FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 07

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance
esse cap rachou minha cuca... sério, tava dificil começar e terminar... vamos lá?

Santo Domingo – parte 1
POV Isabella
Estávamos aguardando a liberação de vôo na parte externa do aeroporto de Indianápolis. Não era um aeroporto internacional, por isso, a quantidade de vôos não era tão grande, mas por algum motivo que eu não entendi muito bem, meu piloto estava tendo dificuldade em conseguir a permissão para decolarmos.
Edward estava parado ao lado do carro, vestido em seu terno escuro, como sempre.
Meu celular tocava insistentemente. Era Jasper. Ignorei todas as chamadas. Eu já havia mandado Jéssica avisar minha mãe que eu viajaria.
Eu estava à pouco, falando o celular com o supervisor da minha equipe de R.H., e mandei que uma equipe de três pessoas fossem enviadas a Santo Domingo amanhã. O supervisor, querendo mostrar serviço, insistiu em me bajular perguntando se eu não queria que a equipe fosse enviada hoje, dizendo que conseguiria reunir o pessoal em menos de meia hora. Eu fui categórica em dizer que se eu quisesse uma equipe hoje, eu solicitaria para hoje, e não para amanhã.
O que há com essas pessoas que não entendem que eu só peço as coisas do jeito que eu quero?
Qual é a dificuldade em eu conseguir viajar sozinha com meu motorista?
Olhei para Edward novamente. Tão lindo. Fechei os olhos com força. Meu pai sempre me alertou que eu cresceria e muitos homens quereriam namorar comigo, e que era pra eu não dar importância, pois essa coisa de sentimentalismo seria uma perda de tempo pra mim. Mas ele nunca me alertou sobre o que fazer se eu sentisse esse desejo e obsessão estranha por um cara.
Isso tudo era tão novo pra mim. Com Mike nunca me senti dessa forma. Ele era um cara legal, conversava sobre as mesmas coisas que eu, e o tempo ao seu lado era agradável. Mas com Edward... Céus, meu corpo esquenta só de pensar.
Ele não é um cara culto, não conversa as mesmas coisas que eu, e provavelmente nem gosta das mesmas coisas que eu. Mas eu adorava escutá-lo falar sobre sua infância humilde e agitada no interior, sobre sua paixão por carros, eu adorava olhar pra ele, vê-lo sorrir, eu sonhava com sua boca perfeitamente desenhada e tentadora. Edward era um cara de 28 anos, com certeza saberia o que fazer com uma mulher pra enlouquece-la.
Nunca consegui ver no sexo o que as pessoas dizem ser tão maravilhoso. Nas dez ou onze vezes que transei com Mike, senti alívio quando ele terminava o que estava fazendo. Não era incomodo, era apenas... Ruim.
Mas olhando para Edward, meu corpo se arrepiava, eu tinha consciência que eu poderia sentir com ele coisas que eu nem imagino que existam.
Caminhei em sua direção.
Ele me deu um sexy sorriso torto.
– Já podemos entrar no jatinho? – neguei. – Algum problema?
– Não, só alguma burocracia chata. – suspirei e me recostei no carro ao seu lado. Pude perceber Edward dar uma boa fitada em meu decote. Ótimo, ele também sente essa atração por mim. – Eu poderia resolver isso em segundos, mas sinceramente, estou exausta mentalmente para fazer valer meu sobrenome. – ele franziu o cenho e me olhou meio confuso. – Edward, às vezes um sobrenome de peso é tudo que você precisa pra driblar procedimentos que as pessoas comuns têm que cumprir.
Ficamos em silêncio e logo o piloto chegou nos avisando que poderíamos embarcar no jato.
[...]
Estávamos bem acomodados, voando a mais ou menos uma hora. Um silêncio até então agradável, mas eu queria escutar a voz de Edward. Queria distrair minha cabeça de todos os problemas, coisas que só consigo com Edward.
Olhei para meu motorista sentado duas poltronas depois da minha.
Estávamos sozinhos naquela acomodação. Dei instruções para a comissária não interromper meu descanso, que se eu precisasse eu a chamaria.
Percebi Edward tenso.
– Edward, o que houve? – ele me olhou um pouco incerto e fez sinal de negação com a cabeça, dizendo que não era nada. Soltei meu cinto e fui até a poltrona ao seu lado. Sentei-me e pude perceber ele direcionar um olhar desejoso às minhas pernas. – Edward, você tem medo de avião? – ele corou e assentiu meio sem graça. Eu não consegui evitar rir. – Desculpe, desculpe, mas é que é incomum pra mim.
– Alguém que nunca tenha andado de avião realmente não seria o tipo de pessoa que a senhorita conheceria. – ela tentou dizer brincando mas eu senti que ele havia ficado magoado.
Ficamos em silêncio novamente.
.
POV Edward
No momento em que disparei aquelas palavras, eu me arrependi. Ela não tinha culpa se eu estava envergonhado por estar com um certo medo.
O silêncio durou um tempo além do desejável. Ela ainda estava sentada ao meu lado.
Respirei fundo e tomei coragem.
– Me desculpe se fui grosseiro, senhorita Swan. É que eu nunca andei de avião, e estou um pouco nervoso. – pedi humildemente. Ela me olhou, e quando eu pensei que ela me daria uma resposta afiada, ela apenas sorriu e tocou minha mão na sua.
– Tudo bem, Edward. Isso é normal. – o silêncio voltou, mas nossas mãos continuavam se tocando. Céus, o calor do contato fazia meu coração trovejar em meu peito. Não sei se conseguiria esconder por muito tempo minha paixão por ela. – Se você quiser, pode dormir um pouco. No momento, você não está a meu serviço.
Segurei um pouco mais forte em sua mão.
– Eu estou bem acordado. – declarei sem pensar e ela me olhou arqueando uma sobrancelha. Clareei a garganta. – Quer dizer, eu estou agitado pela viagem, acho que não conseguiria dormir. – sorri um pouco sem graça. – A senhorita deveria tentar descansar. Viajou no fim de semana, mal chegou e já está encarando outra viagem.
Ela permaneceu um tempo em silêncio e depois me olhou de uma forma doce. Com um brilho que eu nunca havia enxergado em seus olhos.
– Vamos combinar uma coisa? – assenti. – Enquanto não estiver a serviço, pode me chamar pelo meu nome. É cansativo ter as pessoas me chamando formalmente o dia todo. Tem horas que chego a esquecer qual o meu nome. – nós sorrimos.
– Tudo bem então, senhorita Isabella. – ela negou.
– Não, me chame apenas de Isabella. Eu prefiro. – sem perceber, meu corpo inclinou-se em sua direção.
– Isabella... – eu disse lentamente. Foi tão bom pronunciar esse nome. – Um lindo nome. – nossos olhares se conectaram.
– Com licença, senhorita Swan. Eu sei que a senhorita pediu pra não ser incomodada, mas enfrentaremos uma branda turbulência, e devo pedir que acomodem-se devidamente e prendam seus cintos. – a comissária chegou interrompendo nossa troca de olhares.
Isabella direcionou um olhar assassino à pobre moça, mas nos acomodamos como ela recomendou.
[...]
Pousamos no aeroporto internacional de Santo Domingo com o dia já amanhecendo. Eu peguei minha mochila e as malas de Isabella.
Eu não tinha levado muita coisa, já que ficaríamos apenas dois dias, portanto, uma mochila foi o suficiente.
– A equipe de segurança que mandei contratar já está nos esperando na saída do aeroporto. Tem um táxi nos esperando também. Não gosto de andar no carro com os seguranças, prefiro que me acompanhem à distância. – Isabella falou e caminhou em direção à saída.
Peguei suas malas, ajeitei minha mochila nas costas e fui atrás dela.
Assim que nos acomodamos no táxi, não resisti a curiosidade e a indaguei.
– Senhorita Swan... – ela me interrompeu.
– Ainda não está em horário de serviço. – dei um leve sorriso.
– Isabella, não entendo porque pediu o táxi. Essa era a minha função. Jéssica havia me informado que teria um carro disponível a nossa espera aqui no aeroporto, tanto que ela me entregou o mapa da cidade. – ela me olhou brevemente e ajeitou seus óculos escuros em seu belo rosto.
– Você viajou a noite toda, deve estar cansado. – deu de ombros. – Não sou desumana. Sei que o que você precisa agora é descansar e recuperar o fuso-horário. E também seria arriscado fazê-lo dirigir cansado, poderia causar algum acidente. – ela retirou seu celular da sua pequena bolsa e passou a mexer nele.
É claro que ela pediu o táxi porque sabia que eu estava cansado e ela não queria nenhum tipo de acidente. Que tolice a minha, por um momento vislumbrei a possibilidade dela apenas querer ficar ao meu lado. Sem essa coisa toda de patroa-funcionário.
[...]
Chegamos ao luxuoso hotel às seis e meia da manhã. O sol já despontava forte no céu, e fazia um verdadeiro espetáculo da natureza.
O hotel ficava num caminho no meio da mata. Eu estava louco pra ver o mar, porém as grandes arvores que cercavam a rua de acesso não me permitiram ver nada.
O hotel era, na verdade, um resort. Não sei muito bem a diferença, mas estava escrito na placa que era resort.
O táxi nos deixou na entrada e logo um funcionário veio pegar as malas de Isabella. Ele pediu minha mochila, mas eu apenas indiquei que eu poderia carregar em minhas costas.
Fizemos o check-in e eu fiquei um pouco surpreso por saber que eu ficaria no quarto ao lado do de Isabella.
– A suíte presidencial estava ocupada por um casal em lua-de-mel. Eu poderia resolver isso facilmente, mas não faço tanta questão da presidencial. – ela deu de ombros quando estávamos no elevador.
Sorri internamente. Ela poderia utilizar de seu sobrenome e influência para conseguir a suíte presidencial, mas talvez ela tenha gostado da ideia de ficar no quarto ao lado do meu.
Tirei esses pensamentos da minha cabeça, não seria bom fantasiar demais e depois me decepcionar.
Paramos em frente a porta do seu quarto, o funcionário do hotel já havia deixado suas malas lá dentro.
– Então, eu vou só tomar uma ducha e descer para tomar o desjejum. Você me acompanha? – ela perguntou um pouco incerta, mas logo assumiu sua pose autoritária.
– Claro que acompanho. – sorri verdadeiramente. – Ér.. que roupa... Eu vou estar em horário de serviço? Ér... devo manter o terno pra... – ela me interrompeu.
– Você não está em horário de serviço, pode colocar a roupa que desejar. Eu aconselho algo leve, ainda é cedo e já está bastante calor, daqui a pouco o sol deve ficar mais forte e o calor só vai piorar. – sorri e assenti.
Entrei em minha suíte e minha boca caiu diante de tamanho luxo. Deus, uma cama tão grande! Não é que eu nunca tenha dormido em uma cama grande. Nos motéis onde já levei algumas mulheres existiam camas macias e grandes, mas não chegavam nem aos pés dessa.
Logo minha mente vagou para a imagem de Isabella nua nessa cama enquanto eu provava do seu corpo.
Suspirei e corri para tomar um banho frio.
[...]
Eu fiquei um pouco tímido por conta das roupas que eu trouxe para a viagem. Quer dizer, não era nada farrapo demais, mas era simples. Bermuda tactel e camiseta de algodão. Olhei no espelho, baguncei um pouco meus cabelos, calcei meus chinelos e saí em direção a porta do quarto de Isabella.
Ela saiu linda como sempre em um vestido solto e muito bonito. Ela continuava com aqueles imponentes óculos escuros. Sorriu docemente pra mim e descemos em direção ao restaurante. Eu já estava morrendo de fome.
Chegamos ao restaurante do hotel e nos servimos do nosso desjejum. Eu tentei imitar tudo que Isabella fazia para não parecer um jeca qualquer. Tudo que ela pegava, eu pegava também. Quer dizer, ela não pegou muita coisa, e eu acho que só com aquilo eu ainda continuaria com fome após termos comido.
Nos sentamos e iniciamos uma conversa agradável. Ela me falava sobre a implantação da fábrica em Santo Domingo, e que fez a viagem para anunciar um aumento salarial para os funcionários.
Acabamos de comer e eu ainda tinha fome. Isabella me olhou interrogativa e eu não aguentei segurar por muito tempo.
– Ainda estou com fome. É feio se eu me levantar e me servir um pouco mais? – eu estava de olho no bolo de banana com canela, mas fiquei sem graça de pegar e os outros hóspedes acharem que sou um morto de fome.
– Você ainda está com fome? – Isabella me perguntou séria. Assenti. – Aguarde aqui. – ela levantou-se e pegou meu prato. Caminhou até as mesas onde estavam dispostas as opções do desjejum e pegou um pouco de tudo.
Logo ela voltou com meu prato cheio, e mais um com queijos e presunto.
– Pronto, agora coma. – ela sorriu enquanto me indicava os pratos.
– Obrigada, Isabella. – agradeci e peguei o pedaço de bolo que tanto havia me chamado atenção.
– Se você se levantasse pra pegar mais um pouco, tímido do jeito que você está, as pessoas notariam seu desconforto e logo deduziriam que você não é, digamos, desse meio. Mas como fui eu quem levantou e se serviu de mais, ninguém nem prestou atenção. Tudo é questão de postura. É uma coisa ridícula, mas vivemos em uma sociedade ridícula, não é mesmo? – ela sorriu e eu retribui bobo como eu era.
Quando eu terminei realmente meu desjejum, nos levantamos e caminhamos até o hall do hotel. O sol já estava alto e o calor era forte.
– Eu acho que agora deveríamos dormir. Foi uma viagem exaustiva e ainda não me adaptei ao fuso-horário. – ela comentou distraidamente.
– Então, a que horas a senhorita gostaria que eu estivesse pronto? – perguntei e ela parou e me encarou.
– Voltamos ao “senhorita”? – ela indagou sorrindo.
– É que a senho... quer dizer, você começou a falar de trabalho, então eu pensei que... – ela me cortou.
– Hoje é folga. Minha equipe só irá chegar de noite, então folga para mim e para você. – ela enrolou seus cabelos na intenção de aliviar o calor que seus cachos faziam ao se colar em suas costas. – Está bastante calor, não é mesmo? Acho que vou dormir o dia todo. – ela sorriu. – Acredite, há muitos anos não faço isso.
Ela ia se virar para caminhar até o elevador, então fez-se um estalo em minha cabeça.
– Isabella? – eu a chamei. – Já que estou de folga, será que eu podia ir até a praia do hotel? – pedi esperançoso. Eu estava louco pra ter meu primeiro contato com o mar.
Ela sorriu.
– Claro, espere apenas um minuto. – ela caminhou até a recepção, disse algo para a moça que estava lá. Logo um senhor, que parecia ser o gerente, a julgar pelo terno que usava, chegou próximo e escutou o que Isabella falava. Ele assentiu e ela caminhou novamente até mim. – Vamos.
Caminhei ao seu lado até a praia privada do hotel.
Assim que pisei na areia fina da praia, senti meu coração disparar. Olhei aquela imensidão azul à minha frente e me senti emocionado.
Olhei ao redor e praia estava vazia.
– Eu quero entrar na água... – escapou por meus lábios antes mesmo que eu pudesse pensar.
Senti Isabella tocar em meu braço. Olhei para seu rosto, ela havia levantado e apoiado os óculos no alto de sua cabeça. Eu podia ver seus olhos lindos.
– Vá. – ela disse sorrindo. Não pensei duas vezes. Arranquei minha blusa, tirei os chinelos e corri em direção a água.
Foi mágico sentir aquela água nem tão gelada assim em meus pés. Sentir a branda onda acariciando minha perna à medida em que eu ia entrando mais no mar.
Mergulhei quando a água já batia numa altura razoável do meu corpo. Foi libertador.
Olhei pra Isabella que apenas me observava de longe. Sorri e fiz um gesto a chamando. Não sei onde surgiu a coragem para isso, mas eu queria ela junto comigo nessa experiência extraordinária.
Ela gargalhou mas fez um gesto negativo com a cabeça.
– Vem, Isabella. – gritei. Ela continuou negando. – Vem cá, por favor. – ela ficou me encarando por uns segundos e meu coração disparou quando ela tirou os óculos da cabeça e os deixou na areia em cima de suas sandálias.
Ela entrou na água de vestido e eu nunca havia visto uma cena mais linda em minha vida.
O tecido se agarrado ao seu corpo à medida em que ela ia entrando no mar. Seus cabelos caindo em ondas moldando seu lindo rosto. Ela sorria. Sorria pra mim.
Ficamos frente a frente, sorrindo um para o outro. Meu coração chutava meu peito rudemente.
– É tão lindo. Essa imensidão azul, da pra perder de vista. – eu disparei minha empolgação em ver o mar pela primeira vez. – Obrigado, Isabella.
– Não tem o que agradecer. – ela desviou um pouco nosso olhar.
Eu sentia seu corpo muito perto do meu. Seu vestido colado ao seu corpo. A curva suave dos seus seios acentuando o decote do vestido. Minha respiração engatou. Eu me aproximei dela.
De repente, ficou muito evidente que eu era mais alto que ela. Me senti pela primeira vez ser o dominante em nossa situação.
Num impulso de coragem, segurei em seu queixo e a fiz me olhar. O brilho dos seus olhos denunciou a excitação que ela também estava sentindo.
Desci meu olhar pra sua boca levemente aberta, e o magnetismo me atraiu sem que eu pudesse lutar.
– Isabella... – sussurrei seu nome um segundo antes de tomar sua boca.
Minha língua ávida por seu calor, invadiu sua boca, provocando e acariciando a língua dela que demorou alguns segundos para responder, mas logo dançou com a minha no beijo mais gostoso e sensual que já experimentei.
Enlacei sua cintura, e puxei seu corpo ao meu. Senti a curva macia dos seus seios em meu peito, e gemi sem parar de beijá-la.
A abracei mais apertado, e a fiz sentir minha dura ereção em sua barriga. Me abaixei um pouco roçando em seu corpo, e empurrei minha ereção em seu centro de prazer. Ela gemeu em minha boca e agarrou meus cabelos, puxando com força.
Estávamos abandonados em nosso beijo. Eu não queria soltá-la de meus braços nunca mais.
Mas em um determinado momento o ar se fez necessário e tivemos que encerar o melhor beijo da minha vida.
Ficamos nos encarando e acalmando nossas respirações. Eu não sabia o que dizer. Tinha medo de Isabella brigar comigo, me bater ou qualquer coisa do tipo.
– Isabella eu...
– Edward eu... – começamos juntos.
Sorri um pouco nervoso.
– Eu acho melhor eu subir e trocar essa roupa molhada. Você deveria fazer o mesmo. – ela virou e foi se afastando.
A alcancei antes de ela sair totalmente da água.
– Isabella, espere. Vista a minha blusa, alguém pode vê-la nessa roupa molhada. – falei num tom mais autoritário do que imaginei. Algo na ideia de alguém vê-la com a roupa colada ao corpo me irritou.
– Tudo bem, eu havia pedido para isolarem a praia para nós, mas dentro do hotel eventualmente alguém me veria assim. – ela deu de ombros e caminhou mais rápido saindo da água e pegando suas coisas.
Eu fiquei pra trás. Eu tinha que dar espaço a ela. Se eu a seguisse, provavelmente a agarraria e levaria para o quarto. Droga, era exatamente isso que eu queria fazer, mas não podia forçar as coisas com ela.
Só em pensar em como ela respondeu com paixão ao meu beijo. Como ela se entregou em meus braços.
Baguncei meus cabelos, peguei minhas coisas e rumei para dentro do hotel.
Cheguei a minha suíte, tomei outro banho e deitei-me nu na cama. Rapidamente o sono me embalou, e o sonho que tive com Isabella me fez acordar suado, com uma puta ereção e com fome do corpo da mulher que tive em meus braços na praia.
Tomei um banho e me assustei ao ver que já era noite.
Céus, como eu pude dormir tanto?
Coloquei uma cueca boxer, bermuda e camiseta. Tentei pentear meus cabelos, mas eles não paravam arrumados, por fim, os baguncei e saí da minha suíte.
Desci até o hall e me senti um pouco perdido. Eu não sabia o que fazer. Isabella não me dera nenhuma instrução para a noite.
Fui até a recepcionista e perguntei sobre a senhorita Swan. Torci para a moça falar minha língua, e consegui respirar aliviado quando ela me respondeu em um inglês um pouco enrolado que a senhorita Swan havia deixado um recado para mim. Era pra eu procura-la em sua suíte.
Subi até nosso andar e toquei o interfone.
Isabella abriu a porta pra mim e caminhou até a pequena sala que havia ali.
– Já jantou? – ela perguntou.
– Não, acabei de acordar. – ficamos em um silêncio incomodo.
– Minha equipe chegou agora a pouco. Eles se hospedaram em um hotel próximo à fábrica. – ela comentou e o silencio voltou a reinar. – Amanhã nós iremos na fábrica na parte da tarde e... – eu a cortei.
– Por que você esta fugindo do assunto? – eu não consegui me segurar. Ela me encarou.
– Que assunto? – suspirei frustrado e diminuí a distancia entre nós.
– Isabella, você sabe que assunto. Nosso beijo. – eu disse enérgico. Droga, nós tínhamos que falar sobre isso.
– Ah, esse assunto. – ela ficou em silêncio novamente.
– Droga Isabella, nós nos beijamos. O que isso significou? – aproximei nossos corpos.
– Edward... – ela tentou me deter, colocando a mão em meu peito, mas eu rapidamente a segurei a abracei.
– Isabella, me diz o que isso significou. – pedi enquanto passeava com meu nariz na curva de seu pescoço. Inalei seu cheiro incrível e meu corpo se acendeu.
– Edward... – ela gemeu. – Eu sou sua patroa... – tracei beijos do seu pescoço até o queixo e logo tomei sua boca.
– Não estou em horário de serviço. – chupei seu lábio. – E você não está em meus braços como minha patroa. – pressionei minha ereção em seu centro.
– Não? – ela perguntou sem fôlego e sem fazer forças pra escapar.
Desci uma mão por seu corpo, e apertei forte seu seio.
– Não... – guiei nossos corpos até o pequeno sofá. – Você está nos meus braços como a mulher que eu vou fazer minha. – tomei seus lábios nos meus e imprensei seu corpo contra o sofá.
Hoje ela seria minha!

E então, gostaram? Eu fiquei na duvida se parava aí ou se botava o tuplékitchuplin norétiflai nessa capitulo ou nao, mas decidi deixar pro próximo... a Isabella ta se entregando aos poucos, mas ela não se entregará facil, e bem, nosso Edward já está caidinho de tão apaixonado...

Gente, a cena da praia eu consegui imaginar direitinho na minha cabeça... então, até amanhã com a tão esperada primeira vez deles...

beijos e obrigada pelos comentários, são poucos ainda, mas eu confio nas minhas leitoras fiéis que estão comigo sempre

4 comments :

  1. vai pegar fogo o próximo capitulo fanfic perfeita

    ReplyDelete
  2. This comment has been removed by the author.

    ReplyDelete
  3. Anciosa demais...:) Amando a fic!!!

    ReplyDelete
  4. To lendo enquanto programo a fic e posso garantir q é sensacional! Voces vao amar!

    ReplyDelete