FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 13


Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez
Os relógios são intrigantes.
Os dois ponteiros, nesse exato momento, estão parados no número 3.
E é engraçado como as coisas são. Agora são 3:15 da tarde, tem sol, as pessoas estão trabalhando ou estudando, as ruas estão lotadas de carros e motos, todas as lojas e shoppings estão abertos, e você não consegue encontrar um segundo sequer de silêncio.
Mas, daqui a 12 horas, os dois ponteiros estarão novamente apontando o número 3 no relógio. E não terá sol, as pessoas não estarão trabalhando ou estudando, e sim dormindo, as ruas estarão vazias, nenhuma loja ou shopping estarão abertos, e os segundos de silêncio que você tentou encontrar durante a tarde, você os encontrará de madrugada.
Aquele velho ditado: Tudo na vida tem dois lados. É a mais pura verdade.
Sábado, após o incidente com os dois caras, na volta do nosso almoço, eu e Bella não funcionamos mais.
Aquela nossa bolha de amor, aquela cumplicidade instantânea que temos, não apareceu.
Estar ao lado da minha Bella, pra mim, é a melhor coisa do mundo. Mas naquele sábado não foi.
Nós voltamos pra minha casa, ficamos vendo televisão, jantamos e depois apenas nos deitamos lado a lado. Não trocamos muitas palavras, e quando fizemos, só sobre amenidades.
Por fora eu parecia estar calmo, desatento até, mas por dentro, minha cabeça fervilhava. Eu repassava aquela cena idiota com os dois caras toda hora.
No começo, condenei Bella por não me dizer palavras de apoio e mandar esquecer aqueles manés. Mas depois a entendi.
Tudo isso era novo pra ela também.
Não é como se ela saísse namorando todos os paraplégicos que encontra, e fosse expert nesse tipo de situação constrangedora.
Cheguei a pensar se eu era o melhor para Bella. É óbvio que não sou. Mas eu queria, e quero ser.
Só que esse episódio de sábado abriu meus olhos.
Talvez Bella não esteja preparada pra enfrentar uma sociedade preconceituosa ao meu lado. Talvez, com o tempo, ela desista de lutar por nosso relacionamento.
Por enquanto somos jovens, mas o tempo passa. E pode passar o tempo que for, eu sempre serei um paraplégico.
E um dia Bella vai querer sair pra dançar, como toda mulher gosta. E eu, como seu namorado, teria de acompanha-la, e por ser cadeirante, teria de vê-la dançando no meio da pista, enquanto eu ficaria no cantinho, pra não atrapalhar ninguém. E pior, talvez a veria dançando com outro.
Só em pensar nisso, o homem das cavernas dentro de mim rugiu.
E eu sabia que haveria outros eventos onde nossa diferença nos atrapalharia.
O dia que Bella quiser ir em uma praia, por exemplo. Não é como se eu pudesse ir me arrastando na areia e entrar na água. Nem ficar passeando com a cadeira pela areia.
Como sinto falta de tomar um banho de mar.
E eu teria que ver Bella desfilando de biquíni, ver os caras babando por seu belo corpo, enquanto o namorado cadeirante, ficaria em um quiosque ou algo do tipo a esperando.
– Senhor Cullen, em 10 minutos a doutora Moore vai te atender. – a secretária chamou minha atenção. Agradeci em voz baixa, peguei uma revista que estava jogada no banco ao lado, e comecei a folheá-la.
Eu iria agora entrar pra uma consulta com uma psicóloga.
Ontem, fui ao meu médico, doutor Lewis. Bom, o saldo não foi tão ruim, mas também não foi dos melhores.
– E então Edward, quer dizer que você está namorando? – me perguntou o doutor Lewis, meu médico desde a época do acidente.
– Sim, estou. E ela é linda. – por que eu fico bobão quando falo de Bella?
– Imagino que sim. – ele folheou os papéis dos meus últimos exames, feitos antes dele sair de férias. – E então Edward, você sabe que seu quadro é o mesmo. Você não tem feito fisioterapia, aliás, há muito tempo você não se dedica.
– É, eu raramente vou. – assumi. – Mas eu quero voltar ao tratamento Dr. Lewis, por mim, eu faço todos os dias. – ele riu.
– Acho que entendo o porquê. – ele deixou os papéis em cima da mesa, e me encarou. – Você sabe que teria um pouco mais de sensibilidade se tivesse continuado firme na fisioterapia, não é mesmo? – assenti. – E agora que está namorando, uma linda moça como você mesmo disse, quer tentar obter essa sensibilidade que eu citei? – assenti novamente. – Bom, você sabe que além de sensibilidade, você teria um pouco mais de força nas pernas. Não voltaria a andar e nem ficar em pé, mas teria força suficiente pra ajuda-lo nos seus movimentos?
– Sim, eu sei de tudo isso. E me arrependo muito de ter parado. – suspirei. – Eu estava sem estímulo, sem uma meta de vida, e hoje eu tenho.
– Estou vendo. – ele anotou algo em uma folha. – Edward, vou te encaminhar novamente pros exames físicos, e você provavelmente vai poder fazer sessões de fisioterapia todos os dias. O que adianta bastante o processo.
– Obrigado Dr. Lewis.
– E bom, vamos ao assunto que você nunca quis saber. – corei um pouco. – Mas primeiro, preciso que você me responda a algumas questões.
– Pode perguntar.
– Vocês já tiveram algum tipo de envolvimento físico, além do beijo? – puta merda, tem que ser logo essa pergunta pra iniciar?
– Ér... Sim. Sim, nós já tivemos preliminares. – porra, não acredito que eu falei isso.
– E o que você sentiu? – ele provavelmente viu minha cara de confusão. – Quero dizer, você se sentiu excitado? Teve uma ereção? É isso que quero saber.
– Bom, eu me senti muito excitado. Muito mesmo – ressaltei. – Mas a ereção em si, eu não tive. – será que ele vai achar que eu sou brocha?
– Tá. – ele anotou mais algumas coisas. – Edward, você lembra no começo, quando você não tinha controle das suas necessidades fisiológicas, e passava pelo processo de algaliação, e até usava fraldas?
– Nossa Dr. Lewis, nem me lembre dessa fase. – abaixei a cabeça. Essa fase foi a mais humilhante pra mim.
– Então após algum tempo de tratamento você recuperou esse controle. – assenti, dando a entender que estava entendendo sua linha de raciocínio. – A paraplegia é uma lesão medular, como eu já te expliquei. Essas lesões podem ser completas ou incompletas. E a sua foi a segunda opção, incompleta. Por isso você conseguiu recuperar o controle do seu sistema fisiológico.
– Entendo.
– Bom, a sua paraplegia é do tipo reversível, pois foi causada por uma compressão medular, conseguida através do acidente. Porém, não foi possível retirar a causa dessa compressão cirurgicamente, pois comprometeria toda sua medula espinhal. O que poderia deixar mais sequelas em seu corpo. Sendo assim, apesar de ser classificada como reversível, nós não pudemos reverter sua paralisia.
– Eu me lembro quando o senhor me explicou isso.
– E você provavelmente se lembra que eu também disse que, mesmo não podendo ter recuperação total, você poderia ter parcial, não se lembra?
– Lembro sim. – me senti um idiota nessa hora. O doutor Lewis sempre conversou sobre isso comigo, mas eu sempre dizia que se não teria recuperação total, eu não iria me satisfazer com as migalhas da parcial. Como me arrependo.
– E eu posso entender que agora você deseja muito essa recuperação parcial? – assenti. – Certo. Uma parte dessa recuperação você já concluiu, que é ter novamente o controle do sistema fisiológico. Mas você ainda pode recuperar uma boa porção de sensibilidade.
– Quanto?
– Bom, você tem pouquíssima sensibilidade, mas já é alguma coisa. – ele pareceu pensar um pouco. – Digamos que de 20% a 25% da sensibilidade que você tinha antes do acidente.
– Sério? – nossa, isso pra mim já seria o céu.
– Sério. Mas você sabe que é um tratamento demorado, os resultados não aparecem de uma hora pra outra. – assenti. – E isso não é benefício de todos, Edward. Apenas porque sua paraplegia está na classificação de reversível, que você pode recuperar isso.
– Entendo.
– Agora vamos ao assunto inicial. Relação sexual. – prestei mais atenção. – Edward, o seu estado atual, te permite ter uma ereção normalmente. – eu ia interrompê-lo, mas ele continuou. – O que muda é que sua excitação será pelo efeito psicológico e visual. Ou seja, não é só uma mulher encostar no seu pênis, que uma ereção irá aparecer. O seu psicológico tem que ser estimulado, e o visual também. A grosso modo, o que você vir e pensar ou imaginar é que vai te excitar.
– Mas, eu já vi várias mulheres nuas – nós filmes é óbvio, mas não iria dizer esse detalhe. – E mesmo assim, não tive ereções.
– É como eu disse Edward, será o seu psicológico junto com o visual. Você provavelmente estava vendo as mulheres, mas na sua cabeça, você já tinha o pensamento que não era possível se excitar, ou algum bloqueio do tipo. Por isso, vou te encaminhar pra uma psicóloga, muito boa por sinal, e você vai poder trabalhar nisso. A meu ver, é só isso que te impede de ter uma vida sexual comum, a parte psicológica. Afinal, você passou muito tempo achando que não era capaz.
– Então, fora isso, eu terei uma rotina sexual comum? – eu já estava animado.
– Não é bem assim. – minha animação diminuiu. – Você terá ereções normais, e ejaculará normalmente. Porém, suas ereções não durarão muito, e a ejaculação será fraca, ou seja, você produzirá poucos espermatozoides.
– Então... – ele me interrompeu.
– Será difícil ter filhos, se esse é seu plano. Não impossível, apenas difícil. – senti como se um balde de água gelada tivesse sido derramado sobre minha cabeça. – E, se você estiver preocupado em relação a pouca duração da ereção, eu posso te receitar um remédio pra disfunção erétil, ou a injeção de cloridrato de papaverina. 30 ml injetados, e a duração da ereção será em torno de 2 horas. A injeção é aplicada na base do pênis, e pode ser feita por você mesmo. Aí fica a seu critério.
– Entendo. Acho... acho que eu vou preferir algum comprimido. – eu pedi totalmente envergonhado. Para um homem, ter que depender de remédios pra isso, é uma facada no ego.
– Edward, o sexo não muda muito quando se é paraplégico. Muita coisa continua igual como era antes. – Rá, como se eu tivesse feito sexo antes. – As posições serão um pouco mais limitadas. Mas você sentirá prazer, isso não muda. Mas é como eu te falei, o psicológico e o visual.
– Eu entendo.
– Senhor Cullen. – me assustei com a secretária que acenava com a mão em minha frente. Acho que me distraí demais pensando na consulta de ontem. – O senhor já pode entrar.
– Ah, obrigado.
Empurrei minha cadeira, e entrei na sala da doutora Moore. Era uma morena baixinha, lá pelos seus 50 anos, parecia ser simpática.
– Boa tarde, Edward. Como vai? – ela gentilmente estendeu a mão para mim.
– Boa tarde Dra. Moore, vou bem, obrigado. – apertei sua mão. Ela deu a volta na mesa, e se sentou em sua cadeira.
– Bom Edward, o Dr. Lewis me mandou um relatório sobre você. Mas eu gostaria de escutar você me contando. Pode ser?
Assenti, e comecei a contar toda minha vida, desde o acidente, até agora.
Ela não me interrompeu, e quando eu terminei de falar, ela conversou francamente comigo.
Me explicou que eu tenho um bloqueio, por me achar inferior a qualquer outro homem normal. Me falou sobre estudos da vida sexual de cadeirantes, e eu fiquei surpreso em saber que eu poderia ter uma vida sexual comum. Com algumas limitações, é óbvio, mas o principal, que era eu e Bella termos prazer juntos, ela me garantiu que era 100% possível.
Fiquei mais de uma hora lá dentro do consultório, conversando com a Dra. Moore. É claro que eu não saí de lá sendo o cara mais seguro do mundo. Mas, algumas inseguranças e complexos foram eliminados. Eu agora sabia que eu poderia casar, e quem sabe até ter filhos. Essa parte seria mais difícil, mas como Dr. Lewis disse, não seria impossível.
Espermatozoides fracos. Será que existe alguma vitamina pra fortalecer meus amiguinhos?
Que merda estou pensando. Vitamina pra fortalecer espermatozoides? Amiguinhos? Com essa tive que rir de mim mesmo.
Estava dentro do carro, indo pra casa. Meu pai enviou um dos motoristas da construtora pra me levar e buscar na clínica. E enquanto eu o observava dirigir, a ideia de comprar meu carro adaptado foi ficando cada vez mais viva em minha mente.
Hoje mesmo eu pesquisaria na internet.
Assim que cheguei em casa, encontrei com minha mãe que tomava um lanche na beira da piscina.
– Oi mãe. – parei a cadeira ao seu lado, e dei um beijo em sua bochecha.
– Oi meu filho. Como foi na consulta? – ela mexeu no meu cabelo, e fez uma careta. Minha mãe já havia perdido as esperanças de ver meu cabelo penteado.
– Foi tudo bem, mãe. A cada palavra da psicóloga, eu fui me sentindo mais, digamos, digno de estar com Bella. – ela retirou a mão do meu cabelo, e suspirou.
– Edward, você é digno de namorar qualquer mulher. O que eu não sei dizer é se Bella é digna de estar com você. – ela disse enquanto olhava em um ponto fixo na piscina.
– Como assim, mãe? É claro que a Bella é digna de estar comigo. Mãe, a Bella é a mulher mais incrível que eu conheço. Depois de você. – completei quando ela arqueou uma sobrancelha pra mim.
– Eu realmente espero que sim, meu filho.
– Mãe, qual é o seu problema com a Bella? No dia em que ela veio aqui pela primeira vez, você a tratou tão bem, e quando eu disse que estava namorando com ela, você mudou totalmente. Eu sinceramente não consigo entender. – e não conseguia mesmo.
– Edward, eu nunca a destratei. Muito pelo contrário, sempre a recebo muito bem aqui em casa. – minha mãe se defendeu.
– Certo. Eu sei disso. Bella não percebe nada, você é muito discreta. Mas eu percebo como você muda quando o assunto é eu namoro. – segurei sua mãe. – Mãe, eu me sinto vivo de novo. Eu tenho alguém que gosta de mim do jeito que eu sou. E eu a amo muito mãe.
– Essa é minha preocupação Edward.
– Como assim, mãe?
– Não filho, deixa pra lá. Eu não posso afirmar nada. – como assim deixa pra lá? Agora ela teria que falar o que estava acontecendo.
– Mãe, me fala. Quem sabe assim eu não possa entender o seu ponto de vista, ou você o meu.
– Edward, eu só achei estranho Bella chegar como amiga, e depois que viu nossa casa, e todo mundo sabe que para ter uma propriedade desse porte, no bairro mais caro de Seattle, é porque a família tem muito dinheiro, ela aceitou namorar com você.
– Mãe, eu não estou entendendo ainda. – ela não poderia estar pensando que minha Bella fosse interesseira.
– Filho, eu só não sei se Bella gosta de você de verdade, ou se está só encantada com a vida que pode ter ao seu lado. – eu não podia acreditar que minha mãe pensava isso de Bella. – Meu filho, não a considero uma pessoa ruim. É normal uma pessoa querer ter uma vida melhor. Minha preocupação é com você. Quando ela se der conta que esse sentimento, que até ela mesma pode acreditar que tem, foi só deslumbramento por uma vida de luxo. Eu me preocupo em como você vai ficar. Afinal, eu e seu pai não viveremos para sempre. Eu me preocupo com sua vida daqui a 20 ou 30 anos. Quando você já não for jovem. – ela parou e pensou um pouco antes de falar. – Só não quero que você termine sozinho e triste.
Eu entendia minha mãe.
Será que Bella acreditava estar gostando de mim, quando na verdade só estava deslumbrada com a possibilidade de ter uma vida confortável, coisa que nunca teve?
Só em pensar nisso, meu coração se apertou tanto, que chegou a ser uma dor física.
Eu sei que Bella nunca teve uma vida fácil, e desde que veio pra Seattle, vive uma vida muito simples e limitada.
Será que...? Não, não pode ser.
– Mãe, eu vou pro meu quarto. – me virei e empurrei minha cadeira. Ainda escutei minha mãe me chamar, mas eu não queria conversar agora.
Cheguei em meu quarto, tomei um banho, e coloquei apenas uma bermuda e me deitei em minha cama.
Merda! Eu estava tão animado, e vem minha mãe e me fala uma coisa dessas. E o pior é que não é uma hipótese descartada. Afinal, ela não é a primeira pessoa que pensa isso de Bella.
Porra, Bella é meu anjo. Ela não é interesseira. Eu sei disso.
Sei? Talvez eu não saiba.
Merda, mas por qual outro motivo uma mulher linda e jovem como Bella estaria namorando um cadeirante?
Porque ela gosta de mim. É, é essa resposta. Ela gosta de mim.
Mas por que ela gosta de mim?
Ah puta que pariu. Vou ficar doido pensando nisso. Merda, logo hoje que eu tinha me livrado de tantos complexos, que eu tinha ganho um pouco mais de segurança após a conversa com a psicóloga.
Senti minha cabeça doer. Cansaço. Minha mente estava fervilhando com tudo isso.
Acabei pegando no sono.
Em um determinado ponto do meu sono, eu comecei a sonhar.
Sonhei com Bella.
Estávamos em uma praia, deitados na areia. O por do sol testemunhando nosso amor.
Ela lambia e mordiscava de leve meu pescoço. Eu podia sentir os bicos intumescidos de seus seios em contato com minha pele.
Eu sentia seu perfume. Suas mãos me apertando e arranhando.
Esse sonho estava tão real.
Eu passava a mão pelo corpo de Bella, e era tão real. Eu podia sentir a temperatura elevada de sua pele. Ela é quente.
Toquei seus seios. Dei um leve aperto, e pude escutar seu gemido. Esse sonho estava muito real.
Senti uma mordida em meu queixo. E na hora eu acordei.
Não era um sonho.
Bella estava deitada em cima de mim, tocando meu corpo, e minhas mãos estavam tocando seus seios.
– Como... como....? – não fui capaz de elaborar um pergunta.
– Senti saudade. – ela deu um selinho em meus lábios. – Senti saudade do seu corpo, dos seus beijos.
– Eu também estava com saudade. – e era a mais pura verdade.
– Me perdoa. – eu sabia do que ela estava falando. Sobre a sua inércia no incidente de sábado. Mas não havia o que perdoar.
– Não tem o que perdoar. – beijei seus lábios, seu queixo, sua bochecha. Porra, eu estava morrendo de saudades dela, acima de tudo.
– Ótimo, porque você está me devendo a noite de sábado, e eu vim cobrá-la hoje.
Algo me dizia que essa noite eu não dormiria.


Então gente... aquele comentário do cara em relação ao interesse da Bella, já havia mexido um pouco com o Edward, bem pouquinho, mas mexeu. E agora tem as desconfianças de sua mãe. Claro que só isso não fará o Edward acreditar que a Bella é interesseira, ele não é idiota, mas a pulguinha atrás da orelha já está lá...
E em relação a consulta médica, tudo que eu postei, eu pesquisei em vários sites, portanto não inventei nada...
beijos a todos, e obrigada a Gfar pela linda recomendação...
Eu fico muito, mas muito feliz mesmo de estar escrevendo algo que esteja tocando vocês.
Obrigada...

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