos.
Edward observava a arma pensando na possibilidade de tira-la do irmão.
– Fale... fale por você, eu nunca o odiei. Pelo menos não até pouco tempo atrás... você fez muitas coisas erradas Jacob... principalmente com a Bella.
– A única coisa que eu tinha e que voce tirou de mim.
Jacob estava visivelmente perturbado.
– Bella nunca foi realmente sua. – Edward disse.
– Pode ser que você tenha razão... – dizia enquanto trocava a arma de mão e retirava outra arma também apontando para Edward - ... eu realmente não amava Bella... gostava dela, mas não a amava.
De repente Jacob da um tiro de raspão em sua própria perna com a segunda arma que havia pegado. O rosto dele se contorceu de dor.
– Mas o quê... – Edward arfou assustado.
Após recuperar o fôlego Jacob disse:
– Ora meu irmão... – recuperou o fôlego - Ainda não entendeu o que está acontecendo? – disse debochado. – A cena é a seguinte. Você vem até aqui me ameaçar. Quer a herança apenas pra você. Nós discutimos. Voce atira em mim, mas erra. Acerta minha perna de raspão... – Jacob se abaixa colocando a arma que havia pegado depois, no chão. – Então eu atiro pra me defender e infelizmente você morre.
Edward não acredita no que está vivendo. Nunca pensou no ódio que Jacob sentia por ele fosse tão grande.
– Perfeito não é? – perguntou empunhando a arma mais firmemente.
Edward sabia que precisava agir agora ou então estaria perdido. Sabia também que o mais simples deslize podia lhe custar a vida, e isso não podia acontecer. Bella precisava dele vivo e bem. E foi este pensamento que lhe deu forças para fazer o que fez a seguir... Se aproveitando de um momento de distração do irmão ele agarrou as mãos de Jacob e ergueu os braços de ambos no ar. Eles agora lutavam pela arma, por suas vidas, um embate difícil, pois ambos eram fortes. Jacob acabou conseguindo levar as mãos para baixo outra vez na intenção de atirar no irmão, no ser que ele mais odiava e invejava na sua vida miserável. Só que Edward ainda estava agarrado a ele e quando Jacob apertou o gatilho cometeu seu pior e último erro atirou fatalmente em si mesmo atingido uma das principais veias de seu corpo.
Ambos caíram no chão e novamente Edward estava ensanguentado pelo sangue de um parente próximo. Edward respirava com dificuldade, porém seu coração nobre, o coração de um médico falou mais alto, e ele tentou ajudar o homem que acabara de tentar matá-lo. Pois no fim era seu irmão.
Então percebeu que não podia fazer nada ali. Precisava de ajuda. Homens da segurança vinham correndo, com certeza alertados pelos disparos. Eles pararam assustados pela cena que viam.
– Por favor, uma ambulância... rápido. – Edward disse enquanto fazia uma massagem cardíaca em Jacob.
Um helicóptero logo chegou trazendo o socorro esperado, porém Jacob morreu antes mesmo de aterrissar no heliporto do hospital.
Mais uma vez uma grande tragédia se abatia sobre a família Masen.
Edward foi absolvido de qualquer culpa. O local onde Jacob havia levado o irmão, com intuito de matá-lo, era monitorado por câmeras, então a policia teve uma boa visão de tudo o que ocorrera entre os dois irmãos.
Os jornais não se cansavam de falar sobre o trágico fim de Antony e Jacob Masen com menos de 10 dias de diferença.
Alguns dias depois a fortuna Masen tinha diminuído consideravelmente. As ações das empresas despencaram e Edward e Rose venderam o que lhe era de direito por um preço mínimo.
Os imóveis que pertenciam a família Masen foram todos vendidos e dinheiro, ou fora para caridade ou para os empregados, que por anos serviram fielmente os Masen.
Assim se encerrava um ciclo.
***
Todos se encontravam na casa dos Cullen, em Sacramento. Era um lindo dia de domingo. Dois meses haviam se passado desde as mortes de Antony e Jacob. A família não procurava falar no assunto. Tudo estava no passado.
A família encontrava-se feliz. Paparicando os pequenos gêmeos de Rose e Emmett e comemorando a noticia da gravidez de Alice, que estava radiante.
Edward e Bella sentados abraçados próximos a piscina, observavam Grace que ajudava Rose e tomar conta dos gêmeos. Ela amava crianças.
Grace havia encarado bem a noticia da morte de Jacob. Ela não sentia falta de alguém que nunca fora presente em sua vida. Era uma menina feliz.
– Está pronta pra isso? – Edward perguntou a Bella.
– Sim... eu acho que sim. – respondeu – Eu não estaria sendo sincera se não dissesse que não tenho medo, por que tenho, mas sei que é o certo.
Grace veio correndo se jogando nos braços de Bella.
– Mamãe quando vamos voltar pra casa? – perguntou.
Grace amava Monterey. Amava a praia. Lá era o seu lar.
– Logo querida. – respondeu. – Filha nós precisamos falar com você. – disse seria.
– Ai o que eu fiz dessa vez... – ela resmungou.
– Nada espertinha. – Edward disse rindo.
– Querida... lembra-se que me falou que gostaria de conhecer sua mãe biológica? – Bella perguntou.
A menina assentiu.
– Então... se voce quiser podemos falar com ela.
– Ela está aqui? - perguntou.
– Não. Em Forks. Uma cidade próxima a Seattle. Voce quer conhecê-la?
– Eu quero mamãe. Você não vai ficar triste não é?
– Claro que não. – Bella a abraçou e beijou sua pequena.
Grace se afastou indo brincar e Edward beijou sua Bella de forma intensa. Ela ficou quente com seu gesto.
– Está querendo me provocar Dr. Cullen?
– Quem sabe. – disse com um sorriso safado. – Estou com um tesão amor. – ele sussurrou em seu ouvido.
– Edward... – ela gemeu.
– Vamos os dois parando de sacanagem que meus filhos estão presentes. – Emmett disse fazendo Bella corar. Edward riu.
Bella, Edward e Grace estavam à porta da casa de Leah, em Forks. A morena estava nervosa assim como percebia a filha um pouco tensa.
Quando Bella entrara em contado com Leah para organizar a visita, pensara em pedir a ela que os encontrasse na casa deles, mas a pedido da mesma Bella retrocedeu. Leah queria que Grace tivesse a chance de conhecer os irmãos menores.
A porta se abriu e Leah abriu sorrindo trêmula. Bella notou que ela estava emocionada.
– Olá. – Leah disse sorridente. – Entrem.
Grace olhava fixamente pra Leah. Edward tinha que admitir, elas eram muito parecidas.
– Oi Grace. – Leah disse com a voz embargada – Eu sou Leah.

Continua...


Castigo merecido ao Jacob?

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