FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 27

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance


Uniões e ameaças
POV Isabella
Eu estava feliz. Muito feliz. Mais até do que eu imaginei ser possível. Ok, talvez eu tenha sido um pouco direta demais ao intimar Edward a se casar comigo, mas ele sendo o cara maravilhoso que é, se ajoelhou e se declarou pra mim, me fazendo sentir a melhor pessoa do mundo. Só ele consegue fazer isso comigo.
Eu tento, juro que tento retribuir e ser alguém mais amorosa com ele, mas eu não sei como ser. Eu não fui criada desse modo, e tenho medo de tentar e parecer uma ridícula.
Desde que eu o conheci, eu venho sentindo insegurança, e isso é algo que nunca fez parte da minha vida. Mas até que é bom sentir coisas assim, me faz sentir como uma mulher de 24 anos, e não uma de 50 anos como eu tenho me sentido desde que eu assumi a empresa da família.
Família... Isso é algo que eu também tenho me sentido insegura agora.
Principalmente nesse momento, onde eu acabava de chegar no escritório da minha casa, sendo seguida silenciosamente pela minha mãe.
Encontrar Emmett e Rosálie em minha casa não foi choque nenhum, afinal eles namoram, e como Rosálie também bebeu além da conta como eu, dormiram aqui, nada mais normal. Jasper e Alice juntos também não foi nenhuma novidade pra mim, já que minha mãe havia comentado que ele estava interessado nela, e eu até acho bom ele ficar com uma garota que estude, que busque um futuro para si e não com aquelas sugadoras de dinheiro siliconadas que ele costumava namorar.
O que me deu realmente um choque foi ver minha mãe abraçada a Carlisle. Eu sabia que ela estava interessada em alguém, pelo que os seguranças me falaram, até saiu pra tomar café com esse cara, mas depois ela ficou triste pela casa e eu sabia que ela estava sofrendo por esse alguém, entretanto não quis me intrometer e pedir o nome desse homem para os seguranças.
Acho que no fundo, eu queria que minha mãe se abrisse comigo, que ela confiasse em mim do mesmo jeito que confia em Rosálie.
Me sentei na poltrona de frente a janela do escritório e fiquei aguardando ela falar.
– Isabella, eu queria te explicar as coisas. – ela disse nervosa.
– Todo mundo já sabia, não é mesmo? – perguntei friamente, lutando pra guardar a mágoa dentro de mim.
Ela respirou fundo e veio se sentar na poltrona ao lado da minha.
– Sim, minha filha. Eles já sabiam da minha história com Carlisle. – ela abaixou a cabeça.
Engoli as palavras que queriam escapar pela minha boca. Eu não poderia colocar a culpa total em minha mãe. Eu sei que tenho um jeito fechado e não muito amiga, mas ultimamente eu tentei ser amiga dela, eu perguntei, me dispus a conversar.
– Me conte então a sua história com Carlisle. – eu pedi de forma calma e tentei amenizar o clima tenso.
Ela sorriu.
– Nós nos conhecemos nos corredores da empresa. Conversamos e trocamos telefone. Acho que foi amor à primeira vista. – ela suspirou sonhadora e eu não consegui evitar um sorriso. Minha mãe sempre foi muito romântica, ao contrário de mim. – Nos apresentamos, porém sem sobrenomes, trocamos telefone e enfim, eu estava ocupada com as exposições e acabei não telefonando pra ele. Então, no aniversário de Edward que eu fui com Jasper, nós nos encontramos e ele me falou coisas ruins. – ela fez uma careta de dor nesse momento. – Ele se menosprezou ao saber quem eu era, e desde então passou a me evitar. Depois de um tempo eu até consegui ficar às boas com ele, apenas como amigo, e pensei que aos poucos poderíamos começar algo, mas então ele recebeu uma promoção no trabalho e conclui que eu havia feito isso só pra favorece-lo à troco que ele ficasse comigo e nós brigamos de vez. – ela respirou fundo. – Então eu fiquei daquela forma que você viu, triste e desiludida pelos cantos, mas ontem ele me procurou e disse que queria ficar comigo, que me amava também e bem, você deve imaginar que nós ficamos, né. – ela abaixou a cabeça sem graça.
Fiquei durante um tempo pensando.
– Fui eu quem deu a promoção pra ele. – declarei e ela me olhou assustada. – Eu queria ajudar a família de Edward de alguma forma, e além disso, Carlisle é um excelente funcionário e era necessário criar o cargo para o qual ele recebeu a promoção. – me expliquei e minha mãe assentiu. – Você tem certeza que é isso que você quer? – eu perguntei.
– Sim, filha. Eu o amo e estou disposta a ser feliz ao lado dele, mesmo com as diferenças sociais e financeiras, eu vou me dedicar a essa relação. – ela disse de forma convicta.
– Por que todos sabiam e eu não? – não aguentei e perguntei. Ela respirou fundo e olhou em meus olhos.
– Filha, todos sabemos que você é uma pessoa muito ocupada e que apesar de estar com Edward, ér, você tem uma opinião diferente da minha em relação ao relacionamento com uma pessoa, hum... pobre. – ela suspirou. – Eu tinha medo de você prejudicar Carlisle na empresa por causa disso. – ela desabafou e eu senti como se tivesse levado um soco na boca do estômago.
– Eu nunca faria isso... – sussurrei ainda sentindo a dor de suas palavras. – Vocês acham que eu sou um monstro. – minha mãe me olhou desesperada.
– Não, filha. Não acho isso de você. É só que você tem um jeito mais sistemático, você herdou muito a personalidade do seu pai e... – eu a interrompi.
– Mãe, eu sempre soube que você e meu pai não eram mais um casal há muitos anos. E eu via que você não era feliz dentro dessa casa. – eu abaixei a cabeça e tentei controlar o choro idiota que queria escapar por meus olhos. – Mãe, pode não parecer, mas eu quero ser sua amiga, eu quero que você confie em mim do mesmo jeito que confia em Rosálie. Eu sou sua filha. Você realmente acha que eu vendo que você está feliz ao lado dele eu ia tentar prejudicar seu relacionamento? – ela gaguejou tentando responder e eu a olhei fixamente. – Se ele fosse um canalha, aproveitador e mulherengo, eu com certeza me intrometeria nisso e não sossegaria enquanto não desse um fim nesse relacionamento. Mas eu sei que ele não é assim. Apesar de não ser muito íntima dele, eu conheço a família, eu namoro o filho dele, eu sei a índole de todos ali. São pessoas simples, falam alto e adoram uma bagunça, mas são pessoas boas, honestas e dignas. – eu disse. – E além disso, ele é bem bonitão, boa escolha. – comentei em forma de brincadeira. Ela sorriu emocionada.
– Me desculpe se eu te magoei, minha filha. – ela pediu já com os olhos rasos d’água.
– Eu desculpo, mãe. Desculpo porque sei que eu também não facilitei, não é mesmo? – sorri sem humor. – Eu só tenho você e o Jasper como família, e eu quero muito que vocês confiem em mim. Eu sei que sou uma pessoa difícil, sistemática e muito ocupada, mas sabe... Quando eu olho a família do Edward... Eles todos trabalham ou estudam, têm suas vidas, mas são unidos, jantam juntos, todos ajudam um ao outro diante de um problema, eles estão juntos nas derrotas e nas vitórias... Eu queria que nossa família fosse assim. – minha mãe já dava vazão às lágrimas. – Meu pai sempre disse que eu deveria amar minha família, apesar de ele não gostar muito dessa palavra, mas eu me concentrei somente na empresa e acho que me afastei demais de vocês. E isso que aconteceu hoje foi algo que me fez enxergar claramente como eu estava fora da vida de vocês. – suspirei. – Eu quero participar. Quero estar com vocês. Eu sei que sou difícil, mas por favor, vamos ser uma família unida. De nada adianta eu ser uma empresária de sucesso e ter uma empresa bilionária se eu não tiver a minha família ao meu lado.
Minha mãe se levantou da poltrona e me puxou para um abraço apertado.
– Eu te amo, filha. – ela chorava. – Agora eu sei que a minha pequena e doce Bella ainda está aí dentro. – fechei os olhos e me deixei levar e lembranças de quando eu era criança e minha mãe me chamava de Bella. Porém, meu pai aos poucos exterminou esse hábito de apelidos e desde então, me fez nunca tolerar nenhum tipo de apelidinhos. Ultimamente, apenas Edward tem esse hábito, mas ser chamada de Bella, depois de quase quinze anos, me fez sentir uma emoção diferente.
Ela se afastou de mim e limpou o rosto.
– Se for melhor pra você, eu posso comprar um apartamento no centro para viver com Carlisle. – ela disse sorrindo.
– Vocês já pensam em morar juntos? – indaguei.
– Filha, eu tenho 46 anos e Carlisle 54. Nós não somos mais jovens e sabemos o que sentimos um pelo outro. Ambos sentimos falta de companhia e nos amamos. Não temos todo o tempo do mundo. – ela deu de ombros.
– Mãe, não precisa sair dessa casa que é tanto sua quanto minha. Traga Carlisle pra cá. – ela me olhou de forma indecisa. – A memória do meu pai não vai se apagar só porque outro homem morará nessa casa. Você merece ser feliz e eu quero que nossa família permaneça unida. Além disso, a casa é enorme. – ela sorriu e me abraçou novamente.
– Edward abriu muitos portões dentro de você. – ela disse emocionada.
– Nós vamos nos casar. – eu comuniquei.
Minha mãe me afastou de seu abraço e me olhou emocionada.
– Sério? – eu assenti. – Meu Deus, filha, não sabe como estou feliz.
Eu também estava muito feliz pela felicidade estampada da minha mãe, e por saber que Edward seria inteiramente meu, pra sempre.
Mas as ameaças ainda me preocupavam. Por isso, era de extrema importância que minha família permanecesse unida.
Nós saímos do escritório e todos se reuniram na sala de estar para conversar sobre amenidades.
Uma empregada logo apareceu, me estendendo o telefone sem fio.
– Ligação para a senhorita. – eu peguei e me afastei para o canto da sala.
– Isabella Swan. – atendi.
– Bela família a do seu namoradinho. – uma voz computadorizada zombou. – Mas coisas ruins acontecem. Será que seu queridinho projeto de piloto ficaria feliz em saber que por causa da namoradinha rica a família patética dele sofreu sérias consequências? – a ligação se encerrou antes que eu pudesse falar.
Apertei com força o telefone em minhas mãos e fechei os olhos.
Maldito seja. Quem poderia ser essa pessoa?
Saí da sala imediatamente, ignorando o olhar curioso de todos e o chamado de Edward e fui até meu quarto.
Liguei pra Rodrick.
– Rodrick, a pessoa que anda me ameaçando entrou em contato novamente. Dessa vez a ligação durou cerca de 40 segundos. Rastreie e veja o que pode fazer. – suspirei. – A família de Edward está sendo ameaçada agora também. – eu disse nervosa.
– Senhorita Swan, pra fazer vigilância constante nos outros três membros da família Cullen, necessitaríamos de mais seguranças, e não conheço mais tantos outros do nível que a senhorita exige no mercado. – bufei frustrada.
– Tudo bem, vou tentar fazer com que pelo menos o pai deles fique aqui em casa. Vou conversar com Rosálie pra levar o irmão de Edward para o apartamento dela, por isso, mantenha cuidados sobre Rosálie também. E a mais nova, não ficará sozinha na casa. Provavelmente virá também.
– Perfeitamente, senhorita Swan. Tentarei rastrear a ligação e descobrir algo. – encerrei a ligação e sentei na cama, irritada.
Meu celular piscou em minha mão e eu vi que era uma mensagem de texto.
De: 555 478 345
Vou tomar tudo que você tem.
Encaminhei a mensagem para Rodrick, solicitando que verificasse o número, mesmo imaginando que seria de um desses celulares descartáveis.
Droga, será que isso nunca iria acabar?
POV Edward
Assim que Esme voltou para a sala junto com Isabella, todos pudemos respirar aliviados ao ver o rosto sorridente das duas.
Logo uma funcionária da casa trouxe o telefone para Isabella que se afastou para atender e um pouco apressada, subiu para o segundo andar sem falar nada.
Deixei passar, provavelmente algo sobre trabalho. Afinal, ela não foi trabalhar hoje.
– Então quer dizer que Edward entrará definitivamente para a família? – Esme brincou e todos sorriram. – Você foi corajoso em pedi-la em casamento. – ela comentou e novamente todos sorriram.
– Na verdade, ela me intimou, e depois eu fiz as coisas direitinho. – argumentei.
– Cara, você está tão dominado pela sua mulher. – Emmett O Bobalhão comentou. – A última palavra da casa vai ser sempre a do Edward. Sim, senhora. Claro, meu amor, vou lavar a louça. – todos gargalharam.
– Ah cara, minha mulher só vai falar comigo de joelhos. Sai debaixo da cama, Edward. – eu brinquei, causando mais gargalhadas.
– Ai meninos, vocês são demais. Há tempos eu não ria assim. – Esme disse enquanto limpava as lágrimas provocadas pelo riso. – Nossa casa estava precisando disso, não é Jasper? Estava precisando de alegria, de risadas, de momentos em família, como esse. – meu pai deu um beijo na testa dela, que se aconchegou em seus braços.
– Com certeza, mãe. – Jasper concordou enquanto abraçava Alice mais apertada a seu corpo.
– Ei, só eu que não sou da família aqui. – Rose fez bico.
– Não faça drama, Rosálie. Você sabe que é como uma filha pra mim. É uma irmã para Isabella. – Esme a repreendeu e ela sorriu faceira.
– Algum problema, amor? – perguntei assim que Isabella se juntou a nós na sala novamente.
– Trabalho. Apenas isso. – ela tentou passar tranquilidade, mas eu via claramente que ela estava nervosa.
– Isabella, eu gostaria de conversar com você. Faltei ao trabalho hoje para termos essa conversa. – meu pai declarou, chamando nossa atenção.
– Se é sobre seu relacionamento com minha mãe, não tem necessidade de falar nada comigo. Eu fico feliz que estejam juntos. – Isabella disse de forma educada, mas eu podia percebe-la ausente. – E não precisa se preocupar com o dia de hoje. Folga para todos. – ela disse sorrindo.
– Obaaa! – Rose comemorou teatralmente.
– Menos pra você, senhorita Hale. Sua falta será descontada. – Isabella disse severa e Rosálie gargalhou. Essas duas eram assim sempre.
O dia se passou de forma gostosa.
Eu e Isabella curtimos a piscina junto com meu irmão e Rosalie, e Jasper e Alice que na maioria das vezes ficavam presos numa bolha só deles.
Meu pai e Esme ficaram dentro da casa conversando. Pelo que meu pai falou comigo brevemente após o almoço, eles planejavam morar juntos.
Ao fim da noite, Rosálie e Emmett foram pro apartamento dela após ela e Isabella terem uma breve conversa no escritório. Alice e meu pai foram pra casa sob muito protesto de Esme e Jasper, mas ficaram de voltar para dormir no dia seguinte.
Eu estava deitado na cama de Isabella... Futuramente nossa cama, ou talvez já seja nossa. Enfim, eu estava deitado, olhando para o teto, sorrindo como um bobo por saber que eu e minha “anja” vamos nos casar.
Estava distraído ouvindo o barulho da água caindo enquanto Isabella estava no banho, quando meu celular apitou.
De: 555 478 345
Você não sabe nada sobre quem está ao seu lado. De motorista para piloto campeão. Muito fácil, não é mesmo? Qual será o seu preço?
Franzi o cenho ao ler a mensagem.
Como assim qual será o meu preço? E o que a pessoa quis dizer com essa mensagem estranha?
Isabella saiu do banho e veio se sentar ao meu lado na cama, ainda vestida no roupão.
– O que houve? – mostrei meu celular a ela e seus olhos faiscaram ao ler o conteúdo da mensagem.
– O mesmo número... – ela murmurou. – Edward, você deu seu número pra alguém ultimamente ou emprestou seu celular para alguém fazer uma ligação? Deixou seu celular longe de você por algum momento?
– Não, eu não passo meu número pra ninguém, só pro pessoal da equipe, mas eles não fariam isso, não é mesmo? E eu não empresto meu celular ou deixo exposto. – ela respirou fundo.
– Tudo bem. Apague essa mensagem e esqueça isso. Provavelmente é algum engraçadinho fazendo uma brincadeira de mau gosto. – ela se levantou indo até o banheiro e voltou nua para se deitar ao meu lado.
Deixei o celular de lado no mesmo instante.
– Me provocando, patroa linda? – perguntei enquanto já a circulava com meus braços e esfregava meu corpo no dela.
– Gosto de dormir nua, você sabe. Sentir todos os fios do meu lençol egípcio. – ela disse sorrindo arteira.
– E vai sentir muito mais que fios de lençol... – mordisquei sua orelha e ela arqueou o corpo pra mim. Meu membro se endureceu e eu já estava louco pra me livrar da cueca e possuí-la. – Vai sentir meu pau todinho dentro de você. – sussurrei ao pé do seu ouvido e desci beijos pelo seu pescoço e colo.
– Humm... Você é tão boca-suja, seu motorista idiota. – ela gemeu desavergonhada.
Chupei o mamilo de seu seio direito e passei para o outro.
– Você gosta quando eu te falo sacanagens... Você é safada... Minha safada. – declarei possessivo e desci beijos por sua barriga até chegar à sua feminilidade. – Tão cheirosa. – inalei profundamente aquele cheiro delicioso de sua excitação.
– Edward... – ela gemeu meu nome quando minha boca entrou em contato com seu sexo.
Eu lambi seu músculo pulsante enquanto a estimulava com um dedo.
Mantive minha língua mole pra não machuca-la e me empenhei em estimulá-la até ela chegar ao orgasmo e eu poder provar de todo seu prazer.
– Agora é minha vez. – Eu fiquei de joelhos na cama e abaixei minha boxer, libertando meu pau que necessitava de carinho.
Isabella me olhou confusa.
– Eu sei que nunca te pedi, mas estou louco por isso há tempos. – segurei em sua nuca e a forcei a chegar perto de mim. Ela se apoiou nos cotovelos e seu rosto ficou a centímetros do meu membro. Eu podia sentir o calor da sua respiração. – Me chupa, amor. – ela mordeu o lábio, parecendo indecisa. – Por favor, faz isso por mim. Me dá esse prazer. – ela me olhou e eu devia estar fazendo uma cara tão pidona que ela acabou acatando meu pedido.
Quando senti o contato quente da sua língua na pontinha do meu membro, eu enlouqueci e estoquei rudemente dentro de sua boca, fazendo-a engasgar.
Puxei seus cabelos na altura da nuca, me retirando de dentro de sua boca e voltei com tudo.
Ela me aceitava enquanto eu a fodia ali. Porra, era tão bom.
– Isso, amor. Me chupa todinho. Me deixa foder sua boquinha insolente. – eu disse delirando de prazer.
Puxei seus cabelos fazendo ela me olhar.
– Me olha enquanto estiver me chupando... – eu disse severo e vi um brilho passar por seu olhar. – Isso... Eu sou seu escravo, você manda em mim... Mas aqui... Na cama... Eu mando em você. Eu sou seu macho e você me obedece em tudo que eu mandar você fazer. – declarei louco de tesão e ela parecia gostar, pois me chupava com mais afinco.
Eu balançava meu quadril rudemente e a vontade de gozar já estava insuportável. Todavia, eu sabia que essa era primeira vez que ela praticava sexo oral em alguém, e eu não queria impor a ela que engolisse meu gozo.
Retirei-me rapidamente de sua boca e consegui evitar gozar.
– O que houve? Te machuquei? – ela perguntou preocupada e eu sorri.
– Não, meu amor. Só quis parar antes de gozar. – a deitei na cama e cobri seu corpo com o meu. – Eu ainda quero foder muito sua bocetinha antes de gozar. – eu disse quando esfreguei meu membro em sua entrada.
– Você é um pervertido boca-suja. – ela sorriu.
– E você ama... – eu disse rouco e pude sentir seu corpo se retesar. Não dei tempo para que ela falasse algo. Sabia que ela negaria qualquer coisa relacionada à palavra amor e por isso a beijei com fúria e delirei de prazer no calor do seu corpo a noite toda.
Ao descermos para tomar café na manhã seguinte, uma funcionária da casa estendeu o telefone para Isabella, que o atendeu à mesa mesmo.
Ela só escutou e disse palavras como “sim” e “lamento”, e logo encerrou a ligação.
Eu, Esme e Jasper a encaramos.
Ela parecia um pouco desconcertada.
– Era Mike Newton. – ela disse olhando para a mãe e o irmão e eu senti o ciúme queimando em minhas veias. Eu sabia que esse tal Mike era o cara que ela namorou durante a faculdade. – O senhor Newton faleceu. Ele gostaria de nossa presença no funeral. – ela anunciou e logo se levantou. – Com licença, vou até o escritório, tenho ligações importantes a fazer.
Ela se retirou me deixando totalmente perdido.
Ok, o pai do cara faleceu, isso era uma tragédia, eu entendo. Mas algo me dizia que ele fez questão de ligar pessoalmente pra ela e não foi à toa.


E aí, gostaram? As ameaças estão piorando... e a chegada de Mike na história? Será que fará diferença? Vamos ver...

obrigada por todos os comentários e beijos a todos


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