FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 28

Boa noite gente... então, muita gente comentando sobre o cap "arrepio". Calma, a fic não é sobrenatural kkkk foi só um jeito de botar suspense na história.
Bom, pelo que percebi, a maioria gostou do que eu disse sobre Edward não voltar a andar. Mas ainda teve pessoas q não gostaram. Eu respeito. E é por eu respeitar muito a inteligência de minhas leitoras que não vou fazer uma cura mirabolante nessa fic.
Let's goooo!!!!


Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez




2 meses e meio depois
– Você consegue sentir isso, Edward? – Dra. Denalli perguntou-me enquanto me apalpava um pouco abaixo do joelho.
–Sim, eu sinto. E desta vez é bem mais forte. – respondi empolgado.
Há algum tempo já venho sentindo um pouco mais as pernas, mas hoje eu pude realmente sentir. Claro, não era como antes do acidente, mas eu juro que sentia todos os cinco dedos da doutora Denalli, quando ela apertava minha perna.
Eu estava eufórico.
– E isso, você pode sentir? – A doutora subiu sua mão por minha perna, fazendo uma leve pressão com os dedos em meu joelho, e foi até a metade da coxa.
–Sim, eu consigo Dra. Denalli. – assegurei.
– Pode me chamar de Tânia, Edward. Nós temos nos visto todos os dias há um bom tempo, acho que já podemos deixar as formalidades. – sorri.
– Ok, Tânia, eu senti sim. Mas não na mesma intensidade que abaixo do joelho. Senti a pressão que você fez, mas não foi tão forte. – esclareci.
– Ok. Isso não é preocupante. Nós temos trabalhado muito, e esse resultado é normal. Aos poucos seus músculos da coxa vão responder bem também. – ela ruborizou-se. – E bem, o seu órgão sexual também, evidentemente.
Não tive tempo pra ficar envergonhado com o assunto. A euforia dentro de mim explodia. Parecia que fogos de artifícios estavam estourando dentro de mim.
É claro que eu sentia muito prazer quando estava com Bella, mas, com um pouco mais de sensibilidade, eu tinha certeza que seria mais espetacular do que já era.
Sorri amplamente. E acabei me desconcentrando do toque de Tânia.
– Aqui você sente igual na coxa, ou a sensibilidade é menor? – me dei conta que ela estava pressionando dois dedos em minha virilha. De forma profissional, é claro.
Eu senti. Na mesma proporção do toque da coxa, mas esse toque foi diferente. Afinal, era uma região bem perto do meu pênis. E bem, não é que eu sentisse tesão pela doutora, apesar de ser uma mulher muito bonita, eu não a olhava com olhos desejosos. Só tinha olhos pra minha noiva.
Mas seu toque foi perto demais, me deixando desconfortável com o que eu senti.
Limpei a garganta, e comecei a estalar os dedos, um pouco nervoso. Hábito que peguei de Bella.
– Nessa região eu sinto na mesma proporção que na coxa. – sorri um pouco sem graça.
Percebi os olhos da doutora brilharem. Ela parecia feliz.
– Edward, estou muito orgulhosa de você. Você tem se dedicado bastante, e já está percebendo os resultados com menos de um ano de tratamento. – eu sorri ao ouvir suas palavras. – E logo já vamos poder trabalhar a parte motora.
– Como assim, Tânia? – percebi que ela não tirou a mão da minha virilha. Mas deve ter esquecido, já que estava empolgada ao me explicar.
– Bem, nós estamos trabalhando sensibilidade, e com isso você já consegue fazer leves movimentos com as pernas, correto? – assenti. Eu conseguia, mas eram movimentos tão idiotas, como mexer os dedos do pé, curvar um pouquinho o pé e mover fracamente o joelho. Nada que fosse útil. – Então, após completarmos o trabalho com a sensibilidade, nós iniciaremos a motora. Que é um pouco mais puxado, pode até doer um pouco. Mas você já vai poder movimentar as pernas. Não estou dizendo que você irá andar, e eu lamento muito por isso. Mas estou dizendo que, se você se dedicar bastante, você conseguirá ter forças nas pernas para apoio, esticá-las e flexioná-las com mais facilidade, o que vai ajudar no banho, trocar de roupa e calçar sapatos. Enfim, ajudará em tudo. Até na sua rotina sexual. – Completou com um sorriso tímido. Eu sorri amplamente. Adorei a última frase.
– Bem, isso é animador. – brinquei.
– Com certeza. E aos poucos, vamos tentar estimular também o movimento do quadril. Vai ser um trabalho à longo prazo, mas com essa força de vontade que você tem demonstrado, nós vamos vencer mais esse obstáculo. – com sua mão livre, ela segurou a minha, e sorriu pra mim.
Devolvi o sorriso, mas ainda um pouco intrigado do porquê ela ainda estar com a mão na minha virilha. E, por mais estranho que pareça, quando ela mencionou “nós vamos vencer”, achei algo meio pessoal. Quer dizer, nós somos um time, médica e paciente, mas mesmo assim, esse “nós” não me pareceu estar se referindo a isso.
Ou isso pode ser besteira minha. Tanto tempo sem ter um contato maior com mulheres, agora eu acho que toda pessoa do sexo feminino que se aproximar e sorrir pra mim, estarão automaticamente interessadas em mim?
De qualquer forma, a única que me interessa é Isabella Swan, e na semana que vem, Isabella Cullen. Sorri ao lembrar-me disso.
– Ei, posso saber o motivo desse sorriso? – voltei à realidade ao escutar a voz de Tânia.
– Ah, bem, ér, nada não. É que eu apenas lembrei de minha noiva. – seu sorriso morreu um pouco, e ela finalmente parou de pressionar minha virilha. Ufa.
– Ah é mesmo. Você tem uma noiva. – esse fato pareceu não agradá-la. Ela retirou completamente sua mão de mim, e se sentou na cadeira que estava antes. – Bem, quando é o casamento mesmo?
– Semana que vem. – sorri. – Você vai, não é mesmo, Tânia? – seu rosto murchou um pouco mais. E eu desconfiei que realmente ela estivesse interessada em mim. D e qualquer forma, eu já havia lhe enviado o convite.
– Bem, vou fazer o possível. – me deu uma resposta política. Bem, agora a sensação de que ela estava interessada em mim era bem maior.
– Ficarei feliz em ver você prestigiando o dia mais feliz da minha vida. – sorri amistosamente. Ela franziu o cenho.
– O dia mais feliz? Mas geralmente o dia mais feliz da vida de uma pessoa, não é quando nasce seu filho? – ela parecia ter tentado brincar pra descontrair, ou só alfinetar minha paixão super evidenciada por Bella.
– Concordo, mas filhos não é algo possível para nós. Então, o dia mais feliz será o do nosso casamento. – disse de forma um pouco seca.
– Por que é impossível, Edward? – ela parecia realmente curiosa.
– Acredito que você como médica entenda bem os motivos. – ela assentiu fracamente. – E inseminação artificial não é algo que desejamos. – ou pelo menos eu não desejava.
– Entendo, mas não é clinicamente impossível, Edward. – ela argumentou.
– Eu sei que não é clinicamente impossível. – disse com desdém. – Mas estamos juntos há 11 meses e nada até hoje. – ela se encolheu um pouco.
– Bem, talvez sua noiva tenha algum problema. De repente, não é com você... – a cortei secamente.
– Bella não tem problema algum. – falei rapidamente. Só de lembrar que ela já esteve grávida de outro homem um dia, senti uma raiva absurda. E o fato dela ter sofrido tanto por essa gravidez, só serviu pra me deixar mais nervoso com essas lembranças.
Tânia sorriu um pouco sem graça.
– Bem, me desculpe. Eu apenas sugeri. – balançou a cabeça, e chegou um pouco mais perto de mim novamente. Pegou minha mão e olhou em meus olhos. – Eu só não gosto de ver você se culpando por tudo. Você tem uma deficiência sim. Mas todos nós temos algum tipo de deficiência. Algumas só são mais evidentes. – sorri em agradecimento pelas doces palavras. Ela realmente soube o que falar pra me acalmar. – Nunca se subestime, Edward. Você é um cara capaz. É legal, divertido, inteligente e é bonitão. – ela sorriu ao me ver ruborizado pelo elogio.
– Que isso, Tânia. Eu não sou isso tudo aí não. – Droga! Eu estava corado. Não é todo dia que eu recebo elogios de outra mulher que não seja minha mãe e Bella.
– É a mais pura verdade. Sua noiva é que deve ter um trabalho imenso. Aposto que existem várias mulheres jogando charme pra você. – sugeriu. Senti que seus dedos já deslizavam pela palma da minha mão, que ela ainda mantinha presa à dela.
– Se jogam charme ou não, eu não percebo. Minha noiva é a única que me interessa. – cortei de forma educada.
Tânia deu um sorriso amarelo, e disfarçando um pouco, soltou minha mão, e se afastou de mim, com a desculpa de pegar sua prancheta.
Encerramos a sessão 10 minutos depois. Ela ainda me perguntou mais algumas coisas, e após isso nos despedimos.
Peguei o elevador, e quando cheguei ao andar da garagem, Eric, pra quem eu já havia telefonado, me esperava ao lado do carro.
– E então, Eric? Sua família vem para o meu casamento? – perguntei assim que ajustei o cinto de segurança, e Eric entrava no carro, após guardar minha cadeira de rodas no porta-malas.
– Claro, Sr. Cullen. E mais uma vez, muito obrigado pela consideração de nos convidar. – revirei os olhos. Eric já era como um amigo, não precisávamos mais dessa formalidade toda.
– Eric, pelo amor de Deus, quando vai me chamar de Edward? Somos amigos, cara. – ele sorriu, e olhou pra mim pelo retrovisor enquanto manobrava o carro para sairmos do estacionamento do prédio.
–Desculpe, Edward. É o costume. – respondeu um pouco mais relaxado.
– Sem problemas, cara. – respondi.
Peguei o celular pra checar alguns emails. Eu não voltaria mais para a empresa hoje, mas a Sra. Robinson sempre me mantinha informado via email.
Estávamos indo buscar Bella na faculdade. Sim, ela está na faculdade.
Bem, não está estudando exatamente. Ela foi hoje apenas para fazer a inscrição. Mas de qualquer forma, estamos indos buscá-la na faculdade.
Eu estava muito orgulhoso de Bella. Independente de ter tido minha ajuda ou não, ela conseguiu dar a volta por cima. Superou o que talvez foi o pior momento de sua vida. Continuou sendo uma mulher boa, divertida e acima de tudo, que acredita nas pessoas.
Bella é uma raridade, e eu não estou disposto a perdê-la nunca.
Semana que vem nos uniríamos perante Deus e a sociedade.
Eu estava ansioso demais por isso.
Demorei 6 malditos meses pra conseguir a casa, e mais dois e meio pra reformar e adaptar. Mas enfim, última semana sem poder chamar Bella de esposa.
Daqui há alguns dias, Bella será oficialmente a senhora Cullen, e eu, serei o homem mais feliz do mundo. Bem, eu já sou, afinal tenho Bella ao meu lado, mas acho que serei um pouco mais, se for possível.
Paramos em frente ao prédio da faculdade, e Bella, reconhecendo o carro, veio rápido em nossa direção. Abriu a porta e se jogou dentro do carro, me agarrando e me beijando como se não me visse há anos, e não algumas horas, já que dormimos juntos essa noite.
– Ei, isso é o que eu chamo de felicidade por me ver. – Bella me olhou nos olhos. Percebi um brilho emocionado naquela imensidão de chocolate.
– Ai Edward, como você me manda uma mensagem dizendo que vamos ver nossa casinha, que ficou pronta, e não quer que eu esteja animada? – ela foi tão doce e amorosa ao dizer isso, que me peguei sorrindo como um besta, ao imaginar chegar em casa após o trabalho e ter uma recepção como essa todos os dias.
Sorri e lhe dei mais um beijo rápido.
– Amor, eu não diria casinha. – na verdade, era uma casa enorme. – E bem, eu mandei a mensagem para você não combinar nada com Alice.
– Eu te liguei várias vezes, mas você não atendia. – fez beicinho. Não resisti, e mordi aqueles lábios lindos e com um gosto tão especial.
– Eu estava na sessão de fisioterapia. Por isso não atendi. – Bella bufou. Ela não gostava de Tânia. Na verdade, ela a odiava. Bella tinha um cisma que Tânia tinha algum tipo de interesse por mim. Eu sempre ri disso, mas hoje, no entanto, eu confesso que o raciocínio de Bella até que fazia sentido.
– Odeio o fato daquela mulher ter duas horas no dia pra ficar te apalpando livremente. – gargalhei com sua crise de ciúmes. Eu amava isso, pra falar a verdade. Me sentia envaidecido por uma mulher absurdamente linda morrer de ciúmes de mim, e me sentia amado também. É bom saber que importamos para alguém.
– Bom, é bem legal ser apalpado por uma loira durante duas horas. – gracejei. Me preparei para a surra que eu estaria prestes a tomar.
Esperei. Esperei. Ué? Sem tapas hoje? Será que ela ficou realmente chateada com a brincadeira?
Olhei para Bella que tinha a cabeça virada para a janela e fitava o vazio.
– Amor? – a chamei, mas ela não olhou pra mim. Levei uma mão a seu queixo, e puxei seu rosto, para que eu pudesse olhar em seus olhos. Vi tristeza ali. Será que a simples brincadeira fez isso com ela? –Baby, o que houve? Me desculpe pela brincadeira. Foi infantil. Me desculpe. Mas por favor, não fique chateada comigo. – pedi.
Bella deu um fraco sorriso, que não chegou a seus olhos.
– Não estou chateada com você, meu amor. Eu odiei a brincadeira, no entanto. – suspirou. – Mas ela pode ter um fundo de verdade, que nem você saiba.
– Bella, não começa, por favor. Eu não tenho olhos pra mulher nenhuma. Já pedi desculpas, meu amor, e além do mais... – ela trouxe dois dedos a minha boca e me silenciou.
– Eu estou apenas dizendo que, você só conhece a mim, Edward. Quer dizer, a única namorada, a única amiga, a única tudo. – abaixou a cabeça. – Eu só tenho medo de estar sendo egoísta demais, e estar casando com você sem deixá-lo conhecer mais da vida. Sem deixá-lo viver mais. – pude ouvir uma fraca fungada. Ela estava chorando?
Levei minha mão ao seu cinto e o soltei. Rapidamente puxei Bella para o meu colo.
A abracei forte.
– Bella, nunca mais fala uma besteira dessas. Eu te amo. Amo muito. Não quero conhecer mulher nenhuma. Eu tenho a melhor aqui em meus braços, e eu não estou disposto a deixá-la por nada. Você está me entendendo? – ela assentiu fracamente. – Bella, você é a coisa mais importante da minha vida. Aliás, você é a minha vida.
– Eu sei, mas... – a cortei.
– Não, eu acho que você não sabe. Já que você está me falando essas coisas todas. – levantei seu rosto e colei nossas testas. Nosso olhar estava preso. – Bella... Céus, você é tudo pra mim. Você é o que me motiva a sair do meu quarto todos os dias e ser um homem de verdade. Um homem que trabalha, que luta contra as limitações, um homem que vive, que sonha. Um homem que ama, Bella. Você é o motivo disso tudo. Você é a mulher com quem eu quero dormir e acordar pelo resto da minha vida. A mulher com quem eu quero compartilhar minha vida, meus medos, meus problemas diários. Você é tudo pra mim. Será que agora você conseguiu entender isso?
Ela assentiu enquanto limpava algumas lágrimas de seu rosto.
– Acho que a aproximação do casamento está me deixando com os nervos à flor da pele. – nós rimos, ainda com os rostos próximos. Testas coladas.
Beijei carinhosamente seus lábios. Mostrando todo meu amor. Lentamente, invadi sua boca com minha língua, e a de Bella logo veio me procurar também.
Nossas línguas se acariciaram por um breve momento.
Nosso beijo terminou com alguns selinhos, e um rostinho mais feliz de Bella.
– Eu te amo, príncipe. – ela disse. Eu podia ver a verdade em seus olhos.
– Assim como eu te amo, princesa. – sorrimos como bobos apaixonados que somos, e então escutamos um alto limpar de garganta.
Merda! Eu esqueci completamente onde estávamos. No carro nos declarando um pro outro, enquanto Eric enfrentava o trânsito de Seattle. Que legal.
Eu retirei Bella do meu colo, e ela rapidamente sentou ereta ao meu lado. Suas bochechas estavam ruborizadas. Momento constrangedor esse.
Sempre que entrávamos em nossa bolha, nada fora dela nos importava.
– Senhor... Bem, quer dizer, Edward, nós chegamos. – ela sorriu um pouco constrangido pra mim, ao olhar-me pelo retrovisor.
– Ah, claro. Obrigado, Eric. – olhei para Bella. – Vamos querida, conhecer nossa casa? – Bella sorriu timidamente e assentiu.
[...]
– Jesus, eu amei a casa, Edward. Aliás, a mansão. É tudo tão lindo. – os olhos de Bella estavam fascinados enquanto ela conhecia cada cômodo de nossa casa.
Passamos pela sala de estar, sala de jantar, a cozinha, a biblioteca e escritório, que eu decidi fazer em apenas um cômodo grande, a copa, a sala de tv, os quartos de hóspedes, e enfim, nosso quarto.
– Querida, essa casa não é considerada uma mansão. Precisaria ter mais alguns metros quadrados pra se encaixar nesse termo. – sorri do seu olhar admirado pra cada canto do cômodo.
– Meu Deus, Edward, eu vou gastar um dia inteiro só pra limpar esse quarto. – ela não parecia estar reclamando. Soou mais como uma admiração por nunca ter visto um quarto tão grande.
– Amor, você não vai limpar nada. Desde quando princesa faz serviço doméstico no castelo? – ela sorriu e rapidamente veio sentar em meu colo.
Ainda bem que Eric ficou dentro do carro. Seria constrangedor ele presenciar outro momentobobos-apaixonados entre eu e Bella.
– Hummm, então se a princesa não faz serviço doméstico, o que ela faz no castelo? – Porra, eu adorava quando Bella usava esse tom de ninfeta assanhada pra mim. Senti um calor na região pélvica.
– Você não advinha? – inclinei-me e comecei a distribuir beijos e lambidas por seu pescoço.
Uma mão minha já estava em sua bunda. Eu tenho uma tara nada secreta pela bunda da minha noiva. E com a outra eu já alisava suas costas, e dava leves apertos em sua cintura.
– Não consigo nem imaginar o que a princesa poderia fazer. Hummm Edward. – gemeu meu nome. Porra! Ela gemeu meu nome.
– A princesa tem fazer muito amor com o príncipe. – subi meus beijos por sua mandíbula e cheguei à sua boca. – Fazer amor bem gostoso. – sussurrei e a beijei.
Invadi sua boca com minha língua, desesperadamente. Explorei sua boca deliciosa e a apertei em meus braços.
Encerramos o beijo bastante ofegantes. Bella sorriu.
– Eu acho que consigo fazer meu dever de princesa direitinho. – nos beijamos novamente. Dessa vez sem pressa. Só aproveitando nosso amor.

Estava tão perto. Uma semana apenas para vivermos nosso conto de fadas.



E então, gostaram? Uma semana para o casamento!
Espero que sim. Já sabem, fds tem o próximo cap.
Agradeço pelas reviews, vocês tem sido super fofas. Amo isso. É um grande estímulo pra mim.
Eu tô começando a escrever outra fic, mas ainda não irei postá-la, pois não estou dividindo em capitulos. Estou escrevendo livremente, e depois de pronta que eu postarei. É QUENTE!! hahaha as pervas de plantão vão gostar.
Beijos a todas, muito obrigada por acompanharem minha fic, é uma honra pra mim.


PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

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