FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 50

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez





Meia hora depois, Bella chegou com Eric, Alice e Jasper.
A baixinha ainda me olhava torto, e talvez tenha me direcionado um olhar um pouco mais assassino quando Bella cumprimentou a todos rapidamente, e veio depressa se sentar em meu colo e beijar meus lábios com paixão.
Automaticamente, minhas mãos circularam seu corpo, tendo o cuidado de tocar apenas de leve em sua barriga.
Sua língua acariciou a minha com lasciva. Por um minuto, esqueci-me de onde estávamos.
Só nos separamos quando meu pai tossiu um pouco alto para chamar nossa atenção.
– Desculpe. – eu disse a todos. Mas eles, na verdade, não estavam bravos, bem, talvez Alice estivesse. Eles estavam se divertindo com a situação, e eu podia ver a alegria nos olhos deles em nos ver juntos novamente.
Bella estava com o rosto vermelho de vergonha.
– Meu Deus, não consigo me controlar quando estou com saudade de você. – ela sussurrou ao pé do meu ouvido e um arrepio atravessou meu corpo imediatamente.
– Eu gosto muito quando você não se controla. – ela sorriu, me deu um casto beijo nos lábios e se levantou, indo pra onde estava Alice e Jasper.
Aos poucos, a agradável noite foi se passando. Eu, Jasper, Emmett e Eric conversávamos sobre futebol animadamente.
Desviei meu olhar e pude ver Bella, Alice, Rose e a esposa de Eric. Droga, eu sempre me esqueço do seu nome. Elas conversavam animadamente. E pelo visto, o alvo era a minha princesinha. Elas sorriam e tocavam a barriga de Bella de cinco em cinco segundos. Alternando entre “own, que lindo!” e “oh meu Deus!”.
Sorri sozinho. Mulheres! São complicadas, mas quem vive sem elas?
Alice saiu de perto delas um instante, me parece que para ir ao banheiro, e essa foi minha deixa.
Dei uma desculpa de que ia ao meu quarto e a segui. Ela entrou no banheiro social que ficava no corredor, e quando saiu, se assustou ao me ver parado à porta.
– Merda, Edward. Você me deu um susto. – me olhou espantada.
– Me desculpe, Alice. Não foi intenção minha te assustar. Eu só gostaria de ter uma conversa rápida com você, pode ser? – ela me olhou desconfiada, mas assentiu.
Empurrei minha cadeira até o escritório do meu pai e Alice me seguiu.
Entramos e ela se acomodou num pequeno sofá e me olhou interrogativamente.
Respirei fundo.
– Você não gosta de mim. – afirmei.
– Não gosto mais. – ela confirmou.
– Você sabe que eu me arrependi do que fiz, e mudei realmente, não é mesmo? – ela arqueou uma sobrancelha em claro sinal de desconfiança. Suspirei frustrado. – Alice, você é a melhor amiga da mulher que eu amo. Da minha esposa. Eu não quero que fique um clima ruim entre nós. Quero que você frequente minha casa, que sempre se sinta bem lá. Porque lá é também a casa da sua melhor amiga. – ela me interrompeu.
– Bella não mora lá. – fez bico como uma criança de 7 anos. Eu segurei a vontade de rir.
– Eu sei que não mora ainda, Alice. – frisei o “ainda” – Mas nós estamos recomeçando, nos acertando. E nós vamos voltar a morar juntos em breve. Nós nos amamos muito, Alice. Você sabe. – ela abaixou a cabeça um pouco constrangida.
– Eu só não quero ver minha amiga no fundo do poço pela terceira vez. – murmurou triste. Meu coração se apertou ao ouvir isso. Eu fui o causador da segunda vez que Bella foi ao fundo do poço. Eu podia entender Alice. – Quando eu a conheci, ela parecia um bichinho acuado de tão amedrontada e perdida que ela estava. Ela estava muito triste por ter perdido o filho de uma forma tão violenta. Mas ela ainda era jovem, e sabia que não teria condições de criar decentemente a criança. Ela não amava James. Então foi mais fácil pra ela aceitar e superar. – ela me olhou nos olhos. – Não estou dizendo que ela não sofreu. Aliás, ela sofreu e muito. Mas na segunda vez, Edward. – Alice tomou fôlego, como se estivesse se contendo pra não chorar. – A segunda vez acabou com ela. Ela tinha encontrado o homem da vida dela, teve um casamento de princesa, estava tendo a oportunidade de estudar, havia feito as pazes com os pais. A vida dela estava maravilhosa, e um filho só coroaria isso tudo. Ela estava radiante de tão feliz e apaixonada. – ela balançou a cabeça de forma desolada. – Mas aí você fala que o filho não era seu. – meu coração doeu nessa hora.
– Alice, eu fui um idiota em ter falado aquilo. Nada no mundo explica eu ter agido daquela forma. Bella escondeu a presença de Riley naquela noite, mas isso não justifica, eu sei. Eu tenho muita vergonha do que fiz. – eu disse de cabeça baixa.
– Você diz isso agora. Mas na época... – ela respirou fundo. – Eu vi a minha amiga sem brilho nos olhos. Eu escutava seus gritos e choro todas as noites. – ela limpou uma lágrima que caiu e seus olhos. – Ela pensa que eu não via... – Alice sorriu sem humor algum. – Ela alisava a barriga e conversava com o bebê. Dizia pro bebê que o papai era um príncipe e que um dia ia voltar pra lhes buscar. – ofeguei com a dor que assolou meu coração.
– Ela fazia isso? – sussurrei.
– Sim, Edward. Ela queria parecer bem pra todo mundo. Ela realmente tentava ser forte por causa da criança, mas eu vi a minha amiga na sua pior fase. Eu vi seu sofrimento. – ela respirou fundo. – Minha amiga estava sofrendo por estar longe do homem que amava, estava sofrendo por seu bebê ter sido renegado pelo pai, estava sofrendo pela humilhação e principalmente, estava sofrendo pela sua vida perfeita ter se desmoronado em pouquíssimo tempo.
Apoiei meus cotovelos em meus joelhos, e abaixei minha cabeça, apoiando-a em minhas mãos.
Céus! Eu sempre pensei que eu havia sofrido mais. Pensei que Bella estava sofrendo, porém ela era mais forte.
Eu não tinha ideia do que se passou com ela nesse tempo todo, além de saber da gravidez, que ela havia me contado tudo nos últimos dias.
– Eu entendo que você desconfie de mim e que não seja a favor da minha reconciliação com a Bella. – Alice balançou a cabeça negando.
– Não sou contra a reconciliação de vocês. Muito pelo contrário, fico feliz por ver novamente alegria e vida nos olhos da minha melhor amiga. – ela desviou o olhar. – eu só tenho medo de você ter alguma dessas suas crises de insegurança, e mandar minha amiga ao fundo do poço novamente. Ela não vai aguentar.
Alice era uma boa amiga. Leal e companheira.
Empurrei minha cadeira e cheguei mais perto de Alice, podendo pegar em suas mãos.
– Eu lhe prometo que nunca mais vou ter crises de insegurança e machucar Bella. Eu prometi isso pra mim mesmo. – olhei diretamente em seus olhos. – Eu realmente amadureci. Hoje eu vejo as coisas com clareza. Não posso te prometer que não vou ter ciúmes, porque na verdade eu sou um louco, ciumento e possessivo quando se trata da minha esposa. – nós rimos. – Mas eu te prometo que vou fazer o máximo de mim pra trazer novamente a vida perfeita que Bella aproveitou tão pouco. – Alice sorriu e acenou com a cabeça de forma positiva.
Escutamos alguém fungando atrás de nós e nos viramos para a porta.
– Ai gente, eu tô grávida e vocês ficam falando essas coisas. – ela sorria e chorava ao mesmo tempo.
Empurrei minha cadeira até ela e lhe dei um beijo em sua barriga.
– Estava aí há muito tempo, meu amor? – ela negou.
– Cheguei na parte que Alice disse que não é contra nossa reconciliação. E é claro que ela não é, não é mesmo amiga? – elas sorriram. Bella olhou-me novamente e estreitou os olhos. – Por quê? O que vocês estavam falando antes? Alice, você não contou pra ele que eu como chocolate escondido de madrugada, contou? – Alice e eu gargalhamos.
– Amor, ela não tinha me falado isso não. Você acabou se entregando. – ela fechou a cara e suas bochechas ficaram vermelhinhas. Tão linda e desejável! – E que história é essa de chocolate escondido de madrugada, heim? Acho que a doutora Susan vai adorar saber disso. – brinquei.
– Fofoqueiro. – ela fez uma careta e se afastou.
Alice e eu a seguimos até a sala novamente.
– 10... 9... 8... 7... 6... – estávamos todos em frente a grande janela de vidro que nos dava uma excelente visão do jardim. Fazíamos a contagem regressiva todos juntos, ansiosos para a queima de fogos que tradicionalmente meu pai realiza todos os anos. – 5... 4... 3... 2...1... – Feliz ano novo! – todos gritamos e abraçamos uns aos outros desejando tudo de bom para o ano que estava chegando.
Bella sentou-se em meu colo, e ficou olhando admirada a queima de fogos. Assim como no último reveillón que ela também havia passado na casa dos meus pais, ela se emocionou com a beleza do show de luzes.
Beijei seu ombro.
– Feliz ano novo, meu amor. – ela segurou e apertou forte minha mão, porém sem desviar os olhos do jardim. Acariciei sua barriga. – Feliz ano novo, garotinha do papai. Estou louco pra você chegar logo.
Ficamos mais alguns minutos em silêncio, apenas olhando o espetáculo pirotécnico.
Um tempo depois, voltamos todos para a sala de jantar e nos acomodamos à mesa para a ceia.
Todos nos servimos, e antes de comermos iniciamos os brindes.
Meu pai brindou a paz e harmonia da família, minha mãe brindou à chegada de nossa Mary Hope, Emmett brindou à saúde e amizade, Rosálie brindou à toda a família, Alice brindou à chegada de Mary Hope e ao pai de Jasper, que recentemente se curou do vício do álcool. Jasper brindou à recuperação do pai. Assim, Eric, a esposa dele, Maria e Kakhiri, funcionárias da casa, John e Jason, os seguranças, fizeram seus brindes.
Bella, um pouco tímida, brindou à nossa princesinha e ao nosso recomeço. Sorri emocionado.
Enfim, chegou minha vez de brindar.
Fiz questão de sair do lugar que estava, e empurrei minha cadeira até o outro lado da mesa, onde Bella estava.
Segurei em sua mão.
– Eu gostaria de brindar... – olhei para todos. – À família, evidentemente, à chegada da minha princesinha e à vida da mulher que eu amo. – olhei para Bella. – Eu sei que te fiz sofrer no ano passado, e você sabe que eu não vivi esse tempo longe de você, apenas voltei a existir, como era antes de você entrar em minha vida. – uma lágrima desceu por seu rosto. – E me sinto extremamente feliz e honrado em poder recomeçar com você.
Respirei fundo, ciente que todos os olhares estavam direcionados a mim, e retirei a caixinha de veludo do meu bolso.
– Isabella Cullen, você aceita se casar comigo novamente? – lhe estendi a caixinha e pude escutar os “own” de todas as mulheres presentes.
Bella sorria emocionada.
– É claro que eu aceito. – imediatamente ela pulou para meu colo, me abraçando forte e todos aplaudiram. – Aceito, aceito, aceito. – beijava meu rosto todo. – Sempre aceitarei me casar com você.
Segurei em sua mão direita e deslizei em seu dedo a aliança de noivado. Ela franziu o cenho.
– Quero recomeçar. Quero tudo novo. Esta aliança é do nosso noivado, no dia do nosso casamento, te darei outra aliança. – expliquei.
– Como? Vai... vai haver outro casamento? – ela parecia realmente confusa. Eu sorri.
– É claro, meu amor. Tudo de novo. – ela sorriu e me beijou nos lábios com paixão.
Enfim todos brindaram à nós.
[...]
Já se passava das 3 horas da manhã quando nos recolhemos.
Bella já havia tomado um banho e passava um óleo em sua barriga com todo cuidado.
Eu estava deitado em minha cama vestindo apenas uma bermuda e a observando.
Por fim ela terminou e veio se deitar ao meu lado, se acomodando em meu peito, do melhor jeito que sua barriga permitia.
– Casar de novo, heim. – ela comentou.
– Sim, casar de novo. – concordei. – Estou tão feliz, meu amor.
– Eu também estou, Edward. – ela fechou os olhos. – Só vai ser engraçado casar com esse barrigão.
– Vai ser a coisa mais linda do mundo. – alisei seus cabelos.
Abaixei um pouco meu corpo na cama, e fiquei com o rosto em frente a barriga de Bella.
– Princesinha, você deixa o papai casar com a mamãe? – perguntei.
– Eu deixo sim, papai lindão. – fiz uma voz fininha, tentando imitar uma criança e Bella gargalhou.
– Não ria, Bella. Eu estou conversando com minha filha. – a repreendi em tom de brincadeira. – Princesinha, já está muito tarde e você tem que ir dormir pra eu poder fazer uma brincadeirinha com a mamãe.
– Que brincadeirinha, papai lindão e gostosão? – fiz a voz fininha novamente e Bella gargalhou mais alto.
– Gostosão? – ela ria sem parar.
Estreitei meus olhos pra ela.
– Por que o riso? Por acaso não sou gostoso? Hum, responda-me Isabella. – deixei uma mão deslizar em suas coxas, indo direto ao seu centro de prazer.
Ela usava uma calcinha fina de seda, e eu fiz uma leve pressão em seu centro nervoso.
– Hummm, sim. Muito gostoso. – ela gemeu. Sorri como um predador quando encontra sua presa.
– Filhinha, agora você realmente precisa dormir, porque o papai vai brincar de cavalinho com a mamãe. – disse com minha voz grossa, carregada de tesão.
Fiz mais pressão com meu dedo, e Bella se contorceu.
Escorreguei meu dedo pra dentro da calcinha e Bella soltou um fraco gritinho.
– Hum... Tem alguém que mesmo depois de grande anda molhando a calcinha. – brinquei.
Bella me deu um tapa no ombro.
– Não me faz rir quando eu estou com tesão, seu bobo. – ela sorria e gemia ao mesmo tempo.
– Bobo, heim. – invadi seu sexo com um dedo e ela gemeu mais alto.
Com o outro braço, me ajudei a descer mais na cama, e fiquei com o rosto de frente para o meu lugar favorito.
Retirei meu dedo de dentro dela, e abaixei sua calcinha rapidamente.
Voltei a estoca-la e abaixei minha cabeça para lhe lamber.
– Hum... Deliciosa. – eu gemi ao sentir seu gosto.
Bella agarrava meus cabelos com força.
Passei a estoca-la mais forte com meu dedo, e chupar seu clitóris. Pude sentir o canal de Bella pompeando meu dedo, e eu sabia que ela gozaria.
Parei tudo que estava fazendo. E Bella me direcionou um olhar assassino.
– Eu sei que não é a coisa mais romântica pra eu te falar, mas eu quero que você goze no meu pau. – fui sincero. Eu estava quase explodindo de tesão.
Empurrei meu corpo mais pra cima na cama, e Bella rapidamente se acomodou em cima de mim.
– Espere. – ela me olhou interrogativamente. – Tire a camisola, baby. – ela fez uma careta. – Bella, eu sempre vejo você de calcinha e sutiã. Sua barriga é linda, e não diminui em nada meu tesão. Se você quer saber, ate aumenta.
– Você tem certeza? – ela perguntou um pouco insegura.
– Sim, amor. Tenho certeza absoluta que quero fazer amor com você, sem roupa nenhuma entre nós.
Ela se levantou do meu colo, e abaixou de uma vez minha bermuda. Olhou em meus olhos, e sem desviar, ela tirou lentamente a camisola.
Nua, grávida e linda.
Sorri apaixonado por ela.
– Agora vem. – lhe estendi a mão. Ela segurou e logo se posicionou em cima de mim.
Segurei em meu membro com a outra mão, e lhe ajudei a descer sobre ele.
Paraíso!
Olhei para o ponto onde nos uníamos, e eu estava todo dentro dela.
– Amor, acho que isso vai ser um pouco rápido. – eu disse já sentindo a famosa onda de calor passar por meu corpo.
– Pra mim também vai ser. – ela sorriu e começou a se mover em cima de mim.
Joguei a cabeça pra trás e gemi. O prazer era fantástico.
– Bella... Isso amor, rebola. – trinquei os dentes tentando conter meu orgasmo que já batia à porta.
– Ai Ed... Ai... Céus, está vindo tão rápido, amor. – Bella gemia desesperada. Ótimo, pelo menos eu não era o único que viria em segundos.
– Vem, Bella. Vem junto comigo amor. – levei uma mão ao ponto onde nos uníamos, e estimulei seu clitóris.
– Ai Edw... ard... Ai... Amor, eu vou... Eu vou... Ah. – Bella já gritava.
– Agora, Bella. – minha voz saiu mais alto do que eu esperava, e eu gozei forte dentro dela, ao mesmo tempo em que Bella gritava e cravava suas unhas em meu abdômen.
Ainda fraco pelo meu orgasmo, a segurei para que não machucasse sua barriga.
Bella se deitou ao meu lado, o corpo totalmente mole.
Nós dois nus, suados e satisfeitos. Eu queria isso todos os dias novamente.
Dei um beijo em sua testa.
– Tá sentindo algum incomodo? – ela sorriu e negou. – Tem certeza que não machuquei a bebê? – ela sorriu e negou novamente. – Está com sono? – ela sorriu e negou novamente. – Por que você está de olhos fechados e não fala nada? – ela abriu os olhos e me fitou cheia de amor.
– Por que estou feliz de estar de volta ao lugar que me pertence, ao lugar onde eu não quero sair nunca mais. – acariciou meu rosto. – Estou em seus braços novamente.
Beijei sua testa carinhosamente.
– Será seu lugar para sempre. – eu disse.
Ficamos em silêncio, apenas curtindo o cansaço gostoso após termos feito amor.
Eu entendi o que Bella quis dizer. Ela estava comigo, mas ainda não havia se entregado novamente a mim.
Agora sim, estávamos definitivamente recomeçando.
Eu estava ansioso pra casar-me novamente com a mulher que amo e mãe da minha filha.


Achei digna a atitude do Ed de conversar com Alice...
E então, gostaram? Esses dois andam meio "ligeirinhos" vcs nao acham? É tesão acumulado kkkk
Gente, acho que a fic acaba semana que vem... quer dizer, terá epilogo e tal... maas não posso prolongá-la mais... já estámos em 50 capitulos...
estou triste, pq amo meu Ed cadeirante e gostoso... 
Mas o que eu queria passar, que era a insegurança, a baixa auto-estima e a superação, eu acho que consegui. Ainda vou botar o Ed pra fazer mais umas coisinhas, ele nao vai ficar sem trabalhar nao... mas o principal já passei na fic... agora é só flores...
Entao, até amanhã de noite gente... e obrigada pelas recomendações e reviews... voces sao demais...



PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

1 comment :

  1. Amei esse cap! A fanfic é maravilhosa �� parabens pelo trabalho!

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