FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 15

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez





– Porque você vai vir morar comigo!
Acho que peguei Bella de surpresa com esse pedido, pois pela cara que ela fez, ela parecia não estar acreditando.
– Edward... você é... você é... Louco. – ela sentou na cama, de frente pra mim. E merda, fiquei hipnotizado olhando para aqueles seios lindos, redondinhos, tão durinhos e com os bicos rosadinhos. Recebi um beliscão no braço.
– Ai Bella... O que eu fiz? – esfreguei o local.
– Edward, você tem noção do que me pediu? Você me chamou pra vir morar com você. – do jeito que ela falou, pareceu que eu a chamei pra tomar banho de praia em Júpiter.
– Bella, eu tomei um beliscão por pedir você pra vir morar comigo, ou por olhar pros seus peitos? – eu realmente estava em dúvida.
– Pelos dois. – ela bufou. – Edward, eu te amo. – ela se abaixou e beijou minha boca rapidamente, e eu murmurei um “eu também”. Ela se sentou novamente, e eu fiz um esforço sobrenatural para não olhar em direção a aqueles montes redondos e convidativos. – Mas eu não posso vir morar com você. Não tem lógica.
– Por que não, meu amor? Você me ama, eu te amo. Não estou entendendo porque não podemos viver juntos. – segurei sua mão. – Você quer casar primeiro? É isso?
– Não, Edward. – soltei sua mão. Ela não quer casar comigo? – Ed. Amor, não é que eu não queira casar com você. É que eu só acho que é cedo pra darmos um passo desses. A gente ainda vai fazer um mês de namoro, não tem cabimento nos casarmos em tão pouco tempo.
– Bella, não fala em tempo comigo. Eu te amo hoje, e vou te amar daqui a 10, 20, 30, 100 anos. Não sei porque adiar isso.
– Edward, nós precisamos nos conhecer mais. – levantei um pouco meu tronco, e fiquei apoiado em meu braço, pra poder ficar com o rosto na altura do de Bella. Olhei em seus olhos.
– Você acabou de me dizer que quer ficar comigo pra sempre. Agora você diz que tem que me conhecer melhor. – suspirei. – Bella, você acha que daqui a algum tempo, você não vai mais querer ficar comigo?
– Não, meu amor. Não é isso. Eu vou te querer pra sempre. É só que, ainda é cedo pra morarmos juntos. Vamos deixar as coisas acontecerem no seu tempo. E outra, eu não moraria na casa dos seus pais. Quando casar, quero ter minha própria casinha, que eu vou arrumar do meu jeito.
– Você não vai ter casinha. Eu vou comprar uma mansão pra você. Igual ou maior que essa. E você não vai arrumar casa, Bella. – peguei sua mão novamente e beijei. – Eu vou contratar quantos empregados forem necessários. Você será a rainha do meu castelo.
Agora eu sabia que Bella me amava. A desconfiança de minha mãe é totalmente infundada. Bella me ama! E não custa nada eu dar tudo de bom e melhor pra ela. Afinal, ela sempre teve tão pouco.
Eu sei que não é por interesse que ela está comigo.
Eu tenho certeza que sei...
... Sei?
Merda, melhor parar com esses pensamentos.
Não posso deixar essa minha insegurança abalar minha noite perfeita.
– Tudo bem, quando casarmos, vamos morar nessa tal mansão. Mas por enquanto, vamos ficar do jeito que está. Vamos dar tempo ao tempo. Ta bom, meu amor? – ela beijou sutilmente minha boca, e mordeu e sugou meu lábios inferior.
– Tá bom. – confirmei. Com ela me provocando, não tem como discordar dela. – Mas você não me escapa por muito tempo. – brinquei.
– Quem disse que quero escapar? – Bella me beijou novamente. Retirei meu braço de apoio, eu fui deitando novamente de costas na cama, puxando Bella junto comigo.
Ficamos nos beijando de forma carinhosa durante um bom tempo.
Bella, em alguns momentos, tentou intensificar o beijo, mas eu a freei. Não é que eu não quisesse mais momentos de prazer com ela. Muito pelo contrário, se dependesse de mim, faríamos amor até o mundo acabar.
Mas eu sabia que ela tinha que dormir, pois teria que acordar cedo para trabalhar no outro dia. E eu sabia bem que não teria uma ereção, pouco tempo depois de ter tido uma e ter gozado.
Bom, eu não podia reclamar. Pelo menos consegui fazer amor com ela, e graças a Deus, não fiz vergonha.
Consegui durar o tempo necessário para ser prazeroso para nós dois.
Senti que meus beijos já não eram correspondidos, e percebi que Bella já estava dormindo.
Me apoiei em meus braços, e sentei novamente. Puxei o edredom que estava aos pés da cama, e a cobri.
Deitei ao lado dela, e fiquei velando seu sono.
Eu era um filho da puta de um sortudo.
Essa linda mulher me ama. Ela é quente como o inferno. E o melhor de tudo, quer ficar comigo pra sempre, tanto quanto eu quero ficar com ela.
Eu estava explodindo de felicidade. Me sentindo mais vivo do que nunca.
Finalmente senti que o período negro de minha vida tinha acabado.
Mas por que essa merda de insegurança ainda tinha lugar em minha cabeça?
Por que eu não simplesmente esqueço a desconfiança de minha mãe com Bella?
[...]
– Você já tem que ir mesmo? – fiz manha quando Bella terminou de tomar seu café da manhã e já ia levantando da mesa.
– Tenho sim, amor. Eu tenho que trabalhar. Senão quem vai pagar minhas contas? – ela ria da minha cara de pidão. E quando ela disse a última frase, percebi minha mãe franzir o cenho.
– Tudo bem, mas o motorista da empresa vai te levar. Ele está esperando meu pai e meu irmão, mas eu vou pedir pra ele te levar, e depois ele volta e leva os dois.
– Edward, não quero atrapalhar. – arqueei a sobrancelha pra ela. – Tudo bem, eu sei que não adianta confrontar o senhor mandão. – ela me deu um tapinha no braço, e foi até minha mãe. Bella deu um abraço nela, e se despediu. Minha mãe não a tratou mal, muito pelo contrário, até sorriu. Mas eu percebi que foi por pura educação. Toda a simpatia que minha mãe tinha por Bella no dia em que a conheceu, aos poucos estava se dissipando.
Empurrei minha cadeira, acompanhando Bella até a garagem, onde o motorista da empresa estava lendo um jornal, encostado no carro.
Essa era uma cena rotineira. Meu pai sempre enrolava no banho, e o coitado do motorista sempre tinha que ficar esperando. E Emmett, quando dormia em casa, ou ia em seu próprio carro ou perdia a hora, e minha pobre mãe tinha que acordá-lo. E o motorista esperava mais ainda.
Pedi a ele para deixar Bella em seu trabalho, e ele prontamente abriu a porta pra ela. Fiz um sinal pra ele entrar no carro, que eu mesmo fecharia a porta de Bella.
– Promete que eu vou te ver antes de sábado? – Bella riu do bico que fiz.
– Prometo, seu mimado. – ela se sentou em meu colo, e eu rapidamente travei as rodas da cadeira. – Dorme lá em casa sexta-feira. A gente pode ver um filme, tomar um vinho ... – ela deu uma leve mordida em meu pescoço, e traçou o caminho até minha orelha com a língua. - ... e fazer amor.
– Huuuummm. – apertei forte sua cintura. – Podemos esquecer o filme e o vinho, e só fazer amor? – Bella jogou a cabeça pra trás e gargalhou.
– Que namorado safado eu tenho. Só me quer pelos prazeres que encontra em meu corpo. – resolvi entrar na brincadeira.
– E você só me quer pelas brincadeiras que faço em você com meus dedos e língua. – ela arregalou os olhos.
– Estou criando um monstro. – nós rimos. Quando ela ia se levantar, pareceu se lembrar de algo. – Ah, sabia que eu tinha esquecido.
– Esqueceu o que, princesa? – acariciei seu belo rosto, e lhe dei um selinho.
– O par de algemas e as calcinhas comestíveis que eu trouxe. Uma pena, vai ter que ficar pra sexta nossa seção de brincadeirinhas.
Gemi e a apertei em meus braços. Como assim algema? Calcinhas comestíveis? Essa mulher quer o meu fim. Só pode. Vou ficar como uma criança aguada até sexta-feira.
– Bella, não me faça te obrigar a voltar para meu quarto, e te provar com essas calcinhas. – ela riu, mas cedo demais, se levantou do meu colo.
– Sexta-feira, baby. – me deu um beijo de despedida e entrou no carro.
– Sexta-feira... – murmurei enquanto via o carro saindo da propriedade de minha família.
Eu não iria aguentar até sexta, eu tenho certeza.
Entrei em casa novamente, e minha mãe ainda estava a mesa, agora tendo como companhia meu pai e Emmett. Esse último com uma cara totalmente inchada de sono.
– Ei Pinky, acordou sozinho hoje? – dei um peteleco em sua orelha. – Se bem que, pela sua cara, você não parece ter acordado ainda. - Meu pai ria enquanto tomava seu café. E minha mãe permanecia pensativa.
– Bom dia pra você também, cérebro. – disse azedo.
– Cruzes, quanto mal humor. – peguei mais um croissant. – Bom dia papai. Espero que pelo menos o senhor esteja com um humor melhor que o do Emm.
– Bom dia, filho. E como você sabe, meu humor sempre está ótimo. Afinal, tenho uma bela mulher aquecendo minha cama toda noite. – ele riu e deu um rápido beijo nos lábios de minha mãe.
– Eca! – eu e Emm falamos em uníssono.
– Não finjam que não sabem o que eu sua mãe fizemos para ter dois filhos. – meu pai riu sacana. E minha mãe corou um pouco.
– Carlisle. – ela o repreendeu um pouco sem graça.
– Ok, parem de falar disso. Informação demais. – tentei falar sério, segurando a vontade de rir pelas caras engraçadas que meu pai fazia.
– Olha quem fala. Pelos gemidos que escutei ontem, pensei que você estava era batendo na Bella. – meu pai me sacaneou. Emmett cuspiu o pouco de suco que ele havia acabado de ingerir.
– O QUÊ? O ED MOLHOU O BISCOITO? AFOGOU O GANSO? TROCOU O ÓLEO DA BELLINHA? E AINDA TEVE GEMIDOS ALTOS? PORRA, EU PERDI ISSO? QUE MERDA. – meu irmão gritava, enquanto meu pai gargalhava. Minha mãe fechou a cara.
– EMMETT CULLEN! ISSO É JEITO DE FALAR A MESA? – Dona Esme se levantou e olhou furiosamente para meu irmão.
– Calma querida. – meu pai que ainda ria, tentou acalmá-la.
Minha mãe bufou e se sentou novamente. Olhou para Emmett que estava encolhido em sua cadeira e apontou.
– E pode ir limpando essa sujeira. – eu e meu pai tentávamos segurar o riso.
– Desculpa mãe. – sussurrou Emmett, enquanto com o guardanapo limpava a sujeira com o suco. – É que eu cheguei tarde, e não escutei esse momento épico.
– A vida sexual do seu irmão não é assunto para discutirmos a mesa. Aliás, a vida sexual de ninguém. – ela disse suavemente. Pegou uma torrada, passou geleia e comeu tranquilamente.
Como ela consegue mudar de humor tão rapidamente?
Mulheres: nunca vou entende-las.
– E então filhão? Quanto foi o placar final? – meu pai sussurrou, e pôs a mão ao lado da boca tentando impedir minha mãe de entender o que ele falava.
Eu entendi o que ele falava. Placar final. Quantas vezes cada um gozou. Coisas de homem.
– 2 a 1 pra ela, pai. Foi um jogaço. – pisquei pra ele, que sorriu orgulhoso.
– Esse é meu irmão! – Emmett vibrou ao meu lado, e nós nos demos aqueles cumprimentos descolados, de bater as mãos e depois os punhos fechados.
– Eu desisto de vocês. – minha mãe declarou, enquanto ainda comia calmamente sua torrada.
Continuamos brincando a mesa, meu pai falando coisas que constrangia minha mãe, e eu e Emmett entrando na provocação.
Quando nossa empregada avisou meu pai que o motorista já estava de volta, ele e Emm se levantaram.
Emm deu um beijo no topo da cabeça de minha mãe, e meu pai, como não podia ser diferente, a puxou para seus braços e deu um beijão de cinema nela.
Eu e Emm torcemos o nariz para a cena.
Quando meu pai já ia chegando a porta, me lembrei de algo.
– Pai! – o chamei e ele se virou para mim. – A empresa está com alguma construção de condomínio aqui pelo bairro?
– Não, por quê? – ele pareceu confuso.
– Bem, é que eu queria comprar uma casa. Mas tudo bem, vou entrar em contato com alguma imobiliária, e ver alguma residência que esteja a venda por aqui.
– E por que você quer comprar casa, meu filho? – minha mãe pareceu aflita.
– Bom, eu preciso já comprar a casa, fazer o projeto das adaptações e iniciar a obra. Quanto mais cedo eu começar, mais cedo termino. – expliquei não só para minha mãe.
– Filho por que você quer se mudar? Não gosta mais dessa casa? – ela veio em minha direção, e alisou meus cabelos. – A gente pode procurar outra casa, não é mesmo Carl? Deixe que seu pai faça isso, não precisa se preocupar, meu amor. – ela tentava aparentar calma, mas estava visivelmente nervosa.
– Mãe, acho que você não entendeu. Eu quero comprar uma casa, mas não é para morar com vocês. Eu vou morar com Bella. Não quero esperar muito para nos casarmos. E ela sabe disso. – meu irmão sorriu, meu pai ficou pensativo, e minha mãe.... bem, minha mãe no primeiro momento, parou com a mão sobre o coração e os olhos arregalados fitando o nada. Mas logo depois, saiu do transe e parecia irritada.
– Isso só pode ser uma brincadeira de mal gosto, Edward Anthony Masen Cullen! – sabia que eu teria problemas quando dissesse isso a minha mãe.
– Esme, se acalme. Edward é um homem, e encontrou uma mulher que ele gosta. É mais do que normal ele querer construir uma vida ao lado dela. – meu pai passou um braço a redor da cintura da minha mãe, e tentou acalmá-la.
– Carlisle, eles se conheceram ontem. Quem me garante que ela goste mesmo dele? – minha mãe tentava argumentar.
– Eu garanto mãe. Ela disse que me ama, e eu também a amo. – Emmett só observava.
– Amor? Ah, pelo amor de Deus Edward. Não tem nem um mês que você trouxe essa garota aqui em casa, e já quer me falar de amor? – desdenhou.
– Mãe, você esta insinuando que eu sou incapaz de ter alguém que me ame? – perdi a paciência. – Você deveria ser a primeira a querer me ver feliz. Me ver tocando minha vida. Me ver vivendo normalmente, e superando minha deficiência. – acusei.
– Meu filho, é claro que quero te ver feliz. Eu sou sua mãe, eu dou a minha vida em troca da sua felicidade, se preciso for. – ela fez uma carinha, que meu coração doeu, e eu me arrependi do que falei a ela.
– Eu sei, mãe. Desculpe-me. – abaixei a cabeça e tentei controlar a respiração, que já estava acelerada, devido a pequena discussão que tivemos.
– Tudo bem, querido. Vamos esquecer isso. Mamãe não está chateada com você. – ela veio em minha direção e me abraçou. – Eu entendo que essa ideia passou por sua cabeça. Mas ainda bem que você tem sua mãe aqui, para te aconselhar. E você viu que é besteira essa coisa toda de comprar casa e sair daqui. – o quê?
– Mãe, eu não desisti de comprar uma casa pra mim e Bella. Eu vou me casar com ela e ponto final. – falei firme.
– Não, você não vai. – bateu o pé.
– Esme calma, querida. O Edward é adulto, e ele tem todo direito... – minha mãe interrompeu meu pai.
– Carlisle, eu não acredito que você não vai falar nada. – ela olhou pra mim. – Eu sou sua mãe, e eu estou dizendo que você não vai sair dessa casa.
– Mãe, eu não quero me alterar com a senhora. Eu sou um homem adulto, e eu, apenas eu, decido o que é melhor pra mim ou não. – tentei manter a calma.
– Edward, eu não quero te ver sofrer, meu filho. E se você for morar com essa menina, é o que vai acontecer. Você não entende que... você não entende... – ela parecia não conseguir terminar a frase.
– Vá em frente, mãe. Diga que eu não entendo que sou um deficiente. – me irritei.
– Edward... – Emm se manifestou pela primeira vez. Ele colocou uma mão em meu ombro. – Não foi isso que mamãe quis dizer, eu tenho certeza.
– Pare de tampar o sol com a peneira, Emm. Foi exatamente isso que ela quis dizer. – Olhei nos olhos de cada um. – Eu estou cansado de ser tratado como criança, ou pior, como um ser assexuado. Eu sou um homem. Eu tenho necessidades como todos. Eu tenho sentimentos. – minha mãe já chorava, mas eu não iria poupar palavras. – Durante 10 anos vivi apenas por viver. Sem motivo pra me levantar da cama. Agora, que eu encontrei alguém que eu amo. Alguém que me ama, e me vê como um homem normal. Alguém que me fez ter esperanças de um futuro. Alguém que não me trata de forma diferente.
– Edward... – minha mãe tentou falar, mas eu a cortei.
– Bella me trata como um homem normal. Se ela tiver de gritar comigo, de chamar minha atenção, ela não vai pensar duas vezes. E eu sempre quis isso. Vocês não entendem que eu sempre quis ser tratado como qualquer outra pessoa? – respirei fundo. – Já é dolorido demais me ver diferente, e ser tratado de forma diferente, dói mais ainda.
– Meu filho... – minha mãe, ainda chorando, olhava pra mim. Meu pai a abraçou, e me dispensava um olhar de quem compreendia minha situação, meu desabafo.
Tentei me acalmar novamente.
– Mãe, só me deixa viver minha vida. – falei de forma mais calma.
– Eu tenho medo de você sofrer, meu filho. – ela ainda chorava e era abraçada por meu pai.
– Estando ao lado de Bella, isso é impossível. – uma onda de ternura me invadiu ao falar o nome da minha princesa. – Mas mesmo se isso acontecesse, pelo menos eu teria vivido, mãe.
– Não, não, não. – ela se soltou do abraço do meu pai, e me olhou com autoridade. – Eu não vou permitir isso. Você não sai dessa casa. Eu não sei se ela vai cuidar bem de você, eu não sei se ela vai ser paciente com você. Eu não sei nada sobre essa garota. Definitivamente você não sai dessa casa. – pontuou enérgica.
A raiva me invadiu novamente.
– Está vendo? Pare e pense no que a senhora acabou de falar. – meu pai e Emm permaneciam apenas observando nossa discussão. – A senhora está me tratando como se eu fosse uma criança. Eu sou um homem feito, e se eu decidi que vou sair de casa e morar com Bella, é porque eu vou e ponto final. – empurrei minha cadeira para ir para meu quarto. Antes de sair da sala ainda falei. – Mãe, não me faça escolher entre viver e apenas existir.
Guiei minha cadeira até meu quarto. Entrei e me tranquei la.
Suspirei.
Enfrentei minha mãe.
Eu sempre soube que a primeira batalha, da minha guerra contra o preconceito seria dentro de minha própria casa.
E agora que eu iniciei minha guerra, eu não recuaria.
Só espero estar fazendo a coisa certa.


E então, gostaram?
não julguem a Esme, ela é mãe...
mas que vai atrapalhar e muito, ah isso ela vai..
e esse Ed pegando confiança em si mesmo aos poucos... tão fofo... o que uma noite de amor e declarações não faz heim rsrsrs

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