FANFIC CORAÇÃO INDOMÁVEL - CAPITULO 60.

Olá Amores! Quanto tempo hein.

A demora em postar o capítulo era minha dedicação ao meu livro, para quem ainda não sabe ele foi publicado em ebook pela Amazon se chama Quando Um Homem Ama Uma Mulher. Se quiserem conferir mais um romance com a minha marca.

Vamos ao capítulo.

Musica de hoje: 
http://www.youtube.com/watch?v=l_DhFA77xr4

Coração Indomável



Coração Indomável
Ju Beija Flor.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance
Avisos: Álcool, Drogas, Sexo, Violência






POR FAVOR, COMENTEM! ISSO ANIMA A AUTORA A ESCREVER MAIS E MAIS RÁPIDO!!! OBRIGADA! 


Capítulo 60
Bella
Eu me sentia como em um sonho. Aquele o qual desejei por 15 anos, quando descobri meu amor por ele.
Edward me beijava com paixão, devoção, amor...
Eu não sentia mais a chuva fria que encharcava meu corpo, apenas sentia o calor do corpo dele colado ao meu. O calor de sua boca contra a minha, sua língua devastando minha boca e me deixando sem coerência alguma.
As mãos dele me apertavam e pareciam querer reconhecer o corpo que já foi dele inúmeras vezes. Eu também passava minhas mãos por todo ele. Seus cabelos, rosto, peito firme.
Ele desgrudou sua boca da minha e me olhou de forma tão intensa que eu tremi da cabeça aos pés.
– Vamos sair daqui - falou pegando minha mão para andarmos.
Eu queria. Queria muito.
– Mas... A sua festa... - murmurei.
– Dane-se a festa!
Andávamos em direção ao estacionamento. Ele parecia procurar por um carro.
– Eu vim de carro - informei a ele. E mostrei onde meu automóvel estava.
Pouco depois eu me lembrei de algo importante.
– Bia...
Isso pareceu detê-lo. Ele se voltou para mim me olhando sem esconder todo o desejo que estava sentindo. Contudo tínhamos uma filha e não poderíamos sumir assim sem explicação.
Ele sacou o celular e me olhou:
– Qual o número da Ângela? - indagou.
Assim que falei ele fez a ligação para ela.
– Oi, Ângela, é o Edward. Estou com a Isa... Bella. Pode ficar com a Bia esta noite?
Pude ouvir um grito vindo através do telefone o que me fez sorrir assim como a ele.
– Obrigada, Ângela! - ele desligou em seguida me encarando. - Resolvido.
Sorriu e pegou minha mão novamente puxando meu corpo para o dele e me beijou de leve.
– Teremos todo o tempo para nós, boneca.
Sorri de verdade ao ouvir o apelido que tanto significava para mim.
Seguimos para o meu carro e o deixei dirigir, eu não conseguiria devido à ansiedade. Ele dirigiu parecendo calmo, mas percebendo seu maxilar rígido, eu tive certeza que assim como eu ele estava ansioso.
Chegamos ao meu prédio em tempo recorde. Nós não falávamos. Seguimos de mãos dadas até meu apartamento.
Abri a porta e não acendi as luzes. Através da grande janela passava um pouco de claridade que fazia com que eu o visse. Ele fechou a porta e veio em minha direção parando a minha frente, não muito próximo, não muito longe.
Ficamos assim parados um em frente ao outro, na semi escuridão.
Olhávamo-nos sem desviar o olhar. Meu coração começou a bater forte. Eram muitos anos separados. Sem sentir o toque dele. Eu não sabia o que esperar. Se, seria igual às outras vezes, se seria mais ou menos intenso.
*
Boyce Avenue
Find Me
Me Encontre
Tantas noites tentando esconder isto
Mas agora eu fico acordado implorando por mais
Pensar que esse coração foi dividido
Eu estou perdendo o sono porque eu não posso ignorar...
Sentindo seu toque por todo lado
Pacificamente ouvindo o som
De silêncio ao nosso redor, tão contente por termos nos encontrado essa maneira
Me encontre, aqui em seus braços
Agora eu estou perguntando onde você sempre esteve
Cegamente, eu vim a você
Sabendo que você sopraria uma nova vida pra dentro de mim
Não me canso de você
Eu quero estar onde você está
Em tempos de necessidade eu só quero que você fique
Eu deixo um recado em seu carro
Quando eu não consigo achar as palavras certas para dizer
*
A roupa molhada grudada em meu corpo me fez tremer de frio, porém não era apenas por isso que eu tremia.
Então ele se moveu, veio para próximo de mim.
– Você tem que tirar essa roupa molhada, boneca - ele disse.
Em um gesto de coragem ergui os braços o autorizando fazer isso, a retirar meu vestido. Mesmo com pouca luz pude ver o sorrido torto dele. Nervosa, permaneci ali com os braços erguido num claro oferecimento. Não tive que esperar muito, ele pegou o meu vestido e puxou para cima retirando a peça do meu corpo.
Jogou a peça molhada no chão e seus olhos passearam por meu corpo.
Eu estava apenas de lingerie a frente do homem que já me viu aos 20 anos nua e que agora me via 15 anos depois. O que ele estaria pensando? Ainda me acharia bonita?
– Você está mais linda do que eu lembrava - falou parecendo ler meus pensamentos.
Sorri de leve, pois meu nervosismo não me permitia muito mais que isso.
Surpreendi-me quando Edward se ajoelhou a minha frente ficando com o rosto a altura da minha cintura. Seus olhos presos aos meus até ele levar seus lábios a minha barriga e depositar um beijo ali.
Arfei com seu toque e coloquei minhas mãos em seus cabelos.
– Foi aqui que você carregou a minha filha por nove meses... Nossa filha - se corrigiu.
Eu sorri pelo que ele disse, entretanto meu sorriso esmoreceu quando senti as mãos dele subindo desde meus tornozelos até as coxas. Isso era tortura...
– Edward... - gemi seu nome.
*
Ouvindo sua voz por todo lado
O último lugar para onde estamos indo é para baixo
Eu cegamente a seguirei sabendo que você está conduzindo o caminho
Me encontre, aqui em seus braços
Agora eu estou desejando saber onde você sempre esteve
Cegamente, eu vim a você
Sabendo que você sopraria uma vida nova para dentro de mim
Com você a tempo
Não há mais nada
Minha vida fica parada
Você é a vontade que me faz forte
Me faça forte
Se sempre estiver só neste mundo eu sei que eu sempre vou...
*
As mãos dele continuaram, subindo por minhas costelas e chegaram às costas, onde se encontrava o feixe do sutiã. A peça deslizou pelos meus braços me expondo a ele.
Edward olhou para meus seios, o olhar de luxuria expresso nos belos olhos verdes. Ele colocou as mãos sobre eles e se inclinou um pouco alcançando e os tocando com os lábios. Fechei os olhos em deleite. Meu corpo recebendo choques de prazer.
– Vou adorar seu corpo - falou quando afastou a boca dos meus seios doloridos.
Suas mãos então foram para meus quadris onde começou a deslizar, lentamente, a calcinha por entre minhas pernas me deixando completamente nua. Comigo ali em pé com o sexo praticamente ao alcance da boca dele.
Edward começou a beijar meu umbigo descendo e descendo até começar a tortura com a língua em mim. Eu me segurava nele, apertava seus cabelos entre os dedos.
– Ainda deliciosa, boneca...
Olhei para ele que sorria. Era excitante, eu ali nua em pé e ele ajoelhado vestido com o smoking.
Lentamente Edward começou a me empurrar em direção ao sofá me fazendo deitar nele abrindo minhas pernas me fazendo ainda mais exposta. Uma pequena vergonha quis me dominar, mas ao sentir novamente a língua dele em mim qualquer timidez se foi.
Apertei as mãos, fechei os olhos e me deixei levar. Porém por vezes eu abria os olhos e olhava aqueles olhos verdes lindo de Edward que me analisava enquanto me dava prazer. E foi o olhando que o primeiro clímax tomou conta do meu corpo.
Eu respirei ofegante, parecia que tinha corrido uma maratona. O prazer delicioso ainda em meu corpo, contudo não era suficiente. Eu queria mais.
Encarei novamente os olhos de Edward e vi que ele parecia satisfeito em me fazer gozar. Mas e quanto a ele?
Antes que eu pudesse pensar mais no assunto ele veio para mais perto e me beijou na boca. O gosto da sua boca misturado ao meu era muito excitante. Segurei os cabelos da nuca dele forte fazendo-o recuar e me olhar malicioso.
– Sempre selvagem minha, boneca - falou.
– Agora é sobre você meu bad boy. Tira a roupa - falei decidida.
Ele se levantou e eu me ajeitei melhor para apreciar o espetáculo.
– Não sou mais um bad boy, mas posso ser mau se você quiser. - Falou brincando.
– Chega de papo, amor. Tire a roupa, Edward.
– Sim senhora! - respondeu retirando o casaco do smoking, em seguida começa a abrir os botões da camisa branca.
– Isso não parece um dejavú? Eu me despindo e você observando.
Eu sorrio para ele observando o corpo do meu homem. Ele é lindo, penso comigo. Ele fica nu, visivelmente muito excitado. E eu mordo os lábios novamente acesa por vê-lo daquela forma.
Movo-me rapidamente ficando de joelhos a frente dele. Percebo que isso o surpreende.
– Bella... - fala parecendo um alerta.
– Minha vez de dar prazer a você.
Passo minhas mãos por suas coxas indo em direção ao seu membro, mas ele as segura.
– Bella... Há 10 anos nenhuma mulher me toca. A última foi você.
Sorrio satisfeita.
– Eu sei. E gosto muito disso.
– Vai com calma - ele me avisa - não quero desapontá-la - diz retirando suas mãos das minhas.
– Você jamais me desaponta. Aproveite! - digo pouco antes de lamber aquela parte que clama por atenção.
Edward
Fecho os olhos e estremeço ao primeiro toque da boca dela sobre mim. Mas os abro rapidamente. Não posso perder de ver isso. Ver a mulher por quem sou louco, apaixonado me dando um prazer tão surreal.
Ela se mostra intensa enquanto me chupa. E é claro que minha excitação está nas alturas. Quero que isso dure muito, mas sei que não irá acontecer. É demais para um homem assistir e sentir tudo isso após anos de celibato. Ainda mais sendo a mulher por quem você nutre muito mais que amor carnal.
Estremeço novamente.
– Isabella... Boneca - gemi rouco.
Quero avisá-la que não vai dar para segurar muito, contudo ela não perece interessada em avisos, pois intensifica as sugadas me deixando alucinado. Pego os cabelo dela em minhas mãos e praticamente a faço engolir todo o meu pau.
De repente, me lembro de que essa é a nossa primeira vez depois de anos e não posso ser esse bruto. Recuo totalmente e a faço levantar e me olhar.
– O que foi? Algo errado...
A beijo calando suas perguntas.
– Desculpa amor, eu não deveria ter sido tão bruto com você.
Vejo a sorrir.
– Você me ouviu reclamar, Edward? - ela pergunta levantando uma sobrancelha.
Eu lhe devolvo o sorriso entendendo que ela estava gostando, mas não era o momento. Depois, quando já estivéssemos mais conectados eu aceitaria de bom grado aquele tipo de sexo. Agora eu precisava era senti-la.
– Eu preciso estar dentro de você, Isabella. Agora. E quando eu fizer isso. Quando eu a possuir, você será minha para sempre. Não haverá mais indecisões, sem tempo para pensar, nada. Serei seu homem e você minha mulher. Para sempre - falei intenso encarando seus olhos e segurando-a junto a mim.
– Para sempre - ela repetiu. - Faça amor comigo, Edward.
Não foi necessário mais palavras a agarrei nos braços a procura do seu quarto.
Com cuidado a coloquei sobre a cama. Não havia muita luz, mas não era necessário, meu coração reconhecia aquela a quem eu amava.
Deitei-me por cima dela e a beijei com todo o amor que tinha no peito. Fiquei com medo até de sufocar devido à intensidade dos meus sentimentos.
– Edward... - Isabella arqueou quando a penetrei lentamente.
Não usávamos proteção. Não tínhamos combinado nada, mas eu sabia que desejava senti-la em mim sem barreiras, assim como ela também queria. E afinal éramos um do outro.
Sentir ela assim tão macia, quente, molhada e respectiva me fez delirar de prazer.
– Isabella... Eu te amo - declarei.
Percebi seu silêncio e sabia o que isso significava. Eu nunca havia dito isso antes quando fazíamos amor.
– Boneca?
– Eu te amo, Edward. Muito.
Entregamo-nos aquela dança ardente e repetitiva e não nos cansamos tão logo alcançamos o prazer. Repetimos inúmeras vezes por aquela noite. E no fim adormeci com a mulher que amo em meus braços sem medo do futuro pela primeira vez na minha vida.
*
Me encontre, aqui em seus braços
Agora eu estou desejando saber onde você sempre esteve
Cegamente, eu vim a você
Sabendo que você sopraria uma vida nova para dentro de mim
Você dorme, aqui em meus braços
Onde o mundo se fecha por algum tempo
Cegamente, você veio a mim
Achando paz e convicção neste sorriso
Ache um pouco de paz e convicção neste sorriso
Não me canso de você
**
Acordei com Isabella enroscada em mim e sorri por isso. Quantos anos separados e agora nada mais ficaria entre nós.
Fiquei observando o rosto dela até que ela lentamente abriu os olhos sorrindo logo em seguida.
– Bom dia! - disse com a voz rouca de sono.
– Bom dia, amor - falei indo lhe beijar.
– Adoro quando me chama de amor e boneca também. - Ela assumiu. - Vamos tomar café. Estou morta de fome. Você acabou comigo - falou sorridente.
– Pensei que antes do café podíamos ter um trepada matinal.
– Edward! Cadê o homem todo romântico de ontem?
– Já se foi, boneca, agora aqui só há o bad boy safado.
Ela riu e se levantou expondo o corpo deliciosamente nu.
– Que tal me acompanhar no chuveiro? Talvez eu possa pensar na sua proposta. -Ela piscou sacana e foi em direção ao banheiro.
Pulei da cama apressado e a agarrei antes que ela entrasse na água. E realmente aceitou minha proposta.
Degustamos do café da manhã em harmonia. Fiz ela se sentar no meu colo. Eu queria recuperar todo o tempo perdido. Decidimos por dar uma volta no parque. Tínhamos muito o quê conversar. Antes, porém Isabella ligou para Ângela para saber de Bia. A amiga maluquinha afirmou que estava tudo bem com nossa filha e que ela ainda dormia. Aproveitei também e liguei para minha mãe explicando o motivo do meu sumiço.
O dia estava lindo e aproveitamos aquela manhã caminhando pelo belo parque lentamente de mãos dadas.
– Parece um sonho você aqui assim comigo. Parecemos um casal de namorados - ela disse.
Eu peguei a mãos dela e a beijei.
– Não é sonho. Estou aqui. Só que não quero ser seu namorado - falei firme e ela me olhou espantada. - Quero ser seu homem, seu companheiro, seu marido.
Fiquei de frente para ela e coloquei minhas mãos em seu rosto.
– Um namorado teria que morar em outra casa e não é isso que eu quero, Bella. Eu quero tudo. Já perdemos tempo demais. Temos uma filha e a não ser que você me expulse eu estarei me mudando para a sua casa hoje mesmo.
Ela sorriu e me beijou não deixando dúvidas para qual seria sua resposta.
– Na verdade eu comprei aquela casa, que no momento está ocupada com minha família, para que seja nossa. Para mim, você e Bia, mas confesso que não sei quando eles irão embora.
– Eu quero ficar no meu apartamento, pelo menos por enquanto e assim sua família pode ficar o tempo que quiser - ela disse acariciando minha nuca.
– Não sei, estou achando que eles querem se estabelecer aqui. Para ficarem perto de Bia, de mim.
– Isso é lindo. A casa é enorme não é? Podemos ficar todos juntos, mas temos meu apartamento como nosso cantinho - Bella disse e olhou para o relógio.
– Vamos? Ângela já deve estar no apartamento com Bia a nossa espera.
Começamos a andar em direção ao apartamento.
– Ela vai pirar quando nos ver juntos - Isabella comentou.
E foi assim mesmo. Quando contamos a ela quase ficamos surdos por seus gritos.
– Ahhh papai! Não acredito!
Ela exclamava abraçada a mim e a Bella ao mesmo tempo. Ângela sentada no sofá somente ria.
– Então, filha, quer me ajudar a fazer minha mudança? - perguntei e vi os olhos de Bia se iluminar.
– Claro, papai! Vamos agora?
– Já! Tchau, amor. Já voltamos - dei um leve beijo na boca de Isabella.
– Não demorem.
– Pode deixar - respondi.
Peguei a mão de Bia e logo saímos do apartamento.
Bella
Assim que Edward e Bia saíram eu desabei no sofá ao lado de Ângela suspirando. Feliz como jamais estive.
– Nossa isso que eu chamo de uma virada de 360 graus! - Ângela falou e eu ri.
– 180 graus, Ângela. Se fosse 360 estaria no mesmo lugar.
– Ah é, você sabe que não me dou bem com matemática. Enfim, se acertou com o gostosão, hein?
– Eu sou muito burra. Como podia pensar que poderia ficar sem ele? - perguntei incrédula.
– Pois é...
As palavras de Ângela foram interrompidas por Bia e Edward entrando novamente.
– O que houve? Esqueceram algo...
Não terminei de falar quando vi a mala que Edward carregava. Mas como? Não daria tempo de ele ir até a casa dele em cinco minutos.
Bia tinha um sorriso matreiro no rosto.
– Eu tinha uma mala pronta no apartamento aqui do lado à espera que você me deixasse entrar em sua vida - ele explicou se aproximando.
– Você é muito pretensioso, Edward.
– Não, amor, apenas esperançoso que você me deixasse entrar no seu coração.
Ele falou e eu derreti. O agarrei pela camisa e o beijei esquecendo-me que tínhamos plateia.
– Credo! Vocês dois estão muito melosos! - Ângela reclamou e eu ri contra os lábios do meu amor. - Vou embora senão eu terei diabetes.
Nós três rimos e Ângela se despediu em seguida. Fui arrumar as coisas de Edward no meu closet, enquanto ele e a filha ficaram na sala envolvidos com os desenhos.
Eu mal cabia em mim de felicidade enquanto organizava as coisas dele.
– Você não precisava fazer isso. Eu mesmo arrumava. - Ele disse quando entrou no quarto.
– Tudo bem. Estou feliz em fazer isso - respondi arrumando as camisas no cabide.
Senti as mãos dele ao redor da minha cintura me abraçando e colocando o queixo apoiado em meu ombro.
– Eu também estou muito feliz. Muito mesmo, Bella.
Sorri feliz.
– Onde está Bia?
– Está desenhando. Ela leva jeito, Bella. Já pensou em matricular ela em algum curso?
Eu realmente não tinha pensando nisso.
– Não. Você acha que seria bom? - perguntei achando maravilhoso resolver essas coisas com ele. Como casal.
– Eu acho. Mas vamos falar com ela, se ela quiser.
– Sim- respondi.
– Minha mãe ligou. Expliquei a ela tudo o que estava acontecendo. Ela queria que a gente fosse almoçar com ela, mas disse que hoje queria passar esse primeiro dia com a minha nova família - ele riu no meu ouvindo. - Falei que iríamos amanhã, ela está ansiosa por nos ver juntos, fiz mal marcar sem te consultar? - ele perguntou.
– Não. Tudo bem. Mais uma saia justa que terei que passar - brinquei.
– Não seja boba. Então? Isso é tudo muito novo... Não vamos vai almoçar? Eu posso cozinhar...
Virei-me para ele.
– Quero que você sinta em casa aqui. Agora aqui é o nosso lar. - Deixei claro a ele.
– Então eu vou cozinhar.
Tempos depois a mesa estava toda preparada para uma refeição familiar. Havia uma linda salada, batatas assadas com frango e suco de manga.
– Nossa parece delicioso! - falei com água na boca.
Bia estava à mesa parecendo mais quieta do que eu esperava.
– Algum problema filha? - perguntei.
– Não. Será que a gente... Podia fazer uma prece hoje? - perguntou olhando de mim para o pai.
Fiquei surpresa.
– É para agradecer por estarmos aqui. Nós três.
Fiquei emocionada com o que ela disse.
– Claro, filha.
Nos três demos as mãos e Bia fez uma linda oração. Se não me engano era a oração de são Francisco de Assis. Uma de minhas favoritas. Não importa a religião, uma oração com amor, é universal.
– Lindo, filha! - Edward a elogiou que corou feliz.
Almoçamos em paz e passamos do dia os três sempre fazendo algo junto. Assistimos TV, jogamos cartas e descobrimos que Edward trapaceava. Fui modelo deles para os desenhos até cansarem.
À noite, após o jantar, eu e Edward fomos colocar juntos pela primeira vez na vida nossa filha para dormir.
Ao voltarmos ao meu quarto, agora nosso quarto, eu fechei a porta assim que ele passou. Edward foi para o outro lado da cama e se sentou nela se recostando nos travesseiros. Ele retirou a camiseta do pijama que usava e ficou apenas com aquela calça folgada bem baixa nos quadris exibindo aquele abdômen divino que Deus lhe deu.
Retirei meu robe e exibi a ele a camisola sexy que eu estava usando.
– Hum... Boneca, desse jeito não vou poder ser um homem decente. Você está gostosa.
– Quem disse que eu quero que você seja decente - provoquei.
– Foi você que pediu por isso. Vem aqui, e - ele disse e para meu deleite desamarrou a calça exibindo seu membro - coloca essa boca gostosa aqui, Isabella. - Falou em tom mandão. Não tinha como resistir.
Fui para perto dele já abocanhando o que mandou. Dediquei-me em agradá-lo. Quando ele pegou meus quadris me girando.
– Vamos fazer isso junto, boneca. Vou chupar sua boceta enquanto você me chupa.
– Safado - falei.
– Sim e eu sei que você gosta - disse e lambeu meu sexo em seguida me fazendo gemer.
– Hum... Que delicia, amor - falei e voltei a dar prazer a ele.
– Mamãe! - A porta de abriu de repente trazendo Beatriz.
– Ah! - eu gritei e pulei junto com Edward. Com este movimento nós dois caímos da cama escondidos dos olhos de nossa filha.
Eu queria um buraco para me esconder.
– Mamãe por que estão escondidos ai? - ela perguntou.
– Fique onde está Bia! - ordenei. Olhei para Edward que ria descontrolado.
– Não ria! Não é engraçado.
Espiei por cima da cama e vi Bia paradinha como mandei.
– Filha o que eu disse de entrar no meu quarto sem bater? Volte para fora da porta bata e espere eu mandar entrar.
– Mas mãe...
– Agora!
Ela saiu e fechou a porta. Eu me levante e me ajeite rapidamente. Edward fez o mesmo.
– Não grila, Bella. Ela não viu nada. Seus cabelos escondiam meu... E sua bunda o meu rosto - riu.
Dei um tapa nele.
– Pare de rir!
Ouvi a batida.
– Entra, querida.
Bia entrou ressabiada.
– O que foi filha? - perguntei morrendo de vergonha que minha filha tivesse visto eu e Edward daquela forma.
– Eu queria pedir se posso levar meus desenhos para o Alex ver amanhã?
– Pode sim, meu bem. Era só isso?
Ela assentiu, mas não se afastou.
– Mamãe por que você e o papai estavam daquele jeito. Era uma brincadeira?- perguntou inocente.
– É mais ou menos, querida. Coisa de adultos.
– Ah, tudo bem. Boa noite, mamãe. Boa noite, papai.
Ela saiu e aproveitei para trancar a porta assim que ela passou.
– É melhor garantir. - Falei. - Onde estávamos mesmo meu bad boy?
Ele sorriu malicioso.
– Mas é uma safada mesmo. E eu achando que você iria surtar. - Ele disse rindo.
– Bom, ela não viu nada demais, além disso, a mãe dela está com muito tesão acumulado.
– Então venha já aqui, Isabela, que já vou resolver isso.
**
Chegamos a casa onde todos os familiares de Edward nos esperavam para o almoço. Fomos abraçados e felicitados por nossa decisão de ficarmos juntos. Apenas uma pessoa parecia não muito contente com a notícia. Sharon.
Tentei ignorá-la, mas era quase impossível e quando a vi seguir Edward, que foi ao seu quarto pegar roupas e alguns pertences para levar para nosso apartamento, eu não resisti e os segui.
Eu não sabia onde era o quarto de Edward, porém uma porta semiaberta e o som de vozes, me indicou onde eles estavam.
Espiei e vi Edward de frente para Sharon. Ele segurava umas camisetas e ela estava de braços cruzados a frente dele.
– Sharon por que está falando isso agora? Não vê que estou feliz?
– Eu sei que está. Não sou cega Edward. Mas... Por quê? Por que não me deu uma chance? Eu esperei por todos estes anos...
– Eu não pedi isso. Eu não sabia. Você era minha amiga...
– Eu sou sua amiga, só que é praticamente impossível não se apaixonar por você, Edward.
– Eu sinto muito, Sharon. - Ele disse chateado. - Eu amo Isabella. Como nunca amei alguém.
– Eu sei - a loira disse resignada. - Eu que achei que ela talvez não te amasse mais e que eu pudesse ter uma chance.
– Mesmo se ela não me quisesse, Sharon, não sei como eu faria, mas acho que viraria celibatário. Só existe ela para mim. Mais ninguém.
Ele falou e meu coração se encheu de amor ainda mais por ele. Era hora de revelar que eu estava escutando a conversa deles.
– Eu queria poder contar com sua amizade, Sharon... - Edward falou.
Nesse momento eu abri a porta mostrando a eles que eu escutava tudo. Havia algumas coisas que precisavam ficar claras.
Continua...

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Se eu não viajar no próximo final de semana na segunda tem mais, senão apenas daqui a 15 dias. Beijos e não deixem de conferir meu livro.

1 comment :

  1. Onde esta o o capitulo 59?? Por favor eu preciso muito ler esse capitulo:(

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