FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 10

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance


Ciúmes e entrega
POV Edward
Ao chegar na mansão de Isabella na manhã seguinte, rapidamente entrei no carro e o parei na frente da entrada principal.
Esperei encostado ao carro.
Alguns minutos se passaram até que Isabella apareceu no meu campo de visão. Linda como sempre. Sorri como um bobo.
– Bom dia, senhorita Swan. – estendi minha mão de forma galante. Ela sorriu e segurou em minha mão pra entrar no carro.
– Bom dia, e por favor, sem tapinhas no meu traseiro. – ela piscou e entrou no carro. Eu gargalhei enquanto fechava a porta e corria para o meu lugar.
Assim que saí da sua propriedade e peguei estrada, resolvi provoca-la.
– Sem tapinhas, hum? Não gosta quando eu a toco? – a encarei pelo retrovisor e ela sorria.
– Você sabe que eu gosto, mas não podemos nos expor dessa forma. Arriscar que alguém veja a intimidade que compartilhamos pode causar muita confusão. – ela explicou de forma séria.
Seu celular tocou logo após isso, e ela atendeu prontamente.
– Sim, Rose. – ela escutou por um tempo. – Isso é ótimo. Você sabe o que isso significa, não é mesmo? Exatamente. Nós iremos. Dessa vez não vou hesitar. Eles jogaram baixo, sabotaram minha transação, e eu vou jogar mais baixo ainda. – escutou mais um pouco. – Não tem negociação. Eu não deixo pontas soltas, não tenho pontos fracos, então eles não podem me atacar. Eu posso e vou acabar com eles. Aqueles italianos estúpidos vão pagar muito caro por terem estragado minha negociação com a escuderia japonesa. Ok Rosálie, você foi impecável. Até mais. – e desligou o telefone sorrindo triunfante.
Eu não fiz nenhuma pergunta até chegarmos ao estacionamento do prédio.
Abri sua porta e ela saiu e ficou para em minha frente.
– Olha, isso que você escutou.... – ela começou, mas eu a cortei.
– Tudo bem, Isabella. Eu não devo me meter nos seus assuntos. – olhei para todos os lados e não havia ninguém no estacionamento. – Eu queria muito te beijar.
– Edward, não podemos. – ela negou, mas eu podia ver que ela queria também.
– Não tem ninguém aqui. Por favor, eu preciso te beijar. – cheguei mais perto, mas ela logo se afastou.
– Ok, eu tenho uma pequena reunião agora. Espere uma hora e vá até minha sala, diga a Jéssica que eu pedi pra você subir. Tudo bem assim? – eu sorri vitorioso.
– Assim parece ótimo. – pisquei. – Eu queria apenas um beijo e agora vou poder... – ela me cortou.
– Não pense que isso passará de alguns beijos. – ela também sorria.
– Você sabe que será muito mais que isso. – ela sorriu e não negou. Piscou e caminhou até o elevador, balançando aquele quadril perfeito. Sua saia se colava ao seu corpo e sua blusa de seda azul fazia um contraste magnífico com sua pele.
Travei o carro e resolvi ir até o hall do prédio, talvez eu encontrasse meu pai e poderia conversar um pouco com ele.
[...]
Eu estava conversando com uma das recepcionistas quando vi a senhora Swan entrando no prédio segurando algo que parecia ser um quadro ou algo do tipo. Corri em sua direção.
– Bom dia, senhora Swan. Por favor, deixe que eu a ajude. – peguei o grande embrulho de suas mãos e caminhei ao seu lado.
– Obrigada, Edward. É muito gentil de sua parte. – ela sorriu um pouco constrangida.
– Não tem o que agradecer. Meu pai me criou para sempre ser um cavalheiro. – paramos em frente ao elevador e aguardamos.
– Então seu pai fez um ótimo trabalho. – ficamos um pouco em silêncio. Ela olhou meio hesitante pra mim. – Edward, sobre ontem a noite, eu gostaria de agradecer por segurar Jasper. Ele estava descontrolado.
– Eu fiz o que eu deveria fazer. Um homem não pode nunca ser violento com uma mulher, mesmo os dois sendo irmãos. – eu disse soando até um pouco ríspido por sequer pensar na ideia de que Jasper poderia ter agredido Isabella se eu não estivesse lá.
– Eles não são fáceis. Brigam o tempo todo. E fora isso, tem o problema que Jasper tem com essas porcarias que ele usa. – ela suspirou. – Eu não sei onde errei. Eu não sei o que fazer pra fazê-lo parar de usar isso. Toda vez ele me promete que vai parar, mas nunca para. – ela me olhou e corou um pouco. – Me desculpe, eu estou desabafando com você como se você tivesse algo haver com isso.
A porta do elevador se abriu e nós entramos.
– Não, tudo bem senhora Swan. Às vezes, desabafar é tudo que precisamos pra poder tirar algumas angústias de dentro de nós. – eu lhe dei um sorriso de encorajamento e ela assentiu.
– Edward.... Não sei se eu deveria perguntar, mas, bem, eu sou mãe, e gostaria muito que você fosse sincero comigo. – ela hesitou. – É verdade que.... Que você e Isabella estão... Ér, bem, Jasper disse ontem que... – eu a interrompi.
– Não, não senhora Swan. Nós não temos nada. – menti descaradamente. – Eu a defendi por puro senso de justiça e cavalheirismo. Nós não temos nada. Pode ficar tranquila. – dei um sorriso meio hesitante e ela assentiu.
Nós saímos do elevador e ela caminhou até uma secretária.
– Diga a ela que estou entrando. – a senhora Swan falou com a secretária, e fez sinal para eu entrar na sala junto com ela.
Entrei assim que ela abriu a porta, e a mesma loira que havia almoçado com Isabella, acho que Rosálie, se levantou de sua cadeira e sorriu para nós.
– Esme, que bom que você veio. Cadê meu quadro? – a senhora Swan sorriu e apontou pra mim. – Oh, olá Edward. Você pode deixar ali no canto? Eu ainda não decidi onde pendurá-lo. – eu assenti e deixei o quadro embrulhado no canto da sala.
– Eu já vou. – eu avisei e caminhei até a porta. Antes de eu sair a senhora Swan veio até mim e sorriu de forma gentil.
– Obrigada, Edward. Eu ficaria muito feliz se Isabella tivesse um homem como você na vida dela. – eu fiquei alguns segundos estático por sua declaração, mas logo me recuperei. Senti meu rosto esquentar, provavelmente eu estava corando como um maricas.
– Ér... Tá... Hum, até mais senhora Swan. – saí rapidamente da sala e entrei no elevador.
Meu Deus, será que ela desconfiou de alguma coisa? Isabella me ficaria com muita raiva se soubesse que eu deixei algo a entender que nós realmente tínhamos um caso.
Olhei em meu relógio e vi que já haviam se passado mais de uma hora desde que Isabella foi para sua sala.
Apertei o botão do seu andar, e assim que as portas abriram, Jéssica deu um largo sorriso e veio em minha direção.
– Ei, tudo bem? Como foi de viagem? – ela sorria enquanto tocava meu braço de forma insinuante.
– Ah, foi tudo ótimo. O lugar é muito bonito. – tentei passar por ela, mas ela me cercou novamente.
– Que bom. Então, hoje o pessoal da contabilidade vai se reunir pra ir num bar legal, tomar umas cervejas. E bem, eles me chamaram e eu fiquei de responder mais tarde. Será que você não gostaria de, sei lá, me acompanhar? – ela mordeu o lábio inferior de forma hesitante, mas passou muito longe de ser o gesto sexy e inocente que Isabella fazia. – Vamos, vai ser divertido. – Ela apoiou uma mão em meu peito e chegou mais perto.
Segurei em seus ombros tentando afastá-la, mas ela forçou sua presença perto de mim.
– Jéssica, acho melhor não, eu não tenho um horário certo, como você sabe... – ela me interrompeu.
– Mas hoje a senhorita Swan não tem nada depois do horário, eu já chequei a agenda dela. Vamos, Edward. Vai ser divertido. – ela tentou chegar mais perto de mim.
– Não dá, Jéssica, eu vou... – fui interrompido pela voz furiosa da minha patroa linda.
– Jéssica, se trabalhar não é sua prioridade aqui, gostaria de lhe pedir para pegar suas coisas e se encaminhar ao R.H. – Jéssica ficou branca como cera e seus olhos estavam arregalados.
– Não, senhorita Swan. Me desculpe. Eu me distraí conversando com Edward e... – ela a interrompeu.
– Você não é paga para conversar e muito menos flertar. Eu quero o relatório de gastos do escritório central na minha mesa em no máximo uma hora. – Isabella disse de forma ríspida e em alto tom.
– Mas senhorita Swan, não vou conseguir fazer isso em uma hora e... – Isabella novamente a interrompeu.
– Você está me questionando? Me responde, Jéssica, você está me questionando? – Jéssica negou rapidamente. – Foi o que pensei. Agora vá para sua mesa e só levante quando o relatório estiver pronto. Isso é uma ordem. – Jéssica correu para sua mesa e começou a digitar freneticamente em seu computador. Isabella olhou pra mim, ainda com seu olhar assassino. – Na minha sala imediatamente, preciso esclarecer alguns pontos. – ela se virou e caminhou para sua sala. Rebolando aquela bunda maravilhosa.
Meu Deus, eu fiquei excitado com a cena. Ela brigando com Jéssica, claramente por ciúmes. Meu membro estava duro como uma rocha em segundos, e eu agradeci mentalmente por estar usando cueca boxer apertada, assim não ficava tão visível a ereção que eu ostentava.
Caminhei rapidamente até sua sala, sem dispensar sequer um olhar para Jéssica.
Entrei e fechei a porta, ela estava encostada à sua mesa, os braços cruzados e a expressão assassina em seus olhos.
– Você não sabe como você está linda. – disse enquanto chegava perto dela.
Isabella pôs uma mão em meu peito, me impedindo de chegar mais perto.
– Quantas vezes vou ter que dizer que não o quero de conversa com Jéssica? – eu tentei evitar o sorriso idiota que queria aparecer em meus lábios. Ela estava morrendo de ciúmes.
– Isabella, eu mal saí do elevador, e ela já veio pra perto de mim, perguntando um monte de coisas, me chamando pra sair. Eu nem tive tempo de falar nada, e você logo apareceu. – seu olhar ficou mais lívido, se possível.
– Ela te chamou pra sair? – ela me empurrou. – Eu vou demiti-la imediatamente. – ela caminhou até a porta, mas eu corri e a segurei por trás.
– Eu neguei seu convite. Não precisa demitir a menina por isso. – beijei seu pescoço nu e pressionei minha ereção em seu traseiro. – Sente o que você faz comigo. Sente como fico excitado com seu ciúme. – agarrei seu seio com uma mão e ela gemeu baixinho.
– Não quero ela perto de você. – ela disse já vencida pelo desejo.
Eu continuei mordiscando e beijando seu pescoço, e esfregando minha ereção em seu traseiro delicioso.
– Eu não quero ficar perto dela. Só quero você. Só você. – a empurrei para a poltrona que ficava no canto da sua sala, sem desencostar sequer um milímetro dela.
– Você é meu. Só meu. – ela trouxe uma mão até minha nuca e segurou forte em meu cabelo, quando eu apertei seu seio e mordi forte em seu pescoço.
– Sou todo seu, patroa linda. – me sentei na poltrona, trazendo-a para meu colo, ainda de costas pra mim. Seu traseiro se encaixou perfeitamente em meu pau. Gemi.
– Isso mesmo, todo meu, seu motorista idiota... – apertei um pouco mais seu seio. - .... idiota e gostoso. – sorri.
Levei uma mão até sua coxa e subi sua saia até o quadril. Ela se levantou e virou de frente pra mim. Mas antes de ela se sentar em meu colo, eu a detive e abaixei sua calcinha. Salivei ao ver seu sexo nu e molhado de desejo.
– Abre as pernas. – saiu mais como uma ordem do que como um pedido, mas ela fez rapidamente.
A mantive em pé e de pernas abertas, enquanto manuseava seu clitóris, fazendo-a se contorcer.
Me ajoelhei no chão e lambi todo seu sexo. Ela segurou forte em meus cabelos e choramingou.
Com uma mão, eu separei os lábios do seu sexo, e com a outra eu estimulei seu clitóris, enquanto minha língua bombeava dentro dela.
– Ai Edward... - ela gemia. – Merda, não podemos fazer barulho aqui. – esfreguei mais rápido seu clitóris e pude sentir seus músculos endurecendo, ela já balançava o quadril, me oferecendo mais do seu sexo para eu provar. Seu orgasmo estava perto. – Óh Edward, eu vou.. Eu vou... Porra. – seus músculos se contraíram, ela puxou tanto meu cabelo que senti uma dor forte em meu couro cabeludo, e logo aquele líquido quente e pouco espesso escorreu por sua feminilidade e eu lambi tudo, saboreando o prazer que eu dava a ela. O prazer que ela só veio a descobrir comigo.
Segurei em sua cintura quando ela cambaleou.
– Opa, calma. – eu sorri pelo seu jeito grogue após um orgasmo.
Me sentei na poltrona e a trouxe para meu colo, uma perna de cada lado do meu corpo. Ela se aninhou a mim e encostou sua cabeça em meu ombro.
– O que você faz com minhas forças? – ela perguntou sorrindo.
– Eu as transformo em orgasmos. – respondi zombeteiro e logo comecei a passar a mão em seu corpo.
– Não sei se aguento. – ela disse quando percebeu minha intenção. Levei uma mão ao seu sexo nú, e com um dedo, comecei a estimular sua entrada.
– É claro que consegue. – distribuí beijos por seu pescoço e subi lambidas até sua orelha. – E eu preciso muito foder você. Depois desse ataque de ciúmes, preciso te mostrar que sou seu. Apenas seu. – eu a fiz ficar apoiada em seus joelhos e abri rapidamente minha calça e abaixei até a altura das coxas, juntamente com a cueca.
Meu membro saltou, apontando diretamente pra sua dona. Eu estava duro como uma rocha, e louco pra me afundar nela.
Levei novamente minha mão ao seu sexo, e introduzi um dedo em seu canal apertado. Ela mordeu o lábio pra tentar conter o gemido.
Enquanto bombeava um dedo em sua entrada, com o polegar passei a estimular seu clitóris.
– Hum... Você já está pronta pra mim, minha linda. – afirmei ao sentir seu canal bem mais escorregadio. – Senta aqui. – pedi gentilmente, a trazendo para se encaixar em meu membro. – Porra, você é muito apertada. – gemi ao invadir seu corpo. Sua falta de experiência só servia pra me deixar mais excitado. Senti que havia chegado ao ponto máximo dentro do seu corpo. – Me cavalga, Isabella. – pedi ao pé do seu ouvido.
Ela começou a se mexer sem muita técnica. Eu segurei em sua cintura, e a instruí com os movimentos certos. Logo ela pegou o ritmo e já me fazia trincar os dentes para não gritar de prazer.
– Isso, minha linda. Rebola agora. – e ela fez. Meu orgasmo estava perto, mas eu não gozaria antes dela. – Agora você sabe que eu sou seu? Só seu? – perguntei aos arquejos.
– Sim... Só meu... Merda, isso é muito bom. – ela gemia.
– E você? Você é só minha, está me ouvindo? Você é minha e de mais ninguém. – meu lado animal possessivo aflorou ao senti-la me cavalgar de uma forma tão gostosa. E saber que eu estava despertando seu desejo, e ensinando-lhe o que é o prazer do sexo, só me fazia mais possessivo.
– Sim... Só sua... Edward, eu não aguento mais. Eu acho que eu vou... – ela cravou suas unhas em meu ombro. – Oh meu Deus, eu estou.... Ah... – não consegui segurar e gozei dentro dela, no mesmo tempo em que Isabella se esticava toda em cima de mim.
Relaxei meu corpo na poltrona, e logo Isabella também caiu mole em cima de mim.
Ficamos em silêncio, apenas sentindo nossas respirações voltarem ao normal.
– Eu disse que seria mais que um beijo. – brinquei, enquanto distribuía beijos em seu cabelo.
– Eu não neguei – ela entrou na brincadeira. Mas logo seu tom ficou sério. – Eu realmente não gostei de vê-lo conversando com Jéssica.
– Eu sei, e eu também não gostei da forma que ela me abordou. Ela agora vive me cercando e eu não gosto disso, mas de alguma forma, sinto que não posso ser grosseiro com ela. Afinal, foi ela quem me indicou pra essa vaga, e por causa dela, eu estou aqui, com você em meus braços. – a apertei mais ao meu corpo.
– Eu sei, e por isso, apenas por isso, eu não a demiti hoje. – ela beijou meu ombro e ficamos em silêncio novamente. Ela respirou fundo. – Eu vou ter que viajar.
– Pra onde? – perguntei.
– Itália. Eu preciso resolver algumas pendências lá, e dessa vez, infelizmente, não poderei te levar. – não consegui controlar a onda de tristeza que me invadiu. – Esses assuntos são muito importantes pra mim, e eu tenho que ir o mais rápido possível. Eu não sei quanto tempo ficarei lá, mas creio que será mais de uma semana.
– E eu? – perguntei como um menininho carente.
– Eu vou conversar com minha mãe. Ela está empolgada com essa coisa toda de exposição de quadros, e ela quer fazer isso nas cidades vizinhas. Então, provavelmente, você vai ficar trabalhando com ela durante minha ausência. Ela não dirige tão bem assim, e eu não gosto da ideia dela pegar autoestrada. Você é um ótimo motorista e é uma pessoa de confiança. – ela me explicou e eu até gostei da ideia de trabalhar com a mãe dela durante esse tempo. Mas não era sobre trabalho que eu havia perguntado.
– Isabella, eu quis dizer nós. Como nós ficamos durante esse tempo? – ela respirou fundo e ergueu seu tronco, ficando de frente pra mim.
– Edward, esse era um dos motivos pelos quais eu tentei te afastar naquela manhã em Santo Domingo. Eu não tenho uma vida fácil. Eu faço muitas viagens, tenho vários jantares de negócios, inúmeras festas que eu tenho que comparecer. Qualquer passo errado, a mídia cai em cima de mim. Não sei se você sabe, mas eu sou uma das maiores e mais ricas empresárias desse país. Minha vida não é parecida com nada que você conheça. – ela pareceu triste ao dizer essa última frase.
Eu segurei em seu rosto e a fiz me olhar.
– Ei, não começa com isso, por favor. – pedi fervorosamente. – Eu entendo que você tenha muitos compromissos, e não vou reclamar. Eu vou morrer de saudades a cada viagem sua que eu não puder ir, mas vou explodir de felicidade a cada vez que você voltar e correr pros meus braços. – alisei seu rosto de forma carinhosa e ela sorriu pra mim. – Eu sei que a Isabella Swan é muito rica e muito importante. Mas é a Isabella patroa linda que eu quero. A mulher que me abraça com força, que se entrega pra mim e que me faz sentir o melhor homem do mundo.
Encostamos nossas testas e ficamos apenas nos olhando.
A cada minuto, eu me apaixonava mais e mais por essa mulher.
– Vou morrer de saudades. – eu disse com meus lábios quase encostados aos seus. – Me dá seu número de telefone. Eu vou comprar um monte de cartões e te ligar todo dia. – ela fechou os olhos e sorriu.
– Você me faz sentir a pessoa mais querida do mundo. Isso é estranho, porque eu sei que não sou. – ela disse.
– Pra mim, você é. As pessoas não te conhecem direito. Eu estou te conhecendo, e sei a pessoa maravilhosa que você é. – nossas testas ainda estavam coladas. Era maravilhoso sentir sua respiração em meu rosto.
– Não, eu não sou, Edward. Eu acho que às vezes você vê em mim uma pessoa que eu não sou. – biquei seus lábios.
– Eu não gosto quando você fala assim. Pra mim, você é uma pessoa maravilhosa e ponto final. – nós sorrimos. – Vai me dar seu número pra eu te ligar todo dia?
– Vou fazer melhor. Vou te dar um celular só pra você falar comigo. Meu número já vai estar salvo nele, e só eu terei esse seu número. Eu posso te ligar a hora que eu quiser, e você pode me ligar a hora que você quiser. – fiz uma careta e ela logo falou. – Não faça essa cara, isso não é negociável, eu te dou o celular e nós nos comunicamos, ou ficamos esse tempo sem nos falarmos.
– Isso é chantagem. Você sabe que eu ficaria louco sem falar com você. – ela sorriu faceira.
– Eu sei. – a abracei apertado.
– É por isso que é a melhor empresária do país. Você consegue fazer com que todos façam o que você quer. – ela sorriu e me beijou.
Sua língua invadiu minha boca, reacendendo meu desejo por ela.
Correspondi ao beijo, e a puxei mais para o meu corpo.
Levei uma mão ao seu traseiro e o apertei, fazendo Isabella gemer em meus lábios.
Eu já a queria de novo.
Eu estava prestes a tocá-la intimamente, quando escutei um barulho na porta e duas vozes gritando em uníssono.

– Meu Deus! – eu e Isabella congelamos ao sermos flagrados.


E então, gostaram? Acho que vocês até sabem quem flagrou eles dois juntos kkkk...

beijos e até amanhã a noite

No comments :

Post a Comment