FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 36

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez








PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

Ao longo das últimas duas semanas, eu e Bella voltamos a viver em nossa bolha de amor.
Bella estava cada vez mais carinhosa e atenciosa. Eu suspeitava que ela havia realmente se arrependido de coração pelo seu deslize.
Aos poucos, eu estava lidando melhor com isso. Ainda doía, mas eu conseguia expulsar os pensamentos de outro tocando Bella, toda vez que isso passava por minha cabeça.
Eu havia também programado uma viagem para nós, em comemoração ao seu aniversário de 23 anos, mas infelizmente não foi possível.
Aparentemente, Bella está com algum tipo de problema no estômago. Nada tem durado muito tempo lá dentro, de qualquer forma.
Passamos as últimas duas semanas com uma rotina de Bella tomando café da manhã e vomitando. Saindo pra faculdade, e me ligando no meio da manhã me dizendo o quanto algum professor é estúpido. Me ligando no meio da tarde chorando porque alguma cliente da sex shop lhe elogiou por estar “encorpando”. E de noite, assim que eu chegava das minhas sessões de fisioterapia, Bella vinha me atacando na entrada da sala de estar mesmo, e digamos, me fazendo lhe mostrar o tamanho do meu desejo por ela.
Bem, essa última parte eu não tenho o que reclamar.
Senti Bella se mexendo em meus braços. Em instantes ela acordaria.
Estiquei meu braço que estava livre, e abri a gavetinha do criado mudo. Peguei a caixinha de veludo e a fiquei segurando.
Bella, lentamente, abriu os olhos. Sorri. Tão linda a qualquer momento.
– Bom dia, esposo. – gracejou. Fiquei feliz. Ainda era uma alegria imensa a sensação de saber que essa linda mulher em meus braços era de fato minha esposa.
– Bom dia, esposa. – rocei meus lábios nos seus. – À propósito... – lhe estendi minha mão com a pequena caixa. – Feliz aniversário. – Sorri.
Bella fez uma careta.
– Não acredito que estou ficando velha. – choramingou e seus olhos marejaram.
Beijei seu templo.
– Baby, calma. Não precisa chorar. Você não está ficando velha. 23 anos ainda é uma idade muito jovem. – beijei sua solitária lágrima que deslizou por seus olhos. – E mesmo se fosse 33, 43, 53 ou 63 anos, ainda assim, eu te amaria da mesma forma, e me sentiria um afortunado por ter você em minha vida. – Disse carinhosamente.
Ela chorou mais.
– Ai Edward, por que você é tão perfeito? – me abraçou apertado, deixando seu presente de lado.
Eu sorri. Confesso que às vezes era até engraçado suas crises de choro.
Eu morreria e nunca entenderia as mulheres.
– Amor, eu realmente não sou perfeito. Mas faço tudo que posso pra te agradar. – trouxe a caixinha à tona novamente. – Mesmo quando você esnoba o presente que eu encomendei exclusivamente para você. – Lhe estendi novamente o presente.
Ela olhou rapidamente de mim para a caixinha.
– Não amor, eu não esnobei. Sério Edward, se eu passei essa impressão, desculpa. É que eu fiquei chateada com essa coisa de aniversário, e de estar envelhecendo, que eu... – a silenciei com um beijo.
Afastei nossos rostos e sorri.
– Calma, eu sei que você não esnobou. Agora, por que você não abre a caixa e me diz se gostou ou não? – pisquei. Ela assentiu.
Assim que abriu a caixa, seus olhos se arregalaram de surpresa.
– Edward... é tão... – as palavras morreram em sua garganta. Outra lágrima desceu em seu belo rosto.
Limpei seu rosto e lhe dei um casto beijo nos lábios.
Peguei o anel e segurei sua mão direita.
Lentamente, eu deslizei o anel por seu dedo anelar.
– Aqui, você já usou a nossa aliança de noivado. Hoje você usa em sua mão esquerda, a nossa aliança de casamento. – Olhei em seus olhos. – Mas eu quero que você use esse anel aqui, como uma aliança de nossas almas. Pra você saber que sempre serei seu. Pra toda vez que você olhar esse anel, você lembrar o quanto eu te amo, e o quanto sou feliz ao seu lado.
– São como seus olhos... – ela sussurrou.
– Sim. – beijei seus lábios novamente. – São esmeraldas. Verde como meus olhos. Pra você saber que sempre estarei olhando pra você, te admirando, te adorando, te venerando.
Ela me abraçou forte.
– Faz amor comigo. – ela pediu fervorosamente.
– Sempre... – sussurrei antes de invadir sua boca.
[...]
Alice e Jasper, foram os primeiros a chegar em nossa casa. Por volta das 10 da manhã, Emmett, Rosalie e meus pais chegaram.
Após os cumprimentos, Bella, Alice, Rosalie e minha mãe foram pra cozinha, e Emmett , Jasper e meu pai se juntaram a mim na área da churrasqueira.
– Uma bela manhã de sábado, não é mesmo? – meu pai puxou assunto.
– Um belo sábado. – concordei. – Uma pena não termos viajado. Bella não anda muito bem do estômago, e eu não quis fazê-la passar nenhum tipo de transtorno.
– E então, você realmente deu um carro pra ela, como presente de aniversário? – Jasper entrou na conversa. – Se bem me lembro, você comentou algo sobre isso há uns dois meses atrás.
Me senti desconfortável.
Realmente essa era a minha intenção. Mas, depois do incidente da mensagem, é como eu venho chamando agora, eu repensei essa decisão.
Não é que eu não confiasse mais em Bella, mas em minha cabeça doente, eu pensava que quanto menos poder de independência eu desse a ela, menores as chances de ela ficar novamente com esse Riley.
Não era uma decisão egoísta. Eu estava apenas lutando por meu casamento, pelo amor da minha vida.
– Não Jasper. Eu, na verdade, quis fazer algo mais significativo. Mandei fazer uma peça exclusiva pra ela. Um anel cravejado em esmeraldas. Ninguém mais no mundo tem ou terá um anel do mesmo modelo que o dela. – expliquei naturalmente.
– Meu irmão é tão romântico. – Emmett dramatizou de forma brincalhona.
– Sou, eu assumo. – entrei na brincadeira. – Mas aposto que Bella ama isso. Agora Rose, eu já não sei se ela está tão satisfeita, já que o seu namorado ogro a está enrolando, e não a pede em casamento logo. – ele fez uma careta.
– Eu já a pedi em casamento. – bateu no peito orgulhosamente. – Ela só não aceitou. – murmurou. Jasper, meu pai e eu caímos na gargalhada.
– E por que ela não aceitou, Emm? – papai perguntou em meio à risadas.
– Ela diz que eu tenho que amadurecer mais. – fez beicinho. Nós rimos mais ainda.
– Oh cara, eu definitivamente concordo com ela. – eu disse.
Emmett me olhou com deboche. Óh não, ele falaria algo que me envergonharia.
– Claro, claro. Eu tenho que amadurecer. Escutar isso do cara que via filmes pornográficos para aprender algumas dicas é bem legal. – eles riram.
Ok, isso não era engraçado.
– Cara, essas coisas a gente praticamente nasce sabendo. É instinto. – Jasper riu sacana, enquanto me jogava uma cerveja.
Abri minha cerveja e tomei um bom gole.
– Que bonito! Os gatinhos estão bebendo, enquanto nós mulheres estamos na cozinha, providenciando o almoço. – Rosálie saiu de dentro da casa, vindo em nossa direção, na área da churrasqueira.
– É só uma cervejinha, amor. – Emmett , vulgo Senhor-eu-tenho-medo-da-minha-namorada, disse humildemente, enquanto lhe abraçava.
– É claro que é só uma. – Rose debochou.
– Rose, onde está minha mulher? – perguntei.
– Bem, ela recebeu uma ligação, acho que do laboratório, e foi até o quarto, pra abrir um email. Ela está com Alice e sua mãe. Ela está doente, Edward? – Rose perguntou.
– Na verdade, não sabemos, e eu espero que não. Ela tem passado mal ultimamente, nada para em seu estômago, ela tem estado cansada demais. Por isso, essa semana eu a convencia a ir procurar um médico, e ele lhe pediu alguns exames. – expliquei. – E bem, ela está psicologicamente abalada por estar ficando velha, de acordo com ela. E por estar engordando. – Rose gargalhou.
Nós homens não entendemos muito bem, mas rimos também, apenas por educação. As vezes as mulheres são estranhas, e não é bom contrariar.
– Óh, isso vai ser muito divertido. – ela disse em meio às gargalhadas.
– O que vai ser divertido, loirona? – Emmett, que também estava alheio ao seu raciocínio, como todos os homens do local, perguntou.
– Você vai ver, amor. Você vai ver. – disse misteriosamente, e se desgrudou do abraço de Emmett, e caminhou até o freezer para pegar uma cerveja.
Ela pegou uma latinha pra ela, e pegou mais quatro, jogando uma para cada um de nós.
Alguns instantes depois, minha mãe saiu da casa, junto com Alice e Bella.
Minha mãe ostentava um sorriso enorme, mas tinha marcas de lágrimas em seu rosto. Alice vinha saltitando como um duende feliz, e Bella, óh meu Deus, ela havia chorado de novo?
Bem, ela continuava chorando, mas pelo menos sorria em meio às lágrimas.
O que havia acontecido com essas mulheres?
– Edward, querido. Mamãe está tão feliz. – Esme se abaixou em minha frente, e me abraçou bem apertado.
Olhei para meu pai sem entender nada. Ele deu de ombros, também não estava entendendo.
Minha mãe me soltou e se levantou. Caminhando para meu pai, e o abraçou.
O que diabos estava acontecendo?
Bella se ajoelhou em minha frente e segurou minha mão.
Ela chorava e sorria. Eu não estava entendendo nada.
– Princesa, o que houve? – perguntei em tom de sussurro.
Se possível, o sorriso de Bella se ampliou mais ainda.
Lentamente, ela levou minha mão até sua barriga. Não pude evitar dar uma bela olhada em seus seios. O decote de seu vestido era bastante generoso.
Bella, percebendo minha pequena espiada, apertou forte minha mão, chamando minha atenção. Eu olhei em seus olhos, esperando uma explicação para todas aquelas lágrimas e sorrisos.
Delicadamente, ela fez minha mão acariciar sua barriga.
Ela olhou para onde nossas mãos estavam.
– Diz “oi” para o papai, bebê. – o mundo parou. Eu não podia acreditar que estava escutando aquilo. Bella olhou novamente em meus olhos e sorriu. – Estamos grávidos.
Pude escutar ao longe Emmett e Jasper gritarem, escutei o choro contido do meu pai, o choro nem tão contido de minha mãe e Alice. Escutei Rosalie estourar um champanhe, que eu não sei de onde ela tirou.
Eu não conseguia enxergar Bella.
Eu tinha consciência que ela estava ainda ajoelhada em minha frente. Eu tinha noção que eu ainda estava com minha mão descansando em sua barriga.
Forcei minha cabeça a se concentrar. Forcei meus olhos a olharem para Bella.
Ela ainda ostentava um enorme e brilhante sorriso, que fazia contraste com as lágrimas que desciam por suas bochechas rosadas.
Com muito esforço, minha voz saiu.
– Grávida? – não sei se perguntei para Bella, para mim mesmo, ou para Deus.
Céus, grávida?
Isso não poderia ser verdade.
Senti uma lágrima rolar por meu rosto.
Bella subiu em meu colo e me abraçou apertado.
– Grávida, meu príncipe. Eu estou grávida. – pude escutar seus soluços. – Eu sei, é maravilhoso. – limpou uma lágrima do meu rosto. – Acho que não existe felicidade maior do que a que estou sentindo.
Fechei meus olhos.
Grávida.
De repente, todas as peças haviam se encaixado em minha cabeça.

Notas finais do capítulo

E então, o que acharam?COnto com a opinião de cada um de vocês.

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