FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 31

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez



– Amor, acorda. – beijei seu ombro. Desci minha mão por seu corpo. Céus, como pode ser tão linda?
– Ah, hoje não tem aula. – tentei conter uma gargalhada.
– Amor, sou eu. Acorda. Hoje não tem aula não, mas você tem que acordar pra jantar. – sussurrei ao pé do seu ouvido.
Bella jogou seu braço pro alto, como quem quer espantar uma mosca, e acertou em cheio no meu rosto.
Sorri enquanto esfregava o local.
Ela realmente estava cansada.
Assim que saiu do banho, e colocou aquela camisolinha que me tirou o sono, ela se deitou e apagou.
Eu ainda conferi uns e-mails, liguei para meus pais e os pais de Bella, e só depois de me concentrar muito pra não agarrar Bella durante o sono, eu consegui dormir.
Mas fui perturbado por sonhos nada infantis com minha esposa e sua camisolinha branca.
O que há comigo? Virei um tarado agora?
As vezes, acho que Emmett tem razão. Foram anos de sexualidade reprimida. Tenho muito sêmen para por pra fora.
Merda! Que pensamento ridículo.
Tentei acordar minha esposa novamente, mas nada adiantou.
Suspirei vencido e liguei a tv.
Às nove e meia eu pedi um jantar leve. Iria ficar no quarto para quando Bella acordasse. 20 minutos depois, chegou.
Foi bom ter mandado adaptar o quarto para um cadeirante. Apesar de ter pago uma boa quantia a mais, eu não tinha dificuldades para me locomover. E principalmente, saía da cama a hora que quisesse, sem ter que incomodar minha esposa.
Quando já se passava das onze horas da noite, no horário local, Bella se remexeu na cama e balbuciou um pouco.
Sinal de que já iria acordar.
– Hummm. Edward? – virou a cabeça para o meu lado da cama, e me viu com seus olhinhos apertados de sono. Sorri e levei uma mão para fazer um carinho em seu rosto.
– Minha bela adormecida. – sorri quando ela fez uma careta. Eu sabia que Bella sempre odiava ser comparada à bela adormecida, ou à bela de A Bela E A Fera.
– Dormi muito? – coçou os olhos. – Já está na hora do jantar, amor? Por que você não me acordou?
– Ei, calma. Primeiro de tudo: você não dormiu muito. Você estava cansada, e aparentemente, descansou o suficiente. Segundo: não, não está na hora do jantar. Já passou, mas não se preocupe, eu pedi uma salada bem gostosa, está dentro do frigobar. E terceiro: eu juro que tentei te acordar, mas após levar um tapa na cara, eu preferi não mexer com a fera. – pisquei.
– Eu te bati? – ela gemeu.
– Bateu, mas não tem problema. Por algum motivo que eu ainda não sei, tudo que vem de você eu amo, até mesmo os tapas.
Ela se ajeitou e me abraçou apertado. Repousando sua cabeça na curva do meu pescoço.
Imediatamente rodeei sua cintura com meus braços.
– Desculpa, amor. Eu estraguei nossa noite de núpcias. Dormi muito. – se lamentava.
Beijei seus cabelos.
– Não precisa se desculpar, princesa. Você estava cansada, e eu entendo. E em relação a noite de núpcias, não precisa se preocupar. Eu só vou dar um tempinho pra você comer algo, e logo vou te agarrar.
Ela sorriu faceira, mas logo se levantou, me dando o privilégio de apreciar suas pernas e parte do seu bumbum. Essa camisola realmente mexeu com minha cabeça. E logo foi arrumar sua salada.
– Já comeu? – ela me perguntou enquanto provava seu prato. Assenti. – Poxa Edward, me desculpe mesmo, é que eu estava tão cansada... Me desculpe.
Troquei de canal na tv, enquanto estava sentado na cama, com o corpo encostado à cabeceira. Parei num canal internacional, onde estava passando um jogo do campeonato italiano de futebol.
Olhei para minha esposa.
– Não se preocupe, amor. Nós temos uma semana pra desfrutar da nossa lua-de-mel. – sorri malicioso, Bella revirou os olhos. – E além do mais, não sou um egoísta, eu percebi que você estava esgotada.
– Você é o marido perfeito. – me olhou de uma forma tão apaixonada, que meu coração parou por um segundo.
Sorri e brinquei pra descontrair.
– Se sou perfeito assim, imagine se eu andasse heim? – movi as sobrancelhas sugestivamente, - Não ia ter pra ninguém. – Meu sorriso morreu no exato momento em que vi a cara fechada de Bella.
Ela largou seu talher, fazendo um barulho irritante quando bateu no prato.
Respirou fundo e me olhou de um jeito muito estranho.
Lentamente, ela caminhou até a cama e ficou parada de frente pra mim. Rapidamente tirou sua camisola, ficando apenas de calcinha na minha frente. Arfei com a visão, mas ainda estava confuso com sua atitude.
– Olha pro meu corpo. – exigiu. Eu olhei, mas depois olhei em seu rosto novamente, sem entender onde ela queria chegar. – Gostou do que viu? – perguntou ríspida.
Mesmo sem saber o que seria o certo a responder, eu fui sincero.
– Sim, gostei muito. – ela assentiu ainda irritada.
– E se eu engordar, ainda vai gostar de olhar para o meu corpo? – revirei os olhos.
– Céus Bella, você sempre vai me atrair. Só de encostar em sua pele eu já fico aceso. É muito agradável ver e tocar suas curvas perfeitas, mas eu realmente não me importaria se você engordasse. – lhe assegurei.
– Ok, e mesmo não se importando por eu estar gorda, será que você não teria vergonha de sair comigo na frente dos seus conhecidos? Afinal, todos eles devem ter mulheres magras e esbeltas, e eu estaria gorda. – olhei em seus olhos.
– Eu nunca teria vergonha de sair com a mulher que eu amo. Eu teria muito orgulho, por estar casado com a mulher da minha vida, e ter meu sentimento retribuído. Estaria muito orgulhoso de ser feliz. – afirmei. – Céus Bella, por que essas perguntas agora?
Ela veio pra cima de mim, e quando seu corpo estava em cima do meu, uma perna de cada lado da minha cintura, e seu rosto estava a centímetros do meu, ela cutucou meu peito de uma forma um pouco dolorosa e explodiu.
– Eu estou falando isso pra você, seu estúpido. – ela falava alto. – Você fica se menosprezando, dizendo a todo momento que não pode andar. Dane-se isso, eu te amo do jeito que você é. Eu tenho muito orgulho de você, eu acho você perfeito, e eu odeio quando você se diminui. Eu te amo por quem você é, e não pelas ações que você pode fazer. E apesar de te amar com loucura, eu te acho um idiota, porque você está me deixando irritada em nossa noite de núpcias. – terminou seu discurso grunhido suas últimas palavras.
Não esperei um segundo a mais e tomei sua boca vorazmente.
Minha língua encontrou a sua enquanto explorava o interior de sua boca. Minhas mãos procuraram seu delicioso corpo.
Enquanto uma mão foi direto para seus seios desnudos, a outra agarrou a lateral da minúscula calcinha, e a arrebentou.
Bella soltou um gemido em minha boca quando levei a minha mão à sua intimidade, e a estimulei.
Quando senti seus fluidos lubrificando seu sexo, foi minha vez de gemer. Mas nós nunca encerramos o beijo.
Deslizei um dedo dentro dela, e logo o curvei para achar seu ponto G. Confesso que depois de encontrar esse botão do orgasmo automático, eu sempre fazia isso.
Bella começou a arfar em minha boca, e eu desci beijos por seu queixo e pescoço.
– Calma Bella, não goza ainda. – pedi aos sussurros enquanto pressionava mais forte meu dedo dentro dela.
– Então me fode logo, Edward. – pediu desesperada.
Retirei meu dedo de dentro dela, e minha fogosa esposa logo abaixou minha bermuda, nem se dando ao trabalho de retirá-la toda por minhas pernas.
Segurou em meu membro rijo, e o guiou até sua entrada totalmente encharcada.
Gememos quando a preenchi.
Cada vez eu sentia mais, e isso me levava a loucura.
A cada vez que fazíamos amor, ficava mais difícil me controlar. A vontade de gozar logo, era imensa. Mas eu não me sentiria bem se não satisfizesse minha esposa primeiro.
Bella impulsionava suas pernas para poder me cavalgar.
Desferi um tapa em sua bunda.
– Isso amor, rebola gostoso em cima do seu marido. Rebola gostosa. – gemi jogando a cabeça pra trás, e apertando os dentes para tentar me controlar. Meu orgasmo estava na beira.
– Meu! Só meu! Você é meu marido. Meu homem. – gemia louca e possessiva. E eu amava isso. – Ai Edward, mais... Eu quero mais... – arranhou meu peito enquanto me pedia por mais. Gulosa!
Levei uma mão por entre nossos corpos, e com o dedão, fiz círculos rápidos em seu clitóris inchado.
Bella perdeu um pouco o ritmo da cavalgada quando começou a tremer e se contorcer. Pude ver ela se esticando toda e soltando um grito muito alto quando atingiu seu clímax.
Me permiti gozar, até porque eu já não aguentava mais segurar.
Ela caiu exausta em cima de mim.
– Você é um idiota. – disse sorrindo languidamente.
– Isso é algo ótimo de se escutar, após proporcionar um orgasmo a sua esposa. – brinquei. Eu ainda estava arfando, mas era uma sensação ótima.
– Você é um idiota que eu amo muito. – sorri e acariciei seus cabelos. Ela se ajustou em meu peito, e ficou deitada ali. – As vezes eu acho que você fala as coisas pra me irritar, pra eu poder brigar com você, e depois fazermos as pazes com sexo.
– Bem, talvez seja isso mesmo, Sherlock. – rimos de nossas brincadeiras, e permanecemos deitados e abraçados.
[...]
No outro dia, nós resolvemos passear pelos arredores, e tiramos muitas fotos das belezas naturais.
O céu estava lindo. Um azul profundo e com efeito calmante.
À noite, jantamos no restaurante ao lado da piscina do hotel. Comemos comida típica, e logo após fomos para nosso quarto, e passamos boa parte da noite nos amando.
Eu nunca me saciava do corpo de Bella.
No outro dia, Bella quis curtir a enorme piscina do hotel. Eu apenas fiquei no bar tomando alguns drinques, enquanto observava minha esposa se divertir na piscina.
Em certa altura, ela fez amizade com algumas crianças que brincavam com suas bóias, e eu me vi hipnotizado com a cena.
Bella era tão simpática com as crianças, ela ficava tão à vontade.
Senti algo me invadindo.
De repente, a vontade de formar uma família com ela foi tão grande, que me vi na cena. Nós dois, com duas crianças. Um menino e uma menina.
Bella corria e brincava com elas, enquanto eu as olhava e me divertia de suas peraltices.
Fui tirado dos pensamentos, quando senti duas mãos molhadas em meu rosto.
Nem percebi que havia fechado os olhos.
– Sonhando acordado, amor? – sorri.
– Um sonho bom. Um sonho lindo. – ela bicou meus lábios.
– Espero que não seja nada proibido para menores, porque nós temos companhia. – ela apontou para as duas crianças que estavam com ela. – Eles me explicaram que são filhos de uma funcionária, e por elas estarem nas férias de verão aqui, elas podem usar a área da piscina do hotel, enquanto a mãe está trabalhando. Podemos leva-las pra almoçarem conosco? – enquanto ela pedia, seus olhinhos brilhavam tanto, que me senti um idiota em estar quase babando por um simples olhar de minha esposa.
Amar é algo surreal.
– Claro que podemos amor. – ela deu um gritinho e bateu palminhas, como uma criança que recebe a notícia que vai para a Disney.
As crianças tinham um sotaque bem diferente, mas conseguimos nos comunicar. Elas com seu inglês com forte acento africano e nós, com nosso inglês, que segundo as adoráveis crianças, era “rapidão”.
Ao fim do dia, nos despedimos das crianças, e pude perceber a emoção de Bella quando elas a abraçaram e disseram que quando ela tivesse um bebê, era pra trazer pra elas conhecerem.
Ao olhar o brilho no olhar de Bella, eu realmente considerei a idéia da adoção. E quem sabe, depois de muita conversa, poderíamos pensar no quesito inseminação artificial.
A semana passou rapidamente, com muito sexo selvagem, e às vezes, um sexo mais calmo e romântico, no quarto, e muita diversão e passeios animadíssimos nos arredores do hotel.
Bella fez questão de levar para a mãe das crianças, os presentes que ela comprou para cada uma.
Fizemos nossas malas, e pegamos o avião de volta para casa.
Ao chegarmos, fomos recepcionados com festa em nossa casa.
Minha mãe havia ficado com as chaves para poder terminar detalhes da organização, e manter a manutenção da limpeza.
Após contarmos todos os detalhes dos nossos passeios, e escondendo os detalhes sexuais, nós jantamos, e logo, meu pais, Rosalie e Emmett, e Alice e Jasper foram embora.
– Cansada, senhora Cullen? – perguntei quando Bella passava um creme em seu corpo. Ela havia acabado de tomar banho, e estava se preparando para deitar.
Eu já estava deitado na cama, apenas com minha cueca boxer.
– Muito cansada, senhor Cullen. – guardou o creme, e apagou a luz do quarto, mantendo apenas a do abajur. – E nem pense que só porque está usando apenas uma cueca, nitidamente querendo me seduzir, que vai ter algo essa noite. – se deitou e se aconchegou em meus braços. – Estou muito cansada e preciso dormir.
– As maravilhas do casamento. – disse sarcástico.
Bella riu.
– Se te serve de consolo, eu vou dormir em seus braços pro resto de nossas vidas. – ela beijou meu queixo.
Abaixei um pouco a cabeça, e dei um beijo em seus deliciosos lábios.
– Pensando por esse lado, até que eu posso te deixar descansar hoje. Mas só hoje, heim senhora Cullen. – a adverti de brincadeira. Bella gargalhou.
– Eu tenho o marido mais tarado e palhaço do mundo. – a apertei em meus braços.
– Seu palhaço, seu tarado. Só seu. – biquei seus lábios.
– Só meu. – sorrimos e ficamos deitados.
Eu acariciei os cabelos de Bella até sentir sua respiração se tranqüilizar.
Ela dormia como um anjo.
Dei um beijo em sua testa e sussurrei.
– Te amo, esposa.
Fechei os olhos e deixei o sono chegar.
Com Bella em meus braços, eu pude dormir tranquilamente.


E então, gostaram?
O Edward ficou mexido com a cena da Bella com as crianças e tal... maaaaaaas.. tem muita coisa pra vir por aí... o inicio das aulas na faculdade...as brigas comuns do casamento... enfim... lamento informar, mas vai haver brigas. Eles são um casal normal, se amam, mas não concordam em tudo. E além do mais, Bella é muito ciumenta, mas o Edzinho também não é um poço de confiança... é outro ciumentinho...





PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

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