FANFIC INDIANÁPOLIS - CAPITULO 30

Indianápolis - O Preço De Uma Paixão

INDIANÁPOLIS - O PREÇO DE UMA PAIXÃO

Diana Artemis

Classificação: +18
Categorias: Saga Crepúsculo 
Gêneros: Hentai, Romance






Feliz aniversário!
POV Edward
Após aquele dia em que Isabella, melhor dizendo, minha Bella derrubou mais muros em nossa relação, nossa vida ficou praticamente perfeita. Quer dizer, ela ainda era aquela mulher cheia de responsabilidades, jantares de negócios e um pouco estressada, mas isso eu levava numa boa, pois toda noite era nos meus braços que ela enlouquecia de prazer e gritava meu nome no seu ápice, e após o amor, ela se agarrava a mim como se eu fosse a coisa mais importante de sua vida e dizia que não sabia mais viver sem mim, que ela ficava ansiosa o dia todo para o momento em que estaríamos só nós dois em nosso quarto chegasse. Ela ainda não havia dito “as palavras”, mas eu já sabia disso, e sabia também da sua dificuldade em transparecer os sentimentos, muito por culpa de sua criação e também pelo seu jeito pragmático, mas o avanço que ela teve desde quando iniciamos nosso relacionamento, já me fazia feliz, e eu sabia que o momento em que ela se libertaria de vez de todos os receios estava próximo.
Com nossa família, ela também havia mudado. Parecia mais interessada na vida de todos, conversava mais, e fazia questão dos nossos momentos de família. Por muitas vezes, ela vinha almoçar em casa e fazia questão que todos estivessem juntos à mesa. Era como se ela não quisesse perder momento algum conosco. E ela também estava superprotetora com todos nós, isso era até engraçado, ela, tirando Alice, era a mais nova da família, mas se sentia responsável por todos.
Após o mega esporro que tomei do senhor Jonhson por ter faltado o treino e a entrevista coletiva, mesmo com a mentira que Isabella inventou ele não deu colher de chá, eu me empenhei bastante e ganhei as duas corridas seguintes, disparando isolado na tabela de classificação do campeonato. A cada dia eu estava mais confiante e mais ousado nas pistas. Isabella morria de medo disso, dizia pra eu não entrar tão rápido nas curvas, não fazer ultrapassagens arriscadas, mas esse era meu diferencial, não ter medo de nada, e isso estava me levando ao status de melhor revelação dos últimos tempos. Meu salário dobrou antes do previsto em contrato, e recebi mais dois patrocínios pessoais.
– Ok Edward, agora vamos gravar. – o diretor me chamou.
Caminhei até o lugar que ele indicou, olhei diretamente pra câmera e me concentrei.
– Ok, luzes... Câmera 3 na posição... Gravando! – o diretor gritou.
– Homens ousados e autoconfiantes precisam de proteção 24 horas. Eu sou protegido por ActivePower, e você? – cerrei meus olhos e dei o sorriso debochado que o diretor pediu no ensaio. – Merece essa proteção?
– E corta! – o diretor gritou. – Maravilhoso Edward. Ficou muito bom, exatamente o que eu te pedi. – ele veio em minha direção me parabenizando.
Com minha ascensão nas corridas, choveu convites para comerciais de antitranspirantes, marcas de roupas, carros e até mesmo grandes redes de postos de gasolina. Como Victória recomendou, eu contratei uma assessora, aliás, Isabella contratou uma “pessoa de confiança” como ela mesma disse, Bree Turner, e ela selecionou os melhores contratos pra mim.
Após fazer as filmagens das partes do comercial em que eu me exercitava, dançava e tomava banho - e essa parte por último me deixou bem sem graça, não que eu tivesse ficado pelado, mas fiquei de sunga para eles filmarem meu corpo molhado da cintura pra cima, dando a impressão que eu estava nú– eu fui liberado.
Saí do prédio do estúdio com um sorrisão no rosto. Eu estava um milhão e meio de dólares mais feliz. Quando que em minha humilde vida eu ia imaginar que um dia ia ter um dinheiro desses?
Caminhei até o estacionamento e acenei para um paparazzi que tirava uma foto minha. Eu ainda não entendia essa coisa de ser famoso. Eu tinha inúmeros fã clubes no twitter e facebook, a maioria formados apenas por garotas, e minha vida agora vivia saindo nas revistas. Isabella não gostou nada disso, mas aceitou melhor depois que fomos a um evento da Nascar e quando um repórter perguntou se ela era minha namorada, eu apenas respondi que ela era minha futura esposa e mulher da minha vida.
A declaração repercutiu e por incrível que pareça, minha popularidade entre as mulheres aumentou significantemente. As revistas e jornais me chamavam de “o último romântico” e as mulheres me chamavam de “o homem dos sonhos” nas redes sociais.
Isso fez bem ao meu ego, não posso negar, mas eu tinha os dois pés no chão. Sabia que isso era só por causa da minha rápida ascensão na Nascar. Mas confesso que era bom saber que pessoas torciam por mim e que minha noiva fazia bicos de ciúmes a cada nova reportagem sobre mim.
Dirigi pelas ruas de Indianápolis de forma tranquila, assoviando ao ritmo de uma música que tocava no rádio. A vida estava boa, eu era plenamente feliz, principalmente agora que Isabella, minha Bella, se abria mais comigo.
Parei em um sinal e tamborilei os dedos no volante ao som da batida de um hip hop que tocava agora. Olhei distraidamente pelo retrovisor e percebi dois carros iguais atrás de mim. Provavelmente de alguma concessionária, sei lá. Dei de ombros.
O sinal abriu e eu segui o fluxo da pista, e novamente, por instinto, olhei no retrovisor e vi os carros logo atrás de mim. Poderia ser cisma da minha cabeça, mas pra tirar essa ideia louca de estar sendo perseguido, eu entrei em uma rua que não tinha nada haver com o caminho que eu tomava, e minha pulsação acelerou ao ver os dois carros também entrando nessa rua.
Virei à esquerda e peguei o acesso a rodovia que levava pra área do subúrbio da cidade, e os dois carros prata seguiam atrás de mim. Eu já sentia uma gotinha de suor descer pela lateral do meu rosto. Que merda é essa?
Alcancei a rodovia e utilizei as características desse carro absurdamente caro e veloz que Isabella me deu. Eu cortava os carros à minha frente e percebia, pelo retrovisor, que os dois carros pratas faziam o mesmo.
Tentei pensar rápido em uma solução pra isso. Será que eram sequestradores? Paparazzi não podiam ser, já que eu sempre fui muito receptivo com eles e posava para fotos, e eu também não era nenhuma estrela de Hollywood.
Avistei um retorno bem à frente e pensei rápido. Essa era a minha especialidade e eu duvidava que eles seriam capazes de fazer isso.
Acelerei mais ainda e agradeci a Deus quando vi que a mão contrária a que eu ia estava vazia.
Dez metros antes do retorno eu abri um pouco o ângulo e no momento certo girei o volante do carro e freei na proporção certa para não capotar, e entrei no retorno, acelerando logo em seguida pra seguir a mão que eu havia tomado. Eu sabia que o próximo retorno era daqui a uma milha, e eles já haviam passado da entrada do retorno que eu peguei, então eu havia os despistado.
Pude, enfim, respirar tranquilo, mas ainda grilado por esse estranho acontecimento.
Assim que peguei a rua que ficava o prédio da Swan Spa, eu parei em uma floricultura e comprei um buquê com uma dúzia de rosas vermelhas.
Dirigi até o estacionamento e peguei o elevador direto para o último andar.
Ao sair do elevador, me deparei com Jéssica. Ela me olhou e olhou para o buquê em minha mão, e tomando uma respiração profunda, ela sorriu forçado e se levantou.
– Boa tarde, senhor Cullen. Vou anunciar sua presença. - eu sabia que estava doendo como o inferno pra ela me tratar dessa forma, e no momento, me perguntei o que Isabella teria conversado com ela para essa incrível mudança.
Sorri zombeteiro.
– Que recepção diferente do habitual, Jéssica. – eu disse debochado. Ah, eu também não era um monge. – Deve estar queimando sua garganta falar assim comigo, não é mesmo? – ela engoliu seu orgulho e telefonou para a sala da minha noiva, anunciando minha presença.
Eu debati internamente se falava ou não para Isabella o acontecido na estrada, e decidi que falaria sim, mas não agora. Deixaria pra falar quando estivéssemos à sós em nosso quarto.
Abri a porta de seu escritório, após receber a resposta de que podia entrar de Jéssica, e sorri quando Isabella arregalou os olhos para o buquê que eu carregava.
– Feliz aniversário, meu amor! – anunciei sorridente.
– Aniversário? – ela pareceu confusa por uns segundos e aos poucos, sua ficha pareceu ter caído. – Céus, eu havia me esquecido. Estou fazendo 25 anos hoje?
Caminhei até ela e enlacei sua cintura com um braço.
– Há vinte e cinco anos atrás, a mulher destinada a mim, a mulher que Deus enviou só pra mim, nasceu. Hoje eu a tenho em meus braços e cabe a mim, fazê-la feliz para o resto de seus dias. – lhe ofereci o buquê e percebi seus olhos brilharem.
– O que eu fiz pra merecer você, heim? – ela segurou em meu rosto com suas duas mãozinhas e sorria, parecendo estar muito feliz.
– Você nasceu. – declarei sorridente e rocei meus lábios nos seus. – Você me olhou quando eu não era tinha nada, não era nada e me fez resgatar o orgulho de homem dentro de mim. Você acolheu minha família como sua e me faz agradecer a Deus por cada dia que acordo com você em meus braços. – abaixei um pouco a cabeça e encostamos nossas testas, nos olhando nos olhos ainda.
– Você não pode ficar me dizendo essas coisas. – ela sorria, e eu percebia que ela tentava segurar as lágrimas represadas em seus olhos. – Não quando eu estou na TPM.
– Ué, você tá... Hum... Naqueles dias? – perguntei confuso. Ela sorriu e desencostou seu corpo do meu, se apoiando na beirada da mesa dela.
– Não, Edward. Vocês homens tem mania de confundir TPM com período menstrual. TPM vem antes. É tensão pré menstrual. – ela explicou e eu assenti.
– Ah ta, fiquei um pouco confuso porque você nunca fica, ér, hum menstruada. Você toma remédio direto. – dei de ombros.
– É, eu geralmente faço isso, porém eu acabei esquecendo de tomar o remédio em alguns dias do ciclo passado e quase todos os dias desse. Então achei melhor regularizar tudo. – ela mexeu um pouco em uma mecha do cabelo. – Eu estava com muita coisa na cabeça e não me atentei ao anticoncepcional. – ela pegou o buquê, o cheirou e deixou-o em cima da mesa, ao lado dela.
– Hummm... Então vamos aproveitar antes que você feche para balanço. – ergui as sobrancelhas sugestivamente e ela riu.
– Meu Deus, você é um tarado. – me deu um tapinha de brincadeira no braço.
– Amor, não é minha culpa. Ele que fica choramingando o dia todo com saudades de você. – indiquei a região abaixo da minha cintura com a cabeça. – Eu tento ser romântico, mas ele não deixa. – sorri matreiro e ela gargalhava.
– Você é um safado, isso sim. – me puxou pela camisa e me abraçou. – Meu safado! – declarou possessiva.
– Hummm... Adoro você assim, possessiva. – rocei meu membro, que já endurecia, em seu ventre. – E ele também gosta. – biquei seus lábios e, lamentando profundamente, me separei dela. – Ok, sem safadezas, senão não saímos desse escritório. Vamos pra casa. – ela arqueou uma sobrancelha. – Sim, senhorita Swan, nós vamos pra casa. Hoje é seu aniversário e eu quero minha noiva descansada e com tempo para se arrumar, pois hoje vamos comemorar essa data especial.
– Comemorar como? – me olhou desconfiada.
– Oras, vamos jantar fora. Nós dois. – dei de ombros e vi seu semblante entristecer um pouco, como eu previ.
– E... Nossa família? – tentou disfarçar, mas era notório que ela havia ficado um pouco triste.
– Hummm... Não sei bem. Mas acho que todos têm compromisso hoje. – expliquei com pouco caso, fazendo força para manter a mentira, pois seu rostinho um pouco caído me desarmava completamente.
– Ok, então vamos. – Deixou os ombros caírem e foi até o computador para desliga-lo.
– Ué, vai assim? Sem reclamar? Sem dizer que tem muito trabalho e que não pode se ausentar assim da empresa? - ela me olhou e nesse momento eu pude ver todo o peso deum império nas costas de uma mulher tão jovem.
– Existem coisas mais importantes que trabalho. Coisas e pessoas. – ela olhou novamente para o computador e desligou o monitor. – E além disso, já vai dar cinco horas mesmo. Uma hora a mais ou a menos que eu trabalhar não vai dar um prejuízo pra empresa.
– Então vamos, futura esposa. – pisquei e ela sorriu.
[...]
Abri a porta da frente da mansão e tudo estava silencioso, como combinamos. Isabella parecia não ter percebido nada.
– Onde estão os empregados da casa? – ela perguntou estranhando que ninguém havia aparecido para nos receber e perguntar se desejávamos algo.
– Não sei. Estranho isso. Vamos dar uma olhada lá na copa. – falei falsamente sério e a puxei.
– Não, Edward. Pode estar acontecendo alguma coisa grave. – ela estava com os olhos arregalados e a respiração irregular. – Edward, vamos ligar na guarita e pedir uma equipe de seguranças para vir até aqui. – ela pegou o celular, já aflita.
– Ei, ei, ei, calma, meu amor. – segurei sua mão e beijei sua testa. – Por que você está tão nervosa? Acalme-se, eles devem estar na copa, afinal, não estavam esperando que alguém chegasse a essa hora em casa. Estamos quebrando a rotina. – beijei novamente sua testa e puxei pela mão, ainda a sentindo aflita.
– Edward, está vendo, não tem ninguém aqui. – ela disse nervosa ao chegarmos à copa.
– Tudo bem, amor. Vamos olhar lá fora, de repente estão no jardim, ou na área da piscina talvez. – dei de ombros e a puxei novamente.
Saí na frente dela, tentando tampar sua visão e quando já estávamos na posição, eu a puxei para minha frente e todos gritaram ao mesmo tempo.
– Surpresa!!!!
Rosálie, Emmet, Alice, Jasper, Esme e Carlisle vinham em nossa direção, e os empregados apareciam com as bandejas e as depositavam na grande mesa disposta embaixo do quiosque que ficava logo na saída da copa e fazia ligação com o deck da piscina e área de convivência.
– Oh meu Deus! – Isabella ofegou e arregalou os olhos ao entender o que estava acontecendo.
Esme a abraçou e beijou seu rosto.
– Não achou que nós não estaríamos com você no seu aniversário, não é, minha filha? – Esme perguntou sorrindo.
– Nem sei o que pensar. – Isabella disse um pouco confusa e por um momento todos ficamos apreensivos com sua reação. – Eu adorei a surpresa. Obrigada a todos. – foi audível quando todos soltaram suas respirações, aliviados por ela ter gostado.
Após todos os abraços e presentes, Emmett ligou o som e as luzes e começou a tocar música dos anos 70. Os funcionários da casa deixaram tudo à dispor na mesa e foram liberados do trabalho. Permanecendo na propriedade apenas a equipe de seguranças.
– Rosálie, vou descontar do seu salário, você saiu da empresa antes do horário. – Isabella tentou parecer séria, e Rosálie apenas fez careta pra ela e voltou a dançar com a garrafa de cerveja na mão, frufru rosa enrolando no pescoço e óculos azul com purpurina. Acho que Alice e Rosálie se empolgaram quando eu disse que queria que elas fizessem uma comemoração alegre.
– Pra você. – Jasper entregou um embrulho pra Isabella. Eles ainda estavam um pouco formais um com o outro, mas estava melhorando gradativamente.
– Obrigada, Jasper. – ela sorriu sincera e abriu o pacote. – Nossa, que linda. Obrigada, eu gostei muito. – ela colocou a pulseira de ouro na hora e ficou admirando os pingentes em forma de livros abertos.
– Eu achei que combina com você. Sei que gosta muito de ler, e também simboliza o conhecimento. Enfim... Eu achei que ia gostar. – ela o abraçou, pegando-o totalmente de surpresa e a todos nós.
– Obrigada, Jasper. Eu gostei muito. – ele abriu um sorrisão e apertou em seu abraço.
Após isso, ficamos dançando, bebendo e comendo. Todos nos divertíamos e Isabella parecia se divertir bastante também.
Puxei-a pela cintura e encostei suas costas em meu peito. Abaixei a cabeça e falei ao pé do seu ouvido.
– Eu tenho dois presentes pra você. Um eu vou te dar no nosso quarto, mais tarde. – ela rebolou, se esfregando em meu membro e eu mordi sua orelha. – Não é isso que está pensando, sua safada. Apesar de que vou te dar isso mais tarde também... A noite toda. – ela sorriu e rebolou novamente. Minha perdição. – Como eu estava dizendo, sua safadinha, um eu vou te dar mais tarde no nosso quarto, e outro, eu quero te mostrar agora. Vem comigo.
A Levei até o deck da piscina, ficando um pouco mais afastados de nossa família e comecei a abrir minha blusa de botões.
– Ei, você disse que isso você só iria me dar mais tarde, no nosso quarto. – ela disse sorrindo.
– Você está com a mente muito suja, minha futura esposa. Fique quietinha e apenas observe. – pisquei e continuei abrindo minha camisa.
Quando terminei todos os botões, eu tirei a camisa por completo e ela olhava com desejo para o meu corpo. Sorri com o ego inflado.
Lentamente, eu virei de costas pra ela e pude escutá-la ofegar.
– E então, patroa linda, gostou?



E entao, gostaram? Espero que sim.
Estou gostando das teorias que estão me dando... muito boas.
Então gente, esse cap é mais como uma introdução para o próximo... Vou colocar momentos felizes agora pq vcs sabem que eu sou mau e vai ter o período que a barra vai pesar e eu vou dar enfase aos problemas....

5 comments :

  1. Uma tatoo...que amor...adorei o cap..bjos

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  2. awwwn ta mto lindoo. :/ mas to com medo quando ele descobrir sobre o envolvimento dela com a proposta de trabalho dele :(

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  3. Abstinência de capítulos...:( qd vai postar de novo???

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  4. AI MEU DEUS SERÁ QUE É UMA TATUAGEM? GVDJCSJGVJSGHV AMEI AMEI AMEI!!! Mas... cadê os capítulos?

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