FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 19

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance




Bem gente, vamos lá. Para quem pediu, um pouco de Rose e Emmett


As coisas estão mudando
POV Rosálie
– Então, você nunca deu muita sorte com os caras? – Emmett me perguntou sorrindo.
Após conhece-lo no aniversário de Edward, nós conversamos e eu o achei um cara incrível. Bem, ele não é o mais inteligente, culto e com costumes refinados, e eu acho que é exatamente por isso que eu me encantei.
Ele é espontâneo, divertido e até mesmo o jeitinho meio errado de ele falar me encanta.
Nós trocamos telefone, e após alguns dias apenas batendo papo por celular, nós marcamos de sair.
Marcamos em um pub bem legal no centro da cidade e aqui estamos nós, conversando.
– Basicamente, é isso. Desde a época da faculdade eu venho me dando mal com os caras. Não é que eu seja vítima, mas acho que só eu consigo a façanha de encontrar caras do tipo que pedem meu carro emprestado e quando devolvem, eu encontro camisinhas usadas embaixo dos bancos. – expliquei e tomei mais um gole da minha... Hum... Oitava cerveja? Talvez.
– Bem, eu nunca fui um santo. Faz muito tempo desde a ultima vez que eu fiquei sério com uma mulher. – Emmett comentou. – Mas, se tem uma coisa que meu pai sempre nos ensinou, foi a ser leal com as pessoas e com nossos sentimentos.
– Você, então, é um daqueles caras de vitrine. – eu comentei e ele franziu o cenho.
– Caras de vitrine? Como assim? – ele sorria e suas covinhas charmosas apareciam. Ok, talvez eu esteja babando por ele. Mas quem poderia culpar uma mulher que não faz sexo há três meses de babar por um cara saradão, lindo e ao mesmo tempo fofo?
– É, caras de vitrine. Caras bons como você ou são casados ou gays, e nós solteiras só podemos olhar. Portanto, caras de vitrine. – dei de ombros e Emmett gargalhou.
– Gostei dessa. – ele sorria ainda mais e conseguia ficar mais adorável ainda. – Mas pode ficar tranquila, eu não sou casado e não há chance alguma que eu seja gay. – ele piscou.
– Informações valiosas. – fiz minha melhor voz de sexo e tentei beber minha cerveja fazendo biquinho, de um modo que ficasse sexy e excitante pra ele.
Seus olhos se prenderam em meu biquinho e eu vibrei internamente. Eu encostei o gargalo da garrafa na boca e continuei com o biquinho. Fechei os olhos pra dar um visual mais sexy à cena e engoli a cerveja.
O que eu não contava era que eu fosse engasgar com o líquido.
Cuspi a cerveja e comecei a tossir como se estivesse morrendo. Emmett rapidamente veio para o meu lado e algumas pessoas que estavam nas mesas ao lado me olhavam assustados.
– Oh... Emm... Que... Vergon...Vergonha...- eu tentava falar enquanto tossia e Emmett dava alguns tapinhas em minhas costas.
Não era esse resultado que eu queria.
Assim que consegui parar de tossir e enxugar as lágrimas que saíam involuntariamente de meus olhos, eu me senti muito envergonhada.
As pessoas já haviam parado de me olhar, mas Emmett ainda estava abaixado ao lado da minha cadeira e segurava minha mão.
Abaixei a cabeça e tentei pensar em algo que não fosse minha sessão de tosse constrangedora.
Senti dedos quentes em meu queixo, forçando minha cabeça a levantar.
– Ei, loirona, que foi? – ele alisou meu rosto de forma carinhosa e eu senti meu coração falhar uma batida.
– Eu... Eu fiquei constrangida. Todos estavam olhando. – ele sorriu e segurou meu rosto com as duas mãos.
– Pois é, todos tavam olhando. E aposto como tava tudo se perguntando como um cara feio que nem eu conseguiu um encontro com uma mulher tão linda como você. – Óh, meu Deus, eu preciso beijar esse homem!
– Emmett... – Eu não tinha nada pra falar, então me calei e aproximei meu rosto do seu.
Ele chegou mais perto e então, como num momento igual aos filmes da Disney, fogos de artifícios explodiram e o tempo parou no momento em que nossos lábios se encontraram e se acariciaram.
Sua língua encontrou a minha após invadir gentilmente minha boca e ficaram se acariciando de forma lenta e deliciosa.
Terminamos nosso beijo com selinhos. Eu ainda estava relutante em encerrar por completo o contato com seus lábios.
Ele se afastou o suficiente para olhar em meus olhos e sorriu. Automaticamente, eu sorri pra ele também.
– Loirona, se você disser sim, eu não desgrudo nunca mais de você. – ele disse sorrindo e ao mesmo tempo de forma intensa.
Óh, Deus! Como dizer não a um homem desses? E merda, eu diria sim a ele até mesmo se ele não tivesse falado nada.
– Sim... – sussurrei.
[...]
– Óh Emmett... Mais forte! – eu gemia... Corrigindo, eu gritava de prazer e incentivava Emmett a estocar mais forte.
Após meu “sim”, nós pagamos a conta e viemos até meu apartamento.
Emmett teve que dirigir meu carro já que eu estava meio alta.
Mal entramos no apartamento, ele já estava me imprensando contra a porta.
Esbarrando e derrubando tudo pelo caminho, nós caminhamos até meu quarto sem desgrudarmos um do outro, e o meu vestido que era apenas um pano preto enrolado em minha cintura, foi completamente rasgado, e com minha calcinha não foi diferente.
E só o que eu sabia depois, era que Emmett estava me tocando intimamente, e quando percebeu que eu estava ao ponto de quase gozar apenas pelos toques dos seus dedos, ele invadiu meu corpo com seu pênis poderoso.
Sim, pênis poderoso!
Ele estava me tocando em pontos que eu desconhecia completamente, e eu estava segurando meu orgasmo o máximo que eu podia, porque isso estava muito bom e eu não queria parar de sentir.
– Óh, eu vou... Emm... Eu vou... – eu não conseguia nem mesmo terminar a frase. O prazer que eu sentia era esmagador.
– Sim, loirona. Vem pra mim. Vem agora! – e eu fui... Às estrelas.
As coisas pareceram ficar em câmera lenta.
Escutei um som parecido com um grito, depois senti o peso de Emmett em cima de mim, e a sua respiração forte e quente em meu pescoço.
Minhas pernas tremiam.
Não sei quanto tempo passou, mas quando eu consegui sair do meu transe, Emmett me olhava com um brilho nos olhos e de forma séria.
– Algum problema? – minha voz saiu tão arrastada e preguiçosa que eu mesma não me reconhecia.
– Não... – ele alisou meu rosto. Percebi então que sua expressão não estava séria, e sim compenetrada. –  só te admirando. – eu sorri bobamente. – Talvez você ache machismo o que eu vou falar. Mas antes, quando eu conquistava uma mulher e levava pra cama, era bom e divertido, mas depois, me dava vontade de levantar e sair da cama delas o mais rápido possível. E com você é diferente. Muito diferente. Eu estou aqui, como um bobo, te olhando e me sentindo um fodido sortudo por ter feito você minha mulher. – Ok, esse pensamento era machista sim, mas eu não sou feminista do tipo “Viva ao cabelo no suvaco”, então sim, eu estava toda derretida por tudo que ele disse, e o fato de ele corar levemente após falar isso, me levou a nocaute. Sim, estou completamente apaixonada por esse cara grandão e fofo.
– Emmett, você quer namorar comigo? – antes que eu pudesse controlar minha boca, a pergunta saiu.
Emmett arqueou uma sobrancelha e sorriu.
– Adoro mulher de atitude. – dizendo isso, ele me beijou e nós recomeçamos nossa sessão de sexo gostoso e forte.
Bem, eu entendi isso como um “sim”.
Um mês depois
POV Edward
– E você e Esme? Como estão? – perguntei ao meu pai.
Era sexta-feira, e já se passava das quatro da tarde.
Eu encontrei meu pai no banheiro masculino do segundo andar, e parei para conversar um pouco com ele.
Assim que toquei no assunto proibido, também conhecido como Esme, ele bufou e desviou o olhar.
– Eu estou bem e eu espero que ela esteja bem também. – ele deu de ombros. Rolei os olhos teatralmente e ele fez uma careta. – O que você quer que eu diga? Ela é uma mulher muito educada. Sempre que me vê, me cumprimenta, pergunta como estou, conversa sobre qualquer coisa e se despede. Normal. Não é como se fossemos amiguinhos.
– Pai, pensei que depois do encontro de vocês, as coisas iriam melhorar. – eu insisti.
– Não foi um encontro. Foi apenas um café. E eu só fui porque realmente eu havia sido grosseiro com ela no seu aniversário. Nós conversamos apenas sobre vocês. Afinal, é a única coisa que temos em comum. Nossos filhos namoram. – Esse cabeça-dura é o mesmo cara que passou a minha vida inteira falando que quando um homem encontra uma mulher especial, ele deve segurá-la e não soltar nunca mais?
– Mas eu sei que ela te liga às vezes. – Ok, eu não sabia, mas não custava nada jogar um verde.
– É... Liga, mas... A gente fala só... Só sobre a vida. – ele ficou sem jeito e se enrolou pra responder.
Fui até ele e coloquei uma mão em seu ombro.
– Pai, a Esme é uma mulher boa e muito bonita... – ele interrompeu.
– Linda! – ele pontuou. Eu sorri. Será que ele não entendia que estava caidinho por ela?
– Realmente, ela é linda. E ainda é jovem. Não fica perdendo tempo com medo de viver. É uma situação difícil, eu sei. Eu vivo isso. Mas não vira as costas pra uma coisa que pode te fazer feliz. Uma hora, outro cara aparece, e ela pode desistir de você. – ele abriu a boca, mas não conseguia dizer nada.
Me virei, abri a porta e ia saindo do banheiro, quando ele me chamou.
O olhei através do enorme espelho.
– Eu não o que você quis dizer com isso, mas... – foi a minha vez de interrompê-lo.
– Pai, você entendeu perfeitamente o que eu quis dizer. – abri a porta novamente e antes de sair, ainda falei: - Não me espere pra jantar. Vou dormir na casa da minha namorada hoje.
[...]
Guardei minha apostila assim que ouvi o famoso barulho dos saltos de Isabella.
Esme havia realmente me ajudado a entrar num curso de aceleração semi-presencial, e eu estava me esforçando bastante para terminar tudo rapidinho e poder começar uma faculdade.
– Tenho duas notícias pra você. Uma boa e uma ruim. – Isabella chegou anunciando.
A peguei pela cintura e a beijei.
Ela já não se importava tanto em demonstrar que estávamos juntos. Claro, ela não era um poço de carinho publicamente, mas me permitia abraça-la e lhe dar um rápido beijo na boca.
A soltei e abri a porta do carro pra ela.
Quando eu já dirigia pra fora do estacionamento, eu a perguntei quais eram as notícias.
– Bem, a boa é que eu tenho o sábado e o domingo livres. – a olhei espantado pelo retrovisor.
– Livres? – ela assentiu. – Quer dizer livres do tipo que eu posso ficar colado em você o tempo todo, ou livres do tipo que eu posso ficar perto, mas sem te agarrar quando você estiver trabalhando no notebook? – ela fez uma careta fofa.
– Você está me fazendo parecer uma vadia, falando desse jeito. – eu ri.
– Desculpe, não foi isso que eu quis dizer. Mas é que... Uau, você ter dois dias livres, mesmo sendo final de semana, é algo muito surreal. Até meio assustador. Isso não é algo como “O fim do mundo está próximo e eu vou realizar todos os seus desejos”, ou é? – ela gargalhou e eu senti meu coração saltar com o som gostoso da sua risada.
– O mundo não vai acabar, pode ficar tranquilo. – ela disse ainda rindo.
– Ok, então me diz qual é a notícia ruim.
[...]
– Ué, minha irmã te deixou de castigo na sala de estar? – Jasper apareceu de pijama e se sentou ao meu lado no sofá.
– Não, ela teve que trazer alguns relatórios pra casa e está batendo as informações com algumas planilhas, ou algo do tipo. – dei de ombros.
Essa era a notícia ruim.
Ela teria que trabalhar em casa e não sabia que horas terminaria de conferir as informações.
– Belo programa pra sexta-feira a noite. – ele zombou.
– Você também não tem nenhum compromisso, pelo visto. – eu cutuquei e seu rosto debochado desmoronou.
– Não tenho nenhum lugar pra ir... Nem com quem ir. – eu ia falar uma gracinha pra ele, mas vendo seu semblante triste, eu desisti da ideia.
– Não tem amigos? – perguntei.
– Acho que nunca tive. Eu andava com algumas pessoas. Todos riquinhos idiotas como eu. Gastando o dinheiro da família com bebidas, mulheres e drogas. – ele disse amargo.
– E agora você não anda mais com eles?
– Não! Não quero mais ser um cara desse tipo. – ele hesitou um pouco. – Eu nunca fui um viciado ou algo do tipo, mas mesmo assim eu procurei ajuda médica. Eu não quero mais isso pra mim. Acho que eu estava querendo chamar atenção de alguém fazendo isso... Mas ninguém olhava, e talvez por isso, eu continuava fazendo.
– Quando seu pensamento mudou? – eu quis saber.
– Não dê uma de bobo. Você sabe desde quando isso tudo mudou pra mim. – ele fez uma cara azeda e eu ri.
– Alice me contou do fora que ela te deu. – eu comentei e o vi assentir relutante. – Aposto que você nunca tomou um fora de uma mulher antes.
– Não, eu nunca havia tomado. E acho que isso me fez admirar mais ainda a sua irmã. – ele sorriu de leve. – O mais incrível é que tudo que ela me disse, era a mais pura realidade, e eu acho que só eu não enxergava.
– Alice tem o dom de enxergar além. Desde criança ela é assim. Ela, às vezes, enxerga o que ninguém mais vê. – eu disse.
– Sim. E desde aquele dia, eu realmente venho tentando mudar. Como eu disse, parei de andar com essas pessoas vazias, não penso em usar nada pra dar uma relaxada, e vou me inscrever na faculdade. – ele disse decidido e eu fiquei feliz pelo tom orgulhoso de si mesmo que ele usou.
– E aposto que você não irá àquelas faculdades de renome do outro lado do país, e sim à mesma que minha irmã, Alice, frequenta. – ele sorriu de lado.
– Um homem não pode ser julgado por tentar. – deu de ombros.
– Você gosta dela. – não foi uma pergunta, mas ele assentiu. – Não desista. Ela fala bastante de você. Bem, Alice sempre fala bastante, mas quando o assunto é você, ela se supera. Mas a baixinha sempre foi muito decidida. Por isso, eu entendo porque ela ainda não te deu uma chance. Mas eu posso te garantir que você está no caminho certo.
– Eu sei. Ela me disse. – Jasper bocejou e se levantou do sofá. – Vou dormir. Boa noite, Edward. Se eu fosse você, iria pro quarto e nem esperava acordado.
Ele subiu e eu continuei no sofá da sala de estar, esperando Isabella.
[...]
– Edward? Edward, acorde. – escutei a voz de Isabella e me senti sendo sacudido.
– Hummm? – acordei meio atordoado. Olhei ao redor e entendi que havia dormido no sofá. – Você já terminou?
– Sim, terminei. Você deveria ter ido pro quarto. – ela alisou meu rosto, e eu beijei a palma da sua mão.
– Eu queria esperar você aqui, já que você não deixa eu ficar no escritório com você. – ela sorriu.
– Eu só não deixo porque da última vez você me distraiu e eu não consegui trabalhar. Agora vem. Levanta e vamos pro quarto. – ela disse autoritária.
– Que convite romântico. – me levantei e segurei em sua mão.
– Sem gracinhas! – ela avisou divertida. – Além do mais, estou exausta. O máximo que posso te oferecer hoje é dormir abraçada a você. – já subíamos as escadas que levava ao segundo andar da mansão, onde ficavam os quartos.
– Então, por favor, não durma nua hoje. – eu pedi. Não havia maneira nenhuma que eu conseguisse apenas abraça-la e dormir se ela estivesse nua, que é o jeito que ela dorme sempre.
– Pro seu azar, eu não gosto de dormir com roupas. Prefiro sentir a textura da seda dos meus lençóis em meu corpo. – ela explicou calmamente enquanto entrávamos no seu quarto.
– Talvez não seja só a textura da seda que você vá sentir em seu corpo. – eu resmunguei.
– O quê? – ela perguntou.
– O que o quê? Nada ué. Não disse nada. – disfarcei, tirei minha camisa e deitei na cama.
– Já venho. – ela foi até o banheiro do quarto e alguns minutos depois ela voltou.
Ela tirou o robe, ficando completamente nua, e se deitou ao meu lado.
Ok Edward, respira e se controle. Ela está cansada e precisa dormir. Falei comigo mesmo.
A abracei e meu corpo logo se acendeu.
– Isabella, eu estou tentando, mas fica difícil apenas te abraçar. – eu disse rendido.
– Tenta pensar em outra coisa. – ela disse calmamente.
– Ok. O que você quer fazer amanhã? – tentei mudar o foco dos meus pensamentos.
– Não sei. Como terei dois dias livres, vou ser boazinha. Amanhã, você escolhe o que faremos o dia todo, e domingo, eu escolho. O que acha? – me animei.
– Acho uma ótima ideia. – virei seu corpo na cama pra ficar de frente pro meu. – Nós estamos namorando há um mês, mas nunca tivemos um encontro. Posso te levar para um amanhã? – ela franziu o cenho.
– Um encontro?
– Sim, um encontro. – beijei sua testa. – Um dia em que não teremos diferenças. Finge que você é uma mulher comum de 24 anos e vai sair com um cara comum de 29. – eu disse animado.
– Como assim?
– Eu quero te levar pra um encontro que seja algo parecido com a minha realidade. Eu vou te levar pra dar uma volta na cidade, a gente pode parar em um lugar com vista bonita e conversar, depois a gente vai em alguma pizzaria, sei lá.
– Pizzaria? – ela fez uma carinha de espanto até engraçada.
– Por favor, Isabella. Só por um dia. Coloque uma calça jeans, blusa de algodão e um par de tênis e me deixa te mostrar a minha realidade. – ela olhou dentro dos meus olhos e ficou me encarando.
– Então domingo você faz o que eu quiser. – eu sorri e a beijei. Esse era seu jeito de me dizer que sim, ela sairia comigo amanhã para algo totalmente diferente do seu mundo.
Talvez, realmente, a verdade esteja bem em minha frente, e eu, com medo, não enxergue.
Isabella, do seu jeito, gosta de mim.
Eu sei que ainda não é amor, mas fazê-la ceder a esse tipo de coisas já é um grande passo.
Eu estava vencendo batalha por batalha.
Seu coração estava se abrindo pra mim, e eu não desperdiçaria essa chance.
Encerrei nosso beijo, que havia animado totalmente meu corpo, e fiz minha melhor carinha depidão.
– Só uma rodada, e eu deixo você dormir. Por favor, amor, eu estou com muito tesão. – ela riu e tocou meu rosto.

– Como se eu fosse dizer não a você.


E então, gostaram?
Carlisle será que vai acordar pra vida depois do q Edward falou? Jasper querendo mudar, rose e emmett se acertando de primeira *-* e Isabella, aos pouquinhos, bem pouquinho, cedendo...
Mas ainda tem muita coisa pra vir, não sei quantos caps tera essa fic, mas sei que serão muitos, porque vocês conhecem meu ritmo, e ainda tem muita coisa pra rolar, então... já sabem, nao saio atropelando informação nas minhas fics... se bobear, essa vai até o cap 50, sei la

beijos e continuem comentando. Fico feliz em ver, pelo menos um "adorei" escrito

1 comment :

  1. espero que tenha msm uns 50 cap Adorei o cap de hoje

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