FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 45

Gente, eu ia botar mais comédia nesse cap, aliás eu tinha colocado, mas eu achei que ficou massante, então tirei muita coisa, e acrescentei outras...
espero que vocês entendam o último diálogo.
E em relação ao nome do bebê, ainda não será nesse cap que eles vao conversar sobre isso...
Oh que fofo, nesse cap ele relembra a primeira vez deles...
let's goooo


Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez



O inverno estava atipicamente brando. Não fazia realmente frio. Minha mãe já falava sobre a ceia de natal, que seria na próxima quarta.
Estava tudo pronto à mesa. O medalhão de mignon ao molho madeira estava muito convidativo, mas Bella ainda não havia chegado.
– E então, Edward, em relação à fisioterapia, você vai voltar? – meu pai, que estava sentado no sofá, tomando uma dose do seu uísque, me perguntou.
– Vou sim, pai. Eu realmente sinto falta dos exercícios. Não foi nada legal ter abandonado tudo, sem dar explicações, e nem atender às ligações da clínica. – comentei de forma natural, mas logo percebi seu semblante mudar. Eu também havia abandonado a empresa. – Olha pai, sobre a empresa, me desculpe. Eu realmente estou envergonhado do que eu fiz. O senhor depositou uma enorme responsabilidade em minhas mãos, e eu agi como um moleque mimado. – pedi sinceramente.
– E não é isso que você era? – ele perguntou retoricamente, olhando um ponto fixo em seu copo.
– Na verdade, eu era isso mesmo. Um moleque mimado e com complexo de inferioridade. – ele me olhou e arqueou uma sobrancelha.
– Agora não é mais? – neguei. – O que mudou?
– Não sei ao certo, mas o fato de saber que eu fiz as pessoas que eu amo sofrerem, mexeu comigo de alguma forma. – pensei um pouco. – Acho que, pela primeira vez, eu não me vi como vítima. Eu fui o culpado do sofrimento de vocês. Eu expulsei meus pais da minha casa e da minha vida, eu ofendi e acusei minha esposa e eu deixei meu irmão me ver afundar, sem deixa-lo me ajudar. – suspirei. – Minhas atitudes têm consequências. Isso ficou bem claro pra mim. – ele sorriu.
– Como pai, eu sempre vou te perdoar. Você vai entender quando a sua pequena nascer. – seu sorriso morreu. – Mas como empresário, eu não te contrato nunca mais. – disse sério, mas logo gargalhamos.
– Tudo bem, eu não teria a cara de pau de lhe pedir emprego novamente. Ainda bem que eu sou sócio também, ou eu teria um sério problema financeiro. Talvez eu esteja com o currículo sujo. – comentei de forma natural.
– É, talvez esteja.
Continuamos conversando um pouco mais, e logo o interfone tocou. Era o porteiro avisando que o táxi que Bella estava, acabara de entrar na propriedade.
Fiquei nervoso.
E se ela achasse que eu armei esse almoço só pra me aproximar?
Empurrei minha cadeira pra sala, e fiquei à espera de sua chegada, junto com Emmett e meu pai. Minha mãe foi logo correndo para a varanda, pra recebe-la.
Quando a vi passando pela porta, linda em um vestido azul e um casaco cinza, que logo minha mãe fez questão de tirar dela, já que dentro de casa o aquecedor estava ligado, eu ofeguei. Sua barriga se fez mais vistosa, e involuntariamente, um sorriso brotou em meus lábios.
As mulheres da minha vida estavam ali.
Ela sorriu para todos.
Emmett lhe deu um abraço meio de lado e acariciou sua barriga. Uma pontada de ciúme me atingiu.
Meu pai lhe deu um abraço e um beijo na testa. Um ato muito respeitoso e paternal.
Bem, a minha mãe continuava pendurada em Bella. Alisando sua barriga o tempo todo.
E então, ela me olhou.
Será que seu sorriso morreria? Será que ela daria meia-volta e iria embora? Será que ela brigaria comigo por achar que eu armei essa situação?
Minha mãe se afastou um pouco, e ela caminhou lentamente até mim.
Tão linda. E porra, tão sexy. Seus seios cada vez maiores e mais convidativos. Tentei me concentrar em olhar para seu rosto. Eu estava a muito tempo sem tê-la, e o desejo me massacrava.
– Oi Edward. – ela sorriu lindamente pra mim.
Me peguei sorrindo como um bobo. Todo derretido.
– Oi am... quer dizer, Bella. Tudo bem? Espero que não se importe de almoçar comigo. Pelo visto, minha mãe não mencionou minha presença. – comentei um pouco envergonhado pela atitudecupido-cara-de-pau da minha mãe.
– A casa é dos seus pais, Edward. E eu não tenho porque me importar, sua presença é sempre boa. É bom pra ela, ter você por perto. – acariciou a barriga. Instintivamente, minha mão pousou lá.
– E como minha princesinha está? – acariciei, deliciado, a barriga de Bella. Nossa filhinha estava lá. O fruto do nosso amor estava crescendo ali.
– Pra falar a verdade, ela está bem levada. Me chutou a noite inteira. – sorrimos um para o outro. Mas logo fomos tirados de nossa bolha pelo meu querido irmão.
– E então Bellinha, veio pegar um rango com a gente hoje, heim. – ele a abraçou de lado e piscou. Lhe enviei um olhar mortal, e ele fingiu não perceber.
– Pois é. Na verdade, eu liguei pra cancelar com Esme as nossas compras de natal, mas nem pude falar, ela logo me convidou pra almoçar aqui. – Bella disse um pouco sem graça.
– Bella, por que você iria cancelar as nossas compras de natal? – minha mãe chegou perto de nós e perguntou um pouco ofendida.
Pronto, nossa bolha definitivamente havia sido estourada.
Obrigada Pinky, essa vai ter volta.
– Meus pais ligaram e pediram pra eu ir antes, pra passar um pouco mais de tempo com eles, fazer as compras de natal com eles, e então, eu vou na segunda pela manhã. – espera! Bella vai viajar? Por que eu só estou sabendo disso agora? E ela vai pra casa dos pais? Meu Deus, os pais de Bella. O que eles devem estar pensando de mim?
– Poxa, é uma pena. Mas se é pra ficar com seus pais, eu entendo. Mas faço questão que o ano novo você passe conosco. – minha mãe disse e logo fez sua carinha de por-favor, e Bella concordou. – Então vamos todos para a mesa, porque eu já vou mandar servir o almoço.
Todos foram pra sala de jantar, mas antes que Bella saísse de perto de mim, eu segurei em seu braço.
– Bella... Seus pais... Eles sabem... Que... – eu estava me enrolando pra falar.
– Se eles sabem que nós estamos separados? – ela perguntou em tom amigável.
– Nós não estamos separados. – eu disse de forma decidida.
Bella suspirou.
– Estamos como então, Edward? – perguntou em tom cansado.
– Eu te ofendi e acusei, estou arrependido e vou fazer de tudo pra ter você e nossa filha emnossa casa. Estamos assim. – olhei em seus olhos.
– Estamos separados. – desviei o olhar. Nós não estávamos separados. Nunca. – E sobre meus pais. Não, eles não sabem que nos separamos. Eu não queria que eles pensassem que você me abandonou grávida. – ela começou a estalar os dedos. Sinal de nervosismo.
– E na verdade, foi isso que eu fiz, não é mesmo? – ela mordeu o lábio e abaixou a cabeça. Droga, foi exatamente isso que eu fiz. – E o que você vai falar pra eles no natal?
– Eu vou dizer que nós decidimos cada um passar com seus pais, já que tecnicamente esse seria o último natal em que ainda não teríamos nossa própria família. – ela deu de ombros.
– Você não vai contar pra eles?
– Ainda não. Não enquanto eu estiver grávida, ou a bebê for muito pequena. – ela ainda não me olhava, estava nervosa com o assunto.
Mas algo dentro de mim iluminou-se. Ela também não tinha coragem de admitir a todos que não estávamos juntos. Ela não queria separar.
Quando ela ia caminhar pra outra sala, segurei em seu braço novamente.
– Bella. – ela me olhou. – no próximo natal, a ceia vai ser em nossa casa. Com a nossa pequena família. – ela ia dizer alguma coisa, mas eu a cortei. – Agora, vamos comer, porque o cheiro está ótimo. – ela sorriu e eu a segui para a sala de jantar.
O almoço foi bem agravável. Todos sorrimos muito das piadas do meu pai e as palhaçadas de Emmett.
Estávamos comendo a sobremesa, e minha mãe decidiu mudar o assunto, que até então, era o clima atípico.
– E então Bella, como está sendo pra você, trabalhar na sex shop justamente na gravidez? Você sabe, as grávidas ficam mais... mais... – ela fazia gestos. Meu pai e Emm olhavam boquiabertos para minha mãe. Ela sempre foi quem proibia esses assuntos à mesa.
– Mãe... – eu gemi. Grande forma de tentar dar uma de cupido. Ela piscou pra mim.
– Bem... eu vejo tudo por um lado... ér... profissional. – Bella estava desconcertada. – E a gravidez tem me consumido tanto, que eu nem penso em muita coisa. – Bella estava sentada ao meu lado, e eu pude ver, que por baixo da mesa, ela estalava os dedos da mão esquerda. Estava nervosa.
– Bem, eu digo porque nas minhas duas gravidez, eu fiz Carlisle sofrer. – ela piscou. Meu pai sorriu como um bobo.
– Um sofrimento maravilhoso. – ele falou sonhador. Como se estivesse se lembrando da época.
– Ew, vocês dois podem parar? Por favor, isso é nojento. – Emm disse.
– Concordo plenamente. – me manifestei.
– Ok, vamos mudar de assunto. – minha mãe deu outra garfada em sua torta de maçã. – Bella, seus seios estão lindos. Fartos e redondos. – Grande mudança! Meus olhos foram atraídos pra lá como um imã. Eu já havia reparado nisso. Ficaram mais lindos ainda. Cheios, redondinhos e tão apetitosos. Eu queria tocar, lamber e chupar. Não escutei mais nada da conversa deles. Eu só tinha olhos pros seios dela. Eles pareciam estar chegando cada vez mais perto de mim. Como eu sentia falta deles. Como eu sentia falta de ter o corpo de Bella em meus braços. Sentia falta de afundar meu rosto ali e me deliciar com seu sabor.
– Edward... – escutei algo ao longe. Parecia alguém me chamando. – Edward. – dessa vez foi mais alto. – Edward. – fui chacoalhado pelo ombro.
– Hum? – perguntei um pouco desnorteado. Todos me olhavam.
– Você estava quase em cima de mim. – Bella disse. Um sorrisinho brotando no canto dos seus lábios.
Céus, eu estava com o rosto quase dentro do seu decote. Como eu fui me distrair tanto assim?
Olhei ao redor na mesa, e meus pais e Emmett sorriam.
Envergonhado, voltei a comer minha torta, e evitei os olhares de todos.
Após o almoço, Bella e minha mãe se sentaram no sofá, e iniciaram uma conversa sobre coisas de grávida que eu não conseguia entender nada.
Meu pai foi para o escritório ler, e eu fui para meu antigo quarto.
Eu não queria ficar me impondo a Bella. Ela veio pra conversar com a minha mãe, e eu dei esse espaço a ela vindo para o quarto.
Emmett entrou e sentou na cama. Eu estava mexendo no meu antigo computador.
– Cérebro, o que deu em você pra tentar enfiar a cara dentro do decote da Bella? – tão sutil o meu irmão.
– Sei lá cara. Na hora que a mãe falou sobre isso, eu olhei e fiquei meio hipnotizado. – ele riu. – Não ria. Eu estou desde setembro sem fazer nada, e ver a Bella ali, tão pertinho, e porra, eles estão tão grandes e redondos e bonitos e convidativos e... Cara, eu  ficando louco.
– Estou vendo. – ele se levantou e caminhou até onde eu estava. Se abaixou para ficarmos no mesmo nível. – E naquele dia da consulta, não rolou nada não?
– Rolou um beijo antes dela descer do carro, e na hora que ia esquentar um pouco, nos demos conta que Eric estava dentro do carro. – fiz uma careta ao lembrar.
– Cara, nem tudo está perdido então. Se ela te beijou naquele dia, e hoje não foi hostil nem nada, é porque vocês ainda tem chance. – ele disse de forma animada.
– Nós nos amamos, Emm. Claro que temos chance. E nos desejamos muito. Mas ela ainda está quebrada. E não é de um dia pro outro que eu vou conseguir consertar tudo. – ele assentiu.
Ficamos algum tempo conversando sobre futebol, e logo ele saiu.
Empurrei minha cadeira para o lado da cama, me apoiei nas barras e consegui deitar.
Liguei a tv e fiquei zapeando os canais. Não achei nada de bom e resolvi desligar.
Fiquei apenas deitado, olhando para o teto e pensando na vida.
Bella.
Como eu sentia falta dela ao meu lado.
E se ela não voltasse nunca pra mim? E se ela decidisse que seria melhor apenas criarmos a nossa filha de forma amigável, mas não como marido e mulher?
Tirei esses pensamentos da minha cabeça.
Nunca!
Bella seria minha novamente. Nós viveríamos juntos. Em nossa casa. Dormiríamos juntos toda noite em nossa cama. Eu a teria nos braços pra sempre. Sempre.
Como eu queria ter Bella em meus braços nesse momento.
Pensamentos de Bella saindo do banheiro enrolada em uma toalha, sentando ao meu lado e dizendo que me amava, invadiram minha cabeça.
Foi aqui, nessa cama, a nossa primeira vez.
[...]
Sua respiração estava acelerada, e ela aparentava estar se segurando pra não chorar. E eu já não conseguia mais controlar as lágrimas que escapavam de meus olhos.
– Nós somos a tábua de salvação um do outro. Antes de você, eu não sabia o que era ser cuidada, eu não sabia o que era sentir prazer com um homem. Nunca tive alguém que se preocupasse em saber como foi meu dia, alguém preocupado em me agradar, sem segundas intenções, só pelo prazer de me ver sorrir. – A primeira lágrima desceu pelo rosto de Bella. – E eu encontrei em você o que eu quero pra vida toda. E eu pouco me importo se você é paraplégico. Eu quero você na minha vida, Edward. Pra sempre. E se você me quiser, nada mais me importa. – ela limpou as lágrimas de meu rosto, e me brindou com um sorriso carinhoso. – O que eu estou querendo dizer é que não existe no mundo outro cara que vá conseguir me fazer feliz. É você, tem que ser você. Eu te amo Edward Cullen.
[...]
Fechei os olhos ao me lembrar daquele dia mágico.
[...]
Minha respiração se acelerou mais ainda, e a emoção me dominou.
Chorei!
Chorei pela linda declaração que Bella fez pra mim. Chorei pela sensação de amar e ser amado. E chorei por saber que ela me queria pra sempre. Eu não terminaria sozinho. Eu teria alguém ao meu lado.
– Você me... você me... – a emoção não me deixava completar a frase.
– Eu te amo, Edward. Amo tanto. – me beijou com paixão.
Sua língua invadiu minha boca, e na hora tremi pelo contato.
Meu coração saltitava em meu peito.
– Eu também te amo, minha princesa. Te amo tanto Bella. – disse com a boca ainda encostada a sua.
– Me ama mesmo? – ela parecia incrédula.
– Como não amar? Bella, você é meu ar. Só posso viver se tiver você. – ela se atirou em meus braços, e ficamos abraçados, só curtindo nosso sentimento, nosso amor.
Algo mudou. Saber que sou amado, parece que destrancou os cadeados de muitos portões dentro de mim.
[...]
Um sorriso brotou em meus lábios.
[...]
Bella começou a deslizar uma mão por meu abdômen, e leves arrepios perpassaram por mim. Ela passou a distribuir beijos em meu pescoço, e subiu pra minha orelha. Ela chupou e mordeu meu lóbulo e soltou um suspiro. Meu corpo tremeu como se eu tivesse levado um choque naqueles cabos de energia de 13,8 kvolts. Eu teria morrido se realmente tomasse um choque de uma tensão dessas, mas o choque equivalente a essa tensão que Bella me provocou, me fez sentir mais vivo do que nunca.
Desfiz bruscamente o nó da toalha de Bella, e a puxei para meu colo. Ela passou uma perna de cada lado do meu corpo, e continuou a morder e chupar meu pescoço.
Levei uma mão ao seio de Bella, e a outra desci por seu quadril, e acariciei suas nádegas e coxas.
– Bella... – gemi seu nome. Eu me sentia queimar só de tocar seu corpo.
[...]
Levei uma mão até meu membro e o acariciei. Eu sentia o toque bem de leve. Parar com as sessões de fisioterapia não foi uma boa ideia, mas eu ainda tinha a sensibilidade recém adquirida.
[...]
– Edward, eu não sei se posso pedir isso. Mas... mas eu quero fazer amor com você. – parei minhas carícias na hora.
[...]
Apertei meu membro, e um gemido baixo escapou por meus lábios.
[...]
Num gesto possessivo, enrolei seus cabelos em minha mão e guiei sua cabeça para perto do meu membro novamente. E só então percebi como ele estava diferente.
Estava parcialmente duro.
Bella deu um sorriso de satisfação, e o cobriu com sua boca.
Eu gemi alto só de ver a cena. Bella me chupando.
Eu sentia muito pouco. Mas fiz o que ela me pediu. Imaginei como devia ser sentir ela me levar em sua boca.
Sua boca é quentinha, e deveria estar sugando desesperadamente meu membro. Só de pensar isso, eu já sentia o fogo lambendo meu corpo.
[...]
Não resisti, e abri minha calça. Enfiei minha mão por dentro da minha boxer, e voltei a me acariciar. Mais intenso o toque, agora.
[...]
Olhei fixamente para o ponto onde nós nos uniríamos, e Bella desceu seu corpo me fazendo penetrá-la.
Era o céu.
Eu sentia. Não sei se era uma ilusão da minha cabeça. Mas eu sentia. Pouquíssimo ainda, mas sentia. E meu coração se encheu de amor por essa mulher que estava me fazendo viver novamente. Aprendendo junto comigo a ultrapassar meus limites.
Segurei bem forte na cintura de Bella, a empurrei um pouco pra cima, sem deixar meu membro sair de dentro dela, e a trouxe de novo de encontro a minha pélvis.
[...]
– Bella... – chamei seu nome, involuntariamente. Tão bom lembrar da nossa primeira vez. A minha primeira vez também.
[...]
Bella gemeu alto.
– Porra Edward. É muito grande. – falar que eu me senti “o cara” foi pouco. Repeti esse movimento mais rapidamente, e aplicando mais força em meus braços pra conduzi-la.
– Tá gostando, amor? – já sentia os músculos dos meus braços arderem, mas se Bella estivesse gostando, que se fodessem os meus músculos, eu a faria sentir prazer.
– Tá muito gostoso. – ela sussurrou. E logo deu um grito de prazer. – Porra Edward, tá muito bom. – enquanto ainda olhava onde nossos corpos se uniam, pude ver de relance Bella levar a mão ao seu seio esquerdo, e acaricia-lo. Surtei.
[...]
Meus movimentos já estavam mais frenéticos. Me tocar não me dava nem 10% do prazer que me aprofundar no corpo de Bella me dava. Mas me tocar, lembrando de nós dois, era uma forma mais prazerosa de me auto-satisfazer.
[...]
– Ai amoooor... isso.... você é incrível, é o melhor. – Bella falando assim, me faria gozar a qualquer momento.
Levei uma mão ao seu outro seio, o que ela não estava massageando, e apertei bem forte. Meu tesão já estava transbordando.
– Ai.. Ed.. eu... eu vou... eu vou gozar. – Bella declarou já aos gritos.
– Eu também... vem pra mim, Bella. Vem comigo, amor. – E no momento em que olhei para o rosto de Bella. Ver sua expressão de prazer, me fez gozar na hora.
Foi incrível.
[...]
Aumentei a velocidade da minha carícia. Eu sentia que estava vindo já.
– Hum... Bella... – gemi o nome da mulher da minha vida.
– Edward? – escutei a porta se abrindo e meu nome sendo chamado.
Abri os olhos rapidamente e me deparei com os profundos olhos marrons me encarando espantados.
Ficamos nos olhando por uns instantes. Em silêncio. Aos poucos, senti meu rosto esquentar com o rubor. Céus, eu fui pego me masturbando pela minha esposa, que no momento não está morando comigo. O quanto isso poderia ser constrangedor?
– Me-me desculpe... Eu... Eu não devia... Eu só... – ela gaguejava, enquanto olhava pra minha pélvis.
Olhei pra baixo. E porra, minha mão ainda estava segurando meu pau que estava dando olá a Bella.
Rapidamente puxei minha cueca para cobri-lo, e fechei a calça. Merda, minha calça parecia uma barraca armada. Eu estava duro, ao ponto de gozar, e ter Bella com seus seios maravilhosos em meu quarto, não ajudariam a abaixá-lo.
– Bella, eu... – fechei os olhos e suspirei. Que situação! Abri novamente os olhos e a fitei sério. – Me desculpe por isso.
– Não, tudo bem. É que sua mãe pediu pra eu te chamar. Ela quer escolher a decoração do quarto da bebê que ela quer montar aqui e... Edward, você gemeu meu nome enquanto se tocava? – ah mãe, que hora você quis dar uma de cupido, heim.
– É... sim? – saiu mais como uma pergunta do que como uma afirmação.
Ela entrou totalmente no quarto, e fechou a porta.
Céus, desse jeito vou continuar duro pra sempre. Vendo seu corpo contornado pelo vestido azul. Sua barriga proeminente, mostrando pro mundo que ela estava carregando a minha filha em seu ventre, e porra, seus seios. Seus maravilhosos e apetitosos seios.
Ela caminhou até a minha cama, e se sentou na beirada.
– Bella, me desculpe. Você pode achar que isso foi uma falta de respeito, mas é que te ver tão linda assim perto de mim e não poder te tocar... E tem esses seus seios que ficam me chamando toda hora... – respirei fundo. – Me desculpe pelo constrangimento. – pedi sincero. Bella riu.
– Tudo bem, Edward. – deu dois tapinhas no meu ombro. – Nós já fomos casados... – a interrompi.
– Nós somos casados. – afirmei.
– Tudo bem. Nós somos casados e já passamos por inúmeras situações íntimas. Não tem nada aí que eu nunca tenha visto. – indicou minha região pélvica. Sorrimos um para o outro. – E eu também sinto falta. Sou humana e grávida, o que piora tudo. – deu de ombros.
– Você sente falta de mim, Bella? Quer dizer, como homem? – perguntei esperançoso.
– É claro que sinto, Edward. – ela olhou em meus olhos. – Com você eu conheci o amor e o prazer. Eu te desejo, te amo e anseio por seus toques. Nada mudou. – levei uma mão em sua coxa, afastando um pouco o tecido do vestido, e me dando uma visão privilegiada.
– Eu só tive você em meus braços, e isso não vai mudar. Eu quero você, eu desejo você, eu amo você. E eu morro de saudades de tocar seu corpo, de te possuir, de te fazer minha. – disse ainda olhando em seus olhos, e subindo minha mão por sua coxa macia.
– Edward, eu confesso que fico feliz em saber que você ainda me deseja e ama. Só a mim. – me olhou com pesar. – Mas eu não posso exigir isso. Por mais que me doa admitir, eu tenho que te deixar livre pra conhecer outra pessoa. Nós nos quebramos, e eu não sei se ainda tem conserto. – meu pau murchou na hora.
Como assim livre pra “outra pessoa”? Como assim “quebrados”? Como assim não ter mais conserto?
– Bella, não diz isso, por favor. Nós temos conserto. Eu não quero outra pessoa, e eu sei que você não quer outra pessoa também. – pedi aflito.
– Agora você sabe? – seu tom era cortante. Mágoa e raiva misturadas.
Suspirei.
– É disso que você está falando, não é mesmo? – ela assentiu.
– Eu posso muito bem voltar pra casa, mas eu sempre vou lembrar do que aconteceu. Sempre vou viver com medo de você enfiar algo na cabeça e deduzir as coisas por si só. Sem diálogo algum. E eu sei que em qualquer briga que tivermos isso vai voltar e vou mencionar essa situação em algum ponto. – ela disse triste.
– Bella, eu não me importo. Você pode jogar isso na minha cara pra sempre se você quiser. Contanto que você volte pra nossa casa. – ela negava com a cabeça.
– Não pode ser assim, Edward. – gemi em frustração. – Não pode ter fissuras, não pode haver mágoa. Eu ainda te amo como louca, mas eu ainda estou magoada também. E eu não posso te dar previsão de quando e se isso vai passar. – ela acariciou meu rosto. – Eu te amo, eu sinto falta de você, mas eu não vou fazer isso com a gente.
Segurei sua mão que me acariciava e trouxe aos meus lábios, depositando um beijo respeitoso ali.
– Você é a mulher mais incrível do mundo. – ela sorriu com timidez. – Eu te dei meu coração e é com você que ele vai ficar. Pra sempre. E eu vou te esperar. Pode levar o tempo que for, mas eu vou esperar você. Por que só você vale a pena, só você me interessa.
Lentamente ela desceu seu rosto pra perto do meu.
Nossas testas se encostaram, senti sua respiração em meu rosto, seu cheiro maravilhoso me invadindo.
Encostei meus lábios nos seus. Tanto amor naquele simples gesto. Senti seu gosto. Quando minha língua ia se atrever a invadir sua boca, Bella se afastou.
Ficamos nos fitando intensamente.
– Amigos... – Bella disse apenas.
– Amigos com benefícios? – pisquei.
– Não, Edward. Apenas amigos. – ela ria enquanto me dava um tapinha no braço.
– Por enquanto. – eu disse.
– É... Por enquanto. – ela me deu um beijo na testa e se levantou.
Ela caminhou até a porta e antes de sair me olhou de forma sapeca.
– Pode continuar o que eu interrompi. Eu digo pra sua mãe que você estava dormindo. – piscou e saiu.
– Bella! – gritei em meio a uma risada.
Nós poderíamos ser amigos agora, mas ela voltaria a ser minha mulher logo. Eu ainda era dono do seu coração, eu só precisava tirar essa mágoa de dentro dela.

Como amigos, tudo começou. E como amigos, tudo vai recomeçar.


proximo cap é o final desse dia do almoço, e talvez eu já poste algo sobre o natal... to tendo umas ideias aqui...
e essa Esme heim? Cupido cara de pau? Oi? rrsrsrsrs




PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

2 comments :

  1. Eu nao aguento mais eles brigadoooos!! Ugh eles tem que se acertar logo hahah

    ReplyDelete
  2. Quando que sai o proximo capitulo de " Coração Indomável" ??

    ReplyDelete