FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 39

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez








PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!


DNA.
No último sábado Bella saiu de minha vida. No último sábado eu, literalmente, parei de viver.
Passei o resto do dia trancado dentro de casa, sem querer falar com ninguém, após ter expulsado minha família daqui.
Não consegui dormir naquela noite. E nem no domingo, no entanto. Lembro-me de ter tomado um banho, e tomar alguns copos de água.
Na segunda, pela manhã, minhas duas empregadas chegaram e se assustaram ao olhar pra mim. Grandes rodelas roxas em torno dos meus olhos. Eu estava acabado. Naquele dia eu consegui dormir.
Acordei tremendo, devido aos pesadelos. Eu estava suado e arfante. No sonho ruim, Bella me deixava, eu a pedia para voltar pra mim, e ela me contava toda a verdade. Que estava apaixonada por Riley e iria se casar com ele, e eles criariam o filho juntos.
Esse sonho se repetiu por toda a semana, e eu chorava sempre que acordava.
Minha mãe, meu pai e meu irmão haviam me ligado, porém eu não quis atender.
Os únicos autorizados a entrar em minha casa eram minhas empregadas e Eric, que ficava o dia todo à toa. Eu não saí pra lugar algum. Eu não fui trabalhar, eu não fui pra fisioterapia, eu não fui a qualquer lugar além da minha sala de estar.
Na sexta, ou seja, ontem, Alice apareceu em minha casa. Eu autorizei minha empregada liberar sua entrada. Talvez ela me trouxesse notícias de Bella. Já que eu ligava em torno de 450 vezes por dia para o seu celular, e ela não me atendia. Eu ligava na loja, mas Alice sempre dizia que ela não estava no momento. Considerando a frequência que eu ligava, ou Bella não estava trabalhando, ou ela não queria me atender. Eu optava pela segunda.
.
Alice entrou como um furacão em minha casa e passou direto por mim, mal me cumprimentando. Foi ao meu quarto, abriu o closet, e tirou todas as roupas de Bella.
Aquilo era demais para mim, eu não aguentaria.
Num impulso, empurrei minha cadeira até a cama, onde a mala com as roupas da minha esposa estava. Tirei um vestido preto de dentro da mala. Eu não poderia impedir Alice de levar roupas para minha esposa. Pra falar a verdade, eu nem sabia como ela estava se virando tantos dias apenas com a roupa do corpo. Bem, provavelmente pegou emprestadas algumas de Alice.
– Por favor, Alice. Me deixe ficar com esse vestido. – pedi humildemente. Pela primeira vez ela havia olhado em meus olhos.
– Por que você quereria um vestido? Foi caro demais, é por isso que você não quer que ela leve? Não se incomode Edward Cullen, ela não faz questão de roupas caras. – senti uma dor pelas palavras de Alice.
– Não é pelo preço. – olhei para o tecido em minha mão. – Ela estava usando esse vestido quando aceitou se casar comigo. – olhei para Alice, e seu semblante não parecia mais conter raiva, e sim pena.
– Por que você destruiu minha amiga dessa forma? – sua pergunta me pegou desprevenido.
Cocei a cabeça.
– Alice, eu não a destruí. Céus, eu estou morrendo só de saber que eu lhe causei dor. – respirei fundo. – Logo após aquela mensagem, ela ficou grávida. Aquela maldita mensagem. E ela disse pra mim que Riley não havia saído com vocês naquela noite. – ela suspirou, largou as roupas que estava pegando e se sentou em minha cama, e olhou seriamente para mim.
– Você não é burro. Pelo menos eu acho. – ela é direta. – As contas do tempo de gravidez não batem com aquela noite. Bella sempre foi uma esposa exemplar, uma namorada carinhosa, uma amiga incrível, uma companheira fiel a você. E você sabe disso. – assenti. – Ela ocultou a presença do Riley naquela noite? Sim, ela ocultou. Mas Edward, só esse fato já te faz ter certeza que ela te traiu, aliás, que estava tendo um caso com Riley, mesmo você conhecendo o coração de ouro que aquela mulher tem? – abaixei a cabeça. – Edward, ela só queria evitar uma briga com você. Ela não queria despertar seu ciúme ou insegurança. Ela deu um fora em Riley e depois disso simplesmente o evitou. Não foi correto ela ocultar a presença dele naquela noite, mas também não foi uma mentira que acabaria com um casamento, uma vida. A mensagem e a omissão de Bella, não provam que ela teve um caso com ninguém. Aliás, não provam nada.
– Ela sempre sonhou em engravidar novamente, e como eu não podia dar filhos a ela... – não terminei a frase. Eu não conseguia mais falar isso.
Alice se levantou e novamente me olhou daquela forma raivosa.
– Não adianta conversar com você. Você gosta de ser a vítima. Coitada da Bella, porque aquela boba te ama. – ela balançou a cabeça em desgosto. – É uma boba. Fica chorando pelos cantos por um homem que não tem um pingo de confiança nela. Se entregou de bandeja para um homem que a acusou na frente de todos de estar carregando o filho de outro em seu ventre. – ela voltou a jogar as roupas de Bella na mala. – Você se acostumou tanto a ser visto como vítima, que você gostou disso. E agora não consegue ficar sem esse sentimento de ser o injustiçado pela vida, por todos. Você, no fundo, só quer chamar a atenção. Quer que todos te tratem como criança. Leu a porra da mensagem, e não foi homem o suficiente para ter uma conversa franca com Bella. – seu tom de voz aumentava a cada frase.
– Eu não queria perde-la. – sussurrei, mas Alice ouviu.
Ela parou o que estava fazendo e me olhou ceticamente.
– Bem, eu vejo que sua técnica de guardar as coisas para si, e soltar na frente de todos que você acha que não é o pai do bebê da sua esposa, foi uma boa coisa para não perde-la, você não acha? – abaixei a cabeça novamente. Ela estava certa.
Do meu jeito, eu perdi Bella.
Alice fechou a mala, e antes de ir, jogou um envelope em meu colo.
– Seja homem, ou seja vítima de você mesmo pelo resto da vida. – e dizendo isso, ela saiu do meu quarto.
Eu não a segui. Siobhan provavelmente a acompanharia até a saída.
.
E aqui estava eu, pela milionésima vez, desde ontem, olhando esse maldito papel.
Exame de paternidade. DNA.
Eu estava sendo convocado para fazer esse exame.
Senti meu peito se apertar. E se por um momento, eu pudesse levar em consideração a possibilidade dessa criança ser minha? E se isso fosse possível?
Peguei meu celular.
Após o terceiro toque, ele atendeu.
– Edward, meu filho, como você pôde fazer isso comigo e com sua mãe? Nós estamos preocupados. Você não nos atende, não nos deixa entrar na sua propriedade. Você não vai ao trabalho. Isso é uma irresponsabilidade absurda, você sabe disso. Você está se comportando como um moleque, não como um homem. Você tem responsabilidades dentro da empresa, e não é porque está tendo um problema pessoal, que toda sua vida tem que parar. Nós perdemos um grande contrato essa semana por causa da sua irresponsabilidade. – ele esbravejou.
Respirei fundo.
– Ela solicitou um exame de paternidade. – durante alguns segundos só pude escutar a respiração do meu pai.
– Por que você desconfia tanto que esse filho não seja seu?
– A mensagem... Ela disse que Riley não estava... Esse tempo todo nós nunca usamos nada e ela nunca... – abaixei a cabeça e fechei com força meus olhos. – Eu já não tenho mais certeza de nada. – confessei.
– Bella alguma vez deu motivos para você desconfiar?
– Não. – respondi de pronto.
– Alguma vez ela teve algum comportamento estranho, que desse a entender que não te amava mais?
– Céus pai, eu sei que ela me ama. Mas eu não poderia dar um filho a ela, então... – eu já não conseguia terminar essa frase.
– Seu médico nunca disse que você é estéril. Apenas que teria dificuldades. E bem, essa dificuldade pôde ser vista nesse um ano que vocês estavam juntos, e Bella nunca havia engravidado.
– Pai, eu passei dois meses tendo a certeza de que Bella havia me traído. Passei esse tempo tentando arranjar um desculpa do porque ela havia feito isso. Eu já tinha me conformado. Aí ela aparece grávida, e tudo que eu pude pensar no momento, era que ela havia ficado com outro, apenas para engravidar. Realizar seu sonho. Só que agora... – a emoção embargou minha voz.
– Seja o homem que eu criei você para ser, Edward. – fiquei alguns instantes em silêncio.
– Pai?
– Sim, meu filho.
– Me desculpe por expulsar vocês da minha casa. E me desculpe pelo projeto. Eu não durmo direito, e quando durmo, tenho pesadelos. Eu não consigo comer, eu não consigo fazer nada que não seja chorar e pensar em Bella. – confessei.
Ouvi meu pai suspirar do outro lado da linha.
– Apenas tente se alimentar.
– Obrigado, pai. Tchau.
– Tchau.
Nós desligamos.
Fechei os olhos e me encostei melhor em meus travesseiros.
Sair da cama não era uma tarefa que eu estava apreciando na última semana.
Minha vida parou depois que perdi minha esposa.
Eu sei, foi culpa minha. Mas... O que posso dizer é que não sei mais de nada.
Joguei o envelope na mesinha ao lado da cama, e deixei o sono me levar.
Uma linda garotinha, de cabelos castanhos e olhos verdes, corria para os meus braços.
Ela usava um vestidinho florido, tinha um sorriso cheio de dentinhos de leite, tão meigo.
Ela pulou em meu colo. Travei a cadeira e a abracei apertado.
– Eu te amo, papai. – a menininha, de no máximo 4 anos, disse. Sorri.
– Eu também te amo muito, minha filha. – beijei sua testa. Ela franziu o cenho.
– Mas o senhor não me amava quando eu tava lá na barriga da mamãe. – ela fez uma carinha triste.
Meu coração estava partido. Só um monstro não amaria esse serzinho lindo em meus braços.
A abracei forte. Tao pequena e indefesa em meus braços. Mas capaz de me fazer enfrentar o mundo por ela.
Ela se soltou do meu abraço, e logo me brindou com seu sorriso cheio de dentes pequenininhos.
– Papai, a mamãe me ensinou a escrever o meu nome. – disse contente.
– Sério? O nome todo? – perguntei empolgado.
– Todinho. – ela saltou do meu colo e correu até a pequena mesa do jardim, onde estavam seu caderninho e suas canetinhas coloridas. Voltou rapidamente para meu colo, e começou a escrever. Letra por letra. Por fim, ela me mostrou o resultado. – Olha papai, tá certo?
Olhei para a pequena anotação. Meu coração disparou.
Em letrinhas tortas e um pouco tremidas, estava escrito: Mary Hope Swan Cullen.
– Sr. Cullen. – escutei meu nome sendo chamado. – Sr. Cullen. – reconheci a voz de Siobhan. – Sr. Cullen. – me senti sendo levemente sacudido.
– Oi? – acordei atordoado. Olhei para os lados. Eu não estava mais no jardim. Minha linda Mary Hope não estava mais comigo. Senti uma pontada em meu peito. Foi só um sonho.
– Sr. Cullen, o senhor tem, bem, uma visita. – Siobhan apareceu no meu campo de visão, e pareceu um pouco desconfortável ao anunciar a visita. Torci os lábios.
– Siobhan, eu já disse que não quero receber ninguém. – Suspirei. – Por que será que as pessoas não me deixam em paz? – levantei o lençol e olhei como eu estava. Apenas de cueca. – Apenas diga a essa visita pra esperar eu me vestir. Aliás, quem resolveu me incomodar hoje?
Antes de Siobhan pronunciar qualquer palavra, eu senti aquele cheiro. Aquele cheiro que eu reconheceria em qualquer canto da Terra.
– Eu resolvi te incomodar hoje, Edward. – Bella entrou em meu – nosso – quarto como um furacão. Meu coração disparou, um sorriso apareceu em meu rosto, minhas mãos estavam suando. Ela voltou pra mim.
– Você voltou. – escapou por meus lábios antes mesmo que eu pudesse me refrear.
– Com licença. – Siobhan deu um sorriso tímido para Bella, e nos deixou a sós.
– Eu quero ter um conversa com você. – assenti. Eu só a queria em meus braços novamente, mas se ela quisesse conversar antes, eu não via problemas. – Seu pai me ligou. O que está acontecendo com você, Edward? – o que meu pai fofoqueiro havia falado pra ela? – É claro, isso não é da minha conta, eu não sou mais sua esposa, mas eu me preocupo com você. – ela divagou.
– Não diz isso! Você é sim minha esposa e sempre vai ser! – declarei enérgico. Como assim não é mais minha esposa? Nunca!
– Encare os fatos, Edward. Estamos separados. – ela me olhou com pesar e se aproximou da cama.
– Não, não estamos separados. Você está irritada comigo, e eu entendo, mas não estamos separados. – me ajeitei na cama, para ficar com as costas apoiada na cabeceira.
– Irritada? Eu estou apenas irritada? Você me humilhou na frente dos nossos amigos e sua família. – seu tom de voz já estava se alterando.
– Eu não te humilhei, Bella. – gemi. Eu não fiz isso.
– Sério? Ah claro, porque dizer na frente de todos que o filho que sua esposa está esperando não é seu, é uma atitude bem comum. – ela balançou a cabeça. – A idiota aqui estava tão feliz.
– Bella...
– Aliás, estou feliz. Um filho é motivo de alegria. E com certeza o meu bebê será muito amado por mim. – senti uma dor profunda ao escutar Bella dizer “meu” bebê. Pensei na menininha do meu sonho. Mary Hope.
Olhei nos olhos de Bella.
– Volta pra mim. – pedi. Ela balançou a cabeça negando.
– Eu espero que você faça esse exame de DNA. Pra você ver, a ciência está bem avançada. É possível saber quem é o pai do meu bebê, mesmo quando ele ainda está dentro da minha barriga. Não é fantástico isso? – sorriu sem humor. Ela queria me machucar. Do mesmo jeito que ela estava machucada.
– Bella, volta pra casa. A gente não precisa fazer porcaria de exame nenhum. – pedi novamente.
– Eu quero que você faça. Agora eu faço questão disso. – ela tentou limpar disfarçadamente uma lágrima que rolou por seu belo rosto. – Você não tinha tanta certeza que esse filho é de Riley? Pois bem, eu tenho certeza que é seu. Porque eu sempre te respeitei. Nunca trairia você. Eu não precisava, eu não queria outro homem. – limpou outra lágrima. – Agora eu quero provar a todos que eu não sou essa cadela que você fez parecer que eu era.
– Não, Bella. Nunca. Você é a mulher mais decente e honrada que eu conheço. Você nunca poderia ser sequer comparada com uma mulher abaixo de uma lady. – argumentei veemente.
– E mesmo assim você acredita que te traí. – joguei a cabeça pra trás.
Maldição. Eu já não tinha certeza de mais nada.
Mas era tão difícil acreditar que eu fui capaz de gerar um filho com Bella.
A mensagem, a mentira. Mesmo assim, nada que fosse capaz de apagar a imagem de boa esposa e companheira fiel que Bella sempre foi.
Mary Hope.
Ela era tão real. Minha filha. Minha e de Bella.
Será que eu havia entendido tudo errado? Seria possível isso?
Bella caminhou para o lado da cama onde eu estava, e pegou o envelope do exame.
– Eu quero que você faça esse exame. Eu não sou mocinha de livros românticos, eu quero que você reconheça meu filho e que ele tenha todos os direitos dele. O dinheiro que eu ganho na loja de Alice não vai ser suficiente pra eu criar uma criança, e nem mesmo ter o acompanhamento médico adequado no período de gravidez. – ela pareceu tentar se controlar. – Estou engolindo meu orgulho pra fazer isso. Minha maior vontade era sumir. Mas infelizmente eu dependo do seu maldito dinheiro agora. Meu filho depende. Eu já perdi um, não vou perder outro por puro egoísmo. Ele vai ter toda assistência médica possível.
– Jesus Bella, você é minha esposa, você nunca vai passar por dificuldades financeiras. Nem você e nem nosso...nossa... – Bella me olhou esperançosamente. Nosso bebê? Não pode ser. É difícil acreditar nisso. - ... nem você e nem esse bebê. – disse num tom baixo.
O rosto de Bella se contorceu em claro sinal de dor.
Ela jogou novamente o envelope em cima da mesinha.
– Eu só quero o que é de direito do meu filho. Pra mim, eu não quero nada que seja seu. Vou procurar um advogado e pedir pra correr os papéis do divórcio. – ela disse seca.
Nunca!
Uma raiva se apossou do meu corpo.
Nunca!
Ela é minha. Divórcio nunca!
Estendi minha mão, e puxei Bella para a cama.
Ela caiu em meu colo.
A apertei forte. Segurei em seu rosto e a forcei a me olhar.
– Divórcio não é opção. Você é minha. Você é minha esposa, minha vida. Eu nunca vou deixar você partir, você entende? Nunca! Eu te amo demais. Volta pra nossa casa, Bella. Sem você eu sinto que estou morrendo. – comecei o discurso enérgico, mas terminei em tom de súplica.
– Não posso. – ela sussurrou. – Não posso continuar casada com um homem que não acredita no meu amor, na minha fidelidade e caráter. – seus olhos estavam marejados novamente. – Você realmente acredita que eu traí você? Você realmente acredita que eu faria uma coisa dessas com a gente, Edward? – céus, seu olhar me trancou. Sua voz tocou minha alma.
Balancei a cabeça.
– Não, eu não acredito. – eu a beijei.
Foi o céu sentir seus lábios nos meus. Sua língua quente e atrevida acariciando a minha.
Senti seu corpo tremer com o nosso contato.
Segurei forte em sua nuca, envolvi sua cintura com meu braço livre.
– Volta pra mim. – desci beijos por seu pescoço. – Volta pro homem que te ama. – subi os beijos novamente. – Eu não vou te perder. Eu não posso te perder.
Bella se entregou a meus beijos, com fome e voracidade.
Eu estava me sentindo vivo novamente.


E então, gostaram? Não se iludam, a Bella ainda não vai perdoar fácil... mas ela o ama e o deseja, e ver ele ali, se declarando, deitadinho na cama deles, não foi fácil pra ela, nao é mesmo?
O Ed já esta começando a se questionar sobre tudo que ele imaginou que era. Alice e Carlisle deram, ambos, um tapa de luva nele... 
e esse sonho...
dizem que quando pensamos muito em alguma coisa, nosso subconsciente nos faz sonhar com isso...
bem, nao vou ficar soltando spoiler aqui rsrsrs...

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