FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPÍTULO 03

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance




Boa noite gente, vamos conhecer mais um pouco sobre os personagens dessa fic? Hoje alguém muito importante vai aparecer... quer dizer, duas pessoas importantes...

Os ricos são estranhos
POV Edward
Eu estava dirigindo devagar pela estrada, apenas observando a paisagem. De repente, ela se mexe no banco de trás. Eu a olho pelo retrovisor, e ela sorri com malícia.
Ela abre os primeiros botões de sua camisa de seda. Eu lambo meus lábios em expectativa.
Ela passa para o banco da frente, no lado do carona, e no caminho esbarra sua coxa, descoberta pela saia curta, no meu braço. Sinto aquela onda de eletricidade e excitação percorrer meu corpo.
Ela senta no banco do carona de pernas abertas e sua saia sobe mais. Levo minha mão direita para trocar de marcha e esbarro em sua coxa.
Ela morde o lábio e se aproxima de mim. Sua respiração bate quente em meu rosto. Seu hálito de menta e mel invade meu ser.
Ela se aproxima um pouco mais e morde minha orelha. Aperto com força o volante tentando conter minha excitação.
A Srta. Swan escorrega uma mão por meu tórax, e desce até meu colo. Ela me olha sacana quando percebe o volume em minha calça.
Ela dá um aperto forte e eu não consigo segurar meu gemido.
Ela se abaixa lentamente, e abre o zíper da minha calça e meu membro fica a poucos centímetros do seu rosto. Eu posso até sentir o calor da sua respiração.
Ela me olha e lambe os lábios. Eu diminuo a velocidade do carro e mordo meu lábio em expectativa pela carícia.
Ela se abaixa lentamente. Abre a boca e põe sua língua pra fora. É agora, ela vai me lamber. Eu penso.
Trinco os dentes e faço força pra evitar gozar só com a imagem sexy.
Eu posso quase sentir o calor da sua língua. É agora. É agora. É agora.
– Edward? – senti alguém me sacudindo. – Edward? Edward? Acorda, irmão. – levantei em um pulo.
– Porra, Emmett. Seu idiota. No melhor do meu sonho você me acordou. – esbravejei ainda arfante.
– Ei, foi mal. É que o seu despertador apitou e você não acordou. – ele se esquivou. Suspirei.
– Desculpe, Emm. É que eu estava tendo um sonho muito bom. – me desculpei. Ele me olhou zombeteiro.
– Eu tô vendo que o sonho foi bom. Tá de barraca armada. – apontou para minha pélvis e riu.
– Ah, vai a merda. – peguei uma toalha e saí do quarto.
[...]
Cheguei em cima da hora na casa da Srta. Swan. Cumprimentei os seguranças da guarita e andei depressa até a garagem. Liguei o carro e dirigi até a entrada principal da casa.
Fiquei encostado no capô do carro aguardando minha patroa.
– E aí cara. Você é o novo motorista, certo? – um rapaz jovem e loiro me cumprimentou.
– Sim, sou o novo motorista. – apertei a mão que ele me estendia.
– Espero que não esteja pensando em desistir já. Minha querida irmãzinha às vezes consegue ser bem azeda. – ele deu um tapinha em meu ombro e acendeu um cigarro.
– O senhor é irmão da Srta. Swan? – endireitei meu corpo.
– Sou sim, mas ei, calma. Eu não sou cheio de chatices como ela. Fica à vontade aí. – respirei aliviado. – Vou pegar uma carona com vocês hoje. Tenho que ir ao centro da cidade e meu carro está na pintura. E por algum motivo que não consigo entender, minha mãe não me empresta o carro dela. – ele deu um sorriso malandro.
Eu sorri. Ele parecia ser um cara legal, e não um riquinho esnobe. Quando eu ia puxar papo com ele, escutei aquele famoso barulho de salto alto se aproximando.
Rapidamente abri a porta traseira do carro.
– Bom dia, Srta. Swan. – sorri simpático e ela entrou direto no carro. Fiz uma careta. Ela não dá nem um aceno com a cabeça.
Fechei a porta e caminhei em direção à porta do motorista. O irmão da Srta. Swan entrou no lado do carona.
Liguei o carro e segui em direção à guarita. Os seguranças abriram o portão e eu saí pegando uma rotatória e ganhando estrada.
– Ô irmãzinha, o papai também escreveu na cartilha que ele te deu de “como ser uma mulher frígida” que não se deve cumprimentar as pessoas? – O Sr. Swan perguntou de forma zombeteira pra irmã.
Olhei sua reação pelo retrovisor. Ela estava concentrada em seu telefone, e no momento em que ele falou, ela lhe direcionou um olhar assassino.
– Do que você está falando? – perguntou fria e seca.
– O seu funcionário te desejou bom dia e você nem se deu o trabalho de acenar pra ele. – ele jogou seu cigarro pela janela e virou seu corpo para trás. – Acho que o papai esqueceu de colocar na cartilha que você não é melhor que ninguém, e que educação também é pré-requisito para ser uma grande mulher.
Pude escutar a respiração da Srta. Swan engatar. Olhei pelo retrovisor e ela estava com seu maxilar travado, seus olhos chispavam em fúria.
– Não toque no nome do nosso pai. – ela alertou tentando aparentar uma calma que eu sabia ser inexistente.
– Quer saber? – O irmão continuou. – Você vai se tornar uma mulher amarga, assim como ele foi um homem amargo e sozinho. Vai morrer sozinha como ele. – apertei forte o volante. Meu Deus, eu estava no meio de uma briga de família e não sabia o que fazer.
– Cala a porra da boca! – ela gritou e me assustei.
O irmão riu em deboche.
– Olha só, ela aprendeu a falar palavrão. – zombou. – Pensei que esse tipo de coisa só existia no submundo das pessoas normais e com vida sexual ativa. – ele virou seu corpo pra frente novamente e acendeu outro cigarro.
– Apaga essa merda. – A srta. Swan exigiu.
Ele sorriu, mas acabou apagando e jogando o cigarro pela janela.
– Irmãzinha querida, você está se superando. Dois palavrões em menos de cinco minutos. – ele assoviou. – Está começando a parecer com uma pessoa normal. Será que anda fodendo também? – passei uma mão na testa tentando secar meu suor.
Eu estava suando frio. Nunca é bom um empregado ficar no meio de um fogo cruzado de família. E confesso que o fato dele questionar se ela estava fodendo me incomodou. Mas o que eu queria? Uma mulher linda e gostosa como ela não estaria solteira e disposta a olhar perdedores pobres como eu.
– Jasper, eu juro que vou perder a paciência com você. – ela rosnou.
– Estou esperando isso há anos. – ele disse de forma sombria e de repente, um silêncio constrangedor se instalou dentro do carro.
Dei graças a Deus quando entrei no estacionamento do prédio e parei na vaga da Srta. Swan.
Desci do carro e fui prontamente abrir a porta para ela sair.
– Srta. Swan. – eu disse de forma educada enquanto abria a porta e estendia uma mão para ajuda-la.
Ela segurou e eu juro que foi uma sensação maravilhosa sentir o contato com aquela pele quente e macia.
Eu fechei a porta do carro e a Srta. Swan deu dois passos, mas parou em seguida.
– Obrigada, Edward. Só vou precisar de você na hora do almoço. Meio-dia em ponto. Se tiver que resolver algo na cidade, sinta-se à vontade. – ela disse séria e caminhou apressada até o elevador.
Eu estava paralisado.
Ela me agradeceu? Quer dizer, ela falou mais que duas frases comigo? E puta merda, essa saia colada que ela veste pra trabalhar está fazendo miséria com minha cabeça.
Senti dois tapas em minhas costas.
– Wow. Quando ela se esforça ela consegue ser educada, está vendo? – eu sorri um pouco sem graça. – Jasper Swan, à propósito. – apertei sua mão novamente.
– Edward Cullen. – ele piscou.
– Boa sorte com a megera, Cullen. E vá se acostumando, o que você presenciou hoje entre nós foi café pequeno. – ele acendeu outro cigarro e caminhou tranquilamente em direção à saída.
Encostei-me no carro e respirei fundo.
Essa gente rica é doida.
.
POV Bella
Droga, droga, droga. Por que tudo tem que cair sempre sobre minhas costas?
Entrei pisando duro em meu escritório.
Jasper conseguia me tirar do sério. E falou coisas na frente do motorista. Isso é inadmissível.
– Bom dia, Srta. Swan. – Jéssica veio correndo ao meu encontro e começou a me passar minha agenda enquanto eu entrava em minha sala. - ... E o jantar com o grupo Canadense é hoje às 20 horas. – olhei espantada pra ela.
– O jantar é hoje? – ela assentiu. Suspirei frustrada. Mais uma noite que eu ficaria presa a negócios. – Todo bem. Traga-me um café, Jéssica. – caminhei até minha mesa e me sentei.
Jéssica me serviu e logo saiu da minha sala.
Olhei para o porta-retratos que ficava em minha mesa. Uma foto minha e de meu pai há 10 anos atrás. Eu era uma menina de 14 anos. Estávamos na Suíça à procura de um curso de economia pra mim. Eu estava nas minhas férias de verão, mas meu pai achou melhor eu me matricular em um curso, e eu acatei. Ele sempre soube o que era melhor pra mim.
– Pai... Eu sinto sua falta. – toquei sua foto e senti um aperto no peito.
O telefone tocou e eu prontamente atendi.
– Sim, Jéssica.
– Srta. Swan, a Srta. Hale está aqui. Posso liberar sua entrada? – Rosálie estava aqui. Ela era o mais próximo que eu tinha de uma amiga, mas às vezes me irritava.
– Pode, Jéssica. – desliguei e comecei a abrir meus e-mails.
Logo minha porta foi aberta e uma loira sorridente entrou em minha sala.
– Ei toda-poderosa, ligar de vez em quando pra dizer que está viva, não custa nada, sabia disso? – rolei os olhos. – E não faça essa cara. Eu me preocupo com você.
– Estou bem, como pode ver, Srta. Hale. – eu respondi.
– Isabella, essa empresa está te consumindo. Você não tem vida social mais. Quer dizer, você nunca teve, mas pelo menos tentava sair de vez em quando. E agora? Você só vive pra isso aqui. – ela gesticulou. Parei o que fazia e a olhei seriamente.
– Isso aqui paga seu salário. – ela me olhou assustada e depois seu semblante pareceu ficar triste.
– Eu sei que isso paga meu salário, e sou muito grata a você, que me deu uma chance numa empresa deste porte. – ela respirou fundo. – Olha, desculpe se eu te incomodei ou atrapalhei. Eu só fiquei preocupada com você. Ontem de manhã você me disse que passaria lá no meu apartamento pra gente conversar um pouco, e não deu sinal algum de vida. – ela caminhou até a porta. – Eu vou pra minha sala então. Até mais. – ela saiu e eu me senti péssima.
Rosálie não merecia as palavras duras que às vezes eu lhe falava.
Nos conhecemos na época da faculdade. Eu sempre com a cabeça enfiada dentro de um livro, sempre me matriculando em cursos extracurriculares, e ela sempre tentando me levar pras festas de fraternidades, sempre me fazendo companhia quando eu me sentia muito sozinha.
Ela era bolsista. Uma menina de família humilde e com muita gana de vencer na vida.
Assim que nos formamos, eu a trouxe para trabalhar na empresa. Ela começou estagiando no nosso corpo jurídico, mas se destacou rapidamente e logo se tornou um dos principais membros desse setor.
Era uma pessoa boa, divertida e simpática. Tudo que eu não conseguia ser. Ela não tinha vergonha de sua origem pobre e eu sentia que sua amizade por mim era verdadeira. Não era a menina pobre que se aproximou da menina rica com segundas intenções.
Se tem algo que eu aprendi muito bem nessa vida, é saber diferenciar os oportunistas das pessoas boas.
Suspirei chateada pela forma como tratei Rosálie.
Peguei meu celular e digitei uma mensagem pra ela.
“ Me desculpe. Apenas tive uma manhã ruim e acabei descontando em você.” – enviei. Não passou um minuto e sua resposta chegou.
“ Tudo bem, já estou acostumada com isso.” – eu sorri. Rosálie adorava fazer um drama.
“ Sem dramas, ok?” – enviei e logo recebi outra mensagem.
“ O que houve?” – li e digitei outra mensagem.
“ Jasper” – enviei apenas esse nome. Rosálie já entenderia.
“ Humm, entendo. Almoço para conversarmos?” – tentei repassar minha agenda mentalmente.
“ Fechado. Agora volte ao trabalho, Hale” – não consegui conter um sorriso.
.
POV Edward
O dia se arrastou um pouco. Enrolei preenchendo uma revistinha de palavras cruzadas até a hora do almoço. Ao meio-dia em ponto, a Srta. Swan apareceu no estacionamento do prédio com uma loira bem bonita.
Eu botei meu melhor sorriso no rosto e abri a porta traseira para as duas.
A loira sorriu calorosamente e entrou no carro me agradecendo, já a Srta. Swan apenas deu um aceno de cabeça e se ajeitou no banco traseiro.
Bem, pelo menos um aceno eu já estava conseguindo. Pensei comigo.
Guiei até o endereço que me foi passado e parei na porta do restaurante. Saltei do carro e prontamente abri a porta para as duas mulheres.
Estendi a mão e ajudei as duas a descer do carro.
– Edward, você pode ficar a vontade para almoçar também. Eu estarei na área reservada, e dentro de uma hora gostaria de voltar ao escritório. – ela ajeitou seus óculos escuros naquele rosto perfeito. – Acredito que uma hora é o suficiente para você almoçar. O restaurante já estará ciente de mandar sua conta para minha mesa. – disse isso e entrou no estabelecimento com toda sua imponência.
Me senti meio como um merda ao saber que ela pagaria meu almoço. Mas isso era besteira, a mulher era minha patroa. Ela pagava meu salário. O que seria ela pagar meu almoço? Até porque, com certeza, uma refeição nesse restaurante seria maior que meu salário.
E assim o dia continuou em sua mesmice. Uma hora mais tarde eu levei a Srta. Swan e sua amiga loira até o escritório, e continuei em minha revistinha de palavras cruzadas até o fim do expediente.
Olhei no relógio, e já se passavam das 19 horas. Achei estranho, pois a Srta. Swan não avisou nada que estenderia o horário.
Às 19:45 hrs fiquei preocupado e subi até o último andar.
A recepção estava vazia, como imaginei. Jéssica já havia ido embora.
Olhei meio incerto para a porta cinza. Bater ou não bater? Eis a questão.
Tomei fôlego e dei duas batidas na porta.
Demorou um tempinho, mas logo a silhueta da Srta. Swan apareceu em minha frente.
Ela estava com os cabelos soltos, os dois primeiros botões da blusa de seda branca já estavam abertos, e em sua mão direita ela segurava um copo com um líquido âmbar. Arrisquei ser uísque.
– De-desculpe Srta. Swan. Mas a senhorita não avisou sobre o horário e eu fiquei preocupado que alguma coisa pudesse ter acontecido e resolvi vir ver. – ela me encarava com aquele ar de superioridade ainda. – Ér... Me desculpe, vou voltar para o estacionamento.
Virei e antes que eu desse o terceiro passo, ela me chamou.
– Edward? – virei em meus calcanhares e a encarei ansioso. Ela deu mais um gole em seu uísque, e pelo leve rubor em sua face, julguei não ser o primeiro copo que ela bebia, e deu um meio sorriso em minha direção. – Eu tenho um jantar para ir em quinze minutos... E você irá me acompanhar.
Ela entrou em sua sala novamente e eu fiquei estacado como um dois de paus em sua recepção.
Jantar? Eu vou acompanha-la? Óh céus!




E entao, heim? O que sera que fez a Isabella beber? O que será que ela conversou com Rosálie? E até onde vai os problemas dela com o irmão? Ja sabem que um draminha familiar vai rolar, né? rsrsrrs

E o sonho do Edward? Tá caidinho pela patroa... E ela não está tão imune a ele... ja está até acenando com a cabeça kkkkkk
espero que tenham gostado... enfim, é isso...  e me digam a opinião de vocês...

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