MEU QUERIDO JARDINEIRO - CAPITULO 01

Meu Querido Jardineiro

MEU QUERIDO JARDINEIRO
DIANA ARTEMIS


A milionária Isabella Swan, é divorciada, e tem uma filha de 6 anos. Sophie.

Ela é uma mulher independente, sofisticada e inteligente.

Mas vem sendo atormentada pelo corpo e os olhos penetrantes de seu jardineiro. Edward Cullen.

Ele vem sendo o protagonista de seus sonhos mais picantes.

Um problema: o cortador de gramas.

Uma solução: um quarto e uma cama.

Um desejo: ficar juntos para sempre.

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo
Gêneros: Lemon
Avisos: Sexo
Acordei com uma sensação estranha. Fiquei tentando relembrar com o que tinha sonhado. Depois de tentar durante poucos segundos, me lembrei. Sonhei com Edward, meu jardineiro. Desde que eu resolvi contratar um jardineiro, a pedido da minha filhinha, que me exigia religiosamente todos os dias um jardim com muitas florzinhas, eu venho tendo problemas durante todas as manhãs, quando acordo toda molhada, e vez ou outra, com os dedos por dentro da calcinha.
Esse jardineiro está me tirando do sério. Desde que me divorciei de Michael, eu não tive relação sexual com mais ninguém. E essa abstinência, provavelmente está fazendo um efeito devastador. Porque todas as noites sonho com Edward me beijando, me lambendo, me cheirando, me chupando todinha e dizendo sacanagens no meu ouvido.
Levantei, fui ao meu banheiro e constatei que mais uma vez minha calcinha estava totalmente encharcada. Tirei minha roupa, liguei o chuveiro, e com um grande esforço, lutei contra minha excitação e um clitóris implorando pra ser tocado, e não me masturbei.
Desci as escadas, e logo senti minhas pernas sendo agarradas por uma menininha linda de 6 anos.
– Mamãe, mamãe! Hoje eu tenho prova de inglês. Me dá um super beijão de boa sorte, mamãe? - me pediu já inclinando a bochechinha rosada pra mim, e eu não resisti, obviamente, e dei um beijão de "boa sorte" na minha filha.
– Pronto, mamãe já deu beijo, agora vamos tomar café, senão você vai chegar atrasada.
Nos sentamos a mesa, e eu fiquei observando minha filha. Está crescendo tão rápido. Já dorme em seu quarto sozinha. Já toma banho e se arruma sozinha em seu quarto. E não me deixa nem escolher mais suas roupas.
Sorri olhando pra ela, está ficando cada vez mais parecida comigo. Eu também sempre quis me virar sozinha. Assim que pude ter minha licença pra dirigir, dispensei o uso de motorista, o que deixou meu pai furioso na época. Quando saí da faculdade, fiquei um ano acompanhando de perto meu pai na empresa da família, pra logo depois, tomar seu lugar, e comandar a SESS - Swan Eletrical Service Sea, empresa que presta serviços em plataformas de petróleo espalhadas pelo mundo, mas que tem seu escritório central aqui em Boston.
Seria uma vida brilhante, se eu não tivesse me casado com o traste do Michael. Filho do gerente do setor de contabilidade da SESS. Um amigo de longa data do meu pai, um funcionário antigo. Mas que no fundo era uma cobra. Botou Michael no meu caminho. Infelizmente, me apaixonei e me casei. Engravidando logo no primeiro mês do casamento. Pra um ano depois, começar a perceber o quanto meu sogro freqüentava minha casa, principalmente em um período que eu não estava. Com a desculpa de visitar a netinha de pouquinhos meses de vida.
Como nunca fui idiota, logo liguei os pontos. E percebi que Michael sempre ficava me espreitando quando eu trabalhava em casa até tarde. Provavelmente pra tentar descobrir algo que pudesse ser de serventia para seu pai poder me dar algum tipo de golpe.
Demiti meu sogro, e no mesmo dia pedi o divórcio. Quando me casei, apesar de estar apaixonada, não confiava cegamente em Michael, e por isso, casei com total separação de bens, então ele entrou e saiu desse casamento sem levar nenhum centavo meu.
O pior foi descobrir um mês depois, quando contratei um auditor pra verificar a contabilidade, que não tinha sido nenhum dinheiro desviado da minha empresa, mas pelos papeis que ele analisou, o que estava por vir, poderia me derrubar.
Percebi que fiquei tempo demais pensando, quando senti um bracinho me puxando e olhei para aqueles olhos castanhos idênticos aos meus.
– Mamãe, eu vou indo. A tia Esme já levou minha mochila pro carro, e eu não posso me atrasar. - ela beijou meu rosto e saiu correndo pra dar a mãozinha pra Esme, sua babá, e ultimamente, uma grande amiga pra mim.
As duas foram em direção a garagem, Esme não tinha obrigação de ir até a escola de Sophie, mas ela adorava passar um tempo a mais com seu marido, Carlisle, meu motorista. Os dois se conheceram aqui, e casaram tem uns dois anos. Ambos em seu segundo casamento, e já com os filhos casados e encaminhados na vida.
– É, parece que todo mundo se acerta nessa casa, menos eu. - resmunguei me levantando e tomando um enorme susto quando escuto aquela voz rouca e sexy as minhas costas.
– Senhora Swan, desculpe entrar na casa sem permissão, mas eu preciso informar a senhora que o cortador de gramas deu defeito. Eu não estou conseguindo consertá-lo. - ele disse um pouco sem graça, olhando pro meu roupão. Puta merda, na vontade de ver minha filha, antes dela sair pra ir a escola, nem me de ao trabalho de por roupa, só peguei meu roupão de banho e desci. Bom, pelo menos de calcinha eu estou.
– Olha Edward, não precisa se desculpar por entrar na casa. E não sei se eu sou senhora, mulheres divorciadas, são chamadas de senhoras ou de senhoritas? - tentei descontrair, e notei que ele deu um sorrisinho torto ainda um pouco sem graça, mas a seguir me deu mais uma conferida caprichada, que me fez molhar a minha calcinha. Porra, já é a segunda vez só hoje que fico molhada por ele. Quando acordei e agora. Edward é um grande molhador de calcinhas, só pode.
– Bom, eu não sei Senhora Swan... - ele começou, mas logo o interrompi.
– Me chame pelo meu nome então Edward, é mais fácil. - ele riu e concordou. - Sente-se, e pode ligar pra alguém que conserte aquela máquina barulhenta. - ele riu, mas permaneceu em pé. - Edward, sente-se. - apontei para o sofá.
– Não Senh... - se interrompeu quando lancei um olhar acusador. - Isabella, eu estou suado, fiquei uns vinte minutos tentando arrumar o cortador, e hoje está bastante calor. É melhor eu não e sentar, pra não sujar o sofá da senh... O seu sofá. - ele disse e abaixou a cabeça. Tão humilde, tão gostoso, um pouquinho suado. Nossa, isso está me dando um tesão.
– Edward... - fui em sua direção e pus minhas mãos em seu peito na intenção de empurrá-lo pro sofá. – Sente-se, por favor.
– Não Isabella, vou sujar o sofá. - ele falou fitando o decote que o roupão deixou a mostra com meu movimento de empurrá-lo. Notei, um volume aparecendo em sua calça. Olhei descaradamente e ele percebeu.
Percebeu e ficou todo vermelho de vergonha. Tentou me afastar de leve, mas eu já estava ferrada mesmo, e com um tesão louco. Que a única coisa que fiz, foi me aproximar mais dele, e sussurrar em seu ouvido.
– Parece que tem alguém animado aqui. - pude ver ele se arrepiar todinho, e resolvendo arriscar mais comecei a deslizar minhas mãos pelo seu peito, e senti seu coração batendo enlouquecidamente.
– Des-desculpa Isabella. Estou muito envergonhado dessa situação. - ele continuava vermelhinho e já respirava com dificuldade. Deus ouviu minhas preces, esse homem também me deseja. Resolvi avançar um pouco mais. Já estava ferrada mesmo.
– Vergonha Edward? Por quê? É tão pequenininho que você tem vergonha? - senti ele enrijecer e me fitar um olhar mortal. Pra logo após, agarrar minha cintura possessivamente, e me deixar mais molhada ainda.
– Não Isabella, nem um pouco pequeno. E me desculpe, mas se a senhora não parar agora, não conseguirei me controlar mais. - falou rouco com a boca quase colada a minha.
– Não se controle. Porque eu já perdi meu controle desde que você chegou, e me faz sonhar com você todas as noites, e acordar toda molhadinha. - senti ele me apertar mais e grunhir levando seus lábios ao meu pescoço e começar a dar mordidinhas por lá. - Estou cansada de acordar molhada e ter que me tocar pensando em você, chamando seu nome quando gozo nos meus dedos. - Senti que nessa hora ele parou de respirar, e me olhou com seus olhos que pareciam pegar fogo.
– E eu já cansei de acordar de pau duro, de trabalhar de pau duro quando te vejo passar, e de dormir de pau duro, fantasiando o dia que poderia te fazer minha. - falou olhando fixamente em meus olhos, e nessa hora minha calcinha com certeza deu perda total.
– Aproveita que a fantasia virou realidade, Edward. - falei e no mesmo momento beijei sua boca com paixão.
Nos beijávamos e nos esfregávamos no meio da sala da minha casa.
Era um beijo delicioso, cheio de desejo. Eu podia sentir sua barba cerrada roçando meu queixo, sentia seu membro me cutucando, seus braços me apertando em um alto nível de posse.
– Vamos pro meu quarto, Edward. - afastei nossos corpos, peguei em sua mão e o puxei escada a cima entrando em meu quarto, fechando a porta e voltando a beijá-lo fervorosamente.
Ele desceu suas mãos pelo meu corpo, e me puxando pra ele. Eu o abracei com minhas pernas, senti seu membro me tocando na minha entrada que já implorava por ele.
Ele foi andando comigo até minha cama, e nos deitou nela. Abriu meu roupão e ficou me olhando por um instante.
– Você é linda. Sonhei tanto com isso Isabella. Eu quero te chupar até você gozar na minha boca, e depois quero meter em você até te ouvir gritar o meu nome. - dito isso, ele se abaixou sobre minhas pernas e passou a língua por todo meu sexo. Um gemido logo saiu por meus lábios, sem que eu pudesse controlar.
– Geme, minha linda. Geme pra mim. - logo após dizer isso, caiu de boca em mim, me fazendo ver estrelas. Chupou meu clitóris tão necessitado, enquanto enfiava um dedo em minha entrada.
Ele foi aumento as estocadas com seu dedo, e me chupando cada vez mais forte, eu já podia sentir meu orgasmo chegando com força total.
– Ed... Ai Edward... Edward... Óh Edward... Eu vou... - e não consegui terminar de gemer, pois uma chama tomou conta do meu corpo. Uma corrente elétrica fez meu músculos retesarem ao máximo, e depois relaxarem. Fechei meus olhos, e pude sentir um sorriso se abrir em meus lábios sem minha permissão.
– Você é deliciosa. - ouvi Edward falar, e se deitar sobre mim.
Ele depositou vários beijos em meu colo, lambeu e mordiscou um pouco meus mamilos que já estavam muito sensíveis. E voltou numa trilha de beijos até meu ouvido.
– Me deixa ser seu homem, Isabella. Pelo menos por hoje me deixa ter esse prazer de te fazer minha mulher. - Escutar ele falando assim ao pé do meu ouvido, com sua voz rouca me fez despertar do meu estado pós-orgasmo na hora.
– Deixo Edward, deixo você fazer de mim o que quiser.
Ele soltou um gemido quando escutou minhas palavras, se afastou um pouco e rapidamente tirou sua blusa, sua calça e cueca juntas. Arfei quando vi o tamanho do seu membro apontando pra mim.
– Meu sonho é te fazer minha mulher, mas meu desejo mais ousado é te ver me chupar. - ele disse segurando seu membro e vindo pra cima de mim. Com certeza eu realizaria seu sonho. Afinal ele me fez um sexo oral como nunca senti. Michael nunca me fez sentir isso.
– Hoje é o seu dia de sorte, Edward. - fui me aproximando e sem cerimônias, lambi a cabeça de seu membro, e pude escutar um gemido alto de Edward. Um gemido potente, coisa de macho selvagem, que só me deixou com mais tesão e mais confiante pra chupá-lo.
– Isso minha Isabella, chupa seu homem. - ele falava enquanto segurava meus cabelos e iniciava um vai-e-vem dentro da minha boca. - Que boquinha gostosa. Como eu queria sentir isso todo dia. - ele falava eufórico enquanto eu o chupava. Pelo que estou vendo, não fui só eu que fiquei fantasiando com essa situação todos os dias.
Comecei a chupar com mais afinco, e percebi que Edward começava a perder o controle. A estocar na minha boca com mais agressividade. Eu nunca bebi o gozo de Michael, mas o de Edward eu beberia. Eu queria tudo desse homem.
– Isabella, você me deixa louco. Me chupa mais, chupa meu amor. - "meu amor" ? Estranho, escutar ele me chamando disso, além de me dar mais tesão me deu uma onda de felicidade.
Continuei a chupá-lo e o senti puxar meu cabelo com mais força e logo gozar em minha boca. Bebi tudo, e fui dando beijinhos por sua extensão. O olhei me sentindo a melhor mulher do mundo após tomar todo seu leite. E vi um sorriso enorme em seu rosto, os olhos brilhando, me olhando com carinho, adoração e paixão.
– Você é fantástica. A melhor sem dúvidas. - e dizendo isso ele se deitou sobre mim novamente, e me beijou na boca com fervor. Enquanto me beijava, eu me esfregava nele, e pude sentir seu membro enrijecer novamente.
– Edward, preciso de você. - disse quando ele desgrudou nossas bocas e foi me beijando até o pescoço.
– Eu também amor, eu também preciso de você. - Ele disse em penetrou numa estocada só. Me fazendo ver estrelas.
Ele começou a estocar devagar, porém forte e profundamente, me tocando num ponto onde nunca fui tocada. Era uma sensação ótima. Eu queria isso pra sempre.
–Tão apertadinha meu amor. Se você não fosse mãe, eu juraria que era virgem. – ele falou ao pé do meu ouvido, e começou a estocar mais forte e mais rápido. Minha cabeça começou a girar, acho que nunca senti isso na minha vida. – Que bocetinha apertada, amor. Você é maravilhosa.
Ele já estocava ferozmente em mim, e eu já gritava de prazer.
– Edward... Eu vou... Eu vou.... óh mete, amor. – em meio a tanto prazer nem percebi e a palavra “amor” escapou por meus lábios.
–Isso Isabella, me chama de amor, só por hoje me deixa ser seu amor, seu homem. – ele estocava cada vez mais forte. – Faz esse homem apaixonado feliz pelo menos hoje, minha linda, gostosa, maravilhosa. – ele meio gemia, meio gritava. E estava me fazendo enlouquecer.
– Óh Edwaaaaaard – e gritando seu nome eu tive o maior e melhor orgasmo da minha vida. E logo após, pude sentir ele me apertando mais em seus braços, e se derramando em mim.
Ficamos quietos, esperando nossas respirações se acalmarem. Ele ainda estava dentro de mim. E eu amando essa sensação de ser abraçada, protegida após um sexo espetacular.
Ele descansava sua cabeça no vão de meu pescoço, e depositava beijinhos por ali. E me abraçava apertado, como se tivesse medo de eu fugir. E foi pensando nisso, que me lembrei do que ele disse enquanto estávamos transando. Disse que era um “homem apaixonado”. Será que era por mim? Claro que era Isabella, o cara estava transando com você, implorando pra você fazer de conta que era mulher dele por pelo menos hoje, e logo após diz estar apaixonado. Tem que ser por você, mulher. Estava falando comigo mesma, quando senti ele afrouxar o aperto de seus braços em torno e de mim e me olhar intensamente nos olhos.
–Você é maravilhosa. – ele disse com os olhos brilhando e me deu um beijo na boca. Um beijo terno, com carinho, devoção, ternura. Sua língua buscava a minha com delicadeza. E ele me segurava em seus braços como se eu fosse um bem precioso. E aos poucos, foi saindo de dentro de mim. Gemi um pouco em seus lábios. Ele sorriu, e foi terminando o beijo com selinhos carinhosos.
Ficamos nos encarando durante um tempo, em silêncio. Aos poucos um sorriso foi aparecendo em seus lábios, e automaticamente nos meus também.
–Conheci a felicidade plena. – ele disse rindo e me deu selinho.
–Eu acho que eu também. – ri um pouco mais, e senti uma sensação até hoje desconhecida. Eu queria que ele ficasse pra sempre ali, por cima de mim, me abraçando, e me dizendo coisas bonitas. Me beijando e me amando o tempo todo.
Mas seu sorriso aos poucos foi se desfazendo. Ele deu um suspiro e foi se levantando. Me bateu um desespero, que eu logo segurei em seus braços e perguntei:
–Ei, onde você vai?
–Voltar pro meu lugar. Vou descer, tentar resolver o problema do cortador, e voltar a trabalhar. Isso se você não me demitir. – ele falava, mas não olhava em meus olhos. Um desespero maior foi me tomando.
–Não Edward, eu nunca te demitiria, e eu não quero que você desça. Nós temos que conversar. – comecei a falar mais alto, quase gritando com ele.
–Conversar o que Isabella? – nesse momento ele voltou a olhar pra mim e havia tristeza em seu olhar. Resolvi ser direta.
–Você sempre fantasiou, sonhou com isso?
–Sempre fantasiei em fazer amor com você, todas as noites. Mas todos os dias eu sonhei em ser seu homem. Quando te via com Sophie, vocês brincando no jardim, ali pertinho de mim, eu sonhava ser o merecedor do sorriso de vocês duas. – ele soltou um sorriso torto lindo, que junto com suas palavras fez meu coração bater rápido demais. – Toda vez que Sophie vinha ficar conversando comigo após a escola, e me falava que sentia falta do pai que ela viu raras vezes, eu me imaginava sendo o pai daquela menininha. – nesse momento ele me deu um olhar torturado. – Eu desejava uma família que não era minha, uma vida que não era minha. E eu sempre soube que nunca seria. – ele respirou fundo e continuou. – Me apaixonei rápido demais por você. E isso me faz sofrer dia após dia. Eu sofro por saber que você nunca será minha. O que aconteceu entre nós hoje foi a melhor coisa da minha vida. Mas eu sei o meu lugar. Sou um imigrante pobre, um jardineiro. Um homem de 32 anos que não tem nem uma casa própria. E você, linda, elegante e milionária. Tem sua empresa, uma vida onde eu não me encaixo.
Ele abaixou a cabeça e fechou os olhos, como se quisesse segurar possíveis lágrimas.
Fiquei pensando em tudo que ele me disse. Em como ele se sente em relação a mim e minha filha. O homem que eu venho sonhando há tempos é completamente apaixonado por mim. Mas e eu? Sou apaixonada por ele? Não é segredo que eu sinto um tesão absurdo por esse homem. Mas será paixão? Amor?
Eu fico extremamente feliz quando chego do trabalho e o vejo brincando e conversando com Sophie no jardim. Só consigo sair pra trabalhar depois que o espio pela varando do meu quarto. O que eu senti com ele há minutos atrás nessa cama, eu sei que não sentiria com nenhum outro. E eu estou aqui olhando pra ele com uma cara de boba, e morrendo de vontade de repetir tudo que fizemos agora a pouco, hoje, amanha, depois de amanhã e acho que pra sempre. Eu já tinha minha resposta.
–Eu também sou apaixonada por você, Edward.
Pude sentir ele segurar a respiração, e me olhar espantado. Abrir meu melhor sorriso pra ele. Ele soltou a respiração, e uma lágrima escorreu por sua bochecha.
–Você tem certeza, Isabella? – ele já sorria emocionado e mais lágrimas escapavam de seus olhos.
Segurei sua mão direita e pus no meu lado esquerdo do peito, em cima do meu coração.
–Sente o que acontece comigo quando estou perto de você. – ele mantinha um sorriso lindo pra mim, fazendo eu me apaixonar mais ainda por ele. – Eu quero o mesmo que você. Quero você na minha vida. Isso que fizemos agora foi espetacular. E eu quero todos os dias. E eu quero mais. Eu quero você ao meu lado em todos os momentos. – ele ia falar algo, mas não deixei. – E Edward, eu não ligo se você é pobre, se não tem casa. Eu sou uma mulher de 28 anos, resolvida financeiramente, sou mãe, sou dona da minha vida. Mas eu preciso ser amada. Eu nunca me senti assim antes... – nesse momento minhas lágrimas já evidenciavam minha emoção - ... E eu estou me sentindo amada com você. Me senti uma mulher realizada em seus braços. E eu quero isso pra sempre, Edward.
–Você quer ser minha mulher? Você quer casar comigo, Isabella? – ele sorria emocionado.
–Eu quero ser sua mulher Edward. Te quero comigo todos os dias. Não sei se quero me casar com toda pompa de igreja e convidados. O que eu sei, é que quero dormir e acordar em seus braços. Eu quero me sentir assim, como estou agora, feliz, realizada, amada, todos os dias.
–Eu te amo! – ele sussurrou em meus lábios, e me beijou com amor.
Ficamos deitados um ao lado do outro, em meio a troca de carinho e sorrisos bobos, aqueles típicos de gente apaixonada. E era isso que éramos. Um apaixonado pelo outro.
–Você vem morar aqui a partir de hoje, Edward. – não foi um pedido, foi uma ordem. Eu precisava ter esse homem comigo.
–Venho sim, minha vida. Mas e a Sophie?
–Aquela lá vai amar a novidade. Desde meu divórcio com Michael, que aquele traste vem só uma vez no ano visitá-la. O covarde morre de medo de eu denunciar ele e seu pai pra polícia, após o golpe que eu descobri que eles iam me dar. – Edward se espantou nessa hora, e me olhou franzindo a testa.
– Edward, meu primeiro marido foi um idiota, mas eu conto isso pra você em outra hora. Agora, eu quero saber de amor. – falei já passando a mão por seu peito glorioso.
–Quer falar de amor? Do nosso amor, minha linda? – acho que ele não entendeu o recado.
–Não Edward, eu não quero falar de amor. Eu quero fazer amor. Agora. – sorri e passei a mão por seu membro que já estava se animando.
–Hummmm, que mulher safada. Se eu soubesse disso, já teria invadido a casa há mais tempo.
Ele foi se posicionando em cima de mim. Eu já estava pronta pra ele. E sentindo uma necessidade louca de ser possuída por esse homem grande, gostoso, lindo e, meu! Somente meu.
–Edward, faz amor comigo. Hoje e sempre. Eu não sabia, mas você é tudo que eu procurei em minha vida.
–Eu te amarei por toda minha vida. Vou amar, proteger e me dedicar pra sempre, a você e a Sophie. Vocês a partir de agora, são a minha vida.
E dizendo isso, ele me beijou, e foi tomando meu corpo aos poucos. Com delicadeza. Com dedicação. Me fazendo mais uma vez me sentir amada, protegida por um homem.
Com certeza, quando eu acordava molhada, e me tocava pensando nesse homem, eu não sonharia que um dia estaria em minha cama, trocando juras de amor com ele. E literalmente, o pedindo em casamento.
Sinto que agora sim, eu vou ser muito feliz. Independente se ele é pobre. Eu vou ajudá-lo no que for preciso. Sei que o que ele quer de mim, é apenas o meu amor.
Seremos felizes, eu tenho certeza. Eu, minha filha e meu querido jardineiro.

Vejo vocês na proxima quarta-feira com o bônus

Beijusculos

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