FANFIC INDIANAPOLIS - CAPITULO 11

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance
Altos e baixos
POV Edward
Droga, droga, droga, mil vezes droga!
Isabella ainda me olhava assustada e totalmente estática. Ela parecia não ter coragem de olhar em direção a porta.
Meu primeiro instinto foi abaixar sua saia que estava enrolada na cintura, na vã tentativa de preservá-la.
Ao ver meu movimento, Isabella pareceu sair de seu transe e olhou em direção a porta. Seu rosto não demonstrava emoção nenhuma. Acompanhei seu olhar.
– Mãe, Rosálie. Por favor, saiam da minha sala. Assim que eu me recompor eu libero a entrada de vocês. – ela disse de forma seca e ríspida.
As duas saíram rapidamente, ainda atônitas. E eu jurava que Rosálie tinha algo zombeteiro no olhar.
Isabella se levantou rapidamente, pegou sua calcinha que estava no braço da poltrona e se encaminhou para uma porta ao fundo da sua sala. Provavelmente um banheiro.
Levantei-me e rapidamente ajeitei minha cueca e calça.
Tentei alisar a camisa social que estava um pouco amassada e o terno desajeitado em meu corpo.
Meu cabelo, que antes estava totalmente alinhado pelo gel, agora estava um desastre. Tentei ajeitá-lo da melhor forma possível, mas falhei miseravelmente. Pelo reflexo da janela de vidro eu vi que meu cabelo estava totalmente bagunçado e apontando para todos os lados.
Escutei o barulho da porta e Isabella apareceu em meu campo de visão, já totalmente recomposta. Sua roupa estava alinhada, seus cabelos escovados e sua maquiagem refeita.
Ela não me olhou em nenhum momento.
Caminhou até sua mesa e pegou o telefone, mandando Jéssica avisar que sua mãe e Rosálie poderiam entrar.
Poucos segundos se passaram até que as duas entraram novamente, já com as expressões tranquilas.
– O que vocês queriam? – Isabella perguntou para as duas, mas seu olhar estava na tela do seu computador.
Eu parecia um móvel velho em uma sala requintada. De alguma forma, eu não me encaixava na cena, e não sabia o que fazer, ou se saía dali.
– Oi pra você também, Isabella. – Rosálie debochou e caminhou até sua mesa, se sentando na cadeira à sua frente.
– Oi. – Isabella bufou. – Agora digam o que as fez entrarem em minha sala sem ao menos serem anunciadas. Eu espero que Jéssica já tenha outro emprego em vista, porque esse erro foi inadmissível. – ela disse ríspida.
– Querida, não foi culpa dela. Nós perguntamos por você, ela disse que você estava dando instruções para seu motorista, e bem, nós não vimos nada de errado em entrar aqui sem precisar interromper o trabalho de Jéssica. – A senhora Swan explicou com seu jeito calmo e simpático.
– Afinal de contas, o que vocês vieram fazer aqui? – Isabella se exaltou e levantou-se de sua mesa.
– Nós viemos convidá-la pra almoçar conosco. Esme veio até a empresa para trazer um quadro dela para minha sala, e eu a convidei pra almoçar comigo. Então pensamos “por que não chamar Isabella?” e então viemos até aqui. E olha a surpresa que tivemos. – Rosálie ria zombeteira e não parecia ter sequer uma pontada de receio com o humor de Isabella.
Isabella respirou fundo, claramente tentando se acalmar.
– Não quero que esse ocorrido saia dessa sala. – ela disse sombria.
– É claro que não, minha filha. Apesar da situação embaraçosa, eu gostei muito de saber que você está namorando o Edward. – A senhora Swan disse pacífica, e logo me deu um sorriso verdadeiro.
– Por favor, sem essas ideias românticas. – Isabella falou secamente para a mãe. – Bem, já que vocês vieram me convidar para almoçar, eu aceito o convite, tenho que conversar com você mamãe e com você também, Rosalie Hale. – ela olhou de forma assassina para Rosálie, e essa em nenhum momento se abalou. Sorria zombeteira e olhava de forma maliciosa pra nós dois.
Isabella caminhou até sua mesa e pegou sua bolsa e seus famosos óculos escuros.
– Vamos. – ela caminhou confiante até a porta e as duas a seguiram. Eu continuei parado onde estava, sem saber o que fazer em meio a essa situação constrangedora e bizarra. – Edward, algum problema? – ela perguntou quando viu que eu não havia me mexido.
– Ér... Não. Quer dizer, vai precisar dos meus serviços agora? – perguntei hesitante. Rosálie gargalhou de algo que ela achou engraçado e a senhora Swan nos olhava de forma simpática.
– Claro, vou almoçar e preciso chegar até o restaurante, então eu preciso do seu serviço. – ela tentou explicar de forma calma, mas pareceu mais como se estivesse falando com um débil mental.
– Ah... Ok. – Elas caminharam e eu as segui em silêncio.
Ao chegarmos ao estacionamento, eu abri a porta traseira e Rosálie e Isabella entraram. A senhora Swan disse que preferiria ir em seu carro que estava estacionado nas vagas comerciais, em frente ao prédio, e disse que logo nos encontraria no restaurante.
Eu dei a partida no carro e o silêncio era esmagador.
Alguns minutos se passaram até que Rosálie soltou uma sonora gargalhada. Eu a encarei pelo retrovisor, e pude ver que Isabella olhava pra ela com cara de poucos amigos.
– Meu Deus, agora entendo o porquê do seu ciúme quando eu falei que ele era gostoso. – meu rosto esquentou na hora. – Sério Isabella, você me surpreendeu agora. Transando no escritório? Meu Deus, eu nunca experimentei isso, vou tratar de reverter esse quadro imediatamente. – ela falava alto enquanto ria descaradamente.
– E será demitida por justa causa. – Isabella disse ríspida, mas algo em sua voz delatou que ela não falava sério.
– E então, a viagem pra Santo Domingo foi fachada, não é mesmo? Eu já desconfiava, você não precisava ir até la fazer porcaria de discurso nenhum, mas eu nunca adivinharia o motivo dessa viagem às pressas. – encarei o rosto de Isabella pelo retrovisor. De repente, eu fiquei muito interessado em sua resposta.
– Não foi fachada, eu realmente tinha que ir lá visitar a fábrica. Eu nunca havia ido lá como responsável pela empresa, não tinha me apresentado formalmente após a morte do meu pai. – ela tentou dar uma desculpa, mas estava claro em seu rosto que ela estava mentindo. Sorri como um bobo.
– E então, estão namorando? – Rosálie perguntava animada.
– Claro que não. Por favor, não me venha com essas ideias românticas como a minha mãe. – Isabella disse sorrindo, como se fosse uma piada a ideia de nós namorarmos, e eu senti meu coração afundar com isso.
Depois disso, elas continuaram conversando no banco de trás, mas eu não prestei mais atenção.
Ao chegarmos no restaurante, eu abri a porta para elas saírem e quando ia me encaminhando para entrar no carro novamente, Isabella me chamou e disse que era pra eu almoçar com elas.
Eu, sinceramente, não queria. Ainda estava constrangido pela situação em que fomos flagrados, e estava triste pelo que Isabella havia falado dentro do carro.
Mas, ao invés de recusar seu convite, eu apenas assenti e entrei junto com elas.
Alguns minutos depois, a senhora Swan chegou.
Fizemos nossos pedidos, e Isabella e Rosálie engataram uma conversa sobre a viagem até a Itália, deixando eu e a senhora Swan totalmente deslocados.
Enquanto eu comia o peixe que havia pedido, eu pude perceber a senhora Swan me dar olhares simpáticos e ela parecia feliz.
Um pouco antes de sairmos do restaurante, Isabella disse à sua mãe que eu iria trabalhar com ela nas suas exposições nas cidades vizinhas.
A senhora Swan ficou alegre com a ideia.
Logo, voltamos ao escritório central. Isabella e Rosálie desceram do carro quando parei no estacionamento, e Rosálie partiu na frente, deixando Isabella para se despedir de mim.
– Tenha uma boa tarde, Isabella. – eu disse sem encarar seus olhos.
Ela tocou meu rosto e me obrigou a olhá-la.
– Algum problema? É sobre o que aconteceu mais cedo? – ela perguntou.
– Não, está tudo bem. Na hora eu fiquei bastante constrangido, mas está tudo bem. À que horas quer que eu esteja te esperando? – ela continuou me olhando durante alguns segundos. Parecia me estudar atentamente.
– Vou sair às seis. Quero passar essa noite com você. – ela sorriu. – Tenho um apartamento na saída da cidade. Eu o usava quando queria silêncio e paz para estudar. Às vezes a mansão podia ser bem barulhenta. – ela sorriu novamente, mas eu continuava sério. – Se você quiser, vá até sua casa agora à tarde, pegue uma muda de roupas e volte antes das seis da tarde. – ela segurou em minha mão. – À noite você será só meu. – ela piscou e caminhou até o elevador.
Eu entrei no carro e dirigi até minha casa.
O caminho todo eu estava aéreo.
Não sei por que estava tão triste. Afinal, nós realmente não namorávamos. Mas algo na expressão dela, no jeito que ela riu da possibilidade de namorarmos, me feriu.
Ao chegar em casa, apenas Alice estava lá.
Ela chegava da faculdade e fazia o almoço.
– Ei, tão cedo em casa. O que houve? – veio preocupada para perto de mim.
– Ah, não é nada. Só aproveitei o tempo que eu ficaria livre e dei um pulo aqui para pegar uma muda de roupas. Vou sair com uma galera depois do trabalho, e talvez eu não volte pra casa. – menti em partes.
Ela sorriu e veio me abraçar.
– Sabe, eu já estava preocupada com você. Desde quando você havia ficado desempregado, você não saía mais. Não namorava. – ela disse carinhosa, com os bracinhos finos ao redor do meu tronco.
– Eu não tinha dinheiro pra sair, Alice. É diferente. – beijei o topo da sua cabeça. – Agora eu tenho um emprego e posso sair. – eu tentei soar brincalhão.
– Pode namorar também. – ela riu. – Eu estou louca pra você conhecer uma mulher bem legal, casar e ter um bebê. Eu quero tanto ter um sobrinho. – eu sorri da ideia dela. Ah se ela soubesse como isso estava mais distante do que ela imaginava...
– Vamos ver, Alice. Pra eu conhecer essa mulher, eu tenho que sair, e se você ficar aqui no meu pé, eu não vou conseguir pegar minha roupa pra poder sair. – ela me soltou e riu, enquanto caminhava novamente para a cozinha.
Fui até o quarto, joguei duas cuecas, uma bermuda, um par de meias, uma camiseta, produtos de higiene pessoal e um par de chinelos na minha mochila.
Passei na cozinha para me despedir de Alice, e ela já estava sentada à mesa almoçando.
– Já comeu? – ela perguntou e eu assenti. – Ah, Edward, seu aniversário está chegando. O que vamos fazer? – ela perguntou empolgada.
Suspirei.
– Não sei, Alice. Talvez seja melhor não fazermos nada. – ela fez um biquinho típico dela.
– Por favor. – ela pediu com aqueles olhinhos brilhantes que não me deixavam negar nada a ela. – Agora você está trabalhando, não tem a desculpa de que está sem dinheiro. Já sei, vamos fazer um churrasco. A gente chama só alguns amigos. Seu aniversário cai num sábado, a gente pode fazer durante o dia.
Eu fiquei olhando para seu rostinho pidão.
– Ok, Alice. Vamos fazer um churrasco então. – seu sorriso foi de orelha a orelha. Ela sabia me driblar direitinho. Caminhei até ela e lhe dei um beijo no topo da cabeça. – Estou indo, diga ao papai e ao Emmett que talvez eu não volte hoje.
Saí de casa e entrei no carro novamente.
Sorri um pouco mais animado com a ideia do meu aniversário estar chegando.
Alice adorava festas, e não havia nada que eu negasse à minha irmã se eu pudesse fazer.
Meu pai e Emmett se desdobravam para poder pagar sua faculdade. E eu agora poderia ajudar também. Ela era nossa princesa, e por ela sempre fizemos de tudo.
[...]
Eu estava esperando Isabella no estacionamento quando escutei o famoso barulho dos seus saltos.
Abri a porta e ela entrou sorrindo pra mim de forma simpática.
Ela me passou o endereço e eu dirigi cerca de uma hora até chegarmos ao apartamento.
Um prédio muito bonito e num lugar bem escondido.
Parei o carro no estacionamento e abri a porta pra ela descer.
– Sabe, você não precisa abrir a porta pra mim quando não está mais em horário de serviço. – ela sorria enquanto segurava em minha mão.
– Eu gosto de ser um cavalheiro. – dei de ombros. – Você não gosta que eu faça isso? – perguntei um pouco inseguro. Isabella não era nada fácil de entender. Eu nunca sabia sua reação às minhas atitudes e nem o que ela pensava.
– Sinceramente? A minha vida toda, todos sempre fizeram de tudo pra me agradar. E eu sempre soube que era só pelo meu dinheiro. Mas você... – ela sorriu. – Eu sei que você é sincero. Você faz porque quer, porque é o seu jeito. Eu gosto muito disso.
Peguei minha mochila e a acompanhei.
Ao entrarmos no apartamento, tomamos banho juntos, mas não nos tocamos de forma sexual.
Eu me sequei e vesti uma bermuda e camiseta. Esse era o meu estilo normal. Simples.
Ela saiu do banheiro logo depois de mim, o corpo enrolado em uma toalha e os cabelos totalmente molhados.
Ela se sentou na cama e passou a pentear seus cachos castanhos que pareciam pretos agora que estava molhados.
Me ajeitei na cama, sentando bem atrás dela. Uma perna de cada lado do seu corpo. Tomei o pente de sua mão.
– Deixe-me pentear pra você. – eu disse enquanto já alisava seus fios com o pente.
– É tão gostosa a sensação de alguém pentear nosso cabelo. – ela suspirou. – Não é a mesma coisa quando estamos no cabeleireiro. Tem que ser alguém que faça porque quer fazer e não porque é o seu trabalho. Eu não sentia isso desde quando minha mãe penteava meu cabelo quando eu era criança. Era sempre tão bom. – ela divagou. – Ela me colocava no colo e penteava meu cabelo bem devagarzinho enquanto me contava histórias de princesas e príncipes. – senti um tom nostálgico em sua voz.
Joguei seus cabelos de lado e beijei seu pescoço, a fazendo estremecer.
– Você deve ter sido uma garotinha linda e adorável. – joguei o pente para longe e a abracei por trás. Bem apertado.
– Talvez. Mas eu fui mudando com o tempo. – lambi a carne nua do seu pescoço enquanto levava uma mão até o nó da sua toalha, desfazendo e jogando-a ao nosso lado na cama – Agora acho que sou uma menina má. – ela gemeu quando agarrei seus dois seios e os apertei forte.
– Então merece ser punida. – eu já estava excitado. O momento de tristeza que havia me atingido mais cedo, já havia passado.
– E como você vai me punir? – desci uma mão de seu seio até chegar ao seu centro. Introduzi a ponta do meu dedo em seu canal. A posição não era muito favorável, mas consegui um pouco. Molhei meu dedo em seus sulcos e o retirei. Levando até seu clitóris inchado. Ela gemeu e rebolou na minha mão.
– Eu posso dar umas palmadas nesse traseiro bonito que você tem. Aposto que você nunca levou umas palmadas. – disse ao pé do seu ouvido, enquanto ela se arqueava pra mim.
Uma mão minha brincava e apertava seu seio esquerdo, e a outra brincava em seu broto intumescido.
Esfreguei bem rápido em seu clitóris e eu percebi ela se esticar toda. Seus músculos já se apertavam.
Parei abruptamente, não a deixando chegar ao orgasmo.
– Agora você vai ser punida por ser uma menina má. – sorri malicioso pra ela que me olhava lívida pela interrupção do seu orgasmo.
A joguei na cama e me levantei, tirando minha roupa imediatamente.
– Eu sou Isabella Swan e você não vai me bater. – ela disse altiva e confiante. Eu apenas sorri enquanto terminava de descer minha cueca pelas minhas pernas.
– Vamos ver. – Fiquei de frente pra cama e puxei seu corpo para o meu. – Fica de quatro. – mandei e ela me olhou um pouco confusa.
– Edward, eu não sei se... – eu a interrompi.
Segurei em sua cintura e a virei de costas pra mim, enquanto a empurrava delicadamente para ficar em seus joelhos e cotovelos na cama e falei.
– Quietinha, confie em mim. – alinhei meu pênis em sua entrada molhada e brinquei um pouco ali, só para atormentá-la. Passei meu pênis por toda a extensão do seu sexo.
Sua bunda arrebitada era muito tentadora. Eu tinha um ótimo ângulo para sua outra entrada, e o desejo de pedir pra ela me deixar fodê-la ali foi forte, mas me controlei porque sabia que ela não estaria preparada pra isso.
– Edward... – ela gemeu, rebolando pra mim, pedindo claramente para eu penetrá-la.
Não precisou de mais pedidos, estoquei forte dentro dela, que pelo susto, escorregou de seus cotovelos e deixou seu tronco cair na cama.
A puxei novamente para a posição anterior e passei a penetrá-la num ritmo gostoso.
– Merda, Isabella, você é tão gostosa, eu não consigo me controlar com você. Mal entro em você e já sinto vontade de gozar. – eu disse enquanto estocava furiosamente nela.
Ela era só gemidos e gritos.
Olhei para aquela bunda linda balançando a minha frente e desci um tapa estalado nela.
Isabella pulou de susto, e eu a segurei pela cintura, não a deixando cair de seus cotovelos e joelhos novamente.
– Você gosta disso, não gosta? – desci outro tapa estalado. – Gosta de ser punida. – outro tapa.
– Merda, Edward. Pare de me bater seu motorista idiota, vai ficar vermelho. – ela pedia gemendo.
– Você gosta disso, patroa linda. Você ama quando seu motorista idiota te fode bem gostoso, não gosta? – desci outro tapa. – Responde, Isabella. – ela gritou de prazer.
– Sim, sim, eu gosto. Gosto muito. – gemeu novamente. – Porra Edward, isso é muito bom. Não consigo segurar. – ela choramingava em alto tom.
Eu sabia que pela posição estava alcançando seu ponto de prazer. E a qualquer momento nós dois gozaríamos.
Trinquei os dentes para segurar meu orgasmo, e continuei estocando forte dentro dela e deferindo tapas em seu traseiro.
– Ah Edward – ela gritou a plenos pulmões, enquanto agarrava com força os lençóis da cama e se contorcia à minha frente. Seu orgasmo me fez livre pra gozar.
E eu gozei. Muito. Eu sentia os jatos saindo de dentro de mim. Meus testículos se contraíam e meu membro pulsava dentro dela.
Retirei-me de dentro dela e ela caiu esgotada na cama.
Me deitei ao seu lado e a virei de barriga pra cima.
Olhei seu sexo molhado e inchado.
Seu orgasmo foi forte. Seu líquido havia escorrido até sua coxa e isso foi uma das visões mais luxuriantes que eu já vi.
Ela permanecia de olhos fechados tentando recuperar sua respiração.
Beijei sua testa.
– Eu te machuquei? – perguntei preocupado. Afinal, seu corpo era bem pequeno e ela não tinha tanta experiência sexual assim.
Ela sorriu.
– Meu traseiro está ardendo. – nós rimos juntos. – E eu sinto como se não tivesse forças pra levantar dessa cama durante os próximos dois dias. – ela se virou pra mim e abriu os olhos. – Você tira minhas forças. Céus, o que você faz comigo? Eu nem sabia que existia tanto prazer assim, e a cada vez, você me mostra coisas novas.
Alisei seu rosto.
– Eu amo a ideia de que eu sou o homem que te apresentou o prazer. É primitivo, eu sei, mas eu me sinto como se tivesse sido seu primeiro homem, e isso é muito bom. – ela sorriu ternamente pra mim.
– Tecnicamente, você é o meu primeiro homem. Mike ainda era um moleque quando namoramos, eu também fui sua primeira namorada, então, já sabe por que foi um desastre. – ela deu de ombros.
– Sexo é dedicação. Se o cara não se dedicar ao prazer da sua parceira, o sexo será uma merda até para ele mesmo. Meu prazer é ouvir você gemer, ver você se contorcer em meus braços. Eu me dedico inteiramente a você, e isso faz com que seja muito bom pra mim. – biquei seus lábios.
– Eu adoro essa dedicação. – ela disse maliciosa enquanto deslizava uma mão em meu peito nu.
– Deveríamos comer primeiro. – eu sugeri, quase entregue à sua sedução.
– Ok, podemos pedir comida, e enquanto não chega, podemos continuar a estimular sua dedicação. – eu gargalhei enquanto ela pegava o telefone e pedia comida num restaurante próximo.
Ela voltou pra cama e me devorou com o olhar.
– Onde estávamos? – puxei seu corpo para fazê-la cair em cima de mim.
– Eu estava pronto pra comer. – disse malicioso e tomei seus lábios.
Amanhã ela viajaria, e eu lhe daria uma noite inteira de prazer, a marcaria como minha pra ela não esquecer um segundo sequer de mim enquanto estivesse na Itália.
Eu sabia que a batalha por seu coração seria árdua, mas eu não desistiria.


E então, quero opiniões... Dias sem a Isabella, será que nosso Edward sentirá muita falta dela... E essa aproximação com a Esme heim, será que ela é futura candidata a madrasta dele? Vamos ver....

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