FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 26

Então, esse capítulo tem hot, pq... bem.. eu quis escrever um hot. É uma fic com um tema dramático e bonito, mas ela é +18 certo? Então, meus dedos não aguentaram e tiveram que digitar uma cena hot... hahaha
Bem, eu me atrevi um pouquinho mais na linguagem do Edward, já que ele está se soltando aos poucos.. rs

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez







PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!



Após duas semanas a nossa viagem a Forks, hoje era meu primeiro dia na empresa
Se eu estava nervoso? Imagina!
O que as pessoas diriam quando vissem o “chefe” deficiente? Bom, tecnicamente eu sou, já que serei apresentado como o novo supervisor de projetos, e também sou sócio da empresa, e ah, claro, sem esquecer-me que pertenço a família que é proprietária da construtora.
Realmente, peso nenhum nas costas.
Suspirei.
Essas duas semanas foram tão mágicas. Eu e Bella estávamos mais conectados do que antes, se é que isso era possível. Até minha mãe, que no início foi meio relutante, já estava mais receptiva em relação ao meu noivado.
E eu a entendia. Não era fácil pra ela, assistir eu me jogar de peito aberto em meu primeiro relacionamento, e por mais preconceituoso que isso pareça, uma mulher linda e jovem, como Bella, se interessar de cara por mim, e não por meu dinheiro, era uma coisa rara de se encontrar hoje em dia.
E porra, eu encontrei, e nunca vou deixar escapar.
Minha Bella. Minha teimosa Bella.
Já conversamos muito sobre seu trabalho, mas ela não me dá uma brecha sequer. Não é que eu queira que ela vire algum tipo de dona-de-casa-a-moda-antiga, apesar de essa idéia não me parecer ruim. Eu sei, é primitivo, mas eu sou assim com ela. Primitivo, possessivo, louco, apaixonado.
Eu queria apenas que ela deixasse a loja de Alice, ou pelo menos, conversasse com sua amiga para diminuir sua carga horária, para ela poder completar seus estudos. E quando eu toquei no nome estudos, aí sim, eu vi que ela se interessou.
Bella tem o sonho em fazer uma faculdade. E merda, isso era tão simples. Eu estava disposto a pagar por sua educação, e com certeza seria um marido babão na primeira fila no dia de sua formatura.
Mas, esse ainda era um assunto pelo qual eu teria que batalhar bastante para convencê-la.
Assim que meu pai me guiou até uma enorme sala, provavelmente utilizada para reuniões, já que havia uma mesa enorme e com muitas cadeiras, eu fiquei mais nervoso.
– Ei filho, relaxe. Vamos lá, você já encarou coisas mais importantes que essa. – meu pai deu um tapinha em minhas costas, tentando reconfortar-me.
– Ok. – sacudi a cabeça. – Acho... Acho que é só ansiedade por conhecer logo o pessoal. Depois passa... Eu acho. – murmurei o finzinho.
– Claro que vai passar. – sorriu pra mim.
Alguns minutos após, muitas pessoas bem vestidas entraram na sala, nenhum reparando em mim com muito entusiasmo.
Ao iniciar a reunião, Carlisle logo me apresentou como Edward Cullen, seu filho, sócio e novo supervisor de projetos.
Pude perceber o espanto no rosto de alguns, mas que logo desapareceu. Suspirei com alívio. Acho que, pelo menos no trabalho, não vou ter problemas com preconceito.
Se alguém achou algo estranho, não deixou transparecer. O que eu agradecia e muito.
Ao fim da reunião, apertei a mão e me apresentei formalmente a cada membro que estava presente.
Um pouco antes do almoço, Carlisle me acompanhou até meu andar, e me apresentou minha nova sala.
– E então, o que achou? – perguntou sorridente, enquanto eu me encaixava na grande e imponente mesa no centro da sala. Até que minha cadeira entrava no espaço perfeitamente. Sorri.
– Nada mal. – dei de ombros.
– Eu não estava me referindo a mesa. – caminhou para próximo a mim.
– Eu também não. – olhei para o seu rosto. – Achei que seria pior, pai. Mas parece que essas pessoas estão acostumadas a trabalhar com pessoas, ér, deficientes o tempo todo. Bom, houve uma surpresa no início, mas depois todos continuaram com suas caras sérias e normais. – meu pai sorriu.
– No mundo dos negócios, não é nenhuma novidade ter alguém em uma cadeira de rodas ao seu redor. Claro, não é a coisa mais comum de encontrar, mas realmente, não há um grande preconceito. Sempre existirão os idiotas, mas posso te garantir que você não encontrará muitas barreiras. – seu sorriso orgulhoso estampando sua face.
– Mesmo assim, as encontrarei, certo? – ele deu de ombros.
– Quem não encontra? – assenti.
– Bom ponto. – após isso, meu pai me apresentou a minha secretária, Sra. Robinson, e ela me trouxe toda a papelada de projetos em andamento.
Hora de trabalhar!
Na hora do almoço, resolvi ligar pra minha Bella. Céus, eu a vi ontem, e já estava morrendo de saudades.
No terceiro toque, minha princesa atendeu.
– Olá, como vai meu empresário delícia? – tossi pra encobrir um gemido.
– Bella? Empresário delícia? - ela sorriu do outro lado da linha. – Você não tem jeito, menina. Adora me provocar.
– E não é que eu gosto mesmo? – sorria em divertimento. – Mas falando sério agora, como foi? Está tudo bem? – eu amava seu jeito engraçado de ser, e amava mais ainda como ela se preocupava comigo.
– Foi tudo ótimo, meu amor. Eu estava esperando por algo pior, e no fim, está tudo certo.
– Fico feliz por você, meu lindo. – humm, eu amava quando ela me chamava assim.
– Todo seu. – sorrimos como dois bobos apaixonados. – E como está sendo seu dia?
– Apenas comum. Sem você por perto, nada consegue ser melhor do que comum. Só é bom com você. – o que deu em Bella hoje? Eu não sei, mas estava amando.
– Huumm, eu queria estar muito perto de você, baby. Mas, estou aqui, nesse escritório enorme, esperando meu almoço chegar. – fiz beicinho.
– Quem vai levar seu almoço?
– A minha secretária. A Sra. Robinson. Muito simpática e eficiente. – elogiei a senhora muito prestativa. Eu ouvi um rosnado do outro lado da linha?
– Prestativa? Simpática? Mal começou a trabalhar e já está cheio de gracinhas pra cima da sua secretária, Edward Cullen? – ela estava com raiva. Deus, isso era quente. Amo minha noiva ciumenta e possessiva.
– Não, amor... – tentei argumentar e fui interrompido.
– Será que eu vou ter que ir aí mostrar a essazinha que você tem dona? Ou você não quer que eu mostre, heim Edward? – céus, se ela fizesse isso...
– Amor, se você fizer isso, eu juro que te tranco em minha sala e te fodo o resto da tarde. – Porra, como um papo agradável sobre nosso dia foi parar em foder em minha sala?
Escutei Bella ofegar do outro lado da linha.
– Como ela é? – foi seca e direta.
– Uma senhora de aproximadamente 60 anos, baixinha e gordinha. Mais alguma descrição? – merda, eu não podia ficar provocando também, mas era tão legal quando Bella estava tendo crises de ciúme.
– Hum, isso parece bom. – murmurou. – E você está decepcionado com isso?
– Muito. Pra falar a verdade, eu gostaria de uma secretária baixinha também, porém com um corpo escultural, semelhante ao de uma deusa, com os lábios rosados e carnudos, cabelos e olhos em tom chocolate que me fazem derreter e ter pensamentos impróprios, e que tem uma bunda gostosa demais. Sim, essa seria minha secretária perfeita. Conhece alguém com as características que eu enumerei? – ela não pode evitar sorrir.
– Você gostaria de ter uma funcionária assim, uh? – perguntou num tom mais amistoso.
– Com certeza. – nós rimos.
– Entendo. – suspirou. – Então ta amor, mais tarde nos falamos.
– Ok, minha linda. Um beijo. Te amo.
– Também te amo. Tchau. – ela desligou.
Após isso, Sra. Robinson chegou com meu almoço.
O resto da tarde foi tranqüilo para um primeiro dia.
Telefonei para Dra. Denalli, para ajustarmos um horário para minhas sessões, agora que estou trabalhando, teria que ser um tempo um pouco reduzido.
Recebi uma mensagem de Emmett.
Cérebro, não pude ir a sua reunião de apresentação. To atolado de serviço. Vou pra casa de Rose hoje, mas amanhã você me conta tudo sobre o primeiro dia. Abraço.
Às 18 em ponto, meu pai passou em minha sala, e me chamou para irmos embora.
Fomos o caminho todo conversando animadamente. Eu lhe dizendo o que achei sobre os projetos. Ele parecia muito feliz.
Chegamos em casa, e minha mãe estava na sala lendo uma revista.
– Boa noite, meu amores. – sorriu e veio em nossa direção, dando um beijo nos lábios do meu pai. Eca. E um beijo carinhoso em minha bochecha. – Filho, você está tão lindo nesse terno.
– Mãe, você já disse isso hoje pela manhã. – bufei.
– Mas você continua lindo, então eu tenho que falar novamente. – revirei os olhos, e ela continuou. – E onde está Emmett?
– Ficou até mais tarde, e de lá vai pra casa de Rose. – informei. Ela assentiu.
– Mãe, depois eu volto pra contar como foi o dia, vou até meu quarto tomar um banho. – comecei a empurrar minha cadeira.
– Acho difícil que você volte rapidamente. – deu um sorrisinho malandro. Como assim?
– Como assim, mãe? – perguntei intrigado.
– Nada não. – deu de ombros, e foi em direção à cozinha. E juro que ainda pude ouvi-la murmurar algo como “ela realmente gosta dele”. Ela quem? Ele quem? Quem gosta de quem?
Segui meu rumo, mesmo intrigado.
Cheguei ao meu quarto após o longo dia.
Acendi a luz, encostei a porta e deixei minha pasta com o notebook numa mesinha ao canto.
Levei minhas mãos a gravata, para afrouxá-la e paralisei quando escutei uma ordem.
– Nem pense em tirar essa gravata. – Céus! Essa voz sedutora, rouca e transbordando paixão e desejo.
Bella!
Virei um pouco surpreso para o lado que o som vinha e imediatamente engasguei.
Ela quer me matar!
Vestida com, bem, quer dizer, nem tão vestida, com um micro vestido preto, muito justo por sinal, um avental branco de renda, meia arrastão preta, um coque frouxo no cabelo e uma tiara também branca o prendendo. E seus saltos foda-me.
Empregada!
Ela seria minha empregada?
Um arrepio passou por minha espinha só de pensar nisso.
Bella caminhou sedutoramente em minha direção. Eu ainda estava em estado catatônico por vê-la naquela fantasia.
– Você é meu patrãozinho. – ronronou ao passar por mim, e tocar sutilmente em meu cabelo. – Empregadas usam uniformes e patrões usam terno e gravata, certo, Sr. Cullen? – Mordi o lábio pra tentar conter um gemido que queria irromper em minha garganta.
Ela me chamou de Sr. Cullen?
Foda-se, eu nunca me senti tão poderoso ao ser chamado de Sr. Cullen, como agora.
Engolindo um pouco de ar para meus pulmões, eu debilmente assenti.
Bella estava atrás de mim e eu pude sentir quando ela se abaixou um pouco, pois sua respiração chicoteava minha nuca.
Arrepiei-me.
Suas mãos deslizaram por meus braços.
– Posso lhe servir algo, Sr. Cullen? – disse ao pé do meu ouvido, e estalou vagarosamente sua língua ao pronunciar “Cullen”. Porra, eu já sentia a gostosa queimação abaixo do umbigo.
– Si-sim. – gaguejei debilmente.
Bella levantou-se, e foi até meu criado mudo, serviu uma dose de Macallan*, pela garrafa, coleção de 1926, com duas pedrinhas de gelo.
*Uma coleção caríssima de Whisky.
Voltou para mim, rebolando aquele quadril de uma forma sensual que só ela sabia fazer.
Já ouvi falar de pessoas que são hipnotizadas com o balançar de um pêndulo a sua frente, mas ser hipnotizado pelo balançar de um quadril, era a primeira vez.
Bella ajoelhou-se a minha frente, e não fazendo esforço algum para evitar que eu visse sua calcinha branca por baixo do vestidinho.
Óh porra, eu definitivamente estava de pau duro!
– Uma bebida pra relaxar. Sei que o senhor deve estar muito cansado. – continuava a falar com sua voz baixa, calculada, rouca e carregada de desejo.
Eu apenas assenti e peguei o copo de sua mão.
Tomei minha dose de uma vez só. O líquido desceu queimando em minha garganta. Meus olhos estavam conectados com os dela, que gritavam em alto e bom tom o que ela queria.
Foda-se, nenhum líquido queimava mais do que o desejo que eu sentia por essa mulher.
– Deseja mais alguma coisa, Sr. Cullen? – Você! Eu quis responder, mas entrei em seu jogo.
– O que você me sugere? – tentei soar com a voz calma.
Seu sorriso se ampliou.
– Posso fazer uma massagem, se o senhor quiser, é claro. – lambi os lábios, só de imaginar a sensação de suas delicadas mãozinhas em meu corpo.
– Eu adoraria. – ela sorriu.
Deixou o copo no chão mesmo. Levantou-se e caminhou novamente para trás de mim.
Senti seu sensível toque em meus ombros e no mesmo instante gemi com os leves apertos que ela dava. Realmente aliava a tensão. Porém, aumentava o tesão.
– Humm Bella. – seu nome escapou por meus lábios.
– Tisc tisc. O patrão não pode me chamar pelo meu apelido. É antiético. Sou Srta. Swan. - Bella intensificou seus apertos em meus ombros, e suas mãos começaram a viajar por meu pescoço. Seus dedos embrenhado-se em meus cabelos.
– Senhorita Swan... – sussurrei seu nome do jeito que ela queria, e a senti apertar seus dedos em meu cabelo.
– Eu estou a sua disposição hoje, Sr. Cullen. O senhor pode me mandar fazer o que desejar. – senti uma mordida em meu pescoço, e o suave soprar em meu ouvido. – O senhor manda, e eu obedeço. Qualquer coisa. – ela sussurrou. Santo Deus! Ela quer me enlouquecer.
– Qualquer coisa? – gemi como uma vadia ao perguntá-la.
– Tudo que meu patrãozinho quiser. – é possível uma pessoa gozar só com uma conversa? Eu começava a achar que sim, quando senti algumas ondas elétricas atravessarem meu corpo.
Bella massageou meu couro cabeludo por mais uns segundos, e logo senti seu toque me abandonar.
Ela passou por mim, rebolando aquela bundinha empinada e deliciosa, enquanto ia pra cama. Eu já começava a pensar em algo que eu realmente queria pedir a ela.
– Vou arrumar sua cama, Sr. Cullen. O senhor deve estar muito cansado, e deve estar precisando gozar do seu máximo conforto. – Bandida! Ela estava jogando pesado com as palavras.
Assenti como um idiota, sem conseguir proferir palavra alguma.
Bella remexia nos lençóis, ou algo parecido. Eu não conseguia me concentrar na cama. Só tinha olhos para aquela bunda gostosa que estava totalmente descoberta pelo micro vestido.
Ela se curvava para mexer nos lençóis, e eu tinha a perfeita visão daquele monumento apenas coberto pela fina tanguinha branca, totalmente cavada em sua bunda.
O paraíso!
Empurrei minha cadeira para o lado da cama. Sem perceber, levei uma mão a sua coxa macia, e a subi possessivamente para suas nádegas.
Apertei forte.
– Gostosa. – apertei mais uma vez. – Minha! – rosnei minha possessão.
Bella sorria faceira pra mim. Mas logo se desvencilhou do meu toque, e se ajoelhou a minha frente. Óh céus, era uma visão e tanto.
Bella com aquela roupa minúscula, seus peitos quase saltando pra fora do decote, sua cara de devassa, ajoelhada a minha frente, e meu pau totalmente ereto.
Eu, com certeza sei o que pedir pra ela fazer.
– Me chupa, Srta. Swan. – Bella sorriu largo.
Logo começou a trabalhar no meu cinto, abriu minha calça e apenas puxou minimamente minha boxer para liberar meu membro.
Ela olhou atentamente para ele e lambeu os lábios. Porra, não faz isso Bella!
– O senhor estava quase lá sem a minha ajuda, Sr. Cullen? – fez beicinho enquanto passava um dedo na fenda existente na cabeça de meu pênis. O meu líquido pré-seminal praticamente escorria, tamanho o meu tesão.
– Com certeza não seria sem a sua ajuda, Srta. Swan. – olhei pra baixo, dando uma boa conferida naqueles seios maravilhosos. Ela era minha, e queria brincar hoje. E foda-se, eu brincar e falar sujo, do jeito que sei que ela gosta. – Agora me chupa. – ordenei.
Vi seus olhos brilharem, e ela caiu de boca em meu pau.
Mãe do céu, eu juro que sentia bem no fundo o calorzinho do aconchego de sua boca, e uma leve sensação de sucção. Junto com o meu psicológico, que já era trabalhado para apenas imaginar e apreciar a vista, eu já estava a ponto de gozar.
Segurei firme em seu cabelo, fazendo uma espécie de laço em torno da minha mão, e aumentei a velocidade do movimento de sua cabeça.
– Isso, chupa Srta. Swan. Chupa bem gostoso seu macho. – eu já via estrelas. Meus músculos abdominais já se contraíam.
Acho que eu estava empurrando sua cabeça tão forte, que Isabella deu algumas engasgadas, e merda, isso foi quente como o inferno.
– Óh porra, isso é muito bom. – gemi debilmente.
Apertei minha mão em torno dos cabelos de Isabella, pra chamar sua atenção, e ela me olhou enquanto me mamava. Safada! Ela não escondia a cara de contentamento enquanto me fazia gemer como uma puta.
– Isso gostosa. Me engole todinho. – fechei os olhos, e tentei retardar meu orgasmo. Suspirei, e abri meus olhos novamente. A olhei, e ela tinha aquele brilho nos olhos, de quem sabia que estava matando o parceiro de tanto prazer. – Você vai engolir todo meu leitinho, ta me ouvindo? – ela gemeu com meu membro em sua boca.
Céus, ela estava louca pra beber o meu prazer.
Forcei mais sua cabeça de encontro a minha pélvis, obrigando-a a acolher até quase meus testículos.
Foi demais pra mim.
– PORRA! – gritei quando gozei loucamente na boquinha quente de minha noiva.
Fechei os olhos, só sentindo o momento. As ondas elétricas passarem por meu corpo. Aquele choquinho gostoso, que logo fez um sorriso besta aparecer em meus lábios.
– O patrãozinho gostou? – senti o sopro de sua voz ao pé do meu ouvido.
Sem abrir os olhos, meu sorriso se ampliou.
– Foi espetacular. – elogiei.
Abri meus olhos e pude perceber Bella me encarando. Dei uma bela conferida no seu corpo, escultural, diga-se de passagem, e lambi os lábios.
Gostosa demais!
– Me sirva mais uma dose. – mandei.
Virei minha cabeça pra poder acompanhar o rebolado de minha noiva, enquanto ela caminhava até o copo, que estava ainda perto da porta, no chão, onde ela havia deixado.
Ela abaixou apenas o tronco, empinando propositalmente sua bunda gostosa pra mim. Soltei um rosnado involuntário, ao ver novamente sua calcinha totalmente enfiada no meio daquela carne macia, e engoli em seco ao olhar mais detalhadamente e perceber a manchinha de seu tesão por mim na calcinha branca.
Céus, ela estava molhada por ter me chupado.
Existiria uma mulher melhor e mais quente que essa? Com certeza, não!
Enquanto ela se levantava e voltava caminhando até meu criado mudo, para pegar a garrafa de whisky e me servir mais uma dose, eu rapidamente, me apoiando nas barras adaptadas de meu quarto, me movi pra cama, de sapato mesmo. Depois alguém limparia.
Me acomodei em meus travesseiros, praticamente deitado.
Bella se sentou ao meu lado na cama, e me ofereceu o copo.
– Aqui está, Sr. Cullen. – chegou seu rosto perto do meu pra sussurrar, e maldita seja, eu já estava excitado novamente.
– Obrigado. Você certamente terá sua recompensa. – Ah, com certeza ela ia. Não ficaria satisfeito enquanto eu não a deixasse desacordada de tanto gozar.
Percebi o peito de Bella subir e descer mais rapidamente. Sua respiração se acelerou. Boa! Eu também podia jogar com as palavras e excitá-la.
Tomei minha dose de whisky de uma vez só, novamente. Lambi os lábios para aproveitar cada gota, e merda, era mentira, eu só queria mesmo provocar Bella.
Depositei o copo no criado mudo, ao lado da cama, e olhei pra Bella novamente.
– Tira a roupa. – ordenei. Bella ofegou com surpresa, e quando ia começar a deslizar a alça do vestido, eu levantei uma mão, num pedido mudo para que ela parasse. – Não, eu quero que você tire sua roupa, pra mim. Quero que faça um strip-tease, só pro seu patrão. – seus olhos brilharam com a minha proposta ousada.
Ela se levantou sorrindo, ficando a dois passos da cama.
– Não tem música. – ela disse. Eu sorri.
– Eu não preciso de música pra ficar excitado com você. – declarei calmamente. – Agora faça! – utilizei um tom mais rude, e puta-que-pariu, pude ver seus olhos brilharem por receber uma ordem minha.
Ela começou a passar as mãos pelo corpo, vagarosamente. Imediatamente, levei uma mão ao meu membro, e mesmo que eu não pudesse sentir, aliás, até sentia, mas era pouquíssimo, foi um instinto, me acariciar enquanto ela se despia pra mim.
Sem nenhum pingo de constrangimento, iniciei uma auto carícia, e Bella pareceu gostar, pois seus olhos ficaram por uns segundos grudados em meu movimento.
Ela olhou em meus olhos novamente e sorriu travessa.
Virou de costas pra mim, e rebolando aquela bunda gostosa, céus, eu já falei que amo a bunda da minha noiva? Assim como amo seus seios, que também são deliciosos. E a sua... Bem, se eu fosse dizer todas as partes de Bella que eu amo, eu não conseguiria prestar atenção em seu strip-tease.
Ela balançava seu quadril, me enfeitiçado, levou as duas mãos as suas costas, e desfez o nó do avental de renda, que caiu por seu corpo.
Ela virou de frente pra mim novamente, e levou suas duas mãos aos seios, e os acariciou.
– Porra! – silvei. Ela gosta de me provocar, e eu a amo por isso.
Bella desceu suas mãos pelo corpo. Era uma porra de um strip-tease, mesmo sem música. Aliás, quem liga pra merda de música, tendo a mulher da sua vida à sua frente, tirando a roupa e lhe enviando um olhar que prometia uma noite de sexo quente?
Ela levou as mãos à barra do vestido, e levantou só um pouquinho, e como era um tamanho micro, eu pude ver a sua calcinha branca. Merda, a parte da frente estava quase transparente de tão molhada que estava.
– Porra, princesa. Você está toda molhada. – Fechei os olhos e curti a sensação gostosa, como se uma labareda de fogo lambesse meu corpo.
– Meu nome é Srta. Swan. – disse entredentes. Abri meus olhos e olhei pra ver se ela estava brincando, mas não, ela parecia muito séria.
Ok, então a brincadeira ainda não acabou. Tudo bem, o Sr. Cullen pode ser um homem muito rigoroso.
– Claro, Srta. Swan. – concordei. – Eu quero que você tire esse vestido, imediatamente. – ordenei ríspido.
Bella segurou a respiração, e assentiu apressadamente. Ela percebeu meu tom.
Deslizou suas mãos por seu corpo novamente, e puxou seu vestido. Controlei um gemido ao olhar aquele corpo que eu conhecia como a palma da minha mão.
Ela, abusada, como sempre, jogou seu vestido em meu rosto. No mesmo momento, parei de ministrar meu membro, e segurei aquele pedacinho pequeno, muito pequeno, de pano preto.
Levei ao nariz e cheirei. Tinha o cheiro do seu corpo, um pouco de colônia e excitação. Lambi os lábios. Porra, eu queria cheirar sua calcinha. O quão doente isso poder ser?
– Quero sua calcinha. – ordenei novamente pra ela.
Ela sorriu, mas ao invés de retirar a peça que pedi, ela levou suas mãos as costas, e soltou o fecho do soutien. Humm, aqueles seios lindos estava apontados pra mim. Lindos, maravilhosos, suculentos. Eu sou fã número um, e espero que seja o único, dos seus seios.
Ela, repetindo o gesto com o vestido, me jogou seu soutien. Eu o agarrei no ar e o mordi. Um ser primitivo tinha aflorado em mim, e eu não conseguia controlar.
Deixei a peça de lado, na cama, e olhei pra Bella novamente. Agora só falta a calcinha. Céus, eu estava como um cachorrinho em frente aquelas máquinas de assar frangos nas padarias.
Sim, eu era seu cachorrinho, e há alguns minutos atrás ela estava acariciando e beijando minha cabecinha.
Quando eu fiquei tão sujo assim? Ah, quando eu me apaixonei e fiquei viciado no corpo da minha mulher.
Bella levou as mãos aos seus seios e os acariciou. Ela os apertava com as mãos cheias, e logo, apertava aqueles mamilos lindos. Rosados, empinadinhos, e me chamando loucamente para mamá-los. Óh, eu com certeza faria isso.
Percebi Bella endurecer os músculos das suas coxas, e esfregá-las uma na outra. Céus, ela estava precisando de alívio? Eu daria seu alívio. Com certeza, eu daria.
– Tira essa porra de calcinha, Srta. Swan. – rosnei. Eu estava com pressa. Eu necessitava por minhas mãos em seu corpo imediatamente.
Ela deslizou as mãos pela barriga sarada. Céus, como pode ser tão gostosa?Foi descendo, até chegar a barra da calcinha, e rapidamente a desceu por suas pernas, e me jogou aquele paninho branco e ensopado.
Segurei no ar, e rapidamente levei ao meu nariz. Exalei profundamente. Que cheiro maravilhoso!
Apertei forte sua calcinha em minha mão, e lambi a extensão que estava molhada. Escutei Bella ofegar. Me virei novamente pra ela e sorri. Ela não esperava uma atitude tão primitiva de mim.
– Agora eu quero provar da fonte, Srta. Swan. – levantei uma mão, e a chamei com apenas um dedo.
Bella, totalmente nua, e com seus saltos, veio em minha direção.
Sentou-se em cima de mim, com uma perna de cada lado. Levou suas mãozinhas ao meu membro, mas eu a parei. Ela olhou interrogativamente pra mim, e eu sorri.
– Ainda não. Primeiro, deixe-me provar da fonte esse gostinho maravilhoso. – Bella não conseguiu segurar um gemido, e eu vibrei por dentro por causar isso nela.
Ela se deitou ao meu lado. Eu levantei meu tronco, retirei meu terno e o joguei longe, afrouxei minha gravata, e empurrei um pouco meu corpo para baixo na cama. Eu tinha que ficar com o rosto na altura de seu sexo.
Dobrei de qualquer jeito as mangas da minha camisa social, e abaixei meu rosto sobre seu sexo, dando apenas uma lambida em seu clitóris. Bella gemeu alto e logo senti seus dedos se infiltrando em meu cabelo.
Olhei para seu rosto, e pude ver o brilho de expectativa em seus olhos.
Olhei novamente para seu sexo, que brilhava pela sua excitação. Passeei um dedo por sua fenda, e senti Bella tremer um pouco.
Eu adorava as sensações que causava a ela.
Sem avisar, enterrei um dedo em sua feminilidade, e Bella gritou. Seu tronco se levantando instintivamente da cama.
– Você não pode gozar, Srta. Swan. – disse severamente a ela. Bella arregalou os olhos, mas logo percebeu minha intenção, e me deu seu melhor sorriso safado.
Iniciei movimentos de vai-e-vem dentro de Bella, e seus gemidos ganharam o ambiente. A melhor melodia de todas.
– Óh Edwaaard. – parei os movimentos no exato momento.
– Tisc tisc. Eu sou o Sr. Cullen. – Devolvi o golpe. Bella bufou e deu um forte puxão em meus cabelos.
Aquilo doeu, mas porra, isso foi quente. Ver Bella tão descontrolada de tesão, a ponto de me machucar, foi realmente excitante.
– Me chupa todinha, Sr. Cullen. – Bella gritou quando me abaixei repentinamente e suguei seu clitóris. – Por favor. – implorou com um gemido.
Não me dei ao trabalho de responder, apenas voltei a fazer os movimentos devai-e-vem com meu dedo dentro de Bella, e lambi vagarosamente eu clitóris.
Percebi Bella segurar forte nos lençóis. Os nós de seus dedos ficando quase sem cor, devido a força que ela usava.
Num impulso de coragem, retirei meu dedo, totalmente molhado, de dentro de Bella, e deixei deslizar por sua carne macia, até sua outra entrada.
Acariciei seu buraquinho. Senti Bella tremer, parei de lhe chupar e levantei o rosto para ver sua face. Será que ela ficaria zangada com minha nova carícia?
Sorri ao perceber que Bella mordia os lábios, e seus olhos me olhavam com expectativa.
Deslizei um pouquinho meu dedo dentro de seu buraquinho, e Bella gemeu alto.
– Óh porra, isso é bom! – Isso era um sinal verde, certo?
Desci novamente meu rosto em seu sexo totalmente depilado e inchado. Uma linda visão!
Voltei a chupar o clitóris de Bella, e fui deslizando aos poucos meu dedo em seu traseiro. Iniciei leves estocadas e o quadril de Bella já levantava um pouco da cama, instintivamente.
Apoiando meu tronco em meus cotovelos, levei minha outra mão à sua fenda rosada e molhada, e deslizei um dedo em seu calor.
– PORRA EDWARD! – Bella meio gritou, meio rosnou.
Como se eu estivesse escavando seu corpo, eu trabalhava um dedo em seu traseiro, e um dedo em sua doce feminilidade. Enquanto chupava seu clitóris.
Eu sabia que Bella gozaria a qualquer momento.
– Óh Edward. Isso amor... Tão gostoso. – Bella gemia alucinada.
Aumentei a pressão das minhas estocadas em seu traseiro, e com o dedo que eu estocava sua fenda, eu apenas o curvei, num gesto de vem-cá e toquei seu ponto G. No mesmo instante que suguei forte seu músculo pulsante e inchado.
– Edwaaaaaar... – Bella não conseguiu completar seu gemido.
Gozou forte em minha mão.
Senti minha mão muito molhada, e lentamente retirei meus dedos, o que estava em seu traseiro e o que estava em sua fenda, de dentro dela.
Bella ainda tremia, e eu escutava sua respiração forte.
Olhei para minha mão, e não pude acreditar.
Um líquido meio esbranquiçado, quase transparente, estava espalhado por ela. Olhei para a cama, e havia uma grande mancha com esse mesmo líquido. E finalmente olhei para o sexo de minha noiva, e de lá, ainda pude ver um último fluxo desse mesmo líquido saindo. Não chegava a ser um jato, como acontece com os homens, mas era com uma certa pressão.
Sorri maravilhado.
Eu não era nenhum idiota, eu já li muito e já vi filmes onde acontecia isso. E céus, milhares de mulheres passavam a vida toda sem sentir, ou sequer conhecer isso.
Bella ejaculou!
Ou squirt, como é mais conhecido.
Esse é um tipo de orgasmo único, que, de acordo com especialistas, é melhor e mais forte do que o orgasmo por estimulação do clitóris e o orgasmo pela penetração juntos.
Porra, eu sou foda!
Meu ego inflou.
Bella devia estar vendo estrelas ainda.
Olhei pra cima e entrei em desespero.
Bella estava de olhos fechados, seu rosto sem expressão, e sua respiração não era mais acelerada.
Movi meus braços, e me empurrei um pouco mais pra cima na cama.
– Bella, amor. Por favor, fala comigo. – A sacudi. – Amor... Princesa, você está bem? – gemi, será que ela desmaiou? – Amor da minha vida, por favor, fala comigo. – pedi desesperado.
Fiquei aliviado quando um sorriso apareceu no rosto de Bella.
– Ai, graças a Deus. – agradeci.
– Eu morri e estou no céu? – sorri pelo jeito lânguido de Bella falar.
Me inclinei e beijei seus lábios.
– Da maneira como você supõe que morreu, acharia difícil que você fosse pro céu, baby. – brinquei. Agora eu já estava aliviado.
– Céus, o que você fez comigo, Edward? – ela sorriu mais um pouco. – Eu estou nas nuvens. Acho que não consigo nem mover meu dedo mindinho.
Sorri e decidi provocar.
– Você encharcou meu lençol, amor. Tem uma grande mancha nele. – Bella arregalou os olhos no mesmo momento.
– Eu o quê? – sorri mais e a abracei de lado.
– Bom, você teve um, digamos, o orgasmo dos orgasmos. Numa linguagem específica, você ejaculou. – Vi Bella ficar vermelhinha, e nada nesse mundo era mais fofo que isso.
– Nossa... – começou meio tímida. – Eu já li sobre isso, mas sempre achei que era impossível. – corou mais forte. – Você, ér, acha isso meio, ér, nojento? – Tá brincando?
Sacudi a cabeça.
– Bella, pelo amor de Deus. Saber que eu dei um prazer tão forte pra minha mulher, e poder ver esse momento, que pra mim foi épico... Nossa, eu nem sei explicar. – sorri como um bobo. – Não são todos os homens que conseguem proporcionar isso a uma mulher. E eu estou muito orgulhoso de mim mesmo. – Bella sorriu preguiçosamente pra mim.
– Nenhum outro homem seria capaz de me proporcionar isso. – declarou espontaneamente. Senti meu coração se aquecer com isso. – Céus, Edward. Eu quero isso todo dia.
Sorri. Se dependesse de mim, ela teria.
– Se você dormisse comigo todos os dias, eu poderia me esforçar bastante para lhe dar isso com uma boa frequência. – ofereci. Bella sorriu.
– Quando é o casamento mesmo? – perguntou.
– Pra quando você quiser. – olhei diretamente em seus olhos ao declarar isso.
Bella sorriu.
– Bem, talvez eu queira me casar amanhã pela manhã. – sorrimos um para o outro, e eu depositei um beijo carinhoso em seus lábios.
Aconcheguei-me ao seu corpo. Minha cabeça descansando em cima de seus seios. Meu travesseiro favorito!
Por mim casaríamos amanhã mesmo. Mas Bella merecia um casamento de princesa. E ela teria.
Mas porra, eu com certeza pagaria todo dinheiro que eu tivesse pra podermos encontrar a casa logo, e reforma-la, para nos casarmos rapidamente.
Em breve, baby! Será tão em breve, que vai ser como se fosse amanhã pela manhã.
– Edward. – Bella me chamou enquanto deslizava uma mão por meu cabelo.
– Humm? – murmurei ainda aconchegado naqueles montes macios.
– Você precisa tirar essa roupa e tomar um banho, amor. – sorri. Era verdade. Eu nem havia tirado os sapatos sequer.
– Você está mesmo disposta a me fazer sair daqui? – senti o peito de Bella vibrar com seu riso.
– Eu odeio o fato de ter que me afastar de você agora, mas além do mais, eu tenho que dar um jeito nesse lençol. – sua voz morreu ao final da frase. Ela com certeza ainda estava tímida em relação ao seu momento de prazer.
– Ok, vou tomar um banho. – suspirei como se fosse um fardo fazer isso. E tecnicamente era. Sair do aconchego de minha noiva era um fardo bem pesado.
– Quer ajuda? – ela ofereceu. – Você sabe, trabalhou muito com a força dos braços hoje, pode ser que seja um problema ao se apoiar nas barras. – deu de ombros. Malandrinha.
– Eu adoraria uma ajudinha pra lavar certa parte do meu corpo, mas pode deixar, eu tenho força o suficiente pra ir sozinho. – sorri, e lhe dando um beijinho nos lábios, levantei meu tronco e me arrastei até a beirada da cama, puxando minha cadeira pra poder passar meu corpo pra lá.
Virei-me para Bella novamente.
– Bella. – ela, que estava de olhos fechados, descansando ainda de seu orgasmo avassalador, os abriu e me encarou com um olhar extremamente carinhoso. Sorri.
– Sim? – me deu seu melhor e mais quente sorriso.
– Eu te amo!

Notas finais do capítulo

E então, gostaram?

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