FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 23

Boa noite Twihards.

Antes de mais Fanfic, pedimos desculpas pelo atraso nos posts da Fanfic.
Nossa Nathy está estudando como louca para ter um futuro melhor passando num concurso.
Bom... eu fui assaltada e me levaram o pouco que eu tinha...
Enfim.... chega de Drama, bora ler e viver essa linda Fic.

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez





PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!


– Casar? Vocês vão casar? – minha mãe perguntou em alto tom. Parecia espantada.
Eu estava na sala de minha casa, jantando à mesa com minha família. Eu e Bella chegamos de viagem um pouco depois das 5 da tarde de domingo, e ela quis ir direto pra sua casa, pra desfazer as malas, e arrumar seu novo guarda-roupas.
A contragosto, eu a deixei em sua casa, e vim para a minha sozinho. Tecnicamente, não estava sozinho, Eric foi nos buscar no aeroporto.
Limpei minha boca com um guardanapo.
– Sim mãe, nós vamos casar. Eu já havia comentado antes que estava procurando uma casa. – dei de ombros. Emm e meu pai estavam quietos. Pareciam tranqüilos.
– Carlisle, você não vai falar nada? – meu pai que parecia distraído, olhou pra minha mãe um pouco sem entender o que ela queria.
– Hum... Vou sim, querida. – olhou pra mim. – Edward, escutei seu pai... – começou com ar de sabedoria. – Três coisas que não podem faltar pra uma esposa: Comida, respeito e sexo gostoso. – eu, meu pai e meu irmão caímos na gargalhada.
– Às vezes penso que sou a única pessoa normal nessa família. – minha mãe suspirou derrotada.
– É Cérebro, a boa e conhecida carimbada Cullen não pode faltar. – Emmett deu um soquinho em meu braço.
– Com certeza. – concordei. – E se faltar, a Bella reclama. – emendei.
– Hummm, parece que o Edzinho aqui, deixou a Bella gamadinha. – Emm provocou.
– É um talento para poucos. – me gabei. Meu pai socou o ar e sorriu, apontando pra mim.
– Esse é meu garoto. Puxou o pai. – com essa, até minha mãe que estava quieta, sorriu.
Continuamos jantando em meio a brincadeiras, e quando terminamos a sobremesa, meu pai chamou minha atenção.
– E então Edward, como vai ser isso? Agora falando sério. Quando pretendem se casar? Já acharam a casa? Porque infelizmente ainda não consegui nada aqui no bairro. – Carlisle estava sério agora.
– Bom, a casa ainda vai ser um problema, pois eu quero aqui nesse bairro. E por razão disso, vamos ter que esperar pra marcar alguma data. – expliquei calmamente.
– E você tem certeza disso, meu filho? É um grande passo. Não acha um pouco cedo? – meu pai continuou seriamente.
– Até que enfim alguém mais nessa casa enxergou isso. – minha mãe disse em voz baixa, como se fosse só pra ela.
Suspirei.
– Pai, eu amo Bella. E ela, graças a Deus, me ama também. Casarmos hoje, ou daqui a há dois, cinco ou dez anos, será a mesma coisa. Nós vamos estar felizes em irmos viver juntos. A pergunta é: Pra que esperar tanto pra ser feliz, se eu posso fazer agora? – olhei nos olhos de todos à mesa.
Meu irmão sorriu camarada pra mim. Minha mãe abaixou a cabeça e parecia pensar. Eu a entendia, pra ela ainda era difícil me soltar de seus braços.
Meu pai sorriu ternamente pra mim.
– Eu estou muito feliz por te ver assim. A decisão que você tomar, meu filho, eu vou te apoiar incondicionalmente. Espero muito que dê certo. Mas se não der, nós estaremos aqui.
– Vai dar certo. – sorri.
– Eu sei que vai. – recebi um olhar carinhoso de meu pai.
[...]
A semana se passou tranquilamente. Eu fui as sessões de fisioterapia com a Dra. Denalli, que é sempre muito gentil comigo. Uma boa amiga.
Continuei procurando casas. Mas infelizmente, ainda nada pelo meu bairro. Até ofereci valores altos por algumas mansões e casas um pouco mais modestas. Mas não obtive respostas.
Essa semana Bella trabalhou bastante, então, ficamos apenas por telefone mesmo. E eu já estava morrendo de saudade dela.
Eu estava arrumando minhas coisas. Partiríamos hoje para Forks. Já reservei um quarto no único hotel que existe na cidade. Reservei um quarto para Eric também, já que ele nos levaria.
O lado ruim é que o hotel é bem simples. É uma cidade pequena afinal. E com certeza terei dificuldades para me virar por lá. No banho, por exemplo, eu teria que levar minha cadeira de banho extra pra lá. Uma menor e dobrável, que eu tenho guardada.
Pelo menos, têm rampas de acesso. Melhor que muitos lugares mais populosos, e que ainda não têm.
Forks.
Foi uma batalha conseguir convencer minha linda noiva de irmos até lá falar com seus pais.
– Não Edward, nem pensar. Não vamos a Forks falar com meus pais coisa nenhum. – disse séria.
– Bella, eu quero fazer certo. Eu preciso conhecer a família da minha futura esposa. – alisei sua bochecha carinhosamente.
– Não Edward. Minha família será você. Eu não quero ter que voltar naquela cidade. Não quero ir ver meus pais. – declarou irritada.
– Bella, aconteceu algo que você não tenha me contado? Você me disse que não se dá muito bem com seus pais por ter vindo embora com um namorado idiota, mas nunca mencionou que tinha tanta aversão a idéia de vê-los novamente. – disse cautelosamente.
– Edward... – Bella respirou fundo. – Meus pais... a gente nunca se deu bem. Quer dizer, não era uma casa como a sua, onde todo mundo conversa e compartilha coisas um com o outro, um lar de verdade. – seus olhos perderam o foco por uns instantes e seu semblante logo ficou triste. – É claro que eu os amo. São meus pais afinal. Mas, pra ser sincera, eu não sinto falta do que deixei pra trás. Eu não era feliz dentro da minha casa. Nunca senti que aquele era meu lugar. Acho que por isso foi tão fácil sair, tanto pra mim quanto pra eles. – deu um sorriso amargurado.
Peguei sua mão e trouxe até meus lábios. Depositei vários beijos em sua palma.
– Eu só quero que eles saibam que você terá alguém que te ama muito ao seu lado. Falar com seus pais é o certo a se fazer. E eu quero fazer tudo da forma correta com você. – a puxei para um abraço e beijei seus doces lábios. – Eles têm que saber que a filha única deles tem o coração do homem mais apaixonado do mundo. – disse olhando em seus olhos.
Ela sorriu emocionada pra mim.
– Você me desmonta toda com uma simples frase. O que eu faço com você, heim?
– Eu tenho muitas idéias. – arqueei as sobrancelhas sugestivamente, ganhando uma gargalhada gostosa e um tapinha.
– Seu bobo. – beijou meu queixo, meu pescoço, e subiu com sua língua por minha mandíbula.
– Eu acho que você tem tesão em me bater, amor. – ela me olhou zombeteira.
– E você tem tesão em apanhar de mim. – piscou.
– Pode ter certeza que sim.
Eric me ajudou a entrar no carro, passei o cinto por meu corpo, e minha mãe apareceu na janela me olhando com aquela carinha que só ela tem.
– Você tem certeza absoluta do que está fazendo? – olhei em seus olhos.
– A maior certeza que já tive em minha vida. – disse firme. Ela sorriu.
– Minha opinião não mudou. Ainda acho precipitado. – passou a mão por meus cabelos de forma carinhosa. – Mas pode contar com sua mãe pra tudo que você precisar. Tudo mesmo. – deu ênfase.
– Eu sei mãe. – segurei sua mão e depositei um beijo.
Eric entrou no carro e o ligou.
– Mãe, quando eu chegar em Forks, eu ligo avisando.
– Ok, meu filho. Boa sorte. – sorriu se afastando um pouco do carro.
– Obrigado.
Eric deu a partida. Fomos até a casa de Bella buscá-la para pegarmos estrada. Dentro de no máximo 3 horas estaríamos em Forks.
Paramos em frente a seu prédio, e eu mandei uma mensagem de texto avisando que já estávamos a esperando.
Bella logo apareceu, com uma calça jeans coladíssima ao seu delicioso corpo, uma blusa um pouco larguinha, porém com estilo, e eu sorri quando olhei o tênis. Todo dourado e com algumas coisas escritas num bordado branco.
Ela entrou no carro, cumprimentou Eric, jogou sua mochila no banco da frente e me deu um caloroso beijo.
Me surpreendi no primeiro momento, mas logo me recuperei do susto, e dei espaço pra sua língua entrar em minha boca e encontrar a minha que estava louca pra sentir seu gosto.
Encerramos o beijo um pouco ofegantes.
– Isso tudo é saudades? – perguntei enquanto ainda controlava a minha respiração.
– Muita. Você não tem noção. Acho bom a gente casar logo, porque eu não consigo ficar longe de você por muito tempo. – sorri deliciado. Segurei seu rosto com minhas duas mãos.
– Vamos nos casar o mais rápido possível. E você não vai mais ficar um segundo sequer longe de mim. Minha Bella. – sussurrei em seus lábios, os tomando logo em seguida.
Nossas línguas se enroscaram novamente, e Bella passeou com uma mão por meu abdômen, peito e braços. E eu já sentia o efeito de seus toques em mim.
Encerrei o beijo com carinhosos selinhos.
– Bella, Bella. Não faz isso comigo, Eric está aqui na frente. Não fica passando a mão no meu corpo. – pedi totalmente indefeso, e a diaba riu de mim.
– Ficou com tesão, amor? – sussurrou com a boca quase colada a minha, enquanto uma mão descia por meu abdômen. Gemi baixinho.
– E tem como não ficar? – fechei os olhos e tentei me controlar. Assim que abri os olhos, a vi mordendo o lábio e me olhando com cara de quem quer fazer arte. Desci meus olhos por seu corpo. – Essa calça colada também não ajuda, né Bella.
– A Rosálie que me empurrou essa. Disse que valoriza minha bunda e eu fico gostosa. – disse se insinuando pra mim.
– Porra, ela tem total razão nisso. Você não tem noção do que essa calça pode fazer com minha imaginação. – corri uma mão por sua coxa.
– Tarado! – mordiscou meu queixo.
– Muito, mas só por você. – subi minha mão por seu corpo, e dei um aperto em seu seio esquerdo. Bella gemeu baixinho.
– Edward, quer que Eric veja você me apalpando? – parei minha carícia, retirei a mão rapidamente e fiz bico.
– Você quem provocou. – acusei fazendo birra como um menininho. Ela gargalhou alto. Não agüentei manter minha birra, e ri com ela.
[...]
Assim que chegamos em Forks, Eric nos levou ao hotel para deixarmos nossas coisas.
Bella foi pegar as chaves na recepção enquanto eu conversava com Eric. E de longe percebi ela abraçar uma menina com o uniforme do hotel. Elas pareciam felizes por estarem se vendo. Imaginei ser uma amiga da época do colégio.
Empurrei minha cadeira pra perto delas, afim de me apresentar.
– Bella, tudo bem? – encostei minha cadeira ao seu lado. Bella me olhou ainda sorrindo, foi pra trás de minha cadeira, depositou os braços em meus ombros, e senti um beijo no alto de minha cabeça.
– Leah, esse é meu noivo, Edward. – Bella me apresentou animada. Eu sorri e estendi a mão para a garota.
Ela olhou pra Bella um pouco confusa, e lentamente estendeu a mão pra mim, ainda incerta.
– Prazer, sou Leah Clearwater. – ela parecia um pouco constrangida.
– Muito prazer Leah, sou Edward Cullen. – ela franziu o cenho.
– Cullen? Como a famíla Cullen e a construtora? – assenti. – Oh, nossa. Meu namorado, Sam, trabalha na sua empresa, na construção do Estádio de Port Angeles.
– Hum... ér... interessante. – fiquei sem saber o que falar.
– Então ta. Bella, a gente se vê. Foi muito bom te reencontrar. – elas se abraçaram novamente, e eu e Bella fomos em direção ao elevador. Estávamos na cobertura, ou seja, no quarto andar. Era um prédio pequeno.
Ficou um silêncio meio constrangedor no elevador.
Saímos do elevador, e fomos ainda em silêncio pelo corredor. Paramos em frente a porta do nosso quarto, e Bella a destrancou e abriu.
O quarto até que era confortável. Nada muito luxuoso, mas eu sabia que era o máximo que eu encontraria em uma cidade pequena e nada turística como Forks.
Não passou nem um minuto, e um funcionário do hotel bateu a porta. Ele trouxe minha mala, a mochila de Bella e uma mala um pouco maior, que eu trouxe minha cadeira dobrável dentro.
Dei uma boa gorjeta ao rapaz, e ele saiu rapidamente, nos deixando a sós novamente.
– Eric já se instalou? – Bella quebrou o silêncio.
– Provavelmente sim. – o silêncio continuou. Bella fingia examinar minuciosamente o quarto.
Respirei fundo.
– Bella, eu sei que você notou a surpresa da sua amiga quando viu que seu noivo é cadeirante. Não precisa fingir que você não percebeu isso. – ela se virou pra mim.
– Edward... – a cortei.
– Bella, e você também percebeu que quando eu disse meu sobrenome, a única coisa que passou pela cabeça dela é que você saiu da cidade do interior, e foi se aproveitar de um deficiente rico na cidade grande. – Bella arregalou os olhos.
– Você acha que a única coisa que as pessoas pensam quando nos vêm juntos é isso? – perguntou um pouco ofendida.
– Bella, encare as coisas como elas são. As pessoas quando nos vêm juntos logo pensam que é por interesse. As pessoas não costumam imaginar que deficientes também amam e podem ser amados. Não é comum pra elas ver isso. – Bella deixou os ombros caírem.
– Igual aqueles caras perto do lago Washington. – lembrou.
– Exatamente. – seu rosto ficou triste por um momento. – Vem cá, minha linda. – a chamei. Ela rapidamente veio se sentar em meu colo. Me abraçou forte e enterrou o rosto na curva do meu pescoço. – As pessoas não entendem o que uma mulher linda como você estaria fazendo com um cara como eu. – disse baixinho, enquanto passava a mão por suas costas carinhosamente.
– Você é lindo também. – disse manhosa. Sorri.
– Obrigado pelo elogio. Mas isso não conta muito. – suspirei. – Amor, é um pouco mais aceitável quando a mulher é a deficiente na relação. Não é que seja comum, só é mais aceitável, digamos assim. Já quando é o homem, as pessoas se perguntam como um cara que não anda pode estar com uma mulher normal. Quer dizer, as pessoas não conhecem muito da vida de um paraplégico, então geralmente acham que somos algo como um ser assexuado. – não era confortável falar isso na frente de Bella, mas eu tinha que aprender a falar de tudo com ela. Minha futura esposa.
– Que bom que eles pensam isso. Que você é algum ser assexuado. Assim não vai ter nenhuma mulher atrás de você. Se elas soubessem o estrago que você faz comigo, o que me faz sentir, elas largariam qualquer homem que elas tivessem pra correr atrás do meu Senhor Assexuado. – senti o sopro do seu risinho em meu pescoço, e não controlei meu próprio riso.
– Faço um estrago em você, é? – ela murmurou um “u-hum”. – Provocadora, quer desviar o foco da conversa.
Ela se soltou do meu abraço e se sentou ereta.
– Eu acho lamentável as pessoas pensarem uma coisa tão mesquinha sobre nós dois. Um amor tão forte, e as pessoas não conseguem enxergar por puro preconceito. – alisei carinhosamente sua bochecha.
– O importante é que eu enxergo isso. – beijei carinhosamente seus lábios. – Nós não temos que nos importar com os outros. Eu não dependo dos outros pra ser feliz. Dependo apenas dessa criaturinha linda que está em meus braços nesse momento.
– Criaturinha? – fingiu indignação.
– É amor, você é bem baixinha né. – fez cara de brava.
– Pois fique sabendo que eu não sou nada baixinha, ok. Tenho 1,63 cm. – joguei minha cabeça pra trás e gargalhei. Bella começou a me dar tapinhas. – Isso não é engraçado Edward Cullen.
– Ok, ok. Você tem 1,63 cm e eu 1,87 cm. É, você não é baixinha mesmo não. Acho que me enganei. – tentei segurar o riso, mas não agüentei e explodi numa gargalhada novamente. Bella também não agüentou e riu comigo.
– Girafa.
– Macaquinha.
– Por que macaquinha, Edward? – me olhou com curiosidade.
– Macacos são pequenos e adoram trepar em árvores. Você é pequena e adora trepar em mim. – dei de ombros. Ela arregalou os olhos, como quem não acreditava que eu realmente tivesse dito aquilo.
– Edward Cullen, seu boca suja. – e começou a sessão de gargalhadas e tapas.
[...]
– Eric, se você quiser voltar pro hotel, fique a vontade. Nós telefonaremos para avisar o horário de vir nos buscar. – Eric assentiu e voltou pra dentro do carro.
Estávamos parados em frente a casa que Bella disse ser a de seus pais.
Era uma casa simples, porém bem cuidada.
– Está preparada, amor? – segurei sua mão e a senti gelada. – Bella, você está gelada amor. Calma, vai dar tudo certo. – Ela assentiu um pouco nervosa.
Fomos até a varanda. Lá tinha apenas um degrau, mas ainda assim seria um empecilho pra mim.
Suspirei irritado com isso.
– Edward, vem, deixa que eu te ajudo. – Bella veio segurar em minha cadeira, mas eu a impedi.
– Não Bella. Isso já é demais. Não quero ter que precisar da sua ajuda pra essas coisas. – ela me olhou seriamente.
– As pessoas quando se casam, formam um laço de amor, fidelidade, amizade e companheirismo. Eu sei que ainda não somos casados, mas se eu não posso te ajudar com suas limitações agora, eu também não vou poder depois de casados. É isso que você quer? Um casamento sem companheirismo? – xeque-mate. Ela sabe me pegar no ponto.
Suspirei rendido.
– Só tenho medo de perder minha masculinidade perante você, caso você me ajude com essas coisas. É idiota eu sei, mas é coisa de homem. – abaixei a cabeça, envergonhado.
– Eu entendo. E isso não é besteira. Vocês homens tendem a serem meiocabeçudos mesmo. – eu ri. – Mas pode ficar tranqüilo. Não há maneira nenhuma de você perder sua masculinidade perante a mim. – se abaixou um pouco e sussurrou em meu ouvido. – Todas as vezes em que você me faz gozar, me lembram muito bem o quanto você é homem. – um rosnado idiota escapou por minha garganta.
– Bella, você não pode ficar me falando essas coisas quando estou prestes a conhecer seus pais. – ela riu sapeca e me ajudou a empinar a parte da frente da cadeira e empurrar degrau pra cima do degrau.
Paramos em frente a porta, e percebi Bella hesitar em tocar a campainha.
– Bella, acalme-se. São seus pais. – ela me olhou um pouco nervosa.
– Eu sei, é só que... Eu não falo com meu pai há três anos. Estou com medo do que ele possa falar na sua frente. Minha mãe até que pareceu feliz quando eu liguei, mas não sei se ele ficará.
Segurei sua mão e depositei um beijo casto no dorso dela.
– Se você não tocar a campainha, você não irá saber. – ela assentiu e tomou fôlego.
Antes mesmo dela apertar o botão, a porta se abriu, e uma senhora magra, com os cabelos e olhos castanhos apareceu na porta. Ela parecia um pouco cansada, não usava roupas que faziam jus a seu corpo magro. Eram roupas largas e sem apelo algum.
– Ér... oi mãe. Como sabia que estávamos aqui? – Bella perguntou sem graça.
– Ouvi o falatório, querida. – a senhora sorriu fraco.
– Ér... ta. – Bella apontou pra mim. – Mãe, esse é meu noivo, Edward. – eu sorri pra ela. – Edward, essa é minha mãe Renée.
– Muito prazer, Edward. – ela parecia um pouco desconcertada, mas mesmo assim estendeu sua mão pra mim. – Venha, vamos entrando. Fiquem a vontade.
Ela deu espaço, e logo entrei com minha cadeira e Bella veio logo atrás.
– Você quer alguma coisa, Edward? Um suco, uma água? – ofereceu solícita.
– Uma água, por favor. – ela assentiu e foi em direção do que acho que seja a cozinha.
– Sua mãe é legal. – olhei pra Bella que estalava os dedos. Sinal de nervosismo.
– É, ela é legal. Só é neutra demais, mas ela é legal sim. – sorri. Peguei sua mão e beijei-a.
– Isabella? – ouvimos a voz de um homem.
Bella empalideceu na hora, e eu virei meu pescoço lentamente para a direção da voz.
Era um senhor provinciano, com um bigode grande, roupas velhas e um olhar meio rabugento.
– Quem é esse rapaz que está com você? – Nossa, meu sogro é direto! E um pouco grosso, devo ressaltar.
Dei um aperto na mão de Bella, e ela respirou fundo antes de falar.
– É meu noivo.

Notas finais do capítulo

E então, o que acharam?
Me perguntaram quantos caps ainda teria a fic... sinceramente, nao sei ao certo... acho que mais 20... ainda tem muita coisa pra acontecer... O Edward ainda nao está 100% confiante...
O que acharam de BD2? ai gente, chorei o filme todo. Sou manteiga derretida...



2 comments :

  1. Ai oq o Charlie vai fazer pro Edward? E essa historia dela gravida? Ai mal posso esperar pra saber mais! Parabens pela fic e pelo blog! Amo esse blog, tipo mto mto mesmo! Beijos! * quero mais capitulos* hahahahha

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