FANFIC QUIZÁ - CAPITULO 06

Quizá

QUIZÁ - DIANA NEVES


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance, Songfic
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo

AVISO: O CAPÍTULO DE HOJE CONTÉM CENAS PROIBIDAS PARA PESSOAS QUE NÃO GOSTAM DE LER HOT, OU SEJA, PULEM O FINAL SE NÃO CURTEM UMA COISA QUENTE.

Como eu sei que a maioria curte - safadeeenhas - vamos ver nosso querido Edward se roendo de ciumes e botando pra quebrar?


Bella terminava de se arrumar em seu quarto.
Estava animada para sair e ao mesmo tempo não estava. Queria se divertir, tentar esquecer um pouco a tristeza e vazio que vem sentindo em sua vida, e ao mesmo tempo, queria que sua realidade fosse diferente. Queria que essa fosse mais uma quarta feira em que ela fica em casa com as crianças e que o marido chegaria depois de um dia de trabalho, brincaria um pouco com os filhos, jantariam, colocariam as crianças pra dormir e por fim, se amariam naquela enorme cama de casal.
Balançou a cabeça para que seus olhos não marejassem e borrassem sua maquiagem. Sua realidade não era mais essa e ela tinha que aprender um modo de superar.
Deu os últimos retoques na maquiagem, avaliou em frente ao grande espelho o vestido preto justo que usava. Tinha trinta anos, mas o corpo ainda estava em cima, dava para ousar um pouco sem parecer vulgar.
Saiu de casa ativando o alarme e foi para a rua. Preferiu chamar um táxi porque poderia tomar alguns drinques, então ir em seu próprio carro estava fora de questão.
Ao chegar a Coconut, encontrou as novas amigas do curso e Jacob, dono do curso e dono de uma grande empresa de paisagismo na cidade. Um homem de altura média, moreno, forte e sorriso fácil. Não era novidade que ele arrastava uma asa por ela, mas ele era discreto, e ela conseguia se esquivar com educação.
– Boa noite, gente. – cumprimentou a todos com um sorriso verdadeiro.
A musica ambiente estava gostosa de ouvir e ela se pegou animando-se com a noite.
– Hey Bella. Ta linda, amiga. – Angela, uma grande amiga que fez no curso de paisagismo em que ingressou após sua separação, a cumprimentou com dois beijos no rosto.
Bella corou um pouco com o elogio da amiga mais espevitada e logo recebeu os cumprimentos de cada um.
– Bella, você tem quantos anos? 18? – Jacob brincou enquanto se levantava e abria os braços para pegá-la em um abraço forte. – Está linda... Parece uma menina... Obviamente uma menina com más intenções. – ele piscou brincalhão e todos riram.
Jacob tinha essa mania de flertar bastante, já era uma característica sua. Bella já sabia diferenciar quando ele estava realmente dando em cima dela e quando estava brincando. Dessa vez, era apenas brincadeira, pensou ela, agradecida.
Sentou-se à mesa com todos e pediu uma margarita para se animar. A conversa fluía fácil com o grupo, variando por todos os assuntos possíveis. Jacob era um comediante nato, não tinha como ficar sério em uma mesa com ele junto. Até mesmo quando suas piadas e trocadilhos não tinham graça, se tornava engraçado pelo seu modo de contar.
Bella era só sorrisos e por uns momentos, pode dissipar a tristeza e saudade em seu coração, se divertindo verdadeiramente entre os recém-conquistados amigos.
Do outro lado do bar, Edward observava tudo de cara emburrada. A cada sorriso que Bella dava ele rosnava de ciúmes e tomava mais um pouco de sua cerveja.
Quantas garrafas ele já havia ingerido? Oito? Dez? Ele não sabia. Só sabia que estava morrendo por estar longe de sua Bella, e vê-la sorrir tão à vontade com as amigas lhe incomodava um pouco, pois parecia que ela estava conseguindo seguir em frente, enquanto ele estava ali, a observando de longe como um perseguidor.
– Gente, a pista de dança ta enchendo, vamos pra lá também. – Angela estava empolgada e chamou todos.
– Bem, acho que é uma boa idéia. – Jacob opinou já se levantando e estendendo uma mão para ajudar Bella. – Vou ao bar, quer alguma bebida? – ele chegou um pouco mais perto dela para que ela pudesse escutar o que ele dizia, e circulou sua cintura fina com seu braço musculoso. Ele era homem afinal e arrastava um bonde por aquela mulher.
– Sim, por favor, uma batida de frutas qualquer. – ela sorriu, se afastando discretamente dele.
– Porra. – Edward rosnou do outro lado do bar e se levantou.
– Vem Bella, eu amo essa música. – Angela a puxou pela mão e as outras mulheres seguiram com elas para o meio da pista.
Estava tocando uma música latina bem dançante, no estilo salsa, especialidade do local, e as mulheres se soltaram na pista. Fazia tempos que Bella não se soltava com amigas, aliás, fazia tempos que não saía com amigas, e durante um bom tempo de casada, ela não tinha amigas além da família, se doou demais aos filhos e ao marido, esquecendo-se um pouco de si mesma. E ela se sentiu bem quebrando um pouco a rotina.
Soltou o quadril e rebolou ao ritmo da salsa bem tocada pelo grupo que estava no pequeno palco. À luz baixa do local, dando um ar sexy e envolvente ao ambiente, Edward estava encostado a uma pilastra, ainda com uma garrafa de cerveja na mão, observando atentamente cada movimento de Bella.
O ciúme o corria, sua mulher estava dançando e se exibindo para outros homens e ele não gostava nada disso.
Jacob voltou com as bebidas e entregou o drinque de Bella. Ela sorriu em agradecimento e continuou dançando enquanto bebia.
Jacob entrou no meio da roda das garotas e começou a rebolar de forma provocante, mais para fazer graça do que para seduzir, entretanto, era um homem belíssimo e por vezes não tinha noção do efeito que causava nas mulheres.
Ele chegou perto de Bella, a provocando, assim como havia feito com Angela anteriormente, e Bella, apesar de ruborizar-se, correspondeu dançando. Ela estava se divertindo afinal. Sempre gostou de dançar, contudo, as crianças às vezes impossibilitavam isso. Não que ela não gostasse de ser mãe, porque na verdade, ela amava, sabia que havia nascido pra isso, mas quebrar um pouco a rotina e se divertir entre pessoas da sua idade não era pecado.
Jacob apoiou a mão livre em sua cintura e Bella se sentiu um pouco incomodada por isso, porém, não o repeliu, estavam apenas dançando afinal.
Jacob sorria brilhante pra ela e parecia se divertir sem segundas intenções. De repente, ele olhou algo por cima dos ombros de Bella e a soltou um pouco.
– E aí cara, beleza? – cumprimentou Edward que vinha como um touro bravo para pista de dança. Foi demais ver sua mulher, sim ela era sua, tendo a cintura tocada pelas mãos de outro homem. Franziu o cenho ao ser cumprimentado pelo cara e logo lembrou de onde se conheciam.
– Ah... Hum... Beleza. – disse um pouco constrangido.
Bella girou em seus calcanhares e ficou surpresa em ver Edward ali.
– Oi... – foi a única coisa que ela conseguiu fazer sair de seus lábios.
– Hum... Oi. – ele se sentiu nervoso de repente. Droga, não queria parecer um perseguidor pra ela. – Estava por aí e te vi, resolvi vir cumprimentar. – ele deu a desculpa esfarrapada que ele sabia que Bella não acreditaria, mas pelo menos não passaria vergonha diante dos amigos de Bella que deviam ser recentes, pois ele não conhecia ninguém. Além de Jacob, que fora apresentado a ele em outra ocasião.
– Ah, se você estiver sozinho pode ficar aqui. Sou bendito ao fruto entre as mulheres, mas não ligo de dividir meu posto com você. – Jacob comentou brincalhão, dando um tapinha nas costas de Edward, que assentiu ainda tímido diante do olhar de Bella. – Meninas, esse aqui é o Edward... Fomos apresentados em coquetel de lançamento daquele jornal novo da cidade. – Jacob apresentou Edward para as mulheres que logo sorriram e continuaram dançando.
Bella, ainda cismada com essa súbita aparição do ex marido, tentou voltar a dançar para se distrair.
– Hey Bellinha, essa é caliente, é pra dançar coladinho. – Jacob a chamou e piscou em flerte.
Edward trincou os dentes, e antes que o moreno puxasse sua mulher pela cintura, ele a puxou e colou o pequeno corpo dela ao seu.
Jacob deu de ombros e puxou Angela para ser seu par.
– Bellinha? É assim que você deixa outro homem chamar você? – ele a apertou em seu corpo e perguntou rosnando em seu ouvido.
– Ele é meu amigo e tem intimidade pra me chamar assim. – Bella deu de ombros, irritada pelo modo possessivo do ex marido.
– Eu não gostei. – ele afirmou.
– Você não tem que gostar ou desgostar de nada. – ela devolveu irritada tanto com o aperto que dava em seu corpo quanto com o seu tom autoritário. Na verdade, o aperto causava arrepios de desejo em Bella, e isso também a deixava irritada.
– Eu sou seu marido, Isabella! – ele esbravejou ainda ao pé do ouvido dela.
– Ex! Você é meu ex marido. – ele tomou o copo com a batida de frutas da mão de Bella e estendeu para uma das amigas dela segurar.
– Não sou ex porra nenhuma. Sou seu marido! – afirmou categórico, não dando tempo para resposta. Ele segurou em sua duas mãos e a girou de modo a encostar as costas da mulher em seu peito.
Ele segurou na cintura fina, ainda ao ritmo sensual da salsa e empurrou de leve seu quadril que batia um pouco acima do traseiro de Bella.
– Sente como eu to duro por você. Só de te olhar nesse vestido, eu fiquei louco, e fiquei mais louco ainda quando vi aquele marmanjo botando as mãos em você. – ele deu um aperto na fina cintura arrancando um gemido quase inaudível de Bella, e abaixou um pouco a cabeça para poder falar ao pé do seu ouvido. – Eu to doido pra te foder bem forte até você gritar que é minha. É, sempre foi e sempre será só minha. – ele a girou pelos braços novamente, a fazendo ficar de frente pra ele. Levantou os braços, ainda segurando os dela, os soltou no alto, e desceu lentamente com suas mãos acariciando cada centímetro dos braços finos de Bella, passando pela parte interna e desceu pela lateral do corpo feminino, sempre olhando-a nos olhos.
Para quem via de fora, era uma cena pra lá de quente. Química, sensualidade e tesão exalando daquele casal que dançava de forma tão íntima.
Entretanto, para Bella, era desespero.
Desespero por saber que o desejava como louca e que só com a dança, ele a fazia queimar de tesão, e ele a olhava de um jeito que sabia que sua calcinha estaria molhada, alegando que ela estava pronta pra ele. Mas a raiva também estava presente.
Ele a segurou pelo quadril e a puxou rudemente, fazendo com que ela abaixasse os braços até a altura do pescoço dele e o enlaçasse.
– Para de me tratar como se ainda fôssemos alguma coisa. E aliás, o que você está fazendo aqui? Não venha me dizer que estava aqui por acaso pois eu te conheço e sei que você não é do tipo de sair sozinho, ainda mais para dançar. – ela esbravejou.
– Eu estou aqui porque a minha mulher está aqui e tem outro homem querendo tirá-la de mim. – Edward respondeu irado.
– Uma pessoa não pode te tirar o que já não é mais seu. – ela disse simplesmente enquanto o empurrava para se afastar. A música havia acabado e todos aplaudiam.
Edward a olhou atordoado. O coração se retorcendo em dor pelas palavras dela. E ele sabia que não era verdade, ela só estava magoada, e com toda razão. Ele era um idiota primitivo e possessivo. Mas em sua vida, nunca teve medo de perdê-la. Bella sempre fez questão do mostrar ao mundo seu amor por Edward e ele se sentia seguro. Agora que ela estava tentando levar sua vida adiante após a separação, o medo corroia suas entranhas.
Outra música mais agitada e menos sensual se iniciou e todos formaram aquela rodinha de amigos novamente.
– Uou, que show que vocês deram heim. – Jacob, que não sabia de nada da situação, brincou com eles.
– É... Hum... É mesmo. – Edward, ainda atordoado, respondeu.
– Ei Edward, e Tânya, você a tem visto? – Edward retesou e Bella sentiu o sangue gelar nas veias. – Faz tempo que não a encontro, da última vez que a vi, foi quando ela nos apresentou, e eu não quis permanecer muito tempo com vocês para não segurar vela. – Jacob, ainda sem noção do que acontecia ao redor, comentou.
Bella trincou os dentes e Edward cada vez ficava mais pálido.
– Não... Tânya e eu nunca tivemos nada. – ele se defendeu rapidamente.
– Não? Ela havia comentado comigo que estava namorando um cara e depois quando eu a vi, ela estava com você. Foi mal então. – Jacob disse e se virou para voltar a dançar com as meninas após ter se ligado da mancada que deu. Talvez Edward estivesse de olho em Isabella e ele com esse comentário tenha estragado as coisas para o lado do cara.
– Estou indo embora, está tarde eu to com sono. – Bella se despediu de todos num impulso, sem ao menos escutar o lamento do seu grupo e se direcionou rapidamente à saída.
Chegou à rua já um pouco mais deserta devido ao horário e rezou para que um táxi passasse logo.
– Bella... Bella... – Edward a alcançou. – Olha isso que você escutou lá dentro... – ela se virou para ele, com raiva e dor nos olhos e o interrompeu.
– Eu não tenho nada haver com sua vida, mas me diga uma coisa. Foi antes ou depois da separação? Heim, me diga! Tânya saía por aí espalhando que você era namorado dela antes ou depois da nossa separação? Eu acho que tenho o direito de saber que fui tachada como chifruda! – ela gritou a última frase deixando uma lágrima de dor escorrer por sua bochecha.
– Não, Bella. Ninguém ousaria te chamar disso. E como você pode saber que sou eu o cara que Jacob mencionou? Tânya poderia estar realmente namorando um cara e Jacob confundiu as coisas quando nos viu juntos. – ele tentou argumentar.
– Vá à merda, Edward Cullen. Eu não sou idiota. – ela se virou e começou a andar pela rua. Se fosse caminhando até em casa, demoraria mais de meia hora. Droga, cadê um táxi nessas horas?
– Ei, ei, ei. Você não pode me dar as costas. – ele caminhou atrás dela e a puxou forte pelo braço. – Vamos, eu te levo em casa. Isso não é hora de mulher casada estar andando sozinha pela rua.
Bella se debatia em seu aperto, porém, acompanhava o andar dele.
– Eu não sou casada. Sou separada, esqueceu-se disso? E olha quem fala. Quando você saía com Tânya para todas essas festas idiotas alguém te dizia que não era horário de homem casado estar na rua? – eles chegaram ao estacionamento e Edward desativou o alarme do carro, abrindo a porta e empurrando Bella dentro dele. – Eu acho que ninguém dizia isso porque muitos deviam achar que sua esposa era Tânya e os que me conheciam deviam me achar uma chifruda idiota que ficava em casa cuidando das crianças enquanto você fodia uma vagabunda na rua! – ela gritou.
Ele ficou vermelho de raiva e bateu a porta, fechando-a e dando a volta no carro.
Ele entrou em silêncio mortal, ligou o carro e arrancou do estacionamento.
Bella ia sentada encolhida no banco do carona, lutando contra as lágrimas que queriam vir.
Edward ia concentrado na pista. Não queria pensar em tudo que Bella havia falado, pois ele sabia que ela tinha mágoas e agora as estava desabafando.
Errou por ser soberbo em certos momentos e querer impor que a esposa gostasse da ostentação assim como ele. Errou ao deixar Tânya, que até então para ele era apenas uma amiga, entrasse no meio do seu casamento. Hoje ele via com clareza o mal que a sua ingenuidade sobre a amizade com Tânya trouxe para a sua vida.
Os minutos se passaram e quando Edward chegou à casa onde Bella vivia com seus filhos, pelo controle remoto que ele ainda mantinha no carro, ele abriu a garagem e entrou com o carro.
Estacionou em frente a porta de entrada da casa e deu a volta para abrir a porta para Bella.
Ela desceu quieta e ia passando direto por ele, quando ele agarrou seu braço novamente.
– Nós precisamos conversar. – ele disse tentando controlar a raiva.
– Eu não tenho absolutamente nada pra conversar com você. – ela se soltou de seu braço e correu para destrancar a porta de entrada.
Edward entrou atrás dela, trancando a porta logo em seguida e a puxando para ir até a sala.
– Para de fazer birra como uma menina. – esbravejou. – Eu quero terminar nossa conversa.
– Qual conversa? Aquela em que eu perguntava a você se Tânya espalhava que era sua namorada antes ou depois da nossa separação? Ou aquela em que eu disse que devia ser chamada de chifruda por todos e que seus amigos deviam estar rindo às minhas costas? – ela o empurrou e ele perdeu momentaneamente o equilíbrio, recuperando logo em seguida e segurando pelos braços.
– Já disse que ninguém te chamou de chifruda. Todo mundo sabia que Tânya era apenas uma amiga e uma parceira de negócios. E os que não sabiam e comentavam maldades eu fiz questão de esclarecer. – ele a olhava transtornado. – Só um cego pra não enxergar o quanto eu era, aliás, eu sou um louco apaixonado por você.
– Você devia ter me respeitado. – ela gritou.
– E você devia ter feito um esforço pra me acompanhar mais. – ele retrucou no mesmo tom.
– Eu não conseguia me transformar no modelo de granfina que você queria pra mim. – ela se soltou bruscamente dele. – Me desculpe se eu não tenho saco pra passar uma noite toda falando de roupas, sapatos e homens muito mais jovens que os maridos de cada uma. Me desculpe se eu não sei fingir que sou esposa troféu e ficar sorrindo como uma hiena a cada assunto idiota que essas pessoas mesquinhas falam.
– Aquele passou a ser meu mundo, você deveria participar! – ele pontuou irritado.
– Não Edward, aquele não era seu mundo. Seu mundo era aqui nessa casa, com sua mulher e seus filhos. Não importa quanto de dinheiro a pessoa tenha nesse mundo e quanto de responsabilidades e influência, a família sempre terá que ser o mundo dessa pessoa, pois a família é a base de tudo. – ela enxugou as lágrimas que já borravam sua maquiagem. – Porque só a família está com você pro que der e vier. Fique pobre e veja se essas pessoas são suas amigas. Volte a ser aquele cara que ia a pé pro trabalho pra economizar o dinheiro do trem, e verá se restará algum desses seus supostos amigos. Case com uma dessas dondocas e veja se uma delas vai cuidar de uma casa, filhos e ainda dar aula de reforço pras crianças do bairro pra poder ajudar a botar comida na mesa. E veja se essas mulheres, depois de um dia cheio ainda vão ter tempo pra fazer a sua comida do jeito que você gosta, botar as crianças pra dormir e te receber de braços abertos na cama, ansiosa pra fazer amor com você, e se diriam que te amam mesmo se a dispensa estivesse vazia. – ela já não conseguia controlar as lágrimas por fim, e nem ele.
– Eu já pensei em tudo isso. – ele assumiu atordoado.
– Vá embora, eu não quero você aqui. – ela esticou o braço o expulsando da casa.
– Não Bella, por favor, me deixa ficar aqui. Você é a minha família, meu mundo. – ele pediu enquanto a puxava para seus braços.
– Eu já não sou mais nada sua. Sou apenas a mãe dos seus filhos. – ele se enfureceu novamente.
– Porra Bella, para de falar isso. Você é minha, ta me escutando? Só minha! Minha mulher, minha vida, minha garota... pra sempre. – ele a puxou e fundiu seus lábios com os dela.
Três meses sem aqueles lábios o deixaram louco.
Bella também se agarrava avidamente ao homem grande que a beijava e a deixava louca de desejo.
O amava. Amava demais para resistir, e estava com os nervos à flor da pele.
Ele tirou os sapatos com os pés e foi a empurrando até que estivesse no meio da sala, pisando no tapete felpudo e macio que Bella tanto amava.
Ela chutou seu scarpin fora de seus pés, enquanto ainda devoravam a boca um do outro.
Edward foi a puxando para baixo, até que ele se ajoelhou no chão e trouxe aos joelhos também.
Edward a empurrou delicadamente para deitar suas costas no chão de modo que ele deitasse seu corpo por cima do dela.
Ele espremeu seu membro duro por cima da calcinha exposta pelo fato do vestido ter se enrolado na cintura de sua amada.
Desceu beijos para o pescoço dela e a ouviu gemer seu nome quando ele levou uma mão ao seio dela e apertou do jeito que sabia que ela gostava.
– Bella, meu amor... Eu to louco... – ele sussurrou ao pé do ouvido dela.
Levantou um pouco seu tronco e puxou o vestido pelo corpo dela. Bella levantou minimante o pescoço e ajudou a passar a peça pela cabeça. Edward olhou fascinado o corpo que mesmo após passar por três gestações, ainda era magnífico aos seus olhos.
– Linda... Você é tão linda... Toda minha... – ele percorria as mãos pelo colo, seios, barriga e ventre da amada.
– Edward... Faz amor comigo. – ela pediu enlouquecida, mesmo sabendo que se arrependeria disso.
Mas ela não era de ferro. Amava aquele homem com todas as forças do seu ser e queimava por ele apenas com um toque de suas mãos.
– Eu vou, minha pequena. – ela fechou os olhos em deleite quando ele a chamou pelo apelido que usara pela vida toda e tocou-a em sua intimidade por cima da calcinha já molhada do seu desejo. – Eu vou te amar como sempre fiz... – ele retirou rapidamente a camisa pólo que usava, abriu o cinto e desceu a calça jeans juntamente com a cueca. Voltou a ela e lentamente desceu a calcinha de seda pelas pernas delgadas da dona do seu coração. – Hummm... Maravilhosa. – gemeu quando levou o fino tecido da calcinha ao nariz e exalou o cheiro da excitação que causava na amada.
Isabella aprendeu com o tempo a não ter timidez com Edward. Ele se doava no sexo, fazia loucuras e não tinha nenhuma restrição ou qualquer tipo de nojinho. Lambuzava o rosto em seu gozo toda vez que a levava ao ápice com o sexo oral e pelo olhar que ele lhe direcionava agora, ela sabia que era isso que ele pretendia fazer.
– Quero provar da fonte... Tem tanto tempo. – ele sussurrou enquanto abaixava a cabeça por entre as pernas de Bella e dava uma longa lambida por toda sua feminilidade.
– Sim, Edward... Óh, assim... – ela gemeu e rebolou na boca do amado, pois ele sabia exatamente o que fazer para enlouquecê-la.
Edward afundou o rosto e se esbaldou onde ele amava se enfiar. Levou um dedo até a intimidade de Bella e o deslizou pelo seu canal, sendo recebido por um longo gemido e um forte estremecimento das coxas.
Acrescentou mais um dedo e passou a estocar os dois com força dentro dela enquanto com sua língua, ele lambia freneticamente o broto inchado que se pronunciava pelos lábios do sexo de sua amada.
Ele sentiu que Bella viria. Os músculos da coxa dela se endureceram e as paredes de sua doceboceta já o espremiam e faziam pressão para empurrar seus dois dedos de dentro dela.
– Óh Edward... Sim... Sim... Sim... – ela berrava enquanto derramava seu líquido incolor e quente na boca do amado. Edward bebia como quem estivesse provando do mais doce néctar, e pra ele, na verdade, era.
Ele bebeu até a última gota e subiu pelo corpo da amada distribuindo chupões pela pele alva. Ele queria marcá-la, isso era primitivo, ele sabia, mas ele não se importava naquele momento. Bella era sua e sempre seria e era direito dele marcá-la.
Alinhou seu pênis na entrada do sexo escorregadio dela e a olhou nos olhos.
– Eu te amo tanto, minha pequena. – segurou firme na cintura dela e deslizou pelo canal quente que o abrigou por toda uma vida.
– Eu amo você também. – ela disse desesperada em meio a mais um orgasmo que se formava. Céus, ficou três meses sem transar com ele e estava mais necessitada do que imaginava.
– Bella... – Edward gemeu, trincando os dentes quando deu duas estocadas e foi incapaz de segurar seu gozo. Ele enfiou o rosto na curva do pescoço da amada e sussurrou gemidos e palavras de amor enquanto seu líquido se derramava no interior dela. Aos poucos, ele pode controlar a tremedeira de seu corpo e levantou o tronco novamente, para que pudesse olhá-la. – Desculpe, nem em nossa primeira vez eu fui tão ligeirinho. – ele sorriu sem graça, arrancando uma risada dela. – Não ria. – ele rosnou fingindo raiva, entretanto, seu sorriso era mais forte. – Ainda estou duro e agora você vai relembrar a minha potência. – arrancou um gemido da amada quando estocou forte dentro dela.
Porra, ele ainda estava duro e não tinha sinais de que essa situação mudaria. Três malditos meses sem se afundar no calor da amada o tinham deixado num estado primitivo de luxúria que ele mesmo estava se assustando. Era evidente que todas as vezes em que se masturbou não deram o mínimo de vazão ao desejo que nutria pela única mulher que possuiu em sua vida.
– Ai Ed... Mais forte... – Bella pediu já com a mente anuviada de prazer. Iria gozar em breve, e ela queria muito mais. Uma noite não mataria o desejo que sentiu nesses três meses.
Ela sabia que se arrependeria na manhã seguinte. Que o sexo gostoso que compartilhavam, não apaga a mágoa, tristeza e decepção pelo qual passaram até decidirem pela separação.
– Sim... Vou fazer mais forte, amor... – ele elevou uma perna dela, passando por cima do seu ombro, criando assim um ângulo melhor e mais íntimo para penetrá-la. – Não sabe quantas vezes eu me toquei pensando em você. Hoje mesmo, no escritório, lembrei da nossa primeira vez e quase gozei nas calças. – ele rosnou de prazer. – Tive que correr pro banheiro e tocar uma punheta pra me aliviar. – ela sorria em meio ao prazer que sentia.
Ele estocou mais vezes e logo sua amada gozava em seu pau, do jeito que ele amava. Estrangulando seu membro dentro de sua cavidade quente e molhada e o expulsando junto com o líquido de sua ejaculação.
Edward mal deu tempo de Bella se recompor. Já penetrou novamente nela e voltou ao ritmo louco de amor.
Não poderia se contar quantas vezes eles chegaram ao ápice do prazer naquela noite.
Ali, no meio da sala, jogados no tapete felpudo, eles se amaram até os primeiros raios de sol invadir os vidros das janelas.
Bella, apenas se deixou confortar nos braços fortes de Edward e apagou.
Ele, ainda a olhou por um tempo, alisando seus cabelos e sorrindo como um bobo para a mulher da sua vida que havia voltado para seus braços.
– Minha pequena... Como eu te amo... – ele sussurrou e deu um beijo casto na testa dela.
Logo, fechou os olhos e deixou o cansaço e saciedade enviarem para o estado calmo e tranqüilo do seu sono.



Noa sei preocupem, Jacob é só um cara que acha a Bella mó gata e não tinha a mínima ideia que Edward, o cara que ele conheceu num coquetel com Tânya, era casado com Bella, a nova aluna do curso de paisagismo dele. rsrsrs Alias, ninguém sabia né... A gente sabe como é separação, amigos novos a gente até evita de falar no ex pra não desabar na frente deles rsrsrs

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