FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 26

e como o resultado da enquete foi bem balanceado, resolvi fazer um pov curto e sem muita coisa explícita da Esme...

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance



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POV Esme
Eu estava parada em frente ao espelho do meu quarto, totalmente nervosa. Há anos não faço isso, e nunca em minha vida eu senti tanta vontade de ser tocada por um homem, como estou sentindo agora com Carlisle.
– Você é linda. – ele me abraçou por trás e me encarou pelo reflexo do espelho. – Tira esse vestido pra mim. – pediu com sua voz rouca ao pé do meu ouvido.
Senti meu rosto queimar de vergonha. Céus, estou parecendo uma menina inexperiente. Nem parece que sou mãe de dois filhos e já passei dos 40.
Sentindo minha hesitação, Carlisle me virou de frente pra ele e tocou meu rosto com delicadeza.
– O que houve, Esme? Você não quer? – me perdi no azul dos seus olhos e minha respiração engatou.
– Sim... Eu quero... Muito... – respirei fundo tentando me controlar. – Só estou um pouco.. ér... Tímida. – me desvencilhei de seus braços e atravessei o quarto, parando ao lado da cama. – Não sou mais nenhuma menininha, Carlisle. Tenho 46 anos e sou mãe de dois filhos... O tempo passou... E o meu corpo já não é... – fui interrompida pelo seu abraço repentino e um beijo voraz, selvagem, que me tirou o ar.
Sua língua buscou a minha com ânsia, com desejo e desespero, e eu prontamente correspondi.
Ele desceu beijos e lambidas por meu pescoço enquanto me apertava e acariciava com suas mãos.
Ele alcançou o zíper do meu vestido e com habilidade, se livrou dele, me deixando apenas em peças íntimas.
Carlisle segurou em meu rosto e me fitou com seus olhos queimando de desejo.
– Você é linda, seu corpo é lindo, e não é porque você é uma mulher mais madura que deixou de ser bela... – ele bicou meus lábios. – Feminina... – mordeu meu lábio inferior e o puxou. – E gostosa.
– Carlisle... – gemi quando ele me acariciou sobre os seios.
– Eu não estou buscando nenhuma menininha, até porque também não sou nenhum rapaz novo. – ele se livrou do meu sutiã e com muito cuidado me deitou na cama, deixando seu corpo cobrir o meu. – Eu me interessei por você, justamente por você ser quem você é. Uma mulher madura, experiente, carinhosa e linda. – ele desceu beijos por meu colo e logo o senti acariciar meus seios com sua boca. – A beleza não tem idade. – ele disse e subiu beijos novamente até minha boca, forçando seu corpo no meu de modo que eu sentisse sua excitação. – E só pra você saber, seu corpo é maravilhoso. Muita menininha morreria de inveja de você. Sente como você me deixa. – ele se esfregou em mim e não pude segurar um gemido.
– Car... Carlisle... Você toma alguma coisa? – eu quis me xingar quando deixei escapar essa pergunta estúpida. Mas ele já era um homem de 54 anos, e talvez ele precisasse... Oh meu Deus, por que mesmo eu perguntei isso?
Ele arqueou uma sobrancelha pra mim e depois sorriu.
– Pode ser orgulho besta, mas se tem uma coisa que nunca me faltou foi apetite sexual. – ele piscou safado. – Não Esme, eu não uso nenhum tipo de remédio, e se usasse, com certeza hoje eu não precisaria. A força do meu desejo por você hoje está incontrolável. Estou até com medo de parecer um adolescente inexperiente e fazer vergonha. – gracejou e logo me beijou novamente, descendo sua mão por meu corpo até chegar em minha última peça de roupa. Minha calcinha.
Eu segurei a respiração e o olhei ansiosa.
Ele retrocedeu e rapidamente tirou a camisa e a calça jeans que usava, revelando um corpo bem bonito para seus 56 anos.
Deitou novamente sobre mim e segurou na borda da minha peça íntima.
– Me deixa te mostrar todo meu amor por você... – ele pediu rouco ao descer sua mão e tocar-me intimamente.
– Deixo... – foi a única coisa que consegui responder antes de mergulhar em uma noite maravilhosa de amor, de descobertas, e de prazer sem fim.
POV Edward
Acordei antes de Isabella e fui rapidamente tomar uma ducha pra despertar melhor.
Desci e fui até a cozinha, pedi para prepararem o desjejum dela e o levei em uma bandeja para seu quarto.
Logo que cheguei ela despertou, parecendo um pouco perdida e com o rosto totalmente amassado. Sorri, ela estava enfrentando sua primeira ressaca.
– Bom dia, flor do dia. Vai um analgésico? – gracejei enquanto deixava a bandeja com o desjejum na mesa ao lado da cama e depois me inclinei sobre ela pra bicar seus lábios.
– Minha cabeça está doendo. – É, pelo visto minha “anja” está de mau humor.
– É normal, você não é acostumada a beber tanto. Toma esse analgésico que já vai melhorar. – lhe entreguei o comprimido com um copo d’água.
Ele ingeriu rapidamente e levantou da cama, franzindo o cenho ao ver o corpo coberto pela calcinha e sutiã.
– Por que eu dormi de roupa? – ela me olhou desconfiada.
– Amor, eu sei que você gosta de dormir como veio ao mundo, maaaas você ficou dançando e me provocando a noite toda, me deixou aceso, e eu sou homem né, então eu preferi te deixar com a lingerie com medo de não consegui resistir e fazer algo com você enquanto você estivesse dormindo. – eu declarei seriamente.
– Isso é doença, você sabe. – ela sorriu de canto, mas seu tom foi acusatório.
Levantei sorrindo e a abracei por trás.
– Eu sei, estou apenas brincando. Quer dizer, eu realmente preferi te deixar de lingerie porque seria mais fácil conseguir dormir. – ela sorriu, mas logo levou uma mão à cabeça.
– Ai... Que droga. Não lembro de nada de ontem. Quer dizer, até a parte que você e sua família chegaram e só. Tudo apagou ali. – ela reclamou e caminhou até o banheiro, fechando a porta logo em seguida.
Sentei na cama frustrado enquanto ouvia o som do chuveiro sendo ligado.
Ela não se lembrava de nada.
Não se lembrava que havia dito que achava que me amava.
Caminhei até o closet e peguei a pequena caixinha de veludo dentro do bolso da calça que eu estava usando ontem.
Fiquei perdido em pensamentos, olhando aquela caixinha e analisando se ela aceitaria ser minha pra sempre. E analisando se o que temos hoje é suficiente para darmos esse passo.
– Edward? Não vai tomar café? – guardei a caixinha no bolso da bermuda e saí do closet, indo em direção à cama, onde ela estava sentada e mexendo no celular.
– Não vai trabalhar hoje? – perguntei enquanto sentava ao seu lado e beijava seu ombro nu pela toalha que ela usava enrolada ao corpo.
– Não tenho condições. – ela sorriu tímida. – Quem diria, a toda-poderosa, como Rosálie gosta de dizer, bebendo todas e não aguentando ir trabalhar no outro dia. Adolescência tardia? – ela brincou e ali eu percebi que ela já estava bem mais relaxada, parecia até feliz. Talvez ela seja essa pessoa mais leve que está mostrando agora, e antes ela apenas estivesse passando por um momento ruim.
– Rosálie também não deve estar muito diferente. – eu comentei e ela sorriu maquiavélica.
– Vou demiti-la se não for trabalhar hoje. – deu de ombros.
– Só ontem, você a demitiu umas quinze vezes. Vocês duas bêbadas são engraçadas. – ela sorriu e balançou a cabeça em negativa.
– Meu pai me daria sermões e mais sermões se presenciasse isso. – ela suspirou e pareceu ficar distante por um tempo.
– Você o amava muito, não é mesmo? – eu acariciei seu rosto e ela fechou os olhos.
– Meu pai não gostava de usar essa palavra pra definir sentimentos. Mas sim, eu o amava. E tudo que sou eu devo a ele. Mas hoje, analisando minha juventude que foi praticamente inexistente, eu vejo que talvez ele tenha me privado de uma coisa ou outra. Mas os pais também erram, tentando acertar, mas erram. – ela bicou meus lábios e se levantou indo em direção ao closet. – Já que eu vou tirar um dia pra ser irresponsável, que tal darmos uma escapada? Ou curtir a piscina um pouco?
Me levantei e fui até o closet atrás dela.
– Primeiro eu tenho que ir em casa, amor. Tenho que pegar mais algumas roupas e pegar uns documentos. – ela respirou fundo e me virou o rosto.
– Eu quase nunca tenho tempo pra nós, e agora que tenho... – ela se interrompeu e respirou fundo várias vezes. – Eu quero que você more aqui... Comigo. – ela disse rapidamente, ainda de costas pra mim.
– Mo-morar aqui, Isabella? Olha, com certeza isso é o que eu mais quero, mas pense bem, aquele seu tio Aro vive dando incertas pra tentar pegar um podre seu, talvez possa sujar a sua imagem se vazasse na mídia que você estaria morando com seu namorado... Não sei... – eu estava tão confuso que nem sabia mais o que falar.
Ela hesitou e devagar, virou de frente pra mim.
Franziu o cenho e pareceu ter dificuldades pra começar a falar.
– Não... Não seria como namorado. – ela passou a mão no rosto e me olhou firme. – Eu quero que você case comigo e venha viver aqui.
Ah, tá... Ela quer casar comigo e... O QUÊ??
– Vo-Você q-quer casar comigo? – senti um sorriso idiota se abrir em meu rosto e a emoção queria tomar conta de mim.
– É, essa é a melhor decisão. Você agora é um piloto e com a vitória vai ficar bem famoso, não fica legal você morar lá naquele bairro, e já que temos pouco tempo livre pra ficarmos juntos, essa é a decisão mais sábia para o nosso relacionamento. – ela disse tudo de uma forma muito técnica, como se decidisse que tipo de aplicação faria com uma quantidade de dinheiro.
Meu coração se afundou um pouco, mas eu tentei dar a volta nisso e me concentrar no fato que ela queria se casar comigo.
– Você tem certeza? O que você sente por mim é suficiente pra isso? – eu cheguei mais perto dela e ela desviou o olhar.
– É claro que tenho certeza. Há tempos venho pensando nisso. – hesitou e mordeu o lábio inferior. – Eu quero ficar com você de verdade. Já me decidi sobre isso. – ela me olhou um pouco incerta e meu coração se derreteu.
Ela pode não ter falado com todas as palavras, mas ela me amava. Ela tinha aquele jeito muito técnico e sistemático de falar, mas expressou que quer ficar comigo e me quer em sua vida.
Eu a puxei pela sua mão e beijei sua testa.
– Posso fazer isso direito? – ela me olhou incerta, com uma pergunta muda no olhar.
Me ajoelhei à sua frente, segurando firme sua mão, e retirei a pequena caixinha do bolso da minha bermuda.
– Isabella Swan... – olhei em seus olhos e ali eu podia ver o brilho contido da surpresa. – Minha patroa linda, você aceita se casar com esse motorista idiota que te ama mais que tudo nessa vida? – ela comprimiu os lábios, tentando segurar um sorriso e respirou fundo, em clara batalha pra não se emocionar em minha frente. Tão bobinha, minha anja. Eu sei o que você sente por mim, talvez até mesmo antes de você saber.
– Você não vai sossegar enquanto eu não disser, não é? – ela perguntou sorrindo. Eu assenti freneticamente, e vi seu rosto corar. – Eu... Aceito.
Peguei o anel com cuidado e o deslizei em seu dedo anelar, depositando um beijo cheio de amor ali em seguida.
Levantei rapidamente e a peguei em meu colo, girando-a no ar, recebendo tapinhas e sorrisos pela brincadeira.
– Eu sou o homem mais feliz do mundo!! – gritei a plenos pulmões e a beijei estalado na boca.
– Você é louco. – ela ria enquanto eu a colocava no chão e distribuía beijos pelo seu rosto.
– Sou louco por você, patroa linda. – eu estava explodindo de alegria.
– Não sou mais sua patroa. – ela sorria do meu entusiasmo, e parecia estar feliz também.
– Sempre será minha patroa linda, minha dona, minha anja. – beijei seus lábios novamente e a puxei para fora do quarto. – Vem, vamos contar a novidade pra todo mundo.
Eu a puxei escada abaixo, feliz da vida, querendo gritar pra todos que nós iríamos nos casar.
– Que alegria é essa, meu Deus? – Rosálie nos olhava sorrindo enquanto tomava seu desjejum à mesa com Emmett, Jasper e Alice.
– Nós vamos nos casar!! – eu anunciei feliz e todos sorriram, logo se levantando e vindo nos abraçar para parabenizar.
Jasper era o único contido, pois conhecia a irmã e sabia que ela não gostava desse tipo de atenção, mas como Rosálie e meus irmãos não se controlam com isso, eles nos abraçaram enquanto faziam um monte de piadas de casamento e que eu estava desencalhando. Isabella apenas sorria e agradecia, um pouco sem graça pela exposição.
– Você a pediu em casamento? – Alice perguntou sonhadora e saltitante.
– Mais ou menos isso. Ela mandou eu me mudar pra cá e casar com ela, e eu me ajoelhei e pedi de forma adequada. – todos riram, inclusive minha, agora oficialmente, futura esposa.
–Quanta alegria, posso saber a novidade? – Esme entrou no cômodo abraçada ao meu pai, que paralisou ao olhar pra Isabella.
Naquele instante, todos nós nos demos conta que ela não sabia da história deles dois e ninguém saberia a reação que ela teria a isso.
Ela olhava fixamente para meu pai, e eu senti o clima de tensão se instalar no ambiente.
– Alguém pode me explicar o que está acontecendo aqui? – Isabella perguntou em tom baixo e pausadamente. O que era bem pior do que se ela tivesse gritado.
Por um momento, todos prenderam a respiração e ninguém sabia o que falar. Isso era uma coisa entre mãe e filha e nenhum de nós poderia se intrometer.
– Filha, nós precisamos conversar. – Esme declarou, nitidamente nervosa.

E então, gostaram? Não se desesperem, a Isabella vai surpreender muitos de vocês... e esse edward todo romantico até mesmo quando ela tenta dissolver o clima de amor... amo isso nele, mas uma hora a casa cai... uma hora a vida cobra o preço de uma paixão, e será que isabella pagará? ops, spoiler noooo

beijos e obrigada pelos comentarios

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