FANFIC QUIZÁ - CAPITULO 08

Quizá

QUIZÁ - DIANA NEVES


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance, Songfic
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo]


Olha eu aqui, gente...
E aí, como vocês estão? Sentiram saudades desse casal meio separado meio se pegando meio se querendo? rsrsrs
Esclarecendo sobre o cap: O Edward enriqueceu e saiu em algumas colunas sociais de jornais locais, mas não é famoso nem nada, por isso, o passeio de hoje não teve ninguém o reconhecendo ou coisa do tipo, ele é apenas um cara bem de vida..


Edward chegou animado na casa onde Bella vivia com seus filhos no sábado pela manhã.
– Paaaai! – Daniel, o caçula, correu em direção ao pai assim que o viu.
Edward se abaixou e pegou seu pequeno que vinha correndo na maior velocidade que suas pequenas perninhas de menininho de três anos permitia.
– E aí, meu garotão, tudo beleza? – o menininho abraçou o pescoço do pai.
– Beiêza. – respondeu do seu jeitinho ainda enrolado de falar.
Edward caminhou até a varando com Daniel no colo, usou o outro braço para receber Anthony que o abraçou pela cintura.
– E aí, pai. – o menino de sete anos o cumprimentou com um enorme sorriso.
– Fala, campeão. Tá cuidando da casa direitinho? – ele bagunçou os cabelos do filho e o menino sorriu.
– Tô cuidando direitinho. Sou o homem da casa. – ele bateu no peito orgulhoso.
– Isso aí, rapaz. – Edward entrou com os dois meninos dentro de casa. Logo Daniel desceu do seu colo e foi avisar a mãe que o pai já havia chegado.
– Oi, pai. Chegou cedo. – Renesmee veio lhe dar um beijo na bochecha e um abraço afetuoso.
– Estava morrendo de saudades de vocês. – Edward beijou o topo da cabeça da filha. – E esse braço, melhorou mesmo?
– Sim, sim. Só vou ter que ficar usando essa tala aqui por uns tempos. Pelo menos não é mais o gesso. Não agüentava mais pagar mico. – Edward sorriu do jeitinho tão pré-adolescente da filha. Tudo naquela idade era mico.
– Oi Edward. – Bella chegou na sala com um Daniel que a puxava a todo custo.
– Bella, bom dia. – sem perceber, o sorriso de Edward foi de orelha a orelha ao ver sua amada tão linda em um simples short jeans e uma camiseta justa com estampas de flores.
– Ér, você quer tomar café da manhã? Eu ainda não retirei a mesa. – ela ofereceu, ainda constrangida pelo acontecido na última quarta feira entre eles.
– Ah não, não precisa. Eu tomei café antes de vir. – era evidente que os dois adultos não estavam confortáveis. – Bem, eu resolvi vir cedo porque está tendo evento no centro da cidade, montaram um parque lá, tem praça de alimentação, algumas barracas com produtos artesanais e vai ter shows durante o dia todo, então pensei em levar as crianças lá.
– Êbaaa, vô no pula-pula. – Daniel saltitou pela sala arrancando sorrisos de todos.
– Hum, sim, parece bem divertido. – Bella mordeu o lábio inferior com força. Mais um sábado que ficaria sozinha.
– Ér... Você gostaria de vir conosco, Bella? – Edward convidou-a totalmente inseguro.
– Sim! Vem com a gente mãe, por favor, por favor, por favor. – Renesmee foi até ela e fez sua carinha ao estilo Edward Cullen de pedir. A danada era a cópia do pai, inclusive na persuasão.
– Vem com a gente mãe. Não gosto quando a senhora fica em casa sozinha. – Anthony pediu de uma forma doce, e quando Bella olhou para belo rostinho esperançoso de Daniel, não teve como recusar.
– Tudo bem, vou calçar um tênis e pegar bonés para vocês. O sol está forte. – ela subiu as escadas e Edward sentiu seu peito inflar. Ele passaria o sábado com a família toda reunida.
[...]
– Anthony Cullen, sem correr. – Bella gritou para o filho do meio que já saía em disparada até ocarrinho de bate-bate. Ele parou e fez aquela cara manhosa, mas ao ver o olhar sério que a mãe lhe deu, ele preferiu obedecer.
– Tá vendo, mamãe, eu num corro. – Daniel, que andava no meio do ex-casal, de mãos dadas com cada um, disse fazendo o pai rir.
– Você, mocinho, não se faça de santo, pois também me dá trabalho. – Bella ralhou em tom de brincadeira e o menino mostrou seu sorriso cheio de dentinhos de leite.
– Mãe, pai, posso ir ali nas barracas de artesanato? – Renesmee pediu empolgada. Bella olhou para Edward e os dois concordaram. – Oba, já volto. – ela foi andando rápido até as barraquinhas. Amava comprar presilhinhas cheias de enfeite para os cabelos, brincos, anéis e pulseiras artesanais.
– Onde você quer ir primeiro, Daniel? – Edward perguntou ao filho.
– Hummm, no pula-pula. – eles deixaram Anthony no carrinho de bate-bate e levaram Daniel até o pula-pula.
Assim que o menino começou a brincar, Edward e Bella ficaram parados do lado de fora apenas observando as peraltices do filho.
– Sinto falta de quando Nessie e Anthony eram desse tamanho. – Edward comentou saudoso.
– Sim, essa fase é muito gostosa. – Bella concordou sorrindo.
Instalou-se o silêncio novamente.
Mil coisas passavam nas cabeças de cada um, mas por suas bocas, nada saía.
– Olha papai. – Daniel gritou de dentro do pula-pula quando ele tentou dar um salto mais difícil para seu tamanhinho.
– Isso aí, garotão. – Edward sorriu e incentivou o filho. Ele respirou fundo e resolveu conversar com Bella. – Sabe, eu pensei muito em nossa conversa de quinta feira de manhã. – Bella prendeu a respiração. – Não adianta eu me lamentar por tudo que aconteceu conosco. Só quero que você saiba que eu enxerguei todos os erros, e enfim entendi que de nada adianta eu ter carros, casas e ir a jantares refinados. A coisa mais importante que eu tenho, o dinheiro não pode comprar. – ele olhou nos olhos dela. – Você e nossos filhos são a coisa mais importante da minha vida.
– Edward... – ele a interrompeu.
– Eu sei que nesse momento, você não é mais minha, e isso está doendo muito em mim. – ele tocou levemente a mão esquerda dela. – Mas não me negue o direito de tentar ter você de volta, Bella. Eu juro que não vou forçar a barra novamente, mas pelo menos, me deixa tentar.
Ela mordeu forte seu lábio inferior. Deus, como queria dar todas as chances do mundo para aquele homem que ela amava com todo seu coração. Será que poderiam superar os problemas passados? Será que ele não voltaria a cometer os mesmos erros? E Tânya, será que ele cortaria até as relações comerciais com ela? Afinal, não haveria maneira no inferno que ela deixaria Edward continuar tendo qualquer contato sequer com uma mulher que o deseja e que contribuiu e muito para causar a sua separação.
– Eu... Eu... – o momento dos dois foi interrompido por um furacãozinho de três anos.
– Mamãe, papai. Quelo água. – Bella retirou Daniel do cercado do pula-pula e o pegou no colo.
– Eu vou comprar, já volto. – Edward foi rapidamente até uma barraquinha comprar uma garrafa de água.
Ele viu o olhar desejoso de Bella. Ela queria dar uma chance, ela queria que ele a reconquistasse, ele sabia disso.
Sabia também que teria que cortar até mesmo relações comerciais com Tânya, e faria isso sem pestanejar. Depois de um tempo cego, ele enxergou a cobra que ela foi, e o quanto mal fez para seu casamento, mesmo que ele em momento algum tenha dado qualquer esperança a ela.
[...]
A família estava comendo hambúrgueres e batata frita numa mesa em uma das barracas de lanche do festival.
– Nem pensem em se acostumarem com isso, heim. Isso é só de vez em quando. – Daniel, com sua boquinha toda suja de mostarda, assentiu. Anthony, que havia saído ao pai, já estava em seu segundo hambúrguer e apenas sorriu.
– Ah mãe, a gente podia comer isso todo dia que eu não ia reclamar. – Renesmee disse faceira.
– Ah, mas eu prefiro a comida caseira da mãe de vocês. Não tem coisa melhor. Aquele risoto de frutos do mar então. – Edward comentou e suspirou sonhador. Bella tinha um verdadeiro talento na cozinha.
– Pare de gracinhas, você já comeu coisas bem melhores em restaurantes. – ela lhe deu um tapinha de brincadeira no braço.
– Eu estou falando sério. – ele sorriu. – Nada é mais gostoso que comer em casa. – ele declarou com voz baixa, deixando Bella arrepiada e sem graça ao entender o duplo sentido de suas palavras.
Para a felicidade de Edward, as crianças nem se deram conta do clima entre ele e Bella.
[...]
O dia estava sendo muito divertido. As crianças corriam pra lá e pra cá, indo em um brinquedo e em outro, dando um verdadeiro cansaço em Bella e Edward.
Renesmee, a certa altura, encontrou duas amiguinhas da escola e as três ficaram tomando Milk-Shake sentadas no banco perto de onde Bella e Edward estavam.
– Será que eu poderia ganhar uma prenda pra você? – Edward perguntou galante e apontou para a barraca de tiros.
Isabella assentiu e o observou comprar fichas e disparar contra os alvos.
– Bem, em cinco tiros o senhor acertou três. Tem direito a escolher um daqueles ali do alto. – o homem informou.
– Qual você quer? – Edward perguntou a Bella.
– Hummm, eu vou querer aquele gatinho branco ali. – Bella apontou para o enorme gato de pelúcia.
O homem retirou o brinde da prateleira e entregou para ela.
– Gatinho branco, heim. – Edward comentou com um sorriso de orelha a orelha. – Essa cena me parece familiar.
– Sim, só que sem as três crianças e eu tinha um corpinho mais em cima. – ela entrou na brincadeira.
Ele segurou de leve em sua cintura e Bella sentiu seu corpo arrepiar.
– Seu corpo ainda é lindo, não diga besteiras. Eu te desejava a quinze anos atrás e te desejo agora, talvez até com mais intensidade. – Bella sentiu a pulsação acelerar com as palavras dele. Ela desviou o olhar e voltou a caminhar lentamente até onde Renesmee estava sentada com as amigas.
– Eu ainda tenho aquele gatinho branco que você ganhou pra mim na barraca de tiros... – ela comentou um pouco tímida, com medo de ele achar um gesto bobo ela guardar uma pelúcia tão antiga.
– Sim, há quinze anos atrás... – ele lembrou saudoso da época de namoro.
[...]
Dentro do carro, Edward os levava de volta para casa, depois de um sábado muito divertido e feliz ao lado das pessoas mais importantes de sua vida.
– Mamãe, seu gatinho é tão glandão. – Daniel ainda estava admirado com a pelúcia.
– Foi o papai que ganhou no tiro ao alvo e deu pra mamãe. – Anthony comentou orgulhoso das habilidades no tiro ao alvo do pai. Como todo menino daquela idade, ele tinha o pai como um herói e achava o máximo tudo que ele fazia.
– Então agola vocês são namolados de novo? – Daniel, em sua inocência, questionou, fazendo os adultos segurarem a respiração.
– Não Daniel, mamãe e papai não são namorados de novo. – Renesmee explicou calmamente ao irmãozinho mais novo, porém, com um tom triste. – Papai e mamãe se tornaram amigos porque têm nós três, e nós iremos uni-los pra sempre. – ela recitou o mesmo discurso que vem escutando da mãe, dos avós e das tias. Contudo, pra falar a verdade, bem que ela queria que o pai e a mãe estivessem juntos novamente.
– Hum... – o menino pensou. – Quando eu ficar glandão igual o papai, eu vou ter um montão denamoladas. – ele disse empolgado e arrancou gargalhadas de todos dentro do carro.
– Aprende a falar primeiro pra depois pensar em namoradas, Daniel. – Renesmee brincou.
– Eca, eu é que não quero namoradas. As garotas são chatas. – Anthony, que estava em sua fase “garotas? Eca!” disse fazendo uma careta.
– Se os cavalheiros me permitem um conselho. – Edward iniciou. – Não se apressem em encontrar namoradas e nem se atentem a quantidade. Quando a garota especial aparecer, vocês vão saber, e por ela, vocês serão capazes de fazer tudo. – ele roubou um olhar na direção de Bella que mordia o lábio com força e respirava forte.
– Ai pai, o senhor é tãaaaaao romântico. – Renesmee suspirou fazendo o pai sorrir.
[...]
– Pro banho, galerinha. – Bella mandou pela quarta vez. Renesmee já havia se despedido do pai e corrido para seu quarto. Estava louca por um banho.
– Aaaah, ta bom. – Anthony se despediu do pai e foi para o quarto escolher roupas limpas.
– E você, senhor Daniel, vá com Anthony que já já eu chego lá pra limpar bem essas suas orelhinhas. – o menino sorriu faceiro.
– Tchau papai. – beijou o rosto de Edward e foi atrás do irmão.
– Obrigada por ter me chamado. Eu realmente não teria nada pra fazer durante o dia. – Bella agradeceu sem graça. – E obrigada pelo gato de pelúcia também.
– Por mim, você sempre viria com a gente. – eles caminharam até o carro de Edward que estava estacionado em frente a varanda. – Então, amanhã eu volto.
– Já pensou em qual será o programa de vocês amanhã? – Bella perguntou.
– Bem... Eu estava pensando que se amanhã der sol, a gente podia ficar por aqui mesmo, as crianças poderiam aproveitar a piscina, a gente poderia pedir comida e... – Bella o interrompeu.
– Essa é uma ótima idéia, mas sem essa de pedir comida. Deixa o almoço comigo amanhã. – ela piscou sorridente. – Poderíamos chamar seus pais, suas irmãs, Jasper, Emmett e as crianças.
– Claro, é uma ótima idéia. Confesso que já tem algumas semanas que eu não os vejo. – o silêncio se instalou entre eles. Ambos não querendo se despedir. – Então eu já vou.
– Tá... Humm... Ok. – Bella mordeu o lábio com força. Não queria deixá-lo ir embora.
Edward abriu a porta do carro.
– Ér... Tenha uma boa noite. – ele disse não querendo ir embora.
– Você vai sair? – ela disparou. – Quer dizer, hoje é sábado, depois que você chegar em casa, você... Hum... Vai sair? Não que seja da minha conta... – ele negou rapidamente.
– Não Bella, eu não vou sair. Na verdade, eu vou tomar banho e ficar vendo televisão até o sono me ganhar. – ele segurou a mão dela, e ela não ofereceu resistência. – E eu vou pensar bastante... Pensar em você... Em nós. E desejar que amanhã chegue logo pra eu poder ver você e nossos filhos.
– Boa noite, Edward. – Bella se aproximou mais e lhe deu um beijo no rosto. Senti-la tão perto foi demais para Edward.
Ele a segurou pela cintura, girou seus corpos e a imprensou contra o carro, tomando seu lábios com fome e desejo.
Bella não resistiu. Cruzou os braços em torno do pescoço dele e correspondeu ao beijo com vontade. Suas línguas se tocavam sensualmente, Edward espremia o pequeno corpo de Bella ao carro, fazendo o desejo correr em suas veias e seu membro acordar diante do calor do corpo amado.
– Hummm Bella... – Edward gemeu ao encerrar o beijo. Bella estava tonta de desejo.
Eles se afastaram com a respiração pesada, os batimentos cardíacos de ambos estavam acelerados.
– Desculpe... Eu não resisti. – ele sussurrou.
– Tudo bem. – Bella estava corada de desejo e seu corpo clamava por mais. – Tenha uma boa noite, Edward. Até amanhã.
Ela se afastou e ele enfim entrou no carro.
Quando Edward cruzou o portão da propriedade, Bella soltou o ar que estava prendendo.
Estava cada vez mais difícil resistir a ele. O amava com tanto desespero que qualquer aproximação já a deixava louca.
Acalmou seus sentidos e entrou na casa para verificar os filhos que estavam no banho.
Edward chegou em casa com um sorriso besta como de um menino que havia tocado em peitos pela primeira vez na vida.
Guardou o carro e foi logo para o banheiro do seu quarto tomar um banho.
Debaixo da ducha relembrou o dia alegre e divertido ao lado de Bella e dos filhos. Os momentos de flerte com ela e seu lindo rubor, mesmo após quase duas décadas, ela ainda parecia aquela menina que ficava vermelha a cada galanteio que ele falava.
Lembrou-se do beijo quente que trocaram antes de sua partida e inevitavelmente seu membro também se lembrou. Edward envolveu sua mão em torno de sua masculinidade dura e passou a fazer movimentos. Fechou os olhos e lembrou do calor do corpo de Bella, lembrou-se de suas pernas cremosas expostas pelo shortinho jeans, seu cheiro natural de mulher que o enlouquecia. Aumentou a velocidade do movimento da mão e gozou. Sentiu alívio após descarregar a tensão sexual.
Saiu do banho, se secou e deixou a toalha enrolada em torno da cintura.
Caminhou até sua cama e fitou o porta-retratos que ficava ao lado, no criado mudo. Bella e seus três filhos sentados debaixo da árvore que havia no terreno da casa em que eles viviam.
Fechou os olhos e sorriu.
Talvez as coisas estivessem melhorando entre eles. Ele tinha esperanças.

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