FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 06

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance


Difícil entender
Os dias se passaram. Eventualmente o fim de semana chegou, e eu nunca me senti mais sozinho.
Eu estava em casa, num domingo a noite, tomando cerveja e assistindo futebol na tv com meu pai.
Eu sentia falta de ver o sorriso da senhorita Swan, eu sentia falta de escutar sua voz e sentir meu coração disparar só em olhá-la.
Esse fim de semana, ela não precisou dos meus serviços, pois foi a Nova York com mais um grupo de empresários da Swan Spa. Algo a ver com uma importante reunião de negócios.
Eu pude senti-la ansiosa por isso na sexta-feira. Ela estava agitada, e me revelou que essa reunião era o ponto chave de um projeto que tanto ela quanto seu falecido pai, vinham trabalhando há um bom tempo.
Eu desejei sinceramente que tudo desse certo. Por ela. Ela merecia conquistar tudo que almejasse.
– E então, filho. Devo acreditar que um fim de semana inteiro suspirando e sorrindo como bobo, tem haver com alguma bela mulher? – meu pai me tirou de meus pensamentos e me fitou sorrindo de canto.
– A mais linda de todas, pai. – sorri como um idiota ao pensar no rosto do meu anjo. A senhorita Swan.
– Então em breve terei uma nora frequentando nossa casa? – ele sorria empolgado. Meu sorriso morreu um pouco.
– Não, pai. Ela não será sua nora. – suspirei. – Ela nem sabe que eu gosto dela. – ele arqueou uma sobrancelha. – Pai, ela é meio impossível pra mim, entende? Eu só fico olhando mesmo, ela não épro meu bico. – abaixei a cabeça e constatei que esse triste fato era a mais pura verdade.
Meu pai ficou em silêncio. Levantei a cabeça e o flagrei me olhando de forma intensa. Ele parecia ler minha alma. De repente, seu semblante foi se transformando.
– Não... Não me diz que... – ele colocou a garrafa de cerveja em cima da mesinha de centro. – Não me diz que você está interessado na senhorita Swan? – meu coração disparou na hora. Eu não queria passar por um idiota perdedor, que ama uma mulher impossível e só a olha de longe, perante meu pai. Neguei rapidamente.
– Não, pai. De onde o senhor tirou isso? – tentei fazer minha melhor cara de deboche. – Eu? Apaixonado pela senhorita Swan? Fala sério. Nem nos livros de romances que a Alice tem, existe uma história tão absurda como essa. – ele me olhou meio desconfiado. – É uma outra mulher aí. Só que ela tem compromisso, e eu não vou me colocar em confusão. Então só fico olhando de longe, até eu começar a sair com alguém e esquecer.
Levantei e recolhi as garrafas e pacotes de amendoim de cima da mesinha de centro.
– Quer mais uma cerveja? – ofereci enquanto ia até a cozinha.
– Claro, quero sim filho. – o tom de voz do meu pai pareceu mais sério do que o comum.
Algo me dizia que ele não havia engolido a minha ridícula desculpa.
[...]
Na segunda de manhã, acordei cedo, tomei banho e meu café da manhã.
Saí mais cedo, peguei a condução e cheguei até a mansão da família Swan.
Cumprimentei os seguranças e entrei na propriedade. Peguei o carro e esperei na entrada principal.
Eu estava do lado de fora do carro, esperando pela minha linda patroa. Meu anjo.
Olhei minha imagem refletida no vidro fumê do carro. Acertei a gravata, ajeitei uma pequena mecha de cabelo que cismou em se rebelar, apesar de ter passado quase um litro de gel no cabelo.
Dei uma boa avaliada no meu visual. É, eu parecia bem. Sorri. As mulheres nunca reclamaram, pelo menos. Ao contrário, sempre tive muita facilidade em arranjar encontros devido aos meus olhos azuis, que de vez em quando parecem verdes, meu porte alto e atlético e o meu sorriso. Elas sempre diziam que se derretiam ao me verem sorrir. Será que a senhorita Swan se derreteria com meu sorriso também?
Sacudi esses pensamentos da minha cabeça.
Uma mulher tão linda, sofisticada, inteligente e milionária nunca olharia pra mim, um simples motorista.
Céus, mas como eu queria que isso tivesse uma mínima chance de acontecer.
Todas as noites eu sonhava que estava tomando seu corpo, a fazendo minha. Eu acordava suado e ofegante, e ostentando uma dolorosa ereção.
Fazia meses desde a última vez que eu havia estado com uma mulher. Eu estava com o tesão à mil. Minhas sessões de masturbação durante o banho já não me aliviavam.
Eu precisava estar com uma mulher, mas eu não queria qualquer mulher. Eu queria a senhorita Swan.
Eu sabia que era impossível, mas meu corpo teimoso só sabia implorar por ela.
Sempre fui um cara muito bem resolvido sexualmente, e por me dedicar muito a arte da sedução, já tive vários problemas com mulheres que não sabiam ouvir quando um relacionamento chegava ao fim.
Fui tirado dos meus pensamentos quando escutei o famoso barulho dos saltos se aproximando.
Eu sorri. Nos últimos dias, quer dizer, antes do fim de semana, ela havia sido tão simpática comigo. Me perguntava tudo sobre minha vida, sorria das minhas histórias lá do interior, e sempre me olhava nos olhos.
Abri a porta do carro e sorri em sua direção.
– Bom dia, senhorita Swan. – ela entrou no carro em total silêncio, ostentando em seu belo rosto aqueles óculos escuros que nunca me permitiam ver seus lindos olhos.
Franzi o cenho estranhando sua atitude, mas fechei a porta e caminhei até o meu lado. Entrei no carro, dei a partida e saí da propriedade rumo a estrada.
Durante o caminho, ela mexia sem parar em seu celular, e em certo momento, ele tocou.
Ela prontamente atendeu.
– Sim, aqueles idiotas não fecharam com a Swan. – ela disparou. – Anos... Foram anos de negociação para dar em nada. Um projeto que meu pai iniciou e eu concluí... Não deu em nada, Rosálie. – ela gritou. – Eles fecharam com os Pirelli. Aqueles italianos safados nos passaram a perna, eu tenho certeza. Estava tudo encaminhado. – ela escutou um pouco. – Eles descobriam nossa negociação e jogaram baixo, eu tenho certeza. – eu estava assustado com seu tom de voz e jeito de falar. Ela respirou fundo e declarou com a voz fria e cortante. – Descubra todos os pontos fracos deles. Eu quero saber onde atacar para destruí-los. – e desligou em seguida.
O silêncio que se seguiu no carro foi quase sufocante.
Eu queria conversar com ela. Perguntar se algo havia dado errado, e com certeza havia dado. Eu queria saber por que ela estava com tanto ódio, e por que ela queria prejudicar a outra empresa.
Provavelmente, prejudicaram a empresa dela. A senhorita Swan era uma pessoa boa, nunca faria nada ilegal ou sujo, ela só se defenderia. Eu sabia disso.
Cheguei ao estacionamento do prédio, desci do carro e abri a porta traseira para ela, lhe estendendo a mão.
– Senhorita Swan. – tentei sorrir pra ela, mas confesso que fiquei com medo de ser ignorado novamente.
Ela não segurou em minha mão, mas parou em minha frente.
– Edward, sei que fui rude com você, mas como você pode perceber, as coisas não deram certo pra mim nessa viagem. – ela passou uma mão em seus cabelos, me deixando hipnotizado pelo movimento dos seus cachos castanhos. – Jéssica irá te avisar se eu for precisar dos seus serviços durante o dia. – ela virou e caminhou em direção ao elevador. Eu acompanhei o doce balançar do seu quadril totalmente evidenciado pelo vestido preto colado ao corpo.
– Tenha um bom dia, senhorita Swan. – me atrevi a gritar meu cumprimento. Ela parou por um segundo, mas não se virou em minha direção. Esperei ansiosamente que ela se voltasse e me olhasse, mas ela apenas permaneceu parada e logo voltou a caminhar até o elevador, sumindo das minhas vistas assim que as portas se fecharam.
POV Isabella
Ódio!
Essa palavra poderia definir tudo em minha vida naquele momento.
As negociações com a escuderia de fórmula 1 Kasaki Gear, que meu pai iniciou há muitos anos atrás, e eu direcionei nos últimos meses, foram todas em vão.
Aqueles japoneses idiotas são muito cautelosos e detalhistas. Foram anos mostrando tecnologias inovadoras em nossos pneus, milhões de dólares gastos em patrocínios as festas idiotas dessa escuderia. No último ano, contratamos seu piloto principal para ser garoto propaganda na nossa marca. Anos e anos de dedicação para tudo vir água abaixo e eles renovarem com aqueles italianos malditos.
Cheguei ao meu andar quase explodindo de ódio.
Saí do elevador a passos duros e Jéssica logo se levantou e veio em minha direção.
– Bom dia, senhorita Swan. Como foi de viagem? – não respondi, continuei andando em direção a minha sala. Ela me seguiu. – Espero que tudo tenha corrido bem. A senhorita tem uma reunião com os organizadores do motospeed. O grande prêmio será em um mês, e eles estão sondando uma parceria para o fornecimento de pneus. E a senhorita... – eu não a deixei terminar.
– Cancele essa maldita reunião. Eu não estou para ninguém hoje. – abri a porta do meu escritório e antes de fechar tomei uma decisão sem pensar. Pelo menos um dos meus problemas eu teria que resolver.
POV Edward
– Viajar? A senhorita Swan vai viajar novamente, mas dessa vez ela quer que eu vá junto? – perguntei a Jéssica.
Ela havia me chamado até o escritório e me informou a decisão da senhorita Swan.
Ela iria viajar para a República Dominicana e solicitou meus serviços de motorista.
– Sim, Edward. – Jéssica se sentou ao meu lado. – Eu não sei o que deu nela hoje. Ela só me disse que tinha que visitar a fábrica de lá, e que deveria providenciar um passaporte para você. Eu nem sei se consigo fazer isso em dois dias. – arregalei os olhos. – Sim, esse foi o prazo que ela me deu. Eu disse que não tem como, existem procedimentos para isso, e sabe o que ela me disse? – ela fez uma careta. – Ela disse “Eu sou Isabella Swan, e eu consigo tudo que quero. Use meu nome e esse passaporte estará pronto ainda hoje!” – ela tentou imitar a voz da senhorita Swan, mas nem chegou perto da rouquidão sexy era a voz da minha patroa.
Franzi o cenho. O que eu faria nessa viagem? Quer dizer, além de dirigir? Não seria mais eficiente contratar um serviço de motorista de lá, que conhecesse a localidade e que falasse a língua nativa?
– Eu não entendo... – balbuciei.
– Eu também não entendo. Eu não estava sabendo de compromisso nenhum com a fábrica de lá, mas ela é quem manda. – Jéssica segurou minha mão, e meu corpo não gostou do seu toque. Ele pedia o toque de uma outra mulher. – Ela às vezes é assim mesmo. Nós não temos que entender. – ela deu um sorriso fraco. – Mas espero que você esteja se dando bem com o serviço. Eu gosto de te ter como colega de trabalho. – ela acariciou minha mão e eu me senti desconfortável pela aproximação nada sutil.
– Jéssica, você não é paga para flertar em horário de serviço. – tomamos um susto pelo tom frio e cortante da voz da senhorita Swan. Jéssica levantou de um pulo.
– Senhorita Swan, eu não.... – ela foi interrompida.
– Não estou perguntando onde, como ou por que. Estou afirmando que não é paga para flertar em horário de serviço. Espero que tenha entendido, não gosto de me repetir. – me levantei e a senhorita Swan caminhou até parar à minha frente. – Já foi informado sobre a viagem, eu presumo. Sairemos amanhã à noite. Fique à disposição, não sairei pra almoçar, mas posso precisar de você na volta do dia. Prefiro que me espere no hall do prédio. – ela virou de costas e entrou novamente em sua sala.
Olhei para Jéssica e a coitada estava branca como cera.
A senhorita Swan havia sido muito rude com ela. Mas ninguém poderia culpa-la, ela teve um péssimo fim de semana, como pude perceber, e ela mesma me informou mais cedo. Ela devia estar estressada.
– Até mais, Jéssica. – me dirigi ao elevador e fiz como ela mandou. Esperei no hall do prédio.
[...]
Eu esperei, esperei e esperei.
Ela não precisou de mim o dia todo. Eu almocei rapidamente no refeitório existente no prédio, e fiquei à disposição dela o resto do tempo. Mas minha única ocupação do dia foi bater papo com as duas recepcionistas e meu pai, que no meio da tarde, desceu para passar pano e recolher o lixo do hall.
Já eram quase sete da noite, quando ela chegou ao estacionamento. Sorri e abri a porta traseira como sempre.
Ela deu um aceno de cabeça e entrou ainda falando no celular.
Entrei no carro e dei a partida.
Foi impossível não escutar sua conversa.
– Eu realmente já precisava ir até a fabrica de Santo Domingo. – ela conversava com alguém. – Sim, e vai ser bom eu fazer uma aparição, fazer um grande discurso para os trabalhadores e anunciar o novo reajuste salarial. São pessoas que nunca viram muito dinheiro, qualquer coisa os fazem alegres. – ela escutou um pouco. – Eu sempre tenho certeza do que estou fazendo. O governo de lá diminuiu os impostos sobre quase todos os produtos, inclusive carros e motos, e nossa produção terá de aumentar para dar vazão à demanda. Com isso, eu posso subir em 15% o salário e anunciar a abertura de novas vagas. Acho que em torno de mil vagas, não me lembro ao certo o número que me foi passado. – ela suspirou. – É exatamente por isso que eu estou nessa posição. Você é só um figurante, não se ache no direito de se meter nas minhas decisões. Eu sei o que é melhor para a empresa, Aro. Você é apenas um figurante, lembre-se disso. Não tem poder algum sobre a minha empresa. – ela disse ríspida no final e desligou.
A encarei pelo retrovisor.
Nossos olhos se encontraram por um breve momento, mas eu voltei a encarar a estrada.
– Vamos a Republica Dominicana amanhã a noite. Vamos à capital, Santo Domingo, tenho uma fábrica lá. – ela comentou de forma displicente e eu apenas assenti. – Eu vou precisar dos seus serviços. Você fala espanhol, Edward? – eu sorri diante de sua pergunta. Falar corretamente o inglês já era algo que eu não fazia muito bem
– Não, senhorita Swan. Eu não falo espanhol. – encolhi-me um pouco. Eu não queria parecer um burro na frente dela, mas eu não poderia dizer que falava outras línguas.
Ela suspirou.
– Sem problemas, eu contratarei uma equipe de segurança para nos acompanhar lá e vou exigir que todos os seguranças tenham um inglês fluente. – ela se recostou no banco e parecia realmente cansada.
Tomei um impulso de coragem e perguntei.
– Bem... Ér... Seria mais fácil pra senhorita também contratar um motorista de lá, que conheça a cidade.... Eu tenho receio de não executar meu trabalho com eficiência.... – me enrolei um pouco, mas consegui falar. Ela demorou alguns segundos para responder.
– Você me disse na sexta-feira que nunca viu o mar... – a encarei pelo retrovisor, mas ela desviou o olhar. O que eu poderia entender disso? Ela queria me levar apenas pra eu conhecer o mar? Quer dizer, não seria “apenas”, seria uma das coisas mais maravilhosas da minha vida. Um sonho desde menino de pisar no oceano, sentir aquela água salgada e gelada do pacífico se infiltrar em minha pele.
Ficamos vários minutos em silêncio, mas tomei coragem e falei.
– Muito obrigado, senhorita Swan. – ela não respondeu nada durante o resto da viagem até sua mansão.
Chegamos à sua propriedade, e eu logo abri sua porta, estendendo-lhe minha mão.
Ela saiu do carro e ficou novamente para à minha frente. Se eu me aproximasse mais um pouco eu poderia tocar meus lábios nos seus. Eu imaginei.
Ela me fitou intensamente e eu não consegui e nem queria desviar a conexão dos nossos olhares.
– O que você estava conversando com Jéssica hoje? – ela disparou. Pisquei um pouco perdido pela repentina pergunta.
– Ela... Ela estava falando que achou incomum a senhorita me solicitar para a viagem, e que teria pouco tempo para providenciar meu passaporte. – respondi.
– Ela parecia estar flertando com você. – se eu fosse um pouco mais sonhador, eu poderia jurar que vi um brilho de ciúmes e posse nos olhos dela.
– Ela só estava falando sobre a viagem. – eu reafirmei.
– Vocês pareciam íntimos. – ela acusou. Franzi o cenho.
– Jéssica foi minha vizinha. O meu pai e o pai dela eram amigos, e nós convivemos durante a adolescência. – me expliquei.
– Eu não quero que esse episódio se repita. Eu não tolero casos amorosos entre meus funcionários. – ela respirou fundo. – Não quero mais encontra-lo em situações como a de hoje cedo. Conversando intimamente com funcionárias. Fui clara, Edward? – engoli em seco. Ela parecia estar... Com ciúmes? Não, isso era impossível.
– Perfeitamente, senhorita Swan. – ela deu um leve sorriso.
– Amanhã seguiremos a mesma rotina, e partiremos do escritório para o aeroporto. Não se preocupe, se Jessica não conseguir seu passaporte, eu já tenho tudo sob controle. Vamos no jato particular da empresa, então será fácil passar por essas barreiras burocráticas. – ela sorriu com mais confiança. – Tenha uma boa noite, Edward. Até amanhã. – ela virou-se e caminhou lentamente até a entrada da casa.
Meu coração batia acelerado.
O que foi isso tudo que aconteceu nesse dia parado e conturbado ao mesmo tempo?
A senhorita Swan pareceu uma pessoa tão fria e implacável em alguns momentos, em outros pareceu ter ciúmes de mim, e no carro ela deu a entender que me levaria pra Santo Domingo porque meu sonho era conhecer o mar.
Minha cabeça ficou zonza.
O que isso tudo significava? Será que algo fazia sentido?
Eu não sabia o que pensar. A única coisa que vinha a minha cabeça era que, em 24 horas, nós estaríamos viajando juntos, e eu não sei se conseguiria refrear esse animal faminto dentro de mim que queria tomar posse do corpo dela e fazê-la minha para sempre.
E então, gostaram? Já deu pra perceber como sera esse romance quando estourar, nao é mesmo? Isabella se humanizou pelo Edward, mas só por ele. Ela ainda é uma pessoa dificil e dura... e com ele sera ciumenta, possessiva... tudo... e ele, sempre arranjando um jeito de justificar as atitudes dela. Edward é um doce, vai ser até meio bobinho em algumas coisas, mas vai pegar a Isabella de jeito, isso eu garanto... kkkk nisso ele nao é bobo

Até amanhã gente, e obrigada pelos coments

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