FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPÍTULO 05

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance




Boa noite... gostaria de agradecer a Ava Jelinek pela bela recomendação. Fico muito feliz que esse novo trabalho esteja agradando também...

vamos ao cap...

Apaixonado
POV Isabella
Ele me olhou de forma desejosa e eu abri mais dois botões do meu vestido, revelando assim meus seios a ele.
Ela segurou forte em minha cintura e me puxou pra ele. Senti sua dura ereção por cima da calça e gemi pelo contato.
Ele mordeu forte meu lábio inferior e o chupou. Aumentou o aperto em minha cintura e desceu beijos por meu queixo, pescoço e colo. Enfim, chegou aos meus seios. Ele chupou um mamilo meu como se fosse um bebê faminto.
Joguei minha cabeça pra trás e gemi sentindo a gostosa carícia.
– Eu não aguento mais. – ele rosnou enquanto rasgava meu vestido.
Eu levei uma mão até sua calça e a abri, baixando-a em seguida, apenas o suficiente para alcançar seu membro.
Ele rasgou minha calcinha. Doeu, mas foi uma dor gostosa, quando o tecido roçou minha pele.
– Eu te quero agora. – ele tocou minha intimidade e me encontrou completamente molhada pra ele. – Que delícia. – ele sussurrou ao pé do meu ouvido.
Ele me empurrou até minha mesa e derrubou tudo que havia em cima. Me sentou ali na beirada e pegou minhas pernas, as encaixando em torno da sua cintura.
Apontou seu membro em minha entrada e me penetrou com uma forte estocada.
– Óh merda, Edward. – gritei de prazer, e ele passou a estocar forte e rápido dentro de mim.
– Gostosa. – ele rosnou. – Você é muito gostosa.
Senti meus músculos se contraírem, uma onda de prazer quase insuportável passou por meu corpo.
Edward me apertava tão forte, que provavelmente eu ficaria com marcas na pele.
– Ai Edward... Eu vou... – eu arfava. O ar me faltava, as palavras não saíam. Minha cabeça girava. O prazer era tão forte que me sufocava.
– Vem pra mim. – ele disse entredentes, e numa estocada mais forte e profunda, eu explodi em um prazer que eu nunca havia sentido antes. – Bella. – ele urrou enquanto se derramava dentro de mim.
– Não! – acordei assustada e arfando.
Passei a mão em minha testa e senti que estava suada.
Deus, que sonho foi esse?
Olhei ao redor e constatei que estava em meu quarto, não em meu escritório transando com o meu motorista.
– Foi um sonho... – disse com alívio.
Retirei a colcha de cima de mim e me sentei na cama. Eu estava nua, como sempre durmo, mas uma peça de roupa chamou minha atenção. Um terno. Eu dormi enroscada com um terno preto.
Lembrei-me imediatamente de quem era. Do meu motorista.
Peguei o terno e o trouxe próximo ao meu rosto. Inalei seu cheiro bom e um arrepio passou por meu corpo.
Ele não tinha um cheiro de perfume barato, como eu imaginei. Era um cheiro dele. Algo másculo e sensual.
Deixei meu corpo cair na cama novamente.
O que está acontecendo comigo?
Eu não sabia nomear esse momento. A única coisa que eu tinha certeza é que eu desejava esse motorista. Desejava demais.
Como se eu já não tivesse problemas demais em minha cabeça.
Minha vida sexual nunca foi muito ativa. Perdi minha virgindade durante a faculdade, em um relacionamento que mantive com Mike Newton, filho de Jordan Newton, dono da uma escuderia na fórmula 1.
Ficamos nesse relacionamento durante 4 anos. Mas só transamos, no máximo, umas 10 vezes. Não era bom, e eu sempre estive concentrada nos meus estudos e nas folgas, eu tinha aulas particulares ou cursos em outros países.
Meu pai quando soube que eu estava saindo com um rapaz ficou muito bravo. Disse que eu não podia desviar o foco da minha vida com preocupação com rapazes. Mas quando soube que o pai dele era dono de uma escuderia de fórmula 1, ele aprovou a aproximação.
Ficou durante os 4 anos abordando o Sr. Newton para uma parceria entre a Newton Speed e os pneus da Swan Spa.
No fim, ele viu que o Sr. Newton estava relutante em rescindir o contrato com a outra fornecedora de pneus e acertar conosco. Então ele me instruiu a não perder meu tempo com Mike.
Eu terminei nosso estranho relacionamento. Não senti tristeza nem nada. Já Mike ficou muito triste. Ele chorou e pediu pra eu dar a ele mais uma chance, mas eu não podia insistir em algo que meu pai não aprovava.
Mike era um cara legal. Ele não tinha muito jeito com as garotas, assim como eu não tinha com os garotos. Ele também perdeu sua virgindade comigo. Eu não sei como era pra ele, mas pra mim, nosso sexo era muito monótono. Não era nada do que eu ouvia falar. Por isso eu não sentia vontade de ir pra cama com ele. Nas dez ou onze vezes que transamos, foi por muita insistência dele e quando eu tinha um tempo livre pra lhe dispensar atenção. Fora isso, trocávamos beijos rápidos quando eu ia até seu apartamento.
Terminamos quando eu me formei. E os últimos 3 anos foram tumultuados demais para eu me concentrar em relacionamentos.
Eu fui pra Alemanha para fazer pós-graduação e fiquei à frente da fábrica da Swan Spa em Berlin. Foi uma boa experiência. Minha primeira experiência de liderança.
Assim que terminei a pós-graduação, período em que fiz outros cursos extracurriculares sempre que possível, eu voltei para Indianápolis.
Meu pai já estava muito debilitado e então me contou seu grande segredo.
Ele teve uma amante que já havia morrido, e por uma estupidez, contraiu o vírus HIV.
Ele sempre escondeu isso de todos, inclusive da minha mãe. Ele me garantiu que nunca mais teve qualquer contato com ela. Desde quando ele passou a ter encontros com a tal amante. Isso me deixou mais aliviada.
Meu pai passou muitos anos fazendo tratamento pra tentar conviver com a Aids. Mas sua saúde foi se fragilizando aos poucos, e dois meses depois de ele me contar isso tudo, ele faleceu.
Eu perdi meu chão, mas tive que ser forte e assumir minhas responsabilidades. Tio Aro assumiu o lugar do meu pai, apenas no papel. Mas todos sabem que quem manda em toda a Swan Spa sou eu. O conselho também sabe, e mesmo assim são relutantes em aceitar que eu assuma o cargo da presidência.
Tecnicamente, eu sou a maior acionista e poderia fazer isso, mas eu perderia muito se contrariasse o conselho.
A Swan Spa, para crescer, teve de deixar de ser uma empresa apenas familiar. Ações foram dispostas no mercado e rapidamente compradas. A empresa deixou de ter apenas 10 fábricas no território dos Estados Unidos e passou a ter 100 fábricas em todo o mundo. Quer dizer, 90 estão no território das Américas do Sul, Central e do Norte. E as outras 10 estão espalhadas na Europa.
Estamos conquistando o mercado europeu aos poucos. E pra isso, muito dinheiro é injetado na nossa marca.
Por isso eu não posso assumir formalmente a presidência. Apesar de ter me preparado a vida toda para isso, tenho apenas 24 anos e os acionistas não julgam que seria benéfico para a empresa que eu assuma.
Todos sabem que tenho capacidade para isso, mas preferem não arriscar o nome da empresa perante a mídia.
Olhei em meu relógio e gemi constatando que eu estava atrasada.
Acordar às 10 da manhã? O que está acontecendo comigo? Acho que exagerei no álcool ontem a noite.
Segurei mais uma vez o terno do meu motorista, o enrolei em torno do meu corpo e imaginei serem seus braços que me rodeavam.
– O que você está fazendo comigo, motorista? – gemi.
POV Edward
Acordei no mesmo horário de sempre, tomei meu banho e me vesti. Tive que pegar o outro terno que recebi, pois o meu estava com a senhorita Swan. Sorri só de lembrar que eu teria o cheiro dela ao meu alcance assim que pegasse o terno novamente.
Fui ate a cozinha e tomei o café que meu pai já havia preparado. Ele sai mais cedo que eu, e sempre deixa tudo pronto.
– Bom dia, Ed. – Emmett apareceu pra tomar café também.
– Bom dia, Emm. – respondi.
– E aí, chegou tarde ontem. Aconteceu alguma coisa? – ele perguntou enquanto comia seu pão.
– Na verdade, eu tive que acompanhar a senhorita Swan até um jantar. – respondi distraído.
– A gostosa? Você foi jantar com a gostosa ontem a noite? – trinquei meus dentes.
– Não a chame assim. – avisei. Ele se espantou com meu tom.
– Você não está com ciúmes, está? – ele arqueou uma sobrancelha. Eu ia abrir a boca para falar algum impropério pra ele, quando Alice chegou.
– Quem está com ciúmes de quem? – sentou-se conosco e nos olhou interrogativamente.
– Ninguém está com ciúmes de ninguém, Alice. – me levantei e coloquei a xícara na pia. – Ate mais tarde. – acenei e saí da cozinha.
Assim que cheguei à casa da senhorita Swan, peguei o carro e a esperei na entrada principal.
Alguns minutos depois, uma senhora lá pelos seus quarenta e poucos anos, porém muito bonita, apareceu.
– Bom dia. – ela sorriu educadamente pra mim.
– Bom dia, senhora. – acenei.
– Bem, você é o novo motorista, correto? – assenti. – Eu sou Esme Swan, mãe de Isabella.
– Edward Cullen. – me apresentei.
– Muito prazer, Edward. – ela sorriu. – Isabella ainda não acordou, o que é estranho, já que ela nunca perde o horário. Eu não sei te dizer se ela vai trabalhar na parte da manhã ou não, porque eu a chamei bastante, mas ela não atende a porta. Enfim, fique a vontade. Você já tomou o desjejum?
– Já, já sim senhora Swan, obrigado. Eu vou ficar por aqui mesmo esperando a senhorita Swan. – ela sorriu e se afastou.
Algum tempo depois, Jasper, o irmão da senhorita Swan, apareceu.
– E aí cara, beleza? – ele apertou minha mão.
– Tudo bem, senhor Swan. – ele fez uma careta ante minha resposta.
– Ah cara, sem essa. Me chame de Jasper. Pode ser normal comigo, não sou ditador como minha irmãzinha. – senti algo estranho quando ele a chamou de ditadora. A senhorita Swan não era isso. Ela só tem pulso firme, afinal, tem um cargo de muita responsabilidade.
– Tudo bem, Jasper. – respondi e ele sorriu.
– Então, pelo que vi ontem quando minha irmã chegou, ela bebeu um pouco. – ele sorriu. – E se bobear até desencalhou, porque chegou com o terno de algum cara. Então Edward, relaxa aí que ela vai demorar acordar. – ele falou e acendeu um cigarro.
– Você não se dá muito bem com a senhorita Swan, não é mesmo? – num impulso de coragem, perguntei. Eu não gostava quando ele falava coisas ruins sobre ela.
Ele soprou lentamente a fumaça do cigarro e me olhou.
– Não, nós não nos damos muito bem. – ele suspirou. – Isabella sempre foi a preferida, a inteligente, a garota prodígio. Mas isso nunca me incomodou. O que sempre me incomodou foi o jeito que ela deixou nosso pai a dominar. Ele a modelou do jeito que ele queria que ela fosse, mas nunca se preocupou em saber o que ela queria ser. – ele pareceu triste. – Ela nunca percebeu, mas ela não viveu. Ela não brincava quando era criança, e eu acabava brincando sozinho. Ela não foi ao baile do colégio. Ninguém a chamou porque ela era muito fechada, apesar de sempre ter sido muito linda. Ela não viveu a juventude. Se tornou adulta muito cedo. – suspirou – Nosso pai fez um grande estrago nela. E Isabella acabou se tornando uma pessoa fria e que se julga melhor que qualquer pessoa. Eu brigo com ela porque não suporto o que ela faz com a nossa mãe. Isabella sempre idolatrou o nosso pai, e nunca deu um pouco de atenção a pessoa que a colocou no mundo. – ele tragou novamente seu cigarro. – E brigo também porque ela desaprova certas coisas que eu já fiz na minha vida. E além disso, é legal irritá-la.
Ele, vendo que eu fiquei quieto, me olhou de forma mais atenta.
– Você sabe por que o último motorista se demitiu? – neguei. Jasper sorriu de forma zombeteira. – Isabella o tratava como cachorro. Não, acho que um cachorro era melhor tratado que ele. Ela era grossa e estúpida quando ele se atrasava, mas desconhecia o fato de que o cara tinha 3 filhos e imprevistos acontecem quando se tem crianças. Ela o fazia de capacho. – ele disse fazendo uma careta.
– Não consigo imaginar a senhorita Swan assim. – comentei distraído. Jasper sorriu.
– Não? Ontem mesmo, quando ela entrou no carro, você a cumprimentou e ela fingiu que você nem existia. – abaixei a cabeça.
– Ela só é muito ocupada, e não é obrigada a falar comigo. – a defendi. Jasper riu mais alto.
– Acho que entendo o que está acontecendo aqui. – jogou seu cigarro fora e me deu dois tapinhas no ombro. – Vou dar um mergulho na piscina. Boa sorte esperando a bela adormecida.
Ele caminhou lentamente até o local onde ficava a piscina e se sentou em uma espreguiçadeira que tinha no local.
Às onze e meia da manhã, a senhorita Swan apareceu, linda como sempre. Estava em um vestido colado ao corpo. Azul. Sorri como um bobo. Ela ficava linda na cor azul. Aliás, ficava linda vestida em qualquer cor. E se não estivesse vestida, provavelmente estaria mais linda ainda.
Tirei rapidamente esse pensamento da minha cabeça.
Abri a porta traseira do carro.
– Bom dia, Srta. Swan. – ela ajeitou os óculos escuros em seu rosto.
– Bom dia, Edward. – falou séria enquanto entrava no carro. Meu sorriso morreu na hora. Fechei a porta e caminhei até a porta do motorista.
O que houve com a aproximação que tivemos ontem a noite? O que eu queria também, que ela chegasse sorrindo e me desse um abraço e eu um beijo no rosto?
Liguei o carro e saí da propriedade, pegando a rotatória e saindo na pista já mais movimentada devido ao horário.
Olhei para ela pelo retrovisor. Ele estava com a cabeça virada pra janela. Parecia distante.
Prestei atenção na estrada novamente.
– Já está quase na hora do almoço. – ela comentou de forma displicente e eu a encarei pelo retrovisor. – Não vamos pra empresa, vamos para o mesmo restaurante que eu almocei ontem. – informou-me.
– Sim, senhorita Swan. – concordei para mostra-lhe que eu havia entendido.
Eu ainda estava um pouco decepcionado pela frieza dela. Ontem, ela havia me olhado nos olhos, havia conversado comigo e havia me tocado.
Passou-se mais alguns minutos de silêncio dentro do carro.
– Eu estou fazendo de novo, não é mesmo? – a encarei pelo retrovisor e franzi o cenho em claro sinal de que não havia entendido sua pergunta. – Eu estou sendo uma cadela com você novamente. – ela deu um sorriso sem graça. – Me desculpe.
– A senhorita não é nada disso. – disse de forma educada. Ela retirou os óculos e me encarou pelo retrovisor. Eu revezava meu olhar entre ela e a estrada.
– Você chegou bem em casa ontem? – me surpreendi por sua pergunta.
– Sim. Sim, cheguei bem. – respondi e fiquei quieto por não saber o que falar para puxar papo.
– Seu terno ficou comigo. – ela sorriu sem graça. – Mas eu já pedi pra empregada enviar pra lavanderia e... – disparei sem a deixar terminar.
– Não! – ela se assustou e eu também. Céus, ela não poderia enviar para a lavanderia. O terno perderia seu cheiro.
– Não o que, Edward? – fiquei sem graça por não saber o que dizer para me explicar.
– Ér... Não tem necessidade de lavar. – senti meu rosto queimar de vergonha. Provavelmente eu estava corando.
– Faço questão. – ela sorriu de forma simpática e eu senti meu coração afundar. Eu perderia a oportunidade de ter seu cheiro sempre ao meu alcance.
Assim que chegamos ao restaurante, que era chique, mas não tanto como o que jantamos ontem a noite, eu parei no estacionamento, e corri pra abrir a porta pra ela.
Ela segurou a mão que eu estendia e sorriu lindamente ao sair do carro.
– Bom almoço, senhorita Swan. – desejei com um sorriso no rosto e ela franziu o cenho por um momento. Ela mordeu o lábio e pareceu pensar por um instante. Como eu queria ser a pessoa mordendo seu lábio.
– Você vai almoçar comigo. – ela afirmou. Eu sorri. Apesar do tom dominante, eu fiquei feliz por ela ter querido minha presença.
– Claro, senhorita Swan. – respondi com um sorriso.
Entramos no restaurante e nos acomodamos.
Um garçom nos trouxe o cardápio e eu agradeci mentalmente por não ter nada em francês. Eu não queria comer rã nunca mais em minha vida. Sorri ao lembrar do estranho prato que comi ontem.
– Do que está rindo? – ela perguntou.
– Estava lembrando do que comi ontem. – ela franziu o cenho. – A rã. – ela sorriu ao lembrar do acontecido. – Ainda bem que aqui não tem rã. – nós sorrimos.
– Eu pensei que você iria gostar. Desculpe-me. – ela ficava tão linda quando sorri tranquila. Me peguei com um sorriso bobo na cara.
– Não, tudo bem. A senhorita não tinha como imaginar.
Fizemos nossos pedidos e a senhorita Swan começou a perguntar sobre minha vida.
Contei que tenho um irmão mais velho e uma irmã mais nova. Disse que minha mãe faleceu há muito tempo, e que o meu pai trabalhava na Swan Spa.
– Zelador? – ela perguntou e pareceu tentar lembrar. – Não, pra falar a verdade, não consigo me recordar da face de nenhum funcionário do setor de limpeza. – se desculpou com um sorriso tímido.
Nossos pratos chegaram, e o almoço foi muito bom. Ela perguntava tudo sobre mim, e eu respondia sempre com um sorriso idiota na cara.
Era tão bom estar ao lado dela, conversando com ela. Era maravilhoso poder falar e olhar em seus olhos.
Ela não parecia a mulher fria que foi comigo no primeiro dia. Não parecia nenhum pouco com a mulher que Jasper disse que ela era.
Ela foi simpática e sorriu bastante quando eu lhe contei as peraltices que eu e meus irmãos aprontamos quando vivíamos no interior.
Estávamos já dentro do carro, indo para o escritório. A única parte ruim, foi quando ela pagou o almoço. Me senti mal nesse momento. Não é legal uma mulher pagar a conta, mesmo essa mulher sendo sua patroa. Eu sou um pouco antiquado em relação a isso.
A senhorita Swan ria enquanto ainda conversávamos sobre minha vida lá em Mountawn.
– Não acredito que você chorou por causa da sua galinha. – ela ria de uma forma que ficava ainda mais linda.
– É sério. Eu coloquei o nome de Doroty na galinha, eu cuidava dela, eu conversava e dava carinho a ela. E quando minha mãe a matou e a fez pro almoço, eu fiquei com raiva. Cheguei a arrumar minhas roupas em uma trouxinha e disse que ia embora de casa. – eu ri com a lembrança. – Fui até a beira do rio e voltei duas horas depois, porque estava com fome. – ela gargalhou e eu juro que esse foi o som mais lindo que eu já escutei em minha vida.
– Deve ter sido hilário. – ela ainda tentava controlar a respiração entre risos.
Chegamos ao prédio e eu parei no estacionamento. Abri a porta pra ela e sorri ao sentir o contato da sua mão com a minha.
– Tenha uma boa tarde, senhorita Swan. – ela parou em frente a mim, com a mão ainda encostada à minha. Como ficamos ontem a noite.
– Foi um almoço muito agradável. Obrigada, Edward. – nossos olhos se conectaram.
– Não tem o que agradecer. Pra mim também foi muito bom almoçar com a senhorita. – engoli em seco quando senti novamente aquela onda de sensualidade entre nós. Nossos olhos não conseguiam se desconectar.
Meu coração batia acelerado, meu corpo queimava de desejo. Lentamente, minha cabeça foi se aproximando da dela.
Nossos narizes estavam a menos de um palmo de distância.
O desejo que eu tinha de tomar sua boca era mais do que eu podia controlar.
Ela tomou uma respiração profunda.
– Eu vou descer às seis em ponto. Tenha uma boa tarde, Edward. – ela sorriu e se afastou.
Fiquei ali parado. Apenas a olhando caminhar em direção ao elevador. Acompanhando o doce balançar do seu quadril. Vendo como o vestido azul caía bem em sua pele e aderia ao seu corpo, causando pensamentos nada infantis em minha cabeça.
Quando a porta do elevador se fechou eu consegui voltar a respirar normalmente.
Céus, o que essa mulher está fazendo com minha cabeça?
Encostei no carro e uma certeza me invadiu.
Eu estou completamente apaixonado pela minha patroa.


E então, gente... gostaram? Espero que sim... A Isabella aos poucos está se rendendo ao desejo que sente pelo motorista. Ja o convidou pra almoçar, conversou com ele, troca olhares... aos poucos ela esta se abrindo pra vida... e quando esse casal se pegar, podem ter certeza q vai sair fogo... por enquanto fica um sonhando com o outro kkkkkkk

beijos galera, até amanhã nesse mesmo batcanal, mesmo bathorário....

1 comment :