FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 30

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez


– Está planejando ficar bêbada, senhora Cullen? – trouxe sua delicada mão esquerda até meus lábios, e depositei um beijo cheio de segundas intenções ali.
Ela riu com vontade.
– Nunca mais serei chamada de Bella, não é mesmo? – beijei sua mão novamente, e fui puxando seu braço, subindo beijos por ele, fazendo Bella chegar mais perto de mim, até meus beijos passarem por seu pescoço e chegar à sua boca.
– Hummm, culpado. – sorri com meus lábios praticamente colados aos seus. – É que é tão bom chama-la de senhora Cullen. – Bella mordeu forte meu lábio inferior. Gemi. – Senhora Cullen, não me faça ficar duro em plena festa do nosso casamento. – adverti.
– Ah, a festa começa aqui, baby. – piscou maliciosa.
Levei minhas duas mãos à sua cintura. Bella estava sentada em uma cadeira ao meu lado. Subi minhas mãos por seu corpo.
– Você está tão deliciosa nesse vestido. – beijei o ponto pulsante em sua garganta. – Amor, não tira o vestido não. Eu quero te foder com você usando esse vestido. – Subi meus beijos até sua orelha, mordiscando de leve seu lóbulo. Bella ofegou.
– Edward... – ela gemeu meu nome, e seu gemido acionou um botão automático dentro de mim. Senti aquela queimação abaixo do umbigo. O arrepio de excitação.
Por um momento perdi noção de onde estava. Fui subindo minha mão de sua cintura até seu seio esquerdo. Quando ia chegando ao meu destino maravilhoso, escuto alguém limpar a garganta.
– Não pense que só porque está casado com minha filha, pode ficar se esfregando nela em qualquer lugar, Cullen. – Oh merda, meu sogro nos pegou num início de amasso.
Bella estava corada, em seu rosto estava estampado o choque e a vergonha por ter sido pega. E acho que eu não estava muito diferente disso.
Soltei minhas mãos de seu corpo. Endireitei-me em minha cadeira e olhei para Charlie.
– Ér... Bem, me desculpe o pequeno show Charlie. Me empolguei. – assumi ainda envergonhado.
– É bom controlar os hormônios, rapaz. Vocês são os noivos afinal, todos estão olhando pra vocês. E bem, aposto que ninguém aqui quer presenciar a química do casal. – O bom e velho Charlie azedo. De qualquer forma, meu sogro é um bom amigo.
– Prometo que vou me comportar, Charlie. – peguei a mão de Isabella novamente, e a beijei. – É que sua filha é tão linda, que às vezes me faz esquecer onde estou. – Olhei pra Charlie. – Não pode me culpar por eu ser totalmente apaixonado por minha esposa. – Ele tossiu pra esconder um riso. Isabella encostou seu rosto em meu ombro, provavelmente morrendo de vergonha por eu estar falando essas coisas para seu pai.
Qual era o problema? Havia acabado de declarar meu amor por ela em frente a 200 pessoas dentro da catedral.
Depois disso, nós posamos para algumas fotos, recebemos mais cumprimentos dos convidados, e enfim o jantar foi servido.
A banda contratada para a festa já começava a tocar hits dos anos 70 e 80. Bella queria uma festa estilo flashback, e seu desejo foi uma doce ordem para mim.
Aos poucos, meu irmão e minha cunhada, meus pais, Jasper e Alice, que estavam em nossa mesa, se levantaram e foram dançar.
Renée visivelmente estava contendo o desejo de se juntar aos outros na pista de dança. Charlie percebeu. E por incrível que pareça, ele lhe estendeu a mão e a chamou para dançar as músicas dos “bons tempos” como ele mesmo fez questão de dizer.
Sobramos apenas eu e Bella à mesa.
Eu estava saboreando mais uma taça do ótimo champanhe que estava sendo servido, quando Bella emburrou-se, fazendo aparecer aquele lindo biquinho que eu morria de vontade de morder sempre que dava o ar da graça.
Antes que eu pudesse lhe perguntar o que se passava, senti um toque suave em meu ombro. Virei-me para encontrar uma linda, alta e sorridente loira parada ao meu lado.
– Tânya, você veio. – comentei com um sorriso. Apesar da implicância de Bella, eu gostava de Tânya. Não levei em consideração o episódio de semana passada. Acima de tudo, ela era uma das minhas maiores incentivadoras e uma ótima amiga. – Eu não a vi durante toda a cerimônia, e nem antes quando cumprimentamos os convidados.
– Infelizmente eu só pude chegar agora. Mas fiz questão de vir cumprimenta-los. – me deu um belo sorriso e em seguida olhou para Bella. – Parabéns pelo casamento, Isabella. Edward é um homem raro, você é uma mulher de sorte.
As mãos de Isabella apertavam com tanta força a taça, que por um momento temi que ela quebrasse.
Bella respirou fundo e deu um sorriso forçado.
– Eu, com certeza, sei que meu marido... – deu ênfase nessa parte. – é um homem raro. E certamente sou uma mulher de sorte, já que sou a mulher que ele ama. – disse arrogante. E porra, isso me deu um tesão absurdo. Minha mente pervertida já imaginou Isabella rasgando o vestido e pulando no pescoço de Tânya, brigando por mim. E depois da vitória, ela viria como uma felina para mim, me jogaria no chão e me montaria... – E nós agradecemos muito a sua presença. É uma sensação maravilhosa ter tantas pessoas presenciando a oficialização do nosso amor. – Isabella disse, tirando-me dos meus pensamentos de tarado.
Tânya sorriu um pouco sem graça, e olhou novamente para mim.
– Bem, eu vou sentar-me, tomar alguma coisa, nos falamos com mais calma quando voltar de viagem, Edward.
– Claro, Tânya. Fique a vontade, espero que aproveite bem a festa. – trocamos um sorriso sincero. Eu a adorava como amiga. Tânya sempre levantava minha autoestima quando eu mais precisava.
– Vou aproveitar sim. Boa viagem. Te espero no mesmo lugar de sempre. – apertou meu ombro, e sorrindo, se virou para voltar a sua mesa.
Percebi que eu teria problemas, quando olhei para minha esposa.
Ela tinha uma expressão assassina em seu rosto. Me olhava como se quisesse me bater, esfaquear, torturar-me até a morte, depois me ressuscitar e matar novamente com enxadadas na cabeça.
Bem, posso estar exagerando, mas era algo perto disso.
Alguma coisa me dizia que eu não consumaria o casamento hoje.
– Isabella... – gemi. Eu não gostava quando ela olhava assim pra mim. Eu não fiz nada afinal. Apenas sorri e recebi os cumprimentos de uma amiga.
– Ora, ora. O que aconteceu com o “senhora Cullen” ? – fez aspas com o dedo.
Sorri.
– Senhora Cullen, eu gostaria muito de saber por que a senhora está me olhando como se fosse enfiar uma faca em meus países baixos. – ela estreitou os olhos.
– No momento, não seria má ideia. – estampou um lindo sorriso de assassina em seu rosto.
Senti um arrepio só de escutar aquelas palavras. É claro que Isabella não acabaria com a parte do meu corpo que ela mais gosta, segundo ela mesma vive dizendo, mas não pude evitar o desconforto que esse pensamento me causou.
O silêncio se instalou entre nós. Merda, eu não queria que ficássemos brigados em nosso grande dia.
Isabella quebrou o silêncio.
– Vou dançar. – começou a levantar-se.
O quê? Como? Por quê?
– Vai dançar? – perguntei espantado. – Por quê? – ela olhou-me enquanto tomava seu último gole na taça de champanhe.
– Vou dançar porque estou com vontade de dançar, oras. É meu casamento, supõe-se que eu posso fazer o quiser, não é mesmo? – não gostei do tom que ela usou comigo.
– Mas... – fiquei sem palavras. Minha esposa iria dançar sem mim.
– Vou me divertir um pouco. Já estava louca pra dançar, há muito tempo não faço isso. – disse e saiu.
Acompanhei seu trajeto até a pista de dança, onde ela se juntou com os outros.
Ela sorria de verdade, parecia se divertir. Dançava ao redor de Alice, Rosalie, Emmett e Jasper.
Abaixei minha cabeça. Fitei intensamente minhas pernas. Por que eu não conseguia mexê-las? Por que eu não andava?
Era pra eu estar ao lado da minha mulher. Dançando e me divertindo com ela.
Eu seria muito injusto se a proibisse de fazer isso. Ela muitas vezes me confessou adorar dançar. E ela parecia tão bem lá. Sorrindo, dançando e cantando Dancing Queen do Abba.
Ela era tão sexy, espontânea e linda. Eu tinha que me contentar com a sorte de ter uma mulher como essa em minha vida.
Apesar da enorme vontade que eu estava de ir lá tirá-la da pista de dança, tirá-la dos olhares dos outros homens da festa e fazê-la ficar no lugar de onde ela não deveria sair nunca, entre meus braços, eu não podia.
Só porque eu não era capaz de ficar em pé e acompanhar minha esposa em uma dança, eu não poderia privá-la disso.
Foi aí que percebi que durante esse tempo todo eu e Bella nunca saímos como um casal jovem normal. Eu, agora com 28, e Bella com 22, ainda éramos um casal jovem. E além de algumas viagens, nós nunca saímos pra balada ou algo do tipo.
O que mais eu privei Bella de fazer?
Senti uma pontada no peito.
Justo no dia mais feliz de minha vida, eu tinha que estar tendo esses pensamentos?
Fechei os olhos para evitar as lágrimas que já ameaçavam aparecer. Minha garganta estava com um nó.
Escutei a cadeira ao meu lado ser arrastada, e alguém se sentar. Abri os olhos, na esperança de ser Bella voltando pra mesa.
Era Jasper.
– Pensando no que não deve? – como ele sabia?
Suspirei e apenas acenei com a cabeça. Depois de um breve silêncio, ele falou.
– Ela é linda, não é mesmo? – segui a direção do seu olhar, e ele falava de Bella, que agora já rebolava com mais vontade e se divertia pra valer com as meninas.
Senti meu coração golpear meu peito.
– Absurdamente linda. – escapou por meus lábios.
Ele deu uma risadinha.
– E sabe qual é o melhor disso? – olhei pra ele, arqueando uma sobrancelha em questionamento. – Ela é irrevogavelmente apaixonada por você. – ele piscou quando sorri. – Você é um cara de sorte, não é mesmo?
– Com certeza sou. – olhei de novo minha esposa se divertindo na pista de dança.
– Não deixe uma bobeira como essa atrapalhar vocês. – olhei para Jasper novamente. – Ela ama dançar, e infelizmente você não pode. Essa é a realidade. – assenti a contra gosto. – Mas me diga uma coisa. Não é melhor ter a perfeita vista daquele sorrisão lindo e o brilho nos olhos dela a estar lá, se sacudindo como um louco, e perder cada detalhe de sua dança?
No mesmo momento sorri.
Jasper havia se tornado um amigo e tanto.
Olhei pra ele e sorri.
– Deveríamos sair pra tomar algumas cervejas qualquer dia desses. – ele gargalhou.
– Cara, pensei que você nunca iria me chamar. Amo estar com as meninas, mas nós só nos encontramos quando saímos em algum tipo de encontro duplo.
– É verdade. Deveríamos sair e bater um papo de vez em quando. Só homens. – eu disse. Logo um garçom passou, e Jasper pegou duas taças de champanhe pra nós.
– Caras devem sair pra conversar de vez em quando. Preciso limpar minha mente as vezes. Essa coisa toda de vibradores realmente me assusta. – gargalhamos novamente.
– Nem me fale. Sempre que saímos, o papo entre Bella e Alice em algum ponto da noite vai para os produtos da sex shop. E por ironia do destino, elas falam sobre vibradores. – tremi. – Acho que elas fazem isso de propósito.
– Eu tenho plena certeza disso. – ele confirmou minhas suspeita.
Rimos da situação.
– Mulheres. – dissemos em uníssono.
Senti duas mãozinhas apertando meus ombros, e um beijo quente e molhado sendo depositado bem atrás de minha orelha.
– Falando sobre mulheres, senhor Cullen? – merda, me arrepiei todo. Como Bella consegue fazer isso comigo?
– As mulheres em questão são você e Alice, não precisa destruir a cidade, pequenaciumentinha. – Jasper debochou.
Isabella veio para minha frente, e sentou-se em meu colo.
– Não nego que sou ciumenta. Tenho que cuidar do que é meu. Afinal, tem muita mulher querendo meu homem, não é mesmo Edward? – deu-me um olhar mortal, e beliscou minha barriga.
– Ai, ai amor. Eu não fiz nada. Você viu. – massageei o local que ficou dolorido. Jasper ria de nós dois.
Traíra.
– Não fez nada, mas ficou cheio de sorrisinhos. – disse severa e em seguida fez um biquinho, que eu não resisti e o mordi.
– Só tenho olhos pra você, minha ciumenta linda, cheirosa, gostosa... – fui surpreendido quando Isabella enfiou sua língua em minha boca, e me beijou de uma forma nada discreta.
Bem, eu sou homem, e além disso, completamente apaixonado pela minha esposa, então não pude resistir.
Sua língua acariciava a minha com selvageria. Eu estava excitado já.
A cada mês que passou desde o início da minha fisioterapia, eu sentia cada vez mais quando eu estava excitado.
Segurando em seu quadril, forcei Bella a rebolar em cima do meu membro, e a safada fez de bom grado. Lá no fundo eu senti seu movimento.
Fato que me fez soltar um gemido em sua boca.
Quando o ar se fez necessário, encerramos nosso beijo com mordidinhas e selinhos.
Olhei para o lado e Jasper já não estava mais lá. Olhei novamente para minha fogosa esposa e ri.
– Eu amo quando você está com ciúmes. – disse ainda ofegante.
Ela jogou a cabeça pra trás e gargalhou.
Fiquei feliz por ter conversado com Jasper e ele ter me dito as palavras certas na hora certa. Feliz por Isabella estar de bem comigo novamente. Feliz por ela ter dançado e se divertido em sua festa de casamento.
E, principalmente, feliz porque em alguns instantes, partiríamos para nossa lua-de-mel.
[...]
Onze horas depois, estávamos adentrando nosso quarto do hotel nas Ilhas Maurício.
Quando sugeri nosso destino de lua-de-mel, Bella não se opôs, apesar de me confessar não saber onde estava localizada as Ilhas Maurício.
Mas tive certeza que tomei a decisão certa no momento que vi seus olhos brilharem assim que pousamos.
Durante o trajeto até o hotel, ela parecia uma criança em véspera de natal, de tão empolgada que estava com a bela vista.
Graças a Deus ela esqueceu o evento “Tânya”. Sorri ao lembrar do seu pequeno ataque de ciúme e possessão. Eu adorava quando ela me chamava de seu.
O rapaz que carregava nossas malas as colocou no canto do imenso quarto, lhe dei uma gorjeta em dólares, e pude notar seu imenso sorriso.
Nossa moeda, era bem valorizada lá.
Pude escutar um “uhul” assim que ele saiu e fechou a porta. Eu e Isabella rimos.
– E então... – ela chegou perto de mim. Estava linda em um vestido azul colado ao corpo. – isso é maravilhoso. Ainda bem que trouxemos a câmera. – a puxei para meu colo. Ela soltou um gritinho de surpresa. – Obrigada, Edward. Esse lugar é maravilhoso.
Beijei seus lábios.
– Maravilhosa é você. – desci beijos por seu pescoço.
– Não, para Edward. – ela tentava escapar dos meus beijos. – Para, amor. Eu estou toda suada.
– Assim é melhor. – gemi quando levei uma mão ao seu seio esquerdo. – Você tem um cheiro tão bom. – desci meu nariz por seu pescoço, causando arrepios em Bella. – Cheiro de fêmea. – apertei seu seio. – Minha fêmea.
Ela soltou um gemido, mas logo em seguida conseguiu escapar das minhas garras e correu até a mala.
Pegou uma camisolinha branca e uma pequena calcinha. Gemi, e por puro instinto, levei minha mão ao meu membro e o apertei. Minha sensibilidade já estava em um nível maior, e eu já podia até sentir meus próprios toques.
Claro que não eram tão excitantes como os de Bella. Mas serei um maldito se não assumir que há algumas semanas atrás, quando Bella estava no seu período menstrual, e sem poder ter relações comigo, eu me toquei em meu quarto, e gozei enquanto via um filminho nosso.
Uma ideia de Bella, e que eu adorei.
No nosso filminho, Bella estava me cavalgando, e gritando o quanto amava foder comigo, e que eu era seu homem, seu macho.
Acho que gozei mais pelo filme, do que pela minha auto carícia.
– Edward... – Bella estava estalando os dedos em minha frente. A olhei assustado, ao ser tirado de uma ótima lembrança. – Ei, você deu uma viajada agora, amor. Tá cansado?
Neguei rindo.
– Não, amor. Eu estou bem. Estava apenas lembrando do meu filme favorito. – ela arqueou a sobrancelha.
– E qual filme seria esse? Você nunca me disse que tinha algum filme favorito.
– Agora eu tenho. – sorri. – E a atriz principal é ótima. Ela grita o filme inteiro o quanto meu pau é gostoso, o quanto ama foder comigo, e que eu sou seu macho. – Bella corou no mesmo momento.
– Edward... – ela gemeu. – Não fica falando essas coisas assim.
Eu ri.
– Poxa amor, você é sempre tão desinibida. Por que essa vergonha agora? – ela fez uma careta.
– Porque naquele dia eu estava tão excitada, e bem, eu dei a ideia, você topou na hora, e droga Edward, você estava me fazendo te cavalgar com tanta força que... que... Eu passei o tempo todo gritando como uma vadia. – sorri.
– Vem cá, amor. – a chamei para meu colo, e ela veio. Enterrou o rosto na curva do meu pescoço. – Isabella, você realmente gemeu e gritou como uma vadia. – senti que ela ia protestar, e a abracei apertado. – Mas você pode ser uma vadia se quiser. Mas só comigo. Seu amor, seu marido. O homem que te respeita, que cuida de você e que te ama. – puxei seu rosto para olhar em seus olhos. – Mas dentro do nosso quarto, eu vou amar se você se comportar como uma vadia. Gritando e gemendo meu nome, sendo desinibida como você sempre foi.
Isabella riu e deitou sua cabeça em meu ombro.
– Você gosta quando sou safada. – não foi uma pergunta.
A apertei um pouco.
– Céus, eu amo. Você é a esposa perfeita, senhora Cullen. – segurei seu queixo, e abaixando minha cabeça, biquei seus lábios. – Você é quente, é ciumenta, é apaixonada, é divertida, linda, companheira e o melhor de tudo, você me ama do jeito que eu sou.
Ela levantou sua cabeça e fitou meus olhos. Pude ver os seus brilhando.
– Como não amar o príncipe que transformou minha vida em um conto de fadas?
Nos beijamos mais uma vez.
Dessa vez aprofundamos o beijo e nossas línguas quando se encontravam, diziam uma para a outra o quanto nos amávamos e nos desejávamos.
Cedo demais o beijo acabou.
– Acho melhor eu tomar meu banho. Eu realmente estou incomodada com esse corpo suado. – ela disse.
– Tudo bem, amor. – ajeitei uma mecha de seu cabelo, de forma carinhosa. – Toma seu banho, depois deita e descansa. Esse calor está bem intenso, então você ainda deve estar cansada.
– Realmente estou. – confessou.
– Então, aproveite pra dormir bastante. Quando anoitecer, eu te chamo, a gente desce pra jantar, beber alguma coisa, e depois se prepare, porque você vai ficar a noite toda acordada. Estou louco pra consumar esse casamento logo. – percebi a excitação passar por seus olhos.
– De repente me deu uma vontade de que anoiteça logo. – ela disse safada.
Joguei a cabeça pra trás e gargalhei.
Eu tinha a melhor esposa do mundo.

E eu realmente mal podia esperar para consumar o casamento.

E então, gostaram? Please, não tenham raiva da Tânya, ela é apenas uma mulher que se interessou por um homem comprometido, mas acima de tudo, ela é uma boa amiga pra ele... E quem tá sentindo falta do Riley, que só apareceu uma vez na história? Entao, ele vai aparecer mais muahahahaha (risada de pessoa má)
Se preparem, os momentos docinhos estão acabando... muhahahahaa (risada de pessoa má novamente)


PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

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