FANFIC INDIANAPOLIS - CAPITULO 15

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance
Dê uma chance
Fechei os olhos. Eu iria me dar por vencido e telefonar para Isabella. Já não aguentava mais ficar sem escutar sua voz.
Eu iria ligar pra ela no dia do meu aniversário. Meu orgulho iria ao chão, mas esse amor louco que sinto por ela era muito maior que qualquer orgulho idiota.
Abri os olhos assim que ouvi alguns burburinhos. Olhei para o lado e algumas pessoas olhavam para algo atrás de mim.
Antes que eu me virasse e visse o que era alvo da atenção dos meus convidados, escutei sua voz gélida e fatal.
– Edward! – era a voz dela!
No mesmo momento me dei conta de duas coisas: primeira, Tânya ainda estava em meus braços, com seu corpo totalmente colado ao meu. E segunda, Isabella via isso e com certeza entenderia tudo errado.
POV Edward
Soltei Tânya imediatamente e me virei para encontrar o olhar frio e assassino de Isabella.
Eu estava morrendo de medo de ela ter entendido errado essa situação, mas ao mesmo tempo estava radiante por ela ter vindo à minha humilde casa, só pra ficar comigo no meu aniversário.
– Você veio... – não pude conter o sorriso bobo que apareceu em meus lábios.
Ela não me olhava. Pra ser mais exato, ela fitava um ponto atrás de mim, e eu sabia que esse ponto era alto e loiro e se chamava Tânya. Seu olhar era mortal.
– Edward, parabéns. – Rosálie, que estava ao lado dela, tentou quebrar a tensão e me deu um abraço. Movimento que foi acompanhado pelo olhar gélido de Isabella.
– Filha, você veio... – Esme chegou ao nosso lado sorrindo, mas Isabella não desviou a atenção.
Segurei em sua mão.
– Vem, vamos ali dentro da casa. Lá teremos mais privacidade. – sem desviar o olhar de Tânya, ela me acompanhou.
– Oi, sou Tânya, a nova vizinha... – Tânya, pra piorar tudo, sorriu e tentou se apresentar a ela.
– O que te faz pensar que eu estou interessada em saber quem você é? – ela usou seu tom cortante. Tânya arregalou os olhos, e eu pude perceber que todos no churrasco seguraram a respiração.
Puxei Isabella um pouco mais rápido, e logo estávamos sozinhos em meu quarto.
Assim que fechei a porta, tentei me explicar.
– Isabella, a Tânya... – ela me cortou.
– O que foi isso que eu vi? – ela estava de costas pra mim, e parecia tentar se controlar ao máximo.
Pude ouvir alguém colocar uma música mais agitada do lado de fora da casa, onde todos continuavam com o churrasco. Pelo menos eu esperava que estivessem dando continuidade.
Dei um passo a frente.
– Isabella, começou a tocar uma música mais lenta e ela me pediu pra dançar com ela. Só isso. – encostei uma mão em seu ombro e pude senti-la tremendo.
– Eu odeio ver alguma mulher tocar você. Eu não quero mais cenas assim. – ela se soltou do meu contato. – Como posso acreditar nisso? Você estava abraçado a ela e ela parecia estar gostando muito. – num acesso de fúria, ela derrubou tudo que estava em cima do meu criado mudo.
Olhei para meu pequeno aparelho de som todo quebrado no chão.
– Depois eu compro outro. – ela murmurou.
– Você tem que acreditar. É a verdade. – senti minha garganta se fechando. As coisas não poderiam terminar agora, não quando ainda estávamos começando seja lá o que for que esteja acontecendo entre nós. Dei um passo a frente e a abracei apertado. Ela tentou me empurrar, mas eu a segurei mais firme.
– Me solte. – ela mandou entredentes.
– Não, eu não vou soltar. Não até que você acredite em mim. – com uma mão, segurei em seu queixo e a obriguei a me olhar. – É você que eu quero. Eu sei, foi uma cena ruim de ver, mas foi um mal entendido. No momento em que você chegou, eu estava justamente pensando em ligar pra você porque eu já não aguentava mais ficar sem escutar sua voz.
– Edward... – ela sussurrou.
– Tudo o que eu fui capaz de fazer hoje foi só pensar em você, no quanto te queria aqui do meu lado, apesar de saber que esse não é o seu lugar. Eu estava com o coração apertado por você não ter me ligado no dia do meu aniversário, mas eu ia passar por cima do meu orgulho e te ligar, porque eu sou um idiota tão apaixonado por você que não consigo mais pensar em nada a não ser você, Isabella. – a beijei com fúria.
Era paixão, saudade e raiva por ela estar relutante em acreditar em mim.
A fúria se transformou em desejo e eu não consegui evitar minhas mãos correrem por seu corpo.
Ela gemeu quando apertei seu seio por cima da blusa.
– Edward... – enlouqueci quando ela gemeu meu nome.
A empurrei em minha cama de solteiro e cobri seu corpo com o meu.
Desci beijos por seu pescoço e estourei todos os botões de sua blusa ao puxá-la com força.
Abri seu sutiã e abocanhei seu seio direto enquanto apertava o outro.
Ela enterrou seus dedos em meu cabelo e arqueou seu corpo, se oferecendo pra mim.
Desci beijos por sua barriga plana, enquanto com as mãos, subia sua saia até ficar enrolada na cintura.
Desci um pouco mais meu rosto, e mordisquei de leve seu clitóris inchado por cima da calcinha.
Ela gemeu alto e eu agradeci a música alta lá fora.
Inalei o cheiro de sua excitação e fiquei louco.
Rasguei sua calcinha e ela me olhou assustada.
– Eu vou te mostrar que pertenço só a você e que quero só você. – disse sério olhando fixamente para seus olhos.
Tirei minha camisa rapidamente e abri minha bermuda. Arranquei toda a roupa e me deitei em cima dela.
Esfreguei meu membro em sua entrada e ela impulsionava sua pélvis para cima, querendo o contato.
– Você acredita que eu só quero você? – perguntei ao pé do seu ouvido e desci beijos e lambidas por seu pescoço.
– Sim... – ela choramingava e se esfregava em mim.
– Eu acho que você ainda não está convencida. – levei uma mão ao meu membro, me posicionei e a invadi de pronto.
Ela gemeu e seu tronco chegou a levantar da cama.
Passei a estocar com força dentro dela, nem ligando para o barulho que a cama velha fazia.
– Agora você acredita em mim? – segurei suas duas mãos e as elevei acima da sua cabeça.
– Sim, acredito. – ela disse debilmente.
– Acredita que sou seu, assim como você é minha?
– Sim, Edward porra, sim. – gemia louca.
Soltei suas mãos e segurei em suas coxas.
Levantei meu tronco e passei suas pernas por cima dos meus ombros, me dando assim um ângulo melhor, que me permitiria ir mais fundo dentro dela.
Voltei a estocar com toda força.
– Ah Isabella... Como você é gostosa. E fica mais gostosa com ciúmes. – rugi em meio ao meu prazer.
– Edward... Eu não aguento... – ela gritava. Investi com toda força que eu tinha e trinquei os dentes tentando refrear meu orgasmo.
– Diga que é só minha e que eu sou só seu. Diga isso, Isabella. – grunhi enquanto ainda estocava forte.
– Sim... Sim, eu sou sua e você é meu. Você é só meu. – ela mordeu forte em seu lábio inferior e jogou a cabeça pra trás. Ela estava gozando.
Estoquei mais três vezes e me permitir gozar dentro dela.
– Porra. – rugi ao libertar-me.
A sensação era ótima, o fluxo de esperma não parava. Acho que nunca havia gozado tanto em minha vida.
Ainda arfante, tirei suas pernas de cima dos meus ombros e me permiti desabar em cima dela, que permanecia de olhos fechados e totalmente mole abaixo de mim.
– Abre os olhos, minha linda. Olhe pra mim. – pedi em voz baixa.
Eu ainda estava dentro dela, e não sei se conseguiria cortar um milímetro de contato dos nossos corpos naquele momento.
Eu precisava dela, precisava estar perto dela.
A saudade ainda doía, e o amor que eu sentia por ela fazia meu coração bater tão rápido que eu tinha medo de sofrer um ataque cardíaco.
Ela abriu os olhos lentamente.
Aqueles belos e penetrantes olhos de gata.
– Obrigado por vir me ver. – eu disse sincero e pude ver seus olhos brilharem.
– Você ficaria triste se eu não viesse. – ela comentou com fala arrastada. Sinal de cansaço.
– Eu ficaria muito triste. – concordei.
– Feliz aniversário.
– Obrigado.
– Eu odiei te ver com aquela loira. – ela me olhou nos olhos.
– Foi só uma dança. E pra te falar a verdade, eu estava pensando em você o tempo todo. Ela não tinha seu cheiro, seu calor. – acariciei seu rosto e ela sorriu. Não consegui evitar. – Sou muito apaixonado por você. – me declarei pra ela.
Ela ficou em silêncio e desviou o olhar do meu.
Naquele momento, o encanto foi quebrado. Nosso momento de prazer havia criado aquela aura de confiança e cumplicidade, mas a bolha foi estourada.
Relutante, saí de dentro dela e me sentei na cama.
Ela continuava evitando me olhar. Fitava um ponto invisível na parede.
Me levantei da cama e fui até meu pequeno guarda-roupas no canto do quarto. Peguei o envelope contendo meus exames e voltei para a cama.
Coloquei o envelope ao lado dela e peguei minha cueca para vestir.
Ela olhou o fino cobertor ao pé da cama, franziu o cenho, mas o pegou e cobriu seu corpo nu.
– Está limpo, não precisa ter nojo. – eu disse amargo. Nesse momento, ficava claro as nossas diferenças.
Ela ignorou meu comentário.
– O que é isso? – perguntou e apontou para o envelope.
– Meus exames. Leia e confirme que eu não tenho nenhum tipo de DST. – virei meu rosto para outro lado e engoli o nó que se formava em minha garganta.
Alguns minutos se passaram naquele silêncio esmagador.
Escutei um fraco soluço e olhei rapidamente para Isabella.
Ela tinha um braço em cima dos olhos e chorava. O envelope com os exames estava no mesmo lugar que eu havia jogado. Ela não havia mexido nele.
Me senti alarmado.
Na mesma hora a puxei para meu colo. O cobertor desceu e seu corpo estava à mostra pra mim novamente. Não me atentei a isso. A abracei forte.
– Isabella, o que houve? Está sentindo dor? Eu te machuquei, meu amor? – beijei sua testa e a fiz me olhar.
Ela tentou se conter e parar de chorar. Limpou o rosto e me encarou.
– Meu pai morreu de aids. – eu não sabia o que falar e o que fazer. Sua revelação me fez entender o motivo pelo qual ela me pediu os exames.
– Isabella... – ela me interrompeu.
– Me desculpe, você não merecia passar por essa situação. Mas é difícil. Meu pai, um homem de respeito, que inspirava confiança em todos, morreu com essa doença horrível. – seu rosto se contorceu como se estivesse sentindo dor. – Meu Deus, você deve ter se sentido péssimo quando eu te pedi isso.
A abracei forte.
– Eu me senti mal, mas agora eu te entendo. – ela voltou a chorar. – E não precisa me pedir desculpa, eu te entendo, meu amor. Eu te entendo.
Deitei na cama novamente, trazendo seu corpo comigo. Puxei o cobertor e nos cobri.
Ficamos ali não sei quanto tempo.
Ela apenas chorava agarrada a mim e eu acariciava seu rosto.
– Me desculpe por ficar chorando no seu ombro no dia do seu aniversário. – ela disse depois que conseguiu controlar o choro. Parecia constrangida.
– Não precisa pedir desculpas. Estar com você, independente de como, já é o meu melhor presente. – ela desviou o olhar. Agarrei seu queixo e a puxei para um beijo.
Ela correspondeu ao ataque singelo da minha língua.
Não deixei o beijo durar muito, e o finalizei com selinhos.
– Por que você foge? – ela respirou fundo e novamente desviou o olhar.
Rolei pra cima do seu corpo e a fitei intensamente.
– Me deixa te amar, Isabella. Me dê uma chance. Só uma chance, é o que eu estou te pedindo. – pedi humildemente.
– Edward... – eu a interrompi.
– Seja minha namorada. Vamos tentar. – biquei seus lábios. – Me dê apenas uma chance, e se não der certo, você pode terminar comigo, me demitir e me mandar embora da sua vida, mas, por favor, me dê uma chance. Dê uma chance pra nós dois.
– Eu não sei ter um relacionamento assim. – ela tentou relutar.
– Eu te ensino. Escute, eu sei que temos muitas diferenças. Você é a manda-chuva de uma grande empresa e eu sou seu motorista. Mas sou eu, Edward homem, que estou querendo namorar você, Isabella mulher. No ambiente de trabalho, continuará a mesma coisa. Mas fora de lá, eu quero poder andar de mãos dadas com você. Quero que você frequente minha casa e eu a sua. Quero que sejamos namorados de verdade.
– Não sei se é uma boa ideia... – eu podia ver que ela queria aceitar, mas não admitia.
– Olha, se é pelo dinheiro, pode ter certeza que eu não quero nada do que é seu. E-eu vou voltar a estudar, quero melhorar de vida. Não quero que você tenha vergonha de mim. Eu vou ser alguém um dia, isso eu te prometo. – seus olhos brilharam e ela acariciou meu rosto. – Então, você aceitar ser minha namorada de verdade?
– Tenho medo de não dar certo. – beijei sua testa.
– Vai dar certo sim. – garanti. – Posso te chamar de namorada? – ela mordeu o lábio, hesitante.
– Sim... Namorado. – ela respondeu sorrindo.
Sorri como um bobo. Meu coração chutava rudemente meu peito. A abracei tão apertado, que tive medo de quebrar algum osso seu.
– Eu  muito feliz. – eu disse enquanto distribuía beijos por todo seu rosto. Ela ria.
– Eu também estou. Muito feliz. – ela confessou.
Fitei seus olhos.
– Isabella, eu vou te ensinar a me amar. – selei minha promessa com um beijo, e logo um ato de amor apaixonado e prazeroso.
Eu havia acabado de ganhar o melhor presente da minha vida, e eu lutaria com todas as minhas forças para fazer nosso relacionamento dar certo.
Teríamos muitos obstáculos, mas eu usaria meu amor para vencermos todos eles, e eu tinha fé que em breve ela me amaria com loucura, assim como eu a amo.

E então, gostaram? A Isabella cedeu, e enfim, eles vão tentar um relacionamento de verdade.
A bichinha chegou a tremer de ciumes, e depois pensa q não ama o nosso motorista gostosão kkkkkk bobinha ela.
Coitado do Edward, Isabella quebrou o radinho dele no momento de fúria kkkkk

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