MEU QUERIDO JARDINEIRO - BONUS 01

Meu Querido Jardineiro

MEU QUERIDO JARDINEIRO
DIANA ARTEMIS


A milionária Isabella Swan, é divorciada, e tem uma filha de 6 anos. Sophie.

Ela é uma mulher independente, sofisticada e inteligente.

Mas vem sendo atormentada pelo corpo e os olhos penetrantes de seu jardineiro. Edward Cullen.

Ele vem sendo o protagonista de seus sonhos mais picantes.

Um problema: o cortador de gramas.

Uma solução: um quarto e uma cama.

Um desejo: ficar juntos para sempre.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Lemon
Avisos: Sexo



3 anos depois
POV Edward
Cheguei da faculdade, e Sophie, agora com 9 anos, já estava em casa.
– Oi princesa, como foi na aula? – dei um beijo no topo de sua cabeça. Sophie estava jogada no sofá assistindo algum seriado da Disney.
– Foi tudo bem, Edward. – suspirei. Ela nunca conseguiu me chamar de pai. Desde que eu e Bella nos acertamos, e decidimos morar juntos, Michael se reaproximou da filha. Agora ele a visita uma vez no mês. Gostaria muito de ocupar o posto de pai de Sophie, mas respeito seu posicionamento.
– Ok. E onde está Destinee? – perguntei sobre minha filhota linda, que com seus dois aninhos recém-completados, já virava a casa de pernas pro ar, e deixava Esme de cabelos em pé.
– Ah, eu acho que ela está lá pelo jardim. Agora pouco escutei a tia Esme gritando pra ela parar de correr. – Eu ri. Esme era mesmo um anjo. Foi babá de Sophie, e hoje tem a difícil tarefa de cuidar de Destinee.
– Tudo bem, vou dar uma olhada nela, e depois tomar um banho. Você me espera pra almoçar?
– Claro Ed, vai lá. – minha Sophie era tão carinhosa comigo. Apesar de não nos chamarmos porpai e filha, nós tínhamos uma relação assim. Nunca quis me impor, e se assim ela se sentia bem, assim estava ótimo pra mim também.
– Então tá, vou rapidinho pra gente almoçar logo. Estou com uma fome, que tá me matando. – fiz cócegas nela e ela deu uma gargalhada gostosa.
– Tá bom, vai logo, antes que eu coma a comida toda, e não deixe nada pra você. – ela ainda ria.
– Wow, eu bem sei que você é capaz disso. Você tem alimentado bem essa criação de lombrigas que tem aí na barriga. – ela tentou me olhar furiosamente, enquanto segurava o riso.
– Eu não tenho lombriga!
– Claro, claro. Minha bonequinha não tem lombriga não, eu estava brincando. – ela sorriu toda manhosa pra mim. – Vou lá e já volto. – beijei o topo de sua cabeça novamente. – Eu te amo.
– Eu também te amo Edward. – ela sorria verdadeiramente pra mim, e isso me fazia feliz de uma forma absurda. Eu ganhei a família que eu sempre quis.
Passei no jardim, e Destinee corria pelas plantas, avisei a Esme que eu iria tomar um banho, e logo após iria descer pra almoçar.
De banho tomado, desci as escadas e fui pra sala de jantar. Sophie já estava à mesa. Carlisle e Esme também. Eles apesar de serem funcionários, sempre foram tratados como se fossem da família. E isso foi decisão de minha mulher, Isabella.
Nossa, só de pensar nela, meu corpo todo treme. Hoje já faz 10 dias sem minha mulher. Ela viajou a Singapura a negócios, e eu estou morrendo de saudade. Sorte que ela chega amanhã.
Saí de meus devaneios quando dois braços gordinhos agarraram minhas pernas.
– Oi meu amor, papai desceu pra almoçar. Você já lavou a mão? – abaixei-me e a peguei no colo.
– Já papai, a tia Elme disse que hoje tem tatatinha. Oba papai, tatatinha! – ela sorria me mostrando os pequenos dentinhos brancos.
– É batatinha, Titi. Repete com o papai, Ba-ta-tin-ha. – ela fez uma cara de confusão, pareceu pensar por um tempo.
– Dadatinha. – disse por fim. Eu sorri de sua tentativa.
– Não Titi, melhor falar tatatinha mesmo. – ela riu e me deu um beijão no rosto. Eu era totalmente apaixonado pela minha filha, aliás, apaixonado pela minha família. Isabella, Sophie e Destinee eram minha vida.
Eu e Isabella não nos casamos formalmente. Nós apenas moramos juntos. E pra mim, desse jeito está ótimo. Nunca me interessei pelo dinheiro dela, portanto, não preciso de nenhum documento pra provar meu amor.
Eu consegui estudar num curso de aceleração e terminar o colegial, e esse ano, agora com 35, eu consegui entrar na faculdade.
Estudo Administração de Empresas. Eu escolhi um curso que eu acho que eu me sairia bem. Isabella insiste em dizer que após eu me formar, vou trabalhar na SESS. Eu não descarto essa possibilidade, mas se eu conseguir algo pelos meu próprios meios, com certeza irei aceitar.
As vezes me sinto mal, de estar aqui e não trabalhar, mas em uma conversa eu e Isabella decidimos que eu só trabalharia após eu me formar. E seria bom eu ficar em casa também, por conta das meninas, já que Bella agora tem viajado mais. A SESS comprou uma empresa de médio porte no ramo de automação industrial, no Brasil, e ultimamente ela tem viajado muito pra lá.
Por várias vezes a família toda foi, Sophie adora o Rio da Janeiro, toda vez que vamos, ela faz questão de visitar todos os pontos turísticos. Confesso que eu também me encantei pela cidade. E Destinee adora qualquer lugar que tenha praia.
Quando estivemos em outra cidade brasileira, Recife, todos os dias ela arrumava uma choradeira quando Bella a chamava pra sair da praia e voltar para o hotel, porque já estava anoitecendo.
Destinee. Essa é uma sapequinha.
Suspirei, eu estava com tanta saudade da minha Bella.
Após o almoço, eu fiquei na sala brincando com Destinee e Sophie. Vi alguns filmes da Barbie, e depois jantamos. Vimos mais uns desenhos na Disney. Sério, eu acho que estou ficando viciado emPhineas e Ferb.
Quando as meninas começaram a bocejar, as levei para seus quartos. Dei um beijo de boa noite em casa uma e desci pra tomar um copo d’água.
Quando subi novamente, entrei em meu quarto e me bateu uma tristeza. Meu amor não estava aqui. E eu já estava louco de saudade dela.
Fui até seu lado no closet, e peguei uma camisola sua. Caminhei até a cama, e me sentei.
Levei a camisola até o nariz, e a cheirei. Pude sentir o cheiro mais gostoso do mundo pra mim. Cheiro da minha mulher.
Lágrimas vieram na hora, aos meus olhos. Tentei controla-las. Não tinha motivos pra eu chorar. Ela chegaria no dia seguinte.
Mas estava doendo tanto a distância, mas tanto. Deixei a camisola em cima da cama, e fui tomar um banho pra dormir.
Embaixo do chuveiro as lágrimas de saudade caíram, inevitavelmente. Eu queria minha mulher em meus braços, desesperadamente.
Desliguei o chuveiro, e me sequei. Não me preocupei em vestir roupa, apenas vesti o roupão e me virei pra sair do banheiro.
Ao chegar a porta do quarto tomei um susto. Não sabia se era fruto da minha imaginação, ou se era realidade.
Na minha frente estava Bella, olhando fixamente pra sua camisola, que eu deixei em cima da cama.
– Oi. – consegui falar em meio a surpresa.
– Sentindo meu cheiro? – ela perguntou num tom de voz sério, sem tirar os olhos da camisola.
– Só consigo dormir assim. Sentindo seu cheiro. – caminhei pra perto dela. – Mas mesmo assim, não é o bastante. Preciso ter seu corpo em meus braços. – a abracei e deu um beijo em sua cabeça. Ela não se virou pra me olhar.
– Você sofre toda vez que eu viajo. – não foi uma pergunta.
– Sofro sim, meu amor. Mas eu entendo. Agora me dá um beijo, que eu estou louco de saudade da sua boca. – ela se virou, e eu logo capturei seus lábios.
Invadi sua boca com minha língua. Eu estava morrendo de saudade da boca deliciosa de Isabella. Nosso beijo era cheio de paixão, saudade e desejo.
– Como conseguiu chegar antes? – perguntei quando desci meus beijos para seu pescoço.
– Hummm... Eu consegui pegar um voo adiantado. Quase obriguei minha secretária a conseguir isso. Eu estava morrendo de saudade de vocês, das meninas.
– Você passou no quarto delas? – subi meus beijos pra as boca novamente, dando selinhos carinhosos.
– Passei, mas elas estavam num sono tão pesado, que fiquei com pena de acorda-las.
– Hummm... então posso ter minha mulher só pra mim? – um fogo já se ascendia dentro de mim.
– É, por um bom tempo. – ela disse e olhou pra cama novamente. Segurei seu queixo e a fiz me olhar.
– O que foi, minha linda? Aconteceu alguma coisa? Você me parece preocupada. – ela me olhou por uns instantes, como se estivesse decidindo algo, e por fim, sorriu e me beijou.
– Não houve nada Edward, só quero que você me ame. Eu estou morrendo de saudade do seu corpo, dos seu beijos. – Gemi internamente. Porra, se ela estava com saudade, imagine eu.
Nosso beijo foi ficando cada vez mais selvagem. Nos deitamos na cama, ainda nos beijando, e minha mãos já começaram a passear por seu belo corpo.
Invadi seu vestido e toquei sua intimidade por cima da calcinha.
– Humm amor, você já está molhadinha pra mim. – ela gemeu e mordeu de leve meu lábio inferior.
Tirei seu vestido, e o meu roupão, e me deitei sobre ela. Ela de calcinha e soutien, e eu nú.
Pressionei meu membro em sua entrada, que eu podia sentir que estava quente, mesmo com a calcinha separando.
Abri seu soutien, e apertei seus lindos seios.
Enquanto eu brincava com o bico do seio direito com a minha mão, no bico do seio esquerdo, eu dava leve mordidas, arrancando gemidos de minha linda mulher.
Dei um banho de língua nos seus seios, mas eu já não estava mais aguentando. Eu tinha que estar dentro dela. A saudade e a necessidade de seu corpo estavam me deixando louco.
– Amor, não se vou conseguir ser delicado. – falei aos arquejos.
– Não seja Edward. Eu preciso de você. Toma meu corpo, amor. – ela esfregava seu belo corpo no meu. Me arranhava as costas. – Me fode, amor.
Pirei!
– Vou te foder, minha linda. Vou fazer tão gostoso, que você nunca mais vai querer viajar e me deixar aqui sozinho. Tendo que me masturbar com suas calcinhas. – eu já estava louco de tesão.
– Você se masturba com minhas calcinhas, amor? – ela riu sapeca. Safada! Céus, como eu amo essa mulher.
– Eu me masturbo com suas calcinhas em minha mão, eu durmo cheirando suas roupas, e olho sua foto em meu celular várias vezes ao dia. – olhei em seus olhos. – Tem noção do quanto eu te amo? – seus olhos brilharam, e ela encostou nossas testas.
– Edward, toma meu corpo. Eu preciso te sentir.
Tirei sua calcinha, e pude ver que sua excitação já escorria por seu sexo. Desci meu rosto até lá, e passei minha língua em seu clitóris, que já estava duro de tesão.
Ela se contorceu na cama. Segurei em seu quadril, firmemente, e invadi seu sexo com minha língua. Isabella gritou, e eu continuei a penetrá-la com minha língua.
Quando senti que o seu orgasmo já chegava, subi beijos por seu corpo, e beijei sua boca.
– Estava morrendo de saudade de sentir seu gosto em minha boca. – Isabella já estava com o olhar desfocado, no limite da excitação.
– Droga Edward, me fode. – Esse pedido enviou uma descarga elétrica diretamente em meu membro, e eu gemi audivelmente.
– Seu pedido é uma ordem, minha rainha. – e dizendo isso, a penetrei com força.
Isabella gritou tão alto, que por uns segundos, temi que tivesse acordado as meninas. Mas logo esse pensamento sumiu da minha cabeça, quando senti ela rebolando embaixo de mim.
Comecei a estocar duramente e rápido. Eu não queria joguinhos, tanto eu quanto Isabella precisávamos alcançar nosso clímax.
– Essa bocetinha cada vez mais gostosa. Tá esmagando meu pau, amor. – a beijei furiosamente. E depois desci numa trilha de beijos por seu pescoço. – Você é uma delícia. A minhadelícia.
– Ai Ed... Mais forte, amor. – Isabella pedia. Ela estava descontrolada. E eu continuava estocando duramente.
– Amor, vem comigo. Eu não vou durar muito tempo. – aumentei um pouco mais a velocidade das estocadas, e pude sentir o sexo de Isabella começar a me pompear. Ela viria logo.
– Óh amor... eu vou... eu... Ai Edwaaaard – ela me apertou num abraço forte, e mordeu em meu ombro pra conter seu grito causado pelo orgasmo. E eu gozei chamando seu nome.
Ficamos parados, um sentindo a respiração do outro.
Eu ainda estava dentro de Isabella, e de lá não queria sair tão cedo.
– Eu te amo tanto, Bella. Sinto tanta saudade quando você tem que viajar. – disse, mas logo depois me arrependi. Eu não podia fazer esse tipo de chantagem emocional com ela. Eu estava sendo injusto. Ela não ia por opção, era seu trabalho. – Desculpa amor, eu falei sem pensar. Eu sinto saudade, mas eu entendo.
– Não precisa se desculpar, eu entendo seu lado. Na verdade, eu já conversei com Jasper, o nosso diretor executivo. Vou treiná-lo pra assumir meu cargo, pelo menos temporariamente. – ela alisava meu rosto carinhosamente.
– Eu me lembro dele, sempre vem nas festinhas de aniversário das meninas. Mas, Bella, por que você vai treiná-lo pra assumir o seu lugar? Se é por mim, não precisa. Eu sinto saudade, mas eu entendo. E as meninas também. – beijei seus lábios.
Aos poucos saí de dentro de seu corpo, e gemi.
Deitei ao seu lado na cama, e a puxei pra deitar em meu peito. Fiquei acariciando seus cabelos.
– Eu vou precisar me afastar por uns tempos. Ou pelo menos comandar tudo só aqui de Boston. Nas viagens, Jasper me representará. – ela deitou seu corpo completamente em cima do meu, e apoiando a cabeça em meu peito, me olhou nos olhos. – E além do mais, quero curtir as meninas. Quero curtir enquanto ainda são pequenas. Eu nem consegui curtir direito a minha gravidez de Destinee. Eu quero curtir agora. – seus olhos brilhavam. Acariciei seu belo rosto.
– Claro amor, entendo. Você sente muito de não ter aproveitado mais o período que esteve grávida da Titi, não é mesmo?
– Sinto sim, mas eu não tinha como me ausentar da empresa na época, agora eu tenho. – ela mordeu o lábio.
– É amor, mas agora é diferente, a Titi já tem 2 anos, a gente tá falando de gravidez. – ela me olhava cética.
– Edward! É sério isso? – oi? Acho que boiei.
– Sério o que, minha linda? – eu realmente não entendi essa.
– Você não reparou que eu estou tentando te dizer que estou grávida?
– Ah amor, é que... – peraí, ela tá o quê? – Você tá grávida? – ela mordia o lábio pra conter um sorriso, e seus olhos brilhavam como nunca.
Beijei seus lábios com paixão. Essa era uma notícia maravilhosa.
– Amor, você não sabe como está me fazendo feliz mais uma vez. Aliás, ao seu lado eu sou feliz todos os dias. – beijei novamente sua boca convidativa. Eu estava vibrando de felicidade.
– Eu fiquei com medo de você achar que era cedo demais. Afinal a Titi só tem dois aninhos. Mas bem, eu já tenho 31, então, se quisermos ter mais, não é bom deixar um intervalo muito grande.
– Amor, com você eu quero tudo. Essa notícia é maravilhosa. – colei nossas testas. – Como eu não me sentiria feliz, se a mulher que eu amo com loucura, vai gerar mais um fruto do nosso amor?
– Eu tenho muita sorte de ter você na minha vida. – ela declarou, e pude notar uma lágrima escorrer por seu rosto.
– Já são os efeitos da gravidez? – brinquei, e ela riu em meio a algumas outras lágrimas que escorriam por seu rosto.
– Não seu bobo. Isso é meu marido, que é o melhor marido do mundo. Ele fica me falando coisas bonitas, e eu choro.
– Se forem lágrimas de alegria, não vou me esforçar pra contê-las. – tracei com a ponta do dedo, o caminho q as poucas lágrimas faziam.
– Edward, posso te pedir uma coisa? – ela me olhava mordendo os lábios.
– Pode.
– Faz amor comigo, de novo? – ela riu sapeca. – Eu estou grávida, e com um puta tesão. – rimos abraçados na cama. Isabella sempre foi fogosa, e quando está grávida, fica insaciável.
– Faço amor com você até o último dia de minha vida. – beijei seus lábios, e nos amamos o resto da noite.
Minha vida já era perfeita ao seu lado, e com a chegada de mais uma criança, ficaria mais perfeita ainda.
Tudo ao lado de Isabella era perfeito pra mim.
Eu, o humilde jardineiro, que se apaixonou pela patroa e foi correspondido.



Espero vocês na sexta-feira para mais um bônus

beijusculos!

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