FANFIC QUIZÁ - CAPITULO 05

Quizá

QUIZÁ - DIANA NEVES


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance, Songfic
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo


Mais uma semana se iniciou. Edward manteve sua rotina de ir para a empresa e trabalhar bastante, entretanto, sempre se pegando no meio do dia olhando o porta-retratos sobre sua mesa, com a foto que tiraram nas últimas férias da família, em Acapulco, no México. Um verdadeiro paraíso, onde as crianças se divertiam o dia todo, dando uma verdadeira canseira nele e em Bella, e de noite, elas ficavam na área de recreação do resort onde se hospedaram, na companhia das outras crianças hospedadas, onde um grupo contratado pelo resort fazia brincadeiras para entretê-las enquanto os pais poderiam ir ao restaurante e salão de danças do local. Obviamente, Edward e Bella aproveitaram muito para namorar. As pedras da praia privada do resort que o digam. Sorriu ao se lembrar disso.
Pegou o porta-retratos em suas mãos e ficou admirando os sorrisos felizes nos rostos das pessoas que ele mais amava no mundo. Seus três filhos e Bella.
Bella, tão linda naquele biquíni que ele quase morria a cada vez que ela andava pelas areias da praia e um marmanjo a secava. Ela sorria enquanto segurava Daniel no colo e abraçava Anthony com o braço esquerdo. Uma verdadeira mãezona e ao mesmo tempo uma moleca que adorava correr e brincar de bola com os filhos. Ela sorria fácil para qualquer brincadeira. Bella... Sua eterna garota.
Deixou o porta-retratos sobre a mesa e pediu sua secretária que encomendasse o almoço pra ele. Não estava com ânimo de ir até um restaurante para almoçar.
Edward respondeu a alguns e-mails de fornecedores e se pegou olhando Bella de biquíni na foto novamente.
Sentiu aquele famoso calor pelo corpo, seu membro pulsou. Três malditos meses sem sexo e ele estava enlouquecendo. Se tocar para aliviar a tensão já não adiantava mais. Ele estava necessitado de sentir pele na pele, fricção de carne com carne, boca na boca, gemidos e sussurros ao ouvido. Ele estava necessitado do abrigo quente no meio das pernas de Bella. Lá era onde sentia que era seu lar.
Levou uma mão até seu membro por cima da calça e o apertou para aliviar.
Ah Bella, sua garota safada de sempre. Não recusava nada na cama, e não porque fazia só pra agradá-lo, mas porque gostava também de inovar. Ela era um vulcão em plena erupção durante o sexo. Gritava, urrava, o arranhava, não tinha pudores e ele venerava isso.
Apertou novamente seu membro tão necessitado e foi embalado por memórias de alguns anos atrás.
Flashback
Edward estava completando vinte anos. Tudo ia bem na faculdade, e ele já havia conseguido um estágio no período da tarde, onde cada vez pegava mais práticas no ramo de eletrônica e automação e ainda conseguia um dinheiro razoável que ele depositava em sua conta poupança para concretizar o sonho da sua empresa própria.
Era fim de semana e ele estava se arrumando para sair com Bella. Comemorou seu aniversário com a família durante o almoço, e a noite seria com sua pequena.
Eles não saíam muito, pois a grana era curta e ele economizava bastante para investir em seu sonho, mas uma vez ou outra, dava pra sair e curtir com sua garota.
Ajeitou os fios desajeitados de seu cabelo e deixou o quarto.
– Pai, me empresta o carro? – pediu enquanto passava pela sala e encontrava o pai e a mãe assistindo TV. Suas irmãs Rosálie e Alice provavelmente estavam na praça com as amigas da mesma idade.
– Ok, mas não dirija rápido, a pastilha do freio não está muito boa e eu só vou poder colocar pra corrigir isso no mês que vem. Então, sem exageros. – Carlisle recomendou enquanto entregava a chave do velho Opala para o filho.
– Valeu por emprestar o carango, pai. – Edward deu um beijo no rosto de cada um e saiu empolgado de casa.
Assim que estacionou em frente a casa de Bella, sua pequena, que já o esperava na varanda, veio correndo ao seu encontro. Mal saiu do carro e recebeu o pequeno e delicado corpo em seus braços.
– Ei, que recepção boa. Não tem nem três horas que nos vimos pela última vez e você me recebe assim? – ele perguntou sorrindo. Ela deu um beijo estalado em seus lábios enquanto circulava seu pescoço com os finos braços.
– Mas hoje é seu aniversário, meu namorado de vinte anos. – ela piscou.
– Oba, então quero fazer aniversário todo dia, já que sempre vou ser recebido com todo esse amor. – ele fez charme e a beijou novamente. – E seu pai, ta em casa? – ele perguntou quando se afastaram.
– Ele está na casa de Harry, o novo amigo dele. Parece que haveria um churrasco lá e bem, sabe como é, ele deve estar aproveitando pra tomar umas cervejas com os caras. – ela explicou ainda agarrada ao pescoço dele.
– Ok, então vamos. – eles entraram no carro e Edward guiou até o restaurante no centro da cidade. Não era um lugar muito requintado, mas era bem decorado e tinha uma boa comida.
O jantar foi em meio a muitos risos, beijos e juras de amor.
Bella contava que estava empolgada para sua pequena e simples festa de sweet sexteen que seria em dois meses e Edward olhava encantado para a alegria e positivismo de sua amada.
Já se passavam das dez da noite quando Edward pagou a conta e eles foram embora.
Ao chegarem na casa de Bella, Edward entrou com a garota para conferir se Charlie estava em casa. Se ele ainda não estivesse, faria companhia a ela até o pai chegar. E poderia dar uns amassos em sua garota também, afinal, ele não era de ferro.
Ao entrarem, escutaram o ronco alto vindo do quarto de Charlie e Edward se sentiu frustrado por não ter alguns momentos a sós com sua pequena.
– Ele está em casa... Acho que já é hora de eu ir. – ele disse desanimado.
– Vem até o meu quarto, a gente pode namorar um pouquinho. – ela pediu baixinho, fazendo aquela manha que ele adorava e não conseguia negar.
– Mas Bella, seu pai ta no quarto ao lado. Se ele me pega dentro do seu quarto a essa hora da noite, eu to ferrado. – ele já estava louco pra aceitar a sugestão.
– Ele não vai acordar. Quando ele vai pros churrascos na casa do Harry, ele sempre toma cervejas a mais e dorme a noite toda, roncando como um trator. – ele riu da espontaneidade da sua menina.
– Ai Bella, você fica me tentando. – ele gemeu rendido. – Ok, só um pouco.
Entraram no quarto da garota e ela logo trancou a porta para evitar qualquer surpresa.
– Vem, deita aqui. – ela tirou as sandálias e se deitou em sua cama de solteiro, chamando o rapaz que já sentia todos seus hormônios em ebulição.
Ele caminhou até ela e deixou seu corpo cair por cima do pequeno corpo da amada lentamente.
– Eu te amo tanto, pequena. – ele beijou o ombro dela, subiu pelo pescoço e alcançou a boca, sendo recebido num beijo quente e luxuriante.
Com os pés, ele se livrou do tênis. Ajeitou seu corpo por cima de sua pequena e gemeu na boca dela ao friccionar seu pênis no centro das pernas dela.
Eles já haviam passado da fase de apenas beijos há muito tempo. Se tocavam intimamente, masturbavam um ao outro e se esfregavam até conseguirem prazer juntos. Mas o sexo ainda não havia rolado.
– Edward, eu sinto tanto a sua falta durante a semana. – ela sussurrou enquanto ele descia beijos por seu pescoço e colo.
– Eu também, pequena. Morro de saudades de você. – ele abriu os botões frontais da blusa de Bella e admirou seu sutiã rosinha com rendas. Ele nunca havia visto esse, e era tão lindo. Seus seios pequenos e firmes, ainda em fase de desenvolvimento já eram um parque de diversões pra ele. – Mas pensa que essa fase logo vai passar. Estou estudando e trabalhando por nós dois, pelo nosso futuro juntos. – ele levou uma mão ao fecho frontal do sutiã e o abriu, passando a brincar com o bico intumescido que parecia chamá-lo. – Eu vou te dar tudo que você merece, Bella. Você vai ser a mulher mais mimada e amada do mundo. Quando eu for seu marido, vou te dar tudo que você merece. – ele desceu a boca para os seios e a garota gemeu.
– Você já me dá tudo, amor. O seu amor é tudo pra mim. – ela gemeu novamente quando ele impulsionou o quadril, fazendo-a sentir a potência de seu membro. – Edward... Faz amor comigo. – ela pediu entregue e ele no mesmo momento soltou seus seios e a encarou.
– Bella, você só tem quinze anos. – ele ponderou, lutando contra todos os instintos primitivos que queriam torná-la sua.
– Eu faço dezesseis daqui a dois meses... – ela levou a mão à calça jeans e a abriu. Edward, mesmo surpreso, afastou o quadril para que a garota abrisse a calça e deslizasse até os joelhos. Ele ajudou a retirá-la, deixando de calcinha.
– Bella, vamos apenas namorar como sempre fazemos... Você é tão nova. – céus, ele queria muito fazer amor com ela, mas ele era o mais velho e tinha que pensar pelos dois.
– Edward... Me faz mulher... – ele gemeu ao escutar o pedido tão inocente e luxurioso ao mesmo tempo. – Me faça sua mulher.
– Minha... Minha mulher. – ele a beijou com fúria sem ter como negar ao pedido da namorada. Há muito tempo ele sonhava com isso e não se agüentava mais de vontade de se afundar no corpo da amada.
Se beijaram com paixão enquanto Edward, um pouco desajeitado, tirava a calça e a cueca juntas.
Esfregou seu pênis no centro de Bella e escutou o gemido maravilhoso da namorada. Lentamente, ele retirou sua calcinha, revelando a feminilidade delicada com ralos pelos castanhos claros em volta.
Ele sempre quis fazer uma coisa, mas nunca tinha a oportunidade. Entretanto, agora ele estava ali, cara a cara com seu objeto de desejo. Bella o olhou espantada quando Edward afundou o rosto entre suas pernas e deu uma longa lambida em toda extensão de seu sexo. A garota gemeu e seu quadril tremeu com o súbito prazer da nova descoberta.
Edward lambia e chupava, assim como havia visto em filmes pornôs, e percebeu que estava fazendo certo, pois a namorada gemia bastante e rebolava em seu rosto.
– Shhh amor, seu pai pode acordar. – ele a advertiu enquanto se levantava para pegar a carteira que estava na calça jogada no chão. Pegou a camisinha dentro da carteira e se enrolou um pouco pra colocá-la, mas por fim, deu certo.
Voltou para cima do corpo de Bella, que já estava toda molhada tanto com sua lubrificação própria quanto com a saliva do rapaz e posicionou seu membro na pequena entrada.
– Amor, se doer você me fala. Quer dizer, vai doer... Mas aí você fala... Porque se doer... Ah meu Deus, eu estou nervoso. – ele bufou, por fim assumindo.
– Calma, amor. Eu confio em você. Eu sei que pode doer um pouco, mas depois melhora. Eu conversei com muitas amigas sobre isso. – Ela enrolou suas pernas em torno do quadril do rapaz e o puxou sutilmente. – Vem pra mim. Me ame, me torne mulher.
– Sim... Eu vou... – ele gemeu rendido e, lentamente, começou a deslizar sua ereção no canal apertado.
A sentiu retesar quando ele estava na metade do caminho, então logo tomou seus lábios e a beijou com todo amor que ele tinha em seu peito.
Aos poucos, a sentiu relaxar e voltou a pressionar seu pênis a invadir o território inexplorado. Bombeou levemente para entrar mais fácil, e a cada gemido de protesto que ela soltava em sua boca, ele parava e se concentrava em apenas beijá-la e demonstrar que ela poderia confiar nele.
Enfim, rompeu a barreira de sua virgindade e afundou todo seu membro no canal apertado. A vontade do rapaz era gozar como um louco, entretanto, ele estava fazendo uma força sobrenatural pra se conter e tentar dar um pouco de prazer a amada.
Tinha quase certeza que não conseguiria fazê-la gozar na primeira vez, até porque ele também era inexperiente, mas queria ao menos que ela gostasse da sensação.
Passou a bombear mais forte em seu centro e Bella voltou a gemer, dessa vez de prazer.
Ele libertou os lábios dela do beijo que eles já davam há um bom tempo e ficou fascinado olhando o rosto de prazer da garota enquanto ele estocava contra seu sexo quente, molhado e apertado.
– Edward... Isso é bom. – ela sorriu feliz, olhando nos olhos do amado.
– Sim, amor. É muito bom... É maravilhoso. É com você. – a fala do rapaz foi desesperada. O prazer queria inundá-lo, e ele estava tentando prolongar ao máximo a primeira vez deles.
– Eu te amo tanto, Edward. – percebeu uma lágrima descendo pelo canto dos olhos de sua pequena, contudo, era uma lágrima de felicidade.
– Eu também amo você, Bella. Só quero você, pra sempre. – deu uma última estocada e gozou, enchendo o preservativo com seu sumo do prazer.
Tempos atuais
Estava quase gozando em sua calça por estar se tocando superficialmente e se lembrando de um momento tão mágico. Levantou-se rapidamente e correu para o banheiro anexo ao seu escritório.
Levantou a tampa do vaso, abaixou a calça e cueca e manejou rapidamente seu membro inchado.
– Oh... – deu um leve gemido quando seu gozo espirrou e ele tentou direcionar para que fosse diretamente para o vaso, de forma a não espirrar na parede. Sim, esse havia vindo com pressão, pelo menos, as duas primeiras jorradas. – Merda, Bella, olha o que você faz comigo. – esbravejou para o nada.
Se limpou e voltou para sua mesa.
Seu almoço chegou e ele comeu rapidamente. A tarde se passou da mesma forma como a parte da manhã. Em meio a trabalho e lembranças de Bella.
Merda, essa situação já estava ficando insuportável. Tinha que recuperar seu casamento para que pudesse voltar a viver.
No fim da tarde, resolveu ligar na casa em que Bella vivia com seus filhos. Gostava de conversar com as crianças e... E também gostava de ouvir a voz de Bella.
Chamou... Chamou... Chamou e por fim a empregada atendeu, informando que Bella havia ido até a casa dos sogros para levar as crianças.
Nem sabia que seus pais já haviam voltado de viagem. Era quarta feira, e seus pais o haviam informado que só voltariam na sexta. Deu de ombros, poderia ter acontecido algum imprevisto ou simplesmente resolveram voltar. Após a aposentadoria de seu pai e mãe juntos, eles passaram a viajar com mais freqüência já que com todos os filhos casados, eles só tinham despesas com eles mesmos, então o dinheiro sobrava.
Edward rapidamente ligou na casa dos pais, os cumprimentando superficialmente e pediu pra falar com Renesmee.
– Oi, pai. – sua garotinha atendeu animada.
– Oi filhota, como esta esse braço? – sorriu ao escutar a vozinha de sua princesa.
– Ah, nem dói mais, a mamãe vai me levar no hospital amanha pra ver se já posso tirar o gesso.– ela explicou docemente.
– Hum... E por falar na sua mãe... Ér... Por que ela levou vocês pra casa do vovô e da vovó? – não agüentou segurar a curiosidade.
– Hummm, peraí. – escutou passos e de repente houve silêncio. Sua garotinha era esperta, provavelmente saiu do cômodo onde havia mais pessoas por perto. – Ah pai, ela vai sair hoje.
– Sair? Com quem? – ele sentiu seu sangue agitar em suas veias.
– Hum... Acho que as amigas do curso paisagismo, e hummm... Um homem chamado Jacob ligou pra ela hoje. – Edward retesou em sua cadeira. Outro homem ligando pra ela?
– Você sabe onde eles vão? – se xingou mentalmente por estar tentando arrancar informações de sua filha.
– Ér... Eu acho que é... Coconut. Isso, é esse nome mesmo que eu ouvi a mamãe falando. – ele apertou a ponte do nariz. Coconut era um bar com boate anexo. Bem badalado e o point de gente solteira.
– E ela disse que horas irá buscar vocês?
– Amanhã... Ela disse que vai voltar tarde e não quer acordar a gente pra levar pra casa, e a gente queria dormir aqui na vovó também. – Edward deu um forte tapa na mesa. – Pai? – Renesmee se assustou com o estrondo que ouviu do outro lado da linha.
– Oi, filha... Ér... Deixei cair uma coisa aqui. – disfarçou. –Ér... A mamãe não precisa saber que tivemos essa conversinha. – ela murmurou um “uhum” em resposta. - Então ta, meu amor. Amanhã papai liga de novo. E fim de semana você escolhe o destino do nosso passeio, ok?
– Oba, pai. Vou ficar pensando em um monte de lugar pra gente ir. Tchau, te amo.
– Também te amo, minha flor. Diga ao Anthony e ao Daniel que eu os amo e mandei um beijo. – encerrou a ligação e bufou.
Bella iria sair. Coconut.
Levantou-se, ajeitou o terno e pegou sua pasta.
Ah, mas ela não iria escapar fácil assim.

No comments :

Post a Comment