FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 40

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez








PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

– Volta pra mim. – desci beijos por seu pescoço. – Volta pro homem que te ama. – subi os beijos novamente. – Eu não vou te perder. Eu não posso te perder.
Bella se entregou a meus beijos, com fome e voracidade.
Eu estava me sentindo vivo novamente.
Nosso beijo era selvagem, paixão e mágoa se misturando.
A língua de Bella me acariciava e me devorava com vigor.
Minhas mãos passearam por seu corpo. Seus seios foram meu primeiro ponto de ataque.
Aperteis seus montes macios com força. Por um instante fiquei com medo de ter lhe causado dor, mas seu gemido logo desfez meu receio.
Louco para morder e lamber seus mamilos, eu rasguei a blusa de botões que Bella usava. Rapidamente abri seu sutiã e abocanhei seu delicioso seio esquerdo.
Pode parecer uma descrição não muito sensual, mas a vontade de provar Bella novamente era tanta, que mamei em seu seio como se fosse um bebê faminto.
Evidentemente, ali ainda não sairia leite, mas eu suguei com tanta vontade, que por um momento pensei que seria possível.
Bella pareceu gostar, ao menos, seus altos gemidos me fizeram pensar isso.
Ela rapidamente tirou seu seio de minha boca, e eu soltei um gemido de frustração, que logo foi esquecido quando a vi se deitar ao meu lado, abrir os botões de sua calça, e a descer por suas pernas, junto com a calcinha.
Me senti um lobo com água na boca, ao observar o frágil cordeirinho em sua frente.
Olhei para o sexo de Bella. Tão lisinha, rosada, inchada e o melhor de tudo, totalmente molhada.
Lambi os lábios.
Com meu braços, empurrei-me um pouco mais pra baixo na cama, e sem esperar ou avisar, desci meu rosto na feminilidade de Bella e dei uma longa lambida.
Bella literalmente gritou e seu quadril impulsionou-se de forma rude.
Desci novamente meu rosto em seu sexo, e chupei seu clitóris. Subi uma mão e apertei seu seio. Dei outra longa lambida em toda a extensão de sua entrada e senti Bella tremer. Endureci minha língua e penetrei em sua entrada.
– Óh porra, Edward! – ela gritou novamente, apertando minha cabeça com suas coxas.
Confesso que me senti um pouco sufocado, mas ao mesmo tempo maravilhado pela sua reação.
Aos poucos, o aperto de suas coxas se afrouxou, e eu fui capaz de levantar meu rosto e olha-la.
Ela estava mais linda que nunca.
Arfante, seus cabelos levemente bagunçados. Seu peito subia e descia ainda rapidamente. Ela mordiscava aqueles belos lábios.
Arqueei uma sobrancelha.
– Já? – sorri faceiro. Nunca vi Bella gozar tão rápido. Parece que alguém também sentiu saudades.
Merda! Eu seria capaz de gozar só de provar o gosto de Bella. Felizmente, fui capaz de me segurar, e me concentrei apenas no prazer da minha amada.
Ela sorriu.
– Tira esse sorrisinho besta da sua cara. Eu estou grávida! O tesão triplica. – sem me dar qualquer tempo de processar sua frase, ela se jogou em meu colo, esfregando-se sobre mim. Rodeei sua cintura com meus braços. – Eu quero mais.
Como senti falta da minha insaciável esposa!
Segurei em sua nuca e a puxei para um beijo recheado de desejo e paixão.
Desci uma mão em sua entrada e comecei a estimulá-la. Não era necessário, ela estava preparada para mim. Mas tocar sua doce feminilidade era um vício.
Senti Bella arranhar meu peito e abdômen, e um arrepio prazeroso atravessar meu corpo.
Retirei minha mão de sua entrada, e puxei meu membro de dentro da minha boxer.
Abandonei os lábios de Bella, e desci meus beijos por seu pescoço. Arrastando minha barba por fazer em toda extensão dele.
– Ai, Edward... – Bella choramingou. Eu sabia que ela adorava isso.
– Amor, eu preciso de você. – disse ao pé do seu ouvido.
Bella se posicionou e desceu seu corpo em meu membro.
Paraíso!
Sentir já fazia parte da minha vida. Não era da forma que eu esperava ainda, mas era algo satisfatório. Eu com toda certeza do mundo, já era capaz de gozar apenas pelo prazer da sensibilidade. Não era necessário mais olhar e imaginar. Mas porra, eu adorava olhar o ponto onde eu Bella os uníamos.
Era tão quente e territorial isso.
Segurando forte em sua cintura, e a ajudei a me cavalgar.
– Isso Bella... Faz com força, amor. – eu queria falar sujo, eu queria morder, chupar e foder Bella. Tudo ao mesmo tempo.
Uma semana sem o amor da minha vida, era uma eternidade. Foi o pior momento da minha vida. Superando até mesmo o período de dez anos sozinho e angustiado.
– Óh porra. Porra. Como eu senti falta disso. – ela choramingou. Seus tremores eram perceptíveis.
– Sentiu falta, meu amor? Sentiu falta do meu pau? – Falar sujo na hora do sexo é libertador!
– Sim. – Bella gritou e me arranhou. Grunhi com isso. – Senti falta dele todinho dentro de mim. – ela abaixou a cabeça em meu ombro e me mordeu ali, quando seu corpo foi sacudido por fortes tremores e ela segurou firme em meus braços.
Ela gozou de novo.
Eu estava perto, mas ainda não gozaria.
Louco de fome por essa mulher, como eu estava, voltei a movimentar seu quadril. Fazendo Bella subir e descer em meu membro, mesmo que suas pernas ainda estivessem moles, e ela ainda estivesse descendo do seu orgasmo.
– Vamos Bella, me dê mais um. – pedi por mais um orgasmo. Ela me daria. Eu via em seus olhos. Ela ainda queria mais.
– Você vai me matar. – um sorriso brincou em seus lábios quando ela disse isso, e logo começou a me cavalgar com força novamente.
Levei uma mão no ponto onde nos uníamos, e com a ponta do dedão, fiz círculos rápidos em seu clitóris. Bella se retorceu por um momento, e logo voltou a cavalgar-me.
Olhei em seu belo rosto. Seus olhos nublados de prazer, ela praticamente mastigava seu lábio inferior. A visão da luxúria.
Senti meus músculos se apertando. Eu gozaria forte. Seria um orgasmo arrebatador. Um orgasmo misturado com saudade, paixão e necessidade.
Meu dedão já estava ficando dormente, mas mantive o movimento em seu feixe de nervos. Eu queria que gozássemos juntos.
– Porra. Porra. Porra. – Bella se esticou toda. Cravou suas unhas em meus braços e gritou como nunca a ouvi gritar em nossas noites de prazer.
– Bella... – gemi vergonhosamente quando gozei.
Minha cabeça ainda estava tonta. Eu não conseguia elaborar nada em meu cérebro. O único pensamento que eu tinha, era que eu havia acabado de fazer as pazes com a minha esposa. Da melhor forma, diga-se de passagem.
Encostei-me na cabeceira da cama, o corpo de Bella jogado em cima do meu.
Sua respiração ainda estava acelerada. Ela estava toda molinha. Nossos corpo grudavam um no outro pelo suor. Mas foda-se se essa não era a coisa mais quente e romântica que eu tinha tido na última semana.
Distraidamente, passei a alisar, de forma carinhosa, o cabelo de Bella.
Desci meus braços por suas costas. Parei na curva acima de sua desejosa bunda. Subi um pouco, contornando a curva de sua cintura.
Em breve, ali não teria uma curva tão acentuada. Sua bela barriga não permitiria mais tantas curvas assim, mas com certeza ela estaria mais linda que nunca.
Mary Hope.
Esse nome passou pela minha cabeça novamente. A bela menininha correndo para meus braços.
Será possível que eu tenha entendido tudo errado? Que eu tenha sido pessimista demais em relação a minha fertilidade?
Será possível que Alice estava certa, e eu realmente havia me acostumado a ser uma vítima, e na primeira oportunidade eu pintei esse quadro, sem antes averiguar os fatos?
E se esse bebê realmente fosse meu?
Meu coração chutou rudemente meu peito.
Eu não sei se seria capaz de aguentar tanta felicidade. Um filho com Bella? Será possível?
Eu realmente não acredito que Bella tenha me traído. Mas merda, eu também não conseguia acreditar que depois de um ano tendo relações sem proteção, Bella engravidaria justamente no período da nossa briga e a mensagem de Riley.
Mas pelas datas, ela engravidou uma semana antes. A voz em minha cabeça gritou.
Talvez eu tenha feito uma grande confu...
– Bella, o que foi? – interrompi meus pensamentos, e perguntei aflito quando senti Bella soluçar em meu peito. Ergui seu rosto. – O que foi meu amor?
Seu rosto estava molhado. Por que ela estaria chorando?
– Bella, por favor, me fale. Eu machuquei você? Fui muito bruto? – pedi angustiado.
Ela balançou a cabeça de forma negativa.
– Então me diz, minha princesa. O que houve? Por que você está chorando? – eu odiava vê-la chorar.
– Eu me deixei levar... – começou meio sem sentido. – Eu-eu não devia ter cedido. – fungou novamente e limpou algumas lágrimas que rolavam em seu rosto. – Eu tenho que ir embora.
Se levantou rapidamente, caçando suas roupas.
– O que? Bella, volta aqui! Onde você vai? – o desespero tomou conta de mim.
– Eu tenho que ir.. Alice... Ela vai... Alice... – Bella não falava nada que fazia sentido.
Logo uma luz se acendeu em minha cabeça.
Ela iria na casa de Alice buscar suas roupas e informa-la que ela estava voltando pra casa. Claro, como eu não pensei nisso?
– Amor, ainda tem roupas suas aqui. Não precisa ir buscar hoje. Volta pra cama, vamos ficar aqui grudadinhos. – lhe estendi a mão, dando o meu sorriso torto que ela tanto amava.
Me assustei com o jeito que ela me olhava.
Era um olhar torturado. Dor e mágoa misturados.
– Eu não estou indo buscar minhas roupas. – ela disse enquanto terminava de fechar a calça em seu corpo.
Ela foi em direção ao nosso closet, e pegou uma das minhas blusas sociais brancas. Ela deu nó na cintura, e dobrou as mangas. Céus, como isso ficou quente nela!
A partir de hoje ela só usaria minhas roupas. Está decidido.
– Você marcou alguma coisa com ela? Algum jantar ou algo assim? – eu entenderia se ela tivesse algo marcado com Alice. Contanto que ela voltasse correndo para meus braços.
Ela caminhou em direção a cama e parou olhando seriamente em meus olhos.
– Eu não tenho nenhum compromisso. Eu estou voltando para a casa de Alice, porque eu estou morando lá, enquanto não acho nenhum lugar baratinho. – ela limpou outra lágrima que transbordou. Meu coração se afundou. – Nós não devíamos ter cedido ao desejo. Foi um erro. – ela abaixou a cabeça.
– Um erro? Você me diz que foi um erro? – me exaltei. – Bella você faz amor comigo de forma apaixonada e me diz que foi um erro? – senti minhas próprias lágrimas se derramarem por meu rosto.
– Eu não consegui me controlar. – ela levantou a cabeça e olhou profundamente em meus olhos. – Eu te amo. Não seria fácil resistir. Droga, eu não queria resistir. – ela caminhou nervosamente de um lado para o outro. – Você tem noção do quanto é difícil pra mim, te amar do jeito que te amo e te deixar agora?
– Não me deixa! – implorei.
– Eu não posso ficar. – ela voltou a chorar. – Você acabou comigo quando disse que não era pai do meu filho. – ela passou a mão de forma protetora em sua barriga ainda plana.
– Eu acredito em você. Eu sei que esse bebê é meu. – foi a primeira coisa que me veio na cabeça para poder falar.
Bella riu em descrença e balançou a cabeça com raiva.
– Vê! Você não acredita que seja pai do meu filho. Só está dizendo isso para que eu volte. Se você me ama tanto, por que não consegue acreditar que esse sentimento é recíproco? Por que não consegue acreditar que nós vamos ter um bebê? Por que você acredita veemente que eu tive um caso com Riley? Eu nunca te dei motivos para desconfiar de mim.
Abaixei a cabeça.
Eu já não tinha certeza se ela realmente havia me traído. Já não tinha tanta certeza se essa criança era minha ou não.
Levantei a cabeça e meu coração congelou quando vi Bella atravessar a porta.
– Bella, eu não posso me levantar e correr até você. – disse desesperado. Ela parou ainda de costas pra mim. – Por favor, não vai embora da minha vida. Sem você, eu não consigo. Eu simplesmente não consigo seguir em frente.
Ela ficou alguns instantes em silêncio. Rezei para que ela estivesse considerando ficar comigo.
– Eu também não sei viver sem você. – confessou ainda de costas pra mim. – Mas agora eu tenho uma vida que depende de mim. Um motivo maior para eu me reerguer e aprender a viver sem você.
– Não Bella! – pedi. – Não me deixa, por favor, meu amor.
– Eu espero que você faça o teste de paternidade, pra que nós possamos resolver tudo de forma rápida. Minhas consultas logo vão começar e eu quero que meu bebê tenha toda assistência médica necessária.
E dizendo isso, ela me deixou.
Joguei a cabeça pra trás e um grito de dor escapou por minha garganta.
– Não! – ecoei a plenos pulmões.
Não podia ser. Bella fez amor comigo e me deixou. Não. Não. Não.
Eu me recuso a perde-la.
Eu sou um maldito por tê-la machucado de tal forma, para que ela não queira mais voltar pra mim.
Olhei para o envelope com a solicitação do exame de DNA.
– Maldito seja! – esbravejei entre minhas lágrimas.
Afundei em minha cama.
Fechei os olhos deixando a dor me levar.
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Outubro
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Novembro
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Dezembro...
Estávamos próximos ao natal. A neve caía lá fora. Há quanto tempo eu não saía de casa? Acho que há três semanas.
Não que ultimamente eu tenha saído muito. Saí apenas para ir ao banco conversar com meu gerente, e ir na construtora pedir minha demissão formalmente e recolher minhas coisas.
Tânia me ligou por diversas vezes, todas eu mandava Siobhan atender e dizer que eu não voltaria a fazer fisioterapia. Que era pra ela não me ligar mais.
Algumas vezes ela chegou a vir em minha residência, mas não foi autorizada a entrar.
Acho que com o tempo ela desistiu.
Emmett veio algumas vezes me ver. Ele sempre me falava sobre Bella.
Falava como a barriga dela estava crescendo, e como minha mãe e meu pai acompanhavam a gravidez dela e a quantidade de roupas para bebês que Rosalie e minha mãe compravam.
Todos acreditavam que esse bebê era meu.
Só eu fui idiota suficiente para duvidar.
Bella era uma mulher de caráter. Meu sofrimento era prova disso.
Só com esse tempo isolado dentro de casa eu pude perceber que, se Bella realmente tivesse me traído para engravidar, ela não me deixaria quando eu afirmei saber. Ela não me deixaria quando eu pedi, aliás, implorei pra ela ficar.
Cheguei ao ponto de dizer que acreditava que a criança era minha, mas ela sabia que eu não estava falando a total verdade. E mesmo assim, me provando mais uma vez seu caráter, ela me deixou.
Os sonhos com Mary Hope se tornaram diários. Era o sopro de vida que eu tinha. O único.
Bella não me ligou mais.
Um mês após ela sair pela última vez pela porta do nosso quarto, chegou uma carta de divórcio, que eu prontamente rasguei com ódio.
Todo mês eu mandava uma boa quantia para a conta de Bella. Se ela usava ou não, eu não sabia. Mas eu queria tudo do melhor pra ela e pro nosso bebê.
Sim, nosso bebê.
Meu coração sabe que essa criança é fruto do nosso amor. Hoje, e apenas hoje, meu coração sabe. Minha cabeça, meu lado racional, ainda reluta com a ideia. Mas eu sei que cometi o maior erro da minha vida, ao pensar que Bella havia me traído e engravidado de outro.
A mulher que sempre viu em mim, mais do que qualquer outra pessoa poderia ver. A mulher, que desfalecia de paixão em meus braços. A mulher que jurou dentro de uma igreja, diante de convidados e de Deus, me amar todos os dias de sua vida, não poderia ter me traído. Nunca.
Bella sempre me amou. E eu sempre soube disso.
A omissão da presença de Riley era compreensível. Ela queria evitar uma cena de ciúmes. A mensagem, na verdade, não dizia nada sobre eles terem um caso. Riley foi invasivo e meloso demais para o meu gosto, mas nada que pudesse ter me dado a certeza de uma traição.
O que mais dói, é que eu tive que perder tudo, passar meses sozinho em meu quarto, isolado do mundo, para perceber o que sempre esteve em minha cara.
E agora, eu não sei o que faço pra reconquistar minha mulher, e juntos criarmos nosso bebê.
Tenho que pensar em alguma forma de ter minha vida de volta.
Só espero não ser tarde demais.

Notas finais do capítulo

E então, gostaram? A Bella nao está sendo radical, ela tem orgulho proprio, e quem é mãe, entende o que ela quis dizer nesse capitulo...
Bem, me parece que nosso Edward, depois de ficar um tempo isolado, começou a pensar claramente e viu a burrada que fez... tinha a melhor mulher do mundo em suas maos e a perdeu por culpa dele mesmo...
Os próximo capitulos vao explicar melhor sobre a aproximação de Bella com a familia dele. Afinal, eles estão apoiando Bella. Edward se isolou deles. Decepcionou seu pai na empresa... só Emmett ainda tem contato com ele, e olhe lá...
Bem, nao vou dar muito spoiler... vejo vcs 

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