FANFIC - EU TE DOU MEU CORAÇÃO EPÍLOGO

Eu Te Dou Meu Coração

Eu te dou meu Coração
Diana Neves.




Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Amizade, Drama, Hentai, Romance
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez


Epílogo
7 anos depois
– Ô pai, me dá cinco dólares pra comprar cachorro-quente? – Justin me cutucou e estendeu sua mãozinha.
– Claro filho, vai lá. Eu tô de olho em você. Não demora porque daqui a pouco começa o jogo da sua irmã. – dei-lhe a nota de cinco dólares.
Estávamos no pequeno campo de futebol da Seattle Elementary School. Hope era atacante do time de futebol feminino, e hoje jogaria a final do intercolegial.
Minha menininha, agora com 11 anos, estava muito nervosa, mas ao mesmo tempo confiante.
E eu, um pai babão e orgulhoso.
Justin, meu caçula, com seis anos e meio, veio me acompanhar na torcida para a irmã. Bella, infelizmente não pode vir. Um grande amigo do pai dela falecera, e ela viajou imediatamente até Forks para dar apoio à família e ao pai que se fragilizou demais.
Restou-me a tarefa de cuidar dos dois e não permitir que Hope e Justin se matem.
Não é exagero. Eles se amam demais, mas eu reconheço que Justin tem uma forte inclinação a aprontar pra cima da irmã e irritá-la quase que 24 horas por dia.
Mas agora estava aqui, todo empolgado pra ver a irmã jogar e vencer o campeonato.
O time de Hope entrou em campo. Eu comecei a gritar e bater palmas como um torcedor fanático.
– Vai lá, Hope. Mostra pra todo mundo que você é a melhor. – gritei.
Justin chegou e sentou-se em meu colo.
Evidentemente, eu não estava na arquibancada. Estava com minha cadeira bem ao lado, mas meu pequeno adorava ficar em meu colo.
– Justin, só tome cuidado pra não derramar molho de cachorro-quente em mim, ok? – ele assentiu com seu rostinho todo sujo de molho e voltou a prestar atenção no campo. O jogo já iria começar.
[...]
O jogo já estava perto do fim, e o time da escola de Hope ganhava por dois gols de diferença.
Eu ainda estava na expectativa de Hope fazer um gol.
– Vai Hope. Faz um gol, filha. – eu gritava.
– Vai Hope. – Justin também apoiava a irmã.
Hope recebeu um passe na intermediária e avançou conduzindo a bola. Ela passou por uma e avançou em direção ao gol.
– Vai Hope. Chuta pro gol. – eu gritei.
Minha filha se preparou para o chute, e no momento exato, uma garota chegou a calçando por trás e fazendo minha filha cair no gramado.
– Ow, isso é falta. – gritei exasperado. – Cartão vermelho, juiz. Ela merece cartão vermelho.
– Essa feia derrubou minha irmã. – Justin gritou.
– Isso mesmo, ela é feia. E tem pontas duplas. Uhhh – vaiei.
– Pai, o que é pontas duplas? – Justin me interrogou com o cenho franzido.
– Não sei. Mas sua mãe quando quer falar mal de uma mulher sempre diz isso. – dei de ombros.
Hope se levantou e deu uma boa encarada na garotinha que a derrubou.
Isso, filha. Mostra pra ela quem é que manda. Vibrei internamente.
– Olha lá, pai. – Justin me mostrou que Hope bateria a falta na entrada da área.
Não sei se foi impressão minha, mas a arquibancada ficou em silêncio. Tudo pareceu ficar em silêncio enquanto minha garotinha se preparava para bater a falta.
Justin segurou minha mão. Eu fiquei concentrado olhando minha menininha.
Ela estava parada há alguns passos da bola e olhava concentrada para o gol.
Ela respirou fundo e iniciou sua pequena corrida até a bola.
Segurei a respiração.
Ela chutou e meu olhar se moveu junto com a bola.
Tudo pareceu ficar em câmera lenta.
A bola girava em direção ao gol. Todos observavam.
Hope olhava ansiosa.
A goleira pulou, mas a bola já havia passado e entrava com precisão no ângulo esquerdo. A rede balançou.
Todos explodimos.
– É goool. – Justin e eu gritávamos.
A metade da arquibancada que torcia pra escola da Hope gritavam também.
Hope correu para junto do resto do time, e as meninas se abraçaram.
O juiz encerrou a partida e o time da minha filha se sagrou campeão.
[...]
– Hope, e aquela parte que você deu um olézinho naquela loira aguada, foi muito legal. E na hora que aquela menina magrela te derrubou, e você levantou e encarou ela, eu achei muito legal. Você ia bater nela, Hope? – Justin não parava de falar enquanto íamos até o carro.
– Não, Justin. Eu não ia bater nela. Se eu batesse, eu levaria um cartão vermelho. – Destravei o carro e abri a porta.
Justin entrou pela porta de trás e colocou o cinto de segurança após se acomodar.
Eu travei a roda da cadeira e passei meu corpo para dentro do carro. Hope dobrou a cadeira e a guardou no porta-malas. Ela abriu a porta e sentou-se no banco do carona, ao meu lado.
– E então, pizza pra comemorar a vitória da nossa Ronaldinha? – eu brinquei enquanto ligava o carro e seguia estrada.
– Ah pai, Ronaldinha não. O Ronaldinho já até se aposentou. Meu futebol parece mais com o doMessi. – Olhei indignado pra ela e logo voltei a prestar atenção na pista.
– Você não sabe do que está falando. Ronaldinho foi muito melhor do que o Messi jamais será. – ela revirou os olhos.
– Ok pai, podemos comer pizza. – mudou de assunto. – Quando a mamãe chega?
– Ela me disse que chega hoje a noite. Eu não queria que ela pegasse estrada sozinha de noite, mas você conhece a dona Bella. Não aguenta ficar muito tempo longe de casa.
– Eu quero que a mamãe volte logo. Não aguento mais comer pizza. – Justin bufou.
Encarei meu pequeno pelo retrovisor.
– Olha, cozinhar não é o meu forte. Então até a mamãe voltar, é pizza que a gente vai comer. – eu disse colocando um ponto final no assunto.
– Se a vovó não tivesse viajado, a gente podia comer lá. – ele resmungou.
– Justin, o que eu disse? – eu estava a ponto de me irritar.
– Ou a gente podia comer na casa da tia Rosálie, ou da tia Alice ou pedir comida de verdade em algum restaurante. – ele continuou resmungando.
– Agora já chega, Justin. – esbravejei.
Hope virou seu corpo para trás e olhou feio para o irmão.
– Justin, o papai não gosta de depender de ninguém. E foram só dois dias. Hoje a gente vai comer pizza pra comemorar o campeonato. – ela respirou fundo. – Olha, você vive pedindo pra comer pizza quando a mamãe tá aí. Agora que a gente pode comer, você fica fazendo pirraça? Isso é muito feio da sua parte. O papai tá fazendo de tudo pra cuidar da gente enquanto a mamãe está fora, então por favor, seja bonzinho, ok? – ela virou-se pra frente e sentou-se reta com seu pequeno narizinho empinado. Ciente do dever cumprido.
– Desculpe, papai. – Justin pediu tímido.
– Tudo bem, meu filho. – sorri para acalmá-lo. Ele me deu seu sorrisinho de aquecer meu coração.
– Muito bem, chegamos. Estou louca por um banho. – Hope declarou, assim que os seguranças da guarita abriram o portão para eu entrar com o carro.
Parei na garagem e Hope logo desceu para pegar minha cadeira de rodas no porta-malas.
Me acomodei na cadeira, enquanto trancava o carro, após Justin sair.
Estávamos entrando na casa, quando meu filho começou a gritar.
– Pai. Pai, olha pai. A Hope tá morrendo. Não deixa ela morrer pai. – ele gritava desesperado.
– O que foi, filho? – me assustei imediatamente.
– Ela tá machucada. Tá saindo sangue. Pai, ajuda ela. – Justin gritava.
Hope me olhou totalmente constrangida.
– Droga. – ela disse e correu em direção ao seu quarto.
Respirei fundo, mais calmo.
– Justin, vem cá. – o chamei e ele veio prontamente para meu colo.
– Papai, eu não quero que a Hope morra. Salva ela papai. – ele chorava.
– Filho, por que você acha que a Hope vai morrer? Não pense isso. – eu passava a mão em seu rostinho, tentando limpar as lágrimas.
– Eu vi no filme, um cara que tinha uma manchinha de sangue igual a dela. Ele morreu. A mancha era na barriga, mas era sague igual o dela. – abracei meu menino.
– Justin, eu quero que você me escute. – ele me olhou atentamente. – Aquela manchinha era de sangue, mas nada de ruim vai acontecer com sua irmã, ok? É que toda menina, quando chega numa certa idade, tem umas coisinhas desse tipo, mas não é machucado não, ta bom? – ele assentiu um pouco desconfiado ainda. – É sério, pode confiar no que o pai tá falando. Ta tudo bem com a Hope.
– Jura?
– Eu juro, meu filho. – beijei os dedos, em claro sinal de juramente. – Agora, seja um bom garoto e vá tomar seu banho sozinho. Eu preciso conversar com sua irmã.
– Ta bom. – ele correu para seu quartinho.
Respirei fundo e empurrei minha cadeira até a porta do quarto de Hope. Bati duas vezes e por fim ela atendeu, vestida em um roupão de banho já.
Eu estava sem graça, ela estava sem graça, e eu não sabia por onde começar.
– Senta lá na cama, filha. – eu disse calmamente.
Ela me olhou meio desconfiada, mas se sentou.
– Hope, isso que aconteceu com você é perfeitamente normal, ok? – ela arqueou uma sobrancelha.
Merda, isso não vai dar certo. Pensei.
– Filha, imagina que seu corpo é uma fábrica. Conseguiu imaginar? – ela me olhou um pouco assustada mas assentiu. – E você tem uma torneirinha. Não, torneirinha é coisa de menino. – abaixei a cabeça e pensei. – Já sei, você tem um tanque. Tipo aqueles tanques de armazenamento. E aí, tem as tubulações que fazem parte do sistema. E todo mês, o tanque fica cheio, e tem uma válvula de dreno que se abre, e o que tem dentro do tanque é escoado. E isso que saiu hoje de... de... de dentro de você, é o que tinha no tanque. E vai ficar escoando uns cinco dias, mas depois pára, pro processo começar todo de novo. E aí, depois de um mês, o tanque vai encher de novo, e a válvula vai abrir novamente pra poder escoar. E isso vai se repetir por longos anos. É... Eu acho que é isso. – ela me olhou de uma forma estranha.
– Pai, você estava falando sobre menstruação? Porque se for, a mamãe já conversou comigo sobre isso e me explicou tudo. Está tudo sob controle, pode ficar tranquilo. – minha cara devia estar muito vermelha.
– Ok. É claro que sua mãe já conversou com você. – eu estava constrangido pela minha explicação de merda e não sabia onde enfiar a cara. – Bem... Então vou deixar você à vontade. Depois você me diz qual o sabor da pizza que você vai querer.
Empurrei minha cadeira até a porta, e antes de eu sair do quarto, ela me chamou.
– Pai? – olhei pra ela ainda constrangido. – Foi uma boa explicação. – ela piscou pra mim. Eu sorri um pouco sem graça e assenti. – É sério, foi bem inteligente e criativo. – sorrimos um para o outro. – Você é e sempre será o melhor pai do mundo.
– Obrigado, filha. – acenei e saí do seu quarto.
[...]
– Hope, você tem certeza que não vai morrer, não é mesmo? – Justin, ainda não estava completamente convencido que a irmã estava bem. No fundo, era até bonita sua preocupação.
– Tenho certeza absoluta, Justin. Isso é coisa de menina, não é pra você entender mesmo. – Hope deu de ombros e pegou mais um pedaço de pizza. – Quatro queijos ou calabresa? – Justin e eu escolhemos calabresa e ela nos serviu.
Escutamos barulho de carro em frente a casa. Meu coração disparou. A essa hora só poderia ser uma pessoa.
Pouco tempo depois, escutamos a porta da frente se abrir.
– Será que alguém nessa casa sentiu minha falta? – a voz do meu anjo.
– Mamãe. – Justin gritou e pulou de sua cadeira, correndo em direção à sala.
Bella logo apareceu com um molequinho loirinho agarrado em sua perna direita.
– Mãe, que bom que voltou. – Hope foi em direção à mãe e a abraçou.
– Tudo bem, minha filha? Como foi a final do campeonato? Meu celular descarregou e eu não consegui entrar em contato com vocês. – ela me olhou se desculpando, e eu pisquei sorrindo, em sinal de que tudo havia corrido bem.
– Ah mãe, foi tão legal. Nós ganhamos de 3x0... – ela contava totalmente empolgada, e Justin logo a cortou.
– Mãe, uma menina feia derrubou a Hope. Mas aí ela levantou, e chutou a bola bem no gol. Um golaço de falta. – ele contava todo orgulhoso o gol da irmã.
– Um golaço? – Bella me olhou e eu assenti. – Parabéns, meu amor. Imagino como você deve ter ficado feliz.
Eles caminharam para a mesa. Meus filhos se acomodaram e Bella veio para perto de mim. Afastei minha cadeira da mesa, e Bella veio prontamente se sentar em meu colo.
Beijei seus lábios.
– Sentiu minha falta? – ela perguntou sorrindo.
– Morri de saudades, minha rainha. – sorri e biquei seus lábios novamente.
– Eca, vocês são nojentos. – Justin disse fazendo careta.
– Você fala isso agora, mas quando a Mandy te olha, você fica com uma cara de bobo igual a do papai quando olha pra mamãe. – Hope falou e meu pequeno Justin corou.
– Ei, obrigado pela “cara de bobo”. Vou lembrar disso na hora de te dar sua mesada. – brinquei.
– Não papai, desculpa, eu estava brincando. – ela ria enquanto fazia cara de boazinha pra mim.
– Hummm, pizza. – Bella cortou o assunto. – Quatro queijos, minha preferida. – ela saiu do meu colo e sentou na cadeira ao lado de Justin e se serviu.
– E então amor, como foi tudo lá em Forks? – perguntei.
– Papai está muito triste, afinal, Harry era um grande amigo. Mas pelo menos ele tem o Billy ainda. Os dois estão sofrendo muito, e se apoiam um no outro pra poder superar essa grande perda. – ela comeu um pedaço de sua pizza. – Bem, vamos falar de coisas boas. Me conte tudo sobre jogo de hoje, filha.
E a mesa foi tomada pelo assunto da partida de futebol da minha filha.
Minha família estava reunida novamente.
Essa, com certeza, é a maior alegria de um homem. Ver sua esposa e seus filhos sentados à mesa, conversando e rindo. Felizes.
Isso é muito mais do que sonhei um dia. É muito mais do que acreditei que poderia ter.
Há anos atrás, quando eu ficava conversando com a Bella pela internet, eu nunca imaginaria que hoje estaríamos assim: felizes e com uma família.
Fechei meus olhos e agradeci a Deus pelo lindo presente que ele me deu.
Se o direito de andar me foi tirado, me foi dado o direito de ser um homem completo e feliz.
[...]
– Hummm, tem surpresa é? – eu estava deitado na cama, usando apenas uma cueca boxer.
Bella havia ido tomar banho, me informando que hoje eu teria surpresa.
Bem, eu parecia uma criança no natal, louco pelo presente.
– Bella, me dá minha surpresa logo. – pedi pela milésima vez, e pude escutar seu riso dentro do banheiro do nosso quarto.
Finalmente a porta se abriu. Olhei ansioso. Bella passou pela porta e... PUTA QUE PARIU.
Lambi os lábios.
– Colegial, amor? – gemi já levando uma mão ao meu membro e o apertando.
Até hoje faço fisioterapia, e minha sensibilidade evoluiu muito.
Ela deu uma voltinha, fazendo sua minissaia de pregas rodopiar e me mostrar a minúscula calcinha branca toda enfiada onde eu estava louco pra entrar.
Ficou de frente pra mim com aquela carinha de devassa que me tirava do sério. Sua pequena blusa branca com um nó na cintura, me permitindo ver seu umbiguinho, e um decote avantajado me mostrando seus lindos seios.
– Ô mulher, hoje você quer me matar do coração. Só pode. – abaixei um pouco minha cueca e coloquei meu membro pra fora e me acariciei com mais afinco.
Bella lambeu os lábios e me olhou com cara de gulosa. Merda, essa mulher é capaz de me fazer gozar só com um olhar.
– Vem cá, vem meu amor. – ela caminhou lentamente para a cama. – Tá curiosa, quer saber o que é isso? – entrei na brincadeira. Ela assentiu e mordeu o lábio. – Vem cá que o titio vai te mostrar o que é isso.
Ela ficou de joelhos na cama e me olhando com seu fingido ar de inocência.
– Segura nele, neném. – ela sorriu com o apelido e segurou em meu pau. – Isso, neném. Agora mexe pra cima e pra baixo. – gemi e ela fez o que pedi.
– O senhor está gostando? – ela perguntou fingindo inocência e isso me deu um tesão absurdo.
– Tô gostando sim neném. Tô gostando muito. Você quer deixar o titio mais feliz? – ela assetiu sapeca. – Coloca a boca aí.
– Mas não é ruim, titio Edward? – rosnei. Bella estava tão sexy nesse papel de colegial inocente.
– O titio vai gostar muito se você colocar sua boquinha bem aí. Você quer me agradar? – ela mordeu o lábio e assentiu. – Então coloca sua boca aí e deixa escorregar até a garganta.
Ela fez o que instruí e eu uivei de prazer.
Segurei em seus cabelos e guiei seus movimentos enquanto ela me chupava.
– Céus Bella. Isso parece errado e depravado. Mas eu estou morrendo de tesão com você vestida de colegial e fingindo inocência. – eu já respirava com dificuldade. – Vem cá, amor. Eu preciso sentir seu gosto também.
Ela se levantou e prontamente retirou a pequena saia e a calcinha. Ela tirou a blusa e veio pra cima de mim.
– Senta aqui no meu rosto amor, eu preciso sentir seu gosto. – segurei em sua cintura e dei uma longa lambida por todo seu sexo.
– Edward... – ela gemeu meu nome. Eu endureci a língua e a penetrei com ela. Bella agarrou meus cabelos e os puxou. – Mais amor... Eu quero mais.
Amoleci a língua e lambi freneticamente seu clitóris. O gosto de Bella era maravilhoso e eu nunca cansava de prova-lo.
– Ai amor... Eu tô quase lá... – ela gemeu e eu a puxei para baixo.
– Não, você vai gozar junto comigo. – desci seu corpo em direção ao meu pau, com a ajuda de uma mão me alinhei em sua entrada e puxei seu corpo em direção a minha pélvis. – Porra, isso é muito bom. – gemi quando a invadi.
– Sim... É maravilhoso. – ela gritou de prazer.
– Shhh amor, as crianças. – lhe avisei, mas eu também não estava me saindo bem em conter meus gemidos.
– Porra amor... eu vou... – levei as mãos aos seus seios e os apertei forte.
– Sim, agora Bella... – eu explodi de prazer dentro dela.
Minha cabeça estava tonta, minha visão um pouco turva pelo prazer, mas eu pude ver a expressão de prazer dela ao chegar ao orgasmo também e cair em cima do meu corpo com a respiração ofegante.
Aos poucos fomos nos acalmando.
Ela se levantou um pouco, me tirando de dentro dela, e se deitou ao meu lado. Ficamos abraçados na cama nos olhando.
– Colegial, heim. – comentei sorrindo. – Eu amei. – ela bicou meus lábios.
– Você e essa sua pressa. Eu ainda ia fazer uma dancinha pra você, mas você me seduziu e acabamos atropelando as coisas. – ela sorriu zombeteira.
– O que? Tinha dança? – ela mordeu o lábio e assentiu. – Ah, agora eu quero essa dança. Com certeza eu quero essa dança.
– Depois, deixa eu recuperar o fôlego. – ela fechou os olhos e respirou fundo.
Resolvi conversar um pouco.
– Hoje aconteceu uma coisa aqui em casa. – ela abriu os olhos e arqueou uma sobrancelha. – A Hope, ela... Bem... Como vou te dizer? Ela... – Bella me interrompeu.
– Ela ficou menstruada? É isso que você quer me dizer? – olhei intrigado.
– Como você sabe?
– Ela já vinha sentindo cólicas, e eu conversei com ela sobre isso. Comprei absorventes e expliquei como usa. E ela me contou na hora que estávamos lavando louça. E bem, ela me disse sobre sua explicação com tanques e válvulas. – ela riu zombeteira e eu fechei a cara.
– Não tem graça isso. – fiz bico.
– Ah amor, convenhamos... Válvulas de dreno? Tubulação? Você tem que admitir que isso foi engraçado. – sorri quase rendido.
– Ok. Talvez eu possa ter criado uma explicação um pouco fora do comum. – admiti.
– Talvez? – ela segurava o riso.
– Sim, talvez dona Isabella Cullen. – a puxei para meus braços e a beijei.
Encerramos o beijo com selinhos carinhosos.
– O tempo passa tão rápido. – comentei. – Esses dias eu ainda trocava fralda dessa menina, e agora já é uma mocinha.
– Estamos envelhecendo. – Bella disse sorrindo.
– Sim. Envelhecendo juntos. Como deve ser. – coloquei uma mecha de seu cabelo atrás de sua orelha. – Estou com quase 40 anos, porém tenho uma esposa que pode se passar por colegial perfeitamente.
Ela me abraçou e roçou sua coxa em meu membro.
– E eu tenho um marido que na verdade é um tio taradão. Devo me preocupar? – sorri e biquei seus lábios.
– Nunca. Só tenho olhos pra minha linda esposa. A única mulher que eu tive em minha vida. – ela sorriu terna pra mim. – Obrigado por tudo, Bella.
– Não precisa me agradecer. Você também me deu tudo o que eu sempre sonhei. – ela acariciou meu rosto.
– Como vai ser quando as crianças ficarem maiores e saírem de casa, heim? Tenho medo da casa ficar vazia demais. – ela deitou sua cabeça em meu peito.
– Bem, um dia eles vão sair de casa e formar suas próprias famílias. E então, ficaremos nós dois aqui. Velhinhos e felizes por ter vivido uma vida plena. Vamos cuidar um do outro e paparicar muito nossos netos. – ela alisava meu peito enquanto falava.
– Será que um dia vamos parar de fazer sexo? – Bella levantou a cabeça e me olhou sorrindo.
– Por que você está perguntando isso? – dei de ombros. – Bem, eu acho que vai chegar uma hora que vamos estar bem velhos pra isso.
– Vai ser estranho. – eu comentei.
– Com certeza vai. Vamos ter que jogar baralho ou dominó antes de dormir, já que o sexo vai ser aposentado. – rimos juntos.
Eu a apertei em meus braços.
– Sabe de uma coisa? Eu amo muito fazer sexo com você, mas acho que quando ficarmos muito velhos pra isso, nem vai ser tão estranho assim. – ela me olhou de forma interrogativa. – É sério. Quer dizer, eu adoro fazer qualquer coisa ao seu lado. Acho que até jogar bingo vai ser mais divertido se for com você. Se hoje em dia, algum cara me pedisse um conselho sobre casamento, eu diria pra ele se casar com uma mulher que ele goste de estar junto, uma mulher que ele goste de conversar. Porque depois de um certo tempo, o relacionamento precisa de algo mais que sexo. Precisa de companheirismo, amizade e carinho.
– Nossa Edward. Está profundo hoje, heim. – ela brincou.
– Só estou dizendo. – dei de ombros. – Mas vamos parar de falar dessa coisa de não fazer sexo. – a abracei forte. – A gente ainda tem muito óleo pra queimar. – ela gargalhou.
– Meu Deus, todo romântico e reflexivo numa hora, e um ogro tarado em outra. Esse é meu marido. – desci beijos por seu pescoço.
–Só seu.
– Só meu. Gosto disso. – nos beijamos e aproveitamos de uma forma bem prazerosa nossa noite.
Tudo na vida tem sua fase. E a melhor coisa do mundo é quando você encontra alguém que passa todas essas fases ao seu lado.
Para sempre...



E então, gostaram? Cara, a situação entre a Hope e o Justin eu dei uma valorizada pra ficar engraçado, mas isso aconteceu comigo e meu primo quando eu era mais nova...r srsrsrsrsrs
e a explicação do edward heim... meu Deus, mais sem noção impossível kkkkkk

E bate ae quem gostou da Bella se vestindo de colegial pro maridão o/


beijos e muito obrigada a todos que me acompanharam nessa viagem da minha cabeça. E eu espero que tenha tocado o coração de todos, e que talvez possamos enxergar quem tem qualquer tipo de deficiência com um pouco mais de sensibilidade, e que saibamos enxergar suas qualidades e principalmente suas possibilidades..

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