FANFIC INDIANAPOLIS - CAPITULO 16

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance
Namorando
POV Isabella
– Isabella? Amor, acorde. – senti alguém me sacudindo.
– Não, eu quero dormir. Estou morta de cansaço. – resmunguei e afundei meu rosto no travesseiro.
Escutei aquela risada rouca que em qualquer outro momento me deixaria acesa, porém nesse, eu não conseguia pensar em nada além de dormir.
Dormir. Era muito bom dormir. Mas, onde exatamente eu estava dormindo?
– Meu Deus, onde eu estou? – levantei meu tronco e me apoiei em meus cotovelos, olhando de um lado pro outro, assustada.
– Ei amor, calma, você está na minha casa, lembra? – Edward, que estava sentado ao meu lado, acariciou meu rosto e me deu um beijo na testa.
Voltei a respirar tranquila e relaxei na cama novamente.
– Por um minuto, eu me esqueci de onde estava. Acho que o cansaço pesou pra mim. – sorri sem graça.
Edward se deitou ao meu lado e me abraçou.
– Você deve estar muito cansada mesmo. Passou a madrugada e metade do dia viajando, e quando chegou aqui ainda teve atividades extras. – ele ergueu as sobrancelhas sugestivamente e eu sorri.
– Você me induziu à essas atividades. – bati em seu ombro.
– Ei, eu bem me lembro que na terceira vez foi a senhorita que ficou se esfregando em mim e me provocando. – ele fez uma falsa cara de inocente e eu sorri de suas brincadeiras bobas.
Era estranho estar feliz.
Era bom e ao mesmo tempo estranho.
Nunca me considerei uma pessoa triste. Aliás, nunca parei pra pensar nessa coisa de felicidade e tristeza.
Houve momentos ruins em minha vida, como a morte do meu pai, por exemplo. Um momento ruim, um momento de tristeza.
Mas essa felicidade que estou sentindo, acho que eu nunca senti.
Era bom ser a namorada do Edward. Eu podia conviver com isso.
Me aninhei em seus braços e fechei os olhos novamente.
– Ah, sua dorminhoca. – ele começou a fazer cócegas em mim. – Vamos, levante. Você precisa comer alguma coisa. Já são onze da noite e você não comeu nada desde quando chegou.
– Para, Edward... – eu pedia enquanto tentava me livrar das cócegas. Congelei. – O quê? São onze da noite? - Me sentei na cama rapidamente. - Eu preciso ir embora... – me levantei e peguei minha saia e meu sutiã. Gemi ao lembrar que ele rasgou minha calcinha e blusa.
– Ei, onde você vai? Que história é essa de ir embora? – ele se levantou e me abraçou.
– Onde está Rosálie? E minha mãe? As pessoas já foram embora da sua casa? – eu questionei.
– Bem, eu acabei de ir na cozinha e Rosálie foi embora não tem nem dez minutos. Sua mãe e Jasper foram embora em torno das nove da noite. E sim, o churrasco já acabou, já que o aniversariante sumiu no meio da festa né? – ele sorriu e beijou meus cabelos.
– Você ficou muito amigo da minha mãe, não é mesmo? Já que ela até veio no seu churrasco de aniversário. – comentei.
– Sim, sua mãe se tornou uma grande amiga. E uma apoiadora do nosso namoro. – ele me puxou, sentou na cama e me trouxe para seu colo. – E sobre Rosálie, pelo papo que escutei na cozinha, virou uma grande... digamos, amiga... do meu irmão. – sorri.
– Por favor, não me diz que Rosálie deu em cima do seu irmão? É a cara dela mesmo. Não pode ver um po... – me refreei em cima da hora. Droga, eu não achava esse comentário ofensivo, Rosálie já estava acostumada com minhas piadas ácidas, mas Edward poderia se chatear.
– Você ia falar pobre, não é mesmo? – ele perguntou sem emoção.
– Me desculpe. Não iria falar pra ofender. – pedi sincera.
Ele beijou meu rosto e alisou meus cabelos.
– Tudo bem. A gente não pode fechar os olhos pro abismo que nos separa. É uma situação difícil, mas vamos superar juntos. – bicou meus lábios. – Agora veste sua roupa e vamos comer alguma coisa. – Ele deu uma olhada em meu corpo ainda nu. – Céus, Isabella, veste alguma coisa antes que eu te deixe nesse quarto passando fome. – eu ri do seu olhar cobiçoso e ao mesmo tempo do seu jeitinho brincalhão.
Edward, ao mesmo tempo em que era um homem muito viril e dominante, ele também era um cara engraçado e carinhoso.
– Pois bem, me diga que roupa? Você rasgou minha blusa e minha calcinha. Vou sair daqui de saia e sutiã apenas? – seus olhos se arregalaram e ele pareceu se dar conta do que tinha feito. – Vou ligar para minha equipe de segurança vir me buscar. Odeio andar no mesmo carro que qualquer segurança, mas hoje é necessário. – me levantei e peguei minha bolsa.
Escutei um barulho de porta batendo, e logo Edward me entregou uma camisa social branca.
– Por favor, se cubra, não consigo ficar te olhando nua em meu quarto e não pensar em coisas obscenas. – ele disse sério e eu tentei controlar o riso.
– Ok, vou vestir. – concordei e coloquei a peça de roupa. Parecia fazer parte do seu uniforme de trabalho, mas preferi não entrar no assunto.
– Onde você deixou suas malas? – ele me perguntou de repente.
– Eu as enviei para minha casa. A equipe de seguranças que me recebeu no aeroporto e acompanhou o táxi que eu e Rosálie viemos até aqui, as levou para a mansão. – expliquei enquanto discava o número do meu chefe de segurança.
– Sim, senhorita Swan. – Rodrick atendeu prontamente.
– Rodrick, preciso que você mande dois seguranças, um em cada carro, vir me buscar no mesmo endereço que eu fiquei essa tarde. Os quero aqui em meia hora. – desliguei e olhei para Edward. – O que foi?
– Você fala assim com todos que trabalham pra você? – franzi o cenho.
– Sim, por quê? – perguntei confusa.
– Bem, você só disse o que queria e desligou. Não o cumprimentou e nem se despediu. É estranho. Você nunca falou assim comigo. – ele coçou a cabeça.
– Você nunca foi apenas um funcionário. – dei de ombros.
[...]
Após vestir minha saia, sem calcinha por baixo, e colocar o sutiã e jogar sua blusa social por cima, saímos do quarto.
O pai de Edward, um senhor loiro e que parecia muito com ele, me cumprimentou formalmente e eu retribuí a formalidade.
O problema foi com os outros dois membros da família.
– Isabella, essa é minha irmã caçula, Alice. – eu sorri e estendi a mão. Ela parecia um pouco tímida e deslumbrada, sorriu e segurou forte em minha mão.
– Meu Deus, como você é linda e elegante, mesmo vestindo a camisa do meu irmão. O aconteceu com a blusa bonita que você usava quando chegou? Edward a rasgou? Isso é quase um crime. – me senti desconfortável por todos saberem exatamente o que eu estive fazendo no quarto com Edward. – Sua sandália é linda. Meu Deus, eu não acredito que estou vendo você pessoalmente. Sabe, eu ouço muito falar de você lá na faculdade. Os professores sempre citam seu nome como exemplo de juventude e profissionalismo. Eu faço administração de empresas, sabe. E meu Deus, você é namorada do meu irmão. – ele disse a última frase num tom tão estridente que senti meus ouvidos arderem.
– Ér... Bom te conhecer também, Alice. – foi o máximo de simpatia que consegui conceder a ela.
– Bem, minha irmã gosta muito de falar, como você já deve ter percebido. – Edward sorriu pra mim e ganhou um tapa da irmã. – E esse grandão, é o meu irmão mais velho, Emmett.
– Muito prazer, Emmett. – estendi uma mão pra cumprimenta-lo, mas fui totalmente ignorada.
Ele me puxou e me abraçou tão forte, que fiquei com medo de ter causado algum dano à minha coluna. Fui levantada do chão e estava em choque por esse excesso de liberdade.
– Bem vinda à família, cunhada. – ele finalmente me soltou e eu pude respirar novamente. – Cara, fico feliz de você estar aqui, esse meu irmão aqui estava igual uma bicha, só porque você não tinha chegado ainda no churrasco. – ele deu um soquinho no ombro de Edward. – Ele  com os quatro pneus arriado por você. Viu só? Pneus? Entendeu o trocadilho? Entendeu? Entendeu? Pneus? Você fabrica pneus e os dele estão arriado por você. – ele gargalhou sozinho, e logo todos o acompanharam. Eu estava estática. Que família é essa?
– Não liga pro Emmett não, meu amor. As piadas dele são horríveis, mas o engraçado mesmo é ver a cara de idiota dele. – Edward me abraçou novamente, e só nesse momento eu senti que aquilo que estava acontecendo era real, e não um seriado de quinta categoria da tv à cabo.
Escutamos barulhos de carros parando em frente à casa e eu suspirei aliviada por meus seguranças terem chegado.
– Vou levar Isabella até o portão. – Edward informou e todos acenaram pra mim. Devolvi o gesto rapidamente e saí da casa.
Paramos no portão e Edward me abraçou.
– Eu não quero te deixar ir. – ele disse manhoso.
– Eu preciso. Tenho que descansar, e amanhã vou precisar me atualizar com tudo que aconteceu na minha ausência. Na Itália eu acompanhava por e-mails e videoconferências, mas eu tenho que ler alguns relatórios e dar o parecer à alguns. – me expliquei.
– Não vou te ver amanhã. – ele fez um biquinho lindo e eu me senti quente por dentro.
– Edward, não comece. Na segunda nós vamos nos ver. – essa etapa era nova na minha vida. Essa intimidade, essa coisa toda de namoro, mas era gostoso, eu confesso.
– Mas segunda você será minha patroa apenas. – rocei meus lábios nos seus.
– A gente pode dormir juntos na segunda. – seus olhos se iluminaram. – Vou mandar minha mãe organizar um jantar e você vai para minha casa, está bom assim? – ele não se deu ao trabalho de me responder. Apenas me puxou pela nuca e invadiu minha boca com sua língua atrevida.
Cedo demais nosso beijo terminou.
Relutante, eu me despedi eu caminhei até um dos carros.
POV Edward
– Os Cardinals estão jogando como merdas hoje. – Emmett comentou enquanto me jogava uma lata de cerveja.
– Você não torce pros Cardinals. – eu disse.
– Mas eles estão jogando como merdas. – ele deu de ombros e eu ri da sua falta de noção.
– Isabella não pareceu simpatizar muito com nossa família. – meu pai que estava quieto até então, falou.
Respirei fundo e o olhei.
– Pai, isso tudo é novo pra ela. Não a julgue, por favor. Ela está se esforçando. Só eu realmente sei o quanto ela está tentando. Por mim, ela está tentando, pai. – ele deu uma risada incrédula.
– Você já é homem feito, não posso mais dizer o que você deve ou não fazer, mas como pai e homem mais experiente, eu te digo, isso não vai dar certo. – trinquei os dentes para não dizer alguma besteira para meu pai. Ele se virou pra mim. – Edward, queria muito que isso desse certo. Eu sou seu pai, e eu trocaria a minha vida pela sua felicidade. Mas nós sabemos que vocês são extremos opostos. – ele balançou as mãos de forma nervosa. – Céus, só a sala de estar da casa dela deve ser do tamanho de toda a nossa casa. O salário de todos nós juntos deve ser o preço de um vestido dela. Os lugares que ela frequenta, as pessoas que ela conhece, não pertencem ao nosso mundo, infelizmente. Eu sofro em ver isso. Eu queria poder ter boas condições financeiras, de tê-los enviado para escolas caras e a uma universidade, de ter um sobrenome importante, de dar a vocês a oportunidade de conviver com pessoas como ela de igual pra igual. – ele suspirou. – Mas infelizmente eu não fui capaz disso. E ver esse seu relacionamento cheio de diferenças me faz sentir como um merda de um pai. – ele se levantou e saiu da sala.
Por uns instantes eu pensei no que ele disse.
Eu entendia o que se passava em sua cabeça. Não concordava que ele pensasse assim, afinal Carlisle sempre foi um pai maravilhoso, e tudo que ele pode nos dar, ele deu, mas entendo que talvez ele se sinta envergonhado por não ter podido nos dar uma vida estável.
– O que deu no velho? – Emmett quebrou o silêncio que havia se instalado na sala.
– Ele só está com medo que eu me machuque com Isabella. Ele tem medo que as nossas diferenças pesem no nosso namoro. Tem medo que Isabella não se adapte com a ideia de que namora um cara duro ou que eu não seja bem recebido no mundo dela. – dei de ombros.
– Cara, eu gostei dela. Parece meio fresquinha, mas logo se acostuma com a gente. – ele piscou.
– Ela não é fresquinha, Emmett. Só não é acostumada com isso tudo que está acontecendo entre nós. – a defendi sorrindo.
– Que seja. O importante é que ela é gata pra caramba, heim. – ele se esticou todo no sofá e me deu um soquinho no braço. – Eu sabia que um dia você ia me dar orgulho.
– O tamanho do meu pau já deveria ser um bom motivo pra você ter orgulho de mim. – tentei controlar meus risos e beber minha cerveja.
– O meu é maior. – ele deu de ombros ainda rindo. – Mas falando sério. Eu adorei ainda mais sua namorada por causa da amiga dela. Aquela loira é muito boa, irmão. Eu peguei o telefone dela. – seus olhos brilharam ao falar de Rosálie.
– Fala sério, o que você quer com a Rosálie? Ela é amiga da minha namorada e é uma mulher bacana. – ele sorriu.
– Cara, sabe essas merdas de ver a primeira vez e sentir o coração bater mais forte? Então, não é coisa só de bicha não. Eu meio que senti isso com ela. E quanto mais a gente conversava, mais eu ficava gamadão nela. – ele falava empolgado. – Ela ria das minhas piadas, quando eu falava alguma palavra errada ela me corrigia rindo, mas não rindo de mim, me achando um burro, ela ria porque achava divertido. – ele suspirou. – Sei não, acho que essa moda de querer mulher granfina pegou aqui em casa.
Eu sorri do seu último comentário.
Ele nem imaginava como isso era uma grande verdade.
[...]
Assim que cheguei na mansão e estacionei o carro na frente da entrada principal, minha linda namorada apareceu. Senti um frio no estômago e meu coração falhou uma batida.
Não sei porque, mas era maravilhosa a sensação de vê-la e poder pensar nela com possessão. Ela era minha. Minha namorada.
Abri a porta traseira do carro.
– Bom dia, senhorita Swan. – coloquei meu melhor sorriso no rosto e gracejei.
– Bom dia, Edward. – ela sorriu brevemente e entrou no carro.
Dei a volta, entrei no carro e dei a partida.
Ficamos alguns minutos em silêncio, e logo seu celular tocou.
– Isabella Swan. – ela atendeu. – Sim. – ela respondeu a alguma pergunta. – Ótimo. À partir de agora eu comando essa transação. Você fez muito bem seu trabalho, será recompensado por isso. – ela escutou por alguns segundos. – Sim, irei até Tóquio se for preciso. Obrigada. – desligou e guardou seu celular novamente.
Eu queria perguntar, mas estava me segurando. Eu sou seu namorado, mas esse era um assunto profissional, e nesse caso, eu não poderia me envolver, porque eu sou apenas um simples funcionário.
– Não precisa fazer essa cara. Eu disse que iria até lá se fosse preciso. E talvez não seja. – sorri constrangido por ter sido pego no flagra.
– Eu ia ficar bem triste. – confessei.
– Eu sei, eu também. – senti meu coração chutar rudemente meu peito. Ela não era de confessar esse tipo de coisa, e conseguir que ela falasse isso sem pressioná-la, era uma grande vitória pra mim.
Assim que chegamos no estacionamento do prédio, eu desci do carro e abri a porta traseira para ela sair.
– Tenha um bom dia de trabalho. – eu disse a ela.
– Eu vou ficar o dia todo presa em reuniões. – ela pareceu triste por esse fato. – Mas não se esqueça que de noite nós nos veremos. – ela olhou para os dois lados e se aproximou de mim. – Você vai pra minha casa. Nós vamos jantar, tomar um vinho e depois vamos dormir juntos. – ela contornou minha boca com seu dedo indicador e eu me senti excitado na mesma hora. Minha respiração acelerou e a temperatura do meu corpo subiu.
– Amor, se ficar se insinuando assim pra mim, dormir será uma coisa que nós não iremos fazer. – eu disse olhando fixamente em seus olhos e pude perceber o brilho de excitação que apareceu ali.
– Essa é uma excelente ideia. – ela disse de forma lenta e sensual e se afastou de mim. – Tenha um bom dia, Edward. – ela se virou e ia caminhando para o elevador.
Ah danada, gosta de me provocar!
Dei um tapa estalado em sua bunda.
– Bom dia, senhorita Swan. – fiz a minha mais falsa cara de santinho.
Ela me olhou com falsa indignação.
– Qual o seu problema com a minha bunda? – ela pôs as duas mãos na cintura e me encarou.
– Problema nenhum, eu adoro a sua bunda. – pisquei e ela sorriu.
– Ai meu Deus, que declaração de amor mais linda. Querida, eu adoro a sua bunda! Isso é romântico e quente. – A inconfundível voz de Rosálie soou em nossos ouvidos, e nós olhamos espantados para a direção em que ela vinha caminhando até nós. – O que foi, gente? Eu já estava aqui quando vocês chegaram. Mas fiquei dentro do carro esperando vocês se despedirem, sabe como é, pra não atrapalhar. – Isabella a olhou de forma cética e Rosálie rolou os olhos. – Tá ok, talvez eu tenha estado espiando vocês também, mas o principal motivo foi a privacidade do casal. E quando vi que Isabella ia caminhando eu saí do carro. Não tenho culpa de ter escutado que você gosta da bunda dela. – Rosálie parou ao meu lado e me deu dois tapinhas nas costas. – Aliás, é uma bela bunda não é mesmo? – eu ri e Isabella estava totalmente constrangida.
– Com certeza, Rosálie. – eu concordei.
– Rosálie Hale. – Isabella gemia frustrada tentando fazer a amiga parar.
– Ok, ok. Já entendi, Isabella. Assunto bunda encerrado. – Rosálie ia caminhando até Isabella, mas se virou pra mim novamente. – E falando em bunda, Edward, que família heim? Irmão gostoso, pai bonitão. – eu não me aguentava mais de tanto rir e Isabella cada vez ficava mais vermelha.
– Meu irmão gostou muito de você. – eu consegui dizer em meio às minhas risadas.
– Também gostei dele. Com certeza gostei dele. – ela piscou e caminhou até o elevador com Isabella.
Com certeza ela iria tomar um belo esporro da minha namorada.
Rosálie era doida.
Sorri.
O par perfeito para meu irmão.
[...]
– Ei Esme, tudo bem? – fui ao encontro da minha sogra. Nossa, como era bom poder chamar Esme de sogra. Enfim, fui até minha sogra e amiga, assim que ela entrou no hall do prédio da Swan Spa.
– Olá, Edward. – ela me cumprimentou com um abraço maternal. – Eu vou até a contabilidade novamente. Ainda restaram alguns papeis para assinar. – ela rolou os olhos. – Muita burocracia para pouca coisa, não acha? – dei de ombros. Eu não entendia muito sobre isso.
Caminhei ao seu lado até o elevador.
– E então, sobre aquele assunto que conversamos. Está de pé? – ela questionou enquanto esperávamos o elevador chegar.
– Estudar? – ela assentiu. – Eu quero muito, Esme. Quero de verdade. Por favor, se você conseguir me ajudar, vou ficar muito agradecido. – ela sorriu e tocou meu braço.
– Eu vou te ajudar. Meu genro. – nós sorrimos. – Eu sei que vocês estão namorando oficialmente agora. E estou muito feliz. Na verdade, acho que feliz não é a palavra certa. Estou radiante com isso.
Assim que chegamos ao andar da contabilidade, vimos meu pai recolhendo o conteúdo das pequenas lixeiras e os colocando em um grande saco preto.
Senti Esme retesar seu corpo ao meu lado.
Meu pai, quando nos viu, fechou a cara imediatamente e voltou a fazer seu trabalho.
– Oi, pai. Tudo bem? – tentei quebrar o clima tenso.
– Tudo bem, filho. – ele respondeu sem levantar me olhar.
– Olá Carlisle. – Esme disse meio hesitante.
Meu pai bufou e balançou a cabeça de forma negativa.
– Olá Esme. – ela levantou e saiu de perto de nós com o saco preto. Foi até uma outra lixeira e retirou o conteúdo.
– Carlisle, será que a gente podia conversar? – Esme tentou se aproximar.
– Não vejo que assunto um zelador teria com a dona da empresa. – meu pai respondeu ríspido e eu me senti mal pelo constrangimento de Esme.
Fiquei parado na minha, eu não queria interferir e nem podia.
– Carlisle, eu quero conversar com você. Naquele dia, no aniversário de Edward, você nem me escutou. Por favor, apenas um café, pra podermos conversar como dois adultos que somos. – ele ia resmungar algo, mas Esme se adiantou. – Nossos filhos estão juntos, temos assuntos em comum. – ela fez uma carinha tão pidona, que meu pai mesmo bufando e remexendo o saco e as lixeiras com brusquidão, aceitou.
Ele saiu do nosso campo de visão e Esme sorriu como uma criança.
– Agora vou até a contabilidade. Até mais tarde Edward. Te espero em minha casa para um jantar como namorado oficial da minha filha. – ela me deu um beijo no rosto e entrou em uma das salas.
Peguei o elevador novamente e fui para o hall conversar com o pessoal da recepção, até dar a hora de Isabella sair.
[...]
Eu estava esperando Isabella há exatas uma hora e meia.
Ela não havia me ligado e nem mandado avisar que iria sair mais tarde.
Eu estava jogando um joguinho interessante de atirar passarinhos no meu celular cheio de tecnologia que Isabella me deu, quando escutei o famoso barulho dos saltos batendo no chão do estacionamento.
Meu coração logo disparou, louco pra encontrar sua dona.
Guardei o celular, saí do carro e abri a porta traseira.
Ela estava séria, eu diria até preocupada, mas quando nossos olhos se encontraram ela abriu um lindo sorriso verdadeiro que só me fez cair ainda mais de amores por ela.
– Olá patroa linda. – estendi uma mão que ela prontamente segurou.
– Olá motorista idiota. – eu a puxei para perto do meu corpo, a abracei com força e a imprensei contra a lateral do carro.
Beijei seu pescoço e a senti tremer em meus braços.
– Seu motorista idiota. Todo seu. – ela sorriu e puxou meu rosto para o seu, tomando minha boca com vontade.
Nossas línguas se acariciavam, convidando para algo além de beijar, mas nós tivemos que nos separar antes que nos empolgássemos em pleno estacionamento.
Encostei nossas testas e fiquei como um bobo admirando seu belo rosto.
– Pronta pra deixar de ser a Isabella toda poderosa Swan, para ser a Isabella minha namorada? – eu perguntei e ela sorriu.
– Achei que eu havia deixado de ser a poderosa quando você me imprensou contra o carro e ficou se esfregando em mim. – afundei meu rosto na curva do seu pescoço e sorri.
– Não, aquilo era o motorista gostosão dando um trato na patroa. Agora será um namorado apaixonado indo jantar na casa da namorada. – biquei seus lábios e a ajudei a entrar no carro.
Dei a volta e entrei no carro, logo dando a partida.
– Amor, por que você demorou tanto? Estava em alguma reunião? – eu tomei a liberdade de perguntar, enquanto ia dirigindo pelo centro de Indianápolis rumo à Carmel.
– Bem, eu adiantei todos os relatórios que eu tinha que ler amanhã e fazer comentários. Os fiz todos hoje. – eu a olhei pelo retrovisor e ela mordia o lábio inferior. – Então, amanhã eu não terei que ir até a empresa até a hora do almoço. E de repente a ideia que tivemos mais cedo sobre jantar, tomar um vinho e não dormir essa noite pareceu cair perfeitamente bem nesse contexto.
De repente senti meu corpo quente.
Ela adiantou o serviço pra poder passar a noite fazendo amor comigo?
Ok, pode deixar baby, vou te dar uma boa recompensa essa noite.

E então, gostaram?
Se alguem ficar na dúvida de pq a Isabella teve que chamar os seguranças pra ir buscá-la e não mandar o edward, tipo, ele não tem carro e o carro q ele trabalha fica na casa da Isabella... Eu nao achei necessario colocar isso pq já fica subentendido. Só deixei essa nota pra quem por ventura tiver essa duvida.
Então, momentos docinhos e hots à vista!!!!!
Mas não se esqueçam, Isabella quer sua vingança contra o grupo italiano q sabotou sua negociação com a escuderia japonesa, e ela tenta há muito tempo ganhar espaço na fórmula 1... bem, não vou ficar dando dicas de futuros problemas na fic..

beijos 

3 comments :

  1. eles são tão lindos ótima fanfic...

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  2. Poderia ter dois capítulos juntos. >.< Essa fic é perfeita! *---*

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  3. Poderia ter dois capítulos juntos. >.< Essa fic é perfeita! *---*

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