FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 28

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance




Algo está errado
POV Edward
Duas semanas haviam se passado.
Isabella foi ao funeral com a mãe e o irmão. Eu confesso que fiquei chateado por ela não ter me chamado para ir com ela. Não que eu goste de funerais, mas aquele ex namorado dela estava lá e eu queria que ela me levasse para todos saberem que eu sou seu noivo.
Encaminhei meu carro para o box. Fim de mais um treino.
Na segunda corrida, que foi semana passada, eu tive um problema com um pneu e acabei em terceiro lugar. Não foi um resultado tão ruim, afinal, na soma dos pontos, estou em primeiro lugar na tabela do campeonato.
Algumas coisas mudaram em minha família.
Emmett agora vivia mais no apartamento de Rosálie do que na nossa casa. Bem, casa que eu já não moro, por ter me mudado de vez pra mansão, a pedido de Isabella. Meu pai, não sei como Esme conseguiu, se mudou para a mansão também, porem, ainda fazia questão de trabalhar na Swan Spa. Alice, como não poderia ficar sozinha em casa, também se mudou pra mansão. Claro, num quarto só pra ela, mas todos nós sabíamos que Jasper frequentava todas as noites aquele quarto. Meu pai e eu só fingíamos não perceber e não tocávamos no assunto.
A nossa casa estava, então, vazia. Poucas vezes nós íamos até lá, e eu evitava mais ainda, já que Tânya parece que virou uma verdadeira tiete minha. Em todos os treinos ela está. Na última corrida, levou faixa e ficou, novamente, me esperando no estacionamento. Fato que irritou minha noiva e me fez ter que apelar para o sexo selvagem para conseguir acalmá-la. Não que eu estivesse reclamando de ter usado esse artifício.
Tomei uma chuveirada e vesti minhas roupas comuns. Saí do vestiário que havia no pequeno complexo com escritórios e me encaminhei até os boxes novamente.
– Senhor Carter, eu vou indo. – cumprimentei o dono da escuderia.
– Ok, vá lá descansar. – ele apertou minha mão. – Não se esqueça de chegar uma hora mais cedo amanhã. Teremos uma entrevista coletiva e por isso o treino será adiantado.
– Sem problemas. Tenha uma boa tarde. – me despedi e caminhei até o estacionamento privativo dos funcionários da equipe.
– Edward, nossa, estava te esperando há um tempo. – Victória surgiu não sei de onde e veio rapidamente pra perto de mim.
– Oi. Estava me esperando? O que houve? – destravei o alarme do meu carro e me encostei a ele.
– Bem, você está ficando bem famoso e a mulherada vem se interessando muito pelo mais novo piloto bonitão. – ela piscou e eu corei, balançando a cabeça em negativa. – Sério, você já tem vários fã clubes no facebook e Twitter, tem alguns blogs e eu já fiquei sabendo que existe uma empresa de roupa íntima masculina sondando seu preço para novo garoto propaganda. – arregalei os olhos.
– Eu não estou sabendo de nada disso, muito menos sobre ser garoto propaganda de algo. – ela revirou os olhos e se encostou ao meu carro também.
– É claro que não sabe, sua assessoria é a mesma da equipe Rocket, por isso, eles acabam decidindo a sua carreira por você. Se me permite te aconselhar, com esse talento que você tem e esse rosto e corpo que todos os homens pediram à Deus, você deveria ter sua própria assessoria para gerir sua carreira. Você tem um leque de opções e boas chances de ganhar muito mais com patrocínio e publicidade. – cocei a cabeça.
– Eu não sei, Victória. – bufei. – Eu... É tudo muito novo pra mim, há alguns meses atrás eu só era um motorista feliz em ganhar três mil dólares por mês. Não sei lidar com essas coisas que você está falando.
– Edward, você deu o bote certo e agora está recuando? – franzi o cenho. – Você sabe, essa coisa de namorar Isabella Swan. Mulher milionária, poderosíssima e influente. E veja onde você está: Piloto de uma das principais equipes da Nascar, patrocínio forte, salário bom, carro do ano. – ela enumerou. – Você é um cara esperto, soube valorizar sua aparência e aproveitar que ela se interessou por você. Não se sinta mal, isso é mais comum do que você pensa. Eu mesma, não tinha um centavo sequer no bolso e depois de conhecer um senhor bem legal, consegui dar um rumo à minha vida. – ela piscou e eu tentei controlar a raiva que crescia dentro de mim.
– Nunca mais repita isso. Eu não dei bote algum em Isabella, não me aproveitei de nada, e pra mim, pouco me importa se ela é rica e influente, eu a amaria se ela fosse uma lavadeira de cidade do interior. – explodi. – E se hoje eu estou aqui, na equipe Rocket, é porque meu talento foi reconhecido e eu passei no teste. Não sou homem de me aproveitar de mulher alguma para conseguir algo pra mim. Eu tenho orgulho, Victória, não me sujeito à isso. Se você se sujeitou, o problema é seu. Cada um tem um caráter, e graças à Deus, eu fui muito bem criado.
Ela me olhava um pouco assustada, mas logo abaixou a cabeça e parecia constrangida.
– Me desculpe. Te julguei mal. – pediu em voz baixa.
– Não há mais nada pra falar. Se me der licença. – abri a porta do carro, mas antes de entrar ela segurou em meu braço.
– Edward, me desculpe. Do fundo do coração, eu sei que você é um cara bom. Eu só pensei que... Bem, me perdoe. – respirei fundo e assenti. Permanecemos alguns instantes em silêncio e ela soltou meu braço. Quando iria fazer o movimento de entrar no carro, ela voltou a falar: - Eu não era ninguém. Não tinha família. Minha mãe havia morrido há alguns anos e eu passava um aperto morando com a vizinha que sempre foi amiga dela. – ela secou uma lágrima. – Eu passei a trabalhar de garçonete, mas sempre quis ser repórter sabe, sempre foi um sonho, mas eu não tinha condições. – fechei a porta do carro e me encostei, ficando de frente pra ela.
– Pode continuar. – lhe dei minha atenção.
– Um dia, nesse restaurante que eu trabalhava, chegou um senhor já bem idoso e muito simpático. Eu o atendi bem, já que ele era uma pessoa agradável. No fim da noite, quando terminei meu expediente, ele estava me esperando na saída do restaurante e me perguntou quanto eu cobrava por uma noite. – ela soluçou. – Me senti humilhada e com nojo da situação, mas eu lembrei que não tinha um tostão no bolso e talvez aquela fosse a minha chance de dar uma volta em toda aquela situação. Bem, você deve imaginar que eu fui para o apartamento luxuoso dele. Foi horrível, nojento e até repulsivo, mas ele em nenhum momento foi violento e até gostou. Nós conversamos muito e ele me perguntava tudo sobre minha vida. Eu contei tudo, sobre minha família, minhas dificuldades, meus sonhos, e até... Até sobre minha preferência sexual, que você já deve estar imaginando qual é. – ela pareceu sem graça e eu me surpreendi por isso. Victória gostava de meninas? Se eu fosse um cara solteiro, eu acharia isso quente. – E então, ele me propôs um acordo. Eu me casaria com ele, sendo fiel e uma mulher quente na cama, e ele me daria tudo, pois estava doente e não queria deixar nada para a família que só queria suga-lo. E foi assim que consegui estudar, ter um sobrenome importante e ser rica.
– Quer dizer que você tem grana? Por que então trabalha como repórter? – perguntei confuso.
– Meu finado marido, Johnny Holand, foi um homem muito bom pra mim e me deixou todas as suas ações de empresas do ramo petrolífero e uma rede de supermercados nessa região central do estado de Indiana. Não preciso trabalhar, mas eu gosto disso. Ser repórter, conseguir informações sobre tudo. – seus olhos vagaram para longe. – Sabe quando você tem um objetivo e faria de tudo para alcança-lo? Uma meta no qual você não sossegaria enquanto não atingisse? Eu tenho, e eu vou chegar lá, nem que isso seja a última coisa que eu faça em vida. – ela declarou enérgica e eu a olhei confuso. Do que ela estava falando?
– Ér... Hum... Espero que consiga. – disse um pouco sem jeito e ela me olhou parecendo arrependida do que falou.
– Voltando ao assunto principal. Eu queria fazer uma matéria com você para o jornal que eu trabalho. Matéria de capa, com umas 5 ou 6 páginas dedicadas só à você. O novo queridinho das pistas. – ela piscou. – E então, posso entrar em contato com a assessoria da equipe Rocket pra negociar isso ou o contato é diretamente com você?
– Bem, eu não sei. Eu tenho que falar coisas sobre como é o nosso esquema de corridas? – perguntei confuso.
– Não... Claro que não. Mulheres não querem saber disso. Elas querem saber sobre sua vida, suas manias, seu time preferido, seu tipo de mulher, sua rotina, seus gostos. Enfim, vamos fazer fotos com você, entrevista sobre coisas variadas. Vai ser um trabalho legal.
– Bem... Se é assim, acho que a assessoria da equipe não se oporia. Se bem me lembro das instruções que recebi, é que eu poderia dar entrevistas sobre minha vida particular sem passar por eles. Apenas sobre coisas esportivas teria que ter a aprovação prévia.
– Então fechado. Entro em contato com você para marcarmos o dia. – ela acenou e ia caminhando para longe.
– Ei Victória? – a chamei. – Você não pediu meu número. – ela me olhou de forma irritada por um segundo, mas logo sorriu.
– Como sou esquecida. Claro, seu número. – ela caminhou até mim novamente e anotou o número que eu passei. – Então, até mais.
– Até mais, Victória.
Entrei em meu carro e parti rumo ao escritório central da Swan Spa. Eu queria fazer uma surpresa pra minha noiva e iria busca-la no escritório.
O novo motorista era um senhor muito gentil e educado, e hoje, eu o dispensaria. Eu seria omotorista idiota dela novamente.
[...]
Ao chegar ao andar do escritório de Isabella, fui recebido por uma debochada Jéssica.
– Olha aí, o novo piloto que venceu por seus próprios méritos. – ela disse debochada enquanto girava em sua cadeira.
– Jéssica, eu realmente não sei qual o seu problema comigo. Mas saiba que todo respeito e gratidão que eu tinha por você, se acabou. E acho bom você me respeitar, pois eu sou noivo da dona disso tudo e em breve, serei marido dela. Espero não ter que alertá-la sobre sua falta de educação comigo. – disse bravo. Eu já estava cansado de escutar suas indiretas, seu veneno e ficar calado.
– Ui, fiquei até com medo. – ela riu. – Vocês vão se casar, né. Pois é, eu ouvi algo sobre isso. À propósito, até fui pedida para enviar um e-mail à todos da diretoria e aos acionistas sobre isso. – ela apoiou os cotovelos sobre a mesa e me olhou com um risinho preso. – Agora me responde uma coisa. Se ela vai se casar com você, “o incrível cara que não tinha um dólar pra comprar um pastel, e agora é o piloto queridinho da Nascar”, por que então ela está há mais de duas horas trancada com o Senhor Mike Newton em seu escritório? – senti meu sangue gelar. – Sabe, eu até aprecio essa coisa de relação moderna, aberta. Mas será que do seu lado também é assim? Ela te permite ter encontros com outras mulheres, ou você é o cachorrinho de estimação dela? Que ela mantém na coleira, que bota na casinha e dá comida? – senti meu rosto vermelho de raiva e, puta merda, ciúmes. Eu estava com ciúmes também. O que aquele cara estaria fazendo ali na sala dela? – Pelo que vejo, é o que eu imagino. Você é o cachorrinho e ela a dona. Ela manda você se deitar e fingir de morto também?
– Você vai ser demitida! – grunhi entredentes. – Isabella saberá disso agora mesmo. – caminhei até a porta e ela logo interferiu.
– Eu não tenho autorização para atrapalhar a reunião dela com o senhor Newton, e obviamente, você não pode entrar sem ser anunciado. – fechei as mãos com toda a força e tentei controlar a raiva.
– Anuncie que eu estou aqui então, Jéssica. – mandei rispidamente.
– Senhorita Swan, desculpe incomodar... – Jéssica foi interrompida pela voz do outro lado da linha, que eu pude escutar por estar no viva-voz.
– Jéssica, eu não estou maluca. Lembro-me perfeitamente quando disse que não deveria me interromper. – Isabella foi ríspida e Jéssica, ao invés de se acanhar pelo modo que foi tratada, sorriu zombeteiramente.
– Lamento senhorita Swan, mas eu expliquei isso ao seu... Noivo, porém ele insistiu que eu deveria anunciar a sua presença. – ela revirou os olhos antes de dizer a palavra “noivo” e meu ódio subiu ao nível máximo.
Houve um silêncio do outro lado da linha.
– Senhorita Swan, o que eu faço? Permito a entrada dele ou peço para aguardar? – ela me encarava debochada e eu sustentava seu olhar.
– Diga a ele que eu estou em uma reunião importante e que irei demorar. Diga que eu pedi para que não me espere, que vá para casa, quando eu estiver saindo eu ligo para ele. E Jéssica, não me interrompa mais. – ela avisou e encerrou o contato.
Jéssica encaixou o telefone no ganho e me olhou com falsa formalidade.
– Ela disse que o senhor deveria... – explodi.
– Eu sei muito bem o que ela disse! – gritei e caminhei até parar de frente pra mesa dela. – Escute aqui, garota. Eu não sei o que eu fiz pra você pegar essa cisma comigo. Se é porque nunca te dei bola, você é uma idiota, pois nunca te dei abertura alguma. Se você está ressentido porque eu não te fodi, o problema é seu, procure um homem que goste de mulher rancorosa e oferecida. Pois eu não gosto.
Ela me olhou com raiva e pude ver seus olhos brilharem por lágrimas contidas.
Bati em sua mesa e saí apressado daquele andar, desci pelas escadas de incêndio mesmo. Eu precisava me manter em movimento pra não deixar minha raiva extravasar.
O que Isabella estaria fazendo com Mike Newton dentro daquela sala? E por que diabos ela não quis me atender e ainda por cima me mandou pra casa?
Como um cachorrinho... Da exata forma que Jéssica disse.
Eu sou um cachorrinho de estimação para Isabella.
Peguei meu carro no estacionamento e arranquei daquele lugar antes que eu voltasse até seu andar e fizesse alguma besteira.
Ignorei algumas placas de velocidade e atravessei a cidade descontando minha ira no volante daquele carro.
Eu estava com a cabeça borbulhando de raiva. O que ela estava pensando para não me atender? Me fez passar papel de idiota na frente daquela secretária estúpida.
Eu sou um cachorrinho de estimação nas mãos dela... Ela me pediu... Não, ela mandou eu ir morar com ela, eu fui. Ela me deu esse carro luxuriosamente caro e me impôs usá-lo, mesmo eu morando ainda num bairro pobre e com uma casa cheia de infiltração e com a fachada mal acabada, na época. Eu só faço o que ela quer... Eu vivo em função dela... Me rasgo em declarações de amor. É possível que se ela me mandar andar de joelhos atrás dela, o idiota aqui ande feliz da vida.
Soquei o volante.
– Merda! – resmunguei e ouvi um alto barulho de frenagem e me assustei, freando também.
Olhei para o lado e eu estava com o carro atravessa no meio de um cruzamento, com o sinal do sentido que eu tomava, no vermelho.
O homem que dirigia o carro que freou bruscamente me xingava e fazia gestos obscenos pela janela. Algumas pessoas chegavam perto pra olhar a confusão.
Eu sou um piloto, e um dos tópicos do contrato diz que não posso ser pego em nenhum tipo de confusão no trânsito e muito menos ser multado, pois isso traria um ponto muito negativo para a equipe.
Apertei o botão para as janelas escuras do carro subirem e pisei fundo antes que ficasse pior.
Ao chegar na mansão eu estava com mais raiva ainda. Raiva de mim, raiva dela... Raiva de tudo.
Passei por Esme, Alice e Jasper na sala e os cumprimentei rapidamente. Subi as escadas de dois em dois degraus e me tranquei no quarto dela... Nosso quarto... Quarto dela... Não sei.
Me sentei na cama e agarrei meus cabelos. Eu estava confuso, irritado, irado, com ciúmes e magoado.
Tentei me acalmar e fui até o bar que ela mantém no canto do quarto, perto do closet e me servi de uma dose de uísque.
Eu tinha que me acalmar, afinal, ela não teria como saber o clima ruim que estava havendo entre eu e Jéssica, então ela não sabia como eu me senti humilhado quando ela não liberou minha entrada e mandou Jéssica me mandar pra casa, como se faz com um maldito cachorrinho.
Joguei o copo com força contra a parede, peguei a garrafa e bebi diretamente do gargalo.
– Merda de controlador de dose. – Arranquei com o dente a pequena placa que controlava a saída da garrafa e virei um generoso gole. – Um maldito cachorro de estimação. – bebi novamente outro gole e fiquei observando o vidro do copo estilhaçado no chão.
Ela estava trancada naquela sala com Mike Newton, seu ex namorado de merda.
Ela me despachou como um objeto... Ela estava trancada em sua sala com ele... Ela ainda não me ligou como disse que iria ligar... Ela estava trancada em sua sala com ele... Ela nunca disse que me ama, além daquela vez em que estava bêbada... Ela estava trancada em sua sala com ele...
Não sei quantas horas fiquei me massacrando mentalmente e bebendo aquela garrafa de uísque, e mais uma de vodca que havia ali naquele móvel.
Quando dei por mim, estava escuro e a porta se abria.
Caminhei com dificuldade e vi o vulto de Isabella.
Fechei os olhos com força e os abri. Ainda estava embaçada a imagem.
– Você está bêbado? – ela perguntou e eu sorri.
Merda, minha cabeça tá girando.
– Por que você se importaria? – me desequilibrei e me apoiei na cama. – Eu sou só um objeto pra você. – me levantei novamente e tirei minha roupa com certa dificuldade. – Sou só um cachorrinho. – me joguei na cama e vi o teto girar sobre minha cabeça. – Vem, aproveita a única coisa que o seu cachorrinho pode te dar. É só pra isso que eu sirvo mesmo. – sorri e vi seu vulto parando ao meu lado na cama.
Estava tudo muito confuso, e do nada, percebi que eu estava chorando.
– Você não me ama. Você só quer me usar. Você estava com ele. – eu gritei em meio ao choro. – Eu vou embora daqui!
– Agora já chega! – ouvi seu grito, mas a inconsciência me levou.



E então, gostaram? Não odeiem a Isabella, no próximo cap saberemos o que rolou nessa reunião, qual foi o papo... E o Edward também coitado, é influenciável demais, a Jéssica desestabilizou ele totalmente... OMG ele bebado e sofrendo é tão tristinho...

Ok, sem lenga lenga da minha parte.



Obrigada a todos pelos comentários... Isso me dá forças pra escrever cada vez mais...


6 comments :

  1. Crueldade terminar o cap assim...ansiedade demais ate o próximo. Rsrsr... Ate que enfim o Edward tomou uma atitude mesmo que seja bêbado kkk muito bom o cap..bjos

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