FANFIC EU TE DOU MEU CORAÇÃO - CAPITULO 53

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez


Acordei com beijos em minha testa, nariz, bochecha, queixo e boca.
– Hum... que jeito gostoso de ser acordado. – falei sorrindo.
– Será que você ainda tem disposição pra mim? – Bella perguntou e mordeu meu queixo. Gemi.
– Tenho uma noite toda de sexo pra você, Senhora Cullen. – puxei Bella pra cima do meu corpo e a beijei.
Quase quatro meses sem possuí-la. A noite prometia.
– Hum, uma noite de sexo, hã? – Bella desceu beijos pelo meu pescoço. Gemi e instintivamente levei uma mão a um seio seu. Tão cheios e redondos!
– Gostosa... Você é muito gostosa! – puxei seu corpo para cima e abocanhei seu seio por cima da renda da camisola.
– Eu sou gostosa? – Bella gemeu e segurou forte em meus cabelos.
Puxei sua camisola para baixo, deixando livres seus seios lindos e voltei a chupar um mamilo.
– Uhum... – gemi em acordo.
– Edward, estou louca por você, amor. Preciso de você. – Bella gemeu desesperada.
Soltei seu seio da minha boca e levei a mão à barra da camisola.
– Não... Não precisa tirar. – Bella segurou em meu braço me interrompendo. Olhei confuso pra ela.
– O quê? Por quê? – ela abaixou a cabeça um pouco sem graça.
– Me-meu corpo... Ele ainda tá feio. – suspirei.
– Bella? – chamei, mas ela não olhou pra mim. Levei uma mão ao seu queixo e ergui seu rosto, para que ela olhasse em meus olhos. – Não precisa ter vergonha de mim. Sou eu, Edward. Seu marido. Você vestiu essa camisola linda e agora tá com vergonha?
– É que eu me sinto mais confortável com a roupa. – desviou o olhar. – O parto normal ajudou meu corpo a voltar mais rápido, mas ainda tenho que perder os quilos alojados na minha barriga. – falou emburrada. Fiz ela me olhar novamente.
– Bella, você sabe que eu te acho linda e gostosa. – ela mordeu o lábio. – E eu não ligo nenhum pouco se você acha que tem alguns quilos a perder. Meu desejo por você não se abalou em nada após você ter sido mãe. Aliás, até aumentou, porque eu tô louco pra acertar o gol novamente. – brinquei e ela sorriu tímida. – Bella, eu te desejo tanto que estou a ponto de gozar só por você estar sentada em cima do meu pau, mesmo que nós estejamos conversando sobre outra coisa. – ela sorriu.
– Que coisa romântica a se dizer. – brincou.
– Não consigo pensar muito bem com você no meu colo. Posso ser romântico depois que eu me aliviar? – ela beijou meus lábios.
– Mesmo quando estou insegura, você é fofo e me faz rir. – beijou-me novamente. – Eu te amo.
– Eu amo você, minha esposa. E eu sei que isso não é romântico, mas eu realmente preciso estar dentro de você. – sorrimos. – Você confia em mim pra tirar sua camisola? – ela segurou o ar e me olhou por breves segundos.
– Si-sim. – ela concordou e mordeu o lábio.
Segurei na barra de sua camisola novamente, e sem desviar o nosso olhar, eu a tirei lentamente de seu corpo. Bella ficou sentada em meu colo usando apenas a calcinha.
Passei minhas mãos por seu corpo. Admirando e venerando as curvas da mulher que amo. Curvas que foram mais acentuadas pela maternidade.
– Você é linda. – disse olhando fixamente em seus olhos.
– Obrigada. – agradeceu ainda um pouco tímida.
A puxei para mim e nos beijamos de forma lenta e sensual.
Levei uma mão a sua calcinha e a abaixei até o meio de suas coxas. Sem parar de me beijar, ela ajudou a descer mais a calcinha e se desfez dela.
Empurrei minha cueca para baixo, libertando meu membro que suplicava pelo abrigo quente e confortável do corpo de Bella.
Levei uma mão à sua entrada e a estimulei.
Acariciei seu clitóris, e Bella gemeu em minha boca, cravando suas unhas em meu ombro.
Passeei o dedo por todo seu sexo, e lhe penetrei. Bella gemeu novamente e me arranhou. Ela estava pronta pra mim.
Tirei meu dedo de dentro dela, e guiei meu membro para sua entrada, e lentamente lhe penetrei.
Senti a resistência de seu corpo ao me receber. Fui devagar para não machucá-la.
Nunca parando o nosso beijo, eu segurei com mais força em seu quadril e abaixei seu corpo em meu comprimento. Bella mordeu meu lábio e eu fiz mais pressão para lhe invadir completamente.
– Tão apertada, Bella. – gemi em delírio.
– Edward, eu não vou aguentar muito tempo. – gemeu arfante.
– Eu também não, meu amor. – aumentei o aperto em seu quadril e a fiz subir e descer rapidamente em meu membro.
– Ah, Edward... – Bella gritou meu nome em prazer.
– Sim, amor. Sim, isso é tão bom. Eu estava morrendo sem isso. – continuei lhe auxiliando a me cavalgar. – Bella, vem comigo, amor. Eu vou gozar.
– Eu tam-também. – ela arrastou as unhas pelo meu peito, e a dor foi deliciosa.
– Então vem agora, Bella. – me libertei dentro dela, no mesmo momento em que ela gritava e se contorcia em cima de mim.
Lentamente, ela me tirou de dentro dela, e se deitou ao meu lado. Ambos arfantes.
– Isso foi... – ela começou e eu completei.
– Fantástico. – sorrimos um para o outro e nos aninhamos felizes e completos.
4 anos depois
– Sim... Ok, sinto-me muito honrado pelo convite. Com certeza irei. Claro, em duas semanas. Combinado então. – desliguei o telefone.
Empurrei minha cadeira até a área da churrasqueira da minha casa.
– Quem era, amor? – Bella perguntou-me.
– Você lembra que eu te disse que estavam me sondando pra participar do programa do J. J. Thompson? – ela assentiu. – Então, a produtora dele me ligou e perguntou se eu estaria disponível para ir daqui a duas semanas. Eu confirmei, e ela disse que me enviaria um e-mail com mais detalhes.
– Wow, vai aparecer na tv, heim. Devo me preocupar com o assédio feminino? – Bella veio sorrindo e sentou-se em meu colo.
– Nunca, meu amor. Só tenho olhos pra você. – beijei seus lábios.
– Ei, depois de quase cinco anos de casados vocês ainda são melosos. Eca. – Emmett disse e tomou um tapa de Rosalie.
– Não tente se fazer de bonzão, você é uma mocinha romântica quando estamos a sós. – nós rimos e ele fez bico.
Finalmente Emmett e Rosalie haviam se casado. Ela estava grávida de seis meses.
Meu projeto apresentado à prefeitura há quatro anos atrás foi bem desenvolvido, e repercutiu em todo o estado, e graças a isso, fui convidado para o programa de tv.
Bella voltou a faculdade há dois anos atrás. E eu, resolvi também estudar. Estava fazendo faculdade de arquitetura, finalmente.
E eu tinha um trabalho na secretaria de ação social. Eu trabalhava no setor que desenvolvia projetos e participava efetivamente de todos os serviços prestados às pessoas com deficiência, crianças carentes e idosos abandonados. Eu amava meu trabalho.
Evidentemente, o salário era simbólico pra mim. Não era muito, eu vivia com o pró-labore que recebia da construtora, onde eu era sócio do meu pai e Emmett.
Mas o trabalho que eu fazia me realizava de tal forma, que eu duvidava que mesmo depois de formado, eu fosse mudar de setor.
Eu me sentia perfeitamente bem lá. Eu era bem conceituado e respeitado por meus colegas de trabalho. Minha esposa e família tinham orgulho do meu trabalho, e minha filha vivia dizendo que eu era herói dela e de um monte de criancinhas. Hope era tão adorável.
O meu trabalho me fez me sentir mais independente. Por muitas vezes tive que viajar a trabalho, e infelizmente não podia atrapalhar os estudos de Bella e levá-la. Mas as viagens serviam pra me mostrar o quanto eu poderia viver o mais próximo do comum.
Com a ida de Hope à escola, disponibilizei Eric pra ela e Bella, em tempo integral. E finalmente criei coragem e renovei minha licença e comprei um carro adaptado.
Dirigir me renovava. E eu não comprei qualquer carro. Comprei um Aston Martin V8 Vantages Coupe. E porra, dirigir um motor V8, para um homem, era quase como ter orgasmos. Bem, quase. Eu com certeza prefiro ter orgasmos de verdade com minha esposa. Mas o meu carro era a minha nova paixão. Ok, posso ter tomado duas ou três multas por excesso de velocidade, mas qual cara não se sentiria tentado dirigindo um carro desses?
Dizer que Bella odiava meu carro seria eufemismo.
– Edward, pegue uma cerveja pra mim, por favor? – meu pai que estava pilotando a churrasqueira me pediu.
Bella se levantou do meu colo e eu empurrei minha cadeira até o freezer.
Peguei uma para meu pai, para Emmett, Jasper, e uma para mim.
– Ei, tudo bem que eu não posso beber, mas as outras bebem. – Rosalie protestou e caminhou até freezer, pegando uma cerveja para Bella e para Alice. – Vai querer Esme? – minha mãe assentiu e Rosálie jogou uma pra ela também. Bella recusou a sua, e Rosálie guardou novamente no freezer.
– Desculpe senhora Cullen. – fiz reverência e ela me mostrou o dedo do meio.
– Pai, por que a tia Losenle tá mostrando o dedo? – oh não, minha pequena curiosa viu isso. Olhei acusador pra Rosalie.
– Não é nada, querida. É que sua tia é mal-educada. E só pessoas mal-educadas fazem esse sinal feio. – sorri vitorioso para minha cunhada. – E Mary Hope, porque você está suja de terra?
Ela sorriu mostrando suas covinhas e os dentinhos de leite. Ela me ganhava com seu sorrisinho fofo.
– O Memiti correu pra lá pras plantinhas da mamãe, e fui junto com ele. – explicou-se fingindo inocência.
– Tudo culpa do Memiti, não é mesmo? – Ela abriu seu lindo sorrisinho pra mim e todos riram da minha cara de palhaço toda vez que ela me levava no papo.
– Não acredito que ela deu meu nome pra esse cachorro feio. – Emmett resmungou.
Bella comprou um cachorro para Hope quando ela tinha dois anos, e ela gostava muito do tio, mas não conseguia falar o nome dele corretamente. Hope quis batizar o cachorro com o nome de Emmett, e eu não me opus. Acabou ficando Memiti, e assim o chamamos ate hoje.
– Venha, meu amor. Mamãe vai dar um banho em você, sua porquinha. – Bella pegou Hope no colo e a levou para dentro.
Fiquei olhando como bobo, minha esposa entrando em casa com minha filhinha imunda em seu colo, e o cachorro feio as seguindo. Pra mim, era o quadro da família perfeita. A minha família.
– E então, não pensa em ter mais um? – Jasper parou ao meu lado e perguntou.
Sorri.
– Estamos tentando desde quando Hope nasceu. Como vocês sabem, é difícil, mas nós estamos confiantes que vamos conseguir. – tomei mais um gole da minha cerveja.
– Eu também estou confiante que eu e Alice vamos conseguir. – ele disse.
Alice, casou-se com Jasper há três anos, e após tentar muito ter um filho, descobriu que tinha um problema no útero. Não entendo bem disso, mas ela teve que fazer um tratamento. Bella esteve o tempo todo ao seu lado, e as vezes me dizia que Alice sofria demais por não conseguir engravidar.
Aparentemente, o tratamento estava dando certo. Ela e Jasper estavam confiantes que conseguiriam encomendar um bebê esse ano ainda.
Eu também queria um pra esse ano. Quer dizer, Bella e eu estávamos tentando desde o nascimento de Hope. E nós tentávamos todos os dias. Essa era a melhor parte.
Bella não queria engravidar depois dos 30, e agora com 27, ela julgava ser a melhor hora para termos mais um, e quem sabe, termos outro em dois ou três anos.
– E então, Edward. Animado para ir ao programa e falar sobre seu projeto? – meu pai puxou assunto e ficamos conversando durante um tempo.
Bella voltou com Hope já limpa.
– Podemos almoçar? – ela perguntou. – Tenho uma mocinha esfomeada em meu colo. – Hope sorriu faceira.
– Vamos almoçar. – minha mãe disse e pegou minha filha em seu colo, a acomodando na cadeirinha ao seu lado.
Dizer que minha mãe mimava e paparicava minha filha o tempo todo, seria o eufemismo do século.
Todos almoçamos em harmonia e depois continuamos sentados à mesa conversando.
– Mamãe, posso ir brincar com o Memiti? – Hope perguntou.
– Pode querida. Só não corra, você acabou de almoçar. – ela assentiu sorrindo e desceu da sua cadeirinha. Ela deu um beijo no rosto da mãe, veio para perto de mim, me deu um beijo na bochecha e saiu correndo atrás do cachorro. – Eu sabia que ela iria correr. – Bella deu de ombros e todos nós sorrimos.
– Essa menina é ligada no 220V. – eu comentei e Bella me deu um tapa.
– Ela só é agitada. E você gosta da bagunça que ela faz. – eu sorri. Eu realmente amava minha filhinha carinhosa, agitada e bagunceira.
– Eu amo. Só não gosto da sua leve inclinação à fofoca. Ela tá puxando a você e a Alice. – ganhei olhares de reprovação das duas. – Eu tô falando sério, minha filha adora me denunciar para a mãe.
Todos riram.
– Se você faz algo errado, ela está certa em me contar. – ela deu de ombros. – Não pense que eu esqueci que você disse que aquela atriz, a Angeline Jonie, era gostosa. – fiz uma careta.
– Amor, eu já disse. Emmett que disse isso e eu só concordei. – Rosálie olhou feio para Emmett.
– Obrigado, Cérebro. Grande irmão você é. – ele bufou.
– Ainda bem que não tenho esses problemas. – meu pai sorriu superior.
– Humm... Essa torta de limão está uma delícia, Esme. – Bella elogiou a sobremesa que minha mãe trouxe para o almoço em família.
– Estou vendo, já está no terceiro pedaço. – minha mãe sorriu e piscou cúmplice para Bella. Minha esposa corou.
Mulheres, sempre com segredinhos.
– E então heim, Edward. 31 anos. Está ficando coroão para minha amiga. – Alice comentou sorrindo.
– Eu ainda dou um cansaço nela, Alice. – pisquei. E ganhei um beliscão da minha querida e dócil esposa.
– Edward. Dá pra parar de falar da nossa vida conjugal? – ela se fez de brava.
– Desculpe, amor. – beijei seus lábios com gostinho de chantilly e limão.
Bella olhou para algo atrás de mim e franziu o cenho.
– Mary Hope, eu posso saber por que você está correndo em volta da casa e entrando pela porta dos fundos? – Bella gritou e Hope veio imediatamente para perto de nós, junto com seu cachorro feinho.
Ela tirou mechas de seu cabelo meio castanho e meio loiro que estavam grudados em sua testa pelo suor.
– Ah, mamãe. É que eu escutei o papai falando pro tio Emmiti que entrar pela porta de trás é muito legal. Só que eu não tô achando tão legal, não. Posso ir brincar de novo? – Bella assentiu em silêncio.
Ela olhou de forma assassina pra mim. Óh merda, estou fudido.
Todos na mesa estavam em silêncio.
Olhei pra Emmett Em busca de alguma ajuda e ele também estava acuado diante do olhar duplamente assassino de Rosalie.
Olhei para minha esposa novamente.
– Entrar pela porta de trás é muito legal, é? – engoli em seco. – Que bom que você curtiu bastante, talvez você demore muito a entrar pela porta de trás novamente. – ela tomou seu suco e eu ainda pude escutar a risada dos meus pais, de Alice e de Rosálie.
Eu disse que essa menina gosta de me denunciar pra mãe.
[...]
Já era de noite, e eu estava no sofá com Hope em meu colo.
Bella estava tomando banho.
– Papai, posso perguntar uma coisa? – ela me olhou com seus olhinhos de anjinho e me peguei sorrindo como um pai babão que eu era.
– Pode sim, minha fofoqueirinha. – apertei seu narizinho.
– Pára, papai. – ela ria. – Pai, porque você não anda? – fiquei sério imediatamente. – Eu sei que a mamãe me disse que é porque você bateu de carro. Mas você nunca mais vai andar? Nunca nunquinha? – respirei fundo.
– Não, Hope. Eu nunca mais vou andar. Por que você está perguntando isso?
– Ah, é porque o papai de todo mundo anda, e eu falei pro Thomas que você não anda, e ele perguntou se você era preguiçoso. Eu disse que você não era preguiçoso, mas não andava nunca. – ela explicou de forma inocente.
Beijei sua testa.
– Eu bati o carro muito forte, e eu não vou poder andar nunca mais. – ela me olhou atentamente. – Eu vou precisar daquela cadeira – apontei minha cadeira de rodas ao lado do sofá. – até eu ficar bem velhinho. Você vai me amar assim mesmo? – ela sorriu.
– Papai eu te amo muitão. Você e a mamãe. Eu vou te amar até você ficar velhinho cheio de rugas. – eu sorri.
– Cheio de rugas, é? Acho que eu vou ficar muito feio pra você me amar.
– Não papai, você nunca vai ficar feio. Você é o papai mais bonito que eu conheço. Eu escutei a tia Jéssica falando pra tia Angela que você é pai mais gatão lá da escola. – ela cochichou a última parte.
– Ah sua fofoqueirinha. Você ficou escutando a conversa das suas professoras, é? – fiz cócegas em sua barriga e ela ria deliciada.
– Ah, para papai. – parei e ela ainda estava arfante pelas gargalhadas. – Você é o papai mais lindo do mundo.
– E você é a menininha mais linda do mundo. – Bella chegou à sala e sentou ao nosso lado. – Pena que não sabe chamar o papai de “senhor”, igual a mamãe ensinou, não é mesmo Hope?
– Desculpa. Senhor. – ela disse tímida pela pequena bronca.
Hope se aconchegou em meu colo e ficou assistindo o seriado que passava na tv.
Bella ficou em silêncio ao meu lado.
– Estou perdoado? – perguntei baixinho.
– Eu não acredito que você conversa essas coisas com Emmett. – ela sorriu. – Tá perdoado. Mas não pense que vai entrar pela porta de trás tão cedo. – ela me olhou de forma superior e eu fiz uma careta.
– Poxa, Bella. – fiz minha melhor carinha de cachorrinho abandonado. – Por favor? – pedi.
– Não. – ela riu e se levantou. – Vamos Hope, hora de criança dormir.
Minha pequena resmungou, mas foi para o colo de Bella após me dar um beijo.
Passei meu corpo para a cadeira de rodas, e fui para o quarto esperar por Bella.
[...]
Bella estava deitada com a cabeça em meu peito, após termos feito amor.
– Hope me perguntou hoje porque eu não ando. – comentei. Bella levantou a cabeça e me olhou em expectativa. – Eu reforcei o que você já havia dito. Na linguagem que ela entende, eu disse que meu acidente foi forte, e que eu não andaria novamente.
– E o que ela disse?
– Ela disse que um coleguinha da classe dela perguntou porque eu não andava, e ela não sabia explicar. Mas que me amaria até eu ficar velhinho e cheio de rugas. – Bella sorriu. – Você me deu a melhor filha do mundo. – beijei sua testa. – Um tanto fofoqueira, mas a melhor. – Bella me beliscou.
– Ela não é fofoqueira. Apenas joga no meu time. – deu de ombros.
– Sei... – a abracei e ficamos em silêncio. – Sou tão feliz ao seu lado. Você e Mary Hope são tudo pra mim. – Bella me olhou e sorriu.
– Eu não te dei seu presente de aniversário ainda.
– Não? E o que acabamos de fazer foi o que? Eu pensei que fosse meu presente de aniversário, ainda mais naquela hora que você lambeu meu... Ai Bella, eu tô brincando, não precisa me beliscar. – Bella sorria das minhas brincadeiras.
– Eu tô falando sério. Seu presente eu guardei para dar só de noite.
– E qual é o meu presente? – biquei seus lábios.
– Mas ele é pra longo prazo.
– Estou curioso.
Bella segurou em minha mão e a colocou em sua barriga.
– Seu presente tá aqui dentro. – engoli em seco.
– É o que eu tô pensando? – ela mordeu o lábio e assentiu.
Meu coração disparou, uma enorme sensação de alegria e realização se apossou de mim. Sorri como um bobo, com os olhos marejados.
– Você sabe que me faz feliz a cada segundo da minha vida, não sabe? – Bella me abraçou apertado.
– Eu te amo, Edward.
– Eu te amo, Bella. Minha Bella. – beijei todo seu rosto. – Mais um fofoqueirinho. Não existe felicidade maior que a minha.
– Felizes para sempre? – ela perguntou, acariciando meu cabelo.
Beijei seus lábios.
– Para sempre é só o começo.

E então, gostaram? Edward acertou mais um gol rsrsrs...
Gente, e a fic acabou. Essa fic marcou muito pra mim.
Quando comecei a escrevê-la, eu falei sobre o acidente sem cintovem forma de alerta, e dias depois, eu sofri meu acidente com meu ex namorado.
Ou seja, durante essa fic eu fui demitida, eu sofri acidente, eu fui contratada por outra empresa, eu terminei um namoro, um tempo depois arranjei outro namorado... aconteceu tanta coisa comigo durante essa fic que me dá até pena finalizá-la... 
Vejo vocês lá... e ah,  tem o prólogo dessa fic... então, tecnicamente, ainda temos mais um encontro aqui...
vejo vocês lá... beijos e boa semana a todos...
e muito obrigada por todas as reviews e recomendações... você foram demais...




PLease, não dói, não cai o dedo e faz um autor se sentir útil e recompensado!

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