FANFIC INDIANAPOLIS - CAPITULO 12

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance
Uma porta se abre e a outra fecha
POV Edward
Ao meio-dia, Isabella embarcou com Rosálie para Nova York. De lá, elas pegariam o voo para Roma – Itália.
Fiquei parado naquele aeroporto, sentindo meu coração se apertar. Eu já tinha saudades dela.
Ao acordarmos, nossos corpos estavam entrelaçados e nus. Fizemos amor quase a noite toda, e repetimos a dose assim que despertamos.
Após isso, eu a levei até a mansão para que ela pudesse pegar suas malas, que ela já havia mandado uma empregada prepara-la.
Aguardei no mesmo lugar de sempre.
Logo a senhora Swan apareceu e me fez companhia. Ela também iria até o aeroporto conosco.
Jasper passou por nós quando ia para a piscina. Ele me olhou de forma estranha. Não bravo, ele parecia, na verdade, constrangido.
Isabella apareceu novamente, eu peguei suas malas que duas empregadas traziam e as guardei no carro.
O caminho foi feito em silêncio. E quando chegamos ao aeroporto, ela não fez menção de se despedir de mim. Mas sua mãe avistou Rosálie e nos deixou à sós dizendo que iria conversar com a loira.
Isabella deu de ombros e aproveitou para me entregar o tal celular que ela havia dito.
Por estarmos em um lugar público, ela disse que não iria me beijar. Fiquei um pouco triste com isso, mas tentei entender seu lado.
E logo após isso, ela embarcou.
Fui tirado dos meus pensamentos quando a senhora Swan tocou meu ombro e me sorriu de forma simpática.
– Vamos? – ela chamou e eu apenas assenti.
[...]
Estávamos dentro do carro, seguíamos estrada para a cidade vizinha. A senhora Swan iria visitar a galeria da cidade para ter noção de quantos quadros poderia trazer e qual o tamanho do evento que ela poderia realizar.
Ela demorou um pouco e eu fiquei aguardando na recepção.
Em torno das cinco da tarde, ela me chamou para partirmos.
Ela conversava empolgada comigo. Me falava sobre seus quadros, sobre o tempo que demorou para ter coragem de expor seu trabalho. Eu apenas sorria e respondia de forma educada.
– Edward? – ela me chamou. – Você não está feliz. – não foi uma pergunta. Ela suspirou. – Eu sei que Isabella não é fácil, e provavelmente vocês ainda vão enfrentar muita coisa pra ficarem juntos. Mas, posso te fazer um pedido de mãe? – eu a encarei pelo retrovisor e assenti. – Não desista da minha filha. Eu havia notado uma leve alteração no seu humor nos últimos dias, mas não sabia o que era. Agora eu sei. Era você. – franzi o cenho.
– Eu? – perguntei incrédulo.
– Sim. – ela sorriu. – Esses dias eu entrei em seu quarto para chama-la para o jantar, mas ela estava tomando banho, e eu pude escutá-la cantar feliz. Ela tem sorrido mais. Hoje eu vejo um brilho no olhar da minha filha, que só vi até seus nove anos de idade. – ela pareceu triste de repente. – Depois disso, seu pai enfiou coisas em sua cabeça e eu nunca pude tirar. Isabella se transformou numa pessoa fechada, fria e infeliz.
– Sinto muito. – foi a única coisa que eu achei viável dizer.
– Não sinta. Você está trazendo minha filha de volta. Mesmo que não perceba, ela está se sentindo feliz com você. E por isso eu te peço que não desista dela. Eu sei que ela pode ser difícil às vezes. – nós sorrimos. – Ok, na maioria do tempo ela é difícil, mas ela nunca pôde ter uma vida normal. Seu pai sempre a enfiou em cursos e mais cursos. Ela não teve adolescência, durante a faculdade ela até arranjou um namorado, mas o pai logo tratou de fazer o namoro virar um meio de negociação. – ela suspirou. – Eu só quero que minha filha seja feliz. Tenha a oportunidade de namorar um cara que goste dela, que a respeite e a faça bem. E eu sei que você está sendo esse cara pra ela. – ela hesitou um pouco. – Desculpe meu desabafo, mas é pecado uma mãe querer que sua filha seja amada, que case e tenha filhos, que tenha uma vida feliz? – eu sorri.
– Não, senhora Swan, não é pecado. Eu só acho difícil que eu seja o realizador desse seu sonho. – tentei soar brincalhão, mas qualquer um notaria o tom triste em minha voz.
Assim que chegamos à mansão, eu me despedi da senhora Swan e voltei pra minha casa.
[...]
– E aí, você já viu a nova vizinha? – Emmett perguntou enquanto jantávamos. Neguei. – Cara, ela é gostosa. Alta, loira e peituda. – ele sorriu como se essa fosse a definição de mulher perfeita.
Ainda bem que estávamos apenas eu, ele e meu pai à mesa. Alice já havia ido para seu quarto. Nós nunca falávamos coisas desse tipo na frente dela.
– Gostosa é? – eu perguntei sem muito interesse. – Ainda não vi. Sabe como é, a correria do trabalho, não tenho tido tempo. – dei de ombros em clara mentira.
– Correria... – meu pai murmurou. – Agora o nome é esse. – zombou.
– Ei, o que eu estou perdendo? – Emmett quis saber.
– Nada, irmão. – tentei encerrar o assunto. Meu pai arqueou uma sobrancelha pra mim e eu suspirei. – Ok, eu estou me envolvendo com uma mulher. Gosto dela. – declarei.
– Gosta? – Emm me olhou de forma suspeita.
– Ok, ok. Sou uma menininha apaixonada quando estou com ela. – assumi bufando e os dois soltaram estrondosas gargalhadas. – Ei, dá pra parar de rir? Pai, até ontem você era contra meu relacionamento com Isabella. – Emmett parou de rir no mesmo instante.
– Isabella? Tipo a Isabella Swan que é sua patroa e você falou que ela é muito gostosa? Tipo, você tá pegando ela? – ele soltou uma pergunta atrás da outra.
– Não fala assim dela. – rosnei. – Eu estou me envolvendo com ela, e não simplesmente pegando.
– Uou, a coisa com a patroa é séria mesmo heim. – ele assobiou. – Como é, vocês estão namorando? Você vai trazer ela pra jantar com a gente aqui, pra conhecer a família? – ele perguntou de forma inocente, mas meu coração afundou com isso.
Eu sabia que meu relacionamento com Isabella nunca seria do jeito natural das coisas. Conhecer a família, sair pra encontros, andar de mãos dadas.
Meu pai se manifestou quando me perdi em pensamentos.
– Eu só quero ver a sua felicidade, meu filho, mas agora você entende qual é o meu receio? – olhei para meu pai. – Você foi criado de um jeito, e ela de outro. Eu sei que você está apaixonado por ela, mas, não se feche pras outras moças. – ele respirou fundo. – Por mais que me doa dizer isso a você, nós sabemos que essa relação não tem futuro.
Meu pai me olhava com pena e Emmett com um misto de tristeza e compaixão.
De repente, me senti sufocado naquela mesa. A comida não descia mais.
Levantei-me rapidamente, fazendo a cadeira cair e fui para o meu quarto sem dizer uma só palavra.
Não me dei o trabalho de acender a luz. Me joguei na cama e tentei controlar o turbilhão de coisas que passavam em minha cabeça.
Será que eles estavam certos e só eu não enxergava o óbvio?
Mas a mãe dela me disse que ela estava mais feliz nos últimos dias...
– Ah, merda... – grunhi apertando o travesseiro em meu rosto.
Levantei a cabeça de repente. De onde vinha essa música? Uma melodia gostosa de ouvir, baixa e suave.
Algo brilhava em minha mochila.
Meu Deus, o telefone!
Corri para a prateleira e abri minha mochila rapidamente.
Droga, droga, droga. Cadê os botões dessa merda? O aconteceu com os celulares que eles não tem mais botões?
Tinha um desenho de um aparelho telefônico na tela e era verde. Meio hesitante eu apertei e o trouxe até o ouvido.
POV Isabella
– Você não vai dormir? – Rosálie me perguntava.
– Assim que você sair da minha suíte. – disse enquanto continuava a conferir meus e-mails em meu notebook.
– Isabella, nós mal chegamos e você se agarrou a esse notebook e não saiu até agora. Não comeu nada também. Resolveu fazer alguma dieta? O motorista gostosão te quer mais magrinha, é? – parei imediatamente o que estava fazendo.
– Desde os meus dezoito anos o meu peso é o mesmo. – franzi o cenho e a olhei. – Você acha que eu estou com as medidas acima do ideal? – levantei um pouco minha blusa e passei a mão na minha barriga. Lisa como sempre.
– Meu Deus, você está mais caída por ele do que eu imaginava. Foi só tocar no assunto “motorista gostosão”... – ela fez sinal de aspas com os dedos. - ... e você prestou atenção rapidamente, e até se questionou sobre seu peso. – ela gargalhou. – Sério, eu não pensei que iria viver pra presenciar um momento como esse. A grande Isabella Swan insegura. – a olhei com raiva.
– Eu não estou insegura. Aliás, eu nunca fui e nunca serei uma pessoa insegura. – voltei a conferir meus e-mails, mas minha cabeça ainda estava nesse assunto.
Será que eu realmente estava um pouco avantajada? Como Edward preferia o corpo de uma mulher? Bem magrinha ou com curvas?
Eu tenho curvas, não são muitas e nem vulgares, mas eu tenho. Será que ele gosta?
Mordi o lábio.
– Rose, você acha que se eu perder uns três quilos, meu corpo vai ficar estranho? – a olhei em dúvida e minha futura ex-funcionária gargalhou.
– Meu Deus, você está de quatro por esse homem. Você está perfeita, mulher. Só quis te encarnar um pouco. – ela ria e debochava da minha cara.
Levantei rapidamente e abri a porta da suíte.
– Rosalie Hale, saia da minha suíte imediatamente ou você será uma mulher desempregada. – a ameacei lívida.
Ela continuou rindo debochada, mas caminhou até a porta.
– Você sabe que não vai me demitir. E agora, eu vou te deixar sozinha pra você poder ligar pro seu motorista gostosão. – abri a boca para brigar mais com ela, mas ela foi mais rápida. – Não se faça de desentendida, eu sei que você está se coçando, louca pra ligar pra ele. Não parou de conferir o celular um segundo sequer. Você já foi melhor em disfarçar as coisas. – cochichou a última parte.
– Sai daqui. – grunhi e bati a porta na cara dela.
Rosálie me irrita.
Olhei o celular na mesinha ao lado do notebook.
Como será que ele está? Será que já está dormindo? Será que se deu bem com a minha mãe hoje?
Suspirei e caminhei até lá. Peguei o celular e o encarei.
Será que sentiu minha falta?
Selecionei seu nome na lista de contatos e esperei ele me atender.
Chamou uma, duas, três vezes. Eu bufei impaciente. O que ele estaria fazendo que estava demorando tanto a me atender?
Chamou mais algumas vezes e eu já ia desistindo quando escutei sua voz hesitante.
– Alô?
– Onde você está? O que está fazendo? Por que demorou me atender? – sem conseguir controlar, despejei tudo de uma vez.
– Eu... Eu estou em casa, pra ser mais preciso, estou no meu quarto, sentado na minha cama enquanto falo com você. – revirei meus olhos.
Caminhei até a cama da suíte e me sentei também, enquanto empurrava meus sapatos pra fora dos meus pés.
– Por que demorou me atender? – fui ao ponto.
– Ah, é que esse celular é meio difícil de usar. Quer dizer, não tem tecla, e eu meio que não sabia como atender. – não pude evitar sorrir. – Eu sei, é vergonhoso, mas é que eu nunca fui muito ligado nessas tecnologias de celular e computador, e então.. – eu o cortei, porque percebi que ele estava começando a ficar constrangido com a situação.
– Tudo bem, Edward. Isso é normal. – encostei-me na cabeceira da cama e cruzei as pernas. – Como foi o dia com a minha mãe?
– Ah, foi bem legal. Nós fomos até a cidade vizinha e voltamos, apenas isso, mas foi legal. – ele hesitou. – E pra você? Chegou bem de viagem?
– Sim, foi um voo tranquilo. Chegamos ao hotel quatro horas atrás e eu não saí daqui ate agora. Eu parei pra conferir alguns e-mails e me perdi no trabalho, você sabe. – dei de ombros. – Amanhã que eu realmente vou começar a fazer o que tenho que fazer aqui em Roma. Talvez eu tenha que ir até Milão, mas não sei o dia ao certo.
– Você não comeu nada desde quando chegou? – ele perguntou.
– Não, eu não senti fome e como eu disse, acabei me distraindo com o trabalho e não me dei conta da hora.
– Isabella, você não pode ficar sem se alimentar. Ligue na recepção, peça alguma coisa. – o tom que ele usou comigo foi imperativo demais, dominante demais. Não sei por que, mas eu gostei disso.
– Ah, não, eu nem estou com fome. E talvez eu precise perder um pouco de peso mesmo, não sei. – joguei a isca.
– O quê? Não, por favor, não faça nenhum tipo de dieta ou regime. Quer dizer, eu te acho perfeita assim. Isabella, você é deliciosa assim do jeito que você está. – minha respiração engatou. Sua voz estava rouca quando ele disse que eu era deliciosa. Meu corpo se acendeu.
– Eu sou deliciosa? – perguntei meio desnorteada.
– Sim. Muito deliciosa. Quando usa aquelas saias apertadas pra trabalhar, quando usa aqueles vestidos que contornam perfeitamente seu corpo, quando está nua em meus braços, quando está corada e febril enquanto me cavalga, você é uma delícia. – senti aquela sensação gostosa em meu corpo, o calor que Edward conseguia me provocar até mesmo com palavras. – Pra você ter noção do quanto é deliciosa, eu estou pensando em você nesse momento e estou duro como uma rocha. E você está aí, do outro lado do oceano, e eu aqui, te desejando com loucura. – mordi o lábio pra conter um gemido. O que esse homem faz comigo? Só com palavras já me deixou molhada.
– Eu- Eu também estou pensando em você. Meu corpo... Ele está quente. – fechei os olhos e praguejei mentalmente. Será que eu não conseguia ser sedutora nem por telefone?
– Está quente? – sua pergunta saiu como um gemido. – Minha linda, se eu te pedir uma coisa você faz? – seu tom de voz foi tão doce e ao mesmo tempo sexy, que me peguei dizendo “sim” – O que você está vestindo? – ele perguntou.
– Estou de camisa e saia. A mesma roupa que estava quando saí daí. Ainda não deu tempo de tomar um banho relaxante e colocar algo mais confortável. – eu expliquei.
– Hum... Aquela saia apertada. Eu amo essas suas saias apertadas. – me senti poderosa e desejada quando ele disse isso. – Tira sua roupa. – ele mandou.
– O-o quê? – perguntei espantada.
– Tira sua roupa, minha linda. Fica nua. Imagine que eu estou aí e tire sua roupa todinha. – sua voz era rouca e eu me sentia quente por isso. Mas algo dentro de mim me puxava em uma direção contrária. Esse homem já estava tendo poder demais sobre mim. Eu tinha que refrear essa situação, tinha que me manter a Isabella forte e independente. Ele estava entrando em meu sistema aos poucos, e isso ia contra tudo que meu pai me disse a vida toda. – Isabella? Você ainda está aí, minha linda? – ouvi sua voz suave me chamando. Acho que fiquei tempo demais pensando e esqueci de responde-lo.
– Ér... Estou sim. – respirei fundo. – Edward, eu tenho algumas coisas pra resolver aqui. Está tarde também, eu preciso descansar porque amanhã terei um dia cheio. Foi bom falar com você, saber que está tudo bem. – eu disse de uma vez só. Não era isso que eu queria, mas eu tinha que tomar o controle de mim mesma novamente. Se eu deixasse, ele invadiria minha vida e não sairia mais.
– Isabella, o que houve? Pensei que nós estávamos... Eu pensei... – ele ficou sem palavras, e eu me senti mal por cortá-lo dessa maneira.
– Eu sou uma mulher ocupada, Edward. Amanhã nos falamos. Provavelmente de noite, pois durante o dia terei mil coisas a resolver. – lutei contra a vontade de pedir desculpas e dizer que eu queria ficar horas conversado com ele, só pelo prazer de escutar sua voz. – Tenha uma boa noite, tchau. – desliguei assim que escutei seu triste e desanimado “boa noite, linda”.
Joguei o telefone longe e fiquei deitada na cama, apenas fitando o teto branco da suíte.
Essas coisas que eu sentia quando estava com Edward, quando falava com ele ou quando só pensava nele, eram novas demais pra mim. Eu não conseguia saber o que era.
Uma necessidade de estar ao lado dele. Vontade de agradá-lo de todas as formas. Um sentimento de possessão quando qualquer mulher chegava num raio de cem quilômetros dele.
Eu gostava das histórias engraçadas de sua infância. Algo que seria maçante escutar de outra pessoa. Mas quando era algo sobre ele, tudo parecia ser de um grau de importância, que eu não conseguia entender.
Sentir seus braços ao redor do meu corpo, sua respiração em minha nuca, quando dormíamos abraçados, era maravilhoso.
Fazer amor com ele era algo inexplicável. Um prazer que nunca pensei que pudesse existir. Uma necessidade de senti-lo em mim, de ser boa pra ele, de vê-lo enlouquecer de prazer em meu corpo.
Eu gostava de qualquer momento que nós dois estivéssemos juntos.
Meu pai ficaria muito irritado se soubesse o que eu estava fazendo.
Me envolvi com meu motorista. Um cara pobre, sem sobrenome importante, sem sequer uma formação acadêmica.
Meu pai sempre me alertou sobre esses tipos de distrações que eu poderia ter ao longo da minha vida. E agora eu via o quanto era difícil ser imune a isso.
Eu precisava tirar Edward da mina cabeça, ou pelo menos não pensar nele vinte e quatro horas por dia.
Me levantei e fui até o banheiro. Tirei minha roupa e entrei debaixo da ducha morna.
Eu tinha que recuperar o foco. A empresa. Afinal, foi para lutar pelos sonhos do meu pai que eu voei até a Itália, e eu faria isso por ele, pela empresa.
Edward não podia ser o primeiro plano da minha vida. Poderia ser difícil, mas eu teria que tentar pensar primeiro na empresa e depois em minha vida com ele.


E então? COntem-me o que acharam.
Pois é, a Isabella não está querendo se render, mas já está mais rendida do que imagina. E a Rosalie heim, nao tem medo de perder o emprego.

Quero só imaginar o que vai acontecer no churras do Edward... rsrsrs mas antes ainda deve ter um capitulo sobre a semana dele com a Esme, as conversas, a aproximação... E essa nova vizinha loira e peituda que o Emmett falou heim? Quem será? kkkk

2 comments :

  1. A vizinha é a Rosalie ne ?! hahahah Adorei! Ela vai no aniversario dele ne?! Ela TEM que ir hahaha

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