FANFIC QUIZÁ - CAPITULO 13

Quizá

QUIZÁ - DIANA NEVES


Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Personagens: Bella Swan, Edward Cullen
Gêneros: Drama, Hentai, Romance, Songfic
Avisos: Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo


Bella chorava nos braços de Edward e o pobre rapaz não entendia nada.
Há alguns minutos ele havia chegado do seu emprego, feliz da vida que tinha passado de estagiário para engenheiro trainee. Há duas semanas havia sido sua formatura na faculdade de engenharia eletrônica com ênfase em automação e ele não podia estar mais feliz. Bella também havia acabado de se formar no colégio e já havia recebido a carta de aceitação na faculdade.
Edward conseguira juntar uma quantia de dinheiro boa durante o período de estágio, pois não gastava com quase nada. De acordo com seus planos, tudo estava indo certo.
Porém, nesse momento ele se via apreensivo, ao ter a jovem namorada de dezessete anos chorando desesperada em seus braços.
– Bella, amor. Por favor, me diga o que está acontecendo. Eu estou ficando com medo. Aconteceu alguma coisa com você? – o rapaz pediu angustiado.
Bella se soltou de seu abraço com dificuldade, e tentou, em vão, limpar as lágrimas.
Alguns minutos de soluço e choro ainda, Bella finalmente conseguiu se acalmar, e Edward a fitava ansioso. Lhe partia o coração ver sua pequena chorando.
– E agora, minha lindinha, vai me contar o que houve? Por que você estava chorando? Esse rostinho é muito lindo pra ficar cheio de lágrimas. – ele a acariciou e lhe beijou a ponta do nariz.
– E-eu, não sei como falar. – ela começou. – Edward, eu estou assustada... Na verdade, estou desesperada. – ela o olhou apreensiva.
– Meu amor, agora você está me assustando de verdade. – ele segurou nas duas mãos dela e a olhou fixamente nos olhos. – Vamos Bella, me diga. – ela mordeu forte o lábio inferior e tomou fôlego.
– Edward... Eu t-tô grávida. – ela fechou os olhos com força, não querendo ver a reação dele. – Eu estou atrasada, e me sinto meio, sei lá, sonolenta um pouco, com mais fome. Eu fui num posto médico e fiz um exame de sangue, para acabar com as dúvidas. Rosálie foi como minha responsável por já ser maior de idade. – enfim, ela abriu os olhos. – Me desculpe, Edward. Isso vai atrapalhar tudo que você planejou pra gente. Meu Deus, eu estou muito assustada... – Edward se recuperou do choque e a abraçou com força, tentando conter o choro que se iniciou novamente.
– Ei, calma... – ele lhe beijou os cabelos. – A gente... Hum... Nós vamos dar um jeito. Calma, amor. E não precisa pedir desculpas, isso não foi culpa sua. Se tem alguém que foi responsável por isso, fui eu. Por algumas vezes, na hora do tesão, eu fazia amor com você sem camisinha. Eu sou o mais velho aqui, eu tinha que ter pensado em tudo isso.
– Edward... Eu estou com medo. Meu pai vai me matar. – ela soluçava.
– Está tudo bem, minha pequena. Eu também estou assustado, mas vou resolver tudo, eu te prometo. – ele a afastou de seu corpo e a olhou fixamente nos olhos. – Eu vou conversar com meus pais e com seu pai. Nós vamos nos casar, eu tenho aquela graninha no banco, dá pra gente montar uma casinha, ok? Vamos ter que morar de aluguel de início, mas eu prometo, Bella, eu te prometo que um dia você vai ter vida de rainha, e essa criança que nós iremos ter... – ele sentiu um nó na garganta. – Essa criança não vai passar necessidade alguma, te dou minha palavra de homem.
– Eu te amo tanto, Edward. – ela se jogou nos braços dele novamente e ele a segurou apertado.
– Um filho... – ele murmurou pra si mesmo.
Isso o assustava até a alma, mas não poderia dizer que havia ficado triste. Seria um filho com a mulher que escolheu para amar a vida toda. Isso adiantaria um pouco as coisas e talvez poderia atrasar os seus planos profissionais, contudo, no fim, saberia que daria tudo certo.
Carlisle e Esme ficaram surpreendidos, porém alegres com a notícia. Achavam Bella muito novinha, apenas dezessete anos, mas decidiram apoiar o jovem casal em tudo que pudessem.
Charlie não reagiu tão bem. Depois de dar um gancho de direita em Edward e gritar todos os palavrões possíveis, apenas sentou-se em sua poltrona e chorou. Sua pequena filha, única companhia, seria mãe tão nova, e eventualmente, sairia de casa para morar com um menino que mal havia saídos das fraldas, para ele.
Edward alugou uma casa simples, de apenas um quarto, no mesmo bairro que morava com os pais. Comprou a mobília da casa com o dinheiro que vinha guardando no banco, mas não se arrependeu de ter gastado tudo comprando bons móveis quando viu os olhos de Bella brilharem ao ver sua casinha toda montada. Ela dizia que parecia uma casa de boneca. Era simples, porém, muito ajeitadinha.
Edward e Bella casaram-se no dia em que ela completava dezoito anos. Sua barriga de seis meses era bem visível, entretanto, ela não se importou. Agora, não estava mais assustada. Edward estava em seu lado para tudo, a apoiando e sempre lhe abraçava e dizia que tudo ficaria bem.
Infelizmente, Bella teve que desistir da ideia de ir pra faculdade.
A festa de casamento foi pequena e simples. Os pais de Edward juntamente com Charlie, pagaram pela humilde festa.
Edward foi até a mesa de som e pediu uma música em especial para o dj iniciante que fora contratado para a pequena comemoração.
– Senhora Cullen. – ele chamou Bella pela primeira vez com o nome de casada e ela sorriu. – Me concederia a honra dessa dança? Lhe asseguro que essa canção representa muito pra mim.
– Se não se importar de dançar à três. – ela apontou para a barriga proeminente.
– Isso também funciona pra mim. – ele piscou e a puxou para dançar.
Always (Sempre) – Bom Jovi
Este Romeu está sangrando
Mas você não pode ver seu sangue
Não é nada além de sentimentos
Que este velho sujeito abandonou
A música iniciou e eles dançaram da forma que dava.
– Essa música é linda, mas por que é especial para você? – Bella indagou. – Porque, bem, eu conheço bem a letra, e o cara meio que sofre por ela estar com outro, e eu não poderia nunca olhar para outro além de você.
Tem chovido desde que você me deixou
Agora estou me afogando na enchente
Sabe, sempre fui um lutador
Mas sem você, eu desisto
– Quando essa música estourou nas rádios, eu a escutava acho que dez vezes por dia e pensava em você. – ele respondeu sorrindo. – Você tinha onze anos e eu quinze. Eu me sentia sangrar por não poder declarar meu amor por você. Eu sofria por sufocar aquele sentimento todo que eu tinha aqui dentro. Ficava em meu quarto escutando essa música, abraçando o travesseiro e imaginando que era você em meus braços. – ele sorriu. – Um pouco dramático, eu sei, mas... Sei lá, eu só sentia essa angústia, um medo de nunca ser possível estar com você e isso me fazia sofrer demais. Ser só amigo já não era uma situação agradável pra mim. Você era tão novinha, e o tempo parecia demorar a passar.
Não consigo cantar umamúsica de amor
Do jeito que ela deveria ser cantada
Bem, acho que não sou mais tão bom
Mas, querida, sou apenas eu...
– Acho que te amei desde quando te conheci. Mas como você disse, eu era muito novinha, e esse amor era de amigo... Porém, pode ter certeza que com o tempo ele mudou... Acho que desde os doze anos eu já te olhava diferente.
E teu vou te amar, querida
sempre
E estarei lá por toda a eternidade
sempre
Estarei lá até as estrelas não brilharem mais
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem
Sei que quando eu morrer, você estará em minha mente
E te amo, sempre...
Agora as fotos que você deixoupara trás
São apenas lembranças de uma vida diferente
Algumas que nos fizeram rir
Algumas que nos fizeram chorar
Uma que fez você ter de dizer adeus
– Vou te amar pra sempre... – Edward declarou ao pé do ouvido dela. – Não tenha medo... Eu sou capaz de dar minha vida pela sua felicidade.
O que eu não daria para passar meus dedos pelos seus cabelos
Para tocar seus lábios, te abraçar
Quando você disser suas preces, tente entender
Cometi erros, sou apenas um homem...
– Quando estou em seus braços, não sinto medo. – ela respondeu de pronto. – Pode imaginar o quanto te amo? – ela perguntou de forma intensa.
– Posso... Pois é na mesma proporção que eu te amo.
Quando ele abraça você
Quando ele te puxa para perto dele
Quando ele diz as palavras que
Você estava precisando ouvir
Queria ser ele, porque aquelas palavras são minhas
Para dizer a você até o fim dos tempos e
A música continuou tocando e eles nem se atentavam a letra, que como Edward explicou, não retratava a história deles, apenas a angústia que ele sentia por não poder estar com ela devido a pouca idade de Bella. O ritmo era gostoso, e se ajeitando para não apertar a barriga de Bella, eles dançaram até a canção terminar.
Eu vou te amar, querida
Sempre
E estarei lá, por toda eternidade
Sempre
Se você me dissesse para chorar por você, eu poderia
Se você me dissesse para morrer por você, eu morreria
Olhe para o meu rosto
Não há preço que eu não pague
Para dizer estas palavras a você
Bom, não existe sorte nesses dados viciados
Mas querida, se você me der apenas mais uma chance
Nós podemos refazer nossos antigos sonhos e nossas antigas vidas
Nós vamos encontrar um lugar onde o sol ainda brilha e...
Eu vou te amar, querida
Sempre
E estarei lá por toda eternidade
Sempre
Estarei lá até as estrelas não brilharem mais
Até os céus explodirem e as palavras não rimarem
Sei que quando eu morrer, você vai estar na minha mente
E te amo, sempre
Sempre
Tempo Atual
O início do casamento não foi fácil, Bella se lembrava. Passaram muitos tempos de aperto, Renesmee foi um bebê sem muitos luxos e seus brinquedos eram simples, porém foi criada com muito amor.
Quando Anthony chegou, as coisas já estavam melhores pra eles. Edward estava abrindo sua empresa e trabalhava demais, entretanto, sempre arranjava um tempo pra suas joias raras, sua família.
E Daniel, bem, Daniel chegou já com a família em uma ótima situação.
Bella suspirou e saiu de seus pensamentos de anos atrás.
Tomou mais um gole de seu café e alisou o rosto amado.
Ao receber a ligação dos policiais informando que Edward havia sofrido um acidente, temeu ter um infarto precoce.
Ligou, desesperada para os sogros e as cunhadas. Alice se prontificou a ir ficar com as crianças, e tão logo ela chegou, Bella saiu em disparada para o hospital que foi informada que Edward fora levado.
Se acalmou ao receber as notícias do médico. Edward chocou-se com um carro que atravessava o cruzamento. E graças a Deus, não se feriu muito. Quebrou o braço esquerdo, fraturou uma costela e recebeu uma pancada forte na cabeça, por isso, dormia agora por causa dos sedativos.
Já era meio dia do dia seguinte e Bella não havia retornado para casa ainda. Ligou para Alice para perguntar pelas crianças e pediu que Alice contasse o que estava acontecendo, porém, de forma mais branda. Pediu que ela dissesse apenas que papai havia machucado o braço da mesma forma que Renesmee machucou, e que logo elas poderiam vê-lo.
Os pais de Edward foram embora no meio da madrugada, pois só poderia permanecer uma pessoa junto com ele. Voltaria mais tarde, no horário de visitas, quando ele provavelmente estaria acordado.
– Bella... – ouviu a voz rouca que tanto amava e logo estava praticamente em cima dele, o olhando com todo o amor que tinha no peito.
– Oi, meu amor. Eu estou aqui. – ela tocou o rosto dele e Edward esboçou um leve sorriso.
– O que aconteceu? Eu só lembro de uma luz forte e agora estou aqui sentindo dor.
– Edward... Você avançou o sinal, meu amor. O carro que estava vindo não teve tempo suficiente para parar. – Bella suspirou. – Por que avançou o sinal? Você sempre foi tão cuidadoso no trânsito.
– Eu estava feliz demais... Me distraí. – ele confessou.
– Eu me sinto muito culpada. Você queria dormir lá em casa e eu te mandei embora. – Bella cobriu o rosto com as mãos. – Me perdoe, Edward.
– Ei, pare com isso. Não foi culpa sua, pequena. – ele, com a mão direita, puxou uma das mãos dela e eles ficaram se olhando. – Só me responde uma coisa: Algo mudou de ontem pra hoje?
– Não, não mudou. Eu te quero em nossa casa assim que você sair desse hospital, e Deus me ajude com um homem mimado como você em casa com o braço quebrado. – eles sorriram.
– Obrigado, Bella. Obrigado por me dar essa chance. – ele bufou. – Rosálie, há alguns dias atrás, me disse que você tinha que me torturar, sair pras baladas e me fazer morrer de ciúmes de você.
Bella revirou os olhos.
– Rosálie é sempre Rosálie. – ela sorriu. – Edward, tenho trinta anos, sou mãe de três crianças, acha que eu tenho jeito de quem faz joguinhos de ciúmes? – ele negou. – Isso me soa meio que como livros clichês, essa coisa toda de fazer propositalmente o cara sentir ciúmes... Ou como coisa de adolescente. Sou mulher, mãe e esposa, ficaria ridículo eu fazer um papel desses, pelo menos eu acharia ridículo. Eu te amo e nunca duvidei do seu amor por mim. Nós tivemos nossas divergências que infelizmente nos levou a morarmos em casas diferentes. Mas você reconheceu seu erro, eu também evoluí como pessoa nesses meses que tanto sofri sem você. Amar é perdoar, e eu perdoei, sem joguinhos ou algo do tipo. Perdoei de coração e te quero do meu lado novamente, como meu marido, meu porto seguro... Meu tudo.
– Sou muito abençoado por ter você como mulher. Sou o mais afortunado entre os homens. – Edward levou a mão de Bella, que ele ainda segurava, a boca e depositou um beijo ali.
Mesmo deitado naquele leito de hospital e com dor, ele não poderia estar mais feliz.
– Só espero que sua decisão não mude quando eu estiver choramingando em casa por causa das dores. – ele brincou.
– Eu sei ser pulso firme quando quero. – ela piscou. – Agora vou chamar o médico e avisar que você acordou.
Ela saiu do quarto e Edward se pegou sorrindo como bobo.
Seus erros por ego inflado e vaidade foram perdoados. Tinham uma história afinal, e essa história não acabaria nunca, ele sabia disso.
Sua pequena... A menina que ele conheceu quando ele tinha 12 anos e ela 8. A menina que lhe roubou o coração no primeiro sorriso. A menina que o amou quando ele não tinha um centavo na carteira, e se tornou mulher ao conceber um filho jovem demais e lutou dia após dia para fazer o casamento dar certo e para se sustentarem em meio aos primeiros anos de matrimônio.
Seu tesouro... Sua vida... Simplesmente, a mulher que ele amaria até a última batida de seu coração.
[...]
Seis meses depois
– Oi, minha pequena. – Edward chegava do trabalho e parou ao lado da piscina pra cumprimentar Bella.
Era início de primavera, mas em Jacksonville, Flórida, já fazia bastante calor. As crianças brincavam na piscina, e Bella, como toda mãe, ficava perto, apenas vigiando para que elas não fizessem estripulias.
– Oi amor, chegou cedo. – eles se beijaram rapidamente.
– Eu sabia que vocês estariam aqui na piscina, e eu quis chegar a tempo de poder curtir com vocês. – ele disse carinhosa. Bella reconheceu, Edward realmente mudara em relação à trabalho. Só ia em eventos que realmente importavam para sua empresa, e eles sempre estavam juntos, e sempre que podia chegava cedo em casa. – Vou me trocar rapidinho, já volto. E não pense que vai escapar, tire esse short porque a senhora vai entrar na piscina também.
Ele correu pra dentro de casa e se trocou.
Passaram o resto da tarde assim. Brincando na piscina com os filhos, conversando e curtindo o conforto e comodidade que conseguiram com muito trabalho.
Renesmee e Anthony foram os primeiros a saírem da piscina. Correram para tomarem seus banhos, pois um programa que ambos gostavam, começaria em poucos minutos.
Daniel, brincava de nadar, com sua boia, pela piscina. Contudo, já estava sentindo que a graça havia acabado.
– Mamãe, eu quelo sair. – Bella o colocou fora da piscina e logo saiu também.
– Ei senhora Cullen? – Bella olhou para Edward quando ele a chamou. – Vá e volte. – seu tom foi imperativo e ela amou o jeito que ele a olhou, com lasciva, luxúria.
No dia seguinte fariam trezes anos de casado, e somado com os quatro anos de namoro, aí se vão dezessete anos juntos, e o desejo ainda era uma chama acesa entre eles.
Ela piscou e prometeu voltar para ele.
Deu um banho rápido em Daniel e o deixou junto com os irmãos na sala vendo tv.
A empregada da casa servia um lanche para as crianças. Estava perto d seu horário de ir embora, e ela sempre fazia o lanchinho preferido deles antes de encerrar o expediente.
Bella voltou rapidamente para a piscina e mergulhou.
Edward afundou na água e foi de encontro a ela. Os dois emergiram juntos.
– Nossa, pesquei um peixão, heim. – Edward segurava-a pela cintura e deixou uma das mãos descerem e lhe apalpar as nádegas. – Peixão não, uma sereia deliciosa.
Ele a encostou na beirada da piscina e imprensou seu corpo contra o de Bella.
– Ei, tem alguém animadinho hoje, huh. – Bella provocou, enquanto circulava o corpo dele com suas pernas.
– Com uma mulher gostosa como a minha, tem como ficar desanimado? – ele mordiscou a orelha dela enquanto impulsionava o quadril, imitando o ato da penetração. Ambos eram separados apenas pelo biquíni e a sunga dele.
– Hummm, meu garotão de trinta e cinco anos está fogoso hoje. – ela provocou. Edward rosnou e se esfregou nela novamente.
– Trinta e cinco anos e mais ativo que nunca. – ele disse com voz rouca. – E amanhã, minha pequena, você será a mulher de trinta e um mais gostosa que esse mundo já viu.
– Treze anos de casamento e somos dois pervertidos, huh. Será que esse fogo um dia apaga? – Edward levou uma mão ao seio dela e apertou, arrancando um gemido sem vergonha da esposa.
– Por mim, nunca apagará. Mesmo quando meu amigão não estiver funcionando mais, eu ainda vou te deixar tremendo em meus braços. – ele desceu beijos pelo pescoço dela. – Tenho mãos e língua, baby.
– Ai Edward, só você mesmo. – ela riu com vontade.
Ficaram mais alguns minutos naquele clima adolescente de amassos na piscina, e depois, quando estavam recompostos, entraram em casa e tomaram banho.
Naquela noite, brincaram com as crianças como sempre, viram um filme juntos e depois as colocaram para dormir.
No quarto, depois de se amarem, estavam deitados com as pernas entrelaçadas, ambos nus.
– Amor, adivinha quem foi ao meu escritório hoje? – Edward perguntou enquanto passeava os dedos pelos fios castanhos de Bella.
– Hummm, não faço a mínima ideia. Quem?
– Tânya. – Bella assentiu e esperou ele desenvolver o tema. Não se sentia mal ao ouvir o nome dela. Tudo foi esclarecido entre eles e a crise que os separou por quase quatro meses, foi totalmente deixada para trás. – Bem, ela está noiva. Acho que Riney ou Riley, não lembro bem o nome que ela disse. Enfim, ela estava um pouco afastada dos negócios, eu estava lidando diretamente com o gerente da empresa dela. E pelo que ela me informou, agora com o casamento, ela irá deixar totalmente os negócios para acompanhar esse cara. Me parece que ele é médico e sempre viaja em campanhas da cruz vermelha ou algo assim. Ela meio que veio pedir desculpas por qualquer confusão ou embaraço e avisar formalmente que eu lidaria direto com seu gerente que ficaria à frente de tudo.
– Fico feliz que ela tenha encontrado alguém pra ela. – Bella falou vagamente. – É sério, ela não é uma pessoa ruim. Só se interessou por um homem que não estava disponível. Também, tem como conhecer um homem como você e não se interessar? – ela mordeu o lábio inferior e o olhou ousada.
– É, acho que não tem... – ele concordou com um sorrisinho convencido. – Qualquer mulher que entrar na minha sala e ver quantas fotos suas e das crianças eu tenho, escutar o carinho e amor em minha voz quando eu falo de você e enxergar o jeito de louco, obsessivo e apaixonado que eu olho pra você, com certeza vai querer um assim pra ela também. – ele roçou os lábios nos de Bella. – Mas esse homem aqui já tem dona.
Se beijaram com desejo e paixão e amaram-se novamente.
Era difícil acreditar agora que há poucos meses passaram por uma situação ruim no casamento. Uma crise provocada por falta de diálogo e vaidade. Mas com muito amor e confiança, tudo foi resolvido e deixado definitivamente para trás.
Mesmo quando há amor em uma relação, momentos ruins podem ocorrer. E por muitas vezes, as pessoas não estão preparadas para lidar com aquilo. Brigas, desentendimentos e até separações podem surgir de situações como esta. Entretanto, o amor, o sentimento único, que deu a origem à humanidade e ainda mantém o mundo um lugar habitável por ser uma chama acesa dentro de cada coração que acredita nesse sentimento poderoso, supera tudo.
E com Edward e Bella não foi diferente. O amor foi o elo que os manteve ligados um ao outro mesmo quando estavam separados. O amor pela família, o amor que foi procriado através dos filhos, e o amor de homem e mulher.
Crises ainda poderiam haver no casamento, quem poderia prever? Contudo, eles tinham a arma mais poderosa para lutar contra tudo. Como fora supracitado, o amor.
FIM


Eu ri comigo mesma quando escrevi a parte do Edward explicando porque gostava de always rsrsrs em 1994 foi a música que dominava a cabeça das adolescentes e dos meninos apaixonados, e Edward já louco na Bella nessa época e ela só tinha onze aninhos rsrsrs coitado....

Bem gente, obrigada pelos comentários, gosto muito de aber que tenho acertado a mão nessa fic. Obrigada mesmo. Nos encontramos no epílogo, ok?


No comments :

Post a Comment