FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPÍTULO 20

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez



– Filho, me liga assim que chegar, ok? – minha mãe me abraçou e me deu um estalado beijo na bochecha.
– Mãe, pode deixar que eu ligo. – ela fungou. – Ah, não chora, por favor. Não é como se eu estivesse me mudando. Eu só vou viajar pelo fim de semana.
– Mas é a primeira vez que você vai ficar tanto tempo longe de mim. – me olhou intensamente. – Promete que se acontecer alguma coisa, você não vai hesitar em me falar? Qualquer coisa que você precisar, é só me ligar, e eu estarei chegando no próximo vôo. – céus, minha mãe é exagerada as vezes.
– Mãe, nada vai acontecer. E se acontecer, Bella estará comigo. – ela me olhou feio. – E mesmo assim, eu ligarei. Mas não se preocupe, a Bella cuida bem de mim. – ela suspirou.
– Pior que eu sei que cuida.
– Mãe, a Bella tem um cuidado enorme comigo. Ela também se preocupa com meu bem-estar. Não seja injusta.
– Mas eu não fui injusta. É só que, bom é coisa de mãe. Pra nós mães, ninguém nunca cuidará dos nossos filhos melhor que nós mesmas. – me deu mais um beijo. – Vai com Deus. E, bem... Divirta-se.
– Eu vou. – sorri pra ela.
Eric, o motorista, que agora já está virando até um tipo de amigo pra mim, me ajudou a entrar no carro, e depois guardou minha cadeira.
Minha mãe grudou na janela do carro.
– Eu te amo! – ela disse. Sorri.
– Também te amo, mãe. – ela se afastou do carro sorrindo, enquanto Eric ligava e saía com o carro.
Eram 10 horas da manhã. Eu estava indo buscar Bella em casa, para podermos ir para o aeroporto.
Despedi-me de meu pai e Emm hoje mais cedo. Minha mãe até que aceitou bem a idéia da viagem. Preocupou-se, como suspeitei, mas não encrespou.
Aos poucos, ela está aprendendo a me deixar livre. Bem, acho que eu também estou aprendendo. Há dois meses atrás, eu não imaginaria que estaria viajando com minha namorada.
Há dois meses atrás, eu ainda falava só pela internet com Bella, nem imaginaria que ela seria minha namorada. Apesar de sonhar constantemente com isso.
E por falar em Bella, lembro-me quando liguei para ela hoje pela manhã.
– Bom dia, amor. – eu disse. Bella bocejou.
– Bom dia. – parou por um instante. – Nossa, estou atrasada. Melhor eu me arrumar pra ir trabalhar. – sua voz era preguiçosa.
– Você não vai trabalhar hoje. – declarei firme.
– Oi? Desculpe, não entendi. Por que não vou trabalhar hoje?
– Você vai arrumar suas malas, que em 3 horas estarei em sua casa para lhe buscar. Vamos viajar.
– Edward, pare de brincadeira. Eu tenho que ir trabalhar. – parecia desacreditada.
– Não estou brincando. Isso que eu queria falar com Alice. Ela já te liberou hoje, então, arrume logo suas malas, vamos viajar.
– Pra onde?
– Não posso dizer. É surpresa. – gemeu.
– Como posso fazer as malas, sem saber pra onde vamos? Eu preciso saber se levo roupas de sair, roupas simples, essas coisas. – mulheres!
– Ok. Leve roupas de praia e... Roupas de sair. Você vai precisar.
– Ok... Praia? Onde nós vamos? – insistiu.
– Não, já te dei informações demais. Lembre-se, em 3 horas estarei aí. Beijos. – desliguei.
Quando chegamos a frente ao seu prédio, Eric me ajudou a sair do carro, e entrou comigo no prédio. Ele ajudaria a levar as malas.
Bati a sua porta. E minha linda namorada, e sorridente, diga-se de passagem, abriu rapidamente.
– Oi, seu doido. – ela ria.
– Nossa, armo uma viagem surpresa e sou chamado de doido. Quero nem pensar do que serei chamado quando deixar toalha molhada em cima da cama. – me fiz de ofendido. Ela pareceu não entender.
– O que? Que toalha?
– Deixa pra lá. Esse é assunto pra outro momento. – disfarcei. – E então, tudo arrumado? Podemos ir? Já estamos em cima da hora pro nosso vôo. – comentei animado. Bella arregalou os olhos.
– Vôo? – assenti. – Tipo de voar? – assenti com mais afinco. – Você quer dizer vôo do tipo que se faz com aviões? – assenti freneticamente. – Aviões do tipo que voam no céu?
– Bella, se são aviões, é claro que eles voam no céu. – disse cético.
– Mas... Mas... – ela começou a estalar os dedos. Hum, mau sinal. Ela está nervosa com algo. Franzi o cenho. Não pode ser isso.
– Bella, você não está com medo, está? – ela encolheu os ombros, abaixou a cabeça e me olhou de esguelha. Explodi em uma gargalhada.
– Do que você está rindo? – falou brava.
– Não acredito que você está com medo, amor. – tentava me controlar, mas estava difícil parar de rir.
– Ah, eu nunca andei nesse treco. – ok, ela ficou chateada. Me controlei, e consegui parar de rir.
– Amor, não precisa ter medo. Olha pra mim. – pedi. – Eu nunca te colocaria em alguma situação que fosse perigosa. Você sabe disso, não sabe? – assentiu humildemente. – Então, se mesmo assim você ficar com medo dentro do avião, você segura em minha mão, pode ser?
– Ta bom. – disse toda manhosa.
Após isso, Eric entrou, pegou suas malas, e fomos em direção ao carro. Bem, agora eu já não tinha mais tanta vergonha em depender de alguém para me ajudar a entrar no carro na frente de Bella.
Eu tinha que aceitar que em muitas coisas, eu dependeria de alguém para sempre. E se Bella estava comigo, acredito que ela também aceita bem esse fato.
Há meses atrás eu nunca imaginaria que teria esses pensamentos. Mudei. E essa minha mudança, aliás, constante mudança me faz cada vez melhor.
É bom nos aceitarmos. Porque se você não aceitar a si mesmo, não pode esperar que outra pessoa te aceite.
Ao chegarmos no aeroporto, Bella estava meio tímida, parecia não saber o que fazer.
Eu sei que Bella sempre foi pobre, mas não tinha passado por minha cabeça que ela nunca havia viajado de avião.
Bom saber disso agora. Preciso pedi-la para providenciar um passaporte o quanto antes. Afinal, essa nossa pequena viagem não precisa desse documento, já que não sairemos do país. Mas para a próxima viagem, que se Deus quiser, será do jeito que estou imaginando, ela precisará.
Já havíamos passado por todos os procedimentos, e iríamos embarcar. Percebi Bella meio hesitante.
– Pode falar, amor. – dei abertura.
– Falar? Falar o quê? – estalou os dedos e mordeu o lábio. Nervosa e ansiosa duplamente.
– Você está nervosa com algo. Pode dizer, se eu puder ajudar, ficarei feliz. – segurei sua mão e beijei. Ela corou um pouco.
– Bom, é que eu... Bem, eu já vi em filmes essa coisa de avião e tal. Bom, como que... – suspirou. – Como que você vai embarcar, amor? – Ah, é isso. Sorri. Bella como sempre se preocupando comigo.
– Bem Bella, na verdade eu entro em uma cabine de teletransporte e quando você piscar, eu apareço dentro do avião. – pisquei. E ganhei um tapa.
– Seu bobo, eu to falando sério. – eu ainda estava rindo. Céus, como é bom ter esses momentos descontraídos. Ainda mais ao lado de quem se ama. Acho que nunca vivi uma felicidade tão plena em toda minha vida.
– Desculpa a brincadeira, princesa. – ela fez bico. Porra, como amo esse bico. – Bella, o nosso acesso a aeronave é através de, digamos pontes, ou fingers, como é mais conhecido. Eu vou entrar junto com você. – ela assentiu. – Mas por exemplo, no aeroporto onde vamos pousar, ele é pequeno, e lá não temos essa estrutura, então as empresas usam um método prático. Um ambulift, é como se fosse um carrinho com elevador. Ele acopla à porta da aeronave e eu posso sair tranquilamente.
Bella ficou um tempo em silêncio, depois franziu o cenho.
– Bella, o que foi, amor? - pareceu acordar de um transe. Sacudiu a cabeça.
– Não, nada não. – falou rapidamente.
Segurei em sua mão quando ela ameaçou voltar a caminhar.
– Bella, se você quiser descer na minha frente, eu não ligo. Sei lá, você pode ficar um pouco, ér... sem graça com a situação. Eu realmente não ligo. – disse da boca pra fora. Apesar de entende-la, se o problema fosse esse, eu ficaria muito triste.
Ela me olhou inconformada.
– Edward, você está maluco? Você acha que eu sairia de perto de você? – me encolhi. Ela parecia brava. – Edward, eu estava pensando era exatamente o contrário. Pensei que talvez você ficasse um pouco constrangido de fazer isso na minha frente. Já que você morre de vergonha de fazer qualquer coisa perto de mim.
Abaixei a cabeça. Bella tem razão. E eu aqui pensando que ela se incomodaria.
Ela se abaixou em minha frente, e levantou meu queixo. Nossos olhos se encontraram.
– Eu te amo. Pare de pensar que eu vou querer me esconder ou fugir a qualquer momento. Eu tenho olhos, eu vejo a sua situação. E eu não sou burra, eu sei que você tem limites. – beijou carinhosamente meus lábios. – Mas eu estou pouco me lixando pra eles. Eu quero ficar com você. A todo momento.
– Também quero ficar com você. Pra sempre. – respondi.
– Então, por favor, pare de pensar que eu vou te abandonar em algum momento. Assim você põe em dúvida o meu amor. E eu te amo tanto. Nunca quero que você duvide. – engoli o nó que já se formava em minha garganta.
Bella era assim. Sabia exatamente onde tocar em meu coração pra me fazer mais confiante. Eu sou um cara muito sortudo em ter uma namorada como Bella.
Segurei suas duas mãos, e beijei as duas.
– Eu nunca vou duvidar do seu amor. – prometi.
– Acho bom mesmo. – chegou mais perto e mordiscou minha orelha esquerda. – Senão vou ter que castigar o menino mau de novo. – se afastou rapidamente, sorrindo.
Ah diaba! Só de escutá-la falar isso, meu coração acelerou, e eu senti até um certo calor passar por meu corpo.
– Bella, volta aqui. Eu vou duvidar. Bella, eu to duvidando do seu amor. – gritei. A safada ia caminhando tranquilamente a minha frente. Empurrei a cadeira. – Bella, nesse exato momento eu to duvidando muito, mas muito mesmo do seu amor! Bella! – eu gritava, e algumas pessoas que também estavam embarcando me olhavam como se eu fosse um louco. E pela primeira vez, eu nem liguei.
Dentro do avião, um comissário de bordo trouxe uma Aisle Wheelchair pra mim. Que é uma cadeira de rodas especial. Projetada para passar nos corredores apertados entre as poltronas do avião. E guardaram a minha em um compartimento.
Assim que nos sentamos, senti Bella se retesar.
– Bella, o que foi, minha linda? – acariciei seu rosto. Ela me olhou um pouco assustada.
– To nervosa. E to com medo de te envergonhar na hora em que o avião decolar. Porque eu tenho certeza que vou gritar. – sorri.
– Calma, meu amor. Segura em minha mão. Nunca vou deixar nada de mal te acontecer. Você confia em mim certo?
– A minha vida. – uma onda de ternura me invadiu.
– Então me entregue sua vida, que eu vou cuidar dela com muito carinho. – ela sorriu.
– Você é um príncipe. Você é o meu príncipe encantado.
– Eu tenho meu charme. – brinquei pra aliviar sua tensão. E deu certo, ela sorriu e relaxou um pouco.
Já estávamos voando há mais ou menos 4 horas, e Bella cochilava tranquilamente ao meu lado. Linda como sempre.
Senti vontade de ir ao banheiro. Chamei a comissária de bordo, e ela trouxe a Aisle Wheelchair pra mim. Me segurando na poltrona, consegui passar meu corpo para a cadeira especial do avião. Quando ia empurrá-la para ir ao banheiro, Bella acorda um pouco assustada.
– Edward? Onde você vai? - seus cabelos estavam um pouco bagunçados, devida a posição de sua cabeça enquanto ela dormia. E ela estava tão sexy.
– Vou ao banheiro, amor. – a comissária pediu licença e saiu, nos deixando a vontade.
– Como assim? Você ia com aquela mulher no banheiro? – Lá vem a ciumenta de novo. Isso me dá um tesão.
– Não, meu amor. Ela só veio trazer a cadeira pra mim. – esclareci. – To indo lá, ta bom? – Na mesma hora ela se levantou.
– Eu vou com você. Vai que ela quer te ajudar, sei lá. Melhor garantir. – olhei abismado pra ela. Ela é realmente muito ciumenta. E eu amo isso.
Seguimos pelo corredor do avião, e quando passamos ao frente a placa indicando banheiro, Bella parou.
– Não, não. Esse é o banheiro, cubículo, diga-se de passagem, pra vocês. Pra mim é um pouco mais escondido. – continuei empurrando a cadeira, e ela veio me seguindo.
Cheguei a porta do banheiro para deficientes, e Bella ficou olhando atentamente todos os detalhes. As mesmas barras que ela via no banheiro do meu quarto, tinha nesse do avião. Era espaçoso, e tudo mais acessível.
– É igual do seu quarto. – constatou ainda boquiaberta.
– Pois é. Antes de projetar meu quarto, aliás, boa parte da minha casa, eu, meu pai e Emmett pesquisamos bastante na internet, e encontramos muitas fotos de banheiros de aviões. Nós meio que roubamos e aperfeiçoamos a idéia.
– Mas, quando eu vejo os filmes que tem aviões, os banheiros são tão pequenininhos. – ainda estava um pouco duvidosa.
– É que geralmente eles não mostram cadeirantes viajando de avião nos filmes. É obrigatório, todas as empresas de transporte aéreo terem banheiros para deficientes, terem essa cadeira especial que eu estou usando. Enfim, terem acessibilidade. – Bella sorriu maliciosamente. Passou por mim, e trancou a porta.
– Nós dois. Aqui. Sozinhos. – disse sedutoramente. – Sabe, eu ainda estou com medo. Você podia me fazer esquecer esse medo. – Ah safada! Eu amo minha namorada, definitivamente.
– Vem cá, eu vou te fazer esquecer. – a chamei para mim, e logo empurrei a cadeira até encostar no canto e travei as rodas.
Bella veio pra perto de mim, e se sentou no meu colo, de lado.
Beijou minha boca com paixão. E minhas mãos logo invadiram sua blusa. Gemi ao tocar seu seio. Apertei. Era tão bom.
Teríamos que ser rápidos, ou a comissária poderia desconfiar. Então, com certeza não poderíamos transar. Mas eu poderia dar prazer a minha namorada. E proporcionar o prazer dela, é o que me satisfaz.
Retirei minha mão de dentro de sua blusa, e abri sua calça. Bella levantou um pouco o quadril, e com as duas mãos, eu pude descer um pouco a calça e a calcinha.
Ela se sentou novamente em meu colo, dessa vez de costas pra mim. Deslizei uma mão por seu ventre, até encontrar seu músculo pulsante. E porra, ela estava molhada. Minha namorada é uma tarada. E eu amo isso.
Fiz círculos em seu clitóris com meu dedo, e Bella gemeu alto.
– Shh! Baixinho, amor. Não podemos fazer barulho. – Ela assentiu.
Voltei a estimular seu clitóris, e com a outra mão invadi sua blusa novamente, apertando com força seu seio macio.
– Ah Edward. – gemeu meu nome. E porra, isso liberta a merda de animal selvagem que tem em mim.
– Ta gostando? – perguntei ao pé do seu ouvido, e o mordi. Bella meio que engasgava tentando segurar um gemido.
– Muito. Óh porra Edward, você é bom em tudo que faz. – disse alto.
– Bella, não me provoca. – rosnei. Ela não podia ficar falando essas coisas assim pra mim.
Esfreguei seu clitóris mais rápido, e eu a escutava choramingar de prazer. E apertava seu seio, provocando seu mamilo sensível.
Seu quadril já vinha de encontro a minha mão, automaticamente.
– Você gosta, né safada? Gosta quando eu te dou prazer? – minha respiração estava acelerada. Meu coração batia freneticamente. Dar prazer a ela, e vê-la se entregar sem reservas assim, me dava um prazer surreal.
– Eu amo! Amo quando você me toca, me chupa ou me fode! – Porra! Ela quer me matar do coração.
Meus dedos já doíam um pouco, pela rapidez que eu esfregava seu ponto sensível. Mas eu continuava cada vez mais a aumentar a velocidade. E esfregava freneticamente. Ela estava enlouquecida de prazer. Eu sabia que tocá-la desse jeito a faria gozar. E não poupava esforços para isso.
Senti quando Isabella engasgou segurando os gemidos. Seu corpo se esticou. Por fim ela gemeu, não agüentou segurar. E logo soltou o corpo em meus braços.
Estava até um pouco suada.
Subi um pouco sem jeito sua calça, e a abotoei.
– Tarada! – brinquei. Ela sorriu preguiçosamente.
– Você que é um safado. Fica me fazendo gozar em qualquer lugar.
– E você é uma tarada por me induzir a isso. Lembre-se que foi você quem nos trancou aqui, e me atacou. – dei uma de inocente. Ela suspirou alto.
– Edward, eu nunca tive um cara que me fizesse sentir esse prazer todo. Que me fizesse tão mulher como você me faz. – virou-se pra mim. – Agora que eu tenho, não consigo controlar.
– Não se controle. – beijei seus lábios.
– Não me controlarei. – disse faceira e logo se levantou.
Bella saiu do banheiro. Eu destravei a cadeira, e fui trancar a porta novamente para poder utilizar o sanitário.
Assim que voltei ao nosso acento, Bella já estava sentada, na maior cara de pau do mundo.
Passei meu corpo para nossa poltrona, e a comissária de bordo logo veio para buscar a cadeira.
Ela estava um pouco ruborizada. Será que escutou minha brincadeira com Bella no banheiro?
E Bella, por sua vez, encarava a moça com uma cara nada amiga. Tossi pra disfarçar o riso. Quem diria que eu passaria por uma situação dessas algum dia?
O resto de nossa viagem foi tranqüilo. Assim que pousamos, esperei todos saírem e a comissária, a mesma com quem Bella pegou implicância, veio me chamar para acompanhá-la, que oambulift já estava preparado, a minha espera.
Bella desceu pela escada normalmente, mas logo veio ao meu encontro.
Nos dirigimos para dentro do pequeno aeroporto, passamos por todo o processo, pegamos nossa mala. Liguei para o hotel, enquanto Bella ia ao banheiro, e eles me informaram que em 15 minutos no máximo, um motorista estaria nos buscando.
Assim que Bella voltou, ficamos conversando um pouco, e logo o motorista chegou. Bem, dizer que eu era cadeirante, era a referência perfeita pra ele logo saber que eu era o hóspede.
Ele pegou nossas malas, e logo começamos a segui-lo. E de repente Bella parou, e me olhou.
– Onde estamos? – com essa eu tive que rir.
– Bella, só agora que você foi perguntar isso? – ainda ria muito.
– Você disse que era surpresa, e bem, dentro do avião você me distraiu. – deu de ombros. Cara de pau.
– Eu te distraí? Ok, agora sou o culpado. – sacudi a cabeça. – Nós estamos em Folly Beach City, Carolina do Sul. A praia de Folly Beach está entre as 20 mais belas praias do mundo. – Bella abriu a boca em espanto. Eu ri. – Vamos Bella, senão o motorista nos deixará pra trás.
[...]
Assim que chegamos ao hotel, na verdade resort, Bella enlouqueceu. Dizia a todo momento como tudo era muito lindo. E eu me senti muito orgulhoso de poder lhe proporcionar o melhor.
Fizemos o check-in e pegamos o elevador para nosso andar.
Ao entrarmos no quarto, o carregador deixou as malas em um canto, e lhe dei uma gorjeta. Ele foi embora.
– E então? O que achou? – Bella foi até o lado que dava de frente para o mar. Não tinha parede nesse lado, era tudo em vidro. Ela cobriu a boca com a mão. – Gostou, meu amor?
– Edward,é simplesmente maravilhoso. – ela estava deslumbrada.
– Pra você, sempre o melhor. Sempre. – ela me olhou com carinho, e logo veio sentar em meu colo. Estava emocionada.
– Você é perfeito. Que surpresa linda! Eu nem sei o que dizer pra expressar como estou me sentindo. Quer dizer, eu nunca imaginaria que poderia ir num lugar desses. É tudo tão lindo, tão chique. Meu Deus, Edward, deve ter sido uma fortuna, e você já gastou tanto comigo, com as roupas. E minha nossa! Eu nem te agradeci direito. – ela atropelava as palavras. Pus um dedo em seus lábios para silenciá-la.
– Eu sei que não sou perfeito. Mas o que eu puder fazer pra ser o príncipe do seu conto de fadas, eu vou fazer. Tudo de melhor que eu puder fazer por você, eu vou fazer. – declarei apaixonado.
– Você é meu príncipe perfeito. Minha vida tem sido um conto de fadas desde o momento que te beijei pela primeira vez. – me beijou carinhosamente. – E eu não me refiro às coisas que você me dá, nem nada disso. O que faz isso ser um conto de fadas, é esse amor que sinto por você. É quando meu coração bate enlouquecido toda vez que te vejo, ou que só menciono seu nome. É esse arrepio que passa por todo meu corpo, só em encostar na sua pele... – não a deixei terminar. Tomei seus lábios nos meus.
Nosso beijo era carregado de desejo, paixão, amor.
Segurei em seu rosto, uma mão de cada lado.
– Não consigo mais ficar longe de você. – abri meu coração.
– Não fique. – nossos olhos ainda se fitavam intensamente. Meu coração chutava meu peito. Tanto amor que eu tinha dentro de mim, pra dar unicamente a essa mulher em meu colo. E ela não tinha noção do quão sérias eram minhas palavras. Mas ainda esse final de semana ela iria ter.
– Pode ter certeza. Não ficarei. – nos beijamos novamente.
Bella estaria em minha vida para sempre. E nada no mundo mudaria esse fato!


PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!


E então, gostaram do nosso casal??
Queria muito, mas muito mesmo agradecer  pelas belas recomendações. Muito obrigada mesmo.
Agradecer também aos minguados comentários. Ler isso é o que me motiva (eu, uma peoa de obra que nunca tirou notas boas nem em portugues e literatura) a continuar escrevendo.

Muito obrigada, gente.

1 comment :

  1. Eu nao comentei nos outros caps pq eu leio no celular e eu nao conseguia achar como fazia pra comentar, mas eu ficava louca pra comentar e agora achei hehe e eu estou A MAN DO essa fic! Ta muito fofa!

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