FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 29

Boa noite girls...
Gente, quanto ódio contra a Tânia kkk... gente, eu disse que ela não seria uma bitch, não que ela não se interessaria e nem daria em cima do Edward. Ela não vai armar nenhum plano mirabolante, mas ela apenas tentou... isso é justo. Ele não quis, apenas se esquivou rsrsrs
Então, vamos ao casamento?
Gostaria de primeiro, agradecer a Bells pela linda recomendação, muito obrigada, querida! E claro, agradecer a todas as reviews... vocês são demais...
let's go, girls!


Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez


– Que droga de cabelo! – disse com raiva enquanto tentava arrumar a porra de uma mecha que teimava em ficar bagunçada para o alto.

Pelo reflexo do espelho pude ver meu pai entrar no quarto.

– Nervoso? – perguntou sorrindo. Revirei os olhos.

– Imagine, pai. Vou casar dentro de alguns instantes e a porra do meu cabelo não quer parar no lugar. – meu pai sorriu mais.

– Ah, vamos lá Edward, é só uma mechinha. Não precisa ficar nervoso por isso. – parou ao meu lado ainda mantendo aquele sorriso relaxado em seu rosto.

– Não pai, eu tenho que arrumar meu cabelo. A Bella viu num filme um homem casando com o cabelo todo arrumado com gel, sem nenhum fio fora do lugar, e ela disse que ele estava perfeito. – falei enquanto passava um pouco mais de gel no cabelo. – Eu quero ficar igual o cara do filme. Perfeito. – peguei mais um punhado de gel.

Meu pai segurou em meu braço, não deixando eu passar mais um punhado do gel no cabelo.

– Edward, pare! Já está bom de gel, meu filho. – suspirei e percebi o olhar do meu pai se tornar preocupado. – Insegurança nessa altura do campeonato?

– Eu só queria ser perfeito como o cara do filme. Eu só quero que ela tenha o casamento perfeito. – revelei a meu pai.

– Edward, Bella vai ter o casamento dos sonhos de qualquer garota. Ela está casando com o cara que ela ama. E olha que coincidência, esse sortudo é você. – me cutucou com o cotovelo. Acabei sorrindo. – Não precisa ficar nervoso e nem inseguro.

– Eu sei, pai. – limpei o gel de minha mão. – Quer dizer, eu não sei. Ela vai entrar toda linda na igreja, e parar ao meu lado. E aí? Ela vai ter que se ajoelhar pra ficar no mesmo nível que eu, ou vai ficar aquela diferença toda, ela em pé e eu sentado? Fica feio. Não vai ser o casamento perfeito que ela merece. – sem perceber, levei uma mão ao meu cabelo e o baguncei. – Merda, droga de mania de passar a mão no cabelo. Olha só como ficou, pai. – suspirei derrotado.

Senti meu pai me abraçar meio de lado.

– Não importa o que quem olha de fora vai pensar. A única coisa que importa é o que você e Bella vão estar pensando, sentindo e vivendo no momento. E vocês estarão realizando o sonho de vocês. Vão estar se casando. Provando pra essa sociedade hipócrita e preconceituosa que o amor supera tudo. O verdadeiro amor, só quem merece o conhece.

Suas palavras me acalmaram.

– Obrigado, pai. – ele me soltou e me deu um leve soquinho no braço.

– Obrigado nada. Você está me devendo por não ter tido uma despedida de solteiro. Passei a vida toda esperando o momento em que eu poderia ir a uma boate com strippers sem apanhar de sua mãe. – nós rimos.

– Me desculpe por estragar seus sonhos, pai. Mas se eu fizesse uma despedida de solteiro, quem iria apanhar, e muito, seria eu. Você não conhece a pequena ciumenta que eu tenho. – eu me sentia deliciado a cada cena de ciúmes que Bella fazia. Me sentia mais homem. Mais amado. Mais bem cuidado.

– Elas têm ciúmes porque não querem perder. Elas sabem o tamanho do tesouro Cullen, e não querem dividir com ninguém. – ele mexeu as sobrancelhas sugestivamente. Gargalhei.

– Pai, o senhor consegue ser pior que o Emmett. – eu ri mais. Meu pai era maravilhoso. Conseguiu tirar a tensão que eu estava sentindo. – E por falar no Pinky, onde ele está?

– Com Rosálie. Eles estão cuidando das crianças que vão ser damas de honra. Me parece que as sobrinhas de Rose são um pouco, digamos, pestinhas.

– Espero que elas não façam nada além do que foi ensaiado na hora da entrada. – disse enquanto voltava a tentar arrumar meu cabelo.

– Elas não vão. Só estão agitadas, apenas isso. – ele pegou o pente de minha mão. – Deixe seu velho te ajudar a arrumar essa juba.

– Há-há, muito engraçado, pai. – disse em tom de deboche e depois nós dois caímos na risada.

Agora sim eu estava mais relaxado.

Relaxado e pronto pra começar minha vida.




[...]



– Mãe, ela está demorando muito. Se-será que ela desistiu? – perguntei aflito a minha mãe.

Estávamos no altar há mais de quarenta minutos e nada de Bella chegar. Minha mãe segurou minha mão.

– Calma, filho. As noivas chegam atrasadas, é assim mesmo. – me sorriu aquele sorriso doce e carinhoso.

– Por que elas fazem isso, mãe? É algum tipo de vingança? Do tipo “Hey, vou fazer aquele trouxa esperar por mim no altar, do mesmo modo que ele me fez esperar até ouvir o pedido”? Eu não demorei a fazer o pedido, mãe. Eu fui rápido. – Disparei minha metralhadora de palavras. O nervosismo me fazia falar como uma tia solteirona. – Eu a pedi com dois meses de namoro. Isso é rápido não é mesmo? Quer dizer, eu pedi pra ela morar comigo quando a gente fez amor pela primeira vez. O que aconteceu na nossa terceira semana. Mas no nosso primeiro jantar eu já sabia que eu queria. E eu estou me referindo a morar juntos, a casar e não a fazer amor, apesar de que isso eu também queria muito. E bem, isso viria no pacote de casar também. Então no fundo, era tudo a mesma coisa, fazer amor, morar juntos e casar. E droga, por que eu estou falando como uma matraca? E mãe, por que raios a senhora está rindo de mim?

Esme cobriu a boca pra não fazer barulhos na igreja. Ela estava rindo pra valer.

Pude perceber o padre nos olhar feio, em reprimenda.

– Ai meu Deus, Edward. Você está tão fofo todo nervoso por causa do casamento. – ela não parava de rir.

– Mãe, não ri. Eu estou nervoso de verdade. – pedi frustrado.

– Ok ok. Me desculpe. – ela apertou os lábios pra conter o riso.

Alice chegou perto de mim.

– Edward, Bella já está ali fora com Charlie. Jasper os trouxe e me ligou informando. Eu disse pra esperarem dois minutos e entrar, ok? – ela falou baixo.

Uma alegria tomou conta de mim.

– Claro, claro. – ela se afastou e voltou à sua posição. Olhei pra minha mãe abri um enorme sorriso. – Ela veio, mãe. Ela veio.

Minha mãe acariciou meu rosto.

– É claro que ela veio, meu filho. Ela veio buscar o príncipe dela. – meu sorriso estava de orelha a orelha.

Rapidamente, todos ficaram em suas posições. Eu girei minha cadeira, de modo a ficar de frente para a entrada.

A banda contratada, que estava na sacada lateral da enorme catedral em que estávamos, começou a tocar.

Senti meu coração disparar em meu peito.

As portas da catedral, que haviam sido fechadas após todos os convidados chegarem, se abriram.

Minha respiração engatou.

Os primeiros versos de Your Song começaram a ser cantados pela voz afinada do vocalista.


It's a little bit funny, this feeling inside
I'm not one of those, who can easily hide
I don't have much money, but boy if I did
I'd buy a big house where we both could live
É um tanto engraçado, este sentimento aqui dentro
Eu não sou um daqueles, que conseguem facilmente esconder
Eu não tenho muito dinheiro, mas garoto, se eu tivesse
Eu compraria uma grande casa onde poderíamos morar.

A canção estava sendo cantada de uma forma doce e suave.

As daminhas entraram com seus vestidinhos lindos. Elas sorriam. Uma jogava pétalas de rosa pelo trajeto que minha princesa faria em breve. A outra, trazia nossas alianças em uma almofada de veludo vermelho.

Elas vieram até o altar, e a que estava com as alianças as entregou para o padre, ainda na almofada.

Sorri. Elas foram perfeitamente lindas. Eu ainda olhava como um bobo para as alianças.

Ouvi um alto arfar em conjunto vindo dos bancos dos convidados. Olhei para o rosto de minha mãe, e percebi que eles brilhavam com suas lágrimas represadas.

Meu coração falhou uma batida. Eu sabia que era ela quem estava entrando agora.

Lentamente virei meu rosto em direção a entrada. Vi Charlie, pouco confortável em seu smoking, e ao seu lado estava a razão da minha vida.

If I was a sculptor, but then again no,
Or a man who makes potions in a travelling show
I know it's not much, but it's the best I can do
My gift is my song and this one's for you.


Se eu fosse um escultor, mas também não sou,
Ou um mago que fizesse poções em uma turnê
Eu sei que isso não é muito, mas é o melhor que posso fazer
Meu presente é minha música, e esta é pra você.

Senti a primeira lágrima escorrer por meu rosto.

Ela estava linda. Maravilhosa. Estonteante.

Eu não tinha palavras pra descrever.

Seu vestido imaculadamente branco que descia agarrado ao seu corpo perfeito, e se abria abaixo dos joelhos.

Ela parecia uma sereia.

Subi meu olhar pelo seu corpo, até chegar a seus olhos.

Mais lágrimas desceram por meu rosto quando vi a emoção em seu olhar.

Meu coração golpeava fortemente meu peito.

And you can tell everybody, this is your song
It maybe quite simple but now that it's done,
I hope you don't mind, I hope you don't mind
That I put down in words
How wonderful life is now you're in the world


E você pode dizer para todos que esta é a sua canção
Ela pode ser bem simples mas agora que está feita,
Espero que você não se importe, espero que não se importe
Que eu expresse em palavras
O quão maravilhosa a vida é, agora que você está no mundo.

– Você é o amor da minha vida. Você é o amor da minha vida. – eu repetia, apenas mexendo os lábios, pra Isabella.

Percebi que algumas lágrimas já escorriam por seu rosto enquanto ela caminhava até mim, apoiada em seu pai.

I sat on the roof and kicked off the moss
Well a few of the verses, well they've got me quite cross
But the sun's been quite kind while I wrote this song,
It's for people like you, that keep it turned on.

So excuse me forgetting, but these things I do
You see I've forgotten, if they're green or they're blue
Anyway, the thing is, what I really mean
Yours are the sweetest eyes I've ever seen.


Eu me sento no telhado, limpo a poeira
Alguns destes versos, deixam-me muito irritado
Mas o sol tem sido agradável, enquanto escrevo esta canção
É por pessoas como você que ela continua acesa .

Então perdoe meu esquecimento pois faço destas coisas
Não lembro se eles são verdes ou azuis
De qualquer forma, o que eu realmente quero dizer
É que os seus são os olhos mais doces que eu já vi.

Olhei para os rostos dos nossos convidados rapidamente. Muitos, não todos evidentemente, estavam emocionados. Quem conhecia nossa história, conhecia nosso amor. Sabia o quanto esse casamento significava pra nós dois.

Olhei novamente para Isabella. Ela estava mais perto.

Nesse momento, agradeci o fato de não poder andar. Pois se pudesse, teria atravessado a catedral e a agarraria ali mesmo. E estragaria seu casamento de princesa.

– Eu te amo. – Ela apenas mexeu os lábios. Mas eu pude entender perfeitamente.

Minha respiração acelerou novamente. Deus, eu também a amava muito. Amava mais do que alguém possa imaginar que um ser humano é capaz de amar.

And you can tell everybody, this is your song
It maybe quite simple but now that it's done,
I hope you don't mind, I hope you don't mind
That I put down in words
How wonderful life is while you're in the world.


E você pode dizer para todos que esta é a sua canção
Ela pode ser bem simples mas agora que está feita,
Espero que você não se importe, espero que não se importe
Que eu expresse em palavras
Quão maravilhosa a vida é, enquanto você está no mundo.
Finalmente Charlie a trouxe pra mim.

Ele apertou minha mão, num acordo silencioso de cavalheiros, onde ele dizia que era pra eu cuidar de sua filha, e eu afirmava que daria minha vida se preciso fosse, para que sua filha fosse feliz cada segundo de sua vida.

E então, ele me passou a mão de Isabella.

No momento em que nos tocamos, senti meu mundo parar.

Era real.

Estávamos vivendo isso.

Nosso casamento.

Beijei sua mão com todo o meu amor. Levantei a cabeça e olhei em seus olhos.

– Eu estava esperando por você. – minha voz saiu rouca por causa do choro.

Ela engoliu uma respiração, tentando conter as lágrimas.

– E eu cheguei. – disse por fim.

I hope you don't mind, I hope you don't mind
That I put down in words
How wonderful life is while you're in the world
Espero que você não se importe, espero que não se importe
Que eu expresse em palavras
Quão maravilhosa a vida é, enquanto você está no mundo.

A banda encerrou a canção, e todos se sentaram.

Bella e eu nos viramos para o padre.

Bella permaneceu de pé, ao meu lado.

Eu continuei segurando sua mão. Era como se fosse uma prova de que ela realmente estava ali. Que não iria embora.

Ela também não parecia querer soltar.

O padre iniciou a cerimônia.

Falou algumas passagens da bíblia, e depois falou sobre o casamento.

A todo momento eu dava leves apertos na mão de Bella.

A cada citação sobre o que era o casamento que o padre falava, eu dava um aperto. Pra dizer que eu seria pra ela tudo que um marido tinha que ser.

O padre abençoou as alianças, e nos deu, para podermos trocá-las.

Isabella me surpreendeu ao pedir pra dizer seus votos, ao invés do tradicional voto, onde o padre fala e ela repete.

– Edward, eu prometo te respeitar e te amar pelo resto de nossas vidas. Você é o que eu tenho de mais importante. Com você, aprendi o significado do amor. Com você aprendi a ser alguém melhor. Só com você, eu poderei ser feliz. – Minhas lágrimas já desciam com mais freqüência em meu rosto. Ela pegou minha mão esquerda, e começou a deslizar a aliança por meu dedo anelar. – Eu te recebo como meu esposo, pra te amar, te respeitar e te fazer feliz. Na alegria e na tristeza. Na saúde e na doença. Na riqueza e na pobreza. Eu sempre estarei com você. – Ela terminou de deslizar a aliança pelo meu dedo, e se abaixou um pouco pra depositar um beijo em cima dela.

Meus olhos deviam estar inchados, mas quem se importa? Eu estava chorando de felicidade. A mulher da minha vida estava nesse momento se casando comigo.

Tentei fazer minha mão parar de tremer pra poder pegar a outra aliança.

Segurei sua mão esquerda e coloquei a aliança na ponta do dedo anelar.

Olhei em seus olhos.

– Isabella, eu te amei no primeiro minuto que conversei com você. Eu acho que estivesse esperando por você por muito tempo. Só você me faz sentir vivo, amado e feliz. Há algum tempo atrás, se me fosse dada a oportunidade de pedir algo a Deus, eu pediria pra voltar a andar. – pude ouvir alguns soluços entre os convidados. – Mas hoje, eu não pediria isso. Eu pediria pra podermos viver eternamente. Pois pra mim nada é mais importante do que estar com você. A eternidade ainda seria muito pouco pra vivermos nosso amor. – Isabella mordia o lábio pra tentar conter o choro. – Eu te amo com cada fibra do meu ser. Eu prometo te respeitar, te amar e cuidar de você a cada minuto de nossas vidas. E é diante de todos nossos convidados e de Deus que eu te dou meu coração. – depositei um beijo em cima da aliança após deslizá-la por seu dedo.

O padre disse mais algumas palavras, e por fim, nos declarou marido e mulher.

– Pode beijar a noiva. – ele disse.

Isabella abaixou-se um pouco e eu me estiquei pra encontrá-la.

Segurei com as duas mãos em seu rosto, e colei nossas testas.

– Tem noção do quanto te amo? – ela em meio às lágrimas sorriu e me beijou.

Pude escutar as palmas ecoando pela catedral, mas eu estava mais interessado nos lábios da minha, enfim, esposa.

Não foi um beijo com línguas. Apenas o roçar dos lábios era o suficiente, por enquanto.

Nos separamos de nosso beijo, e sorrimos como dois bobos um para o outro.

Finalmente casados. Finalmente juntos para sempre. Finalmente o conto de fadas que a minha princesa, agora rainha, merecia.

Dei mais um selinho em sua boca.

– Eu te amo, senhora Cullen.




PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

1 comment :

  1. AWWWNN que lindoooo! Amei! Parabens pela fic ta ma ra vi lho sa

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