FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 52

Boa noite gente... e então, vamos conhecer a esfomeadinha, ops, Mary Hope?O cap de hj nao ficou muito grande nao pq escrever durante a semana é foda... mas o cap de final de semana provavelmente vai ser o fim da história, entao vai ser maior e melhor... tem o epílogo ainda...
Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez


Virei minha cadeira para ficar de frente pra enfermeira e meu coração falhou uma batida ao ver o embrulhinho rosa em seu colo.
– Diga olá ao papai, Mary Hope.
Acho que aquelas coisas que as pessoas dizem, tipo “meu mundo parou”, “de repente, não era mais a gravidade que me segurava à Terra” e “ minha vida fez sentido naquele momento”, era ditas em momentos como esse.
Quando você vê um pedacinho de você bem em sua frente. Um pedacinho de você e da mulher que você ama. Um bebê, frágil e inocente, que foi gerado de um amor tão forte, que venceu limitações, inseguranças e preconceitos.
– O senhor gostaria de segurá-la um pouco? – a simpática enfermeira estendeu o embrulho rosa pra mim.
Céus, por que tudo parece estar acontecendo em câmera lenta e minha cabeça está girando?
– Hum... Sim... – consegui balbuciar algo que fez sentido.
Ela abaixou um pouco seu corpo a minha frente, e eu instintivamente imitei a posição de seus braços.
Meu Deus, eu nunca segurei uma criança antes! Será que vou machuca-la? Será que vou assustá-la? Pior, será que vou deixa-la cair?
Meu coração batia mais rápido em meu peito, à medida que a enfermeira ia estendendo aquele embrulho rosa para meus braços.
Ela acomodou o embrulhinho em meus braços, e eu senti uma emoção que jamais imaginei sentir. Uma emoção que eu nem sonhava que existia.
Um rostinho tão pequeno, meio avermelhado ainda, a boquinha fazendo um bico pelo seu chorinho bem baixinho, nariz minúsculo e arrebitadinho igual o da mãe. Os olhinhos não estavam totalmente abertos, mas era possível ver que eram verdes. Quase nada de sobrancelhas, e muito menos de cabelo. Minha carequinha linda!
– O-oi embrulhinho rosa. – escutei o risinho da enfermeira e de Bella. – Ho-hope. Oi Mary Hope. – me corrigi.
Céus, estou tão nervoso.
– Eu estou segurando direito? – ergui a cabeça e olhei para Bella e a enfermeira, que sorriam pra mim. Pude ver no olhar de Bella tanto amor e admiração, que jurei mais uma vez a mim mesmo que eu viveria pra fazer essa mulher feliz.
Quer dizer, essa mulher e essa carequinha em meus braços.
– Está sim, Sr. Cullen. – a enfermeira respondeu.
– Essa é a cena mais linda que eu já vi. – Bella disse emocionada.
– Tá vendo, carequinha? A mamãe acha que nós somos lindos. – sorri para meu bebê em meus braços.
Era tão bom poder ter minha filha em meus braços. Ela era quentinha, levinha e me trazia uma sensação de paz e amor que eu não saberia expressar em palavras.
– Bom, depois ela conversa mais com o papai, agora é hora de mamar. – a enfermeira parou a minha frente e com muito cuidado pegou Hope de meus braços.
Fiquei triste por ter de deixa-la sair do meu colo, mas eu sabia que ela tinha que se alimentar.
A enfermeira acomodou minha filha nos braços de Bella, e minha esposa parecia nervosa.
– E-eu acho que não sei fazer isso direito. – Bella estava um pouco agitada. Toquei em seu ombro, mostrando-lhe que eu estava ali com ela.
– Não tem muito mistério. Pode doer um pouquinho no começo, mas depois passa. É só por o dedo... – a enfermeira começou a explicar a Bella, mas eu não conseguia escutar mais nada.
Fiquei hipnotizado pela cena. Bella abaixou a frente de sua camisola, expondo seu seio esquerdo, e o levou à boquinha de Hope. Minha filha parou com seus resmungos na hora. Abocanhou sua fonte de alimento e mamou desesperadamente. Olhei para Bella, que a princípio fez uma careta de dor, mas depois seu olhar se tornou terno, e em segundos, as lágrimas já rolavam por seu rosto.
– A primeira amamentação é um momento lindo mesmo. Não que as outras não sejam, mas a primeira, é quando você realmente se sente mãe. Quando você vê que aquele pequeno serzinho em seus braços depende totalmente de você. Aquele serzinho é parte de você e ele se alimenta de você. Nessa hora, você sabe que a vida toda você vai fazer o possível e o impossível pra ser tudo pra ele. – a enfermeira disse em voz baixa, como se não quisesse estragar nosso momento, mas ao mesmo tempo, querendo participar.
– É lindo... – escapou por meus lábios.
Bella e eu nos olhamos novamente, e ali, naquele quarto de hospital, eu me apaixonei mais uma vez pela minha esposa.
Após mamar bastante, Mary Hope adormeceu e foi levada novamente para o berçário. Provavelmente o pessoal que estava lá fora esperando, foram correndo para conhecer o bebê mais lindo que eu já vi. Minha filha. Oficialmente, eu sou um pai babão.
Bella estava meio adormecida e meio acordada ao meu lado. Estava quase cochilando. Fiz uma leve pressão em sua mão, que eu segurava desde que Hope saiu do quarto.
– Bella? – ela forçou seus olhos a abrirem e me deu seu sorriso mais lindo. – Obrigado por tudo que você me deu. Você me deu amor, carinho, segurança, vontade de viver... Você me deu uma filha, Bella. –sorrimos. – Céus, eu nunca achei que eu teria isso. Sabe, quando eu era mais novo, eu não pensava nessas coisas, e bem, depois do acidente, eu nunca me permiti sonhar com isso.
– Você tem o que merece. Uma esposa loucamente apaixonada por você, uma família que te ama, e uma filhinha muito esfomeada. – nós sorrimos. Mary Hope já demonstrou ser bastante gulosa, apenas em sua primeira mamada.
– Bella... – suspirei. – Eu queria te dizer tanta coisa agora. Mas, não tenho palavras pra dizer o quanto estou feliz. Não tenho palavras pra dizer a proporção das emoções que estou sentindo. Eu não tenho palavras pra dizer quanto amor tenho em meu peito. Por você e nossa filha. Vocês são o centro do meu mundo agora. Vou viver cada minuto de minha vida pra vocês.
Ficamos em silêncio, apenas nos olhando, e revelando em nosso olhar o quanto nos amávamos, e o quanto agradecíamos um ao outro pela vida maravilhosa que estávamos tendo e teríamos pra sempre.
Escutamos uma batida na porta e ela sendo aberta.
– Como minha sobrinha pôde ter nascido tão linda com um pai tão feio? Definitivamente, ela puxou o titio. – Emmett!
[...]
– Mary Hope está chorando? – Bella perguntou-me.
Virei minha cabeça para ela e tentei adaptar meus olhos à escuridão do quarto.
Peguei o celular no criado mudo e acendi o visor. Putz, 3 horas da manhã.
– O que você disse, meu amor?
– Perguntei se Mary Hope está chorando. – ela bocejou em meio a frase.
Forcei meus ouvidos e sim, bem fraco, mas definitivamente sim. Ela estava chorando.
– Eu acho que sim. Fique deitada, eu vou lá. – empurrei o edredom de cima do eu corpo e me apoiei nas barras para passar meu corpo da cama para a cadeira de rodas.
Empurrei o mais depressa que pude até o quartinho ao lado e abaixei a grade do berço. Viva aos berços modernos! Ou nem tanto. Bem, eu não sei. Só tive filho agora.
Peguei minha carequinha, que já não estava mais tão carequinha, em meus braços. A ajeitei em um braço só, e com o outro, fazendo um esforço a mais, empurrei minha cadeira novamente até o meu quarto.
– Amor, acho que ela tá com fome. Não tá cheirando Fandangos. Só pode ser fome ou cólica. Mas do jeito que ela é esfomeadinha, acho que é fome. – Bella sorriu enquanto se ajeitava à cabeceira da cama.
– Céus, Edward. Fandangos? Sério isso? Você está comparando o cheiro do cocô da nossa filha ao cheiro de Fandangos? – deu de ombros. – Eu nunca mais vou conseguir comer aquele biscoito. – ela resmungou enquanto pegava Hope dos meus braços e a ajeitava em seu colo.
Bella mal disponibilizou seu seio, e Hope já o abocanhou e começou a mamar.
Fiquei em silêncio apenas olhando.
Três semanas.
Minha filha tinha três semanas de vida. 21 dias.
Ela era uma bênção em minha vida. Eu a amava demais. E essas três semanas foram mágicas pra mim.
Exceto pela parte que minha mãe, Rosálie e Alice veem todos os dias a minha casa. E Renée, minha sogra, que ficou aqui durante a primeira semana de vida da minha filha.
Não tenho do que reclamar delas, são excelente pessoas. Mas confesso que escutar papo de mulher o dia todo me deixou meio enlouquecido. Quer dizer, elas ajudavam Bella em tudo, nos ajudavam com Mary Hope, mas merda, eu não gostei nem um pouco de escutar minha mãe dizendo que ela tentou fazer sexo com meu pai durante o resguardo da gravidez de Emmett.
Na verdade, a única coisa que tem me incomodado ultimamente, é a falta que sinto do corpo da minha esposa.
2 meses antes do parto, nós já não estávamos mais fazendo sexo. Fazíamos brincadeirinhas, mas sexo mesmo, não dava pra rolar. E agora, tem esse resguardo.
Eu sei que tenho que respeitar, pois eu poderia machucar Bella. Mas porra, ver seus seios a todo momento e não poder tocá-los é um martírio pra mim.
E agora, vendo Mary Hope se esbaldar de tanto mamar nos seios da minha esposa... Me sinto tão mal por ter inveja dela.
Bella colocou seu seio novamente para dentro do sutiã e se levantou com Hope adormecida em seus braços.
Empurrei a cadeira até meu lado da cama novamente e me apoiando nas barras, me deitei.
Bella voltou e se deitou ao meu lado.
– Ela dormiu. Ela é tão calminha. Só mama e dorme. – ela sorriu e se aconchegou em meus braços. Fiquei em silêncio. – O que houve, Edward? – suspirei.
– Eu tenho vergonha de te falar. E tenho medo de você ficar chateada também. – ela levantou a cabeça do meu peito e me olhou interrogativamente.
– Pode falar, Edward. Se tem algo de errado, vamos conversar. – respirei fundo.
– Eu... Eu tenho um pouco de ciúmes da Hope. – ela arqueou uma sobrancelha. – Quer dizer, eles estão tão lindos. – gesticulei para seus seios. – Estão cheios e redondos, e ela fica mamando toda hora, e mamando muito e quando você deixar eu brincar com eles novamente, eu acho que ela vai ter mamado tanto que não vão estar mais tão redondos e cheios pra mim. – Bella jogou a cabeça pra trás e gargalhou e eu fiz bico. Ela ria da minha situação.
– Ai meu Deus, Edward. – ela ainda ria muito. – Não acredito nisso. Você está com ciúmes da sua filhinha? – ela secou uma lágrima que saiu em meio ao seu ataque de risos. – Céus, essa eu vou guardar pro resto da vida. – fiz bico novamente. – Amor. Ei amor, olhe pra mim. Não precisa ter ciúmes. Eles ainda vão ficar assim desse tamanho por um bom tempo. E daqui há 20 dias nós já estamos liberados. Lembra-se? – me provocou com selinhos.
– Eu tô contando na folhinha. – disse suspirando e me rendendo aos seus beijinhos que me atiçavam.
– Não fique com ciúmes. Ela só está pegando emprestado um pouquinho, depois o papai pode pegar de volta. – falou sedutora ao meu ouvido.
– Sim. Sim, é só emprestado. Depois eu vou pegar de volta. Tudo meu, só meu. – murmurei entregue à gostosa sensação de arrepios.
– Sim, tudo seu. Só seu. – mordeu o lóbulo da minha orelha e lambeu. Gemi. – Mas agora, vamos dormir que nossa filha tem mania de acordar cedo, e por enquanto, eles – apontou para os seios. – são apenas dela.
– Bella... – gemi frustrado e ela riu, se acomodando em meu corpo.
[...]
– Que foi bebê? Heim, minha linda? Fala pro papai. – ok, eu estava pedindo pra minha filha de 1 mês e 1 semana falar. Acho que a paternidade vai deixando a gente meio bobo e maluco. Mas de um modo bom.
– Hum, por que você tá puxando minha camisa, heim minha bonequinha? – ela estava acomodada em meu colo. Ela vestia apenas sua fralda e o macaquinho rosa. Estávamos em meados de maio e já fazia bastante calor.
Hope jogava os pezinhos e os bracinhos para o alto e brincava de algo que eu não conseguia identificar.
Havíamos acabado de jantar, e Bella estava tomando banho.
Ela me deixou encarregado de fazer Hope dormir. Ontem acabou seu resguardo, e hoje ela foi em sua ginecologista. E para a minha alegria, ela está liberada para sexo.
Céus, acho que quase chorei de emoção quando ela me disse isso.
Hope continuava a puxar minha blusa, na altura do meu peito.
Uma luz acendeu em minha cabeça.
– Ah sua danadinha, você quer mamar? É isso, minha sapequinha? – ela continuou a puxar minha camisa e jogar os pezinhos pro ar. Algo parecido com “guongá” foi dito por ela. Franzi o cenho. – Guongá pra você também, bebê. Mas o papai não tem o que você quer. Infelizmente, isso o papai não pode dar.
Ela continuou puxando a blusa e chutando o ar.
– Vamos ter que esperar a mamãe pra você poder mamar, mas a gente pode conversar. – sugeri. – Você sabia que você é a bebezinha mais linda do mundo? É, você é muito linda. E muito esfomeadinha também. – sorri. – Você lembra quando eu conversava com você quando você ainda morava lá na barriguinha da mamãe? – ela fez um barulhinho fofo com a boca. – Pois é, eu falava com você, cantava pra você. – suspirei. – Sabe, no começo eu fui um cara muito burro, e eu falei uma coisa muito feia pra mamãe, e ela ficou triste comigo. Eu não queria que você soubesse nunca disso, mas fez parte da nossa história. No começo, eu achei que você não era meu bebê. Mas sabe de uma coisa louca? Você apareceu nos meus sonhos e conversava comigo. Graças a Deus, eu caí na real e corri atrás da mamãe. Vou te confessar uma coisa – falei em tom conspiratório. – ela me deu um cansaço no começo. Eu cercava ela de todos os lados e ela nem me dava bola. Mas a gente sempre estava junto. Você nos mantinha juntos. Mas aí no Natal, eu chamei a mamãe pra um encontro. É, um encontro. Ela aceitou. Ela já estava louquinha sem mim, e bem, nós voltamos a namorar e logo depois casamos de novo. Aí você nasceu e foi a coisa mais fantástica que já aconteceu na minha vida e na da mamãe. – beijei sua testinha. – Você é o que eu e a mamãe temos de mais importante.
– Eu já estava louquinha sem você, hum? Coisa boa de dizer pra nossa filha. – Bella apareceu em meu campo de visão. E puta merda, ela estava usando uma camisola rosa com detalhes em renda. Era curtinha e bem decotada.
– Bella... – nada mais saiu dos meus lábios. Eu só conseguia olhar e babar por minha esposa como um cachorro em frente a um frango de padaria.
Ok, não foi uma comparação romântica, mas caiu perfeitamente na proporção da minha fome.
– Ela não dormiu, não é mesmo? – ela caminhou até mim e pegou Hope no colo. – Vou pro quarto coloca-la pra dormir. Me espera na cama?
– Ah com certeza eu te espero. – falei rapidamente e ela riu sapeca.
– Diz boa noite pro papai, meu anjinho. – Bella trouxe Hope perto de mim novamente e eu dei um beijinho em sua testa.
– Princesinha, você pode dormir rapidinho pro papai poder brincar com a mamãe? – pedi em voz baixa e escutei Bella rir.
– Ai meu Deus, Edward. Você é impagável. – ela caminhou para o quarto com Hope.
Empurrei minha cadeira para nosso quarto, tirei minha roupa toda, ficando apenas com a boxer preta e me deitei.
Fiquei um tempinho esperando e nada de Bella aparecer.
Esperei mais um pouco, mas o cansaço me venceu.
Acordei com beijos em minha testa, nariz, bochecha, queixo e boca.
– Hum... que jeito gostoso de ser acordado. – falei sorrindo.
– Será que você ainda tem disposição pra mim? – Bella perguntou e mordeu meu queixo. Gemi.
– Tenho uma noite toda de sexo pra você, Senhora Cullen. – puxei Bella pra cima do meu corpo e a beijei.
Quase quatro meses sem possuí-la. A noite prometia.


E então, essa noite inteira de sexo promete heim... mas só no próximo cap... rsrs
e o edward conversando com a bebezinha... gente, to gostando tanto do edward assim, mais leve, mais divertido, um pai tao fofo e com ciumes dos peitos da bella kkkkkkk
tá acabando snif snif snif...



PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

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